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Fabricação da Loucura acaba como exposição e permanece como memória de uma ocupação artística dentro de um Hospital Psiquiátrico! Que jornada imensa y coletiva vivemos nesses meses.
Relendo a pergunta que me fiz lá no começo dessa pesquisa… “como a fabricação da loucura se dá em corpas fabricadas pelo colonialismo e como podemos nos reconectar com a força da loucura, abrindo fissuras possíveis de uma existência libertária? daqui, carrego uma história íntima atravessada por uma estrutura coletiva de dominação de subjetividades, onde busco possibilidades imagéticas (hj diria que não apenas imagéticas) de transformação”
criar é curar;
a fabricação continua,
agora conectada com outras forças 🍃
agradecida de todas as pessoas que estiveram juntin🌿
O catálogo tá disponível no link da bio, tanto para visualização online como para fazer download. Nele tem imagens da exposição feitas pela @s.marianelima , texto inédito da @deborah.bruel y também os textos que estavam nas paredes de @elionessalibian @ayalaprazeres @karllagirotto
viva
ficha técnica completa nas últimas imagens 💜
cards y projeto gráfico do catálogo: @affkya

Fabricação da Loucura acaba como exposição e permanece como memória de uma ocupação artística dentro de um Hospital Psiquiátrico! Que jornada imensa y coletiva vivemos nesses meses.
Relendo a pergunta que me fiz lá no começo dessa pesquisa… “como a fabricação da loucura se dá em corpas fabricadas pelo colonialismo e como podemos nos reconectar com a força da loucura, abrindo fissuras possíveis de uma existência libertária? daqui, carrego uma história íntima atravessada por uma estrutura coletiva de dominação de subjetividades, onde busco possibilidades imagéticas (hj diria que não apenas imagéticas) de transformação”
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🏆 Isa Lanave com o Prêmio de Melhor Fotografia conquistado no Festival de Cinema de Jaraguá do Sul! ✨
Isa Lanave venceu o Prêmio de Melhor Fotografia na Mostra Competitiva da 8ª edição do Festival de Cinema de Jaraguá do Sul pelo trabalho em Bença. Um reconhecimento lindo para a fotografia impecável e atmosférica do filme 🧡
Parabéns à @isalanave e à incrível equipe de fotografia do filme: Mariana Boaventura (@marilost_) (1ª assistente de câmera e foquista); Jaqueline Kogus (@jaqkogus) (2ª assistente de câmera e logger); Ivanir Ferreira (gaffer); Thiago Souza Dutra (assistente de maquinária).
Viva o #CinemaNacional 🫶
📸 @gilbaroni

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Parabéns à @isalanave e à incrível equipe de fotografia do filme: Mariana Boaventura (@marilost_) (1ª assistente de câmera e foquista); Jaqueline Kogus (@jaqkogus) (2ª assistente de câmera e logger); Ivanir Ferreira (gaffer); Thiago Souza Dutra (assistente de maquinária).
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🏆 Isa Lanave com o Prêmio de Melhor Fotografia conquistado no Festival de Cinema de Jaraguá do Sul! ✨
Isa Lanave venceu o Prêmio de Melhor Fotografia na Mostra Competitiva da 8ª edição do Festival de Cinema de Jaraguá do Sul pelo trabalho em Bença. Um reconhecimento lindo para a fotografia impecável e atmosférica do filme 🧡
Parabéns à @isalanave e à incrível equipe de fotografia do filme: Mariana Boaventura (@marilost_) (1ª assistente de câmera e foquista); Jaqueline Kogus (@jaqkogus) (2ª assistente de câmera e logger); Ivanir Ferreira (gaffer); Thiago Souza Dutra (assistente de maquinária).
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Reconhecida pela revista Time, a fotógrafa brasileira @isalanave utiliza a técnica documental e a performance para investigar a saúde mental a partir de sua própria história com a mãe, no projeto "Fátima".
Sua trajetória evoluiu da escuta sensível a outras pessoas neurodiversas, registrada no fotolivro "Leve a sério o que ela diz", para uma pesquisa acadêmica e artística profunda sobre a institucionalização em "Fabricação da Loucura".
Recentemente, a artista ocupou uma ala desativada do Hospital Psiquiátrico Adauto Botelho para unir um acervo histórico a autorretratos e instalações, tensionando os limites entre o autobiográfico e o político para ressignificar o imaginário social sobre a loucura e as violências estruturais do sistema psiquiátrico.
Arraste para o lado e confira a entrevista.

Reconhecida pela revista Time, a fotógrafa brasileira @isalanave utiliza a técnica documental e a performance para investigar a saúde mental a partir de sua própria história com a mãe, no projeto "Fátima".
Sua trajetória evoluiu da escuta sensível a outras pessoas neurodiversas, registrada no fotolivro "Leve a sério o que ela diz", para uma pesquisa acadêmica e artística profunda sobre a institucionalização em "Fabricação da Loucura".
Recentemente, a artista ocupou uma ala desativada do Hospital Psiquiátrico Adauto Botelho para unir um acervo histórico a autorretratos e instalações, tensionando os limites entre o autobiográfico e o político para ressignificar o imaginário social sobre a loucura e as violências estruturais do sistema psiquiátrico.
Arraste para o lado e confira a entrevista.

Reconhecida pela revista Time, a fotógrafa brasileira @isalanave utiliza a técnica documental e a performance para investigar a saúde mental a partir de sua própria história com a mãe, no projeto "Fátima".
Sua trajetória evoluiu da escuta sensível a outras pessoas neurodiversas, registrada no fotolivro "Leve a sério o que ela diz", para uma pesquisa acadêmica e artística profunda sobre a institucionalização em "Fabricação da Loucura".
Recentemente, a artista ocupou uma ala desativada do Hospital Psiquiátrico Adauto Botelho para unir um acervo histórico a autorretratos e instalações, tensionando os limites entre o autobiográfico e o político para ressignificar o imaginário social sobre a loucura e as violências estruturais do sistema psiquiátrico.
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Reconhecida pela revista Time, a fotógrafa brasileira @isalanave utiliza a técnica documental e a performance para investigar a saúde mental a partir de sua própria história com a mãe, no projeto "Fátima".
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Recentemente, a artista ocupou uma ala desativada do Hospital Psiquiátrico Adauto Botelho para unir um acervo histórico a autorretratos e instalações, tensionando os limites entre o autobiográfico e o político para ressignificar o imaginário social sobre a loucura e as violências estruturais do sistema psiquiátrico.
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Reconhecida pela revista Time, a fotógrafa brasileira @isalanave utiliza a técnica documental e a performance para investigar a saúde mental a partir de sua própria história com a mãe, no projeto "Fátima".
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Recentemente, a artista ocupou uma ala desativada do Hospital Psiquiátrico Adauto Botelho para unir um acervo histórico a autorretratos e instalações, tensionando os limites entre o autobiográfico e o político para ressignificar o imaginário social sobre a loucura e as violências estruturais do sistema psiquiátrico.
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Reconhecida pela revista Time, a fotógrafa brasileira @isalanave utiliza a técnica documental e a performance para investigar a saúde mental a partir de sua própria história com a mãe, no projeto "Fátima".
Sua trajetória evoluiu da escuta sensível a outras pessoas neurodiversas, registrada no fotolivro "Leve a sério o que ela diz", para uma pesquisa acadêmica e artística profunda sobre a institucionalização em "Fabricação da Loucura".
Recentemente, a artista ocupou uma ala desativada do Hospital Psiquiátrico Adauto Botelho para unir um acervo histórico a autorretratos e instalações, tensionando os limites entre o autobiográfico e o político para ressignificar o imaginário social sobre a loucura e as violências estruturais do sistema psiquiátrico.
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Reconhecida pela revista Time, a fotógrafa brasileira @isalanave utiliza a técnica documental e a performance para investigar a saúde mental a partir de sua própria história com a mãe, no projeto "Fátima".
Sua trajetória evoluiu da escuta sensível a outras pessoas neurodiversas, registrada no fotolivro "Leve a sério o que ela diz", para uma pesquisa acadêmica e artística profunda sobre a institucionalização em "Fabricação da Loucura".
Recentemente, a artista ocupou uma ala desativada do Hospital Psiquiátrico Adauto Botelho para unir um acervo histórico a autorretratos e instalações, tensionando os limites entre o autobiográfico e o político para ressignificar o imaginário social sobre a loucura e as violências estruturais do sistema psiquiátrico.
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Reconhecida pela revista Time, a fotógrafa brasileira @isalanave utiliza a técnica documental e a performance para investigar a saúde mental a partir de sua própria história com a mãe, no projeto "Fátima".
Sua trajetória evoluiu da escuta sensível a outras pessoas neurodiversas, registrada no fotolivro "Leve a sério o que ela diz", para uma pesquisa acadêmica e artística profunda sobre a institucionalização em "Fabricação da Loucura".
Recentemente, a artista ocupou uma ala desativada do Hospital Psiquiátrico Adauto Botelho para unir um acervo histórico a autorretratos e instalações, tensionando os limites entre o autobiográfico e o político para ressignificar o imaginário social sobre a loucura e as violências estruturais do sistema psiquiátrico.
Arraste para o lado e confira a entrevista.

Reconhecida pela revista Time, a fotógrafa brasileira @isalanave utiliza a técnica documental e a performance para investigar a saúde mental a partir de sua própria história com a mãe, no projeto "Fátima".
Sua trajetória evoluiu da escuta sensível a outras pessoas neurodiversas, registrada no fotolivro "Leve a sério o que ela diz", para uma pesquisa acadêmica e artística profunda sobre a institucionalização em "Fabricação da Loucura".
Recentemente, a artista ocupou uma ala desativada do Hospital Psiquiátrico Adauto Botelho para unir um acervo histórico a autorretratos e instalações, tensionando os limites entre o autobiográfico e o político para ressignificar o imaginário social sobre a loucura e as violências estruturais do sistema psiquiátrico.
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SORTEIO 🍀 RIFA E APOIO A NHANDESY MÁRCIA JERÁ DA @tekoakoejuporaete
Números sorteados:
1ro prêmio 🥇: 30 @marimend7
2ndo prêmio 🥈: 126 urban.rafael
3ro prêmio 🥉: 5 Leticia

Em celebração a vida de Rosa Felicíssimo, benzedeira e importante referência cultural da cidade de Curitiba, que fez a passagem no dia 20/03, deixaremos aberto por 48 horas o curta-documental "Pé de Rosa".
O filme foi rodado no ano de 2024, quando Rosa tinha 96 anos, na cidade de Curitiba, no Paraná e teve a sua estréia na 3ª Mostra Eu Mais Velha de Audiovisual, em 2026.
Hoje às 18h no canal do YouTube da Eu Mais Velha.
Link na bio!
"Pé de Rosa"
Direção: @bisevciuc @lais__________________
e @leticialeobet
Prod. executiva: @laremi.paixao
Roteiro : Bi Sevciuc, Laís Melo, Letícia Leobet e @dan_____0
Montagem e cor: @dan_____0
Técnica e desenho de som: @tulioborges.wav
Direção de fotografia: @isalanave
Assist. e câmera “B”: @anicachaves
Microfonista: @mateamorcego
Design: @affkya
Finalização: Mãe D'água Filmes (@vjselene)
Coordenação geral: Bi Sevciuc

dias de @talentsbsas como uma das selecionadas para a edição 2026 😊
“se o caminho é meu… deixa eu caminhar, deixa eu”
empeze el dia hoy con esa musica para recordar que la caminada no empieza aqui, ya viene de lejos y agradezco por todo el compartido en esos dias! cada encuentro, escucha, mirada, IPA… se queda en mi corazon 💜 a les companeres del taller de montaje, mucha admiracion y inspiracion!
llegue pensando que el evento seria una cosa y paso que fue otra, pero mas profunda de que pensaba. siento que encontrar a todes fue un gran movimento de reencuentro con mis deseos con las imagens en movimento mas intimas y experimentales. encontre posibilidad y camino para seguir adelante teniendo fe en la vida y en el arte mas sútil y transformador ✨
no basta tener fe; es necesario alimentarla, regarla y mantener viva la llama para que no la olvidemos en medio de este mundo caótico y automático; y las experiencias en @talentsbsas me trajo eso 🥹
deseo que lo que hemos vivido dé lugar a muchas coproducciones; el cine latinoamericano es increíblemente poderoso 🎥✨
hasta luego! 🌬️

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em março pude acompanhar junto de @orutunakrimnawerapuri y @kuarahy_ava_katuete a volta da Nhandesy Márcia para sua comunidade. vivemos ameaças e medos; mas mais do que tudo compartilhamos muita força… aprendi tanto sobre a fé, sobre se ser, sobre o silêncio, que aqui seguem reverberando transformações profundas.
Márcia e sua família sofreram muitas violências no território e isso não tem nada de questão apenas interna, mas de uma questão que diz respeito a todes nós. as burocracias estatais de defesa dos direitos indígenas, humanos… parecem tão lentas quando algo é imediato; foram muitas conexões e diálogos para que hoje as coisas estejam um pouco mais seguras.
porém, tudo ainda é muito recente e continuamos atentas.
digo isso para compartilhar que a rifa de apoio à comunidade ainda está aberta, o sorteio é no próximo dia 20 e temos ainda muitos números para vender. cada um custa R$15 e cada R$15 já é muito 🤎
escreve “quero um número” aqui ou vem na DM que entramos em contato para compartilhar os números disponíveis ✨o pix vai pro CPF: 04513853905 (mercado pago) ✨ o valor arrecado irá cobrir custos de idas e vindas até o território e também gerar um apoio financeiro para a comunidade; mas para isso precisamos vender todos os números! bora nessa? ✨

em março pude acompanhar junto de @orutunakrimnawerapuri y @kuarahy_ava_katuete a volta da Nhandesy Márcia para sua comunidade. vivemos ameaças e medos; mas mais do que tudo compartilhamos muita força… aprendi tanto sobre a fé, sobre se ser, sobre o silêncio, que aqui seguem reverberando transformações profundas.
Márcia e sua família sofreram muitas violências no território e isso não tem nada de questão apenas interna, mas de uma questão que diz respeito a todes nós. as burocracias estatais de defesa dos direitos indígenas, humanos… parecem tão lentas quando algo é imediato; foram muitas conexões e diálogos para que hoje as coisas estejam um pouco mais seguras.
porém, tudo ainda é muito recente e continuamos atentas.
digo isso para compartilhar que a rifa de apoio à comunidade ainda está aberta, o sorteio é no próximo dia 20 e temos ainda muitos números para vender. cada um custa R$15 e cada R$15 já é muito 🤎
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em março pude acompanhar junto de @orutunakrimnawerapuri y @kuarahy_ava_katuete a volta da Nhandesy Márcia para sua comunidade. vivemos ameaças e medos; mas mais do que tudo compartilhamos muita força… aprendi tanto sobre a fé, sobre se ser, sobre o silêncio, que aqui seguem reverberando transformações profundas.
Márcia e sua família sofreram muitas violências no território e isso não tem nada de questão apenas interna, mas de uma questão que diz respeito a todes nós. as burocracias estatais de defesa dos direitos indígenas, humanos… parecem tão lentas quando algo é imediato; foram muitas conexões e diálogos para que hoje as coisas estejam um pouco mais seguras.
porém, tudo ainda é muito recente e continuamos atentas.
digo isso para compartilhar que a rifa de apoio à comunidade ainda está aberta, o sorteio é no próximo dia 20 e temos ainda muitos números para vender. cada um custa R$15 e cada R$15 já é muito 🤎
escreve “quero um número” aqui ou vem na DM que entramos em contato para compartilhar os números disponíveis ✨o pix vai pro CPF: 04513853905 (mercado pago) ✨ o valor arrecado irá cobrir custos de idas e vindas até o território e também gerar um apoio financeiro para a comunidade; mas para isso precisamos vender todos os números! bora nessa? ✨

amanhã começa o curso imagens & rituais com @isalanave
são três encontros on-line, de terça a quinta dessa semana a atividade é gratuita, aberta a todos e faz parte da disciplina conexão com o mercado do tecnologia em fotografia do @senaclapascipiao
link para inscrição nos stories ☺️

esses dias sonhei que via uma cena acontecendo na rua e fotografei ela com meus olhos; tinham duas pessoas no primeiro plano, uma em cada canto da imagem e no meio outras duas se aproximavam, era um casal lgbt que se abraçava ocupando ⅓ do quadro enquanto as duas pessoas da ponta se olhavam.
Uau!
Pensei no sonho
Que bela fotografia!
dia 10 foi aniversário da minha mãe. fomos até lá e decidi levar - e usar - minha câmera. peguei ela no momento em que minha mãe se arrumava pra gente ir almoçar fora, me posicionei deitada e comecei a brincar com as sombras e luzes do quarto dela. Lembrei que as primeiras fotos que fiz de “Fátima” foram nesse mesmo espaço, mas que antes eu priorizava momentos de muitas sombras e densidades.
lembrei de uma fala pública que fiz com minha amiga @s.marianelima “pq fotografei minha mãe” e senti que hoje fotografei para reconhecer uma parte de mim e me inspirar em nossas raízes. fazia tempo que não olhava assim.
Lembrei do quanto gosto de olhar pro cotidiano íntimo e depois construir palavras sobre essas sensacoes 💜 nas imagens 10 e 11, olhar de @leo.torres_____ ❤️🔥

esses dias sonhei que via uma cena acontecendo na rua e fotografei ela com meus olhos; tinham duas pessoas no primeiro plano, uma em cada canto da imagem e no meio outras duas se aproximavam, era um casal lgbt que se abraçava ocupando ⅓ do quadro enquanto as duas pessoas da ponta se olhavam.
Uau!
Pensei no sonho
Que bela fotografia!
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lembrei de uma fala pública que fiz com minha amiga @s.marianelima “pq fotografei minha mãe” e senti que hoje fotografei para reconhecer uma parte de mim e me inspirar em nossas raízes. fazia tempo que não olhava assim.
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Uau!
Pensei no sonho
Que bela fotografia!
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fotos de making of da @euzuca dos últimos curtas que fotografei 💜 sempre feliz com as equipes que encontro junto de @fala.filmes @larissanpm e Fábio ✨ as pessoas que cruzamos e as histórias que criamos! valeu galera da câmera que esteve juntin @majutohme @_richamt @marilost_ @anicachaves @dan_____0 @luizrossi77 @mapelobo @deglutindoventos @lucrireggiani @fabinhomaquinaria @fabia_rguimaraes e os parceiros @backbros_ 🍃 q venham mais!
Bora filmar? 🎥🎥🎥🎥

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fabricar a própria força
com muitas mãos
da camisa de força pra camisa da força foram fios, ervas, cheiros, tecidos, águas, encontros, velas, fogo, queimas, entregas, costuras, forças-cores: pau brasil-urucum-aroeira
o último trabalho a ficar pronto
um dos primeiros a ser sonhado
tecer a própria força
se remoldar em matéria
agradeço tanto a quem me acompanha e me guia por essa jornada, as amizades-curandeiras que participaram desse processo, as forças que cruzaram os caminhos. @fer.bueeno_ figurinista, @nvemaocaso costureira, @movimentoceuvas y suas aberturas cura-ativas 🪻 e tantas que teceram junte 🤍
a camisa, viva, que também se transformou com o passar dos meses, pode ainda ser vista nesse domingo, 1 de março, 13:30, no hospital Adauto Botelho. Último dia de visitação da exposição Fabricação da Loucura ✨
reels: @dan_____0

no próximo domingo, 1 de março, teremos a última visita guiada da exposição Fabricação da Loucura, que está chegando ao fim depois de uma longa jornada ocupando uma ala do Hospital Adauto Botelho 🍀✨
pra fechar esse ciclo será disponibilizado online o catálogo da exposição com texto de @deborah.bruel @ayalaprazeres @karllagirotto @elionessalibian com registros da exposição de @s.marianelima y imagens do processo 💜
bora? 🪻
card: @affkya ✨

no próximo domingo, 1 de março, teremos a última visita guiada da exposição Fabricação da Loucura, que está chegando ao fim depois de uma longa jornada ocupando uma ala do Hospital Adauto Botelho 🍀✨
pra fechar esse ciclo será disponibilizado online o catálogo da exposição com texto de @deborah.bruel @ayalaprazeres @karllagirotto @elionessalibian com registros da exposição de @s.marianelima y imagens do processo 💜
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