zuca • foto e vídeo
• curitiba, pr 🏳️🌈🏳️⚧️
vamos pra parte 2 de como melhorar seus vídeos e dessa vez vamos pensar na imagem.
diquinhas simples que vc não vai precisar gastar nenhum dinheirinho pra conseguir produzir seu conteúdo de forma mais bonita e com mais qualidade :))
e se vc não viu a parte 1 já corre ali no meu perfil e vem ver como pode melhorar seu áudio.
gostaro?
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#criadoradeconteudo #creatordigital #dicadodia #dicasdefotografia

ontem foi dia da luta antimanicomial e eu acho importante a gente se lembrar de que ela começa com a descolonização do nosso pensamento, das nossas noções de norma, de padrão, da necessidade que a sociedade tem de colocar as pessoas em caixas rotuladas.
não há muito tempo, a gente ainda trancava quem pensava diferente, quem era divergente, quem sofria psicologicamente. trancava, torturava, excluía, lobotomizava, matava. tudo isso em nome da nossa ideia de sociedade perfeita e normal.
é urgente que o sofrimento mental seja visto como uma questão de saúde, como qualquer outra, uma questão que precisa de acolhimento, cuidado, atenção, manutenção e não de isolamento e estigmatização.
que o CAPS pare de ser piada e que a gente pare de achar que está tão longe de quem foi parar em situação de rua por conta de uma questão mental que impediu de trabalhar e se cuidar.
nem um passo atrás, manicômio nunca mais.

ontem foi dia da luta antimanicomial e eu acho importante a gente se lembrar de que ela começa com a descolonização do nosso pensamento, das nossas noções de norma, de padrão, da necessidade que a sociedade tem de colocar as pessoas em caixas rotuladas.
não há muito tempo, a gente ainda trancava quem pensava diferente, quem era divergente, quem sofria psicologicamente. trancava, torturava, excluía, lobotomizava, matava. tudo isso em nome da nossa ideia de sociedade perfeita e normal.
é urgente que o sofrimento mental seja visto como uma questão de saúde, como qualquer outra, uma questão que precisa de acolhimento, cuidado, atenção, manutenção e não de isolamento e estigmatização.
que o CAPS pare de ser piada e que a gente pare de achar que está tão longe de quem foi parar em situação de rua por conta de uma questão mental que impediu de trabalhar e se cuidar.
nem um passo atrás, manicômio nunca mais.

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nem um passo atrás, manicômio nunca mais.

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nem um passo atrás, manicômio nunca mais.

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oi gente, fiz esse vídeo pensando em quem sempre quis produzir conteúdo e não sabe por onde começar ou tá sem uma graninha pra investir em equipamento.
são diquinhas simples e super práticas pra vc tirar as ideias do papel e começar produzir logo 🤓
ah, essa é a parte 1, em breve a 2 vem aí tbm :))
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#criadoradeconteúdo #creatorclass #dicasdevideo #criadordeconteúdo

vem aqui conferir as fotos que fiz na minha saidinha em busca de criatividade, o ✨ CRIAR SÓ POR CRIAR ✨, criar por prazer, criar pq gosta, pq quer.
sem obrigação, sem precisar monetizar.
todas as fotos foram feitas com o seguinte equipamento:
📷 sony a7iii
🐱 lente 50mm 1.8
🎈 edição pelo lightroom classic
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#blackandwhitephotography #lightroomclassic #photography #fotografiapretoebranco

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quando foi a última vez que vc saiu para curtir sua paixão assim, sem o compromisso de ganhar dinheiro com ela?
encontrar um tempinho só para curtir ajuda a gente a lembrar do pq amamos aquilo que fazemos e nos conecta, mais profundamente, com a nossa criatividade 🤓
pov: vc vê uma oportunidade de foto até depois daquele banhão quente
ah, o app que usei aqui foi o DAZZCAM 🤓
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#dazzcam #fotografiacomceluĺar #iphonegraph
e aí, você é do time que também fica nervoso na hora de tirar foto de fotógrafo?! a patrissa fica tensa toda vez kkk 🤪🤪🤪
oooou será que vc é a amiga exigente que não gosta de nenhuma foto que tiram de vc? 😬😬😬
ahhhhhhh a diferença da edição, não é?
edição faz parte do trabalho, queridos clientes, é exatamente ali que eu vou dar o temperinho final pra foto :))
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#lightroomedits #rawvsedit #editing
técnicas simples e que você pode acessar daí, do seu celular mesmo, podem transformar suas fotos em registros muito mais ricos e harmônicos:
vem conhecer a regra dos terços! 🤓
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#fotografiaparainiciantes #regradosterços #dicasdefotografia
diquinha legal pra dar aquele temperinho especial nas suas imagens.
ce já conhecia esse filtrinho bacana? 🤓
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#dicadefotografia #fotografiaparainiciantes #fotografiadeteatro

MISHMASH
@mishmash.oficial @festivaldecuritiba
primeiro ano que assisto/registro esse espetáculo tão delicioso que é o mishmash.
foi muuuuito bom ver o querido @palhacoalipio , artista que eu sou uma grande fã, a frente desse evento lindo! rafa, vc é incrível! 🤩

MISHMASH
@mishmash.oficial @festivaldecuritiba
primeiro ano que assisto/registro esse espetáculo tão delicioso que é o mishmash.
foi muuuuito bom ver o querido @palhacoalipio , artista que eu sou uma grande fã, a frente desse evento lindo! rafa, vc é incrível! 🤩

MISHMASH
@mishmash.oficial @festivaldecuritiba
primeiro ano que assisto/registro esse espetáculo tão delicioso que é o mishmash.
foi muuuuito bom ver o querido @palhacoalipio , artista que eu sou uma grande fã, a frente desse evento lindo! rafa, vc é incrível! 🤩

MISHMASH
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MISHMASH
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MISHMASH
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MISHMASH
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BRACE
da mostra lúcia camargo do @festivaldecuritiba
um impacto esse espetáculo! os movimentos do corpo, a música, iluminação, demais!!
_
Inspirado no percurso dos Mwene Mutapa e Zulos, Edivaldo Ernesto constrói uma narrativa que atravessa memória, ancestralidade e autoficção. A obra acompanha um viajante que, ao percorrer rastros fragmentados do passado, toma consciência do seu legado e do seu lugar no presente. Seguir essas pistas torna-se um desafio, há lacunas, silêncios e um passado incompleto, ou talvez um passado que nunca foi devidamente escrito. O viajante inventa caminhos e para acessar os saberes de seus antepassados, BRACE cria a sua própria mitologia, transformando o corpo em território de reconstrução e autoficção.
@depth_movement @azayah.cultura
_
#festivaldecuritiba

BRACE
da mostra lúcia camargo do @festivaldecuritiba
um impacto esse espetáculo! os movimentos do corpo, a música, iluminação, demais!!
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Inspirado no percurso dos Mwene Mutapa e Zulos, Edivaldo Ernesto constrói uma narrativa que atravessa memória, ancestralidade e autoficção. A obra acompanha um viajante que, ao percorrer rastros fragmentados do passado, toma consciência do seu legado e do seu lugar no presente. Seguir essas pistas torna-se um desafio, há lacunas, silêncios e um passado incompleto, ou talvez um passado que nunca foi devidamente escrito. O viajante inventa caminhos e para acessar os saberes de seus antepassados, BRACE cria a sua própria mitologia, transformando o corpo em território de reconstrução e autoficção.
@depth_movement @azayah.cultura
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BRACE
da mostra lúcia camargo do @festivaldecuritiba
um impacto esse espetáculo! os movimentos do corpo, a música, iluminação, demais!!
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Inspirado no percurso dos Mwene Mutapa e Zulos, Edivaldo Ernesto constrói uma narrativa que atravessa memória, ancestralidade e autoficção. A obra acompanha um viajante que, ao percorrer rastros fragmentados do passado, toma consciência do seu legado e do seu lugar no presente. Seguir essas pistas torna-se um desafio, há lacunas, silêncios e um passado incompleto, ou talvez um passado que nunca foi devidamente escrito. O viajante inventa caminhos e para acessar os saberes de seus antepassados, BRACE cria a sua própria mitologia, transformando o corpo em território de reconstrução e autoficção.
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BRACE
da mostra lúcia camargo do @festivaldecuritiba
um impacto esse espetáculo! os movimentos do corpo, a música, iluminação, demais!!
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Inspirado no percurso dos Mwene Mutapa e Zulos, Edivaldo Ernesto constrói uma narrativa que atravessa memória, ancestralidade e autoficção. A obra acompanha um viajante que, ao percorrer rastros fragmentados do passado, toma consciência do seu legado e do seu lugar no presente. Seguir essas pistas torna-se um desafio, há lacunas, silêncios e um passado incompleto, ou talvez um passado que nunca foi devidamente escrito. O viajante inventa caminhos e para acessar os saberes de seus antepassados, BRACE cria a sua própria mitologia, transformando o corpo em território de reconstrução e autoficção.
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um impacto esse espetáculo! os movimentos do corpo, a música, iluminação, demais!!
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Inspirado no percurso dos Mwene Mutapa e Zulos, Edivaldo Ernesto constrói uma narrativa que atravessa memória, ancestralidade e autoficção. A obra acompanha um viajante que, ao percorrer rastros fragmentados do passado, toma consciência do seu legado e do seu lugar no presente. Seguir essas pistas torna-se um desafio, há lacunas, silêncios e um passado incompleto, ou talvez um passado que nunca foi devidamente escrito. O viajante inventa caminhos e para acessar os saberes de seus antepassados, BRACE cria a sua própria mitologia, transformando o corpo em território de reconstrução e autoficção.
@depth_movement @azayah.cultura
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#festivaldecuritiba

BRACE
da mostra lúcia camargo do @festivaldecuritiba
um impacto esse espetáculo! os movimentos do corpo, a música, iluminação, demais!!
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Inspirado no percurso dos Mwene Mutapa e Zulos, Edivaldo Ernesto constrói uma narrativa que atravessa memória, ancestralidade e autoficção. A obra acompanha um viajante que, ao percorrer rastros fragmentados do passado, toma consciência do seu legado e do seu lugar no presente. Seguir essas pistas torna-se um desafio, há lacunas, silêncios e um passado incompleto, ou talvez um passado que nunca foi devidamente escrito. O viajante inventa caminhos e para acessar os saberes de seus antepassados, BRACE cria a sua própria mitologia, transformando o corpo em território de reconstrução e autoficção.
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BRACE
da mostra lúcia camargo do @festivaldecuritiba
um impacto esse espetáculo! os movimentos do corpo, a música, iluminação, demais!!
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Inspirado no percurso dos Mwene Mutapa e Zulos, Edivaldo Ernesto constrói uma narrativa que atravessa memória, ancestralidade e autoficção. A obra acompanha um viajante que, ao percorrer rastros fragmentados do passado, toma consciência do seu legado e do seu lugar no presente. Seguir essas pistas torna-se um desafio, há lacunas, silêncios e um passado incompleto, ou talvez um passado que nunca foi devidamente escrito. O viajante inventa caminhos e para acessar os saberes de seus antepassados, BRACE cria a sua própria mitologia, transformando o corpo em território de reconstrução e autoficção.
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da mostra lúcia camargo do @festivaldecuritiba
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