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Fernando Laszlo

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Carlos Motta – Malas

No universo da impressão, “mala” é o nome dado às folhas usadas no processo de acerto de máquina, quando o impressor calibra registro, pressão e densidade de tinta antes do início da tiragem final.

Rodadas repetidas vezes, essas mesmas folhas recebem sucessivas camadas de impressão: imagens que se deslocam, textos que se duplicam, cores que se acumulam. E o que era controle técnico transforma-se em composição acidental, inesperada.

É aí que reside a beleza – da calibragem nasce o acaso: surgem sobreposições abstratas, fantasmas de imagens, cromias saturadas. Uma poesia gráfica criada pelo próprio processo, onde o imprevisível revela uma estética singular.

Aqui, amostras de uma remessa que o produtor gráfico Jairo da Rocha selecionou: as malas do livro Carlos Motta, resultado da combinação aleatória entre as fotografias produzidas por Layla Motta, Fernando Laszlo e Mauro Restiffe.

.

@ateliercarlosmotta_oficial
@jairodarocha
@laylamotta
@fernandolaszlo
@maurorestiffe
@ipsisgrafica
@ubueditora

.

#Printing
#DesignGrafico
#CarlosMotta
#ProcessoCriativo
#ProducaoGrafica


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2 months ago


Carlos Motta – Malas

No universo da impressão, “mala” é o nome dado às folhas usadas no processo de acerto de máquina, quando o impressor calibra registro, pressão e densidade de tinta antes do início da tiragem final.

Rodadas repetidas vezes, essas mesmas folhas recebem sucessivas camadas de impressão: imagens que se deslocam, textos que se duplicam, cores que se acumulam. E o que era controle técnico transforma-se em composição acidental, inesperada.

É aí que reside a beleza – da calibragem nasce o acaso: surgem sobreposições abstratas, fantasmas de imagens, cromias saturadas. Uma poesia gráfica criada pelo próprio processo, onde o imprevisível revela uma estética singular.

Aqui, amostras de uma remessa que o produtor gráfico Jairo da Rocha selecionou: as malas do livro Carlos Motta, resultado da combinação aleatória entre as fotografias produzidas por Layla Motta, Fernando Laszlo e Mauro Restiffe.

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Rodadas repetidas vezes, essas mesmas folhas recebem sucessivas camadas de impressão: imagens que se deslocam, textos que se duplicam, cores que se acumulam. E o que era controle técnico transforma-se em composição acidental, inesperada.

É aí que reside a beleza – da calibragem nasce o acaso: surgem sobreposições abstratas, fantasmas de imagens, cromias saturadas. Uma poesia gráfica criada pelo próprio processo, onde o imprevisível revela uma estética singular.

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Rodadas repetidas vezes, essas mesmas folhas recebem sucessivas camadas de impressão: imagens que se deslocam, textos que se duplicam, cores que se acumulam. E o que era controle técnico transforma-se em composição acidental, inesperada.

É aí que reside a beleza – da calibragem nasce o acaso: surgem sobreposições abstratas, fantasmas de imagens, cromias saturadas. Uma poesia gráfica criada pelo próprio processo, onde o imprevisível revela uma estética singular.

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Aqui, amostras de uma remessa que o produtor gráfico Jairo da Rocha selecionou: as malas do livro Carlos Motta, resultado da combinação aleatória entre as fotografias produzidas por Layla Motta, Fernando Laszlo e Mauro Restiffe.

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Juliana Bahia, 55 #02 Sorte, 2001.


68
16
2 months ago

Juliana Bahia, 55 #02 Sorte, 2001.


68
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2 months ago

Carlos Motta 2 / 3

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D.A + Design Grafico

_

O livro propõe um mergulho em cinco décadas de experimentação de Carlos Motta — entre design, marcenaria, arquitetura e construção. Em vez de seguir um formato técnico, didatico, a obra se aproxima do fotolivro / livro de artista, propondo uma experiência visual que cruza fantasia e realidade e destaca a natureza como força central no processo criativo do designer.

A narrativa visual é construída pelo olhar de três artistas: Layla Motta mostra a relação direta com a natureza que orienta seu trabalho; Fernando Laszlo registra, de forma gráfica e minimalista, suas peças em madeira; e Mauro Restiffe captura, em preto e branco, granulado, a essência da arquitetura de Motta.

O texto “Água viva”, de Bruno Torturra, aborda mais a existência do que o fazer. Jairo da Rocha, responsável pela produção gráfica, coordenou o prepress e a impressão, alinhando papéis e acabamentos ao conceito editorial. Já a revisão e a versão em inglês são de Ronaldo Bressane.

Só gente fina e talentosa.

Publicado pela Ubu Editora e impresso na Ipsis Gráfica em 2024, o livro convida à contemplação — simples, sutil, poético e profundamente autêntico.

_

Direção
Carlos Motta @ateliercarlosmotta_oficial

_

Direção de arte + Design Grafico
Edu Hirama @eduhirama

_

Fotografia
Layla Motta @laylamotta
Fernando Laszlo @fernandolaszlo
Mauro Restiffe @maurorestiffe

_

Texto
Bruno Torturra @torturra

_

Produção Gráfica
Jairo da Rocha @jairodarocha

_

Versão em inglês
Ronaldo Bressane @ronaldobressane

_

Editora
Ubu Editora @ubueditora

_

Prepress & Impressão
Ipsis @ipsisgrafica

_

1–9 fotografia: Fernando Laszlo

#editorialdesign
#bookdesign
#artdirection
#graphicdesign


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2 months ago


Carlos Motta 2 / 3

_

D.A + Design Grafico

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O livro propõe um mergulho em cinco décadas de experimentação de Carlos Motta — entre design, marcenaria, arquitetura e construção. Em vez de seguir um formato técnico, didatico, a obra se aproxima do fotolivro / livro de artista, propondo uma experiência visual que cruza fantasia e realidade e destaca a natureza como força central no processo criativo do designer.

A narrativa visual é construída pelo olhar de três artistas: Layla Motta mostra a relação direta com a natureza que orienta seu trabalho; Fernando Laszlo registra, de forma gráfica e minimalista, suas peças em madeira; e Mauro Restiffe captura, em preto e branco, granulado, a essência da arquitetura de Motta.

O texto “Água viva”, de Bruno Torturra, aborda mais a existência do que o fazer. Jairo da Rocha, responsável pela produção gráfica, coordenou o prepress e a impressão, alinhando papéis e acabamentos ao conceito editorial. Já a revisão e a versão em inglês são de Ronaldo Bressane.

Só gente fina e talentosa.

Publicado pela Ubu Editora e impresso na Ipsis Gráfica em 2024, o livro convida à contemplação — simples, sutil, poético e profundamente autêntico.

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Direção
Carlos Motta @ateliercarlosmotta_oficial

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Direção de arte + Design Grafico
Edu Hirama @eduhirama

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Fotografia
Layla Motta @laylamotta
Fernando Laszlo @fernandolaszlo
Mauro Restiffe @maurorestiffe

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Texto
Bruno Torturra @torturra

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Produção Gráfica
Jairo da Rocha @jairodarocha

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Versão em inglês
Ronaldo Bressane @ronaldobressane

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Editora
Ubu Editora @ubueditora

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Prepress & Impressão
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1–9 fotografia: Fernando Laszlo

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#bookdesign
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D.A + Design Grafico

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O livro propõe um mergulho em cinco décadas de experimentação de Carlos Motta — entre design, marcenaria, arquitetura e construção. Em vez de seguir um formato técnico, didatico, a obra se aproxima do fotolivro / livro de artista, propondo uma experiência visual que cruza fantasia e realidade e destaca a natureza como força central no processo criativo do designer.

A narrativa visual é construída pelo olhar de três artistas: Layla Motta mostra a relação direta com a natureza que orienta seu trabalho; Fernando Laszlo registra, de forma gráfica e minimalista, suas peças em madeira; e Mauro Restiffe captura, em preto e branco, granulado, a essência da arquitetura de Motta.

O texto “Água viva”, de Bruno Torturra, aborda mais a existência do que o fazer. Jairo da Rocha, responsável pela produção gráfica, coordenou o prepress e a impressão, alinhando papéis e acabamentos ao conceito editorial. Já a revisão e a versão em inglês são de Ronaldo Bressane.

Só gente fina e talentosa.

Publicado pela Ubu Editora e impresso na Ipsis Gráfica em 2024, o livro convida à contemplação — simples, sutil, poético e profundamente autêntico.

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Direção
Carlos Motta @ateliercarlosmotta_oficial

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Direção de arte + Design Grafico
Edu Hirama @eduhirama

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Fotografia
Layla Motta @laylamotta
Fernando Laszlo @fernandolaszlo
Mauro Restiffe @maurorestiffe

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Texto
Bruno Torturra @torturra

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Produção Gráfica
Jairo da Rocha @jairodarocha

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Versão em inglês
Ronaldo Bressane @ronaldobressane

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Editora
Ubu Editora @ubueditora

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Prepress & Impressão
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1–9 fotografia: Fernando Laszlo

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#bookdesign
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D.A + Design Grafico

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O livro propõe um mergulho em cinco décadas de experimentação de Carlos Motta — entre design, marcenaria, arquitetura e construção. Em vez de seguir um formato técnico, didatico, a obra se aproxima do fotolivro / livro de artista, propondo uma experiência visual que cruza fantasia e realidade e destaca a natureza como força central no processo criativo do designer.

A narrativa visual é construída pelo olhar de três artistas: Layla Motta mostra a relação direta com a natureza que orienta seu trabalho; Fernando Laszlo registra, de forma gráfica e minimalista, suas peças em madeira; e Mauro Restiffe captura, em preto e branco, granulado, a essência da arquitetura de Motta.

O texto “Água viva”, de Bruno Torturra, aborda mais a existência do que o fazer. Jairo da Rocha, responsável pela produção gráfica, coordenou o prepress e a impressão, alinhando papéis e acabamentos ao conceito editorial. Já a revisão e a versão em inglês são de Ronaldo Bressane.

Só gente fina e talentosa.

Publicado pela Ubu Editora e impresso na Ipsis Gráfica em 2024, o livro convida à contemplação — simples, sutil, poético e profundamente autêntico.

_

Direção
Carlos Motta @ateliercarlosmotta_oficial

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Direção de arte + Design Grafico
Edu Hirama @eduhirama

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Fotografia
Layla Motta @laylamotta
Fernando Laszlo @fernandolaszlo
Mauro Restiffe @maurorestiffe

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Texto
Bruno Torturra @torturra

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Produção Gráfica
Jairo da Rocha @jairodarocha

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Versão em inglês
Ronaldo Bressane @ronaldobressane

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Editora
Ubu Editora @ubueditora

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Prepress & Impressão
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1–9 fotografia: Fernando Laszlo

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O livro propõe um mergulho em cinco décadas de experimentação de Carlos Motta — entre design, marcenaria, arquitetura e construção. Em vez de seguir um formato técnico, didatico, a obra se aproxima do fotolivro / livro de artista, propondo uma experiência visual que cruza fantasia e realidade e destaca a natureza como força central no processo criativo do designer.

A narrativa visual é construída pelo olhar de três artistas: Layla Motta mostra a relação direta com a natureza que orienta seu trabalho; Fernando Laszlo registra, de forma gráfica e minimalista, suas peças em madeira; e Mauro Restiffe captura, em preto e branco, granulado, a essência da arquitetura de Motta.

O texto “Água viva”, de Bruno Torturra, aborda mais a existência do que o fazer. Jairo da Rocha, responsável pela produção gráfica, coordenou o prepress e a impressão, alinhando papéis e acabamentos ao conceito editorial. Já a revisão e a versão em inglês são de Ronaldo Bressane.

Só gente fina e talentosa.

Publicado pela Ubu Editora e impresso na Ipsis Gráfica em 2024, o livro convida à contemplação — simples, sutil, poético e profundamente autêntico.

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Direção
Carlos Motta @ateliercarlosmotta_oficial

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Direção de arte + Design Grafico
Edu Hirama @eduhirama

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Fotografia
Layla Motta @laylamotta
Fernando Laszlo @fernandolaszlo
Mauro Restiffe @maurorestiffe

_

Texto
Bruno Torturra @torturra

_

Produção Gráfica
Jairo da Rocha @jairodarocha

_

Versão em inglês
Ronaldo Bressane @ronaldobressane

_

Editora
Ubu Editora @ubueditora

_

Prepress & Impressão
Ipsis @ipsisgrafica

_

1–9 fotografia: Fernando Laszlo

#editorialdesign
#bookdesign
#artdirection
#graphicdesign


121
29
2 months ago

Carlos Motta 2 / 3

_

D.A + Design Grafico

_

O livro propõe um mergulho em cinco décadas de experimentação de Carlos Motta — entre design, marcenaria, arquitetura e construção. Em vez de seguir um formato técnico, didatico, a obra se aproxima do fotolivro / livro de artista, propondo uma experiência visual que cruza fantasia e realidade e destaca a natureza como força central no processo criativo do designer.

A narrativa visual é construída pelo olhar de três artistas: Layla Motta mostra a relação direta com a natureza que orienta seu trabalho; Fernando Laszlo registra, de forma gráfica e minimalista, suas peças em madeira; e Mauro Restiffe captura, em preto e branco, granulado, a essência da arquitetura de Motta.

O texto “Água viva”, de Bruno Torturra, aborda mais a existência do que o fazer. Jairo da Rocha, responsável pela produção gráfica, coordenou o prepress e a impressão, alinhando papéis e acabamentos ao conceito editorial. Já a revisão e a versão em inglês são de Ronaldo Bressane.

Só gente fina e talentosa.

Publicado pela Ubu Editora e impresso na Ipsis Gráfica em 2024, o livro convida à contemplação — simples, sutil, poético e profundamente autêntico.

_

Direção
Carlos Motta @ateliercarlosmotta_oficial

_

Direção de arte + Design Grafico
Edu Hirama @eduhirama

_

Fotografia
Layla Motta @laylamotta
Fernando Laszlo @fernandolaszlo
Mauro Restiffe @maurorestiffe

_

Texto
Bruno Torturra @torturra

_

Produção Gráfica
Jairo da Rocha @jairodarocha

_

Versão em inglês
Ronaldo Bressane @ronaldobressane

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Editora
Ubu Editora @ubueditora

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Prepress & Impressão
Ipsis @ipsisgrafica

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D.A + Design Grafico

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O livro propõe um mergulho em cinco décadas de experimentação de Carlos Motta — entre design, marcenaria, arquitetura e construção. Em vez de seguir um formato técnico, didatico, a obra se aproxima do fotolivro / livro de artista, propondo uma experiência visual que cruza fantasia e realidade e destaca a natureza como força central no processo criativo do designer.

A narrativa visual é construída pelo olhar de três artistas: Layla Motta mostra a relação direta com a natureza que orienta seu trabalho; Fernando Laszlo registra, de forma gráfica e minimalista, suas peças em madeira; e Mauro Restiffe captura, em preto e branco, granulado, a essência da arquitetura de Motta.

O texto “Água viva”, de Bruno Torturra, aborda mais a existência do que o fazer. Jairo da Rocha, responsável pela produção gráfica, coordenou o prepress e a impressão, alinhando papéis e acabamentos ao conceito editorial. Já a revisão e a versão em inglês são de Ronaldo Bressane.

Só gente fina e talentosa.

Publicado pela Ubu Editora e impresso na Ipsis Gráfica em 2024, o livro convida à contemplação — simples, sutil, poético e profundamente autêntico.

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Direção de arte + Design Grafico
Edu Hirama @eduhirama

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Fotografia
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Texto
Bruno Torturra @torturra

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Produção Gráfica
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Versão em inglês
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O livro propõe um mergulho em cinco décadas de experimentação de Carlos Motta — entre design, marcenaria, arquitetura e construção. Em vez de seguir um formato técnico, didatico, a obra se aproxima do fotolivro / livro de artista, propondo uma experiência visual que cruza fantasia e realidade e destaca a natureza como força central no processo criativo do designer.

A narrativa visual é construída pelo olhar de três artistas: Layla Motta mostra a relação direta com a natureza que orienta seu trabalho; Fernando Laszlo registra, de forma gráfica e minimalista, suas peças em madeira; e Mauro Restiffe captura, em preto e branco, granulado, a essência da arquitetura de Motta.

O texto “Água viva”, de Bruno Torturra, aborda mais a existência do que o fazer. Jairo da Rocha, responsável pela produção gráfica, coordenou o prepress e a impressão, alinhando papéis e acabamentos ao conceito editorial. Já a revisão e a versão em inglês são de Ronaldo Bressane.

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Fotografia
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A narrativa visual é construída pelo olhar de três artistas: Layla Motta mostra a relação direta com a natureza que orienta seu trabalho; Fernando Laszlo registra, de forma gráfica e minimalista, suas peças em madeira; e Mauro Restiffe captura, em preto e branco, granulado, a essência da arquitetura de Motta.

O texto “Água viva”, de Bruno Torturra, aborda mais a existência do que o fazer. Jairo da Rocha, responsável pela produção gráfica, coordenou o prepress e a impressão, alinhando papéis e acabamentos ao conceito editorial. Já a revisão e a versão em inglês são de Ronaldo Bressane.

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A narrativa visual é construída pelo olhar de três artistas: Layla Motta mostra a relação direta com a natureza que orienta seu trabalho; Fernando Laszlo registra, de forma gráfica e minimalista, suas peças em madeira; e Mauro Restiffe captura, em preto e branco, granulado, a essência da arquitetura de Motta.

O texto “Água viva”, de Bruno Torturra, aborda mais a existência do que o fazer. Jairo da Rocha, responsável pela produção gráfica, coordenou o prepress e a impressão, alinhando papéis e acabamentos ao conceito editorial. Já a revisão e a versão em inglês são de Ronaldo Bressane.

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A narrativa visual é construída pelo olhar de três artistas: Layla Motta mostra a relação direta com a natureza que orienta seu trabalho; Fernando Laszlo registra, de forma gráfica e minimalista, suas peças em madeira; e Mauro Restiffe captura, em preto e branco, granulado, a essência da arquitetura de Motta.

O texto “Água viva”, de Bruno Torturra, aborda mais a existência do que o fazer. Jairo da Rocha, responsável pela produção gráfica, coordenou o prepress e a impressão, alinhando papéis e acabamentos ao conceito editorial. Já a revisão e a versão em inglês são de Ronaldo Bressane.

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A narrativa visual é construída pelo olhar de três artistas: Layla Motta mostra a relação direta com a natureza que orienta seu trabalho; Fernando Laszlo registra, de forma gráfica e minimalista, suas peças em madeira; e Mauro Restiffe captura, em preto e branco, granulado, a essência da arquitetura de Motta.

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A narrativa visual é construída pelo olhar de três artistas: Layla Motta mostra a relação direta com a natureza que orienta seu trabalho; Fernando Laszlo registra, de forma gráfica e minimalista, suas peças em madeira; e Mauro Restiffe captura, em preto e branco, granulado, a essência da arquitetura de Motta.

O texto “Água viva”, de Bruno Torturra, aborda mais a existência do que o fazer. Jairo da Rocha, responsável pela produção gráfica, coordenou o prepress e a impressão, alinhando papéis e acabamentos ao conceito editorial. Já a revisão e a versão em inglês são de Ronaldo Bressane.

Só gente fina e talentosa.

Publicado pela Ubu Editora e impresso na Ipsis Gráfica em 2024, o livro convida à contemplação — simples, sutil, poético e profundamente autêntico.

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Direção
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Texto
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121
29
2 months ago

Bicho-pau, 1999.


57
8
2 months ago

Está no ar a primeira temporada do videocast “Conversas com Monja”. Assista e ouça os programas nas contas da Monja Zentchu no Spotify e no YouTube.

YouTube: https://url-shortener.me/B3KK

Spotify: https://url-shortener.me/B3KY

No programa, um repórter curioso e cético entrevista uma monja zen budista experiente e calejada, sobre a razão do nascimento, o sentido da vida e o significado da morte.

Em “Conversas com a Monja”, o jornalista e escritor João Paulo Charleaux discute com Zentchu Sensei, da escola japonesa Soto Shu, questões que vão do barulho do escapamento dos motoboy nas ruas de São Paulo à elevação espiritual atribuída àqueles que escalam o pico do Monte Everest.

Sem rodeios, com simplicidade e bom humor, os dois compartilham suas angústias e contentamentos, longe de misticismos e perto da vida real.

O programa foi criado, dirigido e montado por @gabibernd com a participação de @monjazentchu e @jpcharleaux, e o apoio indispensável de @fernandolaszlo @gisele.sanfelice @marcosvilasboasx @batista.alex

#zen #zenbudismo #zenbuddhism #sotozen #zazen


97
23
3 months ago

Budapeste, 2008.


36
1
4 months ago

Jaù, 2026.


70
11
4 months ago

Viagem de Volta, NY, 2002. (Gabriela Bernd e Fernando Laszlo)

Quando desembarcamos em NYC para morar em 2002, levamos junto as cartas que Helio Oitica havia escrito para seu amigo Luiz Fernando, enquanto viveu por lá na decada de 70. Um registro importante de sua trajetória, em relatos afetivos. A idéia era percorrer os lugares por onde ele viveu e retratá-las.
Como se fosse possível um encontro dos tempos através de imagens.

Essa foto foi feita logo na chegada com uma Leica M2 e lente 35mm.
Estamos muito felizes em vê-la tão bem acompanhada na Coletiva AVERBAÇÃO, com abertura hoje na @galeriamercedesviegas com curadoria da @gabrieladavies_


41
4
5 months ago

Viagem de Volta, NY, 2002. (Gabriela Bernd e Fernando Laszlo)

Quando desembarcamos em NYC para morar em 2002, levamos junto as cartas que Helio Oitica havia escrito para seu amigo Luiz Fernando, enquanto viveu por lá na decada de 70. Um registro importante de sua trajetória, em relatos afetivos. A idéia era percorrer os lugares por onde ele viveu e retratá-las.
Como se fosse possível um encontro dos tempos através de imagens.

Essa foto foi feita logo na chegada com uma Leica M2 e lente 35mm.
Estamos muito felizes em vê-la tão bem acompanhada na Coletiva AVERBAÇÃO, com abertura hoje na @galeriamercedesviegas com curadoria da @gabrieladavies_


41
4
5 months ago

Nelson Jacobina e Jorge Mautner, São Paulo, 1997.


122
38
5 months ago

Passei um domingo tão especial - trabalhando, criando, aprendendo, bebendo e comendo com pessoas tão talentosas, tão companheiras, queridas, agradáveis, sensíveis. Acho desde a pandemia, desde o regresso de Paris, eu não me sentia integrado a um grupo tão competente e tão suave, discreto, desprovido de grandes egos.

Nos juntamos hoje por conta própria para realizar um projeto pessoal, dentro de nossa área de atuação profissional e de interesse humano. Ninguém nos convocou, ninguém estava nos pagando ou nos cobrando por nada. Simplesmente decidimos dedicar tempo, esforço, trabalho e atenção a algo que nos parece bom, bonito e necessário. Com o tempo, vou falar mais sobre isso.

O que eu queria compartilhar por enquanto é que esses amigos que aparecem nas fotos são grandes talentos - gente importante de verdade, conhecida e reconhecida, mas com as quais tenho o privilégio de passar horas sem qualquer preocupação em luzir currículo, em fazer parecer.

Meu abração, cheio de admiração e de reconhecimento a @fernandolaszlo @gisele.sanfelice @batista.alex @marcosvilasboasx

Um agradecimento muito, muito especial mesmo à @monjazentchu 🙇🏻‍♂️ e todo meu amor à @gabibernd, a quem não canso de amar e admirar ❤️


243
26
6 months ago

Passei um domingo tão especial - trabalhando, criando, aprendendo, bebendo e comendo com pessoas tão talentosas, tão companheiras, queridas, agradáveis, sensíveis. Acho desde a pandemia, desde o regresso de Paris, eu não me sentia integrado a um grupo tão competente e tão suave, discreto, desprovido de grandes egos.

Nos juntamos hoje por conta própria para realizar um projeto pessoal, dentro de nossa área de atuação profissional e de interesse humano. Ninguém nos convocou, ninguém estava nos pagando ou nos cobrando por nada. Simplesmente decidimos dedicar tempo, esforço, trabalho e atenção a algo que nos parece bom, bonito e necessário. Com o tempo, vou falar mais sobre isso.

O que eu queria compartilhar por enquanto é que esses amigos que aparecem nas fotos são grandes talentos - gente importante de verdade, conhecida e reconhecida, mas com as quais tenho o privilégio de passar horas sem qualquer preocupação em luzir currículo, em fazer parecer.

Meu abração, cheio de admiração e de reconhecimento a @fernandolaszlo @gisele.sanfelice @batista.alex @marcosvilasboasx

Um agradecimento muito, muito especial mesmo à @monjazentchu 🙇🏻‍♂️ e todo meu amor à @gabibernd, a quem não canso de amar e admirar ❤️


243
26
6 months ago

Passei um domingo tão especial - trabalhando, criando, aprendendo, bebendo e comendo com pessoas tão talentosas, tão companheiras, queridas, agradáveis, sensíveis. Acho desde a pandemia, desde o regresso de Paris, eu não me sentia integrado a um grupo tão competente e tão suave, discreto, desprovido de grandes egos.

Nos juntamos hoje por conta própria para realizar um projeto pessoal, dentro de nossa área de atuação profissional e de interesse humano. Ninguém nos convocou, ninguém estava nos pagando ou nos cobrando por nada. Simplesmente decidimos dedicar tempo, esforço, trabalho e atenção a algo que nos parece bom, bonito e necessário. Com o tempo, vou falar mais sobre isso.

O que eu queria compartilhar por enquanto é que esses amigos que aparecem nas fotos são grandes talentos - gente importante de verdade, conhecida e reconhecida, mas com as quais tenho o privilégio de passar horas sem qualquer preocupação em luzir currículo, em fazer parecer.

Meu abração, cheio de admiração e de reconhecimento a @fernandolaszlo @gisele.sanfelice @batista.alex @marcosvilasboasx

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Passei um domingo tão especial - trabalhando, criando, aprendendo, bebendo e comendo com pessoas tão talentosas, tão companheiras, queridas, agradáveis, sensíveis. Acho desde a pandemia, desde o regresso de Paris, eu não me sentia integrado a um grupo tão competente e tão suave, discreto, desprovido de grandes egos.

Nos juntamos hoje por conta própria para realizar um projeto pessoal, dentro de nossa área de atuação profissional e de interesse humano. Ninguém nos convocou, ninguém estava nos pagando ou nos cobrando por nada. Simplesmente decidimos dedicar tempo, esforço, trabalho e atenção a algo que nos parece bom, bonito e necessário. Com o tempo, vou falar mais sobre isso.

O que eu queria compartilhar por enquanto é que esses amigos que aparecem nas fotos são grandes talentos - gente importante de verdade, conhecida e reconhecida, mas com as quais tenho o privilégio de passar horas sem qualquer preocupação em luzir currículo, em fazer parecer.

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Passei um domingo tão especial - trabalhando, criando, aprendendo, bebendo e comendo com pessoas tão talentosas, tão companheiras, queridas, agradáveis, sensíveis. Acho desde a pandemia, desde o regresso de Paris, eu não me sentia integrado a um grupo tão competente e tão suave, discreto, desprovido de grandes egos.

Nos juntamos hoje por conta própria para realizar um projeto pessoal, dentro de nossa área de atuação profissional e de interesse humano. Ninguém nos convocou, ninguém estava nos pagando ou nos cobrando por nada. Simplesmente decidimos dedicar tempo, esforço, trabalho e atenção a algo que nos parece bom, bonito e necessário. Com o tempo, vou falar mais sobre isso.

O que eu queria compartilhar por enquanto é que esses amigos que aparecem nas fotos são grandes talentos - gente importante de verdade, conhecida e reconhecida, mas com as quais tenho o privilégio de passar horas sem qualquer preocupação em luzir currículo, em fazer parecer.

Meu abração, cheio de admiração e de reconhecimento a @fernandolaszlo @gisele.sanfelice @batista.alex @marcosvilasboasx

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26
6 months ago

Fio da meada, SP 2025.


83
5
6 months ago

Ninho de quero-quero, Jaú, 2025.


47
5
8 months ago


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