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Ubu Editora

Pensamento crítico para o debate contemporâneo em edições caprichadas. Compre nossos livros: ubueditora.com.br.
Atendimento: seg.–sex., das 11h às 18h

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🌏️ Inscreva-se no minicurso “O novo clima da história: Dipesh Chakrabarty e o planetário”, com Fernando Silva e Silva (@silvaesilvafernando),⁠⁠ em 8 e 9/6, das 19h às 21h. Link na bio⁠!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

Nosso presente é marcado pela entrada de um novo ator em cena que mudou completamente as regras do jogo: o planeta Terra. Se desde o século XVI a história humana era marcada por uma crescente globalização econômica e social, a partir do século XX a humanidade se torna uma força geológica que altera processos planetários fundamentais. ⁠

Ao longo dos últimos 20 anos, Dipesh Chakrabarty tem refletido sobre como as mudanças climáticas alteraram o curso da história e a as novas respostas políticas que elas exigem. Neste curso em 2 encontros, conheceremos as linhas gerais da abordagem história de Chakrabarty e sua interpretação sobre a crise climática e o Antropoceno.⁠

Aulas⁠
1 - Diante do planetário: as humanidades no Antropoceno⁠
2 - Habitar um futuro incerto: ética, política e reverência⁠

Fernando Silva e Silva é professor, pesquisador e tradutor. É graduado em Letras e Filosofia, mestre em Estudos da Linguagem e doutor em Filosofia. Cofundador da APPH, coordena o núcleo Ecologias. É membro do Anthropocene Commons e da rede Terra e Nós. É co-coordenador da coleção de livros Desnaturadas. É co-criador do projeto Futuros Presentes. Pesquisa pensamento ambiental, História e Filosofia das Ciências, e ficção especulativa.


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16 hours ago


🌏️ Inscreva-se no minicurso “O novo clima da história: Dipesh Chakrabarty e o planetário”, com Fernando Silva e Silva (@silvaesilvafernando),⁠⁠ em 8 e 9/6, das 19h às 21h. Link na bio⁠!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

Nosso presente é marcado pela entrada de um novo ator em cena que mudou completamente as regras do jogo: o planeta Terra. Se desde o século XVI a história humana era marcada por uma crescente globalização econômica e social, a partir do século XX a humanidade se torna uma força geológica que altera processos planetários fundamentais. ⁠

Ao longo dos últimos 20 anos, Dipesh Chakrabarty tem refletido sobre como as mudanças climáticas alteraram o curso da história e a as novas respostas políticas que elas exigem. Neste curso em 2 encontros, conheceremos as linhas gerais da abordagem história de Chakrabarty e sua interpretação sobre a crise climática e o Antropoceno.⁠

Aulas⁠
1 - Diante do planetário: as humanidades no Antropoceno⁠
2 - Habitar um futuro incerto: ética, política e reverência⁠

Fernando Silva e Silva é professor, pesquisador e tradutor. É graduado em Letras e Filosofia, mestre em Estudos da Linguagem e doutor em Filosofia. Cofundador da APPH, coordena o núcleo Ecologias. É membro do Anthropocene Commons e da rede Terra e Nós. É co-coordenador da coleção de livros Desnaturadas. É co-criador do projeto Futuros Presentes. Pesquisa pensamento ambiental, História e Filosofia das Ciências, e ficção especulativa.


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Nosso presente é marcado pela entrada de um novo ator em cena que mudou completamente as regras do jogo: o planeta Terra. Se desde o século XVI a história humana era marcada por uma crescente globalização econômica e social, a partir do século XX a humanidade se torna uma força geológica que altera processos planetários fundamentais. ⁠

Ao longo dos últimos 20 anos, Dipesh Chakrabarty tem refletido sobre como as mudanças climáticas alteraram o curso da história e a as novas respostas políticas que elas exigem. Neste curso em 2 encontros, conheceremos as linhas gerais da abordagem história de Chakrabarty e sua interpretação sobre a crise climática e o Antropoceno.⁠

Aulas⁠
1 - Diante do planetário: as humanidades no Antropoceno⁠
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Fernando Silva e Silva é professor, pesquisador e tradutor. É graduado em Letras e Filosofia, mestre em Estudos da Linguagem e doutor em Filosofia. Cofundador da APPH, coordena o núcleo Ecologias. É membro do Anthropocene Commons e da rede Terra e Nós. É co-coordenador da coleção de livros Desnaturadas. É co-criador do projeto Futuros Presentes. Pesquisa pensamento ambiental, História e Filosofia das Ciências, e ficção especulativa.


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🌿 Stefano Mancuso (@sonostefanomancuso) está chegando ao Brasil como parte das celebrações de 10 anos da Ubu!⁠

Pela primeira vez, a convite da Ubu Editora, Instituto Italiano de Cultura de São Paulo (@iic_sanpaolo), Sesc São Paulo (@sescsp), Sesc Rio de Janeiro (@sescrio), Inhotim (@inhotim), Escola da Cidade (@escoladacidade), Unesp (@unesp_oficial) vem ao Brasil o neurobiologista vegetal, Stefano Mancuso. Apoio do Insituto Italiano de Cultura do Rio de Janeiro (@iicrio) e d´A Feira do Livro.⁠

Confira a agenda completa do autor:⁠

2/6 (terça), 18h - Festival Florestar no Sesc São José dos Campos (@sescsjcampos);⁠
3/6 (quarta), 18h30 - Festival Florestar no Sesc Pompeia (@sescpompeia);⁠
4/6 (quinta), 16h15 - A Feira do Livro (@afeiradolivro) em São Paulo;⁠
6/6 (sábado), 10h30 - Festival Transmutar em Inhotim (Brumadinho, MG); ⁠
9/6 (terça), 15h - Centro de Ciências e Culturas Sesc RJ no Rio de Janeiro;⁠
10/6 (quarta), 19h - Instituto Italiano de Cultura de São Paulo.⁠

Todos os eventos são gratuitos, e os ingressos serão disponibilizados por meio de links de retirada disponibilizados por cada instituição. A única exceção é A Feira do Livro, que terá acesso gratuito, sem restrição de público e sem necessidade de ingresso.⁠

A Ubu é a editora de Mancuso no Brasil e possui cinco títulos do autor em catálogo: A revolução das plantas, A incrível viagem das plantas, A planta do mundo, Nação das plantas e Fitópolis. ⁠

Inscreva-se para receber tudo em primeira mão. Link na bio!


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5 days ago

🌿 Stefano Mancuso (@sonostefanomancuso) está chegando ao Brasil como parte das celebrações de 10 anos da Ubu!⁠

Pela primeira vez, a convite da Ubu Editora, Instituto Italiano de Cultura de São Paulo (@iic_sanpaolo), Sesc São Paulo (@sescsp), Sesc Rio de Janeiro (@sescrio), Inhotim (@inhotim), Escola da Cidade (@escoladacidade), Unesp (@unesp_oficial) vem ao Brasil o neurobiologista vegetal, Stefano Mancuso. Apoio do Insituto Italiano de Cultura do Rio de Janeiro (@iicrio) e d´A Feira do Livro.⁠

Confira a agenda completa do autor:⁠

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9/6 (terça), 15h - Centro de Ciências e Culturas Sesc RJ no Rio de Janeiro;⁠
10/6 (quarta), 19h - Instituto Italiano de Cultura de São Paulo.⁠

Todos os eventos são gratuitos, e os ingressos serão disponibilizados por meio de links de retirada disponibilizados por cada instituição. A única exceção é A Feira do Livro, que terá acesso gratuito, sem restrição de público e sem necessidade de ingresso.⁠

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5 days ago

📱 Eu mereço!, da antropóloga argentina Paula Sibilia, é o envio de maio do Circuito Ubu. Assine o clube este mês e receba o livro + brinde + série de benefícios. Link na bio!⁠

O que significa dizer “eu mereço” no mundo de hoje? Antes, merecer implicava ter feito algo, um esforço, culpa e recompensa – uma lógica moral que organizava a vida individual e coletiva. Agora, parece que basta existir: o merecimento virou ponto de partida, não consequência. Entre anúncios publicitários e discursos de autoempoderamento, a promessa é clara: você merece tudo. Mas, ao mesmo tempo, proliferam ansiedade, frustração, ódio e exaustão.⁠

Neste livro, Paula Sibilia, antropóloga argentina radicada no Rio de Janeiro, investiga essa contradição central da contemporaneidade: como uma cultura que incentiva o prazer, a liberdade e a autorrealização convive com níveis crescentes de sofrimento psíquico e desagregação social. Para isso, analisa o colapso do “solo moral” da modernidade – aquele baseado na culpa, na repressão e no contrato social – e a emergência de um novo regime marcado pelo cinismo, pela exposição e pela radicalização. Da ética burguesa à cultura digital, das promessas iluministas à lógica dos algoritmos, o texto percorre as transformações que corroeram os valores que sustentavam a vida moderna.⁠

Ao mobilizar psicanálise, crítica cultural e teoria social, Sibilia revela como essa lógica se inscreve em um contexto mais amplo de transformações – da ascensão do neoliberalismo à centralidade das tecnologias digitais –, no qual o antigo regime de hipocrisia moral cede lugar a formas cada vez mais explícitas de cinismo: não se trata mais de fingir respeitar regras, mas de ignorá-las abertamente em nome de interesses próprios.⁠

Link na bio!⁠


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2 weeks ago

📱 Eu mereço!, da antropóloga argentina Paula Sibilia, é o envio de maio do Circuito Ubu. Assine o clube este mês e receba o livro + brinde + série de benefícios. Link na bio!⁠

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Neste livro, Paula Sibilia, antropóloga argentina radicada no Rio de Janeiro, investiga essa contradição central da contemporaneidade: como uma cultura que incentiva o prazer, a liberdade e a autorrealização convive com níveis crescentes de sofrimento psíquico e desagregação social. Para isso, analisa o colapso do “solo moral” da modernidade – aquele baseado na culpa, na repressão e no contrato social – e a emergência de um novo regime marcado pelo cinismo, pela exposição e pela radicalização. Da ética burguesa à cultura digital, das promessas iluministas à lógica dos algoritmos, o texto percorre as transformações que corroeram os valores que sustentavam a vida moderna.⁠

Ao mobilizar psicanálise, crítica cultural e teoria social, Sibilia revela como essa lógica se inscreve em um contexto mais amplo de transformações – da ascensão do neoliberalismo à centralidade das tecnologias digitais –, no qual o antigo regime de hipocrisia moral cede lugar a formas cada vez mais explícitas de cinismo: não se trata mais de fingir respeitar regras, mas de ignorá-las abertamente em nome de interesses próprios.⁠

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O que significa dizer “eu mereço” no mundo de hoje? Antes, merecer implicava ter feito algo, um esforço, culpa e recompensa – uma lógica moral que organizava a vida individual e coletiva. Agora, parece que basta existir: o merecimento virou ponto de partida, não consequência. Entre anúncios publicitários e discursos de autoempoderamento, a promessa é clara: você merece tudo. Mas, ao mesmo tempo, proliferam ansiedade, frustração, ódio e exaustão.⁠

Neste livro, Paula Sibilia, antropóloga argentina radicada no Rio de Janeiro, investiga essa contradição central da contemporaneidade: como uma cultura que incentiva o prazer, a liberdade e a autorrealização convive com níveis crescentes de sofrimento psíquico e desagregação social. Para isso, analisa o colapso do “solo moral” da modernidade – aquele baseado na culpa, na repressão e no contrato social – e a emergência de um novo regime marcado pelo cinismo, pela exposição e pela radicalização. Da ética burguesa à cultura digital, das promessas iluministas à lógica dos algoritmos, o texto percorre as transformações que corroeram os valores que sustentavam a vida moderna.⁠

Ao mobilizar psicanálise, crítica cultural e teoria social, Sibilia revela como essa lógica se inscreve em um contexto mais amplo de transformações – da ascensão do neoliberalismo à centralidade das tecnologias digitais –, no qual o antigo regime de hipocrisia moral cede lugar a formas cada vez mais explícitas de cinismo: não se trata mais de fingir respeitar regras, mas de ignorá-las abertamente em nome de interesses próprios.⁠

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2 weeks ago

Um livro escrito há mais de 400 anos e assustadoramente atual.

*Parceria

A edição mais completa da obra pela @ubueditora

#livros #shakespeare #hamlet #literatura #bookstagram


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11 hours ago

🛸 Conheça Ficção científica capitalista, de Michel Nieva (@micheltinieblas).⁠

Nos últimos anos, observa-se a ascensão de figuras bilionárias como Jeff Bezos, Elon Musk e Mark Zuckerberg, responsáveis por redesenhar as narrativas sobre o futuro. Multiplicam-se as promessas de viagens interplanetárias, de superação dos limites do corpo e até, de forma ousada, da imortalidade. Essas projeções se constroem por meio da apropriação da linguagem da ficção científica, dando origem a uma nova categoria: a ficção científica capitalista.⁠

Neste livro, Michel Nieva realiza uma crítica contundente à estetização da tecnologia e às suas promessas vazias. Ao expor as conexões profundas entre a ficção científica e o capitalismo, o autor revela como a imaginação do futuro vem sendo colonizada por interesses econômicos e políticos.⁠

Saiba mais sobre o livro em nosso site ou nas melhores livrarias. Link na bio!⁠


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22 hours ago

Live de lançamento do novo livro infantil (em coedição com a PISEAGRAMA - @revistapiseagrama), de Antônio Bispo dos Santos (@rocadequilombo), “A manga da terra", com Joana Maria de Oliveira Santos (@negajoana_) e Guilherme Moura Fagundes (@guilherme_moura_fagundes). Inscreva-se no link da bio.⁠

“A vida é começo, meio e começo.” Essa é a mensagem de fundo que o pensador quilombola Nêgo Bispo deixa para as crianças em ”A manga da terra”, um livro que fala às novas gerações, sobre a importância dos saberes que atravessam o tempo. Elaborado a partir de trechos do livro A terra dá, a terra quer e de falas públicas do autor, este texto evoca de maneira simples e verdadeira a necessidade de se conectar e de cuidar da terra: aquilo que nos alimenta precisa ser percebido e também alimentado por nós. ⁠

Livro ilustrado pelo coletivo Xiloceasa (@xiloceasa).⁠

Conheça os convidados:⁠

Joana Maria de Oliveira Santos é mulher preta, mãe e quilombola, residente na comunidade Quilombola Saco Curtume, em São João do Piauí (PI), graduada em Educação Física e pós-graduada em Tecnologias da Educação e em Gestão de Políticas Públicas em Gênero e Raça. É presidenta do Instituto Umbuzeiro, instituição sem fins lucrativos, que atua com o envolvimento das comunidades tradicionais e confluentes e é representante do Propósito de Envolvimento Roça de Quilombo, idealizado por Nego Bispo.⁠

Guilherme Moura Fagundes é realizador audiovisual e coordenador do Coletivo de Antropologia, Ambiente e Biotecnodiversidade (CHAMA/USP). Antes se tornar professor do Departamento de Antropologia da USP, atuou como docente e pesquisador visitante no Collège de France, na Universidade de Brasília e na Universidade de Princeton. Realiza pesquisas sobre as transformações nos incêndios florestais e a retomada das queimas indígenas em escala global.⁠

Marque aqui quem não pode ficar de fora!


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1 days ago


💥 Luto e melancolia em pré-venda! ⁠

Na compra do livro, ganhe um caderno exclusivo. Envios a partir de 22/6. Link na bio!⁠

A Ubu anuncia a publicação da clássica tradução de Marilene Carone dos textos "Luto e melancolia" e "A negação", além da tradução inédita de "As conferências introdutórias à psicanálise" – com organização de André Carone (@andremedinacarone), que também prepara uma tradução de oito ensaios de Freud sobre a memória. ⁠

Em Luto e melancolia, Sigmund Freud investiga a distinção entre o luto – reação esperada à perda – e a melancolia, experiência mais obscura e difícil de nomear. Publicado pela primeira vez em 1917 e considerado um dos textos fundamentais da psicanálise, o ensaio examina os mecanismos psíquicos envolvidos na perda, mostrando como, na melancolia, o sujeito sofre não apenas pela ausência do outro, mas também dirige contra si mesmo os afetos ligados a esse objeto.⁠

Articulando perda, identificação e ambivalência, Freud formula uma das contribuições mais influentes da psicanálise, abrindo caminho para pensar as relações entre amor, destrutividade e identidade – perspectiva aprofundada nessa edição com tradução de Marilene Carone e textos de Maria Rita Kehl, Modesto Carone e Urania Tourinho Peres. Mais do que uma teoria sobre o sofrimento psíquico, este texto propõe uma reflexão radical sobre o modo como nos constituímos a partir daquilo e daqueles que perdemos.⁠

Saiba mais sobre o livro em nosso site. Link na bio!


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1 days ago

@ubueditora. Cupom carol20. Aproveitem 📚
#booktok #literatura #livros


1.4K
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2 days ago

Com o apoio da Ubu, o SPK, Coletivo Socialista de Pacientes (Sozialistisches Patientenkollektiv), lançou no Brasil, em 2024, o livro "SPK – Fazer da doença uma arma".⁠

Leia a sinopse escrita pelo próprio coletivo:⁠

"Fazer da doença uma arma é o primeiro olhar para um futuro a ser construído, livre de nomes e soluções finais, governadores, fábricas de saúde etc. O Coletivo Socialista de Pacientes (SPK) o chama Utopatia [Utopathie]. Fazer da doença uma arma é e permanece o programa, estável em seus efeitos há mais de 50 anos. O SPK e seu desenvolvimento posterior na Frente de Pacientes (PF) curto-circuita doença e revolução. Isso é e foi mostrado: A saúde é uma quimera biológico-nazista, cuja função na cabeça de cada um é o mascaramento do condicionamento social e da função social da doença.⁠

A doença não é sofrimento e passividade, mas enquanto resultado das relações capitalistas de produção, a doença é, em sua forma desenvolvida enquanto protesto da vida contra o capital, A força produtiva revolucionária para os seres humanos. Os doentes são em si e sofrendo conscientes para si a classe revolucionária. Portanto, ao invés do medo da doença: revolução em virtude e com a força do ser-doente. No fogo da autoestigmatização pela doença, os Pacientes da Frente refundam suas cicatrizes num processo de contágio, ignição e inflamação que, como calor, atravessa de cima a baixo. Assim eles tomam “sua” doença em suas próprias mãos, a terapia é substituída pela agitação, até na vida cotidiana. Eles voltam a doença como protesto para fora, fazem dela uma arma de liberação coletiva. Realidade efetiva livre de médicos.⁠

Doenças de todos os países, uni-vos!"⁠

Saiba mais sobre o livro em nosso site ou nas melhores livrarias. Link na bio!


7.4K
387
2 days ago

Com o apoio da Ubu, o SPK, Coletivo Socialista de Pacientes (Sozialistisches Patientenkollektiv), lançou no Brasil, em 2024, o livro "SPK – Fazer da doença uma arma".⁠

Leia a sinopse escrita pelo próprio coletivo:⁠

"Fazer da doença uma arma é o primeiro olhar para um futuro a ser construído, livre de nomes e soluções finais, governadores, fábricas de saúde etc. O Coletivo Socialista de Pacientes (SPK) o chama Utopatia [Utopathie]. Fazer da doença uma arma é e permanece o programa, estável em seus efeitos há mais de 50 anos. O SPK e seu desenvolvimento posterior na Frente de Pacientes (PF) curto-circuita doença e revolução. Isso é e foi mostrado: A saúde é uma quimera biológico-nazista, cuja função na cabeça de cada um é o mascaramento do condicionamento social e da função social da doença.⁠

A doença não é sofrimento e passividade, mas enquanto resultado das relações capitalistas de produção, a doença é, em sua forma desenvolvida enquanto protesto da vida contra o capital, A força produtiva revolucionária para os seres humanos. Os doentes são em si e sofrendo conscientes para si a classe revolucionária. Portanto, ao invés do medo da doença: revolução em virtude e com a força do ser-doente. No fogo da autoestigmatização pela doença, os Pacientes da Frente refundam suas cicatrizes num processo de contágio, ignição e inflamação que, como calor, atravessa de cima a baixo. Assim eles tomam “sua” doença em suas próprias mãos, a terapia é substituída pela agitação, até na vida cotidiana. Eles voltam a doença como protesto para fora, fazem dela uma arma de liberação coletiva. Realidade efetiva livre de médicos.⁠

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Com o apoio da Ubu, o SPK, Coletivo Socialista de Pacientes (Sozialistisches Patientenkollektiv), lançou no Brasil, em 2024, o livro "SPK – Fazer da doença uma arma".⁠

Leia a sinopse escrita pelo próprio coletivo:⁠

"Fazer da doença uma arma é o primeiro olhar para um futuro a ser construído, livre de nomes e soluções finais, governadores, fábricas de saúde etc. O Coletivo Socialista de Pacientes (SPK) o chama Utopatia [Utopathie]. Fazer da doença uma arma é e permanece o programa, estável em seus efeitos há mais de 50 anos. O SPK e seu desenvolvimento posterior na Frente de Pacientes (PF) curto-circuita doença e revolução. Isso é e foi mostrado: A saúde é uma quimera biológico-nazista, cuja função na cabeça de cada um é o mascaramento do condicionamento social e da função social da doença.⁠

A doença não é sofrimento e passividade, mas enquanto resultado das relações capitalistas de produção, a doença é, em sua forma desenvolvida enquanto protesto da vida contra o capital, A força produtiva revolucionária para os seres humanos. Os doentes são em si e sofrendo conscientes para si a classe revolucionária. Portanto, ao invés do medo da doença: revolução em virtude e com a força do ser-doente. No fogo da autoestigmatização pela doença, os Pacientes da Frente refundam suas cicatrizes num processo de contágio, ignição e inflamação que, como calor, atravessa de cima a baixo. Assim eles tomam “sua” doença em suas próprias mãos, a terapia é substituída pela agitação, até na vida cotidiana. Eles voltam a doença como protesto para fora, fazem dela uma arma de liberação coletiva. Realidade efetiva livre de médicos.⁠

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Com o apoio da Ubu, o SPK, Coletivo Socialista de Pacientes (Sozialistisches Patientenkollektiv), lançou no Brasil, em 2024, o livro "SPK – Fazer da doença uma arma".⁠

Leia a sinopse escrita pelo próprio coletivo:⁠

"Fazer da doença uma arma é o primeiro olhar para um futuro a ser construído, livre de nomes e soluções finais, governadores, fábricas de saúde etc. O Coletivo Socialista de Pacientes (SPK) o chama Utopatia [Utopathie]. Fazer da doença uma arma é e permanece o programa, estável em seus efeitos há mais de 50 anos. O SPK e seu desenvolvimento posterior na Frente de Pacientes (PF) curto-circuita doença e revolução. Isso é e foi mostrado: A saúde é uma quimera biológico-nazista, cuja função na cabeça de cada um é o mascaramento do condicionamento social e da função social da doença.⁠

A doença não é sofrimento e passividade, mas enquanto resultado das relações capitalistas de produção, a doença é, em sua forma desenvolvida enquanto protesto da vida contra o capital, A força produtiva revolucionária para os seres humanos. Os doentes são em si e sofrendo conscientes para si a classe revolucionária. Portanto, ao invés do medo da doença: revolução em virtude e com a força do ser-doente. No fogo da autoestigmatização pela doença, os Pacientes da Frente refundam suas cicatrizes num processo de contágio, ignição e inflamação que, como calor, atravessa de cima a baixo. Assim eles tomam “sua” doença em suas próprias mãos, a terapia é substituída pela agitação, até na vida cotidiana. Eles voltam a doença como protesto para fora, fazem dela uma arma de liberação coletiva. Realidade efetiva livre de médicos.⁠

Doenças de todos os países, uni-vos!"⁠

Saiba mais sobre o livro em nosso site ou nas melhores livrarias. Link na bio!


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2 days ago


Com o apoio da Ubu, o SPK, Coletivo Socialista de Pacientes (Sozialistisches Patientenkollektiv), lançou no Brasil, em 2024, o livro "SPK – Fazer da doença uma arma".⁠

Leia a sinopse escrita pelo próprio coletivo:⁠

"Fazer da doença uma arma é o primeiro olhar para um futuro a ser construído, livre de nomes e soluções finais, governadores, fábricas de saúde etc. O Coletivo Socialista de Pacientes (SPK) o chama Utopatia [Utopathie]. Fazer da doença uma arma é e permanece o programa, estável em seus efeitos há mais de 50 anos. O SPK e seu desenvolvimento posterior na Frente de Pacientes (PF) curto-circuita doença e revolução. Isso é e foi mostrado: A saúde é uma quimera biológico-nazista, cuja função na cabeça de cada um é o mascaramento do condicionamento social e da função social da doença.⁠

A doença não é sofrimento e passividade, mas enquanto resultado das relações capitalistas de produção, a doença é, em sua forma desenvolvida enquanto protesto da vida contra o capital, A força produtiva revolucionária para os seres humanos. Os doentes são em si e sofrendo conscientes para si a classe revolucionária. Portanto, ao invés do medo da doença: revolução em virtude e com a força do ser-doente. No fogo da autoestigmatização pela doença, os Pacientes da Frente refundam suas cicatrizes num processo de contágio, ignição e inflamação que, como calor, atravessa de cima a baixo. Assim eles tomam “sua” doença em suas próprias mãos, a terapia é substituída pela agitação, até na vida cotidiana. Eles voltam a doença como protesto para fora, fazem dela uma arma de liberação coletiva. Realidade efetiva livre de médicos.⁠

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Com o apoio da Ubu, o SPK, Coletivo Socialista de Pacientes (Sozialistisches Patientenkollektiv), lançou no Brasil, em 2024, o livro "SPK – Fazer da doença uma arma".⁠

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"Fazer da doença uma arma é o primeiro olhar para um futuro a ser construído, livre de nomes e soluções finais, governadores, fábricas de saúde etc. O Coletivo Socialista de Pacientes (SPK) o chama Utopatia [Utopathie]. Fazer da doença uma arma é e permanece o programa, estável em seus efeitos há mais de 50 anos. O SPK e seu desenvolvimento posterior na Frente de Pacientes (PF) curto-circuita doença e revolução. Isso é e foi mostrado: A saúde é uma quimera biológico-nazista, cuja função na cabeça de cada um é o mascaramento do condicionamento social e da função social da doença.⁠

A doença não é sofrimento e passividade, mas enquanto resultado das relações capitalistas de produção, a doença é, em sua forma desenvolvida enquanto protesto da vida contra o capital, A força produtiva revolucionária para os seres humanos. Os doentes são em si e sofrendo conscientes para si a classe revolucionária. Portanto, ao invés do medo da doença: revolução em virtude e com a força do ser-doente. No fogo da autoestigmatização pela doença, os Pacientes da Frente refundam suas cicatrizes num processo de contágio, ignição e inflamação que, como calor, atravessa de cima a baixo. Assim eles tomam “sua” doença em suas próprias mãos, a terapia é substituída pela agitação, até na vida cotidiana. Eles voltam a doença como protesto para fora, fazem dela uma arma de liberação coletiva. Realidade efetiva livre de médicos.⁠

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2 days ago

🎥 Assista à gravação do Seminário Melanie Klein no canal YouTube da Ubu. O evento aconteceu em 9 de outubro de 2025, na Unibes Cultural, em São Paulo, e reuniu grandes especialistas na obra da autora, como Alberto Rocha Barros, Elias Mallet da Rocha Barros, Elisa Maria de Ulhôa Cintra e Marina F. R. Ribeiro.⁠

Alberto Rocha Barros é psicanalista membro filiado ao Instituto “Durval Marcondes” da Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo (SBPSP) e membro-coordenador do Núcleo de Psicanálise do IPq-HCFMUSP.⁠

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3 days ago

💥 Em Limpar o mundo, Françoise Vergès examina a limpeza como uma prática que revelae sustenta as estruturas do capitalismo racial. Ao mostrar como a divisão entre “limpo” e “sujo”, aplicada a corpos, casas, cidades e até ao planeta, nasce de lógicas coloniais, burguesas, de gênero e racializadas, a autora recupera histórias e experiências que raramente ganham espaço na mídia ou nos relatos oficiais.⁠

Em vez de tentar ajustar um sistema que produz resíduos, desigualdades e violência de forma contínua, Vergès propõe imaginar o que seria uma “limpeza decolonial”: uma prática orientada pelo cuidado com a terra e com todas as formas de vida.⁠

Limpar o mundo convida leitoras e leitores a repensar quem limpa, para quem se limpa e que futuro pode emergir quando a limpeza deixa de servir à opressão e passa a ser ferramenta de sobrevivência, cuidado e reinvenção coletiva.⁠

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4 days ago

💥 Em Limpar o mundo, Françoise Vergès examina a limpeza como uma prática que revelae sustenta as estruturas do capitalismo racial. Ao mostrar como a divisão entre “limpo” e “sujo”, aplicada a corpos, casas, cidades e até ao planeta, nasce de lógicas coloniais, burguesas, de gênero e racializadas, a autora recupera histórias e experiências que raramente ganham espaço na mídia ou nos relatos oficiais.⁠

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💥 Em Limpar o mundo, Françoise Vergès examina a limpeza como uma prática que revelae sustenta as estruturas do capitalismo racial. Ao mostrar como a divisão entre “limpo” e “sujo”, aplicada a corpos, casas, cidades e até ao planeta, nasce de lógicas coloniais, burguesas, de gênero e racializadas, a autora recupera histórias e experiências que raramente ganham espaço na mídia ou nos relatos oficiais.⁠

Em vez de tentar ajustar um sistema que produz resíduos, desigualdades e violência de forma contínua, Vergès propõe imaginar o que seria uma “limpeza decolonial”: uma prática orientada pelo cuidado com a terra e com todas as formas de vida.⁠

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4 days ago

Na próxima quarta, 20/5, às 18h, acontece o lançamento de "A ameaça interna", novo livro de Vladimir Safatle na Livraria Leonardo da Vinci no Rio de Janeiro. Safatle conversa com Julien Pallotta e Tania Rivera (@tan.iarivera).⁠

Para Safatle, o fascismo atual não se baseia na irracionalidade ou em impulsos descontrolados, mas em sujeitos que aplicam de modo consistente a lógica neoliberal da concorrência generalizada em um horizonte social que cada vez mais se assemelha a uma guerra civil mundial. Por mais catastrófico que seja, devemos entender o cálculo racional que leva populações à escolha fascista. ⁠

Julien Pallotta é especialista em filosofia social e politica francesa, e em filosofia das ciências sociais (antropologia, sociologia). É tradutor de autores para o francês, tais como E. Viveiros de Castro, Ailton Krenak e o próprio Safatle.⁠

Tania Rivera é ensaísta, psicanalista e curadora. Doutora em Psychologie pela Université Catholique de Louvain e professora do Departamento de Arte e da Pós-Graduação em Estudos Contemporâneos das Artes da Universidade Federal Fluminense, bem como do Programa de Pós-graduação em Teoria Psicanalítica do Instituto de Psicologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro. ⁠

Divulgue o evento para os amigos e as amigas nos comentários ou repostando o convite ;)⁠


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5 days ago


Story Save - Best free tool for saving Stories, Reels, Photos, Videos, Highlights, IGTV to your phone.

Story-save.com is an intuitive online tool that enables users to download and save a variety of content, including stories, photos, videos, and IGTV materials, directly from Instagram. With Story-Save, you can not only easily download diverse content from Instagram but also view it at your convenience, even without internet access. This tool is perfect for those moments when you come across something interesting on Instagram and want to save it for later viewing. Use Story-Save to ensure you don't miss the chance to take your favorite Instagram moments with you!

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