
Armado até os dentes, livro de estreia do multiartista @thalles Cabral, em pré-venda até 06 de junho (link na bio)
Sobre o livro:
Thalles escreve como quem canta. Em versos que não rimam, atravessamos um dia na vida de Napoleão, um jovem recém tornado maior de idade, de nome grande demais para sua pequena existência.
Dizem que homens nunca se tornam adultos. Prolongam a adolescência até ficarem velhos demais para qualquer coisa. Não é o caso aqui, em que ele se constata monstruosamente estranho a si mesmo. Crescer é perigoso e dói. Chega um momento em que precisamos pegar nossa criança no colo, e cuidar muito bem dela. Cedo ou tarde, será preciso acarinhar nossas lembranças.
Sobre o autor:
Thalles Cabral é ator, autor, cantor, compositor, roteirista e diretor. Nascido em Porto Alegre, o artista de 32 anos vive na cidade de São Paulo. Estudou cinema na FAAP e na Academia Internacional de Cinema e Artes Dramáticas da USP.
Ilustração de capa: Paula de Aguiar
Projeto gráfico e diagramação: Mirin Takano

Armado até os dentes, livro de estreia do multiartista @thalles Cabral, em pré-venda até 06 de junho (link na bio)
Sobre o livro:
Thalles escreve como quem canta. Em versos que não rimam, atravessamos um dia na vida de Napoleão, um jovem recém tornado maior de idade, de nome grande demais para sua pequena existência.
Dizem que homens nunca se tornam adultos. Prolongam a adolescência até ficarem velhos demais para qualquer coisa. Não é o caso aqui, em que ele se constata monstruosamente estranho a si mesmo. Crescer é perigoso e dói. Chega um momento em que precisamos pegar nossa criança no colo, e cuidar muito bem dela. Cedo ou tarde, será preciso acarinhar nossas lembranças.
Sobre o autor:
Thalles Cabral é ator, autor, cantor, compositor, roteirista e diretor. Nascido em Porto Alegre, o artista de 32 anos vive na cidade de São Paulo. Estudou cinema na FAAP e na Academia Internacional de Cinema e Artes Dramáticas da USP.
Ilustração de capa: Paula de Aguiar
Projeto gráfico e diagramação: Mirin Takano

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Sobre o livro:
Thalles escreve como quem canta. Em versos que não rimam, atravessamos um dia na vida de Napoleão, um jovem recém tornado maior de idade, de nome grande demais para sua pequena existência.
Dizem que homens nunca se tornam adultos. Prolongam a adolescência até ficarem velhos demais para qualquer coisa. Não é o caso aqui, em que ele se constata monstruosamente estranho a si mesmo. Crescer é perigoso e dói. Chega um momento em que precisamos pegar nossa criança no colo, e cuidar muito bem dela. Cedo ou tarde, será preciso acarinhar nossas lembranças.
Sobre o autor:
Thalles Cabral é ator, autor, cantor, compositor, roteirista e diretor. Nascido em Porto Alegre, o artista de 32 anos vive na cidade de São Paulo. Estudou cinema na FAAP e na Academia Internacional de Cinema e Artes Dramáticas da USP.
Ilustração de capa: Paula de Aguiar
Projeto gráfico e diagramação: Mirin Takano

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Sobre o livro:
Thalles escreve como quem canta. Em versos que não rimam, atravessamos um dia na vida de Napoleão, um jovem recém tornado maior de idade, de nome grande demais para sua pequena existência.
Dizem que homens nunca se tornam adultos. Prolongam a adolescência até ficarem velhos demais para qualquer coisa. Não é o caso aqui, em que ele se constata monstruosamente estranho a si mesmo. Crescer é perigoso e dói. Chega um momento em que precisamos pegar nossa criança no colo, e cuidar muito bem dela. Cedo ou tarde, será preciso acarinhar nossas lembranças.
Sobre o autor:
Thalles Cabral é ator, autor, cantor, compositor, roteirista e diretor. Nascido em Porto Alegre, o artista de 32 anos vive na cidade de São Paulo. Estudou cinema na FAAP e na Academia Internacional de Cinema e Artes Dramáticas da USP.
Ilustração de capa: Paula de Aguiar
Projeto gráfico e diagramação: Mirin Takano

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Sobre o livro:
Thalles escreve como quem canta. Em versos que não rimam, atravessamos um dia na vida de Napoleão, um jovem recém tornado maior de idade, de nome grande demais para sua pequena existência.
Dizem que homens nunca se tornam adultos. Prolongam a adolescência até ficarem velhos demais para qualquer coisa. Não é o caso aqui, em que ele se constata monstruosamente estranho a si mesmo. Crescer é perigoso e dói. Chega um momento em que precisamos pegar nossa criança no colo, e cuidar muito bem dela. Cedo ou tarde, será preciso acarinhar nossas lembranças.
Sobre o autor:
Thalles Cabral é ator, autor, cantor, compositor, roteirista e diretor. Nascido em Porto Alegre, o artista de 32 anos vive na cidade de São Paulo. Estudou cinema na FAAP e na Academia Internacional de Cinema e Artes Dramáticas da USP.
Ilustração de capa: Paula de Aguiar
Projeto gráfico e diagramação: Mirin Takano

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Sobre o livro:
Thalles escreve como quem canta. Em versos que não rimam, atravessamos um dia na vida de Napoleão, um jovem recém tornado maior de idade, de nome grande demais para sua pequena existência.
Dizem que homens nunca se tornam adultos. Prolongam a adolescência até ficarem velhos demais para qualquer coisa. Não é o caso aqui, em que ele se constata monstruosamente estranho a si mesmo. Crescer é perigoso e dói. Chega um momento em que precisamos pegar nossa criança no colo, e cuidar muito bem dela. Cedo ou tarde, será preciso acarinhar nossas lembranças.
Sobre o autor:
Thalles Cabral é ator, autor, cantor, compositor, roteirista e diretor. Nascido em Porto Alegre, o artista de 32 anos vive na cidade de São Paulo. Estudou cinema na FAAP e na Academia Internacional de Cinema e Artes Dramáticas da USP.
Ilustração de capa: Paula de Aguiar
Projeto gráfico e diagramação: Mirin Takano

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Dizem que homens nunca se tornam adultos. Prolongam a adolescência até ficarem velhos demais para qualquer coisa. Não é o caso aqui, em que ele se constata monstruosamente estranho a si mesmo. Crescer é perigoso e dói. Chega um momento em que precisamos pegar nossa criança no colo, e cuidar muito bem dela. Cedo ou tarde, será preciso acarinhar nossas lembranças.
Sobre o autor:
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Ilustração de capa: Paula de Aguiar
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Dizem que homens nunca se tornam adultos. Prolongam a adolescência até ficarem velhos demais para qualquer coisa. Não é o caso aqui, em que ele se constata monstruosamente estranho a si mesmo. Crescer é perigoso e dói. Chega um momento em que precisamos pegar nossa criança no colo, e cuidar muito bem dela. Cedo ou tarde, será preciso acarinhar nossas lembranças.
Sobre o autor:
Thalles Cabral é ator, autor, cantor, compositor, roteirista e diretor. Nascido em Porto Alegre, o artista de 32 anos vive na cidade de São Paulo. Estudou cinema na FAAP e na Academia Internacional de Cinema e Artes Dramáticas da USP.
Ilustração de capa: Paula de Aguiar
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Thalles escreve como quem canta. Em versos que não rimam, atravessamos um dia na vida de Napoleão, um jovem recém tornado maior de idade, de nome grande demais para sua pequena existência.
Dizem que homens nunca se tornam adultos. Prolongam a adolescência até ficarem velhos demais para qualquer coisa. Não é o caso aqui, em que ele se constata monstruosamente estranho a si mesmo. Crescer é perigoso e dói. Chega um momento em que precisamos pegar nossa criança no colo, e cuidar muito bem dela. Cedo ou tarde, será preciso acarinhar nossas lembranças.
Sobre o autor:
Thalles Cabral é ator, autor, cantor, compositor, roteirista e diretor. Nascido em Porto Alegre, o artista de 32 anos vive na cidade de São Paulo. Estudou cinema na FAAP e na Academia Internacional de Cinema e Artes Dramáticas da USP.
Ilustração de capa: Paula de Aguiar
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Thalles escreve como quem canta. Em versos que não rimam, atravessamos um dia na vida de Napoleão, um jovem recém tornado maior de idade, de nome grande demais para sua pequena existência.
Dizem que homens nunca se tornam adultos. Prolongam a adolescência até ficarem velhos demais para qualquer coisa. Não é o caso aqui, em que ele se constata monstruosamente estranho a si mesmo. Crescer é perigoso e dói. Chega um momento em que precisamos pegar nossa criança no colo, e cuidar muito bem dela. Cedo ou tarde, será preciso acarinhar nossas lembranças.
Sobre o autor:
Thalles Cabral é ator, autor, cantor, compositor, roteirista e diretor. Nascido em Porto Alegre, o artista de 32 anos vive na cidade de São Paulo. Estudou cinema na FAAP e na Academia Internacional de Cinema e Artes Dramáticas da USP.
Ilustração de capa: Paula de Aguiar
Projeto gráfico e diagramação: Mirin Takano

não tem jeito.
a gente gosta mesmo é de drama,
pequenas multidões
e show em estádio.

não tem jeito.
a gente gosta mesmo é de drama,
pequenas multidões
e show em estádio.

não tem jeito.
a gente gosta mesmo é de drama,
pequenas multidões
e show em estádio.

não tem jeito.
a gente gosta mesmo é de drama,
pequenas multidões
e show em estádio.

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a gente gosta mesmo é de drama,
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coisa boa suar e correr e pensar que até ontem corria nada e hoje já corre mais de 5km sem morrer afogado e que no fim tudo é mesmo hábito e na escaleta do próximo roteiro e na beleza da luz de estádio e no final de pluribus e na tristeza que deve ter sido pra plutão quando rebaixaram ele de planeta pra ex-planeta (veja bem que crueldade) e no terceiro livro da tetralogia da ferrante que terminei hoje e na inevitável afeição que criei pelas amigas geniais elena e lina e por falar em amigos em como eu chorei de rir anteontem com os meus que amo e em como o mundo é dividido por pessoas que ouvem álbuns inteiros e pessoas que se conformam felizes a ouvir singles de maneira aleatória e que eu definitivamente sou uma pessoa-álbum e em quanta música boa existe por aí e nas minhas próprias músicas novas que logo estarão também por aí e por fim, no fim, enfim: no renascimento que foi esse ano.

uma alegria em compartilhar que meu terceiro roteiro, Traumatografia, é semifinalista no concurso de roteiros de longa-metragem do @roteirosenarrativas.
Traumatografia é resultado de uma obsessão e investigação sobre trauma, cartografia, desaparecimento e memória. é possível simplesmente desaparecer da vida de alguém?
animado pro curso dessa nova geografia. obrigado ao júri pela leitura e escolha!

uma alegria em compartilhar que meu terceiro roteiro, Traumatografia, é semifinalista no concurso de roteiros de longa-metragem do @roteirosenarrativas.
Traumatografia é resultado de uma obsessão e investigação sobre trauma, cartografia, desaparecimento e memória. é possível simplesmente desaparecer da vida de alguém?
animado pro curso dessa nova geografia. obrigado ao júri pela leitura e escolha!

uma alegria em compartilhar que meu terceiro roteiro, Traumatografia, é semifinalista no concurso de roteiros de longa-metragem do @roteirosenarrativas.
Traumatografia é resultado de uma obsessão e investigação sobre trauma, cartografia, desaparecimento e memória. é possível simplesmente desaparecer da vida de alguém?
animado pro curso dessa nova geografia. obrigado ao júri pela leitura e escolha!

Tem algo especial acontecendo no teatro do @nucleoexp. É difícil prever como uma peça vai chegar nas pessoas. Você ensaia por meses, construindo a sua casinha, arrumando as coisas, mudando outras de lugar, até decidir que é o momento de abrir as portas e “pode entrar, fica à vontade, mas não tanto”. E aí as visitas começam a chegar, e tem um sentimento de “aqui fica a sala, ali o quarto”, “essa parte da casa a gente ainda quer fazer tal coisa”, “aqui é onde bate o sol”. E de repente aquela casa também se transforma com as visitas, uma casa meio que só se torna uma casa com gente dentro, vivendo e sentindo coisas.
E “Triste! Triste… Triste?” (apesar do nome) tá sendo uma feliz surpresa e recepção. E digo isso em nome de toda a equipe que botou essa casa de pé. Obrigado a todos que vieram e estão voltando. Entramos na reta final e agora com sessões também às segundas (pra aproveitar a tristeza do início da semana e chafurdar o pé na lama).
@triste.espetaculo
Sábados às 20h
Domingos às 19h
Segundas às 20h
Fotos por @fotosgutierrez

Tem algo especial acontecendo no teatro do @nucleoexp. É difícil prever como uma peça vai chegar nas pessoas. Você ensaia por meses, construindo a sua casinha, arrumando as coisas, mudando outras de lugar, até decidir que é o momento de abrir as portas e “pode entrar, fica à vontade, mas não tanto”. E aí as visitas começam a chegar, e tem um sentimento de “aqui fica a sala, ali o quarto”, “essa parte da casa a gente ainda quer fazer tal coisa”, “aqui é onde bate o sol”. E de repente aquela casa também se transforma com as visitas, uma casa meio que só se torna uma casa com gente dentro, vivendo e sentindo coisas.
E “Triste! Triste… Triste?” (apesar do nome) tá sendo uma feliz surpresa e recepção. E digo isso em nome de toda a equipe que botou essa casa de pé. Obrigado a todos que vieram e estão voltando. Entramos na reta final e agora com sessões também às segundas (pra aproveitar a tristeza do início da semana e chafurdar o pé na lama).
@triste.espetaculo
Sábados às 20h
Domingos às 19h
Segundas às 20h
Fotos por @fotosgutierrez

Tem algo especial acontecendo no teatro do @nucleoexp. É difícil prever como uma peça vai chegar nas pessoas. Você ensaia por meses, construindo a sua casinha, arrumando as coisas, mudando outras de lugar, até decidir que é o momento de abrir as portas e “pode entrar, fica à vontade, mas não tanto”. E aí as visitas começam a chegar, e tem um sentimento de “aqui fica a sala, ali o quarto”, “essa parte da casa a gente ainda quer fazer tal coisa”, “aqui é onde bate o sol”. E de repente aquela casa também se transforma com as visitas, uma casa meio que só se torna uma casa com gente dentro, vivendo e sentindo coisas.
E “Triste! Triste… Triste?” (apesar do nome) tá sendo uma feliz surpresa e recepção. E digo isso em nome de toda a equipe que botou essa casa de pé. Obrigado a todos que vieram e estão voltando. Entramos na reta final e agora com sessões também às segundas (pra aproveitar a tristeza do início da semana e chafurdar o pé na lama).
@triste.espetaculo
Sábados às 20h
Domingos às 19h
Segundas às 20h
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Saiu a crítica da Folha de S.Paulo sobre o nosso TRISTE!
Estamos muito felizes com a repercussão e com o nosso público que tem se permitido encontrar alegria no Triste!
Esse final de semana tem mais! Esperamos vocês 💙
Com Thalles Cabral, TRISTE! TRISTE… TRISTE? é um espetáculo escrito e dirigido por Nicolas Ahnert, a partir da obra “Triste não é ao certo a palavra” de Gabriel Abreu.
🗓️ A partir de 11 de Outubro
📍Teatro Do Núcleo Experimental (Rua Barra Funda 637, São Paulo)
📪 Sáb (20h) | Dom (19h) | Seg (20h)
✉️ Ingressos: R$80 (inteira) | R$40 (meia) - Disponíveis no Sympla (Link na Bio)
☑️ Classificação: 14 anos
⏱️ Duração: 80 minutos
#TristeTristeTriste #Teatro #ZeroTeatro #TeatroSP #ThallesCabral #NucleoExperimental #NicolasAhnert #CulturaSP #Tristenaoeaocertoapalavra #Companhiadasletras

Saiu a crítica da Folha de S.Paulo sobre o nosso TRISTE!
Estamos muito felizes com a repercussão e com o nosso público que tem se permitido encontrar alegria no Triste!
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Com Thalles Cabral, TRISTE! TRISTE… TRISTE? é um espetáculo escrito e dirigido por Nicolas Ahnert, a partir da obra “Triste não é ao certo a palavra” de Gabriel Abreu.
🗓️ A partir de 11 de Outubro
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📪 Sáb (20h) | Dom (19h) | Seg (20h)
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☑️ Classificação: 14 anos
⏱️ Duração: 80 minutos
#TristeTristeTriste #Teatro #ZeroTeatro #TeatroSP #ThallesCabral #NucleoExperimental #NicolasAhnert #CulturaSP #Tristenaoeaocertoapalavra #Companhiadasletras

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Estamos muito felizes com a repercussão e com o nosso público que tem se permitido encontrar alegria no Triste!
Esse final de semana tem mais! Esperamos vocês 💙
Com Thalles Cabral, TRISTE! TRISTE… TRISTE? é um espetáculo escrito e dirigido por Nicolas Ahnert, a partir da obra “Triste não é ao certo a palavra” de Gabriel Abreu.
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⏱️ Duração: 80 minutos
#TristeTristeTriste #Teatro #ZeroTeatro #TeatroSP #ThallesCabral #NucleoExperimental #NicolasAhnert #CulturaSP #Tristenaoeaocertoapalavra #Companhiadasletras

Saiu a crítica da Folha de S.Paulo sobre o nosso TRISTE!
Estamos muito felizes com a repercussão e com o nosso público que tem se permitido encontrar alegria no Triste!
Esse final de semana tem mais! Esperamos vocês 💙
Com Thalles Cabral, TRISTE! TRISTE… TRISTE? é um espetáculo escrito e dirigido por Nicolas Ahnert, a partir da obra “Triste não é ao certo a palavra” de Gabriel Abreu.
🗓️ A partir de 11 de Outubro
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📪 Sáb (20h) | Dom (19h) | Seg (20h)
✉️ Ingressos: R$80 (inteira) | R$40 (meia) - Disponíveis no Sympla (Link na Bio)
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Durante uma época, eu tive uma pequena obsessão por nomear, numerar e classificar os meus sentimentos da semana, numa espécie de ranking das emoções (o sol em peixes e ascendente em virgem em pessoa). Amanhã eu estreio meu primeiro solo, e se o ranking ainda estivesse ativo, sinto que provavelmente a disputa pelo primeiro lugar dessa semana estaria concorredíssima, visto esse turbilhão de emoções. E o curioso (e bonito) é que o personagem ali no palco também tá em busca da palavra exata pra aquilo que sente. Talvez a gente se encontre nisso: na tentativa de dar nome pro que vive dentro da gente.
“Triste! Triste… Triste?” (@triste.espetaculo) estreia amanhã no @nucleoexp. Escrito e dirigido por @nicolasahnert, a partir da obra “Triste não é ao certo a palavra”, de @gambreu.
E solo só no palco, porque ao meu redor tenho uma equipe maravilhosa e ponta firme junto comigo pra contar essa história. Espero te ver lá!
Foto: @diegorodriguesph
O que é maior e mais forte do que dizer “eu te amo”?
Apresento o Anel Greater and Stronger, minha collab com a @opusmagnumstore e @opvs.studio, inspirado no meu single Greater and Stronger Than “I Love You”.
Já disponível :: link na bio.
💗

eu acho que o teatro gosta de mim. tenho essa leve impressão. ou talvez seja só uma questão de sorte. porque, em todos esses anos em que ele me chamou - e que eu disse, e sempre vou dizer, sim com muitos pontos de exclamação - eu tive foi muita sorte. talvez seja porque eu levo como a coisa mais séria do mundo e, ao mesmo tempo, como a mais leve. talvez seja porque, com ele, eu tenho também aquilo que mais aprecio fora dele: trabalhar, conhecer e reencontrar quem eu admiro, a repetição, a deliciosa segurança do previsível e a aterrorizante adrenalina do imprevisível, o jogo, A TROCA EM CAIXA ALTA, ouvir ouvir ouvir, a repetição, observar observar observar, as descobertas, o tempo………………… e o silêncio………………… experimentar, ter sempre intenção!, fazer do igual diferente, a disciplina, o rigor, a repetição, a diversão, redescobrir motivações, o treino, manter vivo o corpo e o olhar, manter vivo o fogo o perigo e o frio, a repetição, contar uma história, estar a serviço de uma história, ser abocanhado por uma história, ação e reação e ação e reação, se colocar no lugar do outro, a repetição, e muito - veja bem, muito! - coração.
ou talvez seja só sorte mesmo.
Entramos nas nossas últimas semanas!
A Médica, no auditório do Masp
sextas e sábados às 20h
domingos às 18h
@circulodeatores @smartecultura

eu acho que o teatro gosta de mim. tenho essa leve impressão. ou talvez seja só uma questão de sorte. porque, em todos esses anos em que ele me chamou - e que eu disse, e sempre vou dizer, sim com muitos pontos de exclamação - eu tive foi muita sorte. talvez seja porque eu levo como a coisa mais séria do mundo e, ao mesmo tempo, como a mais leve. talvez seja porque, com ele, eu tenho também aquilo que mais aprecio fora dele: trabalhar, conhecer e reencontrar quem eu admiro, a repetição, a deliciosa segurança do previsível e a aterrorizante adrenalina do imprevisível, o jogo, A TROCA EM CAIXA ALTA, ouvir ouvir ouvir, a repetição, observar observar observar, as descobertas, o tempo………………… e o silêncio………………… experimentar, ter sempre intenção!, fazer do igual diferente, a disciplina, o rigor, a repetição, a diversão, redescobrir motivações, o treino, manter vivo o corpo e o olhar, manter vivo o fogo o perigo e o frio, a repetição, contar uma história, estar a serviço de uma história, ser abocanhado por uma história, ação e reação e ação e reação, se colocar no lugar do outro, a repetição, e muito - veja bem, muito! - coração.
ou talvez seja só sorte mesmo.
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A Médica, no auditório do Masp
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domingos às 18h
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eu acho que o teatro gosta de mim. tenho essa leve impressão. ou talvez seja só uma questão de sorte. porque, em todos esses anos em que ele me chamou - e que eu disse, e sempre vou dizer, sim com muitos pontos de exclamação - eu tive foi muita sorte. talvez seja porque eu levo como a coisa mais séria do mundo e, ao mesmo tempo, como a mais leve. talvez seja porque, com ele, eu tenho também aquilo que mais aprecio fora dele: trabalhar, conhecer e reencontrar quem eu admiro, a repetição, a deliciosa segurança do previsível e a aterrorizante adrenalina do imprevisível, o jogo, A TROCA EM CAIXA ALTA, ouvir ouvir ouvir, a repetição, observar observar observar, as descobertas, o tempo………………… e o silêncio………………… experimentar, ter sempre intenção!, fazer do igual diferente, a disciplina, o rigor, a repetição, a diversão, redescobrir motivações, o treino, manter vivo o corpo e o olhar, manter vivo o fogo o perigo e o frio, a repetição, contar uma história, estar a serviço de uma história, ser abocanhado por uma história, ação e reação e ação e reação, se colocar no lugar do outro, a repetição, e muito - veja bem, muito! - coração.
ou talvez seja só sorte mesmo.
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eu acho que o teatro gosta de mim. tenho essa leve impressão. ou talvez seja só uma questão de sorte. porque, em todos esses anos em que ele me chamou - e que eu disse, e sempre vou dizer, sim com muitos pontos de exclamação - eu tive foi muita sorte. talvez seja porque eu levo como a coisa mais séria do mundo e, ao mesmo tempo, como a mais leve. talvez seja porque, com ele, eu tenho também aquilo que mais aprecio fora dele: trabalhar, conhecer e reencontrar quem eu admiro, a repetição, a deliciosa segurança do previsível e a aterrorizante adrenalina do imprevisível, o jogo, A TROCA EM CAIXA ALTA, ouvir ouvir ouvir, a repetição, observar observar observar, as descobertas, o tempo………………… e o silêncio………………… experimentar, ter sempre intenção!, fazer do igual diferente, a disciplina, o rigor, a repetição, a diversão, redescobrir motivações, o treino, manter vivo o corpo e o olhar, manter vivo o fogo o perigo e o frio, a repetição, contar uma história, estar a serviço de uma história, ser abocanhado por uma história, ação e reação e ação e reação, se colocar no lugar do outro, a repetição, e muito - veja bem, muito! - coração.
ou talvez seja só sorte mesmo.
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eu acho que o teatro gosta de mim. tenho essa leve impressão. ou talvez seja só uma questão de sorte. porque, em todos esses anos em que ele me chamou - e que eu disse, e sempre vou dizer, sim com muitos pontos de exclamação - eu tive foi muita sorte. talvez seja porque eu levo como a coisa mais séria do mundo e, ao mesmo tempo, como a mais leve. talvez seja porque, com ele, eu tenho também aquilo que mais aprecio fora dele: trabalhar, conhecer e reencontrar quem eu admiro, a repetição, a deliciosa segurança do previsível e a aterrorizante adrenalina do imprevisível, o jogo, A TROCA EM CAIXA ALTA, ouvir ouvir ouvir, a repetição, observar observar observar, as descobertas, o tempo………………… e o silêncio………………… experimentar, ter sempre intenção!, fazer do igual diferente, a disciplina, o rigor, a repetição, a diversão, redescobrir motivações, o treino, manter vivo o corpo e o olhar, manter vivo o fogo o perigo e o frio, a repetição, contar uma história, estar a serviço de uma história, ser abocanhado por uma história, ação e reação e ação e reação, se colocar no lugar do outro, a repetição, e muito - veja bem, muito! - coração.
ou talvez seja só sorte mesmo.
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eu acho que o teatro gosta de mim. tenho essa leve impressão. ou talvez seja só uma questão de sorte. porque, em todos esses anos em que ele me chamou - e que eu disse, e sempre vou dizer, sim com muitos pontos de exclamação - eu tive foi muita sorte. talvez seja porque eu levo como a coisa mais séria do mundo e, ao mesmo tempo, como a mais leve. talvez seja porque, com ele, eu tenho também aquilo que mais aprecio fora dele: trabalhar, conhecer e reencontrar quem eu admiro, a repetição, a deliciosa segurança do previsível e a aterrorizante adrenalina do imprevisível, o jogo, A TROCA EM CAIXA ALTA, ouvir ouvir ouvir, a repetição, observar observar observar, as descobertas, o tempo………………… e o silêncio………………… experimentar, ter sempre intenção!, fazer do igual diferente, a disciplina, o rigor, a repetição, a diversão, redescobrir motivações, o treino, manter vivo o corpo e o olhar, manter vivo o fogo o perigo e o frio, a repetição, contar uma história, estar a serviço de uma história, ser abocanhado por uma história, ação e reação e ação e reação, se colocar no lugar do outro, a repetição, e muito - veja bem, muito! - coração.
ou talvez seja só sorte mesmo.
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eu acho que o teatro gosta de mim. tenho essa leve impressão. ou talvez seja só uma questão de sorte. porque, em todos esses anos em que ele me chamou - e que eu disse, e sempre vou dizer, sim com muitos pontos de exclamação - eu tive foi muita sorte. talvez seja porque eu levo como a coisa mais séria do mundo e, ao mesmo tempo, como a mais leve. talvez seja porque, com ele, eu tenho também aquilo que mais aprecio fora dele: trabalhar, conhecer e reencontrar quem eu admiro, a repetição, a deliciosa segurança do previsível e a aterrorizante adrenalina do imprevisível, o jogo, A TROCA EM CAIXA ALTA, ouvir ouvir ouvir, a repetição, observar observar observar, as descobertas, o tempo………………… e o silêncio………………… experimentar, ter sempre intenção!, fazer do igual diferente, a disciplina, o rigor, a repetição, a diversão, redescobrir motivações, o treino, manter vivo o corpo e o olhar, manter vivo o fogo o perigo e o frio, a repetição, contar uma história, estar a serviço de uma história, ser abocanhado por uma história, ação e reação e ação e reação, se colocar no lugar do outro, a repetição, e muito - veja bem, muito! - coração.
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A Médica, no auditório do Masp
sextas e sábados às 20h
domingos às 18h
@circulodeatores @smartecultura

eu acho que o teatro gosta de mim. tenho essa leve impressão. ou talvez seja só uma questão de sorte. porque, em todos esses anos em que ele me chamou - e que eu disse, e sempre vou dizer, sim com muitos pontos de exclamação - eu tive foi muita sorte. talvez seja porque eu levo como a coisa mais séria do mundo e, ao mesmo tempo, como a mais leve. talvez seja porque, com ele, eu tenho também aquilo que mais aprecio fora dele: trabalhar, conhecer e reencontrar quem eu admiro, a repetição, a deliciosa segurança do previsível e a aterrorizante adrenalina do imprevisível, o jogo, A TROCA EM CAIXA ALTA, ouvir ouvir ouvir, a repetição, observar observar observar, as descobertas, o tempo………………… e o silêncio………………… experimentar, ter sempre intenção!, fazer do igual diferente, a disciplina, o rigor, a repetição, a diversão, redescobrir motivações, o treino, manter vivo o corpo e o olhar, manter vivo o fogo o perigo e o frio, a repetição, contar uma história, estar a serviço de uma história, ser abocanhado por uma história, ação e reação e ação e reação, se colocar no lugar do outro, a repetição, e muito - veja bem, muito! - coração.
ou talvez seja só sorte mesmo.
Entramos nas nossas últimas semanas!
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eu acho que o teatro gosta de mim. tenho essa leve impressão. ou talvez seja só uma questão de sorte. porque, em todos esses anos em que ele me chamou - e que eu disse, e sempre vou dizer, sim com muitos pontos de exclamação - eu tive foi muita sorte. talvez seja porque eu levo como a coisa mais séria do mundo e, ao mesmo tempo, como a mais leve. talvez seja porque, com ele, eu tenho também aquilo que mais aprecio fora dele: trabalhar, conhecer e reencontrar quem eu admiro, a repetição, a deliciosa segurança do previsível e a aterrorizante adrenalina do imprevisível, o jogo, A TROCA EM CAIXA ALTA, ouvir ouvir ouvir, a repetição, observar observar observar, as descobertas, o tempo………………… e o silêncio………………… experimentar, ter sempre intenção!, fazer do igual diferente, a disciplina, o rigor, a repetição, a diversão, redescobrir motivações, o treino, manter vivo o corpo e o olhar, manter vivo o fogo o perigo e o frio, a repetição, contar uma história, estar a serviço de uma história, ser abocanhado por uma história, ação e reação e ação e reação, se colocar no lugar do outro, a repetição, e muito - veja bem, muito! - coração.
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