Ívanno José Brabo
Só Letra Braba 🇧🇷®
✍🏾 Popular & Proibidão
🦜 Pernambucarioca
🏆 LAD Awards 2021
🏆 Finalista LAD 22 / BDA 24
.
📍[PE-RJ] Ibura da Reta

É o que eu sempre digo: Referência boa é aquela que você pode tocar, cheirar, sentir a textura no tato, com símbolos e signos que fazem parte do seu dia-a-dia. Nesse projeto tive a oportunidade de ousar e sonhar junto com o @museudeartedorio num movimento de trem bala que quebrou tudo no Rio e agora desponta do outro lado do oceano fazendo história mais uma vez, só que agora em solo francês com o braço forte da @lille3000.
De tanto estudar, praticar, acreditar e semear, colho em 2025 o fruto de 9 anos fazendo feitiços para os olhos. BAILE FUNK: Un Cri de Liberté é uma extensão da responsa que assumi quando fui convidado pelo @museudeartedorio para ser o designer responsável pela identidade visual e sistemas gráficos de comunicação da exposição que ocuparia a galeria principal do museu entitulada de FUNK: Um Grito de Ousadia e liberdade. Ela estreara no coração do Rio de Janeiro em setembro de 2023 quebrando expectativas da crítica, batendo records de público e se consagrando a exposição com a mais longa duração desde a fundação do MAR.
Um dos meus maiores sonhos quando furei a bolha da educação superior no Brasil foi ter em minhas mãos a responsabilidade de assumir grandes projetos como esse.Sempre acreditei no poder das referências que eu podia tocar, aquelas que só da gente ver já sabe da onde vem, que tocam nossa vivência como brasileiros, suburbanos, favelados e abastados. O poder gráfico popular e da cultura brasileira jamais devem ser subestimados! Minha prática de design sempre falou sobre soberania visual nacional, desde quando comecei meus estudos nas magias visuais. Eu gosto de fazer o que sou e eu sou brasileiro pra caralho. Você também deveria se sentir assim.
BAILE FUNK: Un Cri de Libertéé parte da nossa carne, é uma fração da extensa riqueza cultural que nós temos aqui no nosso país, o qual sou completamente apaixonado. Viva o funk, vida longa a todas as pessoas que fazem o funk desde antes de ter sua própria alcunha, viva todas as vertentes culturais que têm raízes profundas em nossa ancestralidade e antropofagia. Um viva especial a todos nós, vetores de nossas próprias histórias. VIVA O BRASIL!!! ✍🏽🇧🇷🕊️
É o que eu sempre digo: Referência boa é aquela que você pode tocar, cheirar, sentir a textura no tato, com símbolos e signos que fazem parte do seu dia-a-dia. Nesse projeto tive a oportunidade de ousar e sonhar junto com o @museudeartedorio num movimento de trem bala que quebrou tudo no Rio e agora desponta do outro lado do oceano fazendo história mais uma vez, só que agora em solo francês com o braço forte da @lille3000.
De tanto estudar, praticar, acreditar e semear, colho em 2025 o fruto de 9 anos fazendo feitiços para os olhos. BAILE FUNK: Un Cri de Liberté é uma extensão da responsa que assumi quando fui convidado pelo @museudeartedorio para ser o designer responsável pela identidade visual e sistemas gráficos de comunicação da exposição que ocuparia a galeria principal do museu entitulada de FUNK: Um Grito de Ousadia e liberdade. Ela estreara no coração do Rio de Janeiro em setembro de 2023 quebrando expectativas da crítica, batendo records de público e se consagrando a exposição com a mais longa duração desde a fundação do MAR.
Um dos meus maiores sonhos quando furei a bolha da educação superior no Brasil foi ter em minhas mãos a responsabilidade de assumir grandes projetos como esse.Sempre acreditei no poder das referências que eu podia tocar, aquelas que só da gente ver já sabe da onde vem, que tocam nossa vivência como brasileiros, suburbanos, favelados e abastados. O poder gráfico popular e da cultura brasileira jamais devem ser subestimados! Minha prática de design sempre falou sobre soberania visual nacional, desde quando comecei meus estudos nas magias visuais. Eu gosto de fazer o que sou e eu sou brasileiro pra caralho. Você também deveria se sentir assim.
BAILE FUNK: Un Cri de Libertéé parte da nossa carne, é uma fração da extensa riqueza cultural que nós temos aqui no nosso país, o qual sou completamente apaixonado. Viva o funk, vida longa a todas as pessoas que fazem o funk desde antes de ter sua própria alcunha, viva todas as vertentes culturais que têm raízes profundas em nossa ancestralidade e antropofagia. Um viva especial a todos nós, vetores de nossas próprias histórias. VIVA O BRASIL!!! ✍🏽🇧🇷🕊️
É o que eu sempre digo: Referência boa é aquela que você pode tocar, cheirar, sentir a textura no tato, com símbolos e signos que fazem parte do seu dia-a-dia. Nesse projeto tive a oportunidade de ousar e sonhar junto com o @museudeartedorio num movimento de trem bala que quebrou tudo no Rio e agora desponta do outro lado do oceano fazendo história mais uma vez, só que agora em solo francês com o braço forte da @lille3000.
De tanto estudar, praticar, acreditar e semear, colho em 2025 o fruto de 9 anos fazendo feitiços para os olhos. BAILE FUNK: Un Cri de Liberté é uma extensão da responsa que assumi quando fui convidado pelo @museudeartedorio para ser o designer responsável pela identidade visual e sistemas gráficos de comunicação da exposição que ocuparia a galeria principal do museu entitulada de FUNK: Um Grito de Ousadia e liberdade. Ela estreara no coração do Rio de Janeiro em setembro de 2023 quebrando expectativas da crítica, batendo records de público e se consagrando a exposição com a mais longa duração desde a fundação do MAR.
Um dos meus maiores sonhos quando furei a bolha da educação superior no Brasil foi ter em minhas mãos a responsabilidade de assumir grandes projetos como esse.Sempre acreditei no poder das referências que eu podia tocar, aquelas que só da gente ver já sabe da onde vem, que tocam nossa vivência como brasileiros, suburbanos, favelados e abastados. O poder gráfico popular e da cultura brasileira jamais devem ser subestimados! Minha prática de design sempre falou sobre soberania visual nacional, desde quando comecei meus estudos nas magias visuais. Eu gosto de fazer o que sou e eu sou brasileiro pra caralho. Você também deveria se sentir assim.
BAILE FUNK: Un Cri de Libertéé parte da nossa carne, é uma fração da extensa riqueza cultural que nós temos aqui no nosso país, o qual sou completamente apaixonado. Viva o funk, vida longa a todas as pessoas que fazem o funk desde antes de ter sua própria alcunha, viva todas as vertentes culturais que têm raízes profundas em nossa ancestralidade e antropofagia. Um viva especial a todos nós, vetores de nossas próprias histórias. VIVA O BRASIL!!! ✍🏽🇧🇷🕊️

É o que eu sempre digo: Referência boa é aquela que você pode tocar, cheirar, sentir a textura no tato, com símbolos e signos que fazem parte do seu dia-a-dia. Nesse projeto tive a oportunidade de ousar e sonhar junto com o @museudeartedorio num movimento de trem bala que quebrou tudo no Rio e agora desponta do outro lado do oceano fazendo história mais uma vez, só que agora em solo francês com o braço forte da @lille3000.
De tanto estudar, praticar, acreditar e semear, colho em 2025 o fruto de 9 anos fazendo feitiços para os olhos. BAILE FUNK: Un Cri de Liberté é uma extensão da responsa que assumi quando fui convidado pelo @museudeartedorio para ser o designer responsável pela identidade visual e sistemas gráficos de comunicação da exposição que ocuparia a galeria principal do museu entitulada de FUNK: Um Grito de Ousadia e liberdade. Ela estreara no coração do Rio de Janeiro em setembro de 2023 quebrando expectativas da crítica, batendo records de público e se consagrando a exposição com a mais longa duração desde a fundação do MAR.
Um dos meus maiores sonhos quando furei a bolha da educação superior no Brasil foi ter em minhas mãos a responsabilidade de assumir grandes projetos como esse.Sempre acreditei no poder das referências que eu podia tocar, aquelas que só da gente ver já sabe da onde vem, que tocam nossa vivência como brasileiros, suburbanos, favelados e abastados. O poder gráfico popular e da cultura brasileira jamais devem ser subestimados! Minha prática de design sempre falou sobre soberania visual nacional, desde quando comecei meus estudos nas magias visuais. Eu gosto de fazer o que sou e eu sou brasileiro pra caralho. Você também deveria se sentir assim.
BAILE FUNK: Un Cri de Libertéé parte da nossa carne, é uma fração da extensa riqueza cultural que nós temos aqui no nosso país, o qual sou completamente apaixonado. Viva o funk, vida longa a todas as pessoas que fazem o funk desde antes de ter sua própria alcunha, viva todas as vertentes culturais que têm raízes profundas em nossa ancestralidade e antropofagia. Um viva especial a todos nós, vetores de nossas próprias histórias. VIVA O BRASIL!!! ✍🏽🇧🇷🕊️

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Um dos meus maiores sonhos quando furei a bolha da educação superior no Brasil foi ter em minhas mãos a responsabilidade de assumir grandes projetos como esse.Sempre acreditei no poder das referências que eu podia tocar, aquelas que só da gente ver já sabe da onde vem, que tocam nossa vivência como brasileiros, suburbanos, favelados e abastados. O poder gráfico popular e da cultura brasileira jamais devem ser subestimados! Minha prática de design sempre falou sobre soberania visual nacional, desde quando comecei meus estudos nas magias visuais. Eu gosto de fazer o que sou e eu sou brasileiro pra caralho. Você também deveria se sentir assim.
BAILE FUNK: Un Cri de Libertéé parte da nossa carne, é uma fração da extensa riqueza cultural que nós temos aqui no nosso país, o qual sou completamente apaixonado. Viva o funk, vida longa a todas as pessoas que fazem o funk desde antes de ter sua própria alcunha, viva todas as vertentes culturais que têm raízes profundas em nossa ancestralidade e antropofagia. Um viva especial a todos nós, vetores de nossas próprias histórias. VIVA O BRASIL!!! ✍🏽🇧🇷🕊️

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BAILE FUNK: Un Cri de Libertéé parte da nossa carne, é uma fração da extensa riqueza cultural que nós temos aqui no nosso país, o qual sou completamente apaixonado. Viva o funk, vida longa a todas as pessoas que fazem o funk desde antes de ter sua própria alcunha, viva todas as vertentes culturais que têm raízes profundas em nossa ancestralidade e antropofagia. Um viva especial a todos nós, vetores de nossas próprias histórias. VIVA O BRASIL!!! ✍🏽🇧🇷🕊️

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BAILE FUNK: Un Cri de Libertéé parte da nossa carne, é uma fração da extensa riqueza cultural que nós temos aqui no nosso país, o qual sou completamente apaixonado. Viva o funk, vida longa a todas as pessoas que fazem o funk desde antes de ter sua própria alcunha, viva todas as vertentes culturais que têm raízes profundas em nossa ancestralidade e antropofagia. Um viva especial a todos nós, vetores de nossas próprias histórias. VIVA O BRASIL!!! ✍🏽🇧🇷🕊️

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De tanto estudar, praticar, acreditar e semear, colho em 2025 o fruto de 9 anos fazendo feitiços para os olhos. BAILE FUNK: Un Cri de Liberté é uma extensão da responsa que assumi quando fui convidado pelo @museudeartedorio para ser o designer responsável pela identidade visual e sistemas gráficos de comunicação da exposição que ocuparia a galeria principal do museu entitulada de FUNK: Um Grito de Ousadia e liberdade. Ela estreara no coração do Rio de Janeiro em setembro de 2023 quebrando expectativas da crítica, batendo records de público e se consagrando a exposição com a mais longa duração desde a fundação do MAR.
Um dos meus maiores sonhos quando furei a bolha da educação superior no Brasil foi ter em minhas mãos a responsabilidade de assumir grandes projetos como esse.Sempre acreditei no poder das referências que eu podia tocar, aquelas que só da gente ver já sabe da onde vem, que tocam nossa vivência como brasileiros, suburbanos, favelados e abastados. O poder gráfico popular e da cultura brasileira jamais devem ser subestimados! Minha prática de design sempre falou sobre soberania visual nacional, desde quando comecei meus estudos nas magias visuais. Eu gosto de fazer o que sou e eu sou brasileiro pra caralho. Você também deveria se sentir assim.
BAILE FUNK: Un Cri de Libertéé parte da nossa carne, é uma fração da extensa riqueza cultural que nós temos aqui no nosso país, o qual sou completamente apaixonado. Viva o funk, vida longa a todas as pessoas que fazem o funk desde antes de ter sua própria alcunha, viva todas as vertentes culturais que têm raízes profundas em nossa ancestralidade e antropofagia. Um viva especial a todos nós, vetores de nossas próprias histórias. VIVA O BRASIL!!! ✍🏽🇧🇷🕊️
É o que eu sempre digo: Referência boa é aquela que você pode tocar, cheirar, sentir a textura no tato, com símbolos e signos que fazem parte do seu dia-a-dia. Nesse projeto tive a oportunidade de ousar e sonhar junto com o @museudeartedorio num movimento de trem bala que quebrou tudo no Rio e agora desponta do outro lado do oceano fazendo história mais uma vez, só que agora em solo francês com o braço forte da @lille3000.
De tanto estudar, praticar, acreditar e semear, colho em 2025 o fruto de 9 anos fazendo feitiços para os olhos. BAILE FUNK: Un Cri de Liberté é uma extensão da responsa que assumi quando fui convidado pelo @museudeartedorio para ser o designer responsável pela identidade visual e sistemas gráficos de comunicação da exposição que ocuparia a galeria principal do museu entitulada de FUNK: Um Grito de Ousadia e liberdade. Ela estreara no coração do Rio de Janeiro em setembro de 2023 quebrando expectativas da crítica, batendo records de público e se consagrando a exposição com a mais longa duração desde a fundação do MAR.
Um dos meus maiores sonhos quando furei a bolha da educação superior no Brasil foi ter em minhas mãos a responsabilidade de assumir grandes projetos como esse.Sempre acreditei no poder das referências que eu podia tocar, aquelas que só da gente ver já sabe da onde vem, que tocam nossa vivência como brasileiros, suburbanos, favelados e abastados. O poder gráfico popular e da cultura brasileira jamais devem ser subestimados! Minha prática de design sempre falou sobre soberania visual nacional, desde quando comecei meus estudos nas magias visuais. Eu gosto de fazer o que sou e eu sou brasileiro pra caralho. Você também deveria se sentir assim.
BAILE FUNK: Un Cri de Libertéé parte da nossa carne, é uma fração da extensa riqueza cultural que nós temos aqui no nosso país, o qual sou completamente apaixonado. Viva o funk, vida longa a todas as pessoas que fazem o funk desde antes de ter sua própria alcunha, viva todas as vertentes culturais que têm raízes profundas em nossa ancestralidade e antropofagia. Um viva especial a todos nós, vetores de nossas próprias histórias. VIVA O BRASIL!!! ✍🏽🇧🇷🕊️

É o que eu sempre digo: Referência boa é aquela que você pode tocar, cheirar, sentir a textura no tato, com símbolos e signos que fazem parte do seu dia-a-dia. Nesse projeto tive a oportunidade de ousar e sonhar junto com o @museudeartedorio num movimento de trem bala que quebrou tudo no Rio e agora desponta do outro lado do oceano fazendo história mais uma vez, só que agora em solo francês com o braço forte da @lille3000.
De tanto estudar, praticar, acreditar e semear, colho em 2025 o fruto de 9 anos fazendo feitiços para os olhos. BAILE FUNK: Un Cri de Liberté é uma extensão da responsa que assumi quando fui convidado pelo @museudeartedorio para ser o designer responsável pela identidade visual e sistemas gráficos de comunicação da exposição que ocuparia a galeria principal do museu entitulada de FUNK: Um Grito de Ousadia e liberdade. Ela estreara no coração do Rio de Janeiro em setembro de 2023 quebrando expectativas da crítica, batendo records de público e se consagrando a exposição com a mais longa duração desde a fundação do MAR.
Um dos meus maiores sonhos quando furei a bolha da educação superior no Brasil foi ter em minhas mãos a responsabilidade de assumir grandes projetos como esse.Sempre acreditei no poder das referências que eu podia tocar, aquelas que só da gente ver já sabe da onde vem, que tocam nossa vivência como brasileiros, suburbanos, favelados e abastados. O poder gráfico popular e da cultura brasileira jamais devem ser subestimados! Minha prática de design sempre falou sobre soberania visual nacional, desde quando comecei meus estudos nas magias visuais. Eu gosto de fazer o que sou e eu sou brasileiro pra caralho. Você também deveria se sentir assim.
BAILE FUNK: Un Cri de Libertéé parte da nossa carne, é uma fração da extensa riqueza cultural que nós temos aqui no nosso país, o qual sou completamente apaixonado. Viva o funk, vida longa a todas as pessoas que fazem o funk desde antes de ter sua própria alcunha, viva todas as vertentes culturais que têm raízes profundas em nossa ancestralidade e antropofagia. Um viva especial a todos nós, vetores de nossas próprias histórias. VIVA O BRASIL!!! ✍🏽🇧🇷🕊️

Arte, Cidade e Cultura: Como @soletrabraba resgata a identidade visual do Brasil.
Das vivências entre Recife e Rio, Ívanno absorveu a cultura nordestina e o ritmo das ruas além da potência do design como forma de expressão. Com enfoque na ocupação artística de espaços urbanos com trabalhos que misturam design, arte e identidade brasileira, Ívanno vem trazendo uma abordagem autêntica e marcante para a cena visual.
Além de exposições, ele ainda está envolvido em projetos editoriais e colaborações com marcas e artistas que têm um olhar singular sobre a cultura visual do Brasil. Seu objetivo é a expansão do alcance do design brasileiro para além dos espaços tradicionais, mostrando que a nossa identidade gráfica pode, também, ser referência global.
Conversamos com Ívanno sobre suas inspirações, processos criativos e o impacto de sua arte na paisagem urbana. Confira a matéria completa em nosso site através do link na bio.
Fotos por @alnereis @felipecombo @commarinhoo

Arte, Cidade e Cultura: Como @soletrabraba resgata a identidade visual do Brasil.
Das vivências entre Recife e Rio, Ívanno absorveu a cultura nordestina e o ritmo das ruas além da potência do design como forma de expressão. Com enfoque na ocupação artística de espaços urbanos com trabalhos que misturam design, arte e identidade brasileira, Ívanno vem trazendo uma abordagem autêntica e marcante para a cena visual.
Além de exposições, ele ainda está envolvido em projetos editoriais e colaborações com marcas e artistas que têm um olhar singular sobre a cultura visual do Brasil. Seu objetivo é a expansão do alcance do design brasileiro para além dos espaços tradicionais, mostrando que a nossa identidade gráfica pode, também, ser referência global.
Conversamos com Ívanno sobre suas inspirações, processos criativos e o impacto de sua arte na paisagem urbana. Confira a matéria completa em nosso site através do link na bio.
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Além de exposições, ele ainda está envolvido em projetos editoriais e colaborações com marcas e artistas que têm um olhar singular sobre a cultura visual do Brasil. Seu objetivo é a expansão do alcance do design brasileiro para além dos espaços tradicionais, mostrando que a nossa identidade gráfica pode, também, ser referência global.
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Além de exposições, ele ainda está envolvido em projetos editoriais e colaborações com marcas e artistas que têm um olhar singular sobre a cultura visual do Brasil. Seu objetivo é a expansão do alcance do design brasileiro para além dos espaços tradicionais, mostrando que a nossa identidade gráfica pode, também, ser referência global.
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Além de exposições, ele ainda está envolvido em projetos editoriais e colaborações com marcas e artistas que têm um olhar singular sobre a cultura visual do Brasil. Seu objetivo é a expansão do alcance do design brasileiro para além dos espaços tradicionais, mostrando que a nossa identidade gráfica pode, também, ser referência global.
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Além de exposições, ele ainda está envolvido em projetos editoriais e colaborações com marcas e artistas que têm um olhar singular sobre a cultura visual do Brasil. Seu objetivo é a expansão do alcance do design brasileiro para além dos espaços tradicionais, mostrando que a nossa identidade gráfica pode, também, ser referência global.
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Além de exposições, ele ainda está envolvido em projetos editoriais e colaborações com marcas e artistas que têm um olhar singular sobre a cultura visual do Brasil. Seu objetivo é a expansão do alcance do design brasileiro para além dos espaços tradicionais, mostrando que a nossa identidade gráfica pode, também, ser referência global.
Conversamos com Ívanno sobre suas inspirações, processos criativos e o impacto de sua arte na paisagem urbana. Confira a matéria completa em nosso site através do link na bio.
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Arte, Cidade e Cultura: Como @soletrabraba resgata a identidade visual do Brasil.
Das vivências entre Recife e Rio, Ívanno absorveu a cultura nordestina e o ritmo das ruas além da potência do design como forma de expressão. Com enfoque na ocupação artística de espaços urbanos com trabalhos que misturam design, arte e identidade brasileira, Ívanno vem trazendo uma abordagem autêntica e marcante para a cena visual.
Além de exposições, ele ainda está envolvido em projetos editoriais e colaborações com marcas e artistas que têm um olhar singular sobre a cultura visual do Brasil. Seu objetivo é a expansão do alcance do design brasileiro para além dos espaços tradicionais, mostrando que a nossa identidade gráfica pode, também, ser referência global.
Conversamos com Ívanno sobre suas inspirações, processos criativos e o impacto de sua arte na paisagem urbana. Confira a matéria completa em nosso site através do link na bio.
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Salve! Aos guerreiros de todos os dias, deste, e de outros planos e ao fim de quem nos oprime 🕊️
Uma releitura simbólica, sincrética e antropofágica da obra de V. Menshikov, 1945 (URSS)
Viva a cultura insistentemente popular!

Salve! Aos guerreiros de todos os dias, deste, e de outros planos e ao fim de quem nos oprime 🕊️
Uma releitura simbólica, sincrética e antropofágica da obra de V. Menshikov, 1945 (URSS)
Viva a cultura insistentemente popular!

Eu acredito na utopia de um Brasil que nos pertence por inteiro. “CRIA. & FAIXA” faz parte da construção desse país que já existe aos olhos do meu coração.
Nessa semana fui convidado por alunos da 6ª disciplina de projeto em Design da PUC-Rio para participar da Semana dAD, promovida pelo Departamento de Artes e Design. Como a palavra tema do projeto é “Ressignificar”, esses alunos se inclinaram a desenvolver uma pesquisa que envolve visualidades populares cariocas e práticas gráficas presentes no cotidiano da cidade.
@oedup, @g.alvadesign, @mariana.brazzz e @jufernandes.br são, assim como eu, bolsistas e atentos ao mundo que nos cerca. Na faculdade, sentem falta de perspectivas e práticas que são pertencentes ao universo gráfico brasileiro para além das referências europeias e norte-americanas. Por isso, se empenharam em conhecer o trabalho e a vivência do Seu Gerson, um letrista popular que atende a área da favela da Rocinha e que infelizmente não pôde estar presente conosco. Embora ausente de corpo, Seu Gerson foi peça fundamental para que a oficina “CRIA & FAIXA” existisse.
Colaborar na formação de cabeças pensantes é uma das muitas realizações que meu eu estudante e recém bolsista PROUNI em 2015 se empenhava em alcançar. Participar dessa oficina e compartilhar os conhecimentos que adquiri entre a favela/periferia/subúrbio e o centro, a migração nordeste/sudeste, o design, a letra de mercado, a letra de rua, a pixação, o grafite e meu amor incondicional por contribuir com o imaginário popular brasileiro é o que me nutre a alma, a cabeça e o coração.
Ver que cada vez mais os estudantes estão interessados em abordar as partes belas e interessantes de suas próprias realidades na academia e que eles enxergam em mim uma possível ponte pra ajudar a construir esse espaço é meu combustível pra continuar acreditando.
Por isso digo e repito que acredito na utopia de um Brasil que nos pertence por inteiro. “CRIA. & FAIXA” faz parte da construção desse país que já existe aos olhos do meu coração.

Eu acredito na utopia de um Brasil que nos pertence por inteiro. “CRIA. & FAIXA” faz parte da construção desse país que já existe aos olhos do meu coração.
Nessa semana fui convidado por alunos da 6ª disciplina de projeto em Design da PUC-Rio para participar da Semana dAD, promovida pelo Departamento de Artes e Design. Como a palavra tema do projeto é “Ressignificar”, esses alunos se inclinaram a desenvolver uma pesquisa que envolve visualidades populares cariocas e práticas gráficas presentes no cotidiano da cidade.
@oedup, @g.alvadesign, @mariana.brazzz e @jufernandes.br são, assim como eu, bolsistas e atentos ao mundo que nos cerca. Na faculdade, sentem falta de perspectivas e práticas que são pertencentes ao universo gráfico brasileiro para além das referências europeias e norte-americanas. Por isso, se empenharam em conhecer o trabalho e a vivência do Seu Gerson, um letrista popular que atende a área da favela da Rocinha e que infelizmente não pôde estar presente conosco. Embora ausente de corpo, Seu Gerson foi peça fundamental para que a oficina “CRIA & FAIXA” existisse.
Colaborar na formação de cabeças pensantes é uma das muitas realizações que meu eu estudante e recém bolsista PROUNI em 2015 se empenhava em alcançar. Participar dessa oficina e compartilhar os conhecimentos que adquiri entre a favela/periferia/subúrbio e o centro, a migração nordeste/sudeste, o design, a letra de mercado, a letra de rua, a pixação, o grafite e meu amor incondicional por contribuir com o imaginário popular brasileiro é o que me nutre a alma, a cabeça e o coração.
Ver que cada vez mais os estudantes estão interessados em abordar as partes belas e interessantes de suas próprias realidades na academia e que eles enxergam em mim uma possível ponte pra ajudar a construir esse espaço é meu combustível pra continuar acreditando.
Por isso digo e repito que acredito na utopia de um Brasil que nos pertence por inteiro. “CRIA. & FAIXA” faz parte da construção desse país que já existe aos olhos do meu coração.
Eu acredito na utopia de um Brasil que nos pertence por inteiro. “CRIA. & FAIXA” faz parte da construção desse país que já existe aos olhos do meu coração.
Nessa semana fui convidado por alunos da 6ª disciplina de projeto em Design da PUC-Rio para participar da Semana dAD, promovida pelo Departamento de Artes e Design. Como a palavra tema do projeto é “Ressignificar”, esses alunos se inclinaram a desenvolver uma pesquisa que envolve visualidades populares cariocas e práticas gráficas presentes no cotidiano da cidade.
@oedup, @g.alvadesign, @mariana.brazzz e @jufernandes.br são, assim como eu, bolsistas e atentos ao mundo que nos cerca. Na faculdade, sentem falta de perspectivas e práticas que são pertencentes ao universo gráfico brasileiro para além das referências europeias e norte-americanas. Por isso, se empenharam em conhecer o trabalho e a vivência do Seu Gerson, um letrista popular que atende a área da favela da Rocinha e que infelizmente não pôde estar presente conosco. Embora ausente de corpo, Seu Gerson foi peça fundamental para que a oficina “CRIA & FAIXA” existisse.
Colaborar na formação de cabeças pensantes é uma das muitas realizações que meu eu estudante e recém bolsista PROUNI em 2015 se empenhava em alcançar. Participar dessa oficina e compartilhar os conhecimentos que adquiri entre a favela/periferia/subúrbio e o centro, a migração nordeste/sudeste, o design, a letra de mercado, a letra de rua, a pixação, o grafite e meu amor incondicional por contribuir com o imaginário popular brasileiro é o que me nutre a alma, a cabeça e o coração.
Ver que cada vez mais os estudantes estão interessados em abordar as partes belas e interessantes de suas próprias realidades na academia e que eles enxergam em mim uma possível ponte pra ajudar a construir esse espaço é meu combustível pra continuar acreditando.
Por isso digo e repito que acredito na utopia de um Brasil que nos pertence por inteiro. “CRIA. & FAIXA” faz parte da construção desse país que já existe aos olhos do meu coração.

Eu acredito na utopia de um Brasil que nos pertence por inteiro. “CRIA. & FAIXA” faz parte da construção desse país que já existe aos olhos do meu coração.
Nessa semana fui convidado por alunos da 6ª disciplina de projeto em Design da PUC-Rio para participar da Semana dAD, promovida pelo Departamento de Artes e Design. Como a palavra tema do projeto é “Ressignificar”, esses alunos se inclinaram a desenvolver uma pesquisa que envolve visualidades populares cariocas e práticas gráficas presentes no cotidiano da cidade.
@oedup, @g.alvadesign, @mariana.brazzz e @jufernandes.br são, assim como eu, bolsistas e atentos ao mundo que nos cerca. Na faculdade, sentem falta de perspectivas e práticas que são pertencentes ao universo gráfico brasileiro para além das referências europeias e norte-americanas. Por isso, se empenharam em conhecer o trabalho e a vivência do Seu Gerson, um letrista popular que atende a área da favela da Rocinha e que infelizmente não pôde estar presente conosco. Embora ausente de corpo, Seu Gerson foi peça fundamental para que a oficina “CRIA & FAIXA” existisse.
Colaborar na formação de cabeças pensantes é uma das muitas realizações que meu eu estudante e recém bolsista PROUNI em 2015 se empenhava em alcançar. Participar dessa oficina e compartilhar os conhecimentos que adquiri entre a favela/periferia/subúrbio e o centro, a migração nordeste/sudeste, o design, a letra de mercado, a letra de rua, a pixação, o grafite e meu amor incondicional por contribuir com o imaginário popular brasileiro é o que me nutre a alma, a cabeça e o coração.
Ver que cada vez mais os estudantes estão interessados em abordar as partes belas e interessantes de suas próprias realidades na academia e que eles enxergam em mim uma possível ponte pra ajudar a construir esse espaço é meu combustível pra continuar acreditando.
Por isso digo e repito que acredito na utopia de um Brasil que nos pertence por inteiro. “CRIA. & FAIXA” faz parte da construção desse país que já existe aos olhos do meu coração.
Eu acredito na utopia de um Brasil que nos pertence por inteiro. “CRIA. & FAIXA” faz parte da construção desse país que já existe aos olhos do meu coração.
Nessa semana fui convidado por alunos da 6ª disciplina de projeto em Design da PUC-Rio para participar da Semana dAD, promovida pelo Departamento de Artes e Design. Como a palavra tema do projeto é “Ressignificar”, esses alunos se inclinaram a desenvolver uma pesquisa que envolve visualidades populares cariocas e práticas gráficas presentes no cotidiano da cidade.
@oedup, @g.alvadesign, @mariana.brazzz e @jufernandes.br são, assim como eu, bolsistas e atentos ao mundo que nos cerca. Na faculdade, sentem falta de perspectivas e práticas que são pertencentes ao universo gráfico brasileiro para além das referências europeias e norte-americanas. Por isso, se empenharam em conhecer o trabalho e a vivência do Seu Gerson, um letrista popular que atende a área da favela da Rocinha e que infelizmente não pôde estar presente conosco. Embora ausente de corpo, Seu Gerson foi peça fundamental para que a oficina “CRIA & FAIXA” existisse.
Colaborar na formação de cabeças pensantes é uma das muitas realizações que meu eu estudante e recém bolsista PROUNI em 2015 se empenhava em alcançar. Participar dessa oficina e compartilhar os conhecimentos que adquiri entre a favela/periferia/subúrbio e o centro, a migração nordeste/sudeste, o design, a letra de mercado, a letra de rua, a pixação, o grafite e meu amor incondicional por contribuir com o imaginário popular brasileiro é o que me nutre a alma, a cabeça e o coração.
Ver que cada vez mais os estudantes estão interessados em abordar as partes belas e interessantes de suas próprias realidades na academia e que eles enxergam em mim uma possível ponte pra ajudar a construir esse espaço é meu combustível pra continuar acreditando.
Por isso digo e repito que acredito na utopia de um Brasil que nos pertence por inteiro. “CRIA. & FAIXA” faz parte da construção desse país que já existe aos olhos do meu coração.
Eu acredito na utopia de um Brasil que nos pertence por inteiro. “CRIA. & FAIXA” faz parte da construção desse país que já existe aos olhos do meu coração.
Nessa semana fui convidado por alunos da 6ª disciplina de projeto em Design da PUC-Rio para participar da Semana dAD, promovida pelo Departamento de Artes e Design. Como a palavra tema do projeto é “Ressignificar”, esses alunos se inclinaram a desenvolver uma pesquisa que envolve visualidades populares cariocas e práticas gráficas presentes no cotidiano da cidade.
@oedup, @g.alvadesign, @mariana.brazzz e @jufernandes.br são, assim como eu, bolsistas e atentos ao mundo que nos cerca. Na faculdade, sentem falta de perspectivas e práticas que são pertencentes ao universo gráfico brasileiro para além das referências europeias e norte-americanas. Por isso, se empenharam em conhecer o trabalho e a vivência do Seu Gerson, um letrista popular que atende a área da favela da Rocinha e que infelizmente não pôde estar presente conosco. Embora ausente de corpo, Seu Gerson foi peça fundamental para que a oficina “CRIA & FAIXA” existisse.
Colaborar na formação de cabeças pensantes é uma das muitas realizações que meu eu estudante e recém bolsista PROUNI em 2015 se empenhava em alcançar. Participar dessa oficina e compartilhar os conhecimentos que adquiri entre a favela/periferia/subúrbio e o centro, a migração nordeste/sudeste, o design, a letra de mercado, a letra de rua, a pixação, o grafite e meu amor incondicional por contribuir com o imaginário popular brasileiro é o que me nutre a alma, a cabeça e o coração.
Ver que cada vez mais os estudantes estão interessados em abordar as partes belas e interessantes de suas próprias realidades na academia e que eles enxergam em mim uma possível ponte pra ajudar a construir esse espaço é meu combustível pra continuar acreditando.
Por isso digo e repito que acredito na utopia de um Brasil que nos pertence por inteiro. “CRIA. & FAIXA” faz parte da construção desse país que já existe aos olhos do meu coração.

Eu acredito na utopia de um Brasil que nos pertence por inteiro. “CRIA. & FAIXA” faz parte da construção desse país que já existe aos olhos do meu coração.
Nessa semana fui convidado por alunos da 6ª disciplina de projeto em Design da PUC-Rio para participar da Semana dAD, promovida pelo Departamento de Artes e Design. Como a palavra tema do projeto é “Ressignificar”, esses alunos se inclinaram a desenvolver uma pesquisa que envolve visualidades populares cariocas e práticas gráficas presentes no cotidiano da cidade.
@oedup, @g.alvadesign, @mariana.brazzz e @jufernandes.br são, assim como eu, bolsistas e atentos ao mundo que nos cerca. Na faculdade, sentem falta de perspectivas e práticas que são pertencentes ao universo gráfico brasileiro para além das referências europeias e norte-americanas. Por isso, se empenharam em conhecer o trabalho e a vivência do Seu Gerson, um letrista popular que atende a área da favela da Rocinha e que infelizmente não pôde estar presente conosco. Embora ausente de corpo, Seu Gerson foi peça fundamental para que a oficina “CRIA & FAIXA” existisse.
Colaborar na formação de cabeças pensantes é uma das muitas realizações que meu eu estudante e recém bolsista PROUNI em 2015 se empenhava em alcançar. Participar dessa oficina e compartilhar os conhecimentos que adquiri entre a favela/periferia/subúrbio e o centro, a migração nordeste/sudeste, o design, a letra de mercado, a letra de rua, a pixação, o grafite e meu amor incondicional por contribuir com o imaginário popular brasileiro é o que me nutre a alma, a cabeça e o coração.
Ver que cada vez mais os estudantes estão interessados em abordar as partes belas e interessantes de suas próprias realidades na academia e que eles enxergam em mim uma possível ponte pra ajudar a construir esse espaço é meu combustível pra continuar acreditando.
Por isso digo e repito que acredito na utopia de um Brasil que nos pertence por inteiro. “CRIA. & FAIXA” faz parte da construção desse país que já existe aos olhos do meu coração.
Eu acredito na utopia de um Brasil que nos pertence por inteiro. “CRIA. & FAIXA” faz parte da construção desse país que já existe aos olhos do meu coração.
Nessa semana fui convidado por alunos da 6ª disciplina de projeto em Design da PUC-Rio para participar da Semana dAD, promovida pelo Departamento de Artes e Design. Como a palavra tema do projeto é “Ressignificar”, esses alunos se inclinaram a desenvolver uma pesquisa que envolve visualidades populares cariocas e práticas gráficas presentes no cotidiano da cidade.
@oedup, @g.alvadesign, @mariana.brazzz e @jufernandes.br são, assim como eu, bolsistas e atentos ao mundo que nos cerca. Na faculdade, sentem falta de perspectivas e práticas que são pertencentes ao universo gráfico brasileiro para além das referências europeias e norte-americanas. Por isso, se empenharam em conhecer o trabalho e a vivência do Seu Gerson, um letrista popular que atende a área da favela da Rocinha e que infelizmente não pôde estar presente conosco. Embora ausente de corpo, Seu Gerson foi peça fundamental para que a oficina “CRIA & FAIXA” existisse.
Colaborar na formação de cabeças pensantes é uma das muitas realizações que meu eu estudante e recém bolsista PROUNI em 2015 se empenhava em alcançar. Participar dessa oficina e compartilhar os conhecimentos que adquiri entre a favela/periferia/subúrbio e o centro, a migração nordeste/sudeste, o design, a letra de mercado, a letra de rua, a pixação, o grafite e meu amor incondicional por contribuir com o imaginário popular brasileiro é o que me nutre a alma, a cabeça e o coração.
Ver que cada vez mais os estudantes estão interessados em abordar as partes belas e interessantes de suas próprias realidades na academia e que eles enxergam em mim uma possível ponte pra ajudar a construir esse espaço é meu combustível pra continuar acreditando.
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Eu acredito na utopia de um Brasil que nos pertence por inteiro. “CRIA. & FAIXA” faz parte da construção desse país que já existe aos olhos do meu coração.
Nessa semana fui convidado por alunos da 6ª disciplina de projeto em Design da PUC-Rio para participar da Semana dAD, promovida pelo Departamento de Artes e Design. Como a palavra tema do projeto é “Ressignificar”, esses alunos se inclinaram a desenvolver uma pesquisa que envolve visualidades populares cariocas e práticas gráficas presentes no cotidiano da cidade.
@oedup, @g.alvadesign, @mariana.brazzz e @jufernandes.br são, assim como eu, bolsistas e atentos ao mundo que nos cerca. Na faculdade, sentem falta de perspectivas e práticas que são pertencentes ao universo gráfico brasileiro para além das referências europeias e norte-americanas. Por isso, se empenharam em conhecer o trabalho e a vivência do Seu Gerson, um letrista popular que atende a área da favela da Rocinha e que infelizmente não pôde estar presente conosco. Embora ausente de corpo, Seu Gerson foi peça fundamental para que a oficina “CRIA & FAIXA” existisse.
Colaborar na formação de cabeças pensantes é uma das muitas realizações que meu eu estudante e recém bolsista PROUNI em 2015 se empenhava em alcançar. Participar dessa oficina e compartilhar os conhecimentos que adquiri entre a favela/periferia/subúrbio e o centro, a migração nordeste/sudeste, o design, a letra de mercado, a letra de rua, a pixação, o grafite e meu amor incondicional por contribuir com o imaginário popular brasileiro é o que me nutre a alma, a cabeça e o coração.
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Ver que cada vez mais os estudantes estão interessados em abordar as partes belas e interessantes de suas próprias realidades na academia e que eles enxergam em mim uma possível ponte pra ajudar a construir esse espaço é meu combustível pra continuar acreditando.
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Amanhã, dia 13, às 11h, acontece a CRIA & FAIXA — uma oficina coletiva de pintura de faixa com Ívanno José - @soletrabraba
A ideia nasceu a partir de uma pesquisa sobre design vernacular no Rio, valorizando as manifestações visuais do dia a dia: com improviso, criatividade e muita identidade cultural.
A CRIA & FAIXA é um convite pra viver isso na prática — de forma coletiva, aberta e acessível.
📍 No Beco, ao lado do dAD, na PUC-Rio
🗓 13 de maio, das 11h às 13h
🎨 15 vagas, por ordem de chegada
✅ Gratuito e aberto ao público
Chega junto pra pintar, trocar ideia e criar coletivamente. ⭐️

Finalmente uma Semana de Modéstia no Rio.
Obrigado @oak.peak 🌰
📸 @eon.bill // @chikopg // @ivannojosebrabo

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Obrigado @oak.peak 🌰
📸 @eon.bill // @chikopg // @ivannojosebrabo

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Letras Brabas + Adornos de Barroco Pixado + Projeto de Capa para a mixtape “Soundboy Sonidero” do @chediak.club. Um deleite para os olhos/ouvidos curiosos. Detalhe: não sou eu quem tá falando, é o povo que diz. E se é o povo que diz, é a voz de Deus. E todo mundo sabe que Deus é brasileiro, então… ✍🏽🇧🇷🕊️
Letras Brabas + Adornos de Barroco Pixado + Projeto de Capa para a mixtape “Soundboy Sonidero” do @chediak.club. Um deleite para os olhos/ouvidos curiosos. Detalhe: não sou eu quem tá falando, é o povo que diz. E se é o povo que diz, é a voz de Deus. E todo mundo sabe que Deus é brasileiro, então… ✍🏽🇧🇷🕊️

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Esse é um post de agradecimento público a @radar_artesvisuais por me ensinar, nutrir e por ter abraçado minha complexidade artística ao longo desses quase dois anos de aproximação. É uma relação que me emociona.
A Radar, desde o dia zero, foi e continua sendo um lugar muito fértil e verdadeiro quando o assunto é arte, gente e encontros. As diferenças lá são tão reais quanto as semelhanças e, ao meu ver, isso faz toda a diferença no aprendizado descentralizado sobre arte contemporânea. Agregou à minha experiência humana uma carga muito potente de realizações pelas experimentações que produzi e continuo produzindo ao longo desse tempo, pelos papos retos sobre vida e arte, pelas exposições/experiências coletivas e também pelas conexões com outros jovens artistas de todas as partes do Rio de Janeiro.
Viva a @radar_artesvisuais, viva os mestres @carlosbobi e @ze_angel_perez pela trajetória como pessoas reais, pela generosidade e pela coragem de construírem uma escola disruptiva e necessária. Viva o @chikopg que também faz parte disso pela partilha de sua bagagem, orientações, chacoalhadas e escuta aberta no processo. Viva meus amigos próximos e distantes que fiz ao longo dessa trajetória. Vocês fazem parte da minha vida ❤️ Muito obrigado 🕊️
Esse é um post de agradecimento público a @radar_artesvisuais por me ensinar, nutrir e por ter abraçado minha complexidade artística ao longo desses quase dois anos de aproximação. É uma relação que me emociona.
A Radar, desde o dia zero, foi e continua sendo um lugar muito fértil e verdadeiro quando o assunto é arte, gente e encontros. As diferenças lá são tão reais quanto as semelhanças e, ao meu ver, isso faz toda a diferença no aprendizado descentralizado sobre arte contemporânea. Agregou à minha experiência humana uma carga muito potente de realizações pelas experimentações que produzi e continuo produzindo ao longo desse tempo, pelos papos retos sobre vida e arte, pelas exposições/experiências coletivas e também pelas conexões com outros jovens artistas de todas as partes do Rio de Janeiro.
Viva a @radar_artesvisuais, viva os mestres @carlosbobi e @ze_angel_perez pela trajetória como pessoas reais, pela generosidade e pela coragem de construírem uma escola disruptiva e necessária. Viva o @chikopg que também faz parte disso pela partilha de sua bagagem, orientações, chacoalhadas e escuta aberta no processo. Viva meus amigos próximos e distantes que fiz ao longo dessa trajetória. Vocês fazem parte da minha vida ❤️ Muito obrigado 🕊️
Esse é um post de agradecimento público a @radar_artesvisuais por me ensinar, nutrir e por ter abraçado minha complexidade artística ao longo desses quase dois anos de aproximação. É uma relação que me emociona.
A Radar, desde o dia zero, foi e continua sendo um lugar muito fértil e verdadeiro quando o assunto é arte, gente e encontros. As diferenças lá são tão reais quanto as semelhanças e, ao meu ver, isso faz toda a diferença no aprendizado descentralizado sobre arte contemporânea. Agregou à minha experiência humana uma carga muito potente de realizações pelas experimentações que produzi e continuo produzindo ao longo desse tempo, pelos papos retos sobre vida e arte, pelas exposições/experiências coletivas e também pelas conexões com outros jovens artistas de todas as partes do Rio de Janeiro.
Viva a @radar_artesvisuais, viva os mestres @carlosbobi e @ze_angel_perez pela trajetória como pessoas reais, pela generosidade e pela coragem de construírem uma escola disruptiva e necessária. Viva o @chikopg que também faz parte disso pela partilha de sua bagagem, orientações, chacoalhadas e escuta aberta no processo. Viva meus amigos próximos e distantes que fiz ao longo dessa trajetória. Vocês fazem parte da minha vida ❤️ Muito obrigado 🕊️
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Viva a @radar_artesvisuais, viva os mestres @carlosbobi e @ze_angel_perez pela trajetória como pessoas reais, pela generosidade e pela coragem de construírem uma escola disruptiva e necessária. Viva o @chikopg que também faz parte disso pela partilha de sua bagagem, orientações, chacoalhadas e escuta aberta no processo. Viva meus amigos próximos e distantes que fiz ao longo dessa trajetória. Vocês fazem parte da minha vida ❤️ Muito obrigado 🕊️
Esse é um post de agradecimento público a @radar_artesvisuais por me ensinar, nutrir e por ter abraçado minha complexidade artística ao longo desses quase dois anos de aproximação. É uma relação que me emociona.
A Radar, desde o dia zero, foi e continua sendo um lugar muito fértil e verdadeiro quando o assunto é arte, gente e encontros. As diferenças lá são tão reais quanto as semelhanças e, ao meu ver, isso faz toda a diferença no aprendizado descentralizado sobre arte contemporânea. Agregou à minha experiência humana uma carga muito potente de realizações pelas experimentações que produzi e continuo produzindo ao longo desse tempo, pelos papos retos sobre vida e arte, pelas exposições/experiências coletivas e também pelas conexões com outros jovens artistas de todas as partes do Rio de Janeiro.
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Uma imagem vale mais que mil palavras, então também gera muitas interpretações. Essa, em específico, sobre um cartaz específico de um evento específico me trouxeram reflexões específicas. Afinal de contas, toda imagem é política, assim como toda imagem é um livro. Vem ler essa comigo.

Estamos muito felizes em anunciar o nosso novo palestrante: Ívanno José Brabo, o Só Letra Braba!
Ívanno José Brabo, conhecido como Só Letra Braba, é designer, letrista e artista, nascido na periferia de Recife (Ibura de Baixo) e criado no interior do Rio de Janeiro (Itaboraí, Complexo da Reta). Seu trabalho enaltece a cultura visual e a riqueza gráfica das periferias e subúrbios brasileiros, focando nas relações sociais, música e na sabedoria popular. Aborda em seu trabalho vivências sentimentais e existenciais por meio da escrita tipográfica de rua, geometria e a paisagem gráfica caótica. Ainda enquanto estudante, foi vencedor do LAD Awards 2021 com o projeto de cartazes animados “Funk em movimento” e também foi finalista em 2022 com sua série “Tudo é suporte, suporte é tudo”. Já colaborou em projetos com a Globo (Vai que Cola 11ª temporada), Som Livre (Sabotage 50 anos e Sabotype), Museu de Arte do Rio e Lille3000 (FUNK: Um Grito de Ousadia e Liberdade/ Baile Funk: Un Cri de Liberté), Anitta (A Favela Love Story) e atualmente está em cartaz na exposição Letras e Filetes: memória afetiva e latinidades.
🎟️ O lote 2 tá no ar — corre pra garantir o seu ingresso! O link tá na bio!✌️✨

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Estamos muito felizes em anunciar o nosso novo palestrante: Ívanno José Brabo, o Só Letra Braba!
Ívanno José Brabo, conhecido como Só Letra Braba, é designer, letrista e artista, nascido na periferia de Recife (Ibura de Baixo) e criado no interior do Rio de Janeiro (Itaboraí, Complexo da Reta). Seu trabalho enaltece a cultura visual e a riqueza gráfica das periferias e subúrbios brasileiros, focando nas relações sociais, música e na sabedoria popular. Aborda em seu trabalho vivências sentimentais e existenciais por meio da escrita tipográfica de rua, geometria e a paisagem gráfica caótica. Ainda enquanto estudante, foi vencedor do LAD Awards 2021 com o projeto de cartazes animados “Funk em movimento” e também foi finalista em 2022 com sua série “Tudo é suporte, suporte é tudo”. Já colaborou em projetos com a Globo (Vai que Cola 11ª temporada), Som Livre (Sabotage 50 anos e Sabotype), Museu de Arte do Rio e Lille3000 (FUNK: Um Grito de Ousadia e Liberdade/ Baile Funk: Un Cri de Liberté), Anitta (A Favela Love Story) e atualmente está em cartaz na exposição Letras e Filetes: memória afetiva e latinidades.
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“Sonhar custa caro, desistir custa 01 sonho” - @meetingofavela 2024 na Vila Operária
Vejo essa frase no meu trajeto de casa pro trabalho e do trabalho pra casa na BR-101. Transporto-a para outros lugares, porque da mesma forma que fui impactado por ela, outras pessoas também podem ser.
Parte 1 (sem narração) - FAIXA CONCEITUAL “ATÉ QUE TÁ VALENDO” para o meu mano que em breve estará com álbum novo em todos os streamings @phill.oladele.
No meu estilo de letra, gosto de misturar o que me emociona. Então tem um pouco da liberdade da pixação, a formalidade das letras de mercado (letras populares) e um toque da sofisticação barroca. Muito do meu traço também vem do meu amor platônico juvenil pela Nike. Eu chamo de “haste virgulada”. É aquilo né, nós é favelado e tem muito bom gosto. Letra popular de luxo ✍🏽😉🇧🇷🕊️
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