Red Gris: Crítica Invertida Podcast
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@artesedele

A Gentil Ira da Paliçada Residência artística de Sandra Dinnendahl López no AT AL 609 — Campinas, SP
Em arquitetura militar, a paliçada é uma obra de defesa constituída por estacas de madeira fincadas verticalmente no terreno, ligadas entre si em formato de “X”, formando uma estrutura firme de contenção e resistência. O título evoca essa imagem: a da barreira que se ergue entre países, entre acordos e corpos, entre o que a linguagem oficial enuncia e o que efetivamente acontece.
Através de sua proposta, Sandra investigou as tensões geopolíticas entre Brasil e Paraguai, tendo como fio condutor dois casos emblemáticos: o Anexo C dos acordos da usina hidrelétrica de Itaipu — firmado originalmente em 1973, durante as ditaduras de Médici e Stroessner, e alvo de renegociações que se arrastam décadas à frente — e as negociações trabalhistas em torno da futura fábrica de celulose Paracel S.A., que concentra mão de obra brasileira, nos postos mais qualificados, em território paraguaio. Essas relações evidenciam e remontam à subordinação econômica construída desde o final do século XIX, quando a Guerra da Tríplice Aliança devastou o Paraguai e reconfigurou sua soberania segundo os interesses de Brasil e Argentina.
Agradecemos muito à artista @artesdele pelo compartilhamento de seu trabalho e visão de mundo!
.
Os registros são do acervo da artista

A Gentil Ira da Paliçada Residência artística de Sandra Dinnendahl López no AT AL 609 — Campinas, SP
Em arquitetura militar, a paliçada é uma obra de defesa constituída por estacas de madeira fincadas verticalmente no terreno, ligadas entre si em formato de “X”, formando uma estrutura firme de contenção e resistência. O título evoca essa imagem: a da barreira que se ergue entre países, entre acordos e corpos, entre o que a linguagem oficial enuncia e o que efetivamente acontece.
Através de sua proposta, Sandra investigou as tensões geopolíticas entre Brasil e Paraguai, tendo como fio condutor dois casos emblemáticos: o Anexo C dos acordos da usina hidrelétrica de Itaipu — firmado originalmente em 1973, durante as ditaduras de Médici e Stroessner, e alvo de renegociações que se arrastam décadas à frente — e as negociações trabalhistas em torno da futura fábrica de celulose Paracel S.A., que concentra mão de obra brasileira, nos postos mais qualificados, em território paraguaio. Essas relações evidenciam e remontam à subordinação econômica construída desde o final do século XIX, quando a Guerra da Tríplice Aliança devastou o Paraguai e reconfigurou sua soberania segundo os interesses de Brasil e Argentina.
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Em arquitetura militar, a paliçada é uma obra de defesa constituída por estacas de madeira fincadas verticalmente no terreno, ligadas entre si em formato de “X”, formando uma estrutura firme de contenção e resistência. O título evoca essa imagem: a da barreira que se ergue entre países, entre acordos e corpos, entre o que a linguagem oficial enuncia e o que efetivamente acontece.
Através de sua proposta, Sandra investigou as tensões geopolíticas entre Brasil e Paraguai, tendo como fio condutor dois casos emblemáticos: o Anexo C dos acordos da usina hidrelétrica de Itaipu — firmado originalmente em 1973, durante as ditaduras de Médici e Stroessner, e alvo de renegociações que se arrastam décadas à frente — e as negociações trabalhistas em torno da futura fábrica de celulose Paracel S.A., que concentra mão de obra brasileira, nos postos mais qualificados, em território paraguaio. Essas relações evidenciam e remontam à subordinação econômica construída desde o final do século XIX, quando a Guerra da Tríplice Aliança devastou o Paraguai e reconfigurou sua soberania segundo os interesses de Brasil e Argentina.
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Em arquitetura militar, a paliçada é uma obra de defesa constituída por estacas de madeira fincadas verticalmente no terreno, ligadas entre si em formato de “X”, formando uma estrutura firme de contenção e resistência. O título evoca essa imagem: a da barreira que se ergue entre países, entre acordos e corpos, entre o que a linguagem oficial enuncia e o que efetivamente acontece.
Através de sua proposta, Sandra investigou as tensões geopolíticas entre Brasil e Paraguai, tendo como fio condutor dois casos emblemáticos: o Anexo C dos acordos da usina hidrelétrica de Itaipu — firmado originalmente em 1973, durante as ditaduras de Médici e Stroessner, e alvo de renegociações que se arrastam décadas à frente — e as negociações trabalhistas em torno da futura fábrica de celulose Paracel S.A., que concentra mão de obra brasileira, nos postos mais qualificados, em território paraguaio. Essas relações evidenciam e remontam à subordinação econômica construída desde o final do século XIX, quando a Guerra da Tríplice Aliança devastou o Paraguai e reconfigurou sua soberania segundo os interesses de Brasil e Argentina.
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Em arquitetura militar, a paliçada é uma obra de defesa constituída por estacas de madeira fincadas verticalmente no terreno, ligadas entre si em formato de “X”, formando uma estrutura firme de contenção e resistência. O título evoca essa imagem: a da barreira que se ergue entre países, entre acordos e corpos, entre o que a linguagem oficial enuncia e o que efetivamente acontece.
Através de sua proposta, Sandra investigou as tensões geopolíticas entre Brasil e Paraguai, tendo como fio condutor dois casos emblemáticos: o Anexo C dos acordos da usina hidrelétrica de Itaipu — firmado originalmente em 1973, durante as ditaduras de Médici e Stroessner, e alvo de renegociações que se arrastam décadas à frente — e as negociações trabalhistas em torno da futura fábrica de celulose Paracel S.A., que concentra mão de obra brasileira, nos postos mais qualificados, em território paraguaio. Essas relações evidenciam e remontam à subordinação econômica construída desde o final do século XIX, quando a Guerra da Tríplice Aliança devastou o Paraguai e reconfigurou sua soberania segundo os interesses de Brasil e Argentina.
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Através de sua proposta, Sandra investigou as tensões geopolíticas entre Brasil e Paraguai, tendo como fio condutor dois casos emblemáticos: o Anexo C dos acordos da usina hidrelétrica de Itaipu — firmado originalmente em 1973, durante as ditaduras de Médici e Stroessner, e alvo de renegociações que se arrastam décadas à frente — e as negociações trabalhistas em torno da futura fábrica de celulose Paracel S.A., que concentra mão de obra brasileira, nos postos mais qualificados, em território paraguaio. Essas relações evidenciam e remontam à subordinação econômica construída desde o final do século XIX, quando a Guerra da Tríplice Aliança devastou o Paraguai e reconfigurou sua soberania segundo os interesses de Brasil e Argentina.
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Através de sua proposta, Sandra investigou as tensões geopolíticas entre Brasil e Paraguai, tendo como fio condutor dois casos emblemáticos: o Anexo C dos acordos da usina hidrelétrica de Itaipu — firmado originalmente em 1973, durante as ditaduras de Médici e Stroessner, e alvo de renegociações que se arrastam décadas à frente — e as negociações trabalhistas em torno da futura fábrica de celulose Paracel S.A., que concentra mão de obra brasileira, nos postos mais qualificados, em território paraguaio. Essas relações evidenciam e remontam à subordinação econômica construída desde o final do século XIX, quando a Guerra da Tríplice Aliança devastou o Paraguai e reconfigurou sua soberania segundo os interesses de Brasil e Argentina.
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Em arquitetura militar, a paliçada é uma obra de defesa constituída por estacas de madeira fincadas verticalmente no terreno, ligadas entre si em formato de “X”, formando uma estrutura firme de contenção e resistência. O título evoca essa imagem: a da barreira que se ergue entre países, entre acordos e corpos, entre o que a linguagem oficial enuncia e o que efetivamente acontece.
Através de sua proposta, Sandra investigou as tensões geopolíticas entre Brasil e Paraguai, tendo como fio condutor dois casos emblemáticos: o Anexo C dos acordos da usina hidrelétrica de Itaipu — firmado originalmente em 1973, durante as ditaduras de Médici e Stroessner, e alvo de renegociações que se arrastam décadas à frente — e as negociações trabalhistas em torno da futura fábrica de celulose Paracel S.A., que concentra mão de obra brasileira, nos postos mais qualificados, em território paraguaio. Essas relações evidenciam e remontam à subordinação econômica construída desde o final do século XIX, quando a Guerra da Tríplice Aliança devastou o Paraguai e reconfigurou sua soberania segundo os interesses de Brasil e Argentina.
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Como abertura do projeto de residência ao público, Sandra Dinnendahl López realizou uma performance de sua série Sangue — projeto que a artista desenvolve desde 2013, quando passou a extrair sangue de seu próprio corpo e utilizá-lo em ações performáticas. Nesse contexto, a artista abordou relações geopolíticas, históricas e econômicas, de poder e subordinação, entre Brasil e Paraguai, as quais vem sendo construídas desde o final do século XIX.
Em A Gentil Ira da paliçada, Sandra apresenta também instalações que permanecem em cartaz até 10 de maio, com visitação gratuita mediante agendamento pelo Instagram ou pelo e-mail lugardeinvestigacoesartisticas@gmail.com.
Atividade gratuita, indicação etária livre.

Como abertura do projeto de residência ao público, Sandra Dinnendahl López realizou uma performance de sua série Sangue — projeto que a artista desenvolve desde 2013, quando passou a extrair sangue de seu próprio corpo e utilizá-lo em ações performáticas. Nesse contexto, a artista abordou relações geopolíticas, históricas e econômicas, de poder e subordinação, entre Brasil e Paraguai, as quais vem sendo construídas desde o final do século XIX.
Em A Gentil Ira da paliçada, Sandra apresenta também instalações que permanecem em cartaz até 10 de maio, com visitação gratuita mediante agendamento pelo Instagram ou pelo e-mail lugardeinvestigacoesartisticas@gmail.com.
Atividade gratuita, indicação etária livre.
Como abertura do projeto de residência ao público, Sandra Dinnendahl López realizou uma performance de sua série Sangue — projeto que a artista desenvolve desde 2013, quando passou a extrair sangue de seu próprio corpo e utilizá-lo em ações performáticas. Nesse contexto, a artista abordou relações geopolíticas, históricas e econômicas, de poder e subordinação, entre Brasil e Paraguai, as quais vem sendo construídas desde o final do século XIX.
Em A Gentil Ira da paliçada, Sandra apresenta também instalações que permanecem em cartaz até 10 de maio, com visitação gratuita mediante agendamento pelo Instagram ou pelo e-mail lugardeinvestigacoesartisticas@gmail.com.
Atividade gratuita, indicação etária livre.

Como abertura do projeto de residência ao público, Sandra Dinnendahl López realizou uma performance de sua série Sangue — projeto que a artista desenvolve desde 2013, quando passou a extrair sangue de seu próprio corpo e utilizá-lo em ações performáticas. Nesse contexto, a artista abordou relações geopolíticas, históricas e econômicas, de poder e subordinação, entre Brasil e Paraguai, as quais vem sendo construídas desde o final do século XIX.
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Atividade gratuita, indicação etária livre.
Como abertura do projeto de residência ao público, Sandra Dinnendahl López realizou uma performance de sua série Sangue — projeto que a artista desenvolve desde 2013, quando passou a extrair sangue de seu próprio corpo e utilizá-lo em ações performáticas. Nesse contexto, a artista abordou relações geopolíticas, históricas e econômicas, de poder e subordinação, entre Brasil e Paraguai, as quais vem sendo construídas desde o final do século XIX.
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Como abertura do projeto de residência ao público, Sandra Dinnendahl López realizou uma performance de sua série Sangue — projeto que a artista desenvolve desde 2013, quando passou a extrair sangue de seu próprio corpo e utilizá-lo em ações performáticas. Nesse contexto, a artista abordou relações geopolíticas, históricas e econômicas, de poder e subordinação, entre Brasil e Paraguai, as quais vem sendo construídas desde o final do século XIX.
Em A Gentil Ira da paliçada, Sandra apresenta também instalações que permanecem em cartaz até 10 de maio, com visitação gratuita mediante agendamento pelo Instagram ou pelo e-mail lugardeinvestigacoesartisticas@gmail.com.
Atividade gratuita, indicação etária livre.

Como abertura do projeto de residência ao público, Sandra Dinnendahl López realizou uma performance de sua série Sangue — projeto que a artista desenvolve desde 2013, quando passou a extrair sangue de seu próprio corpo e utilizá-lo em ações performáticas. Nesse contexto, a artista abordou relações geopolíticas, históricas e econômicas, de poder e subordinação, entre Brasil e Paraguai, as quais vem sendo construídas desde o final do século XIX.
Em A Gentil Ira da paliçada, Sandra apresenta também instalações que permanecem em cartaz até 10 de maio, com visitação gratuita mediante agendamento pelo Instagram ou pelo e-mail lugardeinvestigacoesartisticas@gmail.com.
Atividade gratuita, indicação etária livre.

Como abertura do projeto de residência ao público, Sandra Dinnendahl López realizou uma performance de sua série Sangue — projeto que a artista desenvolve desde 2013, quando passou a extrair sangue de seu próprio corpo e utilizá-lo em ações performáticas. Nesse contexto, a artista abordou relações geopolíticas, históricas e econômicas, de poder e subordinação, entre Brasil e Paraguai, as quais vem sendo construídas desde o final do século XIX.
Em A Gentil Ira da paliçada, Sandra apresenta também instalações que permanecem em cartaz até 10 de maio, com visitação gratuita mediante agendamento pelo Instagram ou pelo e-mail lugardeinvestigacoesartisticas@gmail.com.
Atividade gratuita, indicação etária livre.

Como abertura do projeto de residência ao público, Sandra Dinnendahl López realizou uma performance de sua série Sangue — projeto que a artista desenvolve desde 2013, quando passou a extrair sangue de seu próprio corpo e utilizá-lo em ações performáticas. Nesse contexto, a artista abordou relações geopolíticas, históricas e econômicas, de poder e subordinação, entre Brasil e Paraguai, as quais vem sendo construídas desde o final do século XIX.
Em A Gentil Ira da paliçada, Sandra apresenta também instalações que permanecem em cartaz até 10 de maio, com visitação gratuita mediante agendamento pelo Instagram ou pelo e-mail lugardeinvestigacoesartisticas@gmail.com.
Atividade gratuita, indicação etária livre.

Como abertura do projeto de residência ao público, Sandra Dinnendahl López realizou uma performance de sua série Sangue — projeto que a artista desenvolve desde 2013, quando passou a extrair sangue de seu próprio corpo e utilizá-lo em ações performáticas. Nesse contexto, a artista abordou relações geopolíticas, históricas e econômicas, de poder e subordinação, entre Brasil e Paraguai, as quais vem sendo construídas desde o final do século XIX.
Em A Gentil Ira da paliçada, Sandra apresenta também instalações que permanecem em cartaz até 10 de maio, com visitação gratuita mediante agendamento pelo Instagram ou pelo e-mail lugardeinvestigacoesartisticas@gmail.com.
Atividade gratuita, indicação etária livre.

Como abertura do projeto de residência ao público, Sandra Dinnendahl López realizou uma performance de sua série Sangue — projeto que a artista desenvolve desde 2013, quando passou a extrair sangue de seu próprio corpo e utilizá-lo em ações performáticas. Nesse contexto, a artista abordou relações geopolíticas, históricas e econômicas, de poder e subordinação, entre Brasil e Paraguai, as quais vem sendo construídas desde o final do século XIX.
Em A Gentil Ira da paliçada, Sandra apresenta também instalações que permanecem em cartaz até 10 de maio, com visitação gratuita mediante agendamento pelo Instagram ou pelo e-mail lugardeinvestigacoesartisticas@gmail.com.
Atividade gratuita, indicação etária livre.

En agosto, 15 artistas tomaron Asunción.
No para mostrar. Para habitar.
Diario íntimo no tan íntimo (2025) de Tefa Ortiz. La acción se articula como un rito de paso entre lo asignado y la metamorfosis del ser, donde el intersticio de lo que se puede y lo que no se puede ser, la intertextualidad de lo dicho/hecho y lo inteligible deja entrever la grieta del acuerdo, del pacto social que sostiene —y al mismo tiempo oculta— la brutalidad como forma de violencia estructural (Genet, 2012). El gesto apareció como la pulsión y compulsión: el cuerpo atravesado por el flagelo social, desbordado en una figura que rozaba lo clownesco y lo epiléptico. Mientras una sirena sonaba en la lejanía —la acción en una realidad que no desaparece—, se leían miedos y esperanzas en voz alta. En contraste, Tefa ofrecía gestos de cuidado: acicalaba, acariciaba y daba abrazos. Lxs asistentes bebían fermentados de banana rosados que, junto al vestuario de la artista, construían una escena que oscilaba entre lo lúdico y lo absurdo.
En agosto de 2025, Argentina Performance Art fue alianza oficial del Festival Temporal @red.gris bajo una curaduría centrada en la fatiga y la no-producción por @marian_rodriguezi y con la coordinacion de @artesedele y el apoyo de @icpa_gz, el festival trazó un panorama del desgaste y el hastío que atraviesan la vida cotidiana, al tiempo que insistió en la necesidad de generar espacios de contención y resistencia. A través de diversas intervenciones, la ciudad se transformó en hogar provisional, campo de fricción y territorio lúdico: un espacio donde el habitar se puso en juego, se tensionó y se reinventó desde el cuerpx.
APA participó en la curaduría de las videoperformances, y en el desarrollo de una Masterclass con @marianaluzticheli durante su Pasantía APA sobre el cuerpo como archivo, y en la alianza que hace posible este intercambio regional.
🤳🏻Texto crítico completo por @unatal_nia en nuestra plataforma. Link en bio
#Performanceart #Archivoperformance #Performanceartlatam
#argentinaperformanceart

En agosto, 15 artistas tomaron Asunción.
No para mostrar. Para habitar.
Diario íntimo no tan íntimo (2025) de Tefa Ortiz. La acción se articula como un rito de paso entre lo asignado y la metamorfosis del ser, donde el intersticio de lo que se puede y lo que no se puede ser, la intertextualidad de lo dicho/hecho y lo inteligible deja entrever la grieta del acuerdo, del pacto social que sostiene —y al mismo tiempo oculta— la brutalidad como forma de violencia estructural (Genet, 2012). El gesto apareció como la pulsión y compulsión: el cuerpo atravesado por el flagelo social, desbordado en una figura que rozaba lo clownesco y lo epiléptico. Mientras una sirena sonaba en la lejanía —la acción en una realidad que no desaparece—, se leían miedos y esperanzas en voz alta. En contraste, Tefa ofrecía gestos de cuidado: acicalaba, acariciaba y daba abrazos. Lxs asistentes bebían fermentados de banana rosados que, junto al vestuario de la artista, construían una escena que oscilaba entre lo lúdico y lo absurdo.
En agosto de 2025, Argentina Performance Art fue alianza oficial del Festival Temporal @red.gris bajo una curaduría centrada en la fatiga y la no-producción por @marian_rodriguezi y con la coordinacion de @artesedele y el apoyo de @icpa_gz, el festival trazó un panorama del desgaste y el hastío que atraviesan la vida cotidiana, al tiempo que insistió en la necesidad de generar espacios de contención y resistencia. A través de diversas intervenciones, la ciudad se transformó en hogar provisional, campo de fricción y territorio lúdico: un espacio donde el habitar se puso en juego, se tensionó y se reinventó desde el cuerpx.
APA participó en la curaduría de las videoperformances, y en el desarrollo de una Masterclass con @marianaluzticheli durante su Pasantía APA sobre el cuerpo como archivo, y en la alianza que hace posible este intercambio regional.
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#Performanceart #Archivoperformance #Performanceartlatam
#argentinaperformanceart

¿Qué pasa cuando dejar de producir se vuelve el gesto más político?
En agosto, 15 artistas tomaron Asunción.
No para mostrar. Para habitar.
Reflejos de modernidad (2025), de Andrés Valenzuela Arellano, desplazaba la atención hacia una dimensión colectiva. A través de una performance lúdica con mantas térmicas, intervienen una zona de malls y barrios corporativos. La pieza propone un ejercicio de mímesis que dialoga con las zonas financieras y parodia la arquitectura del capital. Lxs cuerpxs, envueltos en estas superficies reflectantes, intentaban volverse ciudad: monolitos brillantes que evocan vitrinas, bancos y torres. Sin embargo, esta aparición del progreso se veía constantemente interrumpida. Lxs cuerpxs, en su intento de permanecer erguidos, caían o se desplazaban torpemente, evidenciando la fragilidad de esta imagen estable.
En agosto de 2025, Argentina Performance Art fue alianza oficial del Festival Temporal @red.gris bajo una curaduría centrada en la fatiga y la no-producción por @marian_rodriguezi y con la coordinacion de @artesedele y el apoyo de @icpa_gz, el festival trazó un panorama del desgaste y el hastío que atraviesan la vida cotidiana, al tiempo que insistió en la necesidad de generar espacios de contención y resistencia. A través de diversas intervenciones, la ciudad se transformó en hogar provisional, campo de fricción y territorio lúdico: un espacio donde el habitar se puso en juego, se tensionó y se reinventó desde el cuerpx.
APA participó en la curaduría de las videoperformances, y en el desarrollo de una Masterclass con @marianaluzticheli durante su Pasantía APA sobre el cuerpo como archivo, y en la alianza que hace posible este intercambio regional.
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#Performanceart #Archivoperformance #Performanceartlatam
#argentinaperformanceart
Fotografías de Alegría González

¿Qué pasa cuando dejar de producir se vuelve el gesto más político?
En agosto, 15 artistas tomaron Asunción.
No para mostrar. Para habitar.
Reflejos de modernidad (2025), de Andrés Valenzuela Arellano, desplazaba la atención hacia una dimensión colectiva. A través de una performance lúdica con mantas térmicas, intervienen una zona de malls y barrios corporativos. La pieza propone un ejercicio de mímesis que dialoga con las zonas financieras y parodia la arquitectura del capital. Lxs cuerpxs, envueltos en estas superficies reflectantes, intentaban volverse ciudad: monolitos brillantes que evocan vitrinas, bancos y torres. Sin embargo, esta aparición del progreso se veía constantemente interrumpida. Lxs cuerpxs, en su intento de permanecer erguidos, caían o se desplazaban torpemente, evidenciando la fragilidad de esta imagen estable.
En agosto de 2025, Argentina Performance Art fue alianza oficial del Festival Temporal @red.gris bajo una curaduría centrada en la fatiga y la no-producción por @marian_rodriguezi y con la coordinacion de @artesedele y el apoyo de @icpa_gz, el festival trazó un panorama del desgaste y el hastío que atraviesan la vida cotidiana, al tiempo que insistió en la necesidad de generar espacios de contención y resistencia. A través de diversas intervenciones, la ciudad se transformó en hogar provisional, campo de fricción y territorio lúdico: un espacio donde el habitar se puso en juego, se tensionó y se reinventó desde el cuerpx.
APA participó en la curaduría de las videoperformances, y en el desarrollo de una Masterclass con @marianaluzticheli durante su Pasantía APA sobre el cuerpo como archivo, y en la alianza que hace posible este intercambio regional.
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#argentinaperformanceart
Fotografías de Alegría González

¿Qué pasa cuando dejar de producir se vuelve el gesto más político?
En agosto, 15 artistas tomaron Asunción.
No para mostrar. Para habitar.
Reflejos de modernidad (2025), de Andrés Valenzuela Arellano, desplazaba la atención hacia una dimensión colectiva. A través de una performance lúdica con mantas térmicas, intervienen una zona de malls y barrios corporativos. La pieza propone un ejercicio de mímesis que dialoga con las zonas financieras y parodia la arquitectura del capital. Lxs cuerpxs, envueltos en estas superficies reflectantes, intentaban volverse ciudad: monolitos brillantes que evocan vitrinas, bancos y torres. Sin embargo, esta aparición del progreso se veía constantemente interrumpida. Lxs cuerpxs, en su intento de permanecer erguidos, caían o se desplazaban torpemente, evidenciando la fragilidad de esta imagen estable.
En agosto de 2025, Argentina Performance Art fue alianza oficial del Festival Temporal @red.gris bajo una curaduría centrada en la fatiga y la no-producción por @marian_rodriguezi y con la coordinacion de @artesedele y el apoyo de @icpa_gz, el festival trazó un panorama del desgaste y el hastío que atraviesan la vida cotidiana, al tiempo que insistió en la necesidad de generar espacios de contención y resistencia. A través de diversas intervenciones, la ciudad se transformó en hogar provisional, campo de fricción y territorio lúdico: un espacio donde el habitar se puso en juego, se tensionó y se reinventó desde el cuerpx.
APA participó en la curaduría de las videoperformances, y en el desarrollo de una Masterclass con @marianaluzticheli durante su Pasantía APA sobre el cuerpo como archivo, y en la alianza que hace posible este intercambio regional.
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#Performanceart #Archivoperformance #Performanceartlatam
#argentinaperformanceart
Fotografías de Alegría González

SUCESO: Cuerpo, performatividad y desgaste urbano.
Festival Temporal 2025 por Argentina Performance Art en Archivo Activo.
Cuarta edición de uno de los festivales de performance art más relevantes del Cono Sur. Asunción como escenario. La fatiga como lenguaje.
Artistas principalmente de América Latina intervinieron el espacio público de Paraguay con performances site-specific que tensionan cuerpo, ciudad y memoria histórica.
→ Mercados, plazas, escalinatas, baldíos, ríos.
→ 6 días. 15 artistas en vivo. 9 videoperformances.
→ Curaduría: Mariana Rodríguez Iglesias.
→ Masterclass sobre el cuerpo como archivo, vogue y performance art argentina.
En agosto de 2025, Argentina Performance Art fue alianza oficial del Festival Temporal @red.gris bajo una curaduría centrada en la fatiga y la no-producción por @marian_rodriguezi y con la coordinacion de @artesedele y el apoyo de @icpa_gz , el festival trazó un panorama del desgaste y el hastío que atraviesan la vida cotidiana, al tiempo que insistió en la necesidad de generar espacios de contención y resistencia. A través de diversas intervenciones, la ciudad se transformó en hogar provisional, campo de fricción y territorio lúdico: un espacio donde el habitar se puso en juego, se tensionó y se reinventó desde el cuerpx.
APA participó en la curaduría de las videoperformances, y en el desarrollo de una Masterclass con @marianaluzticheli durante su Pasantía APA sobre el cuerpo como archivo, y en la alianza que hace posible este intercambio regional.
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SUCESO: Cuerpo, performatividad y desgaste urbano.
Festival Temporal 2025 por Argentina Performance Art en Archivo Activo.
Cuarta edición de uno de los festivales de performance art más relevantes del Cono Sur. Asunción como escenario. La fatiga como lenguaje.
Artistas principalmente de América Latina intervinieron el espacio público de Paraguay con performances site-specific que tensionan cuerpo, ciudad y memoria histórica.
→ Mercados, plazas, escalinatas, baldíos, ríos.
→ 6 días. 15 artistas en vivo. 9 videoperformances.
→ Curaduría: Mariana Rodríguez Iglesias.
→ Masterclass sobre el cuerpo como archivo, vogue y performance art argentina.
En agosto de 2025, Argentina Performance Art fue alianza oficial del Festival Temporal @red.gris bajo una curaduría centrada en la fatiga y la no-producción por @marian_rodriguezi y con la coordinacion de @artesedele y el apoyo de @icpa_gz , el festival trazó un panorama del desgaste y el hastío que atraviesan la vida cotidiana, al tiempo que insistió en la necesidad de generar espacios de contención y resistencia. A través de diversas intervenciones, la ciudad se transformó en hogar provisional, campo de fricción y territorio lúdico: un espacio donde el habitar se puso en juego, se tensionó y se reinventó desde el cuerpx.
APA participó en la curaduría de las videoperformances, y en el desarrollo de una Masterclass con @marianaluzticheli durante su Pasantía APA sobre el cuerpo como archivo, y en la alianza que hace posible este intercambio regional.
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SUCESO: Cuerpo, performatividad y desgaste urbano.
Festival Temporal 2025 por Argentina Performance Art en Archivo Activo.
Cuarta edición de uno de los festivales de performance art más relevantes del Cono Sur. Asunción como escenario. La fatiga como lenguaje.
Artistas principalmente de América Latina intervinieron el espacio público de Paraguay con performances site-specific que tensionan cuerpo, ciudad y memoria histórica.
→ Mercados, plazas, escalinatas, baldíos, ríos.
→ 6 días. 15 artistas en vivo. 9 videoperformances.
→ Curaduría: Mariana Rodríguez Iglesias.
→ Masterclass sobre el cuerpo como archivo, vogue y performance art argentina.
En agosto de 2025, Argentina Performance Art fue alianza oficial del Festival Temporal @red.gris bajo una curaduría centrada en la fatiga y la no-producción por @marian_rodriguezi y con la coordinacion de @artesedele y el apoyo de @icpa_gz , el festival trazó un panorama del desgaste y el hastío que atraviesan la vida cotidiana, al tiempo que insistió en la necesidad de generar espacios de contención y resistencia. A través de diversas intervenciones, la ciudad se transformó en hogar provisional, campo de fricción y territorio lúdico: un espacio donde el habitar se puso en juego, se tensionó y se reinventó desde el cuerpx.
APA participó en la curaduría de las videoperformances, y en el desarrollo de una Masterclass con @marianaluzticheli durante su Pasantía APA sobre el cuerpo como archivo, y en la alianza que hace posible este intercambio regional.
🤳🏻 Texto crítico completo por @unatal__nia en nuestra plataforma. Link en bio
#Performanceart #Archivoperformance #Performanceartlatam #argentinaperformanceart

SUCESO: Cuerpo, performatividad y desgaste urbano.
Festival Temporal 2025 por Argentina Performance Art en Archivo Activo.
Cuarta edición de uno de los festivales de performance art más relevantes del Cono Sur. Asunción como escenario. La fatiga como lenguaje.
Artistas principalmente de América Latina intervinieron el espacio público de Paraguay con performances site-specific que tensionan cuerpo, ciudad y memoria histórica.
→ Mercados, plazas, escalinatas, baldíos, ríos.
→ 6 días. 15 artistas en vivo. 9 videoperformances.
→ Curaduría: Mariana Rodríguez Iglesias.
→ Masterclass sobre el cuerpo como archivo, vogue y performance art argentina.
En agosto de 2025, Argentina Performance Art fue alianza oficial del Festival Temporal @red.gris bajo una curaduría centrada en la fatiga y la no-producción por @marian_rodriguezi y con la coordinacion de @artesedele y el apoyo de @icpa_gz , el festival trazó un panorama del desgaste y el hastío que atraviesan la vida cotidiana, al tiempo que insistió en la necesidad de generar espacios de contención y resistencia. A través de diversas intervenciones, la ciudad se transformó en hogar provisional, campo de fricción y territorio lúdico: un espacio donde el habitar se puso en juego, se tensionó y se reinventó desde el cuerpx.
APA participó en la curaduría de las videoperformances, y en el desarrollo de una Masterclass con @marianaluzticheli durante su Pasantía APA sobre el cuerpo como archivo, y en la alianza que hace posible este intercambio regional.
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Festival Temporal 2025 por Argentina Performance Art en Archivo Activo.
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→ Mercados, plazas, escalinatas, baldíos, ríos.
→ 6 días. 15 artistas en vivo. 9 videoperformances.
→ Curaduría: Mariana Rodríguez Iglesias.
→ Masterclass sobre el cuerpo como archivo, vogue y performance art argentina.
En agosto de 2025, Argentina Performance Art fue alianza oficial del Festival Temporal @red.gris bajo una curaduría centrada en la fatiga y la no-producción por @marian_rodriguezi y con la coordinacion de @artesedele y el apoyo de @icpa_gz , el festival trazó un panorama del desgaste y el hastío que atraviesan la vida cotidiana, al tiempo que insistió en la necesidad de generar espacios de contención y resistencia. A través de diversas intervenciones, la ciudad se transformó en hogar provisional, campo de fricción y territorio lúdico: un espacio donde el habitar se puso en juego, se tensionó y se reinventó desde el cuerpx.
APA participó en la curaduría de las videoperformances, y en el desarrollo de una Masterclass con @marianaluzticheli durante su Pasantía APA sobre el cuerpo como archivo, y en la alianza que hace posible este intercambio regional.
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En agosto de 2025, Argentina Performance Art fue alianza oficial del Festival Temporal @red.gris bajo una curaduría centrada en la fatiga y la no-producción por @marian_rodriguezi y con la coordinacion de @artesedele y el apoyo de @icpa_gz , el festival trazó un panorama del desgaste y el hastío que atraviesan la vida cotidiana, al tiempo que insistió en la necesidad de generar espacios de contención y resistencia. A través de diversas intervenciones, la ciudad se transformó en hogar provisional, campo de fricción y territorio lúdico: un espacio donde el habitar se puso en juego, se tensionó y se reinventó desde el cuerpx.
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Residência artística | Como parte do projeto “A gentil ira da paliçada”, de Sandra Dinnendahl Lopez (Paraguai), acontecerá uma conversa sobre a pesquisa e trajetória da artista, sexta feira 24/04, às 9horas, na Biblioteca de Obras raras da UNICAMP.
A atividade é livre, sem necessidade de agendamento prévio. Esperamos por vocês!
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A atividade é livre, sem necessidade de agendamento prévio. Esperamos por vocês!

Capítulo 03 - Folclore y mujer: Lo que carga la kuña guapa
El estudio del folclore posibilita examinar valores que una sociedad produce y reproduce. Brune ( @brune.comas ) y Sandra (@artesedele ) analizan prácticas folclóricas del Paraguay y sus referentes contextuales en relación a la mujer y el campesinado. 04/2026.
Escúchanos en:
▪️YouTube
https://www.youtube.com/watch?v=AFSI3TrnG_o
▪️Spotify
https://open.spotify.com/episode/7A3R0FQgMOxUFiRm2pULSi?si=2kJkkFs8Ruar_fr0Nds7hw
Y coméntanos tu opinión en el formulario que compartimos en el link en bio!
************
CRÍTICA INVERTIDA - Conversaciones entre Sandra y Brune para analizar nuestros contextos y condiciones materiales de arte/cultura en Paraguay. Te invitamos a cuestionar, interpelar y expresarte con nosotras. Coproducción de @vena.rota y @red.gris
#podcast #arteparaguay #critica
Capítulo 03 - Folclore y mujer: Lo que carga la kuña guapa
El estudio del folclore posibilita examinar valores que una sociedad produce y reproduce. Brune ( @brune.comas ) y Sandra (@artesedele ) analizan prácticas folclóricas del Paraguay y sus referentes contextuales en relación a la mujer y el campesinado. 04/2026.
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Capítulo 03 - Folclore y mujer: Lo que carga la kuña guapa
El estudio del folclore posibilita examinar valores que una sociedad produce y reproduce. Brune ( @brune.comas ) y Sandra (@artesedele ) analizan prácticas folclóricas del Paraguay y sus referentes contextuales en relación a la mujer y el campesinado. 04/2026.
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residência artística |
Nesse sábado recebemos com imensa alegria Sandra Dinnendahl López, do Paraguai, para o início de “A gentil Ira da Paliçada”. A investigação da artista para sua residência no AT| AL| 690 gira em torno das relações geopolíticas, históricas e contemporâneas, entre Brasil e Paraguai.
O trabalho de Sandra centra-se na instalação, performance, objeto, videoarte e desenho. Seus principais interesses temáticos incluem a mediação de discursos críticos sobre memória, identidades coletivas, histórias de conflito, formas de alteridade e tensões geopolíticas entre comunidades. Trabalha a partir de perspectivas decoloniais, feministas e marxistas.
Sandra Dinnendahl López é artista, pesquisadora e gestora cultural de Assunção. Licenciada em Artes Visuais e Escrita Criativa pelo Oberlin College (EUA), tem mestrado em Arte em Contexto pela Universidade das Artes de Berlim (Alemanha). Desde 2016 está radicada novamente no Paraguai, onde iniciou diversos projetos e plataformas culturais em colaboração com artistas locais e regionais, entre eles: Temporal Festival de Arte, Festival Confluencias de Arte, Proyecto Enajenar / En Casa Ajena, Red Gris, Las Aguadas Residencia de Arte e a Residencia Flotante: La Deíxis del Río.
Representou o Paraguai no Continuo Latinoamericano de Performance: Cartografías en Contexto, integrou a equipe curatorial da JustMad (Espanha) e da Equinox Feria de Arte (Argentina); recebeu o Francis Greenburger Fellowship for Mitigating Ethnic and Religious Conflict para a residência de arte da Art Omi (Nova York, EUA). Também participou das residências FlussLab Onsite:Delta (Tigre, Argentina), Zai em Madrid (Madri, Espanha), ArteCo (Corrientes, Argentina) e El Room CDMX (Cidade do México, México).
.
O projeto de residência será aberto ao público em duas ocasiões: na conversa com a artista no Auditório da BORA, na UNICAMP, e na abertura da exposição e performance, a serem realizadas no AT|AL|609!
Acompanhem a residência por aqui, em breve voltamos com mais informações!

residência artística |
Nesse sábado recebemos com imensa alegria Sandra Dinnendahl López, do Paraguai, para o início de “A gentil Ira da Paliçada”. A investigação da artista para sua residência no AT| AL| 690 gira em torno das relações geopolíticas, históricas e contemporâneas, entre Brasil e Paraguai.
O trabalho de Sandra centra-se na instalação, performance, objeto, videoarte e desenho. Seus principais interesses temáticos incluem a mediação de discursos críticos sobre memória, identidades coletivas, histórias de conflito, formas de alteridade e tensões geopolíticas entre comunidades. Trabalha a partir de perspectivas decoloniais, feministas e marxistas.
Sandra Dinnendahl López é artista, pesquisadora e gestora cultural de Assunção. Licenciada em Artes Visuais e Escrita Criativa pelo Oberlin College (EUA), tem mestrado em Arte em Contexto pela Universidade das Artes de Berlim (Alemanha). Desde 2016 está radicada novamente no Paraguai, onde iniciou diversos projetos e plataformas culturais em colaboração com artistas locais e regionais, entre eles: Temporal Festival de Arte, Festival Confluencias de Arte, Proyecto Enajenar / En Casa Ajena, Red Gris, Las Aguadas Residencia de Arte e a Residencia Flotante: La Deíxis del Río.
Representou o Paraguai no Continuo Latinoamericano de Performance: Cartografías en Contexto, integrou a equipe curatorial da JustMad (Espanha) e da Equinox Feria de Arte (Argentina); recebeu o Francis Greenburger Fellowship for Mitigating Ethnic and Religious Conflict para a residência de arte da Art Omi (Nova York, EUA). Também participou das residências FlussLab Onsite:Delta (Tigre, Argentina), Zai em Madrid (Madri, Espanha), ArteCo (Corrientes, Argentina) e El Room CDMX (Cidade do México, México).
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O projeto de residência será aberto ao público em duas ocasiões: na conversa com a artista no Auditório da BORA, na UNICAMP, e na abertura da exposição e performance, a serem realizadas no AT|AL|609!
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Nesse sábado recebemos com imensa alegria Sandra Dinnendahl López, do Paraguai, para o início de “A gentil Ira da Paliçada”. A investigação da artista para sua residência no AT| AL| 690 gira em torno das relações geopolíticas, históricas e contemporâneas, entre Brasil e Paraguai.
O trabalho de Sandra centra-se na instalação, performance, objeto, videoarte e desenho. Seus principais interesses temáticos incluem a mediação de discursos críticos sobre memória, identidades coletivas, histórias de conflito, formas de alteridade e tensões geopolíticas entre comunidades. Trabalha a partir de perspectivas decoloniais, feministas e marxistas.
Sandra Dinnendahl López é artista, pesquisadora e gestora cultural de Assunção. Licenciada em Artes Visuais e Escrita Criativa pelo Oberlin College (EUA), tem mestrado em Arte em Contexto pela Universidade das Artes de Berlim (Alemanha). Desde 2016 está radicada novamente no Paraguai, onde iniciou diversos projetos e plataformas culturais em colaboração com artistas locais e regionais, entre eles: Temporal Festival de Arte, Festival Confluencias de Arte, Proyecto Enajenar / En Casa Ajena, Red Gris, Las Aguadas Residencia de Arte e a Residencia Flotante: La Deíxis del Río.
Representou o Paraguai no Continuo Latinoamericano de Performance: Cartografías en Contexto, integrou a equipe curatorial da JustMad (Espanha) e da Equinox Feria de Arte (Argentina); recebeu o Francis Greenburger Fellowship for Mitigating Ethnic and Religious Conflict para a residência de arte da Art Omi (Nova York, EUA). Também participou das residências FlussLab Onsite:Delta (Tigre, Argentina), Zai em Madrid (Madri, Espanha), ArteCo (Corrientes, Argentina) e El Room CDMX (Cidade do México, México).
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Capítulo 02 - Problemas de premios en Paraguay
A partir de comentarios que recepcionamos de nuestrxs oyentes acerca de premios de arte en Paraguay, Brune (Vena Rota @vena.rota @brune.comas ) y Sandra (Red Gris @red.gris @artesedele ) conversamos sobre puntos resaltantes que caracterizan premiaciones locales y cuestionamos mecanismos de legitimación, parámetros de selección e internas de los espacios de arte en la escena local asuncena.
12/2025.
Spotify:
https://open.spotify.com/episode/0YIeeJkOnsWLOZEn8Tisbz?si=286675449dab4587
YouTube:
https://youtu.be/0c5ilU6dOoo
Links en bio!
CRÍTICA INVERTIDA - Conversaciones entre Sandra y Brune para analizar nuestros contextos y condiciones materiales de arte/cultura en Paraguay. Te invitamos a cuestionar, interpelar y expresarte con nosotras.
Queremos saber tu opinión. Envía tus comentarios anónimos al instagram por inbox a @vena.rota o a venarotabackup@gmail.com.#podcast #arteparaguay #critica
Capítulo 02 - Problemas de premios en Paraguay
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A partir de comentarios que recepcionamos de nuestrxs oyentes acerca de premios de arte en Paraguay, Brune (Vena Rota @vena.rota @brune.comas ) y Sandra (Red Gris @red.gris @artesedele ) conversamos sobre puntos resaltantes que caracterizan premiaciones locales y cuestionamos mecanismos de legitimación, parámetros de selección e internas de los espacios de arte en la escena local asuncena.
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🔥 Nuestra experiencia en Temporal Festival de Arte: La Nuda Fatiga
En Asunción, Paraguay, hicimos performance para encontrarnos, celebrar que existimos y resistir nuestros contextos. El relato de @jazminra_diogenia narra cómo el festival transformó espacios cotidianos —mercados, plazas, costaneras, sitios abandonados— en territorios de creación colectiva y reflexión.
La fatiga compartida se resignificó como potencia: un impulso que sostiene la comunidad, permite imaginar y resistir frente a la precariedad y las necropolíticas que atraviesan nuestras vidas. Temporal mostró que la performance no es solo un gesto estético, sino una micropolítica que conecta artistas y culturas, generando redes y cuidado mutuo.
📖 Leelo completo 👉 registrocontracultural.cl/festival-temporal-la-nuda-fatiga (link en perfil)
Performers: @hazelrbbts @vena.rota @jonatanmarce @raii__________________ @eufemerides @eduardocardosoamato @andresvalenzuela.cl @solnaraa_ @jazenlaluna @jazminra_diogenia @pi_lannoy @k007luna @_juglaresa_ @victoriarussaa @100pre_empiezo_de_nuevo @j4m3s1tx
Fotografías de @geosouzaaaa @andresvalenzuela.cl @artesedele @archivosdesentimiento
Gestión del festival por @red.gris @artesedele
Curatoria @marian_rodriguezi
Con el apoyo de @icpa_gz
Colabora @encrudo__

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Con el apoyo de @icpa_gz
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🔥 Nuestra experiencia en Temporal Festival de Arte: La Nuda Fatiga
En Asunción, Paraguay, hicimos performance para encontrarnos, celebrar que existimos y resistir nuestros contextos. El relato de @jazminra_diogenia narra cómo el festival transformó espacios cotidianos —mercados, plazas, costaneras, sitios abandonados— en territorios de creación colectiva y reflexión.
La fatiga compartida se resignificó como potencia: un impulso que sostiene la comunidad, permite imaginar y resistir frente a la precariedad y las necropolíticas que atraviesan nuestras vidas. Temporal mostró que la performance no es solo un gesto estético, sino una micropolítica que conecta artistas y culturas, generando redes y cuidado mutuo.
📖 Leelo completo 👉 registrocontracultural.cl/festival-temporal-la-nuda-fatiga (link en perfil)
Performers: @hazelrbbts @vena.rota @jonatanmarce @raii__________________ @eufemerides @eduardocardosoamato @andresvalenzuela.cl @solnaraa_ @jazenlaluna @jazminra_diogenia @pi_lannoy @k007luna @_juglaresa_ @victoriarussaa @100pre_empiezo_de_nuevo @j4m3s1tx
Fotografías de @geosouzaaaa @andresvalenzuela.cl @artesedele @archivosdesentimiento
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Capítulo 01 Asunción y la sustancia de sus argumentos
Brune (Vena Rota @vena.rota @brune.comas ) y Sandra (Red Gris @red.gris @artesedele ) examinan opiniones generadas en torno a performance en Paraguay; en específico, en relación a la obra La Noche en Común (Alegría González @archivosdesentimiento ).
¿Qué argumentos fundamentan la base de estas opiniones? ¿Qué líneas de pensamientos aparecen recurrentemente? ¿Qué análisis nos ofrecen conjuntamente, más allá de los detalles particulares a una obra? 10/2025.
——
CRÍTICA INVERTIDA - Conversaciones entre Sandra y Brune para analizar nuestros contextos y condiciones materiales de arte/cultura en Paraguay. Te invitamos a cuestionar, interpelar y expresarte con nosotras.
Escuchanos en Spotify y Youtube, links en bio 👌🏻
Spotify:
https://open.spotify.com/episode/13cjk1s0HknvCodzBV6qOr?si=04af38eab32a4502
YouTube:
https://www.youtube.com/watch?v=NegHQ-Sm7IM&feature=youtu.be
Queremos saber tu opinión. Envía tus comentarios anónimos (o no) al inbox de @vena.rota o a venarotabackup@gmail.com
#podcast #arteparaguay #critica
Capítulo 01 Asunción y la sustancia de sus argumentos
Brune (Vena Rota @vena.rota @brune.comas ) y Sandra (Red Gris @red.gris @artesedele ) examinan opiniones generadas en torno a performance en Paraguay; en específico, en relación a la obra La Noche en Común (Alegría González @archivosdesentimiento ).
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Lanzamos material! Este jueves 25 septiembre a las 19:00hs les esperamos en el ICPA para compartir un cuaderno, un podcast y un documental.
Estos materiales son producto de varios proyectos apoyados por el ICPA, entre ellos La Deixis del Río y Temporal Festival de Arte. Reúne trabajo y aportes de artistas locales e internacionales, entre ellxs:
Andre Rolón @hazelrbbts Leticia Galeano @leti.semilla Cecilia Avati @avatidaa James Muriel @j4m3s1tx Silena Delgado @siledelgado Geo Souza @geosouzaaaa Violeta Acuña @guarani___nomada Brune Comas @brune.comas Eufemia Garcia @eufemerides Jonatan Fernandez @jonatanmarce Andres Valenzuela @andresvalenzuela.cl Jazmin Ra @jazminra_diogenia Jazmin Cebe @jazenlaluna Pome @100pre_empiezo_de_nuevo Rai @raii__________________ Sol Nara @solnaraa_ Vicky Russa @victoriarussaa Tefa @_juglaresa_
Y muchxs más!
Entrada libre y gratuita.

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Lanzamos material! Este jueves 25 septiembre a las 19:00hs les esperamos en el ICPA para compartir un cuaderno, un podcast y un documental.
Estos materiales son producto de varios proyectos apoyados por el ICPA, entre ellos La Deixis del Río y Temporal Festival de Arte. Reúne trabajo y aportes de artistas locales e internacionales, entre ellxs:
Andre Rolón @hazelrbbts Leticia Galeano @leti.semilla Cecilia Avati @avatidaa James Muriel @j4m3s1tx Silena Delgado @siledelgado Geo Souza @geosouzaaaa Violeta Acuña @guarani___nomada Brune Comas @brune.comas Eufemia Garcia @eufemerides Jonatan Fernandez @jonatanmarce Andres Valenzuela @andresvalenzuela.cl Jazmin Ra @jazminra_diogenia Jazmin Cebe @jazenlaluna Pome @100pre_empiezo_de_nuevo Rai @raii__________________ Sol Nara @solnaraa_ Vicky Russa @victoriarussaa Tefa @_juglaresa_
Y muchxs más!
Entrada libre y gratuita.
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