
03”03’07
42km
No momento em que a perna já não for suficiente
ainda vai ter cabeça e coração pra poder continuar.
Podem até questionar nosso preparo. Mas nunca terão acesso ao desejo imenso de terminar.
Músculo se treina, se condiciona, se predispõe. Mas se a força da vontade não for grande o suficiente, não há perna que continue por nós.
Muito pouco é o suficiente pra justificar o caminho mais curto. Bastam algumas palavras sábias, mais velhas, experientes. Basta o desejo de conforto térmico. Basta o conforto com algum mérito já conquistado.
Confesso que poucas horas antes da largada experimentei dois números de peito diferentes.
Dei pequenos pulinhos no quarto pra testar alguma dor reincidente e tirar as etiquetas de tudo o que havia na mala.
Escutei minha irmã e ninguém mais. Confiei na extensa curadoria de pomadas milagrosas e curativos superespeciais que tem ocupado grande parte do orçamento dos últimos meses.
Os géis, o cinto, o tênis - não foi possível testar todos ou sequer algum. Mas contei com provedores em quem pude confiar.
Meu pai discordaria ferozmente, mas a única sorte com que se pode contar é a previsão do tempo.
A 15 minutos da largada, Örlaf me prometeu que as pedrinhas parariam de cair do céu.
Queria que Örlaf dissesse o mesmo sobre a chuva do quilômetro 25, quando minha naturalmente baixa circulação periférica fez desejar as luvas que entreguei a alguma criancinha no caminho.
Difícil saber a hora certa de largar as camadas de roupa conforme o corpo aquece e o suor se confunde com a chuva. Pelo menos nessas latitudes ninguém questiona minha sensibilidade ao frio.
As condições não serão perfeitas. E inclusive a espera incessante pela perfeição só nos distancia da hora de partir.
Ouvimos desde cedo que no mar é preciso estar sempre pronto pra soltar as amarras.
Por isso, ache algum processo que te de prazer e se prepare sempre.
Em terra firme também nunca se sabe quando virá uma boa oportunidade de largar.
.
Sobre um ciclo sem começo e, eu espero, sem fim.
.
‘Se acordar com vontade fazer a maratona não te falta muito mais do que um pouco de pão.’ Obrigada por confiar em mim em todos os centímetros 🤍

03”03’07
42km
No momento em que a perna já não for suficiente
ainda vai ter cabeça e coração pra poder continuar.
Podem até questionar nosso preparo. Mas nunca terão acesso ao desejo imenso de terminar.
Músculo se treina, se condiciona, se predispõe. Mas se a força da vontade não for grande o suficiente, não há perna que continue por nós.
Muito pouco é o suficiente pra justificar o caminho mais curto. Bastam algumas palavras sábias, mais velhas, experientes. Basta o desejo de conforto térmico. Basta o conforto com algum mérito já conquistado.
Confesso que poucas horas antes da largada experimentei dois números de peito diferentes.
Dei pequenos pulinhos no quarto pra testar alguma dor reincidente e tirar as etiquetas de tudo o que havia na mala.
Escutei minha irmã e ninguém mais. Confiei na extensa curadoria de pomadas milagrosas e curativos superespeciais que tem ocupado grande parte do orçamento dos últimos meses.
Os géis, o cinto, o tênis - não foi possível testar todos ou sequer algum. Mas contei com provedores em quem pude confiar.
Meu pai discordaria ferozmente, mas a única sorte com que se pode contar é a previsão do tempo.
A 15 minutos da largada, Örlaf me prometeu que as pedrinhas parariam de cair do céu.
Queria que Örlaf dissesse o mesmo sobre a chuva do quilômetro 25, quando minha naturalmente baixa circulação periférica fez desejar as luvas que entreguei a alguma criancinha no caminho.
Difícil saber a hora certa de largar as camadas de roupa conforme o corpo aquece e o suor se confunde com a chuva. Pelo menos nessas latitudes ninguém questiona minha sensibilidade ao frio.
As condições não serão perfeitas. E inclusive a espera incessante pela perfeição só nos distancia da hora de partir.
Ouvimos desde cedo que no mar é preciso estar sempre pronto pra soltar as amarras.
Por isso, ache algum processo que te de prazer e se prepare sempre.
Em terra firme também nunca se sabe quando virá uma boa oportunidade de largar.
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Sobre um ciclo sem começo e, eu espero, sem fim.
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‘Se acordar com vontade fazer a maratona não te falta muito mais do que um pouco de pão.’ Obrigada por confiar em mim em todos os centímetros 🤍

03”03’07
42km
No momento em que a perna já não for suficiente
ainda vai ter cabeça e coração pra poder continuar.
Podem até questionar nosso preparo. Mas nunca terão acesso ao desejo imenso de terminar.
Músculo se treina, se condiciona, se predispõe. Mas se a força da vontade não for grande o suficiente, não há perna que continue por nós.
Muito pouco é o suficiente pra justificar o caminho mais curto. Bastam algumas palavras sábias, mais velhas, experientes. Basta o desejo de conforto térmico. Basta o conforto com algum mérito já conquistado.
Confesso que poucas horas antes da largada experimentei dois números de peito diferentes.
Dei pequenos pulinhos no quarto pra testar alguma dor reincidente e tirar as etiquetas de tudo o que havia na mala.
Escutei minha irmã e ninguém mais. Confiei na extensa curadoria de pomadas milagrosas e curativos superespeciais que tem ocupado grande parte do orçamento dos últimos meses.
Os géis, o cinto, o tênis - não foi possível testar todos ou sequer algum. Mas contei com provedores em quem pude confiar.
Meu pai discordaria ferozmente, mas a única sorte com que se pode contar é a previsão do tempo.
A 15 minutos da largada, Örlaf me prometeu que as pedrinhas parariam de cair do céu.
Queria que Örlaf dissesse o mesmo sobre a chuva do quilômetro 25, quando minha naturalmente baixa circulação periférica fez desejar as luvas que entreguei a alguma criancinha no caminho.
Difícil saber a hora certa de largar as camadas de roupa conforme o corpo aquece e o suor se confunde com a chuva. Pelo menos nessas latitudes ninguém questiona minha sensibilidade ao frio.
As condições não serão perfeitas. E inclusive a espera incessante pela perfeição só nos distancia da hora de partir.
Ouvimos desde cedo que no mar é preciso estar sempre pronto pra soltar as amarras.
Por isso, ache algum processo que te de prazer e se prepare sempre.
Em terra firme também nunca se sabe quando virá uma boa oportunidade de largar.
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Sobre um ciclo sem começo e, eu espero, sem fim.
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‘Se acordar com vontade fazer a maratona não te falta muito mais do que um pouco de pão.’ Obrigada por confiar em mim em todos os centímetros 🤍

03”03’07
42km
No momento em que a perna já não for suficiente
ainda vai ter cabeça e coração pra poder continuar.
Podem até questionar nosso preparo. Mas nunca terão acesso ao desejo imenso de terminar.
Músculo se treina, se condiciona, se predispõe. Mas se a força da vontade não for grande o suficiente, não há perna que continue por nós.
Muito pouco é o suficiente pra justificar o caminho mais curto. Bastam algumas palavras sábias, mais velhas, experientes. Basta o desejo de conforto térmico. Basta o conforto com algum mérito já conquistado.
Confesso que poucas horas antes da largada experimentei dois números de peito diferentes.
Dei pequenos pulinhos no quarto pra testar alguma dor reincidente e tirar as etiquetas de tudo o que havia na mala.
Escutei minha irmã e ninguém mais. Confiei na extensa curadoria de pomadas milagrosas e curativos superespeciais que tem ocupado grande parte do orçamento dos últimos meses.
Os géis, o cinto, o tênis - não foi possível testar todos ou sequer algum. Mas contei com provedores em quem pude confiar.
Meu pai discordaria ferozmente, mas a única sorte com que se pode contar é a previsão do tempo.
A 15 minutos da largada, Örlaf me prometeu que as pedrinhas parariam de cair do céu.
Queria que Örlaf dissesse o mesmo sobre a chuva do quilômetro 25, quando minha naturalmente baixa circulação periférica fez desejar as luvas que entreguei a alguma criancinha no caminho.
Difícil saber a hora certa de largar as camadas de roupa conforme o corpo aquece e o suor se confunde com a chuva. Pelo menos nessas latitudes ninguém questiona minha sensibilidade ao frio.
As condições não serão perfeitas. E inclusive a espera incessante pela perfeição só nos distancia da hora de partir.
Ouvimos desde cedo que no mar é preciso estar sempre pronto pra soltar as amarras.
Por isso, ache algum processo que te de prazer e se prepare sempre.
Em terra firme também nunca se sabe quando virá uma boa oportunidade de largar.
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Sobre um ciclo sem começo e, eu espero, sem fim.
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‘Se acordar com vontade fazer a maratona não te falta muito mais do que um pouco de pão.’ Obrigada por confiar em mim em todos os centímetros 🤍

03”03’07
42km
No momento em que a perna já não for suficiente
ainda vai ter cabeça e coração pra poder continuar.
Podem até questionar nosso preparo. Mas nunca terão acesso ao desejo imenso de terminar.
Músculo se treina, se condiciona, se predispõe. Mas se a força da vontade não for grande o suficiente, não há perna que continue por nós.
Muito pouco é o suficiente pra justificar o caminho mais curto. Bastam algumas palavras sábias, mais velhas, experientes. Basta o desejo de conforto térmico. Basta o conforto com algum mérito já conquistado.
Confesso que poucas horas antes da largada experimentei dois números de peito diferentes.
Dei pequenos pulinhos no quarto pra testar alguma dor reincidente e tirar as etiquetas de tudo o que havia na mala.
Escutei minha irmã e ninguém mais. Confiei na extensa curadoria de pomadas milagrosas e curativos superespeciais que tem ocupado grande parte do orçamento dos últimos meses.
Os géis, o cinto, o tênis - não foi possível testar todos ou sequer algum. Mas contei com provedores em quem pude confiar.
Meu pai discordaria ferozmente, mas a única sorte com que se pode contar é a previsão do tempo.
A 15 minutos da largada, Örlaf me prometeu que as pedrinhas parariam de cair do céu.
Queria que Örlaf dissesse o mesmo sobre a chuva do quilômetro 25, quando minha naturalmente baixa circulação periférica fez desejar as luvas que entreguei a alguma criancinha no caminho.
Difícil saber a hora certa de largar as camadas de roupa conforme o corpo aquece e o suor se confunde com a chuva. Pelo menos nessas latitudes ninguém questiona minha sensibilidade ao frio.
As condições não serão perfeitas. E inclusive a espera incessante pela perfeição só nos distancia da hora de partir.
Ouvimos desde cedo que no mar é preciso estar sempre pronto pra soltar as amarras.
Por isso, ache algum processo que te de prazer e se prepare sempre.
Em terra firme também nunca se sabe quando virá uma boa oportunidade de largar.
.
Sobre um ciclo sem começo e, eu espero, sem fim.
.
‘Se acordar com vontade fazer a maratona não te falta muito mais do que um pouco de pão.’ Obrigada por confiar em mim em todos os centímetros 🤍
São tantos ruídos experientes nos dizendo o que é certo
que o maior perigo é o de não se escutar.
Não suam por nós não terão as nossas dores nem a nossa pele pra vibrar
só a gente sabe quais medos virão
e os riscos que faz sentido tomar.
.
42.195km 3:03
De uma maratona sem ciclo mas com coração

42km, 03:05:30
Meus pais dizem que a maior tempestade é sempre antes da partida. Daí pra frente é tão simples quanto navegar.
Em algum momento é preciso soltar as amarras, se agarrar nos planos e simplesmente ir.
Partir, sem tudo ideal mas com todo o possível
partir com o medo e as pendências
com o insuficiente treinamento
e os testes faltantes nos equipamentos.
Partir com confiança no que foi feito e a perfeita clareza de tudo o que a gente não foi capaz.
Partir leve
e partir, apesar.
.
Esse foi um dia feliz, com nenhuma intercorrência das tantas pequenas coisinhas que podem dar errado no endurance.
Sem bolhas nem percalços
mas também sem muito tempo desde a alta médica.
Cabeça e intestino bons
sem qualquer surpresa no caminho exceto lágrimas instantaneamente escondidas de emoção.
Obrigada aos locais que gastaram as gargantas gritando meu nome de peito ou variações dele.
Aos vários amigos, e principalmente aos poucos quedisseram muitas palavras de carinho e raras palavras de opinião.
Àquele um sorriso no meio na multidão do quilômetro 29.
Ao treinador que ansiosamente esperei no quilômetro 35.
Àquele primeiro abraço a 14km/h na chegada.
Ao quarto choro de emoção, pulando pelos amigos que chegavam, sem sentir as pernas
sem dor nem exageros em qualquer quilômetro
sem pensar demais nos números
só no coração.
42km
e desde então 48h só pensando na próxima vez que vou experimentar tudo isso de novo.

42km, 03:05:30
Meus pais dizem que a maior tempestade é sempre antes da partida. Daí pra frente é tão simples quanto navegar.
Em algum momento é preciso soltar as amarras, se agarrar nos planos e simplesmente ir.
Partir, sem tudo ideal mas com todo o possível
partir com o medo e as pendências
com o insuficiente treinamento
e os testes faltantes nos equipamentos.
Partir com confiança no que foi feito e a perfeita clareza de tudo o que a gente não foi capaz.
Partir leve
e partir, apesar.
.
Esse foi um dia feliz, com nenhuma intercorrência das tantas pequenas coisinhas que podem dar errado no endurance.
Sem bolhas nem percalços
mas também sem muito tempo desde a alta médica.
Cabeça e intestino bons
sem qualquer surpresa no caminho exceto lágrimas instantaneamente escondidas de emoção.
Obrigada aos locais que gastaram as gargantas gritando meu nome de peito ou variações dele.
Aos vários amigos, e principalmente aos poucos quedisseram muitas palavras de carinho e raras palavras de opinião.
Àquele um sorriso no meio na multidão do quilômetro 29.
Ao treinador que ansiosamente esperei no quilômetro 35.
Àquele primeiro abraço a 14km/h na chegada.
Ao quarto choro de emoção, pulando pelos amigos que chegavam, sem sentir as pernas
sem dor nem exageros em qualquer quilômetro
sem pensar demais nos números
só no coração.
42km
e desde então 48h só pensando na próxima vez que vou experimentar tudo isso de novo.

42km, 03:05:30
Meus pais dizem que a maior tempestade é sempre antes da partida. Daí pra frente é tão simples quanto navegar.
Em algum momento é preciso soltar as amarras, se agarrar nos planos e simplesmente ir.
Partir, sem tudo ideal mas com todo o possível
partir com o medo e as pendências
com o insuficiente treinamento
e os testes faltantes nos equipamentos.
Partir com confiança no que foi feito e a perfeita clareza de tudo o que a gente não foi capaz.
Partir leve
e partir, apesar.
.
Esse foi um dia feliz, com nenhuma intercorrência das tantas pequenas coisinhas que podem dar errado no endurance.
Sem bolhas nem percalços
mas também sem muito tempo desde a alta médica.
Cabeça e intestino bons
sem qualquer surpresa no caminho exceto lágrimas instantaneamente escondidas de emoção.
Obrigada aos locais que gastaram as gargantas gritando meu nome de peito ou variações dele.
Aos vários amigos, e principalmente aos poucos quedisseram muitas palavras de carinho e raras palavras de opinião.
Àquele um sorriso no meio na multidão do quilômetro 29.
Ao treinador que ansiosamente esperei no quilômetro 35.
Àquele primeiro abraço a 14km/h na chegada.
Ao quarto choro de emoção, pulando pelos amigos que chegavam, sem sentir as pernas
sem dor nem exageros em qualquer quilômetro
sem pensar demais nos números
só no coração.
42km
e desde então 48h só pensando na próxima vez que vou experimentar tudo isso de novo.

42km, 03:05:30
Meus pais dizem que a maior tempestade é sempre antes da partida. Daí pra frente é tão simples quanto navegar.
Em algum momento é preciso soltar as amarras, se agarrar nos planos e simplesmente ir.
Partir, sem tudo ideal mas com todo o possível
partir com o medo e as pendências
com o insuficiente treinamento
e os testes faltantes nos equipamentos.
Partir com confiança no que foi feito e a perfeita clareza de tudo o que a gente não foi capaz.
Partir leve
e partir, apesar.
.
Esse foi um dia feliz, com nenhuma intercorrência das tantas pequenas coisinhas que podem dar errado no endurance.
Sem bolhas nem percalços
mas também sem muito tempo desde a alta médica.
Cabeça e intestino bons
sem qualquer surpresa no caminho exceto lágrimas instantaneamente escondidas de emoção.
Obrigada aos locais que gastaram as gargantas gritando meu nome de peito ou variações dele.
Aos vários amigos, e principalmente aos poucos quedisseram muitas palavras de carinho e raras palavras de opinião.
Àquele um sorriso no meio na multidão do quilômetro 29.
Ao treinador que ansiosamente esperei no quilômetro 35.
Àquele primeiro abraço a 14km/h na chegada.
Ao quarto choro de emoção, pulando pelos amigos que chegavam, sem sentir as pernas
sem dor nem exageros em qualquer quilômetro
sem pensar demais nos números
só no coração.
42km
e desde então 48h só pensando na próxima vez que vou experimentar tudo isso de novo.

42km, 03:05:30
Meus pais dizem que a maior tempestade é sempre antes da partida. Daí pra frente é tão simples quanto navegar.
Em algum momento é preciso soltar as amarras, se agarrar nos planos e simplesmente ir.
Partir, sem tudo ideal mas com todo o possível
partir com o medo e as pendências
com o insuficiente treinamento
e os testes faltantes nos equipamentos.
Partir com confiança no que foi feito e a perfeita clareza de tudo o que a gente não foi capaz.
Partir leve
e partir, apesar.
.
Esse foi um dia feliz, com nenhuma intercorrência das tantas pequenas coisinhas que podem dar errado no endurance.
Sem bolhas nem percalços
mas também sem muito tempo desde a alta médica.
Cabeça e intestino bons
sem qualquer surpresa no caminho exceto lágrimas instantaneamente escondidas de emoção.
Obrigada aos locais que gastaram as gargantas gritando meu nome de peito ou variações dele.
Aos vários amigos, e principalmente aos poucos quedisseram muitas palavras de carinho e raras palavras de opinião.
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42km
e desde então 48h só pensando na próxima vez que vou experimentar tudo isso de novo.
Ela chegou no TRAIL de forma HUMILDE, sem expectativa de PERFORMANCE, só querendo CONHECER e entender como tudo FUNCIONA.
E o que mais marcou não foi o tempo, foi a CULTURA: pessoas se AJUDANDO, respeitando a NATUREZA, dividindo COMIDA, sem disputa de EGO.
No meio da prova, entendeu que no TRAIL tudo é ESTRATÉGIA — do que você carrega ao que você escolhe deixar. Menos peso, mais consciência. Mais conexão, menos vaidade.
E foi assim que a Marina viveu sua primeira EXPERIÊNCIA no TRAIL, estreando nos 25KM da Paraty Brasil by UTMB em 2025.
Oferecimento:
Mundo Terra https://www.mundoterra.com.br
CUPOM: NAMONTANHA15
GU Energy Brasil https://www.guenergy.com.br
CUPOM: NAMONTANHA15
bananinhaparaibuna
www.bananinhaparaibuna.com.br
Cupom: DrGABRIELGANME
Apoio: King Coffee Co.
No episódio 210, a @marinaklink fala sobre o que realmente constrói um atleta: o que ninguém vê.
Os treinos ESCONDIDOS, a falta de APOIO em alguns momentos e a capacidade de seguir mesmo assim.
No fim, não é só sobre PERFORMANCE ou NÚMEROS,
é sobre RESISTÊNCIA, PROCESSO e fazer valer a pena quando ninguém está olhando.
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Apoio
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A bip nasceu para transformar a jornada dos profissionais de saúde. É a nossa forma de celebrar aqueles que cuidam.
E ninguém melhor para transformar jornadas do que as mulheres.
Na saúde, são a maioria em todas as profissões. No cuidado, são únicas.
Mães e filhas. Recém formadas e especialistas. Colegas e chefes. Elas cuidam, lideram, transformam.
Para todas as mulheres e seu compromisso inabalável de transformar a si mesma e todos a sua volta, a nossa homenagem. Hoje e sempre.
Feliz Dia Internacional da Mulher 💙👩⚕️
P.S.: Um agradecimento especial às incríveis mulheres que compartilharam seu depoimento no vídeo @aprecieo.silencio @dra.mariana.morimoto @luiza.oppermann @marinaklink @dramariaclaratraldi @leticiatavarescosta @drapatricia.clinicasol
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