Nei
Visual Artist

Selo Noroeste número 3.
Estas páginas vêm de uma coleção pessoal de flyers,
cartazes e ingressos da cena de rock em Santos e São Paulo, do fim dos anos 80 ao início dos anos 2000.
Shows underground. Espaços pequenos. Line-ups
mistos. Metal, hardcore, punk, indie.
A coleção também revela uma mudança de gosto
ao longo do tempo. Dos sons mais pesados para
outros caminhos.
Guardados ao longo dos anos por Luis.
Ele me entregou um envelope com esse material.
Papéis gastos, amarelados, como pequenos achados
arqueológicos de uma cena local.
A partir disso, selecionei peças pelo que representam e pelo que são visualmente. Momentos, casas, nomes que reconhecemos, memórias que são dele e também minhas, junto de imagens que ainda fascinam.
O que fica aqui são fragmentos.
Impressos feitos para circular, para serem vistos
e depois desaparecer.
Agora ficam.
RESTOS.
Mais um lançamento que estará na feira de impressos OBA, nesse final de semana em Santos.@obaobafeira
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Shows underground. Espaços pequenos. Line-ups
mistos. Metal, hardcore, punk, indie.
A coleção também revela uma mudança de gosto
ao longo do tempo. Dos sons mais pesados para
outros caminhos.
Guardados ao longo dos anos por Luis.
Ele me entregou um envelope com esse material.
Papéis gastos, amarelados, como pequenos achados
arqueológicos de uma cena local.
A partir disso, selecionei peças pelo que representam e pelo que são visualmente. Momentos, casas, nomes que reconhecemos, memórias que são dele e também minhas, junto de imagens que ainda fascinam.
O que fica aqui são fragmentos.
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mistos. Metal, hardcore, punk, indie.
A coleção também revela uma mudança de gosto
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Guardados ao longo dos anos por Luis.
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A partir disso, selecionei peças pelo que representam e pelo que são visualmente. Momentos, casas, nomes que reconhecemos, memórias que são dele e também minhas, junto de imagens que ainda fascinam.
O que fica aqui são fragmentos.
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O que fica aqui são fragmentos.
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A partir disso, selecionei peças pelo que representam e pelo que são visualmente. Momentos, casas, nomes que reconhecemos, memórias que são dele e também minhas, junto de imagens que ainda fascinam.
O que fica aqui são fragmentos.
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Selo Noroeste lançamento número 2
SOPRO
é uma colaboração entre dois velhos amigos.
Observamos a vida em Santos de maneiras diferentes.
Douglas através da fotografia de rua.
Eu através da pintura simbólica.
O projeto começou como um experimento no estúdio.
Começamos a colocar lado a lado trabalhos feitos por cada um de nós ao longo dos últimos dois anos. Aos poucos, conexões inesperadas começaram a aparecer.
As imagens se expandiam simplesmente por estarem próximas umas das outras na mesma página.
Minhas pinturas são diários pessoais moldados pelo retorno para casa depois de vinte anos. Elas reúnem impressões, memórias e fragmentos da vida cotidiana.
As fotografias de Douglas transitam entre as ruas de Santos e de São Paulo. Seu trabalho retorna com frequência à comunidade da Vila Gilda em Santos, onde ele chegou pela primeira vez ao cobrir um incêndio e continuou voltando.
Nei Caetano da Silva
Dougy Fernandes
Selo Noroeste estará na Feira de Impressos OBA neste sábado, em Santos, com uma mesa de zines e prints. @obaobafeira
Selo Noroeste lançamento número 2
SOPRO
é uma colaboração entre dois velhos amigos.
Observamos a vida em Santos de maneiras diferentes.
Douglas através da fotografia de rua.
Eu através da pintura simbólica.
O projeto começou como um experimento no estúdio.
Começamos a colocar lado a lado trabalhos feitos por cada um de nós ao longo dos últimos dois anos. Aos poucos, conexões inesperadas começaram a aparecer.
As imagens se expandiam simplesmente por estarem próximas umas das outras na mesma página.
Minhas pinturas são diários pessoais moldados pelo retorno para casa depois de vinte anos. Elas reúnem impressões, memórias e fragmentos da vida cotidiana.
As fotografias de Douglas transitam entre as ruas de Santos e de São Paulo. Seu trabalho retorna com frequência à comunidade da Vila Gilda em Santos, onde ele chegou pela primeira vez ao cobrir um incêndio e continuou voltando.
Nei Caetano da Silva
Dougy Fernandes
Selo Noroeste estará na Feira de Impressos OBA neste sábado, em Santos, com uma mesa de zines e prints. @obaobafeira

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é uma colaboração entre dois velhos amigos.
Observamos a vida em Santos de maneiras diferentes.
Douglas através da fotografia de rua.
Eu através da pintura simbólica.
O projeto começou como um experimento no estúdio.
Começamos a colocar lado a lado trabalhos feitos por cada um de nós ao longo dos últimos dois anos. Aos poucos, conexões inesperadas começaram a aparecer.
As imagens se expandiam simplesmente por estarem próximas umas das outras na mesma página.
Minhas pinturas são diários pessoais moldados pelo retorno para casa depois de vinte anos. Elas reúnem impressões, memórias e fragmentos da vida cotidiana.
As fotografias de Douglas transitam entre as ruas de Santos e de São Paulo. Seu trabalho retorna com frequência à comunidade da Vila Gilda em Santos, onde ele chegou pela primeira vez ao cobrir um incêndio e continuou voltando.
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As imagens se expandiam simplesmente por estarem próximas umas das outras na mesma página.
Minhas pinturas são diários pessoais moldados pelo retorno para casa depois de vinte anos. Elas reúnem impressões, memórias e fragmentos da vida cotidiana.
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As imagens se expandiam simplesmente por estarem próximas umas das outras na mesma página.
Minhas pinturas são diários pessoais moldados pelo retorno para casa depois de vinte anos. Elas reúnem impressões, memórias e fragmentos da vida cotidiana.
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As imagens se expandiam simplesmente por estarem próximas umas das outras na mesma página.
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As imagens se expandiam simplesmente por estarem próximas umas das outras na mesma página.
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Nei Caetano da Silva
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Douglas através da fotografia de rua.
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Começamos a colocar lado a lado trabalhos feitos por cada um de nós ao longo dos últimos dois anos. Aos poucos, conexões inesperadas começaram a aparecer.
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O projeto começou como um experimento no estúdio.
Começamos a colocar lado a lado trabalhos feitos por cada um de nós ao longo dos últimos dois anos. Aos poucos, conexões inesperadas começaram a aparecer.
As imagens se expandiam simplesmente por estarem próximas umas das outras na mesma página.
Minhas pinturas são diários pessoais moldados pelo retorno para casa depois de vinte anos. Elas reúnem impressões, memórias e fragmentos da vida cotidiana.
As fotografias de Douglas transitam entre as ruas de Santos e de São Paulo. Seu trabalho retorna com frequência à comunidade da Vila Gilda em Santos, onde ele chegou pela primeira vez ao cobrir um incêndio e continuou voltando.
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Douglas através da fotografia de rua.
Eu através da pintura simbólica.
O projeto começou como um experimento no estúdio.
Começamos a colocar lado a lado trabalhos feitos por cada um de nós ao longo dos últimos dois anos. Aos poucos, conexões inesperadas começaram a aparecer.
As imagens se expandiam simplesmente por estarem próximas umas das outras na mesma página.
Minhas pinturas são diários pessoais moldados pelo retorno para casa depois de vinte anos. Elas reúnem impressões, memórias e fragmentos da vida cotidiana.
As fotografias de Douglas transitam entre as ruas de Santos e de São Paulo. Seu trabalho retorna com frequência à comunidade da Vila Gilda em Santos, onde ele chegou pela primeira vez ao cobrir um incêndio e continuou voltando.
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O Selo Noroeste apresenta este trabalho como o primeiro trabalho publicado: a plastificação do cotidiano.
As fotos, feitas por Nei Caetano ao longo de três anos, circulam entre o Conde do Mar, em Santos, e o Itararé, em São Vicente. Não partem de um tema, mas de um choque. A praia parece coberta por camadas sintéticas.
O olhar vem de quem voltou. Depois de 20 anos fora, a memória era de uma Santos mais analógica. Hoje, tudo parece embalado.
As imagens mostram os personagens desse cenário: esqueletos de carrinhos, pilhas de cadeiras, estruturas improvisadas. Um Mad Max caiçara que quase ninguém nota.
No horizonte, os navios repetem a mesma matéria do chão.
Existe um fascínio por esse brilho.

O Selo Noroeste apresenta este trabalho como o primeiro trabalho publicado: a plastificação do cotidiano.
As fotos, feitas por Nei Caetano ao longo de três anos, circulam entre o Conde do Mar, em Santos, e o Itararé, em São Vicente. Não partem de um tema, mas de um choque. A praia parece coberta por camadas sintéticas.
O olhar vem de quem voltou. Depois de 20 anos fora, a memória era de uma Santos mais analógica. Hoje, tudo parece embalado.
As imagens mostram os personagens desse cenário: esqueletos de carrinhos, pilhas de cadeiras, estruturas improvisadas. Um Mad Max caiçara que quase ninguém nota.
No horizonte, os navios repetem a mesma matéria do chão.
Existe um fascínio por esse brilho.

O Selo Noroeste apresenta este trabalho como o primeiro trabalho publicado: a plastificação do cotidiano.
As fotos, feitas por Nei Caetano ao longo de três anos, circulam entre o Conde do Mar, em Santos, e o Itararé, em São Vicente. Não partem de um tema, mas de um choque. A praia parece coberta por camadas sintéticas.
O olhar vem de quem voltou. Depois de 20 anos fora, a memória era de uma Santos mais analógica. Hoje, tudo parece embalado.
As imagens mostram os personagens desse cenário: esqueletos de carrinhos, pilhas de cadeiras, estruturas improvisadas. Um Mad Max caiçara que quase ninguém nota.
No horizonte, os navios repetem a mesma matéria do chão.
Existe um fascínio por esse brilho.

O Selo Noroeste apresenta este trabalho como o primeiro trabalho publicado: a plastificação do cotidiano.
As fotos, feitas por Nei Caetano ao longo de três anos, circulam entre o Conde do Mar, em Santos, e o Itararé, em São Vicente. Não partem de um tema, mas de um choque. A praia parece coberta por camadas sintéticas.
O olhar vem de quem voltou. Depois de 20 anos fora, a memória era de uma Santos mais analógica. Hoje, tudo parece embalado.
As imagens mostram os personagens desse cenário: esqueletos de carrinhos, pilhas de cadeiras, estruturas improvisadas. Um Mad Max caiçara que quase ninguém nota.
No horizonte, os navios repetem a mesma matéria do chão.
Existe um fascínio por esse brilho.

O Selo Noroeste apresenta este trabalho como o primeiro trabalho publicado: a plastificação do cotidiano.
As fotos, feitas por Nei Caetano ao longo de três anos, circulam entre o Conde do Mar, em Santos, e o Itararé, em São Vicente. Não partem de um tema, mas de um choque. A praia parece coberta por camadas sintéticas.
O olhar vem de quem voltou. Depois de 20 anos fora, a memória era de uma Santos mais analógica. Hoje, tudo parece embalado.
As imagens mostram os personagens desse cenário: esqueletos de carrinhos, pilhas de cadeiras, estruturas improvisadas. Um Mad Max caiçara que quase ninguém nota.
No horizonte, os navios repetem a mesma matéria do chão.
Existe um fascínio por esse brilho.

O Selo Noroeste apresenta este trabalho como o primeiro trabalho publicado: a plastificação do cotidiano.
As fotos, feitas por Nei Caetano ao longo de três anos, circulam entre o Conde do Mar, em Santos, e o Itararé, em São Vicente. Não partem de um tema, mas de um choque. A praia parece coberta por camadas sintéticas.
O olhar vem de quem voltou. Depois de 20 anos fora, a memória era de uma Santos mais analógica. Hoje, tudo parece embalado.
As imagens mostram os personagens desse cenário: esqueletos de carrinhos, pilhas de cadeiras, estruturas improvisadas. Um Mad Max caiçara que quase ninguém nota.
No horizonte, os navios repetem a mesma matéria do chão.
Existe um fascínio por esse brilho.

O Selo Noroeste apresenta este trabalho como o primeiro trabalho publicado: a plastificação do cotidiano.
As fotos, feitas por Nei Caetano ao longo de três anos, circulam entre o Conde do Mar, em Santos, e o Itararé, em São Vicente. Não partem de um tema, mas de um choque. A praia parece coberta por camadas sintéticas.
O olhar vem de quem voltou. Depois de 20 anos fora, a memória era de uma Santos mais analógica. Hoje, tudo parece embalado.
As imagens mostram os personagens desse cenário: esqueletos de carrinhos, pilhas de cadeiras, estruturas improvisadas. Um Mad Max caiçara que quase ninguém nota.
No horizonte, os navios repetem a mesma matéria do chão.
Existe um fascínio por esse brilho.

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O olhar vem de quem voltou. Depois de 20 anos fora, a memória era de uma Santos mais analógica. Hoje, tudo parece embalado.
As imagens mostram os personagens desse cenário: esqueletos de carrinhos, pilhas de cadeiras, estruturas improvisadas. Um Mad Max caiçara que quase ninguém nota.
No horizonte, os navios repetem a mesma matéria do chão.
Existe um fascínio por esse brilho.

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Convidei alguns artistas para uma collab inspirada no meu livro ESSENTIA FLUCTUS IMAGO. O multiartista Nei Filho @marginalink vem de uma família profundamente conectada ao surfe. Filho de Nei Sobral, um dos pioneiros do surfe na Baixada Santista, e irmão de Rafael Sobral @rsobral , ex-longboarder profissional, Nei viveu mais de 20 anos em San Francisco, Califórnia, onde atuou em grandes empresas de tecnologia como uma mente criativa. Sua arte e suas fotografias têm uma força única. Nei carrega uma vibe rara hoje em dia — ele respira o espírito DIY! Nesta colaboração com a foto da capa, Nei comentou:
“São os ossos cuspidos por Waimea.”
.
Lançamento
Data: Quarta-feira, 28 de maio
Horário: A partir das 19h30
Local: Bar do Beco – Rua Aspicuelta, 17 – Pinheiros, São Paulo
.
#EssentiaFluctusImago #ArteAcimaDoEsporte #LivroDeFotografia #SurfeComoArte #FotografiaAutoral #LivroDeArtista #DocumentárioVisual #FotografiaBrasileira #BarDoBeco #FernandoCostaNetto #EncontroDeFotógrafos #CulturaVisual #SurfArt #SurfCulture #PhotoDocumentary #BrazilianPhotography #ArtOverSport #ContemporaryPhotography #VisualNarrative #santosbestcoffee #audimontedonio #framedart #surf #surfe #saovicente #jairbortoleto #design #graphicdesign #neisobral #sanfrancisco

Convidei alguns artistas para uma collab inspirada no meu livro ESSENTIA FLUCTUS IMAGO. O multiartista Nei Filho @marginalink vem de uma família profundamente conectada ao surfe. Filho de Nei Sobral, um dos pioneiros do surfe na Baixada Santista, e irmão de Rafael Sobral @rsobral , ex-longboarder profissional, Nei viveu mais de 20 anos em San Francisco, Califórnia, onde atuou em grandes empresas de tecnologia como uma mente criativa. Sua arte e suas fotografias têm uma força única. Nei carrega uma vibe rara hoje em dia — ele respira o espírito DIY! Nesta colaboração com a foto da capa, Nei comentou:
“São os ossos cuspidos por Waimea.”
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Wave up.
Jacaré dives.
Chaos dances.
Body flows.
Wave holds.
Crash.
Jacaré is wave.

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