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luisadale

Luísa Dalé, ABC, DAFB

rep by @lagence
AFI alumna
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Uma batalha após a outra.

Será que vai chegar o dia em que tanto discurso bonito de fato vai acompanhar atitudes compatíveis nessa indústria audiovisual/cinematográfica?

Chega de chamar equipe feminina e pagar metade do cachê do mercado pra fazer filmes publicitários de temática feminina, porque “é pela causa”. Explorar mão de obra de mulheres para criar conteúdo para vender mais qualquer coisa para outras mulheres, enquanto, muitas vezes, se desrespeita a equipe contratada em tantos níveis que não caberia colocar em uma única frase, é no mínimo perverso.

O resumo da ópera é sempre o mesmo:
- Baixo orçamento, tema feminino: equipe feminina.
- Grande orçamento, tema feminino: não importa, o feminismo é uma causa para todos, coloca algumas estagiárias, só pra ficha técnica ficar um pouco menos descarada.

Sem falar em tantas vezes que somos chamadas para projetos porque algum bom senso julga necessário um olhar feminino devido ao tema abordado, mas na prática o que se revela é que de fato não somos ouvidas, nossa presença é apenas necessária para chancelar o que quer que um homem queira fazer, que quando questionado sobre alguma escolha ele possa se defender dizendo que a diretora de fotografia era uma mulher.

E quantos trabalhos nos são negados porque alguém acha que não temos o portfólio necessário e/ou experiência suficiente, enquanto o boy que tem muito menos estrada encontra as portas abertas pra fazer qualquer coisa?

Tudo isso e se ousarmos perder a paciência ainda somos chamadas de doidas, histéricas, difíceis de lidar.

Todo mundo tem os livros certos na estante, fala as coisas certas nas redes sociais, usa o boné e a camiseta que refletem valores progressistas…apenas um verniz frágil em cima de uma madeira podre quando na prática pouquíssimas pessoas encarnam isso em algum tipo de ação concreta, e ainda bem que esses poucos existem.

É nessa atmosfera de desrespeito crônico com pitadas de discurso afirmativo que celebramos mais um 8/3.

Como diria Agnès Varda: eu tentei ser uma feminista alegre, mas estava com muita raiva.

Texto cirúrgico da @liciajar que me deixou repostar aqui ❤️‍🔥


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2 months ago


Uma batalha após a outra.

Será que vai chegar o dia em que tanto discurso bonito de fato vai acompanhar atitudes compatíveis nessa indústria audiovisual/cinematográfica?

Chega de chamar equipe feminina e pagar metade do cachê do mercado pra fazer filmes publicitários de temática feminina, porque “é pela causa”. Explorar mão de obra de mulheres para criar conteúdo para vender mais qualquer coisa para outras mulheres, enquanto, muitas vezes, se desrespeita a equipe contratada em tantos níveis que não caberia colocar em uma única frase, é no mínimo perverso.

O resumo da ópera é sempre o mesmo:
- Baixo orçamento, tema feminino: equipe feminina.
- Grande orçamento, tema feminino: não importa, o feminismo é uma causa para todos, coloca algumas estagiárias, só pra ficha técnica ficar um pouco menos descarada.

Sem falar em tantas vezes que somos chamadas para projetos porque algum bom senso julga necessário um olhar feminino devido ao tema abordado, mas na prática o que se revela é que de fato não somos ouvidas, nossa presença é apenas necessária para chancelar o que quer que um homem queira fazer, que quando questionado sobre alguma escolha ele possa se defender dizendo que a diretora de fotografia era uma mulher.

E quantos trabalhos nos são negados porque alguém acha que não temos o portfólio necessário e/ou experiência suficiente, enquanto o boy que tem muito menos estrada encontra as portas abertas pra fazer qualquer coisa?

Tudo isso e se ousarmos perder a paciência ainda somos chamadas de doidas, histéricas, difíceis de lidar.

Todo mundo tem os livros certos na estante, fala as coisas certas nas redes sociais, usa o boné e a camiseta que refletem valores progressistas…apenas um verniz frágil em cima de uma madeira podre quando na prática pouquíssimas pessoas encarnam isso em algum tipo de ação concreta, e ainda bem que esses poucos existem.

É nessa atmosfera de desrespeito crônico com pitadas de discurso afirmativo que celebramos mais um 8/3.

Como diria Agnès Varda: eu tentei ser uma feminista alegre, mas estava com muita raiva.

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O resumo da ópera é sempre o mesmo:
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- Grande orçamento, tema feminino: não importa, o feminismo é uma causa para todos, coloca algumas estagiárias, só pra ficha técnica ficar um pouco menos descarada.

Sem falar em tantas vezes que somos chamadas para projetos porque algum bom senso julga necessário um olhar feminino devido ao tema abordado, mas na prática o que se revela é que de fato não somos ouvidas, nossa presença é apenas necessária para chancelar o que quer que um homem queira fazer, que quando questionado sobre alguma escolha ele possa se defender dizendo que a diretora de fotografia era uma mulher.

E quantos trabalhos nos são negados porque alguém acha que não temos o portfólio necessário e/ou experiência suficiente, enquanto o boy que tem muito menos estrada encontra as portas abertas pra fazer qualquer coisa?

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E quantos trabalhos nos são negados porque alguém acha que não temos o portfólio necessário e/ou experiência suficiente, enquanto o boy que tem muito menos estrada encontra as portas abertas pra fazer qualquer coisa?

Tudo isso e se ousarmos perder a paciência ainda somos chamadas de doidas, histéricas, difíceis de lidar.

Todo mundo tem os livros certos na estante, fala as coisas certas nas redes sociais, usa o boné e a camiseta que refletem valores progressistas…apenas um verniz frágil em cima de uma madeira podre quando na prática pouquíssimas pessoas encarnam isso em algum tipo de ação concreta, e ainda bem que esses poucos existem.

É nessa atmosfera de desrespeito crônico com pitadas de discurso afirmativo que celebramos mais um 8/3.

Como diria Agnès Varda: eu tentei ser uma feminista alegre, mas estava com muita raiva.

Texto cirúrgico da @liciajar que me deixou repostar aqui ❤️‍🔥


2.3K
83
2 months ago

Uma batalha após a outra.

Será que vai chegar o dia em que tanto discurso bonito de fato vai acompanhar atitudes compatíveis nessa indústria audiovisual/cinematográfica?

Chega de chamar equipe feminina e pagar metade do cachê do mercado pra fazer filmes publicitários de temática feminina, porque “é pela causa”. Explorar mão de obra de mulheres para criar conteúdo para vender mais qualquer coisa para outras mulheres, enquanto, muitas vezes, se desrespeita a equipe contratada em tantos níveis que não caberia colocar em uma única frase, é no mínimo perverso.

O resumo da ópera é sempre o mesmo:
- Baixo orçamento, tema feminino: equipe feminina.
- Grande orçamento, tema feminino: não importa, o feminismo é uma causa para todos, coloca algumas estagiárias, só pra ficha técnica ficar um pouco menos descarada.

Sem falar em tantas vezes que somos chamadas para projetos porque algum bom senso julga necessário um olhar feminino devido ao tema abordado, mas na prática o que se revela é que de fato não somos ouvidas, nossa presença é apenas necessária para chancelar o que quer que um homem queira fazer, que quando questionado sobre alguma escolha ele possa se defender dizendo que a diretora de fotografia era uma mulher.

E quantos trabalhos nos são negados porque alguém acha que não temos o portfólio necessário e/ou experiência suficiente, enquanto o boy que tem muito menos estrada encontra as portas abertas pra fazer qualquer coisa?

Tudo isso e se ousarmos perder a paciência ainda somos chamadas de doidas, histéricas, difíceis de lidar.

Todo mundo tem os livros certos na estante, fala as coisas certas nas redes sociais, usa o boné e a camiseta que refletem valores progressistas…apenas um verniz frágil em cima de uma madeira podre quando na prática pouquíssimas pessoas encarnam isso em algum tipo de ação concreta, e ainda bem que esses poucos existem.

É nessa atmosfera de desrespeito crônico com pitadas de discurso afirmativo que celebramos mais um 8/3.

Como diria Agnès Varda: eu tentei ser uma feminista alegre, mas estava com muita raiva.

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Uma batalha após a outra.

Será que vai chegar o dia em que tanto discurso bonito de fato vai acompanhar atitudes compatíveis nessa indústria audiovisual/cinematográfica?

Chega de chamar equipe feminina e pagar metade do cachê do mercado pra fazer filmes publicitários de temática feminina, porque “é pela causa”. Explorar mão de obra de mulheres para criar conteúdo para vender mais qualquer coisa para outras mulheres, enquanto, muitas vezes, se desrespeita a equipe contratada em tantos níveis que não caberia colocar em uma única frase, é no mínimo perverso.

O resumo da ópera é sempre o mesmo:
- Baixo orçamento, tema feminino: equipe feminina.
- Grande orçamento, tema feminino: não importa, o feminismo é uma causa para todos, coloca algumas estagiárias, só pra ficha técnica ficar um pouco menos descarada.

Sem falar em tantas vezes que somos chamadas para projetos porque algum bom senso julga necessário um olhar feminino devido ao tema abordado, mas na prática o que se revela é que de fato não somos ouvidas, nossa presença é apenas necessária para chancelar o que quer que um homem queira fazer, que quando questionado sobre alguma escolha ele possa se defender dizendo que a diretora de fotografia era uma mulher.

E quantos trabalhos nos são negados porque alguém acha que não temos o portfólio necessário e/ou experiência suficiente, enquanto o boy que tem muito menos estrada encontra as portas abertas pra fazer qualquer coisa?

Tudo isso e se ousarmos perder a paciência ainda somos chamadas de doidas, histéricas, difíceis de lidar.

Todo mundo tem os livros certos na estante, fala as coisas certas nas redes sociais, usa o boné e a camiseta que refletem valores progressistas…apenas um verniz frágil em cima de uma madeira podre quando na prática pouquíssimas pessoas encarnam isso em algum tipo de ação concreta, e ainda bem que esses poucos existem.

É nessa atmosfera de desrespeito crônico com pitadas de discurso afirmativo que celebramos mais um 8/3.

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Será que vai chegar o dia em que tanto discurso bonito de fato vai acompanhar atitudes compatíveis nessa indústria audiovisual/cinematográfica?

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O resumo da ópera é sempre o mesmo:
- Baixo orçamento, tema feminino: equipe feminina.
- Grande orçamento, tema feminino: não importa, o feminismo é uma causa para todos, coloca algumas estagiárias, só pra ficha técnica ficar um pouco menos descarada.

Sem falar em tantas vezes que somos chamadas para projetos porque algum bom senso julga necessário um olhar feminino devido ao tema abordado, mas na prática o que se revela é que de fato não somos ouvidas, nossa presença é apenas necessária para chancelar o que quer que um homem queira fazer, que quando questionado sobre alguma escolha ele possa se defender dizendo que a diretora de fotografia era uma mulher.

E quantos trabalhos nos são negados porque alguém acha que não temos o portfólio necessário e/ou experiência suficiente, enquanto o boy que tem muito menos estrada encontra as portas abertas pra fazer qualquer coisa?

Tudo isso e se ousarmos perder a paciência ainda somos chamadas de doidas, histéricas, difíceis de lidar.

Todo mundo tem os livros certos na estante, fala as coisas certas nas redes sociais, usa o boné e a camiseta que refletem valores progressistas…apenas um verniz frágil em cima de uma madeira podre quando na prática pouquíssimas pessoas encarnam isso em algum tipo de ação concreta, e ainda bem que esses poucos existem.

É nessa atmosfera de desrespeito crônico com pitadas de discurso afirmativo que celebramos mais um 8/3.

Como diria Agnès Varda: eu tentei ser uma feminista alegre, mas estava com muita raiva.

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O resumo da ópera é sempre o mesmo:
- Baixo orçamento, tema feminino: equipe feminina.
- Grande orçamento, tema feminino: não importa, o feminismo é uma causa para todos, coloca algumas estagiárias, só pra ficha técnica ficar um pouco menos descarada.

Sem falar em tantas vezes que somos chamadas para projetos porque algum bom senso julga necessário um olhar feminino devido ao tema abordado, mas na prática o que se revela é que de fato não somos ouvidas, nossa presença é apenas necessária para chancelar o que quer que um homem queira fazer, que quando questionado sobre alguma escolha ele possa se defender dizendo que a diretora de fotografia era uma mulher.

E quantos trabalhos nos são negados porque alguém acha que não temos o portfólio necessário e/ou experiência suficiente, enquanto o boy que tem muito menos estrada encontra as portas abertas pra fazer qualquer coisa?

Tudo isso e se ousarmos perder a paciência ainda somos chamadas de doidas, histéricas, difíceis de lidar.

Todo mundo tem os livros certos na estante, fala as coisas certas nas redes sociais, usa o boné e a camiseta que refletem valores progressistas…apenas um verniz frágil em cima de uma madeira podre quando na prática pouquíssimas pessoas encarnam isso em algum tipo de ação concreta, e ainda bem que esses poucos existem.

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2 months ago

I realized I hadn’t posted the full film of “an immeasurable void” on my timeline yet🪐 directed by my dear friend @aksalimaa produced by the one and only @caiocesarapt edited by @natderaco graded by the queen @juanasolassi & soundtrack by @oialfie

Shot in Lancaster, California 2024


379
30
1 weeks ago


Gabriel Leone for @truss
Production Company: @sugarcanefilmes
Director: @igorselingarde
Executive Producer: @elisamello
Production Coordinator: @mu.paiva
Client Services: @bru_nogueira

Director of Photography (DOP): @luisadale @lagence 
Producer: @helenasardinha
Production Assistants: @mateushueb @caiocesarapt
1st Assistant Camera (1st AC): @shihyyoung_setlife
2nd Assistant Camera (2nd AC): @kai.philavanh
Gaffers: @nah_ppp & @sikaafi
Key Grips: @audrey_biche & @hyeyoung_ra
Swings: @lukaosadcijs @random_protoplasm
Sound: @pbkaudio @creighyanchar
Mobile content: @sidneypaiva.official

LA rental house: @milkdgtl

Post-Production Coordinator: @marcisantunes
Editor: @igorselingarde
Color Grading: @psychonlook
Colorist: @joaomoreira

Audio: @evil_twin_musica
Music Direction: @petersauces @faria_andre
Music Production: @reginatochico @thiagocolli
SFX & Audio Finishing: @rafaelvieira.audio @gus_boselli @andredavilamello
Account Management & Coordination: @jutangary @thegiukebox


339
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2 weeks ago

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Producer: @helenasardinha
Production Assistants: @mateushueb @caiocesarapt
1st Assistant Camera (1st AC): @shihyyoung_setlife
2nd Assistant Camera (2nd AC): @kai.philavanh
Gaffers: @nah_ppp & @sikaafi
Key Grips: @audrey_biche & @hyeyoung_ra
Swings: @lukaosadcijs @random_protoplasm
Sound: @pbkaudio @creighyanchar
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Color Grading: @psychonlook
Colorist: @joaomoreira

Audio: @evil_twin_musica
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2 weeks ago

De quando o Dante tinha o mundo todo só pra ele


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1
4 weeks ago

Ten years ago I married a man like no other @taiomvct


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3
1 months ago

ANATOMY OF A SCENE - Just thought I’d share, after FOUR years (yes, baby, 4 years) a bit of how my genius friend and director @imogen.jpeg and I designed a shot from our AFI thesis “RAIN” and also one of my favorite ones because of how fluid it feels and how camera movement and actor’s blocking made this scene feel so eery and tense.
On slide 2 you’ll see the camera overhead for this scene and on slides 3,4 and 5 the videos we did on our tech scout still testing to find the best way to convey these feelings I mentioned.
As a cinematographer, working with directors with such an ability for blocking actors is so satisfying and it gives me so much space to be more creative. Imogen is really a piece of jewel 💎 London folks, watch out for her!
And of course, this scene was so beautifully and seamlessly executed by our amazing steadicam op @raphaelvanoostrum 🎥
Can’t believe it’s been so long already 🥹


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6
1 months ago

ANATOMY OF A SCENE - Just thought I’d share, after FOUR years (yes, baby, 4 years) a bit of how my genius friend and director @imogen.jpeg and I designed a shot from our AFI thesis “RAIN” and also one of my favorite ones because of how fluid it feels and how camera movement and actor’s blocking made this scene feel so eery and tense.
On slide 2 you’ll see the camera overhead for this scene and on slides 3,4 and 5 the videos we did on our tech scout still testing to find the best way to convey these feelings I mentioned.
As a cinematographer, working with directors with such an ability for blocking actors is so satisfying and it gives me so much space to be more creative. Imogen is really a piece of jewel 💎 London folks, watch out for her!
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As a cinematographer, working with directors with such an ability for blocking actors is so satisfying and it gives me so much space to be more creative. Imogen is really a piece of jewel 💎 London folks, watch out for her!
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As a cinematographer, working with directors with such an ability for blocking actors is so satisfying and it gives me so much space to be more creative. Imogen is really a piece of jewel 💎 London folks, watch out for her!
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On slide 2 you’ll see the camera overhead for this scene and on slides 3,4 and 5 the videos we did on our tech scout still testing to find the best way to convey these feelings I mentioned.
As a cinematographer, working with directors with such an ability for blocking actors is so satisfying and it gives me so much space to be more creative. Imogen is really a piece of jewel 💎 London folks, watch out for her!
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On slide 2 you’ll see the camera overhead for this scene and on slides 3,4 and 5 the videos we did on our tech scout still testing to find the best way to convey these feelings I mentioned.
As a cinematographer, working with directors with such an ability for blocking actors is so satisfying and it gives me so much space to be more creative. Imogen is really a piece of jewel 💎 London folks, watch out for her!
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ANATOMY OF A SCENE - Just thought I’d share, after FOUR years (yes, baby, 4 years) a bit of how my genius friend and director @imogen.jpeg and I designed a shot from our AFI thesis “RAIN” and also one of my favorite ones because of how fluid it feels and how camera movement and actor’s blocking made this scene feel so eery and tense.
On slide 2 you’ll see the camera overhead for this scene and on slides 3,4 and 5 the videos we did on our tech scout still testing to find the best way to convey these feelings I mentioned.
As a cinematographer, working with directors with such an ability for blocking actors is so satisfying and it gives me so much space to be more creative. Imogen is really a piece of jewel 💎 London folks, watch out for her!
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1 months ago

Auto-retrato (no foco doce kkk) com meu retrato preferido que fiz do David e do Aram, que interpretavam dois irmãos com relações conflituosas entre si e com o mundo, no set de “Tiramillas”, dirigido pelo Rodrigo de Pablo em Barcelona, primavera de 2018.
Fotografia em médio formato, impressa em fine art e emoldurada 103cm x 103cm, tiragem única. Para preço e condições de pagamento, enviar uma DM. Envio para todo Brasil.


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1 months ago

Auto-retrato (no foco doce kkk) com meu retrato preferido que fiz do David e do Aram, que interpretavam dois irmãos com relações conflituosas entre si e com o mundo, no set de “Tiramillas”, dirigido pelo Rodrigo de Pablo em Barcelona, primavera de 2018.
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Auto-retrato (no foco doce kkk) com meu retrato preferido que fiz do David e do Aram, que interpretavam dois irmãos com relações conflituosas entre si e com o mundo, no set de “Tiramillas”, dirigido pelo Rodrigo de Pablo em Barcelona, primavera de 2018.
Fotografia em médio formato, impressa em fine art e emoldurada 103cm x 103cm, tiragem única. Para preço e condições de pagamento, enviar uma DM. Envio para todo Brasil.


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Auto-retrato (no foco doce kkk) com meu retrato preferido que fiz do David e do Aram, que interpretavam dois irmãos com relações conflituosas entre si e com o mundo, no set de “Tiramillas”, dirigido pelo Rodrigo de Pablo em Barcelona, primavera de 2018.
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Auto-retrato (no foco doce kkk) com meu retrato preferido que fiz do David e do Aram, que interpretavam dois irmãos com relações conflituosas entre si e com o mundo, no set de “Tiramillas”, dirigido pelo Rodrigo de Pablo em Barcelona, primavera de 2018.
Fotografia em médio formato, impressa em fine art e emoldurada 103cm x 103cm, tiragem única. Para preço e condições de pagamento, enviar uma DM. Envio para todo Brasil.


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Auto-retrato (no foco doce kkk) com meu retrato preferido que fiz do David e do Aram, que interpretavam dois irmãos com relações conflituosas entre si e com o mundo, no set de “Tiramillas”, dirigido pelo Rodrigo de Pablo em Barcelona, primavera de 2018.
Fotografia em médio formato, impressa em fine art e emoldurada 103cm x 103cm, tiragem única. Para preço e condições de pagamento, enviar uma DM. Envio para todo Brasil.


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Auto-retrato (no foco doce kkk) com meu retrato preferido que fiz do David e do Aram, que interpretavam dois irmãos com relações conflituosas entre si e com o mundo, no set de “Tiramillas”, dirigido pelo Rodrigo de Pablo em Barcelona, primavera de 2018.
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Auto-retrato (no foco doce kkk) com meu retrato preferido que fiz do David e do Aram, que interpretavam dois irmãos com relações conflituosas entre si e com o mundo, no set de “Tiramillas”, dirigido pelo Rodrigo de Pablo em Barcelona, primavera de 2018.
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Mais alguns frames da campanha do governo federal de homens contra o f3minicídi0 que rodamos no início deste ano, fico muito feliz em ter sido parte desse movimento mas ao mesmo tempo put* da vida que uma campanha de tamanho escopo seja ainda necessária. Parem de nos m4tar! direção @apbarcellos produção @mariaquiteriafilmes direção de arte @luoliv.arte edição @natacha_vassou cor @asuhfarias


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Mais alguns frames da campanha do governo federal de homens contra o f3minicídi0 que rodamos no início deste ano, fico muito feliz em ter sido parte desse movimento mas ao mesmo tempo put* da vida que uma campanha de tamanho escopo seja ainda necessária. Parem de nos m4tar! direção @apbarcellos produção @mariaquiteriafilmes direção de arte @luoliv.arte edição @natacha_vassou cor @asuhfarias


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AUTOPSY’s TRAILER IS OUT. DIR MAUD ARTELL. COLOR GRADING @juanasolassi.cc SHOT WITH ALEXA MONOCHROME + BAUSCH & LOMB BALTAR LENSES


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HOMENS CONTRA O FEMINICÍDIO, uma campanha do Governo Federal @lulaoficial
direção @apbarcellos direção de arte @luoliv.arte montagem @natacha_vassou cor @asuhfarias & equipe porreta @hericoboleli gaffer @tonyboleli na maquinária @fabiobarbosa7799 no foco e a super equipe de câmera @gabrielazzoe @frota.graphy @priscila_limabds_produção da @mariaquiteriafilmes @marciiaguerra @jefferson_veloso e agradecimento especial à @sicavalcanteacao @aiconacoescinematograficas e @frame.cinemadigital + estrelares da elétrica e maquinária @bollelihendrio @herikboleli @aangelica0s_

Sempre com eles @lagence


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A soul that drags its feet dir by @melisande_mclaughlin + color by @juanasolassi.cc shot on @kodak_shootfilm


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Disney real-life princesses 👸 with @marikrugerb & @kawaii_canello_albieri ___ dir by @heloliv + color by @ianpasqualino


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Story Save - Best free tool for saving Stories, Reels, Photos, Videos, Highlights, IGTV to your phone.

Story-save.com is an intuitive online tool that enables users to download and save a variety of content, including stories, photos, videos, and IGTV materials, directly from Instagram. With Story-Save, you can not only easily download diverse content from Instagram but also view it at your convenience, even without internet access. This tool is perfect for those moments when you come across something interesting on Instagram and want to save it for later viewing. Use Story-Save to ensure you don't miss the chance to take your favorite Instagram moments with you!

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