Lua Perê
🪐 Astróloga

Terça-feira, às 15:30h, vamos conversar sobre as vertentes astrológicas e suas linguagens. Falar sobre astrologia horária. Sobre o percurso da @luapere . Um encontro incrível! Ativem o lembrete e não percam!!
Postando depois do jogo sim, porque o resultado da horária não era favorável e eu não queria desanimar ninguém. Bjs de luz ✨
#astrologiahoraria #astrologia #horaria
[Astrologia Horária]
Pergunta: Onde está o meu anel?
Esse mapa me levantou vários questionamentos e uma conclusão em aberto.
No vídeo faço duas possibilidades de interpretação. Não entrei em pormenores na segunda análise (final do vídeo) pra evitar que o conteúdo ficasse muito longo. Mas digam aí, o que vocês acham? Vamos hablar! 🗣️
Edit:
Esqueci de comentar no vídeo sobre o fato dessa lua estar muito longe de aspectar qualquer planeta do mapa (o próximo aspecto que ela fará é com o Sol à 17⁰ de Libra, ou seja, vai passar aí uns 20 graus vagando, acho que isso também não é um bom sinal). Enfim.
[Agora tem até legendinha. 💁🏽♀️]
Análise de astrologia horária:
"Vou engravidar em 2026?" - pergunta da cliente.
Se você é astrólogo/a, estudante ou curioso e viu algum outro ponto importante no mapa, comenta aí, vamos conversar. 🗣️
E desculpa aí a quantidade de "Éh..." no vídeo, rs rs✌🏽
#astrologia #horaria

Ontem o Vem com a gente da @bandtvrio foi com eles. Celebrando o dia do nordestino tivemos o @forroswingplay , falamos das previsõespros signos com a @luapere e aprendemos a preparar Tartar de manga com carne seca com a @euisisrealchef #apresentador #tv #programadetv direção @tininhaaraujo

✨ Reescrevendo o Céu: técnicas para um horóscopo responsável
Horóscopos de jornal são polêmicos? Sim.
É possível escrevê-los com técnica e responsabilidade? Sim, também.
Esse curso me rondava há tempos — e entre desejo e demanda, nasceu sob a Lua Cheia em Capricórnio (que já está em Peixes). Mas não é exatamente sobre isso que vim falar agora.
A prática de escrever horóscopos periódicos — seja para jornais, revistas ou redes sociais — voltados para os doze signos do zodíaco é, sim, questionável. Ela ignora nuances importantes da astrologia profissional e superdimensiona o signo solar, deixando de lado aspectos fundamentais e muitas vezes mais relevantes.
Mas o horóscopo — e aqui uso o termo apenas como nome popular para essas previsões periódicas, já que horóscopo mesmo (χώρα σκοπός) pode ser tudo aquilo que já nasceu um dia — é menos uma predição literal e mais uma tradução simbólica e poética dos ritmos celestes.
Este workshop se propõe a explorar as técnicas astrológicas que tornam possível uma escrita oracular mais responsável — consciente de suas limitações, mas ainda assim verdadeiramente conectada ao céu.
Afinal, essa segue sendo uma das formas mais acessíveis de aproximação entre o coletivo e os ritmos celestiais.
Vamos reescrever o céu.
📅 21 e 23 de julho
⏰ 19h30 às 21h
📍 Online — com gravações disponíveis após as aulas
💸 R$85 — via pix ou transferência
✨ Inscrições: luapereastrologia@gmail.com

✨ Reescrevendo o Céu: técnicas para um horóscopo responsável
Horóscopos de jornal são polêmicos? Sim.
É possível escrevê-los com técnica e responsabilidade? Sim, também.
Esse curso me rondava há tempos — e entre desejo e demanda, nasceu sob a Lua Cheia em Capricórnio (que já está em Peixes). Mas não é exatamente sobre isso que vim falar agora.
A prática de escrever horóscopos periódicos — seja para jornais, revistas ou redes sociais — voltados para os doze signos do zodíaco é, sim, questionável. Ela ignora nuances importantes da astrologia profissional e superdimensiona o signo solar, deixando de lado aspectos fundamentais e muitas vezes mais relevantes.
Mas o horóscopo — e aqui uso o termo apenas como nome popular para essas previsões periódicas, já que horóscopo mesmo (χώρα σκοπός) pode ser tudo aquilo que já nasceu um dia — é menos uma predição literal e mais uma tradução simbólica e poética dos ritmos celestes.
Este workshop se propõe a explorar as técnicas astrológicas que tornam possível uma escrita oracular mais responsável — consciente de suas limitações, mas ainda assim verdadeiramente conectada ao céu.
Afinal, essa segue sendo uma das formas mais acessíveis de aproximação entre o coletivo e os ritmos celestiais.
Vamos reescrever o céu.
📅 21 e 23 de julho
⏰ 19h30 às 21h
📍 Online — com gravações disponíveis após as aulas
💸 R$85 — via pix ou transferência
✨ Inscrições: luapereastrologia@gmail.com

✨ Reescrevendo o Céu: técnicas para um horóscopo responsável
Horóscopos de jornal são polêmicos? Sim.
É possível escrevê-los com técnica e responsabilidade? Sim, também.
Esse curso me rondava há tempos — e entre desejo e demanda, nasceu sob a Lua Cheia em Capricórnio (que já está em Peixes). Mas não é exatamente sobre isso que vim falar agora.
A prática de escrever horóscopos periódicos — seja para jornais, revistas ou redes sociais — voltados para os doze signos do zodíaco é, sim, questionável. Ela ignora nuances importantes da astrologia profissional e superdimensiona o signo solar, deixando de lado aspectos fundamentais e muitas vezes mais relevantes.
Mas o horóscopo — e aqui uso o termo apenas como nome popular para essas previsões periódicas, já que horóscopo mesmo (χώρα σκοπός) pode ser tudo aquilo que já nasceu um dia — é menos uma predição literal e mais uma tradução simbólica e poética dos ritmos celestes.
Este workshop se propõe a explorar as técnicas astrológicas que tornam possível uma escrita oracular mais responsável — consciente de suas limitações, mas ainda assim verdadeiramente conectada ao céu.
Afinal, essa segue sendo uma das formas mais acessíveis de aproximação entre o coletivo e os ritmos celestiais.
Vamos reescrever o céu.
📅 21 e 23 de julho
⏰ 19h30 às 21h
📍 Online — com gravações disponíveis após as aulas
💸 R$85 — via pix ou transferência
✨ Inscrições: luapereastrologia@gmail.com

Há doze anos, quando Júpiter começava sua última passagem pelo signo de Câncer e, consequentemente, pela casa 9 do meu mapa de nascimento, eu iniciava oficialmente — e despretensiosamente — um estudo que me daria uma profissão: o estudo da Astrologia. ✨
Já tinha consultado astrólogos, lido livros, feito grupos de estudos caseiros, já andava com meu caderninho vermelho pra cima e pra baixo, onde anotava os dados de nascimento de todos que — inocentemente — me forneciam como se nada fosse.
Mas, em setembro de 2013, com Júpiter a 18º de Câncer num trígono exato à minha Lua, eu me matriculei no meu primeiro curso de astrologia, com ninguém menos que @claudialisboa que se tornou um grande exemplo de Júpiter na minha vida. 💫
De lá pra cá foram 5 formações em astrologia e incontáveis cursos paralelos com tantos astrólogos incríveis e geniais com quem tive o prazer de encontrar pelo caminho. Eu tentaria citar todos, se não corresse o risco de esquecer alguém importante. Mas não posso deixar de mencionar @pilotojupiter.astrologia e @saturnalia_ que também marcaram de forma definitiva essa jornada.
Dito isso, é com muita honra, alegria e um pouco de frio na barriga, que venho compartilhar que agora, 12 anos depois, com o grande benéfico retornando à minha casa 9 (casa dos grandes estudos e viagens), eu me preparo para uma palestra que vai acontecer em outubro, em Tomar, Portugal, a convite da minha querida Cláudia Lisboa e ao lado de astrólogos que eu tanto admiro (img no post, passa pro lado 👉🏼).
Paralelo a isso, começo também a graduação em Filosofia, pela UFF. ✨
E foi assim que eu virei mais um clichê astrológico, rsrs — com muito orgulho. ♡
Obrigada a todos que, direta ou indiretamente, fazem parte desse percurso.
E fiquem atentos:
vou oferecer vários (espero!) cursos e aulas avulsas
por aqui nos próximos meses.
Bora! 🚀
PS: na primeira foto, o caderninho de anotações do meu primeiro curso de astrologia, lá em 2013.

Há doze anos, quando Júpiter começava sua última passagem pelo signo de Câncer e, consequentemente, pela casa 9 do meu mapa de nascimento, eu iniciava oficialmente — e despretensiosamente — um estudo que me daria uma profissão: o estudo da Astrologia. ✨
Já tinha consultado astrólogos, lido livros, feito grupos de estudos caseiros, já andava com meu caderninho vermelho pra cima e pra baixo, onde anotava os dados de nascimento de todos que — inocentemente — me forneciam como se nada fosse.
Mas, em setembro de 2013, com Júpiter a 18º de Câncer num trígono exato à minha Lua, eu me matriculei no meu primeiro curso de astrologia, com ninguém menos que @claudialisboa que se tornou um grande exemplo de Júpiter na minha vida. 💫
De lá pra cá foram 5 formações em astrologia e incontáveis cursos paralelos com tantos astrólogos incríveis e geniais com quem tive o prazer de encontrar pelo caminho. Eu tentaria citar todos, se não corresse o risco de esquecer alguém importante. Mas não posso deixar de mencionar @pilotojupiter.astrologia e @saturnalia_ que também marcaram de forma definitiva essa jornada.
Dito isso, é com muita honra, alegria e um pouco de frio na barriga, que venho compartilhar que agora, 12 anos depois, com o grande benéfico retornando à minha casa 9 (casa dos grandes estudos e viagens), eu me preparo para uma palestra que vai acontecer em outubro, em Tomar, Portugal, a convite da minha querida Cláudia Lisboa e ao lado de astrólogos que eu tanto admiro (img no post, passa pro lado 👉🏼).
Paralelo a isso, começo também a graduação em Filosofia, pela UFF. ✨
E foi assim que eu virei mais um clichê astrológico, rsrs — com muito orgulho. ♡
Obrigada a todos que, direta ou indiretamente, fazem parte desse percurso.
E fiquem atentos:
vou oferecer vários (espero!) cursos e aulas avulsas
por aqui nos próximos meses.
Bora! 🚀
PS: na primeira foto, o caderninho de anotações do meu primeiro curso de astrologia, lá em 2013.

Há doze anos, quando Júpiter começava sua última passagem pelo signo de Câncer e, consequentemente, pela casa 9 do meu mapa de nascimento, eu iniciava oficialmente — e despretensiosamente — um estudo que me daria uma profissão: o estudo da Astrologia. ✨
Já tinha consultado astrólogos, lido livros, feito grupos de estudos caseiros, já andava com meu caderninho vermelho pra cima e pra baixo, onde anotava os dados de nascimento de todos que — inocentemente — me forneciam como se nada fosse.
Mas, em setembro de 2013, com Júpiter a 18º de Câncer num trígono exato à minha Lua, eu me matriculei no meu primeiro curso de astrologia, com ninguém menos que @claudialisboa que se tornou um grande exemplo de Júpiter na minha vida. 💫
De lá pra cá foram 5 formações em astrologia e incontáveis cursos paralelos com tantos astrólogos incríveis e geniais com quem tive o prazer de encontrar pelo caminho. Eu tentaria citar todos, se não corresse o risco de esquecer alguém importante. Mas não posso deixar de mencionar @pilotojupiter.astrologia e @saturnalia_ que também marcaram de forma definitiva essa jornada.
Dito isso, é com muita honra, alegria e um pouco de frio na barriga, que venho compartilhar que agora, 12 anos depois, com o grande benéfico retornando à minha casa 9 (casa dos grandes estudos e viagens), eu me preparo para uma palestra que vai acontecer em outubro, em Tomar, Portugal, a convite da minha querida Cláudia Lisboa e ao lado de astrólogos que eu tanto admiro (img no post, passa pro lado 👉🏼).
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Bora! 🚀
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Há doze anos, quando Júpiter começava sua última passagem pelo signo de Câncer e, consequentemente, pela casa 9 do meu mapa de nascimento, eu iniciava oficialmente — e despretensiosamente — um estudo que me daria uma profissão: o estudo da Astrologia. ✨
Já tinha consultado astrólogos, lido livros, feito grupos de estudos caseiros, já andava com meu caderninho vermelho pra cima e pra baixo, onde anotava os dados de nascimento de todos que — inocentemente — me forneciam como se nada fosse.
Mas, em setembro de 2013, com Júpiter a 18º de Câncer num trígono exato à minha Lua, eu me matriculei no meu primeiro curso de astrologia, com ninguém menos que @claudialisboa que se tornou um grande exemplo de Júpiter na minha vida. 💫
De lá pra cá foram 5 formações em astrologia e incontáveis cursos paralelos com tantos astrólogos incríveis e geniais com quem tive o prazer de encontrar pelo caminho. Eu tentaria citar todos, se não corresse o risco de esquecer alguém importante. Mas não posso deixar de mencionar @pilotojupiter.astrologia e @saturnalia_ que também marcaram de forma definitiva essa jornada.
Dito isso, é com muita honra, alegria e um pouco de frio na barriga, que venho compartilhar que agora, 12 anos depois, com o grande benéfico retornando à minha casa 9 (casa dos grandes estudos e viagens), eu me preparo para uma palestra que vai acontecer em outubro, em Tomar, Portugal, a convite da minha querida Cláudia Lisboa e ao lado de astrólogos que eu tanto admiro (img no post, passa pro lado 👉🏼).
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Obrigada a todos que, direta ou indiretamente, fazem parte desse percurso.
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Se tem um um papo astral bom é com ela!🌹
Vamos falar sobre os céus, histórias vividas, contadas e inventadas e sobre meu primeiro livro O CÉU VEIO TE CONTAR que chega dia 01.06, na @blooks, com as parcerias preciosas de @andreasamico @intersecaoedicoes e @fernandozensho .🎉😍
Bora dividir nossas gargalhadas com esse povo @luapere ???🤭🥰

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Vamos ganhar um Oscar?
Ontem, logo que vi a notícia das indicações, levantei a horária (mapa) com a pergunta. Achei tudo tão mágico e redondo, que achei válido deixar registrado. Reforçando aqui alguns pontos a serem levados em consideração e acrescentando outros:
1) regente do ascendente (representando o "nós"), a Vênus, exaltada e na casa 11: somos bem recebidos, exaltados.
2) o sol, que rege a 4, na casa 10 junto da fortuna: nossa história, nosso passado, nosso país, nossos mortos lançados para o ponto de maior visibilidade do mapa. Expostos ao mundo. Todos os olhos se voltam para ele. Pra mim, um indicativo de que o prêmio será de filme estrangeiro, representado por esse sol brilhando alto a despeito de sua posição de exílio, em aquário.
3) Marte, regente da casa 7, em queda, no signo de câncer: os adversários, concorrentes caem, enquanto nós (vênus) somos exaltados.
Pontos críticos:
1) lua em escorpião: por mais que ela esteja na casa dos adversários, na horária, ela é sempre um segundo significador de quem pergunta (nós), o que não é bom considerando que ela está em queda. Além disso, numa quadratura (comrecepção mútua) com Marte, apesar de querer muito acreditar que isso é ruim para quem concorre conosco, ainda acho que nas internas, apesar de estarmos muito bem colocados, pode sempre haver relações de poder que beneficiam nossos concorrentes.
2) mercúrio em oposição a Marte: não tenho conclusões claras sobre quem esse mercúrio representa. O próprio filme? (reg da 5); nossos recursos? (reg da 2). Mas não me agrada essa oposição tão clara e aplicativa.
3) o fato de o ascendente estar nos primeiros graus de um signo (libra) pode ser considerado - para alguns autores - um impedimento para ler o mapa. Como se fosse "muito cedo" para perguntar.
Que vocês acham? Bora papear, lunatiques. 🌙

[eclipse solar] Hoje é sexta-feira 13, véspera de eclipse solar e, de quebra, tivemos um aspecto fluente entre os planetas Marte e Saturno que, resumidamente, não é um bom presságio. Como sempre, os eclipses criam um alvoroço entre aqueles que gostam de olhar o céu. Alguns pontos sobre o evento:
1. O eclipse é sim um fenômeno lindo de se observar, misterioso, raro (o último solarvisível no Brasil foi em 1995). Mas, simbolicamente falando, não há nada de auspicioso no evento. Não tem abertura de portal, chave para a consciência ou motivo para ciranda.
Eclipses envolvem Sol e Lua, os chamados luminares na astrologia. São os “doadores de vida”, organizadores da vida na Terra, verdadeiros guias da natureza. O apagamento de um deles - e especialmente do Sol que é imutável, previsível, não cresce nem mingua - significa uma interrupção da ordem e da nossa fonte de luz. É sabido que durante um eclipse solar a temperatura cai, a umidade relativa e a pressão mudam. O comportamento de animais (aves e insetos) e das plantas mudam. Eclipse significa e simboliza uma interrupção do fluxo da natureza (mesmo que seja um fenômeno natural e, sim, nós astrólogos sabemos disso).
2. Por mais que a gente saiba em quê consiste o fenômeno em si e também que ele não apresenta nenhuma ameaça à vida na Terra, a astrologia é uma linguagem simbólica. Não é ciência nem se propõe a ser. Logo, tanto faz saber ou não saber o que causa o eclipse, pois estamos falando do símbolo de ter o Sol apagado em plena luz do dia e no impacto que isso gera objetiva e subjetivamente.
Acho curioso que mesmo sendo previsíveis, explicáveis e regulares, os eclipses causem alvoroço, porque é sobre isso que estamos falando. Essa é a desordem.
Em termos simbólicos, se o Sol é a manifestação do divino e a representação da ordem cósmica, e o nosso mundo é um Cosmos em si, o apagamento do Sol é simbolicamente um “ataque a ordem”, e quem o ataca é equiparado aos inimigos dos deuses. [Continua nos comentários]

[eclipse solar] Hoje é sexta-feira 13, véspera de eclipse solar e, de quebra, tivemos um aspecto fluente entre os planetas Marte e Saturno que, resumidamente, não é um bom presságio. Como sempre, os eclipses criam um alvoroço entre aqueles que gostam de olhar o céu. Alguns pontos sobre o evento:
1. O eclipse é sim um fenômeno lindo de se observar, misterioso, raro (o último solarvisível no Brasil foi em 1995). Mas, simbolicamente falando, não há nada de auspicioso no evento. Não tem abertura de portal, chave para a consciência ou motivo para ciranda.
Eclipses envolvem Sol e Lua, os chamados luminares na astrologia. São os “doadores de vida”, organizadores da vida na Terra, verdadeiros guias da natureza. O apagamento de um deles - e especialmente do Sol que é imutável, previsível, não cresce nem mingua - significa uma interrupção da ordem e da nossa fonte de luz. É sabido que durante um eclipse solar a temperatura cai, a umidade relativa e a pressão mudam. O comportamento de animais (aves e insetos) e das plantas mudam. Eclipse significa e simboliza uma interrupção do fluxo da natureza (mesmo que seja um fenômeno natural e, sim, nós astrólogos sabemos disso).
2. Por mais que a gente saiba em quê consiste o fenômeno em si e também que ele não apresenta nenhuma ameaça à vida na Terra, a astrologia é uma linguagem simbólica. Não é ciência nem se propõe a ser. Logo, tanto faz saber ou não saber o que causa o eclipse, pois estamos falando do símbolo de ter o Sol apagado em plena luz do dia e no impacto que isso gera objetiva e subjetivamente.
Acho curioso que mesmo sendo previsíveis, explicáveis e regulares, os eclipses causem alvoroço, porque é sobre isso que estamos falando. Essa é a desordem.
Em termos simbólicos, se o Sol é a manifestação do divino e a representação da ordem cósmica, e o nosso mundo é um Cosmos em si, o apagamento do Sol é simbolicamente um “ataque a ordem”, e quem o ataca é equiparado aos inimigos dos deuses. [Continua nos comentários]
[eclipse solar] Hoje é sexta-feira 13, véspera de eclipse solar e, de quebra, tivemos um aspecto fluente entre os planetas Marte e Saturno que, resumidamente, não é um bom presságio. Como sempre, os eclipses criam um alvoroço entre aqueles que gostam de olhar o céu. Alguns pontos sobre o evento:
1. O eclipse é sim um fenômeno lindo de se observar, misterioso, raro (o último solarvisível no Brasil foi em 1995). Mas, simbolicamente falando, não há nada de auspicioso no evento. Não tem abertura de portal, chave para a consciência ou motivo para ciranda.
Eclipses envolvem Sol e Lua, os chamados luminares na astrologia. São os “doadores de vida”, organizadores da vida na Terra, verdadeiros guias da natureza. O apagamento de um deles - e especialmente do Sol que é imutável, previsível, não cresce nem mingua - significa uma interrupção da ordem e da nossa fonte de luz. É sabido que durante um eclipse solar a temperatura cai, a umidade relativa e a pressão mudam. O comportamento de animais (aves e insetos) e das plantas mudam. Eclipse significa e simboliza uma interrupção do fluxo da natureza (mesmo que seja um fenômeno natural e, sim, nós astrólogos sabemos disso).
2. Por mais que a gente saiba em quê consiste o fenômeno em si e também que ele não apresenta nenhuma ameaça à vida na Terra, a astrologia é uma linguagem simbólica. Não é ciência nem se propõe a ser. Logo, tanto faz saber ou não saber o que causa o eclipse, pois estamos falando do símbolo de ter o Sol apagado em plena luz do dia e no impacto que isso gera objetiva e subjetivamente.
Acho curioso que mesmo sendo previsíveis, explicáveis e regulares, os eclipses causem alvoroço, porque é sobre isso que estamos falando. Essa é a desordem.
Em termos simbólicos, se o Sol é a manifestação do divino e a representação da ordem cósmica, e o nosso mundo é um Cosmos em si, o apagamento do Sol é simbolicamente um “ataque a ordem”, e quem o ataca é equiparado aos inimigos dos deuses. [Continua nos comentários]

Bom dia, lunáticos! 🌚
Turma em MAIO/23.
Quartas: 10, 17, 24 e 31 de maio
Os encontros serão online via zoom e as aulas ficarão gravadas e disponíveis para todos os alunos.
✨
O workshop será uma introdução - ou um retorno - às bases do estudo astrológico a partir da sua relação com a natureza, na tentativa de remontar o surgimento deste conhecimento. Este será um curso voltado para quem deseja ter um primeiro contato com a astrologia ou pra quem deseja reencontrar os fundamentos astrológicos a partir de suas origens.
✨
O conteúdo abordará:
- breve história da astrologia
- planetas
- signos
- planetas + signos
- casas astrológicas
✨
Pra mais informações, valores, etc: deixe um comentário ou envie uma mensagem inbox. :)

Bom dia, lunáticos! 🌚
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Quartas: 10, 17, 24 e 31 de maio
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✨
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✨
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- casas astrológicas
✨
Pra mais informações, valores, etc: deixe um comentário ou envie uma mensagem inbox. :)

Bom dia, lunáticos! 🌚
Turma em MAIO/23.
Quartas: 10, 17, 24 e 31 de maio
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✨
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✨
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✨
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