Jorge Ferreira | Etnobotânico
Botânico e pesquisador de biodiversidade. Conheça o meu Guia de Plantas Medicinais Nativas e Naturalizadas na Mata Atlântica. 👇

A vida tem espaço para crescer quando permitimos.
As ações através da @frutadolobo são um exemplo. Nos trazem esperança. As plantas crescem com força no terreno reflorestado, mostrando que a regeneração é o caminho.
Em breve, esse espaço voltará a ser floresta nativa, reafirmando que cuidar da terra é também cultivar futuro!
Encontramos muitas PANCS durante a caminhada etnobotânica, guiando as crianças. Umasemente para exercitar o olhar de nossa juventude e enxergar que o que antes era visto como mato.
Na verdade, uma possibilidade de nos nutrir como alimento e/ou com função medicinal.
Após a experiência, finalizamos com uma degustação especial das espécies encontradas, incluindo pesto de ora-pro-nóbis, flores de feijão-guandu e variedades de folhas de hibisco.
O cultivo próprio, a autonomia e uma relação mais consciente com o que consumimos são essenciais para a saúde.
Muito feliz com essa troca coletiva tão completa e rica.

A vida tem espaço para crescer quando permitimos.
As ações através da @frutadolobo são um exemplo. Nos trazem esperança. As plantas crescem com força no terreno reflorestado, mostrando que a regeneração é o caminho.
Em breve, esse espaço voltará a ser floresta nativa, reafirmando que cuidar da terra é também cultivar futuro!
Encontramos muitas PANCS durante a caminhada etnobotânica, guiando as crianças. Umasemente para exercitar o olhar de nossa juventude e enxergar que o que antes era visto como mato.
Na verdade, uma possibilidade de nos nutrir como alimento e/ou com função medicinal.
Após a experiência, finalizamos com uma degustação especial das espécies encontradas, incluindo pesto de ora-pro-nóbis, flores de feijão-guandu e variedades de folhas de hibisco.
O cultivo próprio, a autonomia e uma relação mais consciente com o que consumimos são essenciais para a saúde.
Muito feliz com essa troca coletiva tão completa e rica.

A vida tem espaço para crescer quando permitimos.
As ações através da @frutadolobo são um exemplo. Nos trazem esperança. As plantas crescem com força no terreno reflorestado, mostrando que a regeneração é o caminho.
Em breve, esse espaço voltará a ser floresta nativa, reafirmando que cuidar da terra é também cultivar futuro!
Encontramos muitas PANCS durante a caminhada etnobotânica, guiando as crianças. Umasemente para exercitar o olhar de nossa juventude e enxergar que o que antes era visto como mato.
Na verdade, uma possibilidade de nos nutrir como alimento e/ou com função medicinal.
Após a experiência, finalizamos com uma degustação especial das espécies encontradas, incluindo pesto de ora-pro-nóbis, flores de feijão-guandu e variedades de folhas de hibisco.
O cultivo próprio, a autonomia e uma relação mais consciente com o que consumimos são essenciais para a saúde.
Muito feliz com essa troca coletiva tão completa e rica.

A vida tem espaço para crescer quando permitimos.
As ações através da @frutadolobo são um exemplo. Nos trazem esperança. As plantas crescem com força no terreno reflorestado, mostrando que a regeneração é o caminho.
Em breve, esse espaço voltará a ser floresta nativa, reafirmando que cuidar da terra é também cultivar futuro!
Encontramos muitas PANCS durante a caminhada etnobotânica, guiando as crianças. Umasemente para exercitar o olhar de nossa juventude e enxergar que o que antes era visto como mato.
Na verdade, uma possibilidade de nos nutrir como alimento e/ou com função medicinal.
Após a experiência, finalizamos com uma degustação especial das espécies encontradas, incluindo pesto de ora-pro-nóbis, flores de feijão-guandu e variedades de folhas de hibisco.
O cultivo próprio, a autonomia e uma relação mais consciente com o que consumimos são essenciais para a saúde.
Muito feliz com essa troca coletiva tão completa e rica.

A vida tem espaço para crescer quando permitimos.
As ações através da @frutadolobo são um exemplo. Nos trazem esperança. As plantas crescem com força no terreno reflorestado, mostrando que a regeneração é o caminho.
Em breve, esse espaço voltará a ser floresta nativa, reafirmando que cuidar da terra é também cultivar futuro!
Encontramos muitas PANCS durante a caminhada etnobotânica, guiando as crianças. Umasemente para exercitar o olhar de nossa juventude e enxergar que o que antes era visto como mato.
Na verdade, uma possibilidade de nos nutrir como alimento e/ou com função medicinal.
Após a experiência, finalizamos com uma degustação especial das espécies encontradas, incluindo pesto de ora-pro-nóbis, flores de feijão-guandu e variedades de folhas de hibisco.
O cultivo próprio, a autonomia e uma relação mais consciente com o que consumimos são essenciais para a saúde.
Muito feliz com essa troca coletiva tão completa e rica.

A vida tem espaço para crescer quando permitimos.
As ações através da @frutadolobo são um exemplo. Nos trazem esperança. As plantas crescem com força no terreno reflorestado, mostrando que a regeneração é o caminho.
Em breve, esse espaço voltará a ser floresta nativa, reafirmando que cuidar da terra é também cultivar futuro!
Encontramos muitas PANCS durante a caminhada etnobotânica, guiando as crianças. Umasemente para exercitar o olhar de nossa juventude e enxergar que o que antes era visto como mato.
Na verdade, uma possibilidade de nos nutrir como alimento e/ou com função medicinal.
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Muito feliz com essa troca coletiva tão completa e rica.
A vida tem espaço para crescer quando permitimos.
As ações através da @frutadolobo são um exemplo. Nos trazem esperança. As plantas crescem com força no terreno reflorestado, mostrando que a regeneração é o caminho.
Em breve, esse espaço voltará a ser floresta nativa, reafirmando que cuidar da terra é também cultivar futuro!
Encontramos muitas PANCS durante a caminhada etnobotânica, guiando as crianças. Umasemente para exercitar o olhar de nossa juventude e enxergar que o que antes era visto como mato.
Na verdade, uma possibilidade de nos nutrir como alimento e/ou com função medicinal.
Após a experiência, finalizamos com uma degustação especial das espécies encontradas, incluindo pesto de ora-pro-nóbis, flores de feijão-guandu e variedades de folhas de hibisco.
O cultivo próprio, a autonomia e uma relação mais consciente com o que consumimos são essenciais para a saúde.
Muito feliz com essa troca coletiva tão completa e rica.

A vida tem espaço para crescer quando permitimos.
As ações através da @frutadolobo são um exemplo. Nos trazem esperança. As plantas crescem com força no terreno reflorestado, mostrando que a regeneração é o caminho.
Em breve, esse espaço voltará a ser floresta nativa, reafirmando que cuidar da terra é também cultivar futuro!
Encontramos muitas PANCS durante a caminhada etnobotânica, guiando as crianças. Umasemente para exercitar o olhar de nossa juventude e enxergar que o que antes era visto como mato.
Na verdade, uma possibilidade de nos nutrir como alimento e/ou com função medicinal.
Após a experiência, finalizamos com uma degustação especial das espécies encontradas, incluindo pesto de ora-pro-nóbis, flores de feijão-guandu e variedades de folhas de hibisco.
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Muito feliz com essa troca coletiva tão completa e rica.

A vida tem espaço para crescer quando permitimos.
As ações através da @frutadolobo são um exemplo. Nos trazem esperança. As plantas crescem com força no terreno reflorestado, mostrando que a regeneração é o caminho.
Em breve, esse espaço voltará a ser floresta nativa, reafirmando que cuidar da terra é também cultivar futuro!
Encontramos muitas PANCS durante a caminhada etnobotânica, guiando as crianças. Umasemente para exercitar o olhar de nossa juventude e enxergar que o que antes era visto como mato.
Na verdade, uma possibilidade de nos nutrir como alimento e/ou com função medicinal.
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Muito feliz com essa troca coletiva tão completa e rica.
As peças do capítulo Mata Atlântica são fruto da nossa expedição pela @fazendabananal
Um encontro entre @flaviaaranha @jorge_forager @criagil e a riqueza desse bioma que reconhecemos como casa.
Roupas Vivas disponíveis nas lojas físicas e online.
Registros: @bruno_leao_photo.doc

Conversas sobre a floresta.
Registros do encontro desta semana na Loja Flavia Aranha, em Paraty, para celebrar o dia da Mata Atlântica e o lançamento do segundo capítulo da coleção Floresta, dedicado a este bioma.
Um bate-papo com Jorge Ferreira, Gil Padro, Artur Soar e Beatriz Farias, mediado por Marcella Zambardino.
Fotos por @bruno_leao_photo.doc
Catering por @baratlanticoparaty e curadoria especial de drinks por @jorge_forager

Conversas sobre a floresta.
Registros do encontro desta semana na Loja Flavia Aranha, em Paraty, para celebrar o dia da Mata Atlântica e o lançamento do segundo capítulo da coleção Floresta, dedicado a este bioma.
Um bate-papo com Jorge Ferreira, Gil Padro, Artur Soar e Beatriz Farias, mediado por Marcella Zambardino.
Fotos por @bruno_leao_photo.doc
Catering por @baratlanticoparaty e curadoria especial de drinks por @jorge_forager

Conversas sobre a floresta.
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Um bate-papo com Jorge Ferreira, Gil Padro, Artur Soar e Beatriz Farias, mediado por Marcella Zambardino.
Fotos por @bruno_leao_photo.doc
Catering por @baratlanticoparaty e curadoria especial de drinks por @jorge_forager

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Um bate-papo com Jorge Ferreira, Gil Padro, Artur Soar e Beatriz Farias, mediado por Marcella Zambardino.
Fotos por @bruno_leao_photo.doc
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Um bate-papo com Jorge Ferreira, Gil Padro, Artur Soar e Beatriz Farias, mediado por Marcella Zambardino.
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Um bate-papo com Jorge Ferreira, Gil Padro, Artur Soar e Beatriz Farias, mediado por Marcella Zambardino.
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Um bate-papo com Jorge Ferreira, Gil Padro, Artur Soar e Beatriz Farias, mediado por Marcella Zambardino.
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Conversas sobre a floresta.
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Um bate-papo com Jorge Ferreira, Gil Padro, Artur Soar e Beatriz Farias, mediado por Marcella Zambardino.
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Conversas sobre a floresta.
Registros do encontro desta semana na Loja Flavia Aranha, em Paraty, para celebrar o dia da Mata Atlântica e o lançamento do segundo capítulo da coleção Floresta, dedicado a este bioma.
Um bate-papo com Jorge Ferreira, Gil Padro, Artur Soar e Beatriz Farias, mediado por Marcella Zambardino.
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Conversas sobre a floresta.
Registros do encontro desta semana na Loja Flavia Aranha, em Paraty, para celebrar o dia da Mata Atlântica e o lançamento do segundo capítulo da coleção Floresta, dedicado a este bioma.
Um bate-papo com Jorge Ferreira, Gil Padro, Artur Soar e Beatriz Farias, mediado por Marcella Zambardino.
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| MATA ATLÂNTICA |
Mata Atlântica é o segundo capítulo da coleção FLORESTA, um estudo dos biomas a partir de plantas que dialogam com nossa identidade e pesquisa tintória.
Esta edição nasce do encontro criativo entre Flavia Aranha, o parabotânico Jorge Ferreira, o designer Gil Prado e o gravurista Artur Soar. A partir de uma expedição na floresta nativa da Fazenda Bananal, escolhem a monotipia como técnica de documentação do irreproduzível. Pau-brasil, juçara e tantas outras plantas imprimem no tecido a memória da mata. Nosso retrato do que resiste e do que renasce.
Disponível nas lojas físicas e online.

| MATA ATLÂNTICA |
Mata Atlântica é o segundo capítulo da coleção FLORESTA, um estudo dos biomas a partir de plantas que dialogam com nossa identidade e pesquisa tintória.
Esta edição nasce do encontro criativo entre Flavia Aranha, o parabotânico Jorge Ferreira, o designer Gil Prado e o gravurista Artur Soar. A partir de uma expedição na floresta nativa da Fazenda Bananal, escolhem a monotipia como técnica de documentação do irreproduzível. Pau-brasil, juçara e tantas outras plantas imprimem no tecido a memória da mata. Nosso retrato do que resiste e do que renasce.
Disponível nas lojas físicas e online.

| MATA ATLÂNTICA |
Mata Atlântica é o segundo capítulo da coleção FLORESTA, um estudo dos biomas a partir de plantas que dialogam com nossa identidade e pesquisa tintória.
Esta edição nasce do encontro criativo entre Flavia Aranha, o parabotânico Jorge Ferreira, o designer Gil Prado e o gravurista Artur Soar. A partir de uma expedição na floresta nativa da Fazenda Bananal, escolhem a monotipia como técnica de documentação do irreproduzível. Pau-brasil, juçara e tantas outras plantas imprimem no tecido a memória da mata. Nosso retrato do que resiste e do que renasce.
Disponível nas lojas físicas e online.

| MATA ATLÂNTICA |
Mata Atlântica é o segundo capítulo da coleção FLORESTA, um estudo dos biomas a partir de plantas que dialogam com nossa identidade e pesquisa tintória.
Esta edição nasce do encontro criativo entre Flavia Aranha, o parabotânico Jorge Ferreira, o designer Gil Prado e o gravurista Artur Soar. A partir de uma expedição na floresta nativa da Fazenda Bananal, escolhem a monotipia como técnica de documentação do irreproduzível. Pau-brasil, juçara e tantas outras plantas imprimem no tecido a memória da mata. Nosso retrato do que resiste e do que renasce.
Disponível nas lojas físicas e online.

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Mata Atlântica é o segundo capítulo da coleção FLORESTA, um estudo dos biomas a partir de plantas que dialogam com nossa identidade e pesquisa tintória.
Esta edição nasce do encontro criativo entre Flavia Aranha, o parabotânico Jorge Ferreira, o designer Gil Prado e o gravurista Artur Soar. A partir de uma expedição na floresta nativa da Fazenda Bananal, escolhem a monotipia como técnica de documentação do irreproduzível. Pau-brasil, juçara e tantas outras plantas imprimem no tecido a memória da mata. Nosso retrato do que resiste e do que renasce.
Disponível nas lojas físicas e online.

| MATA ATLÂNTICA |
Mata Atlântica é o segundo capítulo da coleção FLORESTA, um estudo dos biomas a partir de plantas que dialogam com nossa identidade e pesquisa tintória.
Esta edição nasce do encontro criativo entre Flavia Aranha, o parabotânico Jorge Ferreira, o designer Gil Prado e o gravurista Artur Soar. A partir de uma expedição na floresta nativa da Fazenda Bananal, escolhem a monotipia como técnica de documentação do irreproduzível. Pau-brasil, juçara e tantas outras plantas imprimem no tecido a memória da mata. Nosso retrato do que resiste e do que renasce.
Disponível nas lojas físicas e online.

| MATA ATLÂNTICA |
Mata Atlântica é o segundo capítulo da coleção FLORESTA, um estudo dos biomas a partir de plantas que dialogam com nossa identidade e pesquisa tintória.
Esta edição nasce do encontro criativo entre Flavia Aranha, o parabotânico Jorge Ferreira, o designer Gil Prado e o gravurista Artur Soar. A partir de uma expedição na floresta nativa da Fazenda Bananal, escolhem a monotipia como técnica de documentação do irreproduzível. Pau-brasil, juçara e tantas outras plantas imprimem no tecido a memória da mata. Nosso retrato do que resiste e do que renasce.
Disponível nas lojas físicas e online.

| MATA ATLÂNTICA |
Mata Atlântica é o segundo capítulo da coleção FLORESTA, um estudo dos biomas a partir de plantas que dialogam com nossa identidade e pesquisa tintória.
Esta edição nasce do encontro criativo entre Flavia Aranha, o parabotânico Jorge Ferreira, o designer Gil Prado e o gravurista Artur Soar. A partir de uma expedição na floresta nativa da Fazenda Bananal, escolhem a monotipia como técnica de documentação do irreproduzível. Pau-brasil, juçara e tantas outras plantas imprimem no tecido a memória da mata. Nosso retrato do que resiste e do que renasce.
Disponível nas lojas físicas e online.

| MATA ATLÂNTICA |
Mata Atlântica é o segundo capítulo da coleção FLORESTA, um estudo dos biomas a partir de plantas que dialogam com nossa identidade e pesquisa tintória.
Esta edição nasce do encontro criativo entre Flavia Aranha, o parabotânico Jorge Ferreira, o designer Gil Prado e o gravurista Artur Soar. A partir de uma expedição na floresta nativa da Fazenda Bananal, escolhem a monotipia como técnica de documentação do irreproduzível. Pau-brasil, juçara e tantas outras plantas imprimem no tecido a memória da mata. Nosso retrato do que resiste e do que renasce.
Disponível nas lojas físicas e online.

Em homenagem a Mata Atlântica,
Muito antes desse nome, os povos originários a chamavam de Caá-eté, a floresta verdadeira. Esse conceito revela algo profundo, a floresta era compreendida como uma entidade viva, um território de relação e conhecimento.
Ela possui formações rochosas antiquíssimas, algumas com centenas de milhões de anos, que moldaram microclimas específicos e permitiram o surgimento de nichos ecológicos extremamente raros. Esses relevos funcionam como refúgios naturais onde espécies evoluíram de forma isolada, criando processos únicos de adaptação. Seu solo, em muitas áreas, é naturalmente pobre em nutrientes.
Ainda assim, a floresta sustenta abundância por meio de uma sofisticada reciclagem biológica. A vida se mantém não pela riqueza do solo, mas pela inteligência das interações ecológicas.
Preservá-la não é apenas conservar natureza.
É proteger um sistema que sustenta a vida, guarda histórias invisíveis e nos lembra que equilíbrio não se constrói pela pressa, mas pela permanência.

Em homenagem a Mata Atlântica,
Muito antes desse nome, os povos originários a chamavam de Caá-eté, a floresta verdadeira. Esse conceito revela algo profundo, a floresta era compreendida como uma entidade viva, um território de relação e conhecimento.
Ela possui formações rochosas antiquíssimas, algumas com centenas de milhões de anos, que moldaram microclimas específicos e permitiram o surgimento de nichos ecológicos extremamente raros. Esses relevos funcionam como refúgios naturais onde espécies evoluíram de forma isolada, criando processos únicos de adaptação. Seu solo, em muitas áreas, é naturalmente pobre em nutrientes.
Ainda assim, a floresta sustenta abundância por meio de uma sofisticada reciclagem biológica. A vida se mantém não pela riqueza do solo, mas pela inteligência das interações ecológicas.
Preservá-la não é apenas conservar natureza.
É proteger um sistema que sustenta a vida, guarda histórias invisíveis e nos lembra que equilíbrio não se constrói pela pressa, mas pela permanência.

Em homenagem a Mata Atlântica,
Muito antes desse nome, os povos originários a chamavam de Caá-eté, a floresta verdadeira. Esse conceito revela algo profundo, a floresta era compreendida como uma entidade viva, um território de relação e conhecimento.
Ela possui formações rochosas antiquíssimas, algumas com centenas de milhões de anos, que moldaram microclimas específicos e permitiram o surgimento de nichos ecológicos extremamente raros. Esses relevos funcionam como refúgios naturais onde espécies evoluíram de forma isolada, criando processos únicos de adaptação. Seu solo, em muitas áreas, é naturalmente pobre em nutrientes.
Ainda assim, a floresta sustenta abundância por meio de uma sofisticada reciclagem biológica. A vida se mantém não pela riqueza do solo, mas pela inteligência das interações ecológicas.
Preservá-la não é apenas conservar natureza.
É proteger um sistema que sustenta a vida, guarda histórias invisíveis e nos lembra que equilíbrio não se constrói pela pressa, mas pela permanência.

Em homenagem a Mata Atlântica,
Muito antes desse nome, os povos originários a chamavam de Caá-eté, a floresta verdadeira. Esse conceito revela algo profundo, a floresta era compreendida como uma entidade viva, um território de relação e conhecimento.
Ela possui formações rochosas antiquíssimas, algumas com centenas de milhões de anos, que moldaram microclimas específicos e permitiram o surgimento de nichos ecológicos extremamente raros. Esses relevos funcionam como refúgios naturais onde espécies evoluíram de forma isolada, criando processos únicos de adaptação. Seu solo, em muitas áreas, é naturalmente pobre em nutrientes.
Ainda assim, a floresta sustenta abundância por meio de uma sofisticada reciclagem biológica. A vida se mantém não pela riqueza do solo, mas pela inteligência das interações ecológicas.
Preservá-la não é apenas conservar natureza.
É proteger um sistema que sustenta a vida, guarda histórias invisíveis e nos lembra que equilíbrio não se constrói pela pressa, mas pela permanência.

Em homenagem a Mata Atlântica,
Muito antes desse nome, os povos originários a chamavam de Caá-eté, a floresta verdadeira. Esse conceito revela algo profundo, a floresta era compreendida como uma entidade viva, um território de relação e conhecimento.
Ela possui formações rochosas antiquíssimas, algumas com centenas de milhões de anos, que moldaram microclimas específicos e permitiram o surgimento de nichos ecológicos extremamente raros. Esses relevos funcionam como refúgios naturais onde espécies evoluíram de forma isolada, criando processos únicos de adaptação. Seu solo, em muitas áreas, é naturalmente pobre em nutrientes.
Ainda assim, a floresta sustenta abundância por meio de uma sofisticada reciclagem biológica. A vida se mantém não pela riqueza do solo, mas pela inteligência das interações ecológicas.
Preservá-la não é apenas conservar natureza.
É proteger um sistema que sustenta a vida, guarda histórias invisíveis e nos lembra que equilíbrio não se constrói pela pressa, mas pela permanência.

Em homenagem a Mata Atlântica,
Muito antes desse nome, os povos originários a chamavam de Caá-eté, a floresta verdadeira. Esse conceito revela algo profundo, a floresta era compreendida como uma entidade viva, um território de relação e conhecimento.
Ela possui formações rochosas antiquíssimas, algumas com centenas de milhões de anos, que moldaram microclimas específicos e permitiram o surgimento de nichos ecológicos extremamente raros. Esses relevos funcionam como refúgios naturais onde espécies evoluíram de forma isolada, criando processos únicos de adaptação. Seu solo, em muitas áreas, é naturalmente pobre em nutrientes.
Ainda assim, a floresta sustenta abundância por meio de uma sofisticada reciclagem biológica. A vida se mantém não pela riqueza do solo, mas pela inteligência das interações ecológicas.
Preservá-la não é apenas conservar natureza.
É proteger um sistema que sustenta a vida, guarda histórias invisíveis e nos lembra que equilíbrio não se constrói pela pressa, mas pela permanência.

Em homenagem a Mata Atlântica,
Muito antes desse nome, os povos originários a chamavam de Caá-eté, a floresta verdadeira. Esse conceito revela algo profundo, a floresta era compreendida como uma entidade viva, um território de relação e conhecimento.
Ela possui formações rochosas antiquíssimas, algumas com centenas de milhões de anos, que moldaram microclimas específicos e permitiram o surgimento de nichos ecológicos extremamente raros. Esses relevos funcionam como refúgios naturais onde espécies evoluíram de forma isolada, criando processos únicos de adaptação. Seu solo, em muitas áreas, é naturalmente pobre em nutrientes.
Ainda assim, a floresta sustenta abundância por meio de uma sofisticada reciclagem biológica. A vida se mantém não pela riqueza do solo, mas pela inteligência das interações ecológicas.
Preservá-la não é apenas conservar natureza.
É proteger um sistema que sustenta a vida, guarda histórias invisíveis e nos lembra que equilíbrio não se constrói pela pressa, mas pela permanência.

Em homenagem a Mata Atlântica,
Muito antes desse nome, os povos originários a chamavam de Caá-eté, a floresta verdadeira. Esse conceito revela algo profundo, a floresta era compreendida como uma entidade viva, um território de relação e conhecimento.
Ela possui formações rochosas antiquíssimas, algumas com centenas de milhões de anos, que moldaram microclimas específicos e permitiram o surgimento de nichos ecológicos extremamente raros. Esses relevos funcionam como refúgios naturais onde espécies evoluíram de forma isolada, criando processos únicos de adaptação. Seu solo, em muitas áreas, é naturalmente pobre em nutrientes.
Ainda assim, a floresta sustenta abundância por meio de uma sofisticada reciclagem biológica. A vida se mantém não pela riqueza do solo, mas pela inteligência das interações ecológicas.
Preservá-la não é apenas conservar natureza.
É proteger um sistema que sustenta a vida, guarda histórias invisíveis e nos lembra que equilíbrio não se constrói pela pressa, mas pela permanência.

Em homenagem a Mata Atlântica,
Muito antes desse nome, os povos originários a chamavam de Caá-eté, a floresta verdadeira. Esse conceito revela algo profundo, a floresta era compreendida como uma entidade viva, um território de relação e conhecimento.
Ela possui formações rochosas antiquíssimas, algumas com centenas de milhões de anos, que moldaram microclimas específicos e permitiram o surgimento de nichos ecológicos extremamente raros. Esses relevos funcionam como refúgios naturais onde espécies evoluíram de forma isolada, criando processos únicos de adaptação. Seu solo, em muitas áreas, é naturalmente pobre em nutrientes.
Ainda assim, a floresta sustenta abundância por meio de uma sofisticada reciclagem biológica. A vida se mantém não pela riqueza do solo, mas pela inteligência das interações ecológicas.
Preservá-la não é apenas conservar natureza.
É proteger um sistema que sustenta a vida, guarda histórias invisíveis e nos lembra que equilíbrio não se constrói pela pressa, mas pela permanência.

Em homenagem a Mata Atlântica,
Muito antes desse nome, os povos originários a chamavam de Caá-eté, a floresta verdadeira. Esse conceito revela algo profundo, a floresta era compreendida como uma entidade viva, um território de relação e conhecimento.
Ela possui formações rochosas antiquíssimas, algumas com centenas de milhões de anos, que moldaram microclimas específicos e permitiram o surgimento de nichos ecológicos extremamente raros. Esses relevos funcionam como refúgios naturais onde espécies evoluíram de forma isolada, criando processos únicos de adaptação. Seu solo, em muitas áreas, é naturalmente pobre em nutrientes.
Ainda assim, a floresta sustenta abundância por meio de uma sofisticada reciclagem biológica. A vida se mantém não pela riqueza do solo, mas pela inteligência das interações ecológicas.
Preservá-la não é apenas conservar natureza.
É proteger um sistema que sustenta a vida, guarda histórias invisíveis e nos lembra que equilíbrio não se constrói pela pressa, mas pela permanência.

Em homenagem a Mata Atlântica,
Muito antes desse nome, os povos originários a chamavam de Caá-eté, a floresta verdadeira. Esse conceito revela algo profundo, a floresta era compreendida como uma entidade viva, um território de relação e conhecimento.
Ela possui formações rochosas antiquíssimas, algumas com centenas de milhões de anos, que moldaram microclimas específicos e permitiram o surgimento de nichos ecológicos extremamente raros. Esses relevos funcionam como refúgios naturais onde espécies evoluíram de forma isolada, criando processos únicos de adaptação. Seu solo, em muitas áreas, é naturalmente pobre em nutrientes.
Ainda assim, a floresta sustenta abundância por meio de uma sofisticada reciclagem biológica. A vida se mantém não pela riqueza do solo, mas pela inteligência das interações ecológicas.
Preservá-la não é apenas conservar natureza.
É proteger um sistema que sustenta a vida, guarda histórias invisíveis e nos lembra que equilíbrio não se constrói pela pressa, mas pela permanência.
Uma manhã incrível de visita ao Museu do Jardim Botânico @museudojardimbotanico
Fomos recebidos pela @gragiacomo uma grande amiga, e pela @flaviadaudtphotos artista e fotógrafa incrível, que nos conduziu com tanta sensibilidade por essa experiência especial.
Foi um passeio sensorial, temático e profundo, que nos convidou a olhar com mais atenção para o Cerrado, um Bioma tão essencial para o Brasil, tão rico em vida, diversidade e equilíbrio para o nosso ecossistema.
De forma leve e encantadora, unindo arte, ciência e educação, a Flávia nos guiou por reflexões e descobertas sobre tantas espécies fundamentais, muitas vezes pouco conhecidas.
Gratidão por esse experiência profunda e inspiradora.

Uma manhã incrível de visita ao Museu do Jardim Botânico @museudojardimbotanico
Fomos recebidos pela @gragiacomo uma grande amiga, e pela @flaviadaudtphotos artista e fotógrafa incrível, que nos conduziu com tanta sensibilidade por essa experiência especial.
Foi um passeio sensorial, temático e profundo, que nos convidou a olhar com mais atenção para o Cerrado, um Bioma tão essencial para o Brasil, tão rico em vida, diversidade e equilíbrio para o nosso ecossistema.
De forma leve e encantadora, unindo arte, ciência e educação, a Flávia nos guiou por reflexões e descobertas sobre tantas espécies fundamentais, muitas vezes pouco conhecidas.
Gratidão por esse experiência profunda e inspiradora.
Uma manhã incrível de visita ao Museu do Jardim Botânico @museudojardimbotanico
Fomos recebidos pela @gragiacomo uma grande amiga, e pela @flaviadaudtphotos artista e fotógrafa incrível, que nos conduziu com tanta sensibilidade por essa experiência especial.
Foi um passeio sensorial, temático e profundo, que nos convidou a olhar com mais atenção para o Cerrado, um Bioma tão essencial para o Brasil, tão rico em vida, diversidade e equilíbrio para o nosso ecossistema.
De forma leve e encantadora, unindo arte, ciência e educação, a Flávia nos guiou por reflexões e descobertas sobre tantas espécies fundamentais, muitas vezes pouco conhecidas.
Gratidão por esse experiência profunda e inspiradora.
Um dia muito especial na @frutadolobo 🌿
Uma mobilização dedicada, como ato de respeito e compromisso com a floresta.
Com a participação de escolas de dois municípios e mais de 100 pessoas reunidas, fortalecemos a educação ambiental por meio da troca de saberes e experiências voltadas ao cuidado e à conexão com a natureza.
Realizamos plantios para reflorestar áreas desmatadas, passeios etnobotânicos guiados e momentos de degustação, compartilhando sabores de diversas PANCs.
A RPPN também esteve enfeitada com uma exposição de fotos registradas pelas próprias crianças, retratando espécies e fungos observados em outra saída organizada.
Que este dia sirva de inspiração e exemplo para mais projetos como esse.
Em homenagem ao Dia Internacional da Biodiversidade. 🌱✨ #DiaInternacionalDaBiodiversidade #EducaçãoAmbiental #RestauraçãoFlorestal #PANCs #FrutaDoLobo

No dia 22 de maio, em comemoração ao Dia da Biodiversidade, os alunos do 7º ano e 9º ano viveram uma tarde especial na Fruta do Lobo, uma RPPN (Reserva Particular do Patrimônio Natural), espaço fundamental para a preservação da natureza e das espécies. Durante a visita, os estudantes participaram de um momento de plantio, reforçando a importância do cuidado com o meio ambiente e da preservação das áreas verdes.
Os alunos também participaram de uma aula com Jorge Forager sobre as PANCs (Plantas Alimentícias Não Convencionais), aprendendo sobre biodiversidade, alimentação e a relação entre o ser humano e a natureza. A experiência ficou ainda mais especial com um lanche preparado com ingredientes naturais e PANCs, como pesto de ora-pro-nóbis, proporcionando novos sabores e conhecimentos aos estudantes.
Agradecemos à Fruta do Lobo, à IBIOS, à Estação Ecológica de Bananal e à Secretaria Municipal de Educação de Bananal por proporcionarem esse momento tão importante de aprendizado, conscientização e conexão com a natureza.
#biodiversidade #naturezaperfeita #preservaçãoambiental #natureza #educaçãoambiental

No dia 22 de maio, em comemoração ao Dia da Biodiversidade, os alunos do 7º ano e 9º ano viveram uma tarde especial na Fruta do Lobo, uma RPPN (Reserva Particular do Patrimônio Natural), espaço fundamental para a preservação da natureza e das espécies. Durante a visita, os estudantes participaram de um momento de plantio, reforçando a importância do cuidado com o meio ambiente e da preservação das áreas verdes.
Os alunos também participaram de uma aula com Jorge Forager sobre as PANCs (Plantas Alimentícias Não Convencionais), aprendendo sobre biodiversidade, alimentação e a relação entre o ser humano e a natureza. A experiência ficou ainda mais especial com um lanche preparado com ingredientes naturais e PANCs, como pesto de ora-pro-nóbis, proporcionando novos sabores e conhecimentos aos estudantes.
Agradecemos à Fruta do Lobo, à IBIOS, à Estação Ecológica de Bananal e à Secretaria Municipal de Educação de Bananal por proporcionarem esse momento tão importante de aprendizado, conscientização e conexão com a natureza.
#biodiversidade #naturezaperfeita #preservaçãoambiental #natureza #educaçãoambiental

No dia 22 de maio, em comemoração ao Dia da Biodiversidade, os alunos do 7º ano e 9º ano viveram uma tarde especial na Fruta do Lobo, uma RPPN (Reserva Particular do Patrimônio Natural), espaço fundamental para a preservação da natureza e das espécies. Durante a visita, os estudantes participaram de um momento de plantio, reforçando a importância do cuidado com o meio ambiente e da preservação das áreas verdes.
Os alunos também participaram de uma aula com Jorge Forager sobre as PANCs (Plantas Alimentícias Não Convencionais), aprendendo sobre biodiversidade, alimentação e a relação entre o ser humano e a natureza. A experiência ficou ainda mais especial com um lanche preparado com ingredientes naturais e PANCs, como pesto de ora-pro-nóbis, proporcionando novos sabores e conhecimentos aos estudantes.
Agradecemos à Fruta do Lobo, à IBIOS, à Estação Ecológica de Bananal e à Secretaria Municipal de Educação de Bananal por proporcionarem esse momento tão importante de aprendizado, conscientização e conexão com a natureza.
#biodiversidade #naturezaperfeita #preservaçãoambiental #natureza #educaçãoambiental

No dia 22 de maio, em comemoração ao Dia da Biodiversidade, os alunos do 7º ano e 9º ano viveram uma tarde especial na Fruta do Lobo, uma RPPN (Reserva Particular do Patrimônio Natural), espaço fundamental para a preservação da natureza e das espécies. Durante a visita, os estudantes participaram de um momento de plantio, reforçando a importância do cuidado com o meio ambiente e da preservação das áreas verdes.
Os alunos também participaram de uma aula com Jorge Forager sobre as PANCs (Plantas Alimentícias Não Convencionais), aprendendo sobre biodiversidade, alimentação e a relação entre o ser humano e a natureza. A experiência ficou ainda mais especial com um lanche preparado com ingredientes naturais e PANCs, como pesto de ora-pro-nóbis, proporcionando novos sabores e conhecimentos aos estudantes.
Agradecemos à Fruta do Lobo, à IBIOS, à Estação Ecológica de Bananal e à Secretaria Municipal de Educação de Bananal por proporcionarem esse momento tão importante de aprendizado, conscientização e conexão com a natureza.
#biodiversidade #naturezaperfeita #preservaçãoambiental #natureza #educaçãoambiental

No dia 22 de maio, em comemoração ao Dia da Biodiversidade, os alunos do 7º ano e 9º ano viveram uma tarde especial na Fruta do Lobo, uma RPPN (Reserva Particular do Patrimônio Natural), espaço fundamental para a preservação da natureza e das espécies. Durante a visita, os estudantes participaram de um momento de plantio, reforçando a importância do cuidado com o meio ambiente e da preservação das áreas verdes.
Os alunos também participaram de uma aula com Jorge Forager sobre as PANCs (Plantas Alimentícias Não Convencionais), aprendendo sobre biodiversidade, alimentação e a relação entre o ser humano e a natureza. A experiência ficou ainda mais especial com um lanche preparado com ingredientes naturais e PANCs, como pesto de ora-pro-nóbis, proporcionando novos sabores e conhecimentos aos estudantes.
Agradecemos à Fruta do Lobo, à IBIOS, à Estação Ecológica de Bananal e à Secretaria Municipal de Educação de Bananal por proporcionarem esse momento tão importante de aprendizado, conscientização e conexão com a natureza.
#biodiversidade #naturezaperfeita #preservaçãoambiental #natureza #educaçãoambiental

No dia 22 de maio, em comemoração ao Dia da Biodiversidade, os alunos do 7º ano e 9º ano viveram uma tarde especial na Fruta do Lobo, uma RPPN (Reserva Particular do Patrimônio Natural), espaço fundamental para a preservação da natureza e das espécies. Durante a visita, os estudantes participaram de um momento de plantio, reforçando a importância do cuidado com o meio ambiente e da preservação das áreas verdes.
Os alunos também participaram de uma aula com Jorge Forager sobre as PANCs (Plantas Alimentícias Não Convencionais), aprendendo sobre biodiversidade, alimentação e a relação entre o ser humano e a natureza. A experiência ficou ainda mais especial com um lanche preparado com ingredientes naturais e PANCs, como pesto de ora-pro-nóbis, proporcionando novos sabores e conhecimentos aos estudantes.
Agradecemos à Fruta do Lobo, à IBIOS, à Estação Ecológica de Bananal e à Secretaria Municipal de Educação de Bananal por proporcionarem esse momento tão importante de aprendizado, conscientização e conexão com a natureza.
#biodiversidade #naturezaperfeita #preservaçãoambiental #natureza #educaçãoambiental

No dia 22 de maio, em comemoração ao Dia da Biodiversidade, os alunos do 7º ano e 9º ano viveram uma tarde especial na Fruta do Lobo, uma RPPN (Reserva Particular do Patrimônio Natural), espaço fundamental para a preservação da natureza e das espécies. Durante a visita, os estudantes participaram de um momento de plantio, reforçando a importância do cuidado com o meio ambiente e da preservação das áreas verdes.
Os alunos também participaram de uma aula com Jorge Forager sobre as PANCs (Plantas Alimentícias Não Convencionais), aprendendo sobre biodiversidade, alimentação e a relação entre o ser humano e a natureza. A experiência ficou ainda mais especial com um lanche preparado com ingredientes naturais e PANCs, como pesto de ora-pro-nóbis, proporcionando novos sabores e conhecimentos aos estudantes.
Agradecemos à Fruta do Lobo, à IBIOS, à Estação Ecológica de Bananal e à Secretaria Municipal de Educação de Bananal por proporcionarem esse momento tão importante de aprendizado, conscientização e conexão com a natureza.
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Os alunos também participaram de uma aula com Jorge Forager sobre as PANCs (Plantas Alimentícias Não Convencionais), aprendendo sobre biodiversidade, alimentação e a relação entre o ser humano e a natureza. A experiência ficou ainda mais especial com um lanche preparado com ingredientes naturais e PANCs, como pesto de ora-pro-nóbis, proporcionando novos sabores e conhecimentos aos estudantes.
Agradecemos à Fruta do Lobo, à IBIOS, à Estação Ecológica de Bananal e à Secretaria Municipal de Educação de Bananal por proporcionarem esse momento tão importante de aprendizado, conscientização e conexão com a natureza.
#biodiversidade #naturezaperfeita #preservaçãoambiental #natureza #educaçãoambiental

No dia 22 de maio, em comemoração ao Dia da Biodiversidade, os alunos do 7º ano e 9º ano viveram uma tarde especial na Fruta do Lobo, uma RPPN (Reserva Particular do Patrimônio Natural), espaço fundamental para a preservação da natureza e das espécies. Durante a visita, os estudantes participaram de um momento de plantio, reforçando a importância do cuidado com o meio ambiente e da preservação das áreas verdes.
Os alunos também participaram de uma aula com Jorge Forager sobre as PANCs (Plantas Alimentícias Não Convencionais), aprendendo sobre biodiversidade, alimentação e a relação entre o ser humano e a natureza. A experiência ficou ainda mais especial com um lanche preparado com ingredientes naturais e PANCs, como pesto de ora-pro-nóbis, proporcionando novos sabores e conhecimentos aos estudantes.
Agradecemos à Fruta do Lobo, à IBIOS, à Estação Ecológica de Bananal e à Secretaria Municipal de Educação de Bananal por proporcionarem esse momento tão importante de aprendizado, conscientização e conexão com a natureza.
#biodiversidade #naturezaperfeita #preservaçãoambiental #natureza #educaçãoambiental

No dia 22 de maio, em comemoração ao Dia da Biodiversidade, os alunos do 7º ano e 9º ano viveram uma tarde especial na Fruta do Lobo, uma RPPN (Reserva Particular do Patrimônio Natural), espaço fundamental para a preservação da natureza e das espécies. Durante a visita, os estudantes participaram de um momento de plantio, reforçando a importância do cuidado com o meio ambiente e da preservação das áreas verdes.
Os alunos também participaram de uma aula com Jorge Forager sobre as PANCs (Plantas Alimentícias Não Convencionais), aprendendo sobre biodiversidade, alimentação e a relação entre o ser humano e a natureza. A experiência ficou ainda mais especial com um lanche preparado com ingredientes naturais e PANCs, como pesto de ora-pro-nóbis, proporcionando novos sabores e conhecimentos aos estudantes.
Agradecemos à Fruta do Lobo, à IBIOS, à Estação Ecológica de Bananal e à Secretaria Municipal de Educação de Bananal por proporcionarem esse momento tão importante de aprendizado, conscientização e conexão com a natureza.
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No dia 22 de maio, em comemoração ao Dia da Biodiversidade, os alunos do 7º ano e 9º ano viveram uma tarde especial na Fruta do Lobo, uma RPPN (Reserva Particular do Patrimônio Natural), espaço fundamental para a preservação da natureza e das espécies. Durante a visita, os estudantes participaram de um momento de plantio, reforçando a importância do cuidado com o meio ambiente e da preservação das áreas verdes.
Os alunos também participaram de uma aula com Jorge Forager sobre as PANCs (Plantas Alimentícias Não Convencionais), aprendendo sobre biodiversidade, alimentação e a relação entre o ser humano e a natureza. A experiência ficou ainda mais especial com um lanche preparado com ingredientes naturais e PANCs, como pesto de ora-pro-nóbis, proporcionando novos sabores e conhecimentos aos estudantes.
Agradecemos à Fruta do Lobo, à IBIOS, à Estação Ecológica de Bananal e à Secretaria Municipal de Educação de Bananal por proporcionarem esse momento tão importante de aprendizado, conscientização e conexão com a natureza.
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Os alunos também participaram de uma aula com Jorge Forager sobre as PANCs (Plantas Alimentícias Não Convencionais), aprendendo sobre biodiversidade, alimentação e a relação entre o ser humano e a natureza. A experiência ficou ainda mais especial com um lanche preparado com ingredientes naturais e PANCs, como pesto de ora-pro-nóbis, proporcionando novos sabores e conhecimentos aos estudantes.
Agradecemos à Fruta do Lobo, à IBIOS, à Estação Ecológica de Bananal e à Secretaria Municipal de Educação de Bananal por proporcionarem esse momento tão importante de aprendizado, conscientização e conexão com a natureza.
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No dia 22 de maio, em comemoração ao Dia da Biodiversidade, os alunos do 7º ano e 9º ano viveram uma tarde especial na Fruta do Lobo, uma RPPN (Reserva Particular do Patrimônio Natural), espaço fundamental para a preservação da natureza e das espécies. Durante a visita, os estudantes participaram de um momento de plantio, reforçando a importância do cuidado com o meio ambiente e da preservação das áreas verdes.
Os alunos também participaram de uma aula com Jorge Forager sobre as PANCs (Plantas Alimentícias Não Convencionais), aprendendo sobre biodiversidade, alimentação e a relação entre o ser humano e a natureza. A experiência ficou ainda mais especial com um lanche preparado com ingredientes naturais e PANCs, como pesto de ora-pro-nóbis, proporcionando novos sabores e conhecimentos aos estudantes.
Agradecemos à Fruta do Lobo, à IBIOS, à Estação Ecológica de Bananal e à Secretaria Municipal de Educação de Bananal por proporcionarem esse momento tão importante de aprendizado, conscientização e conexão com a natureza.
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Os alunos também participaram de uma aula com Jorge Forager sobre as PANCs (Plantas Alimentícias Não Convencionais), aprendendo sobre biodiversidade, alimentação e a relação entre o ser humano e a natureza. A experiência ficou ainda mais especial com um lanche preparado com ingredientes naturais e PANCs, como pesto de ora-pro-nóbis, proporcionando novos sabores e conhecimentos aos estudantes.
Agradecemos à Fruta do Lobo, à IBIOS, à Estação Ecológica de Bananal e à Secretaria Municipal de Educação de Bananal por proporcionarem esse momento tão importante de aprendizado, conscientização e conexão com a natureza.
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Os alunos também participaram de uma aula com Jorge Forager sobre as PANCs (Plantas Alimentícias Não Convencionais), aprendendo sobre biodiversidade, alimentação e a relação entre o ser humano e a natureza. A experiência ficou ainda mais especial com um lanche preparado com ingredientes naturais e PANCs, como pesto de ora-pro-nóbis, proporcionando novos sabores e conhecimentos aos estudantes.
Agradecemos à Fruta do Lobo, à IBIOS, à Estação Ecológica de Bananal e à Secretaria Municipal de Educação de Bananal por proporcionarem esse momento tão importante de aprendizado, conscientização e conexão com a natureza.
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Os alunos também participaram de uma aula com Jorge Forager sobre as PANCs (Plantas Alimentícias Não Convencionais), aprendendo sobre biodiversidade, alimentação e a relação entre o ser humano e a natureza. A experiência ficou ainda mais especial com um lanche preparado com ingredientes naturais e PANCs, como pesto de ora-pro-nóbis, proporcionando novos sabores e conhecimentos aos estudantes.
Agradecemos à Fruta do Lobo, à IBIOS, à Estação Ecológica de Bananal e à Secretaria Municipal de Educação de Bananal por proporcionarem esse momento tão importante de aprendizado, conscientização e conexão com a natureza.
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Os alunos também participaram de uma aula com Jorge Forager sobre as PANCs (Plantas Alimentícias Não Convencionais), aprendendo sobre biodiversidade, alimentação e a relação entre o ser humano e a natureza. A experiência ficou ainda mais especial com um lanche preparado com ingredientes naturais e PANCs, como pesto de ora-pro-nóbis, proporcionando novos sabores e conhecimentos aos estudantes.
Agradecemos à Fruta do Lobo, à IBIOS, à Estação Ecológica de Bananal e à Secretaria Municipal de Educação de Bananal por proporcionarem esse momento tão importante de aprendizado, conscientização e conexão com a natureza.
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Os alunos também participaram de uma aula com Jorge Forager sobre as PANCs (Plantas Alimentícias Não Convencionais), aprendendo sobre biodiversidade, alimentação e a relação entre o ser humano e a natureza. A experiência ficou ainda mais especial com um lanche preparado com ingredientes naturais e PANCs, como pesto de ora-pro-nóbis, proporcionando novos sabores e conhecimentos aos estudantes.
Agradecemos à Fruta do Lobo, à IBIOS, à Estação Ecológica de Bananal e à Secretaria Municipal de Educação de Bananal por proporcionarem esse momento tão importante de aprendizado, conscientização e conexão com a natureza.
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Os alunos também participaram de uma aula com Jorge Forager sobre as PANCs (Plantas Alimentícias Não Convencionais), aprendendo sobre biodiversidade, alimentação e a relação entre o ser humano e a natureza. A experiência ficou ainda mais especial com um lanche preparado com ingredientes naturais e PANCs, como pesto de ora-pro-nóbis, proporcionando novos sabores e conhecimentos aos estudantes.
Agradecemos à Fruta do Lobo, à IBIOS, à Estação Ecológica de Bananal e à Secretaria Municipal de Educação de Bananal por proporcionarem esse momento tão importante de aprendizado, conscientização e conexão com a natureza.
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No dia 22 de maio, em comemoração ao Dia da Biodiversidade, os alunos do 7º ano e 9º ano viveram uma tarde especial na Fruta do Lobo, uma RPPN (Reserva Particular do Patrimônio Natural), espaço fundamental para a preservação da natureza e das espécies. Durante a visita, os estudantes participaram de um momento de plantio, reforçando a importância do cuidado com o meio ambiente e da preservação das áreas verdes.
Os alunos também participaram de uma aula com Jorge Forager sobre as PANCs (Plantas Alimentícias Não Convencionais), aprendendo sobre biodiversidade, alimentação e a relação entre o ser humano e a natureza. A experiência ficou ainda mais especial com um lanche preparado com ingredientes naturais e PANCs, como pesto de ora-pro-nóbis, proporcionando novos sabores e conhecimentos aos estudantes.
Agradecemos à Fruta do Lobo, à IBIOS, à Estação Ecológica de Bananal e à Secretaria Municipal de Educação de Bananal por proporcionarem esse momento tão importante de aprendizado, conscientização e conexão com a natureza.
#biodiversidade #naturezaperfeita #preservaçãoambiental #natureza #educaçãoambiental

Dia em homenagem a biodiversidade, celebramos a abundância da vida que pulsa em cada floresta.
Ela representa a memória viva da Terra e a conexão profunda entre natureza e humanidade.
Como etnobotânico, reconheço que cada planta carrega não só propriedades biológicas, mas também histórias, culturas, cura e conhecimento ancestral transmitido por gerações. Os povos tradicionais sempre compreenderam que proteger a natureza é proteger a própria vida.
Preservar a biodiversidade é preservar o futuro.

Dia em homenagem a biodiversidade, celebramos a abundância da vida que pulsa em cada floresta.
Ela representa a memória viva da Terra e a conexão profunda entre natureza e humanidade.
Como etnobotânico, reconheço que cada planta carrega não só propriedades biológicas, mas também histórias, culturas, cura e conhecimento ancestral transmitido por gerações. Os povos tradicionais sempre compreenderam que proteger a natureza é proteger a própria vida.
Preservar a biodiversidade é preservar o futuro.

Dia em homenagem a biodiversidade, celebramos a abundância da vida que pulsa em cada floresta.
Ela representa a memória viva da Terra e a conexão profunda entre natureza e humanidade.
Como etnobotânico, reconheço que cada planta carrega não só propriedades biológicas, mas também histórias, culturas, cura e conhecimento ancestral transmitido por gerações. Os povos tradicionais sempre compreenderam que proteger a natureza é proteger a própria vida.
Preservar a biodiversidade é preservar o futuro.

Dia em homenagem a biodiversidade, celebramos a abundância da vida que pulsa em cada floresta.
Ela representa a memória viva da Terra e a conexão profunda entre natureza e humanidade.
Como etnobotânico, reconheço que cada planta carrega não só propriedades biológicas, mas também histórias, culturas, cura e conhecimento ancestral transmitido por gerações. Os povos tradicionais sempre compreenderam que proteger a natureza é proteger a própria vida.
Preservar a biodiversidade é preservar o futuro.

Dia em homenagem a biodiversidade, celebramos a abundância da vida que pulsa em cada floresta.
Ela representa a memória viva da Terra e a conexão profunda entre natureza e humanidade.
Como etnobotânico, reconheço que cada planta carrega não só propriedades biológicas, mas também histórias, culturas, cura e conhecimento ancestral transmitido por gerações. Os povos tradicionais sempre compreenderam que proteger a natureza é proteger a própria vida.
Preservar a biodiversidade é preservar o futuro.
Quem fala? Meu amado amigo @jorge_forager que ficou encantado com o meu plantio de vinagreiras.
Amo flores e amo o sabor ácido, então o jardim de vinagreiras faz sentido né? 😁🤪🤩
As de flor rosa e vermelha são as Hibiscus acetosella, cujas mudas peguei aqui na região de Mata Atlântica.
A de flor amarelo pálido são as Hibiscus sabdariffa, segundo o Jorge a vinagreira verdadeira.
As sementes dela consegui na Chapada dos Veadeiros, na Terra Kriya da @monica_passarinho. Ou seja, são nativas do Cerrado.
Tudo delas é PANC e podemos fazer preparos culinários e terapêuticos… Mas isso fica para outro momento 😎🤩🥰
#conceicaotrucom #docelimao #panc

O Dia Nacional da Planta Medicinal é comemorado anualmente em 21 de maio no Brasil. 🌿
As plantas medicinais fazem parte da história e da memória de todo brasileiro.
Um chá da avó, uma folha para aliviar a dor, um banho de ervas, um cuidado vindo da natureza. Povos indígenas, quilombolas, caiçaras e tantas comunidades tradicionais sempre mantiveram viva essa conexão.
As plantas medicinais podem estar no nosso jardim, em um vaso, na varanda ou no quintal — trazendo beleza, bem-estar e ainda alimentando abelhas e borboletas.
Valorizar as ervas medicinais é também valorizar a biodiversidade, os saberes ancestrais e nossa conexão com a natureza.
Viva o Dia das Plantas Medicinais.

O Dia Nacional da Planta Medicinal é comemorado anualmente em 21 de maio no Brasil. 🌿
As plantas medicinais fazem parte da história e da memória de todo brasileiro.
Um chá da avó, uma folha para aliviar a dor, um banho de ervas, um cuidado vindo da natureza. Povos indígenas, quilombolas, caiçaras e tantas comunidades tradicionais sempre mantiveram viva essa conexão.
As plantas medicinais podem estar no nosso jardim, em um vaso, na varanda ou no quintal — trazendo beleza, bem-estar e ainda alimentando abelhas e borboletas.
Valorizar as ervas medicinais é também valorizar a biodiversidade, os saberes ancestrais e nossa conexão com a natureza.
Viva o Dia das Plantas Medicinais.

O Dia Nacional da Planta Medicinal é comemorado anualmente em 21 de maio no Brasil. 🌿
As plantas medicinais fazem parte da história e da memória de todo brasileiro.
Um chá da avó, uma folha para aliviar a dor, um banho de ervas, um cuidado vindo da natureza. Povos indígenas, quilombolas, caiçaras e tantas comunidades tradicionais sempre mantiveram viva essa conexão.
As plantas medicinais podem estar no nosso jardim, em um vaso, na varanda ou no quintal — trazendo beleza, bem-estar e ainda alimentando abelhas e borboletas.
Valorizar as ervas medicinais é também valorizar a biodiversidade, os saberes ancestrais e nossa conexão com a natureza.
Viva o Dia das Plantas Medicinais.

Nossa cápsula mata atlântica em movimento rio adentro da Floresta da Tijuca na caminhada botânica guiada pelo etnobotânico @jorge_forager 💚
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