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João Marques

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Fez ontem um mês desde que estreámos o “La Vie de Maria Manuela” no Cinema Ideal.

Este filme foi a maior aventura dos últimos anos, um processo de purga e integração. A pessoa que o iniciou estava num lugar bastante diferente daquela que o terminou, o que se sente e faz parte do filme. Há alguns anos que partilho trabalho online, no entanto tem sido peculiar partilhar com o mundo um objecto tão íntimo e este ser visto numa sala de cinema. Filmei com a minha câmera com a qual trabalho quase desde que comecei também a fotografar.
No meu trabalho fotográfico algo que sempre me interessou foi a ideia de captar a ‘alma’ ou a ‘energia’ de alguém. Sempre senti que as imagens têm ou não energia — e é ai que sinto que algo está ‘vivo’, e também trouxe esta procura para este processo.

Foi montado ao longo de vários anos com pausas grandes, algumas das quais em que questionei se este teria continuidade. Houve mudanças de direção nesses retornos, e eu próprio fui descobrindo o filme sempre guiado pela curiosidade, levando a uma captação e montagem também em mutação ao longo do filme, algo que achei interessante manter. Acabando também este por ser um filme sobre fazer um filme, sobre um tempo partilhado, sobre amizade, conexão, sobre sentirmo-nos inadequados e procurarmos o nosso lugar no mundo.
É um objecto que pode não corresponder ao que várias pessoas imaginariam quando ouvem falar de um documentário sobre a Marie. Um exercício fílmico que não tem como objetivo definir quem é a Maria, mas sim captar um vislumbre temporal da sua vida.

Durante muitos meses após terminar a montagem não consegui ver o filme. Mesmo no dia de estreia não o vi, acabei por revê-lo numa das sessões especiais passado uns dias, e com mais distância senti: “o meu eu adolescente ia amar ver este filme” e isso deixou-me de coração quente, e lembrou-me o quão healing foi toda esta jornada.
(continua nos comentários)


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Fez ontem um mês desde que estreámos o “La Vie de Maria Manuela” no Cinema Ideal.

Este filme foi a maior aventura dos últimos anos, um processo de purga e integração. A pessoa que o iniciou estava num lugar bastante diferente daquela que o terminou, o que se sente e faz parte do filme. Há alguns anos que partilho trabalho online, no entanto tem sido peculiar partilhar com o mundo um objecto tão íntimo e este ser visto numa sala de cinema. Filmei com a minha câmera com a qual trabalho quase desde que comecei também a fotografar.
No meu trabalho fotográfico algo que sempre me interessou foi a ideia de captar a ‘alma’ ou a ‘energia’ de alguém. Sempre senti que as imagens têm ou não energia — e é ai que sinto que algo está ‘vivo’, e também trouxe esta procura para este processo.

Foi montado ao longo de vários anos com pausas grandes, algumas das quais em que questionei se este teria continuidade. Houve mudanças de direção nesses retornos, e eu próprio fui descobrindo o filme sempre guiado pela curiosidade, levando a uma captação e montagem também em mutação ao longo do filme, algo que achei interessante manter. Acabando também este por ser um filme sobre fazer um filme, sobre um tempo partilhado, sobre amizade, conexão, sobre sentirmo-nos inadequados e procurarmos o nosso lugar no mundo.
É um objecto que pode não corresponder ao que várias pessoas imaginariam quando ouvem falar de um documentário sobre a Marie. Um exercício fílmico que não tem como objetivo definir quem é a Maria, mas sim captar um vislumbre temporal da sua vida.

Durante muitos meses após terminar a montagem não consegui ver o filme. Mesmo no dia de estreia não o vi, acabei por revê-lo numa das sessões especiais passado uns dias, e com mais distância senti: “o meu eu adolescente ia amar ver este filme” e isso deixou-me de coração quente, e lembrou-me o quão healing foi toda esta jornada.
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Este filme foi a maior aventura dos últimos anos, um processo de purga e integração. A pessoa que o iniciou estava num lugar bastante diferente daquela que o terminou, o que se sente e faz parte do filme. Há alguns anos que partilho trabalho online, no entanto tem sido peculiar partilhar com o mundo um objecto tão íntimo e este ser visto numa sala de cinema. Filmei com a minha câmera com a qual trabalho quase desde que comecei também a fotografar.
No meu trabalho fotográfico algo que sempre me interessou foi a ideia de captar a ‘alma’ ou a ‘energia’ de alguém. Sempre senti que as imagens têm ou não energia — e é ai que sinto que algo está ‘vivo’, e também trouxe esta procura para este processo.

Foi montado ao longo de vários anos com pausas grandes, algumas das quais em que questionei se este teria continuidade. Houve mudanças de direção nesses retornos, e eu próprio fui descobrindo o filme sempre guiado pela curiosidade, levando a uma captação e montagem também em mutação ao longo do filme, algo que achei interessante manter. Acabando também este por ser um filme sobre fazer um filme, sobre um tempo partilhado, sobre amizade, conexão, sobre sentirmo-nos inadequados e procurarmos o nosso lugar no mundo.
É um objecto que pode não corresponder ao que várias pessoas imaginariam quando ouvem falar de um documentário sobre a Marie. Um exercício fílmico que não tem como objetivo definir quem é a Maria, mas sim captar um vislumbre temporal da sua vida.

Durante muitos meses após terminar a montagem não consegui ver o filme. Mesmo no dia de estreia não o vi, acabei por revê-lo numa das sessões especiais passado uns dias, e com mais distância senti: “o meu eu adolescente ia amar ver este filme” e isso deixou-me de coração quente, e lembrou-me o quão healing foi toda esta jornada.
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No meu trabalho fotográfico algo que sempre me interessou foi a ideia de captar a ‘alma’ ou a ‘energia’ de alguém. Sempre senti que as imagens têm ou não energia — e é ai que sinto que algo está ‘vivo’, e também trouxe esta procura para este processo.

Foi montado ao longo de vários anos com pausas grandes, algumas das quais em que questionei se este teria continuidade. Houve mudanças de direção nesses retornos, e eu próprio fui descobrindo o filme sempre guiado pela curiosidade, levando a uma captação e montagem também em mutação ao longo do filme, algo que achei interessante manter. Acabando também este por ser um filme sobre fazer um filme, sobre um tempo partilhado, sobre amizade, conexão, sobre sentirmo-nos inadequados e procurarmos o nosso lugar no mundo.
É um objecto que pode não corresponder ao que várias pessoas imaginariam quando ouvem falar de um documentário sobre a Marie. Um exercício fílmico que não tem como objetivo definir quem é a Maria, mas sim captar um vislumbre temporal da sua vida.

Durante muitos meses após terminar a montagem não consegui ver o filme. Mesmo no dia de estreia não o vi, acabei por revê-lo numa das sessões especiais passado uns dias, e com mais distância senti: “o meu eu adolescente ia amar ver este filme” e isso deixou-me de coração quente, e lembrou-me o quão healing foi toda esta jornada.
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No meu trabalho fotográfico algo que sempre me interessou foi a ideia de captar a ‘alma’ ou a ‘energia’ de alguém. Sempre senti que as imagens têm ou não energia — e é ai que sinto que algo está ‘vivo’, e também trouxe esta procura para este processo.

Foi montado ao longo de vários anos com pausas grandes, algumas das quais em que questionei se este teria continuidade. Houve mudanças de direção nesses retornos, e eu próprio fui descobrindo o filme sempre guiado pela curiosidade, levando a uma captação e montagem também em mutação ao longo do filme, algo que achei interessante manter. Acabando também este por ser um filme sobre fazer um filme, sobre um tempo partilhado, sobre amizade, conexão, sobre sentirmo-nos inadequados e procurarmos o nosso lugar no mundo.
É um objecto que pode não corresponder ao que várias pessoas imaginariam quando ouvem falar de um documentário sobre a Marie. Um exercício fílmico que não tem como objetivo definir quem é a Maria, mas sim captar um vislumbre temporal da sua vida.

Durante muitos meses após terminar a montagem não consegui ver o filme. Mesmo no dia de estreia não o vi, acabei por revê-lo numa das sessões especiais passado uns dias, e com mais distância senti: “o meu eu adolescente ia amar ver este filme” e isso deixou-me de coração quente, e lembrou-me o quão healing foi toda esta jornada.
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Este filme foi a maior aventura dos últimos anos, um processo de purga e integração. A pessoa que o iniciou estava num lugar bastante diferente daquela que o terminou, o que se sente e faz parte do filme. Há alguns anos que partilho trabalho online, no entanto tem sido peculiar partilhar com o mundo um objecto tão íntimo e este ser visto numa sala de cinema. Filmei com a minha câmera com a qual trabalho quase desde que comecei também a fotografar.
No meu trabalho fotográfico algo que sempre me interessou foi a ideia de captar a ‘alma’ ou a ‘energia’ de alguém. Sempre senti que as imagens têm ou não energia — e é ai que sinto que algo está ‘vivo’, e também trouxe esta procura para este processo.

Foi montado ao longo de vários anos com pausas grandes, algumas das quais em que questionei se este teria continuidade. Houve mudanças de direção nesses retornos, e eu próprio fui descobrindo o filme sempre guiado pela curiosidade, levando a uma captação e montagem também em mutação ao longo do filme, algo que achei interessante manter. Acabando também este por ser um filme sobre fazer um filme, sobre um tempo partilhado, sobre amizade, conexão, sobre sentirmo-nos inadequados e procurarmos o nosso lugar no mundo.
É um objecto que pode não corresponder ao que várias pessoas imaginariam quando ouvem falar de um documentário sobre a Marie. Um exercício fílmico que não tem como objetivo definir quem é a Maria, mas sim captar um vislumbre temporal da sua vida.

Durante muitos meses após terminar a montagem não consegui ver o filme. Mesmo no dia de estreia não o vi, acabei por revê-lo numa das sessões especiais passado uns dias, e com mais distância senti: “o meu eu adolescente ia amar ver este filme” e isso deixou-me de coração quente, e lembrou-me o quão healing foi toda esta jornada.
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Este filme foi a maior aventura dos últimos anos, um processo de purga e integração. A pessoa que o iniciou estava num lugar bastante diferente daquela que o terminou, o que se sente e faz parte do filme. Há alguns anos que partilho trabalho online, no entanto tem sido peculiar partilhar com o mundo um objecto tão íntimo e este ser visto numa sala de cinema. Filmei com a minha câmera com a qual trabalho quase desde que comecei também a fotografar.
No meu trabalho fotográfico algo que sempre me interessou foi a ideia de captar a ‘alma’ ou a ‘energia’ de alguém. Sempre senti que as imagens têm ou não energia — e é ai que sinto que algo está ‘vivo’, e também trouxe esta procura para este processo.

Foi montado ao longo de vários anos com pausas grandes, algumas das quais em que questionei se este teria continuidade. Houve mudanças de direção nesses retornos, e eu próprio fui descobrindo o filme sempre guiado pela curiosidade, levando a uma captação e montagem também em mutação ao longo do filme, algo que achei interessante manter. Acabando também este por ser um filme sobre fazer um filme, sobre um tempo partilhado, sobre amizade, conexão, sobre sentirmo-nos inadequados e procurarmos o nosso lugar no mundo.
É um objecto que pode não corresponder ao que várias pessoas imaginariam quando ouvem falar de um documentário sobre a Marie. Um exercício fílmico que não tem como objetivo definir quem é a Maria, mas sim captar um vislumbre temporal da sua vida.

Durante muitos meses após terminar a montagem não consegui ver o filme. Mesmo no dia de estreia não o vi, acabei por revê-lo numa das sessões especiais passado uns dias, e com mais distância senti: “o meu eu adolescente ia amar ver este filme” e isso deixou-me de coração quente, e lembrou-me o quão healing foi toda esta jornada.
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No meu trabalho fotográfico algo que sempre me interessou foi a ideia de captar a ‘alma’ ou a ‘energia’ de alguém. Sempre senti que as imagens têm ou não energia — e é ai que sinto que algo está ‘vivo’, e também trouxe esta procura para este processo.

Foi montado ao longo de vários anos com pausas grandes, algumas das quais em que questionei se este teria continuidade. Houve mudanças de direção nesses retornos, e eu próprio fui descobrindo o filme sempre guiado pela curiosidade, levando a uma captação e montagem também em mutação ao longo do filme, algo que achei interessante manter. Acabando também este por ser um filme sobre fazer um filme, sobre um tempo partilhado, sobre amizade, conexão, sobre sentirmo-nos inadequados e procurarmos o nosso lugar no mundo.
É um objecto que pode não corresponder ao que várias pessoas imaginariam quando ouvem falar de um documentário sobre a Marie. Um exercício fílmico que não tem como objetivo definir quem é a Maria, mas sim captar um vislumbre temporal da sua vida.

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No meu trabalho fotográfico algo que sempre me interessou foi a ideia de captar a ‘alma’ ou a ‘energia’ de alguém. Sempre senti que as imagens têm ou não energia — e é ai que sinto que algo está ‘vivo’, e também trouxe esta procura para este processo.

Foi montado ao longo de vários anos com pausas grandes, algumas das quais em que questionei se este teria continuidade. Houve mudanças de direção nesses retornos, e eu próprio fui descobrindo o filme sempre guiado pela curiosidade, levando a uma captação e montagem também em mutação ao longo do filme, algo que achei interessante manter. Acabando também este por ser um filme sobre fazer um filme, sobre um tempo partilhado, sobre amizade, conexão, sobre sentirmo-nos inadequados e procurarmos o nosso lugar no mundo.
É um objecto que pode não corresponder ao que várias pessoas imaginariam quando ouvem falar de um documentário sobre a Marie. Um exercício fílmico que não tem como objetivo definir quem é a Maria, mas sim captar um vislumbre temporal da sua vida.

Durante muitos meses após terminar a montagem não consegui ver o filme. Mesmo no dia de estreia não o vi, acabei por revê-lo numa das sessões especiais passado uns dias, e com mais distância senti: “o meu eu adolescente ia amar ver este filme” e isso deixou-me de coração quente, e lembrou-me o quão healing foi toda esta jornada.
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No meu trabalho fotográfico algo que sempre me interessou foi a ideia de captar a ‘alma’ ou a ‘energia’ de alguém. Sempre senti que as imagens têm ou não energia — e é ai que sinto que algo está ‘vivo’, e também trouxe esta procura para este processo.

Foi montado ao longo de vários anos com pausas grandes, algumas das quais em que questionei se este teria continuidade. Houve mudanças de direção nesses retornos, e eu próprio fui descobrindo o filme sempre guiado pela curiosidade, levando a uma captação e montagem também em mutação ao longo do filme, algo que achei interessante manter. Acabando também este por ser um filme sobre fazer um filme, sobre um tempo partilhado, sobre amizade, conexão, sobre sentirmo-nos inadequados e procurarmos o nosso lugar no mundo.
É um objecto que pode não corresponder ao que várias pessoas imaginariam quando ouvem falar de um documentário sobre a Marie. Um exercício fílmico que não tem como objetivo definir quem é a Maria, mas sim captar um vislumbre temporal da sua vida.

Durante muitos meses após terminar a montagem não consegui ver o filme. Mesmo no dia de estreia não o vi, acabei por revê-lo numa das sessões especiais passado uns dias, e com mais distância senti: “o meu eu adolescente ia amar ver este filme” e isso deixou-me de coração quente, e lembrou-me o quão healing foi toda esta jornada.
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Foi montado ao longo de vários anos com pausas grandes, algumas das quais em que questionei se este teria continuidade. Houve mudanças de direção nesses retornos, e eu próprio fui descobrindo o filme sempre guiado pela curiosidade, levando a uma captação e montagem também em mutação ao longo do filme, algo que achei interessante manter. Acabando também este por ser um filme sobre fazer um filme, sobre um tempo partilhado, sobre amizade, conexão, sobre sentirmo-nos inadequados e procurarmos o nosso lugar no mundo.
É um objecto que pode não corresponder ao que várias pessoas imaginariam quando ouvem falar de um documentário sobre a Marie. Um exercício fílmico que não tem como objetivo definir quem é a Maria, mas sim captar um vislumbre temporal da sua vida.

Durante muitos meses após terminar a montagem não consegui ver o filme. Mesmo no dia de estreia não o vi, acabei por revê-lo numa das sessões especiais passado uns dias, e com mais distância senti: “o meu eu adolescente ia amar ver este filme” e isso deixou-me de coração quente, e lembrou-me o quão healing foi toda esta jornada.
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No meu trabalho fotográfico algo que sempre me interessou foi a ideia de captar a ‘alma’ ou a ‘energia’ de alguém. Sempre senti que as imagens têm ou não energia — e é ai que sinto que algo está ‘vivo’, e também trouxe esta procura para este processo.

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No meu trabalho fotográfico algo que sempre me interessou foi a ideia de captar a ‘alma’ ou a ‘energia’ de alguém. Sempre senti que as imagens têm ou não energia — e é ai que sinto que algo está ‘vivo’, e também trouxe esta procura para este processo.

Foi montado ao longo de vários anos com pausas grandes, algumas das quais em que questionei se este teria continuidade. Houve mudanças de direção nesses retornos, e eu próprio fui descobrindo o filme sempre guiado pela curiosidade, levando a uma captação e montagem também em mutação ao longo do filme, algo que achei interessante manter. Acabando também este por ser um filme sobre fazer um filme, sobre um tempo partilhado, sobre amizade, conexão, sobre sentirmo-nos inadequados e procurarmos o nosso lugar no mundo.
É um objecto que pode não corresponder ao que várias pessoas imaginariam quando ouvem falar de um documentário sobre a Marie. Um exercício fílmico que não tem como objetivo definir quem é a Maria, mas sim captar um vislumbre temporal da sua vida.

Durante muitos meses após terminar a montagem não consegui ver o filme. Mesmo no dia de estreia não o vi, acabei por revê-lo numa das sessões especiais passado uns dias, e com mais distância senti: “o meu eu adolescente ia amar ver este filme” e isso deixou-me de coração quente, e lembrou-me o quão healing foi toda esta jornada.
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É um objecto que pode não corresponder ao que várias pessoas imaginariam quando ouvem falar de um documentário sobre a Marie. Um exercício fílmico que não tem como objetivo definir quem é a Maria, mas sim captar um vislumbre temporal da sua vida.

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É um objecto que pode não corresponder ao que várias pessoas imaginariam quando ouvem falar de um documentário sobre a Marie. Um exercício fílmico que não tem como objetivo definir quem é a Maria, mas sim captar um vislumbre temporal da sua vida.

Durante muitos meses após terminar a montagem não consegui ver o filme. Mesmo no dia de estreia não o vi, acabei por revê-lo numa das sessões especiais passado uns dias, e com mais distância senti: “o meu eu adolescente ia amar ver este filme” e isso deixou-me de coração quente, e lembrou-me o quão healing foi toda esta jornada.
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Durante muitos meses após terminar a montagem não consegui ver o filme. Mesmo no dia de estreia não o vi, acabei por revê-lo numa das sessões especiais passado uns dias, e com mais distância senti: “o meu eu adolescente ia amar ver este filme” e isso deixou-me de coração quente, e lembrou-me o quão healing foi toda esta jornada.
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Fez ontem um mês desde que estreámos o “La Vie de Maria Manuela” no Cinema Ideal.

Este filme foi a maior aventura dos últimos anos, um processo de purga e integração. A pessoa que o iniciou estava num lugar bastante diferente daquela que o terminou, o que se sente e faz parte do filme. Há alguns anos que partilho trabalho online, no entanto tem sido peculiar partilhar com o mundo um objecto tão íntimo e este ser visto numa sala de cinema. Filmei com a minha câmera com a qual trabalho quase desde que comecei também a fotografar.
No meu trabalho fotográfico algo que sempre me interessou foi a ideia de captar a ‘alma’ ou a ‘energia’ de alguém. Sempre senti que as imagens têm ou não energia — e é ai que sinto que algo está ‘vivo’, e também trouxe esta procura para este processo.

Foi montado ao longo de vários anos com pausas grandes, algumas das quais em que questionei se este teria continuidade. Houve mudanças de direção nesses retornos, e eu próprio fui descobrindo o filme sempre guiado pela curiosidade, levando a uma captação e montagem também em mutação ao longo do filme, algo que achei interessante manter. Acabando também este por ser um filme sobre fazer um filme, sobre um tempo partilhado, sobre amizade, conexão, sobre sentirmo-nos inadequados e procurarmos o nosso lugar no mundo.
É um objecto que pode não corresponder ao que várias pessoas imaginariam quando ouvem falar de um documentário sobre a Marie. Um exercício fílmico que não tem como objetivo definir quem é a Maria, mas sim captar um vislumbre temporal da sua vida.

Durante muitos meses após terminar a montagem não consegui ver o filme. Mesmo no dia de estreia não o vi, acabei por revê-lo numa das sessões especiais passado uns dias, e com mais distância senti: “o meu eu adolescente ia amar ver este filme” e isso deixou-me de coração quente, e lembrou-me o quão healing foi toda esta jornada.
(continua nos comentários)


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Fez ontem um mês desde que estreámos o “La Vie de Maria Manuela” no Cinema Ideal.

Este filme foi a maior aventura dos últimos anos, um processo de purga e integração. A pessoa que o iniciou estava num lugar bastante diferente daquela que o terminou, o que se sente e faz parte do filme. Há alguns anos que partilho trabalho online, no entanto tem sido peculiar partilhar com o mundo um objecto tão íntimo e este ser visto numa sala de cinema. Filmei com a minha câmera com a qual trabalho quase desde que comecei também a fotografar.
No meu trabalho fotográfico algo que sempre me interessou foi a ideia de captar a ‘alma’ ou a ‘energia’ de alguém. Sempre senti que as imagens têm ou não energia — e é ai que sinto que algo está ‘vivo’, e também trouxe esta procura para este processo.

Foi montado ao longo de vários anos com pausas grandes, algumas das quais em que questionei se este teria continuidade. Houve mudanças de direção nesses retornos, e eu próprio fui descobrindo o filme sempre guiado pela curiosidade, levando a uma captação e montagem também em mutação ao longo do filme, algo que achei interessante manter. Acabando também este por ser um filme sobre fazer um filme, sobre um tempo partilhado, sobre amizade, conexão, sobre sentirmo-nos inadequados e procurarmos o nosso lugar no mundo.
É um objecto que pode não corresponder ao que várias pessoas imaginariam quando ouvem falar de um documentário sobre a Marie. Um exercício fílmico que não tem como objetivo definir quem é a Maria, mas sim captar um vislumbre temporal da sua vida.

Durante muitos meses após terminar a montagem não consegui ver o filme. Mesmo no dia de estreia não o vi, acabei por revê-lo numa das sessões especiais passado uns dias, e com mais distância senti: “o meu eu adolescente ia amar ver este filme” e isso deixou-me de coração quente, e lembrou-me o quão healing foi toda esta jornada.
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Fez ontem um mês desde que estreámos o “La Vie de Maria Manuela” no Cinema Ideal.

Este filme foi a maior aventura dos últimos anos, um processo de purga e integração. A pessoa que o iniciou estava num lugar bastante diferente daquela que o terminou, o que se sente e faz parte do filme. Há alguns anos que partilho trabalho online, no entanto tem sido peculiar partilhar com o mundo um objecto tão íntimo e este ser visto numa sala de cinema. Filmei com a minha câmera com a qual trabalho quase desde que comecei também a fotografar.
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É um objecto que pode não corresponder ao que várias pessoas imaginariam quando ouvem falar de um documentário sobre a Marie. Um exercício fílmico que não tem como objetivo definir quem é a Maria, mas sim captar um vislumbre temporal da sua vida.

Durante muitos meses após terminar a montagem não consegui ver o filme. Mesmo no dia de estreia não o vi, acabei por revê-lo numa das sessões especiais passado uns dias, e com mais distância senti: “o meu eu adolescente ia amar ver este filme” e isso deixou-me de coração quente, e lembrou-me o quão healing foi toda esta jornada.
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“Quando vi o filme sozinha, comecei a chorar. Percebi que não havia nada de errado comigo. Eu só estava assustada.” Num exclusivo Máxima, Marie sobre o resultado surpreendente de La Vie de Maria Manuela - nos cinemas 12 Fevereiro.

@laviedemariiee @maxima.pt @joaomaresque @justinamorim @patriciatrdomingues #LaVieDeMariaManuela


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“Quando vi o filme sozinha, comecei a chorar. Percebi que não havia nada de errado comigo. Eu só estava assustada.” Num exclusivo Máxima, Marie sobre o resultado surpreendente de La Vie de Maria Manuela - nos cinemas 12 Fevereiro.

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Encontra a tua casa. O documentário La Vie de Maria Manuela chega aos cinemas a 12 de fevereiro.

@laviedemariiee @joaomaresque #LaVieDeMariaManuela


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La Vie de Maria Manuela. 12 de fevereiro nos cinemas.

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Story Save - Best free tool for saving Stories, Reels, Photos, Videos, Highlights, IGTV to your phone.

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