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diegoquind

Diego Quinderé de Carvalho

@docnomads @edt.br montador e cineasta

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Vladimir Herzog era cineasta.

Em 1963, com uma câmera 35mm e um gravador Nagra, ele foi até uma colônia de pesca em Copacabana fazer seu primeiro documentário. Tinha vinte e poucos anos e uma utopia: mudar a América Latina através do cinema. E fez um filme pioneiro no Brasil, o primeiro a captar vozes de trabalhadores falando sobre suas vidas.

Depois vieram outros caminhos, outras urgências. O jornalismo, a televisão, a família. E em 1975, a ditadura tirou dele a vida e tudo que ainda poderia ter filmado.

Nosso filme retoma esse fio. Voltamos à mesma praia, sessenta anos depois, para escutar as vozes que ainda estão ali. Para continuar, de alguma forma, o que Herzog começou.

Já são cinco anos de trabalho. E não estivemos sozinhos. @joaoatala , fotógrafo brilhante e companheiro de primeira hora, nos deu tudo o que tinha; @jp_fonseca_ , com a responsabilidade de nos fazer escutar e a quem nada escapou; @flavia_leone_f , que com sua sagacidade e presença virou, logo no primeiro dia, uma parceira de realização; nosso querido @mucarvalhooficial , compositor que faz passado e presente bailarem juntos. E o @vladimirherzog , guardião dessa memória viva, que através do @luisludmer nos acolheu desde o início. Parceiros que caminham com a gente desde quando o filme ainda era uma aposta. E ainda é.

Ainda em fase de pós-produção, semana passada chegaram dois reconhecimentos que significam muito pra nós: o Prêmio de Melhor Primeiro Corte no FIDOCS+Conecta, por unanimidade do júri, o Prêmio Albatros Post de Assessoria de Montagem, e o Prêmio Churubusco de Pós-Produção de Havana. Agradecemos ao @fidocs , @ccdocumental , @festivalcinehabana e @est_churubusco por acreditarem no nosso filme. Uma honra.

Santiago e Havana abriram caminhos e novas parcerias para a caminhada. Contra o esquecimento que quase engoliu o filme de Herzog, seguimos com a convicção de que essas vozes, de ontem e de hoje, vão encontrar ecos no tempo.

AINDA HOJE MARIMBÁS

Direção: @diegoquind e @loparente

Produção: @andremielnik @brasilianacine


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5 months ago


Vladimir Herzog era cineasta.

Em 1963, com uma câmera 35mm e um gravador Nagra, ele foi até uma colônia de pesca em Copacabana fazer seu primeiro documentário. Tinha vinte e poucos anos e uma utopia: mudar a América Latina através do cinema. E fez um filme pioneiro no Brasil, o primeiro a captar vozes de trabalhadores falando sobre suas vidas.

Depois vieram outros caminhos, outras urgências. O jornalismo, a televisão, a família. E em 1975, a ditadura tirou dele a vida e tudo que ainda poderia ter filmado.

Nosso filme retoma esse fio. Voltamos à mesma praia, sessenta anos depois, para escutar as vozes que ainda estão ali. Para continuar, de alguma forma, o que Herzog começou.

Já são cinco anos de trabalho. E não estivemos sozinhos. @joaoatala , fotógrafo brilhante e companheiro de primeira hora, nos deu tudo o que tinha; @jp_fonseca_ , com a responsabilidade de nos fazer escutar e a quem nada escapou; @flavia_leone_f , que com sua sagacidade e presença virou, logo no primeiro dia, uma parceira de realização; nosso querido @mucarvalhooficial , compositor que faz passado e presente bailarem juntos. E o @vladimirherzog , guardião dessa memória viva, que através do @luisludmer nos acolheu desde o início. Parceiros que caminham com a gente desde quando o filme ainda era uma aposta. E ainda é.

Ainda em fase de pós-produção, semana passada chegaram dois reconhecimentos que significam muito pra nós: o Prêmio de Melhor Primeiro Corte no FIDOCS+Conecta, por unanimidade do júri, o Prêmio Albatros Post de Assessoria de Montagem, e o Prêmio Churubusco de Pós-Produção de Havana. Agradecemos ao @fidocs , @ccdocumental , @festivalcinehabana e @est_churubusco por acreditarem no nosso filme. Uma honra.

Santiago e Havana abriram caminhos e novas parcerias para a caminhada. Contra o esquecimento que quase engoliu o filme de Herzog, seguimos com a convicção de que essas vozes, de ontem e de hoje, vão encontrar ecos no tempo.

AINDA HOJE MARIMBÁS

Direção: @diegoquind e @loparente

Produção: @andremielnik @brasilianacine


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Vladimir Herzog era cineasta.

Em 1963, com uma câmera 35mm e um gravador Nagra, ele foi até uma colônia de pesca em Copacabana fazer seu primeiro documentário. Tinha vinte e poucos anos e uma utopia: mudar a América Latina através do cinema. E fez um filme pioneiro no Brasil, o primeiro a captar vozes de trabalhadores falando sobre suas vidas.

Depois vieram outros caminhos, outras urgências. O jornalismo, a televisão, a família. E em 1975, a ditadura tirou dele a vida e tudo que ainda poderia ter filmado.

Nosso filme retoma esse fio. Voltamos à mesma praia, sessenta anos depois, para escutar as vozes que ainda estão ali. Para continuar, de alguma forma, o que Herzog começou.

Já são cinco anos de trabalho. E não estivemos sozinhos. @joaoatala , fotógrafo brilhante e companheiro de primeira hora, nos deu tudo o que tinha; @jp_fonseca_ , com a responsabilidade de nos fazer escutar e a quem nada escapou; @flavia_leone_f , que com sua sagacidade e presença virou, logo no primeiro dia, uma parceira de realização; nosso querido @mucarvalhooficial , compositor que faz passado e presente bailarem juntos. E o @vladimirherzog , guardião dessa memória viva, que através do @luisludmer nos acolheu desde o início. Parceiros que caminham com a gente desde quando o filme ainda era uma aposta. E ainda é.

Ainda em fase de pós-produção, semana passada chegaram dois reconhecimentos que significam muito pra nós: o Prêmio de Melhor Primeiro Corte no FIDOCS+Conecta, por unanimidade do júri, o Prêmio Albatros Post de Assessoria de Montagem, e o Prêmio Churubusco de Pós-Produção de Havana. Agradecemos ao @fidocs , @ccdocumental , @festivalcinehabana e @est_churubusco por acreditarem no nosso filme. Uma honra.

Santiago e Havana abriram caminhos e novas parcerias para a caminhada. Contra o esquecimento que quase engoliu o filme de Herzog, seguimos com a convicção de que essas vozes, de ontem e de hoje, vão encontrar ecos no tempo.

AINDA HOJE MARIMBÁS

Direção: @diegoquind e @loparente

Produção: @andremielnik @brasilianacine


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Vladimir Herzog era cineasta.

Em 1963, com uma câmera 35mm e um gravador Nagra, ele foi até uma colônia de pesca em Copacabana fazer seu primeiro documentário. Tinha vinte e poucos anos e uma utopia: mudar a América Latina através do cinema. E fez um filme pioneiro no Brasil, o primeiro a captar vozes de trabalhadores falando sobre suas vidas.

Depois vieram outros caminhos, outras urgências. O jornalismo, a televisão, a família. E em 1975, a ditadura tirou dele a vida e tudo que ainda poderia ter filmado.

Nosso filme retoma esse fio. Voltamos à mesma praia, sessenta anos depois, para escutar as vozes que ainda estão ali. Para continuar, de alguma forma, o que Herzog começou.

Já são cinco anos de trabalho. E não estivemos sozinhos. @joaoatala , fotógrafo brilhante e companheiro de primeira hora, nos deu tudo o que tinha; @jp_fonseca_ , com a responsabilidade de nos fazer escutar e a quem nada escapou; @flavia_leone_f , que com sua sagacidade e presença virou, logo no primeiro dia, uma parceira de realização; nosso querido @mucarvalhooficial , compositor que faz passado e presente bailarem juntos. E o @vladimirherzog , guardião dessa memória viva, que através do @luisludmer nos acolheu desde o início. Parceiros que caminham com a gente desde quando o filme ainda era uma aposta. E ainda é.

Ainda em fase de pós-produção, semana passada chegaram dois reconhecimentos que significam muito pra nós: o Prêmio de Melhor Primeiro Corte no FIDOCS+Conecta, por unanimidade do júri, o Prêmio Albatros Post de Assessoria de Montagem, e o Prêmio Churubusco de Pós-Produção de Havana. Agradecemos ao @fidocs , @ccdocumental , @festivalcinehabana e @est_churubusco por acreditarem no nosso filme. Uma honra.

Santiago e Havana abriram caminhos e novas parcerias para a caminhada. Contra o esquecimento que quase engoliu o filme de Herzog, seguimos com a convicção de que essas vozes, de ontem e de hoje, vão encontrar ecos no tempo.

AINDA HOJE MARIMBÁS

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Produção: @andremielnik @brasilianacine


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Vladimir Herzog era cineasta.

Em 1963, com uma câmera 35mm e um gravador Nagra, ele foi até uma colônia de pesca em Copacabana fazer seu primeiro documentário. Tinha vinte e poucos anos e uma utopia: mudar a América Latina através do cinema. E fez um filme pioneiro no Brasil, o primeiro a captar vozes de trabalhadores falando sobre suas vidas.

Depois vieram outros caminhos, outras urgências. O jornalismo, a televisão, a família. E em 1975, a ditadura tirou dele a vida e tudo que ainda poderia ter filmado.

Nosso filme retoma esse fio. Voltamos à mesma praia, sessenta anos depois, para escutar as vozes que ainda estão ali. Para continuar, de alguma forma, o que Herzog começou.

Já são cinco anos de trabalho. E não estivemos sozinhos. @joaoatala , fotógrafo brilhante e companheiro de primeira hora, nos deu tudo o que tinha; @jp_fonseca_ , com a responsabilidade de nos fazer escutar e a quem nada escapou; @flavia_leone_f , que com sua sagacidade e presença virou, logo no primeiro dia, uma parceira de realização; nosso querido @mucarvalhooficial , compositor que faz passado e presente bailarem juntos. E o @vladimirherzog , guardião dessa memória viva, que através do @luisludmer nos acolheu desde o início. Parceiros que caminham com a gente desde quando o filme ainda era uma aposta. E ainda é.

Ainda em fase de pós-produção, semana passada chegaram dois reconhecimentos que significam muito pra nós: o Prêmio de Melhor Primeiro Corte no FIDOCS+Conecta, por unanimidade do júri, o Prêmio Albatros Post de Assessoria de Montagem, e o Prêmio Churubusco de Pós-Produção de Havana. Agradecemos ao @fidocs , @ccdocumental , @festivalcinehabana e @est_churubusco por acreditarem no nosso filme. Uma honra.

Santiago e Havana abriram caminhos e novas parcerias para a caminhada. Contra o esquecimento que quase engoliu o filme de Herzog, seguimos com a convicção de que essas vozes, de ontem e de hoje, vão encontrar ecos no tempo.

AINDA HOJE MARIMBÁS

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Vladimir Herzog era cineasta.

Em 1963, com uma câmera 35mm e um gravador Nagra, ele foi até uma colônia de pesca em Copacabana fazer seu primeiro documentário. Tinha vinte e poucos anos e uma utopia: mudar a América Latina através do cinema. E fez um filme pioneiro no Brasil, o primeiro a captar vozes de trabalhadores falando sobre suas vidas.

Depois vieram outros caminhos, outras urgências. O jornalismo, a televisão, a família. E em 1975, a ditadura tirou dele a vida e tudo que ainda poderia ter filmado.

Nosso filme retoma esse fio. Voltamos à mesma praia, sessenta anos depois, para escutar as vozes que ainda estão ali. Para continuar, de alguma forma, o que Herzog começou.

Já são cinco anos de trabalho. E não estivemos sozinhos. @joaoatala , fotógrafo brilhante e companheiro de primeira hora, nos deu tudo o que tinha; @jp_fonseca_ , com a responsabilidade de nos fazer escutar e a quem nada escapou; @flavia_leone_f , que com sua sagacidade e presença virou, logo no primeiro dia, uma parceira de realização; nosso querido @mucarvalhooficial , compositor que faz passado e presente bailarem juntos. E o @vladimirherzog , guardião dessa memória viva, que através do @luisludmer nos acolheu desde o início. Parceiros que caminham com a gente desde quando o filme ainda era uma aposta. E ainda é.

Ainda em fase de pós-produção, semana passada chegaram dois reconhecimentos que significam muito pra nós: o Prêmio de Melhor Primeiro Corte no FIDOCS+Conecta, por unanimidade do júri, o Prêmio Albatros Post de Assessoria de Montagem, e o Prêmio Churubusco de Pós-Produção de Havana. Agradecemos ao @fidocs , @ccdocumental , @festivalcinehabana e @est_churubusco por acreditarem no nosso filme. Uma honra.

Santiago e Havana abriram caminhos e novas parcerias para a caminhada. Contra o esquecimento que quase engoliu o filme de Herzog, seguimos com a convicção de que essas vozes, de ontem e de hoje, vão encontrar ecos no tempo.

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Vladimir Herzog era cineasta.

Em 1963, com uma câmera 35mm e um gravador Nagra, ele foi até uma colônia de pesca em Copacabana fazer seu primeiro documentário. Tinha vinte e poucos anos e uma utopia: mudar a América Latina através do cinema. E fez um filme pioneiro no Brasil, o primeiro a captar vozes de trabalhadores falando sobre suas vidas.

Depois vieram outros caminhos, outras urgências. O jornalismo, a televisão, a família. E em 1975, a ditadura tirou dele a vida e tudo que ainda poderia ter filmado.

Nosso filme retoma esse fio. Voltamos à mesma praia, sessenta anos depois, para escutar as vozes que ainda estão ali. Para continuar, de alguma forma, o que Herzog começou.

Já são cinco anos de trabalho. E não estivemos sozinhos. @joaoatala , fotógrafo brilhante e companheiro de primeira hora, nos deu tudo o que tinha; @jp_fonseca_ , com a responsabilidade de nos fazer escutar e a quem nada escapou; @flavia_leone_f , que com sua sagacidade e presença virou, logo no primeiro dia, uma parceira de realização; nosso querido @mucarvalhooficial , compositor que faz passado e presente bailarem juntos. E o @vladimirherzog , guardião dessa memória viva, que através do @luisludmer nos acolheu desde o início. Parceiros que caminham com a gente desde quando o filme ainda era uma aposta. E ainda é.

Ainda em fase de pós-produção, semana passada chegaram dois reconhecimentos que significam muito pra nós: o Prêmio de Melhor Primeiro Corte no FIDOCS+Conecta, por unanimidade do júri, o Prêmio Albatros Post de Assessoria de Montagem, e o Prêmio Churubusco de Pós-Produção de Havana. Agradecemos ao @fidocs , @ccdocumental , @festivalcinehabana e @est_churubusco por acreditarem no nosso filme. Uma honra.

Santiago e Havana abriram caminhos e novas parcerias para a caminhada. Contra o esquecimento que quase engoliu o filme de Herzog, seguimos com a convicção de que essas vozes, de ontem e de hoje, vão encontrar ecos no tempo.

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Em 1963, com uma câmera 35mm e um gravador Nagra, ele foi até uma colônia de pesca em Copacabana fazer seu primeiro documentário. Tinha vinte e poucos anos e uma utopia: mudar a América Latina através do cinema. E fez um filme pioneiro no Brasil, o primeiro a captar vozes de trabalhadores falando sobre suas vidas.

Depois vieram outros caminhos, outras urgências. O jornalismo, a televisão, a família. E em 1975, a ditadura tirou dele a vida e tudo que ainda poderia ter filmado.

Nosso filme retoma esse fio. Voltamos à mesma praia, sessenta anos depois, para escutar as vozes que ainda estão ali. Para continuar, de alguma forma, o que Herzog começou.

Já são cinco anos de trabalho. E não estivemos sozinhos. @joaoatala , fotógrafo brilhante e companheiro de primeira hora, nos deu tudo o que tinha; @jp_fonseca_ , com a responsabilidade de nos fazer escutar e a quem nada escapou; @flavia_leone_f , que com sua sagacidade e presença virou, logo no primeiro dia, uma parceira de realização; nosso querido @mucarvalhooficial , compositor que faz passado e presente bailarem juntos. E o @vladimirherzog , guardião dessa memória viva, que através do @luisludmer nos acolheu desde o início. Parceiros que caminham com a gente desde quando o filme ainda era uma aposta. E ainda é.

Ainda em fase de pós-produção, semana passada chegaram dois reconhecimentos que significam muito pra nós: o Prêmio de Melhor Primeiro Corte no FIDOCS+Conecta, por unanimidade do júri, o Prêmio Albatros Post de Assessoria de Montagem, e o Prêmio Churubusco de Pós-Produção de Havana. Agradecemos ao @fidocs , @ccdocumental , @festivalcinehabana e @est_churubusco por acreditarem no nosso filme. Uma honra.

Santiago e Havana abriram caminhos e novas parcerias para a caminhada. Contra o esquecimento que quase engoliu o filme de Herzog, seguimos com a convicção de que essas vozes, de ontem e de hoje, vão encontrar ecos no tempo.

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Vladimir Herzog era cineasta.

Em 1963, com uma câmera 35mm e um gravador Nagra, ele foi até uma colônia de pesca em Copacabana fazer seu primeiro documentário. Tinha vinte e poucos anos e uma utopia: mudar a América Latina através do cinema. E fez um filme pioneiro no Brasil, o primeiro a captar vozes de trabalhadores falando sobre suas vidas.

Depois vieram outros caminhos, outras urgências. O jornalismo, a televisão, a família. E em 1975, a ditadura tirou dele a vida e tudo que ainda poderia ter filmado.

Nosso filme retoma esse fio. Voltamos à mesma praia, sessenta anos depois, para escutar as vozes que ainda estão ali. Para continuar, de alguma forma, o que Herzog começou.

Já são cinco anos de trabalho. E não estivemos sozinhos. @joaoatala , fotógrafo brilhante e companheiro de primeira hora, nos deu tudo o que tinha; @jp_fonseca_ , com a responsabilidade de nos fazer escutar e a quem nada escapou; @flavia_leone_f , que com sua sagacidade e presença virou, logo no primeiro dia, uma parceira de realização; nosso querido @mucarvalhooficial , compositor que faz passado e presente bailarem juntos. E o @vladimirherzog , guardião dessa memória viva, que através do @luisludmer nos acolheu desde o início. Parceiros que caminham com a gente desde quando o filme ainda era uma aposta. E ainda é.

Ainda em fase de pós-produção, semana passada chegaram dois reconhecimentos que significam muito pra nós: o Prêmio de Melhor Primeiro Corte no FIDOCS+Conecta, por unanimidade do júri, o Prêmio Albatros Post de Assessoria de Montagem, e o Prêmio Churubusco de Pós-Produção de Havana. Agradecemos ao @fidocs , @ccdocumental , @festivalcinehabana e @est_churubusco por acreditarem no nosso filme. Uma honra.

Santiago e Havana abriram caminhos e novas parcerias para a caminhada. Contra o esquecimento que quase engoliu o filme de Herzog, seguimos com a convicção de que essas vozes, de ontem e de hoje, vão encontrar ecos no tempo.

AINDA HOJE MARIMBÁS

Direção: @diegoquind e @loparente

Produção: @andremielnik @brasilianacine


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Vladimir Herzog era cineasta.

Em 1963, com uma câmera 35mm e um gravador Nagra, ele foi até uma colônia de pesca em Copacabana fazer seu primeiro documentário. Tinha vinte e poucos anos e uma utopia: mudar a América Latina através do cinema. E fez um filme pioneiro no Brasil, o primeiro a captar vozes de trabalhadores falando sobre suas vidas.

Depois vieram outros caminhos, outras urgências. O jornalismo, a televisão, a família. E em 1975, a ditadura tirou dele a vida e tudo que ainda poderia ter filmado.

Nosso filme retoma esse fio. Voltamos à mesma praia, sessenta anos depois, para escutar as vozes que ainda estão ali. Para continuar, de alguma forma, o que Herzog começou.

Já são cinco anos de trabalho. E não estivemos sozinhos. @joaoatala , fotógrafo brilhante e companheiro de primeira hora, nos deu tudo o que tinha; @jp_fonseca_ , com a responsabilidade de nos fazer escutar e a quem nada escapou; @flavia_leone_f , que com sua sagacidade e presença virou, logo no primeiro dia, uma parceira de realização; nosso querido @mucarvalhooficial , compositor que faz passado e presente bailarem juntos. E o @vladimirherzog , guardião dessa memória viva, que através do @luisludmer nos acolheu desde o início. Parceiros que caminham com a gente desde quando o filme ainda era uma aposta. E ainda é.

Ainda em fase de pós-produção, semana passada chegaram dois reconhecimentos que significam muito pra nós: o Prêmio de Melhor Primeiro Corte no FIDOCS+Conecta, por unanimidade do júri, o Prêmio Albatros Post de Assessoria de Montagem, e o Prêmio Churubusco de Pós-Produção de Havana. Agradecemos ao @fidocs , @ccdocumental , @festivalcinehabana e @est_churubusco por acreditarem no nosso filme. Uma honra.

Santiago e Havana abriram caminhos e novas parcerias para a caminhada. Contra o esquecimento que quase engoliu o filme de Herzog, seguimos com a convicção de que essas vozes, de ontem e de hoje, vão encontrar ecos no tempo.

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Vladimir Herzog era cineasta.

Em 1963, com uma câmera 35mm e um gravador Nagra, ele foi até uma colônia de pesca em Copacabana fazer seu primeiro documentário. Tinha vinte e poucos anos e uma utopia: mudar a América Latina através do cinema. E fez um filme pioneiro no Brasil, o primeiro a captar vozes de trabalhadores falando sobre suas vidas.

Depois vieram outros caminhos, outras urgências. O jornalismo, a televisão, a família. E em 1975, a ditadura tirou dele a vida e tudo que ainda poderia ter filmado.

Nosso filme retoma esse fio. Voltamos à mesma praia, sessenta anos depois, para escutar as vozes que ainda estão ali. Para continuar, de alguma forma, o que Herzog começou.

Já são cinco anos de trabalho. E não estivemos sozinhos. @joaoatala , fotógrafo brilhante e companheiro de primeira hora, nos deu tudo o que tinha; @jp_fonseca_ , com a responsabilidade de nos fazer escutar e a quem nada escapou; @flavia_leone_f , que com sua sagacidade e presença virou, logo no primeiro dia, uma parceira de realização; nosso querido @mucarvalhooficial , compositor que faz passado e presente bailarem juntos. E o @vladimirherzog , guardião dessa memória viva, que através do @luisludmer nos acolheu desde o início. Parceiros que caminham com a gente desde quando o filme ainda era uma aposta. E ainda é.

Ainda em fase de pós-produção, semana passada chegaram dois reconhecimentos que significam muito pra nós: o Prêmio de Melhor Primeiro Corte no FIDOCS+Conecta, por unanimidade do júri, o Prêmio Albatros Post de Assessoria de Montagem, e o Prêmio Churubusco de Pós-Produção de Havana. Agradecemos ao @fidocs , @ccdocumental , @festivalcinehabana e @est_churubusco por acreditarem no nosso filme. Uma honra.

Santiago e Havana abriram caminhos e novas parcerias para a caminhada. Contra o esquecimento que quase engoliu o filme de Herzog, seguimos com a convicção de que essas vozes, de ontem e de hoje, vão encontrar ecos no tempo.

AINDA HOJE MARIMBÁS

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Produção: @andremielnik @brasilianacine


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5 months ago

Ganadores en #CONECTA10 🔸

Premio Primer Corte FIDOCS es para “Ainda Hoje Marimbás”, de la sección Docs in Progress FIDOCS + CONECTA.

» Dirigido por Diego Quinderé de Carvalho y Lourenço Parente.
» Producido por André Mielnik.
» Brasil.

Storyline:
En la Colonia de Pesca de Copacabana, enclave de resistencia en el barrio más icónico de Brasil, el tiempo se pliega. “Aún Marimbás” vuelve donde Vladimir Herzog filmó en 1963 un documental pionero. Sesenta años después, encuentra ecos en los nuevos marimbás. Un ensayo sobre escucha, permanencia y las rimas trágicas de Brasil.


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5 months ago

Amanhã, dia 4, às 23h, estreia Como Nascem os Heróis, nova série que investiga — a contrapelo — figuras do Livro dos Heróis da Pátria. Olhamos com profundidade para dez personagens e, nesse mergulho, revisitamos a história do Brasil com a genialidade, leveza e sarcasmo de Rita Von Hunty.
Tive o privilégio de montar 7 dos 10 episódios e tô feliz da vida de finalmente compartilhar esse trabalho com vocês.
Agradeço imensamente à equipe que me chamou pra essa jornada: Camilo Cavalcanti e Viviane Mendonça @camilo.cavalcanti @vivimendonca @o__par . E um abraço especial para os diretores Marcelo Diaz e Iberê Carvalho, parceiro atento comigo na ilha de montagem. @iberecarvalho@marcelodiazcinema
Nos vemos amanhã, na TV Brasil. 💛📺 @comonascemosherois @tvbrasil


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5 months ago

taberna diporto


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10 months ago

taberna diporto


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taberna diporto


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taberna diporto


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taberna diporto


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🌲New interview! “From the Ardennes to the Amazon: A Conversation About Eco-Activism in Cinema” with Andrés Jurado and Diego Quinderé de Carvalho, by Jannes Callens.

The short films 0.2 MILLIGRAMS OF GOLD and YAROKAMENA invite us to reconsider our relationship with nature, history, and the systems that shape our lives. In conversation, both filmmakers talk about their filmmaking process and the question of activism in art.

[▶︎] YAROKAMENA and 0.2 MILLIGRAMS OF GOLD are globally available to stream via kortfilm.be!

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@diegoquind @andresjurado @jannescallens @docnomads @luca.cinema @luca_film_brussels @lavulcanizadora #colombia #brazil #ardennes #amazon #amazonforest #ecology #NowShowing


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1 years ago

🌲New interview! “From the Ardennes to the Amazon: A Conversation About Eco-Activism in Cinema” with Andrés Jurado and Diego Quinderé de Carvalho, by Jannes Callens.

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[▶︎] YAROKAMENA and 0.2 MILLIGRAMS OF GOLD are globally available to stream via kortfilm.be!

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Feliz em compartilhar a estreia de “Os Afro-Sambas, o Brasil de Baden e Vinicius” na mostra Hors Concours do @festivaldorio 2024. Foram meses montando, totalmente imerso na onda musical de Baden e Vinicius que molhou todo o Brasil. Um disco de formação, um festival de formação, um processo de muito aprendizado. O mestre @emiliodomingos conduziu essa jangada. Produção da @rinoprod e pós-produção da @cajamanga_ , minha segunda casa. Especialmente feliz de compartilhar esse processo com o meu primo @dncarvalho, que fez a trilha, a edição de som e a mixagem. E gostaria de falar também sobre o encontro com @fydellbotti, diretor de fotografia do projeto, que nos deixou cedo demais.


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16
1 years ago

#NowShowing: 0,2 MILLIGRAMS OF GOLD explores the history of our planet and its potential futures through three archetypal characters: a geologist, a gold miner, and an astronomer.

Diego Quinderé de Carvalho is a Brazilian non-fiction filmmaker who graduated from @luca.schoolofarts in Brussels in 2020. His graduation film was selected for @dokleipzig and @psfilmfest, and is now available to stream worldwide on Kortfilm.be.
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#shortdocumentary #kortfilmbe #antropocene #amazonforest #ardennes @docnomads @diegoquind @luca.cinema @luca_film_brussels @jannescallens


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1 years ago

#NowShowing: 0,2 MILLIGRAMS OF GOLD explores the history of our planet and its potential futures through three archetypal characters: a geologist, a gold miner, and an astronomer.

Diego Quinderé de Carvalho is a Brazilian non-fiction filmmaker who graduated from @luca.schoolofarts in Brussels in 2020. His graduation film was selected for @dokleipzig and @psfilmfest, and is now available to stream worldwide on Kortfilm.be.
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#shortdocumentary #kortfilmbe #antropocene #amazonforest #ardennes @docnomads @diegoquind @luca.cinema @luca_film_brussels @jannescallens


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#NowShowing: 0,2 MILLIGRAMS OF GOLD explores the history of our planet and its potential futures through three archetypal characters: a geologist, a gold miner, and an astronomer.

Diego Quinderé de Carvalho is a Brazilian non-fiction filmmaker who graduated from @luca.schoolofarts in Brussels in 2020. His graduation film was selected for @dokleipzig and @psfilmfest, and is now available to stream worldwide on Kortfilm.be.
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#shortdocumentary #kortfilmbe #antropocene #amazonforest #ardennes @docnomads @diegoquind @luca.cinema @luca_film_brussels @jannescallens


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#NowShowing: 0,2 MILLIGRAMS OF GOLD explores the history of our planet and its potential futures through three archetypal characters: a geologist, a gold miner, and an astronomer.

Diego Quinderé de Carvalho is a Brazilian non-fiction filmmaker who graduated from @luca.schoolofarts in Brussels in 2020. His graduation film was selected for @dokleipzig and @psfilmfest, and is now available to stream worldwide on Kortfilm.be.
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#shortdocumentary #kortfilmbe #antropocene #amazonforest #ardennes @docnomads @diegoquind @luca.cinema @luca_film_brussels @jannescallens


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🌳 NEW in Kortfilm.be’s video-on-demand catalogue: 0.2 MILLIGRAMS OF GOLD, Diego Quinderé de Carvalho’s essay on the Amazon forest.

“At no point does ‘0.2 Milligrams of Gold’ attempt to approach the sublime forest. [Carvalho’s] essay does not examine non-human forms of time or space. What drives the film is the filmmaker’s awareness of his attitude towards the hard-to-tame nature. Diego Quinderé de Carvalho is humble, mainly playing on the human inability to coexist ecologically with natural phenomena that are difficult to translate into typically human forms.” — Jannes Callens

Paired with Andrés Jurado’s ‘Yarokamena’, hand-picked by film curator Oana Ghera, artistic director of the Bucharest International Experimental Film Festival (BIEFF). Both short films are available to stream worldwide and come with a range of subtitles.

Watch now via kortfilm.be/kijk!
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@docnomads @diegoquind @lucaschoolofarts #amazonforest #ardennes #antropocene #nowstreaming


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🌳 NEW in Kortfilm.be’s video-on-demand catalogue: 0.2 MILLIGRAMS OF GOLD, Diego Quinderé de Carvalho’s essay on the Amazon forest.

“At no point does ‘0.2 Milligrams of Gold’ attempt to approach the sublime forest. [Carvalho’s] essay does not examine non-human forms of time or space. What drives the film is the filmmaker’s awareness of his attitude towards the hard-to-tame nature. Diego Quinderé de Carvalho is humble, mainly playing on the human inability to coexist ecologically with natural phenomena that are difficult to translate into typically human forms.” — Jannes Callens

Paired with Andrés Jurado’s ‘Yarokamena’, hand-picked by film curator Oana Ghera, artistic director of the Bucharest International Experimental Film Festival (BIEFF). Both short films are available to stream worldwide and come with a range of subtitles.

Watch now via kortfilm.be/kijk!
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🌳 NEW in Kortfilm.be’s video-on-demand catalogue: 0.2 MILLIGRAMS OF GOLD, Diego Quinderé de Carvalho’s essay on the Amazon forest.

“At no point does ‘0.2 Milligrams of Gold’ attempt to approach the sublime forest. [Carvalho’s] essay does not examine non-human forms of time or space. What drives the film is the filmmaker’s awareness of his attitude towards the hard-to-tame nature. Diego Quinderé de Carvalho is humble, mainly playing on the human inability to coexist ecologically with natural phenomena that are difficult to translate into typically human forms.” — Jannes Callens

Paired with Andrés Jurado’s ‘Yarokamena’, hand-picked by film curator Oana Ghera, artistic director of the Bucharest International Experimental Film Festival (BIEFF). Both short films are available to stream worldwide and come with a range of subtitles.

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Salt and Bread (2019)
um filme de Bálint Biró, Salome Razikashvili e Diego Quinderé de CarvalhoEm 2019, caminhando pelas ruas de Khulo, Georgia 🇬🇪, ouvimos Mamuka tocar o seu panduri. Foram 4 dias o seguindo pelas montanhas do cáucaso descobrindo as particularidades da cultura e do banquete Georgiano.Link para o filme na bio.


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18 anos de programação no ar e disponível!

https://pointsnorthinstitute.org/ciff/backcatalog/

Muito feliz em compartilhar o lindo trabalho feito pelo pessoal do CamdenIFF - festival de cinema de não-ficção muito especial que acontece em Camden nos EUA.

O belissimo trabalho de catalogação e arquivo interativo com os mais de 1000 filmes programados desde 2005.

Tive o prazer de fazer parte em 2019 e 2021.

https://pointsnorthinstitute.org/films/archive/02-milligrams-of-gold/

https://pointsnorthinstitute.org/films/archive/open-body/

#ciffbackcatalog


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2 years ago

18 anos de programação no ar e disponível!

https://pointsnorthinstitute.org/ciff/backcatalog/

Muito feliz em compartilhar o lindo trabalho feito pelo pessoal do CamdenIFF - festival de cinema de não-ficção muito especial que acontece em Camden nos EUA.

O belissimo trabalho de catalogação e arquivo interativo com os mais de 1000 filmes programados desde 2005.

Tive o prazer de fazer parte em 2019 e 2021.

https://pointsnorthinstitute.org/films/archive/02-milligrams-of-gold/

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"O Futuro não é uma ideia vazia"

Assim o juri começou a fala para entregar a menção honrosa para 0,2 Miligramas de Ouro.

Muito feliz com a noite de premiação do Goiania Mostra Curtas onde 0,2 levou a menção da Curta Mostra Brasil, mostra panoramica do curta metragem brasileiro de 2022 com tantos companheiros e companheiras com filmes instigantes.

Levamos também o prêmio de aquisição do Sesc TV. 🎉

Obrigado juri e @goianiamostracurtas

Fiz esse filme como conclusão do mestrado e é a primeira vez que eu tenho a chance de mostrar no Brasil. Ainda fica disponivel online até quarta-feira no site do festival: https: //www.goianiamostracurtas.com.br/21/filmes/02-miligramas-de-ouro/


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3 years ago

"O Futuro não é uma ideia vazia"

Assim o juri começou a fala para entregar a menção honrosa para 0,2 Miligramas de Ouro.

Muito feliz com a noite de premiação do Goiania Mostra Curtas onde 0,2 levou a menção da Curta Mostra Brasil, mostra panoramica do curta metragem brasileiro de 2022 com tantos companheiros e companheiras com filmes instigantes.

Levamos também o prêmio de aquisição do Sesc TV. 🎉

Obrigado juri e @goianiamostracurtas

Fiz esse filme como conclusão do mestrado e é a primeira vez que eu tenho a chance de mostrar no Brasil. Ainda fica disponivel online até quarta-feira no site do festival: https: //www.goianiamostracurtas.com.br/21/filmes/02-miligramas-de-ouro/


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Story Save - Best free tool for saving Stories, Reels, Photos, Videos, Highlights, IGTV to your phone.

Story-save.com is an intuitive online tool that enables users to download and save a variety of content, including stories, photos, videos, and IGTV materials, directly from Instagram. With Story-Save, you can not only easily download diverse content from Instagram but also view it at your convenience, even without internet access. This tool is perfect for those moments when you come across something interesting on Instagram and want to save it for later viewing. Use Story-Save to ensure you don't miss the chance to take your favorite Instagram moments with you!

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