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SDDS Praia - Uma Compilação Baleárica (1983 - 1999)
Em 1980 uma nova expressão musical florescia em uma ilha rodeada pelas águas azul-turquesa do mediterrâneo.
O local era Ibiza…
E o estilo, o baleárico.
Reconstruir aqui a história de seus precursores é algo que julgo ser desnecessário, pois tudo aquilo que concerne aos seus primórdios já foi debatido e contextualizado por autoridades com mais relevância do que esse limitado autor.
No entanto, me parece importante trazer uma breve observação acerca de pelo menos dois dos aspectos que se relacionam ao tema e que, de certa maneira, contribuíram na escolha das dezesseis faixas que compõem essa compilação.
São eles: praia e saudade.
Duas palavras que, valendo-me de toda a subjetividade a qual tenho direito, acredito serem indissociáveis do dicionário que um dia pertenceu àqueles jovens que viveram os entardeceres de Ibiza sob a influência de Alfredo Fiorito, José Padilla (1955-2020) e tantos outros, no auge daquilo que se eternizou como ritmo baleárico.
Sim, duas palavras tão corriqueiras presentes nas músicas e nas melodias tocadas pelos DJs de ontem e que agora, quando escutadas no nosso hoje, trazem memórias de dias idos, sentimentos de nostalgia e uma leve sensação de tristeza por conta dos verões que deveriam ter se mantido eternos.
Observação feita. Agora, aviso: cada canção escolhida para participar dessa compilação partiu da dualidade alegria x melancolia tão característica dos regressos, dos amores frustrados e dos fins de tardes à beira do mar. Transportar os ouvintes para um estado de nostalgia regido por umaatmosfera sonora ensolarada foi o objetivo primeiro dessa curadoria.
Portanto, escutem-na com os ouvidos atentos. Percebam os nomes dos artistas e a nacionalidade de cada um deles. Conhecem? Não?
Ora, são brasileiros e portugueses! E as respectivas produções artísticas de cada uma dessas personalidades (compreendidas entre os anos de 1983-1999) se aproximam daquilo que melhor reflete a cultura sonora balear: o uso dos sintetizadores, a sensibilidade dos instrumentais e o lirismo tão característico de uma década.

SDDS Praia - Uma Compilação Baleárica (1983 - 1999)
Em 1980 uma nova expressão musical florescia em uma ilha rodeada pelas águas azul-turquesa do mediterrâneo.
O local era Ibiza…
E o estilo, o baleárico.
Reconstruir aqui a história de seus precursores é algo que julgo ser desnecessário, pois tudo aquilo que concerne aos seus primórdios já foi debatido e contextualizado por autoridades com mais relevância do que esse limitado autor.
No entanto, me parece importante trazer uma breve observação acerca de pelo menos dois dos aspectos que se relacionam ao tema e que, de certa maneira, contribuíram na escolha das dezesseis faixas que compõem essa compilação.
São eles: praia e saudade.
Duas palavras que, valendo-me de toda a subjetividade a qual tenho direito, acredito serem indissociáveis do dicionário que um dia pertenceu àqueles jovens que viveram os entardeceres de Ibiza sob a influência de Alfredo Fiorito, José Padilla (1955-2020) e tantos outros, no auge daquilo que se eternizou como ritmo baleárico.
Sim, duas palavras tão corriqueiras presentes nas músicas e nas melodias tocadas pelos DJs de ontem e que agora, quando escutadas no nosso hoje, trazem memórias de dias idos, sentimentos de nostalgia e uma leve sensação de tristeza por conta dos verões que deveriam ter se mantido eternos.
Observação feita. Agora, aviso: cada canção escolhida para participar dessa compilação partiu da dualidade alegria x melancolia tão característica dos regressos, dos amores frustrados e dos fins de tardes à beira do mar. Transportar os ouvintes para um estado de nostalgia regido por umaatmosfera sonora ensolarada foi o objetivo primeiro dessa curadoria.
Portanto, escutem-na com os ouvidos atentos. Percebam os nomes dos artistas e a nacionalidade de cada um deles. Conhecem? Não?
Ora, são brasileiros e portugueses! E as respectivas produções artísticas de cada uma dessas personalidades (compreendidas entre os anos de 1983-1999) se aproximam daquilo que melhor reflete a cultura sonora balear: o uso dos sintetizadores, a sensibilidade dos instrumentais e o lirismo tão característico de uma década.

SDDS Praia - Uma Compilação Baleárica (1983 - 1999)
Em 1980 uma nova expressão musical florescia em uma ilha rodeada pelas águas azul-turquesa do mediterrâneo.
O local era Ibiza…
E o estilo, o baleárico.
Reconstruir aqui a história de seus precursores é algo que julgo ser desnecessário, pois tudo aquilo que concerne aos seus primórdios já foi debatido e contextualizado por autoridades com mais relevância do que esse limitado autor.
No entanto, me parece importante trazer uma breve observação acerca de pelo menos dois dos aspectos que se relacionam ao tema e que, de certa maneira, contribuíram na escolha das dezesseis faixas que compõem essa compilação.
São eles: praia e saudade.
Duas palavras que, valendo-me de toda a subjetividade a qual tenho direito, acredito serem indissociáveis do dicionário que um dia pertenceu àqueles jovens que viveram os entardeceres de Ibiza sob a influência de Alfredo Fiorito, José Padilla (1955-2020) e tantos outros, no auge daquilo que se eternizou como ritmo baleárico.
Sim, duas palavras tão corriqueiras presentes nas músicas e nas melodias tocadas pelos DJs de ontem e que agora, quando escutadas no nosso hoje, trazem memórias de dias idos, sentimentos de nostalgia e uma leve sensação de tristeza por conta dos verões que deveriam ter se mantido eternos.
Observação feita. Agora, aviso: cada canção escolhida para participar dessa compilação partiu da dualidade alegria x melancolia tão característica dos regressos, dos amores frustrados e dos fins de tardes à beira do mar. Transportar os ouvintes para um estado de nostalgia regido por umaatmosfera sonora ensolarada foi o objetivo primeiro dessa curadoria.
Portanto, escutem-na com os ouvidos atentos. Percebam os nomes dos artistas e a nacionalidade de cada um deles. Conhecem? Não?
Ora, são brasileiros e portugueses! E as respectivas produções artísticas de cada uma dessas personalidades (compreendidas entre os anos de 1983-1999) se aproximam daquilo que melhor reflete a cultura sonora balear: o uso dos sintetizadores, a sensibilidade dos instrumentais e o lirismo tão característico de uma década.

SDDS Praia - Uma Compilação Baleárica (1983 - 1999)
Em 1980 uma nova expressão musical florescia em uma ilha rodeada pelas águas azul-turquesa do mediterrâneo.
O local era Ibiza…
E o estilo, o baleárico.
Reconstruir aqui a história de seus precursores é algo que julgo ser desnecessário, pois tudo aquilo que concerne aos seus primórdios já foi debatido e contextualizado por autoridades com mais relevância do que esse limitado autor.
No entanto, me parece importante trazer uma breve observação acerca de pelo menos dois dos aspectos que se relacionam ao tema e que, de certa maneira, contribuíram na escolha das dezesseis faixas que compõem essa compilação.
São eles: praia e saudade.
Duas palavras que, valendo-me de toda a subjetividade a qual tenho direito, acredito serem indissociáveis do dicionário que um dia pertenceu àqueles jovens que viveram os entardeceres de Ibiza sob a influência de Alfredo Fiorito, José Padilla (1955-2020) e tantos outros, no auge daquilo que se eternizou como ritmo baleárico.
Sim, duas palavras tão corriqueiras presentes nas músicas e nas melodias tocadas pelos DJs de ontem e que agora, quando escutadas no nosso hoje, trazem memórias de dias idos, sentimentos de nostalgia e uma leve sensação de tristeza por conta dos verões que deveriam ter se mantido eternos.
Observação feita. Agora, aviso: cada canção escolhida para participar dessa compilação partiu da dualidade alegria x melancolia tão característica dos regressos, dos amores frustrados e dos fins de tardes à beira do mar. Transportar os ouvintes para um estado de nostalgia regido por umaatmosfera sonora ensolarada foi o objetivo primeiro dessa curadoria.
Portanto, escutem-na com os ouvidos atentos. Percebam os nomes dos artistas e a nacionalidade de cada um deles. Conhecem? Não?
Ora, são brasileiros e portugueses! E as respectivas produções artísticas de cada uma dessas personalidades (compreendidas entre os anos de 1983-1999) se aproximam daquilo que melhor reflete a cultura sonora balear: o uso dos sintetizadores, a sensibilidade dos instrumentais e o lirismo tão característico de uma década.

SDDS Praia - Uma Compilação Baleárica (1983 - 1999)
Em 1980 uma nova expressão musical florescia em uma ilha rodeada pelas águas azul-turquesa do mediterrâneo.
O local era Ibiza…
E o estilo, o baleárico.
Reconstruir aqui a história de seus precursores é algo que julgo ser desnecessário, pois tudo aquilo que concerne aos seus primórdios já foi debatido e contextualizado por autoridades com mais relevância do que esse limitado autor.
No entanto, me parece importante trazer uma breve observação acerca de pelo menos dois dos aspectos que se relacionam ao tema e que, de certa maneira, contribuíram na escolha das dezesseis faixas que compõem essa compilação.
São eles: praia e saudade.
Duas palavras que, valendo-me de toda a subjetividade a qual tenho direito, acredito serem indissociáveis do dicionário que um dia pertenceu àqueles jovens que viveram os entardeceres de Ibiza sob a influência de Alfredo Fiorito, José Padilla (1955-2020) e tantos outros, no auge daquilo que se eternizou como ritmo baleárico.
Sim, duas palavras tão corriqueiras presentes nas músicas e nas melodias tocadas pelos DJs de ontem e que agora, quando escutadas no nosso hoje, trazem memórias de dias idos, sentimentos de nostalgia e uma leve sensação de tristeza por conta dos verões que deveriam ter se mantido eternos.
Observação feita. Agora, aviso: cada canção escolhida para participar dessa compilação partiu da dualidade alegria x melancolia tão característica dos regressos, dos amores frustrados e dos fins de tardes à beira do mar. Transportar os ouvintes para um estado de nostalgia regido por umaatmosfera sonora ensolarada foi o objetivo primeiro dessa curadoria.
Portanto, escutem-na com os ouvidos atentos. Percebam os nomes dos artistas e a nacionalidade de cada um deles. Conhecem? Não?
Ora, são brasileiros e portugueses! E as respectivas produções artísticas de cada uma dessas personalidades (compreendidas entre os anos de 1983-1999) se aproximam daquilo que melhor reflete a cultura sonora balear: o uso dos sintetizadores, a sensibilidade dos instrumentais e o lirismo tão característico de uma década.

SDDS Praia - Uma Compilação Baleárica (1983 - 1999)
Em 1980 uma nova expressão musical florescia em uma ilha rodeada pelas águas azul-turquesa do mediterrâneo.
O local era Ibiza…
E o estilo, o baleárico.
Reconstruir aqui a história de seus precursores é algo que julgo ser desnecessário, pois tudo aquilo que concerne aos seus primórdios já foi debatido e contextualizado por autoridades com mais relevância do que esse limitado autor.
No entanto, me parece importante trazer uma breve observação acerca de pelo menos dois dos aspectos que se relacionam ao tema e que, de certa maneira, contribuíram na escolha das dezesseis faixas que compõem essa compilação.
São eles: praia e saudade.
Duas palavras que, valendo-me de toda a subjetividade a qual tenho direito, acredito serem indissociáveis do dicionário que um dia pertenceu àqueles jovens que viveram os entardeceres de Ibiza sob a influência de Alfredo Fiorito, José Padilla (1955-2020) e tantos outros, no auge daquilo que se eternizou como ritmo baleárico.
Sim, duas palavras tão corriqueiras presentes nas músicas e nas melodias tocadas pelos DJs de ontem e que agora, quando escutadas no nosso hoje, trazem memórias de dias idos, sentimentos de nostalgia e uma leve sensação de tristeza por conta dos verões que deveriam ter se mantido eternos.
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SDDS Praia - Uma Compilação Baleárica (1983 - 1999)
Em 1980 uma nova expressão musical florescia em uma ilha rodeada pelas águas azul-turquesa do mediterrâneo.
O local era Ibiza…
E o estilo, o baleárico.
Reconstruir aqui a história de seus precursores é algo que julgo ser desnecessário, pois tudo aquilo que concerne aos seus primórdios já foi debatido e contextualizado por autoridades com mais relevância do que esse limitado autor.
No entanto, me parece importante trazer uma breve observação acerca de pelo menos dois dos aspectos que se relacionam ao tema e que, de certa maneira, contribuíram na escolha das dezesseis faixas que compõem essa compilação.
São eles: praia e saudade.
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Observação feita. Agora, aviso: cada canção escolhida para participar dessa compilação partiu da dualidade alegria x melancolia tão característica dos regressos, dos amores frustrados e dos fins de tardes à beira do mar. Transportar os ouvintes para um estado de nostalgia regido por umaatmosfera sonora ensolarada foi o objetivo primeiro dessa curadoria.
Portanto, escutem-na com os ouvidos atentos. Percebam os nomes dos artistas e a nacionalidade de cada um deles. Conhecem? Não?
Ora, são brasileiros e portugueses! E as respectivas produções artísticas de cada uma dessas personalidades (compreendidas entre os anos de 1983-1999) se aproximam daquilo que melhor reflete a cultura sonora balear: o uso dos sintetizadores, a sensibilidade dos instrumentais e o lirismo tão característico de uma década.

SDDS Praia - Uma Compilação Baleárica (1983 - 1999)
Em 1980 uma nova expressão musical florescia em uma ilha rodeada pelas águas azul-turquesa do mediterrâneo.
O local era Ibiza…
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Reconstruir aqui a história de seus precursores é algo que julgo ser desnecessário, pois tudo aquilo que concerne aos seus primórdios já foi debatido e contextualizado por autoridades com mais relevância do que esse limitado autor.
No entanto, me parece importante trazer uma breve observação acerca de pelo menos dois dos aspectos que se relacionam ao tema e que, de certa maneira, contribuíram na escolha das dezesseis faixas que compõem essa compilação.
São eles: praia e saudade.
Duas palavras que, valendo-me de toda a subjetividade a qual tenho direito, acredito serem indissociáveis do dicionário que um dia pertenceu àqueles jovens que viveram os entardeceres de Ibiza sob a influência de Alfredo Fiorito, José Padilla (1955-2020) e tantos outros, no auge daquilo que se eternizou como ritmo baleárico.
Sim, duas palavras tão corriqueiras presentes nas músicas e nas melodias tocadas pelos DJs de ontem e que agora, quando escutadas no nosso hoje, trazem memórias de dias idos, sentimentos de nostalgia e uma leve sensação de tristeza por conta dos verões que deveriam ter se mantido eternos.
Observação feita. Agora, aviso: cada canção escolhida para participar dessa compilação partiu da dualidade alegria x melancolia tão característica dos regressos, dos amores frustrados e dos fins de tardes à beira do mar. Transportar os ouvintes para um estado de nostalgia regido por umaatmosfera sonora ensolarada foi o objetivo primeiro dessa curadoria.
Portanto, escutem-na com os ouvidos atentos. Percebam os nomes dos artistas e a nacionalidade de cada um deles. Conhecem? Não?
Ora, são brasileiros e portugueses! E as respectivas produções artísticas de cada uma dessas personalidades (compreendidas entre os anos de 1983-1999) se aproximam daquilo que melhor reflete a cultura sonora balear: o uso dos sintetizadores, a sensibilidade dos instrumentais e o lirismo tão característico de uma década.

Para celebrar a volta da loja, um dos melhores albums de boogie brasileiro ganha uma reedição oficial =). Almir Ricardi - Festa Funk, é um álbum muito singular justamente porque ele propõe algo inovador num terreno musical bem quando muito de seu solo expressivo já havia sido bastante drenada. Ainda que Almir conhecesse muito bem a paisagem do Funk tupiniquim, ele então se encontrava num momento de inflexão criativa, no qual cada faixa lançada era recebida com ansiedade e julgada severamente nesses salões repletos de ouvidos, pés e quadris muito bem entendidos no que os deveria fazer mover, assim como afinados com as vogas musicais do globo.
Assim, de um modo tão extemporâneo quanto autêntico, “Festa Funk” entrega exatamente o que promete: peso e ginga nos moldes que propeliam a folia dos bailes por todo o Brasil. Uma façanha que se revela em cada uma das faixas que se tornaram clássicas entre dançarinos e seletores, como sua versão de "Raça" do primo Tremendão e as fabulosas "São Paulo High Society" e "Se Você Quer Brigar", cada uma criando furor a sua maneira particular a cada play, ou até mesmo momentos líricos mais ternos como os oferecidos em "Tô Parado Na Tua", em que vemos as habilidades de Almir como letrista trabalharem em perfeita consonância com os trunfos rítmicos e melódicos fornecidos por um time que contava Tony Bizarro nos backing vocals e a tarimbada dupla Lincoln Olivetti e Robson Jorge, os arquitetos do boogie brazuca, nos arranjos e produção.
São esses elementos que fazem deste álbum um item tão cobiçado entre quem não só ama a farta safra de grooves brasileiros dessa época, mas também aqueles que conhecem o contexto que o criou: um no qual a originalidade dessa musicalidade tão tupiniquim já havia em grande parte se esvaído na repetitividade comercializada das radios e principais gravadoras que dominavam o mercado musical do Brasil.
#almirricardi
#festafunk
#lincolnolivetti
#robsonjorge
#erasmocarlos
#brazilianboogie
#braziliangroove
#reissue
#reedição
#musicabrasileira
#groove
#brasil
#cocodiscos
#label

Para celebrar a volta da loja, um dos melhores albums de boogie brasileiro ganha uma reedição oficial =). Almir Ricardi - Festa Funk, é um álbum muito singular justamente porque ele propõe algo inovador num terreno musical bem quando muito de seu solo expressivo já havia sido bastante drenada. Ainda que Almir conhecesse muito bem a paisagem do Funk tupiniquim, ele então se encontrava num momento de inflexão criativa, no qual cada faixa lançada era recebida com ansiedade e julgada severamente nesses salões repletos de ouvidos, pés e quadris muito bem entendidos no que os deveria fazer mover, assim como afinados com as vogas musicais do globo.
Assim, de um modo tão extemporâneo quanto autêntico, “Festa Funk” entrega exatamente o que promete: peso e ginga nos moldes que propeliam a folia dos bailes por todo o Brasil. Uma façanha que se revela em cada uma das faixas que se tornaram clássicas entre dançarinos e seletores, como sua versão de "Raça" do primo Tremendão e as fabulosas "São Paulo High Society" e "Se Você Quer Brigar", cada uma criando furor a sua maneira particular a cada play, ou até mesmo momentos líricos mais ternos como os oferecidos em "Tô Parado Na Tua", em que vemos as habilidades de Almir como letrista trabalharem em perfeita consonância com os trunfos rítmicos e melódicos fornecidos por um time que contava Tony Bizarro nos backing vocals e a tarimbada dupla Lincoln Olivetti e Robson Jorge, os arquitetos do boogie brazuca, nos arranjos e produção.
São esses elementos que fazem deste álbum um item tão cobiçado entre quem não só ama a farta safra de grooves brasileiros dessa época, mas também aqueles que conhecem o contexto que o criou: um no qual a originalidade dessa musicalidade tão tupiniquim já havia em grande parte se esvaído na repetitividade comercializada das radios e principais gravadoras que dominavam o mercado musical do Brasil.
#almirricardi
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Para celebrar a volta da loja, um dos melhores albums de boogie brasileiro ganha uma reedição oficial =). Almir Ricardi - Festa Funk, é um álbum muito singular justamente porque ele propõe algo inovador num terreno musical bem quando muito de seu solo expressivo já havia sido bastante drenada. Ainda que Almir conhecesse muito bem a paisagem do Funk tupiniquim, ele então se encontrava num momento de inflexão criativa, no qual cada faixa lançada era recebida com ansiedade e julgada severamente nesses salões repletos de ouvidos, pés e quadris muito bem entendidos no que os deveria fazer mover, assim como afinados com as vogas musicais do globo.
Assim, de um modo tão extemporâneo quanto autêntico, “Festa Funk” entrega exatamente o que promete: peso e ginga nos moldes que propeliam a folia dos bailes por todo o Brasil. Uma façanha que se revela em cada uma das faixas que se tornaram clássicas entre dançarinos e seletores, como sua versão de "Raça" do primo Tremendão e as fabulosas "São Paulo High Society" e "Se Você Quer Brigar", cada uma criando furor a sua maneira particular a cada play, ou até mesmo momentos líricos mais ternos como os oferecidos em "Tô Parado Na Tua", em que vemos as habilidades de Almir como letrista trabalharem em perfeita consonância com os trunfos rítmicos e melódicos fornecidos por um time que contava Tony Bizarro nos backing vocals e a tarimbada dupla Lincoln Olivetti e Robson Jorge, os arquitetos do boogie brazuca, nos arranjos e produção.
São esses elementos que fazem deste álbum um item tão cobiçado entre quem não só ama a farta safra de grooves brasileiros dessa época, mas também aqueles que conhecem o contexto que o criou: um no qual a originalidade dessa musicalidade tão tupiniquim já havia em grande parte se esvaído na repetitividade comercializada das radios e principais gravadoras que dominavam o mercado musical do Brasil.
#almirricardi
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[OUT NOW] Pangaea🌏
Uma compilado que nasce da ideia de conexão, de um território sonoro onde diferentes culturas, ritmos e influências coexistem e se encontram.
Inspirado no conceito do supercontinente que um dia uniu todas as terras do planeta, Pangaea reúne uma curadoria de versões que atravessam fronteiras musicais, reinterpretando sons de diversas partes do mundo através da lente contemporânea da pista. Do afro ao house, passando por grooves tropicais e texturas globais, cada faixa carrega uma identidade única enquanto contribui para uma narrativa coletiva.
Com contribuições de artistas do núcleo Banana Gold e colaboradores próximos, a compilação celebra a diversidade como força criativa e transformando referências culturais em ferramentas de pista, sempre com sensibilidade e personalidade.
Pangaea é um lançamento exclusivo no Bandcamp, pensado como uma peça especial para DJs, colecionadores e amantes da música que enxergam a pista como um espaço de troca e descoberta. 🌎🌍🌏
artwork @perpettuo
artistas
@benoibeas
@gaspar_muniz
@calstropicals
@pedrobotafogo
@cocodiscos
@djbernardopinheiro
[OUT NOW] Pangaea🌏
Uma compilado que nasce da ideia de conexão, de um território sonoro onde diferentes culturas, ritmos e influências coexistem e se encontram.
Inspirado no conceito do supercontinente que um dia uniu todas as terras do planeta, Pangaea reúne uma curadoria de versões que atravessam fronteiras musicais, reinterpretando sons de diversas partes do mundo através da lente contemporânea da pista. Do afro ao house, passando por grooves tropicais e texturas globais, cada faixa carrega uma identidade única enquanto contribui para uma narrativa coletiva.
Com contribuições de artistas do núcleo Banana Gold e colaboradores próximos, a compilação celebra a diversidade como força criativa e transformando referências culturais em ferramentas de pista, sempre com sensibilidade e personalidade.
Pangaea é um lançamento exclusivo no Bandcamp, pensado como uma peça especial para DJs, colecionadores e amantes da música que enxergam a pista como um espaço de troca e descoberta. 🌎🌍🌏
artwork @perpettuo
artistas
@benoibeas
@gaspar_muniz
@calstropicals
@pedrobotafogo
@cocodiscos
@djbernardopinheiro
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Uma compilado que nasce da ideia de conexão, de um território sonoro onde diferentes culturas, ritmos e influências coexistem e se encontram.
Inspirado no conceito do supercontinente que um dia uniu todas as terras do planeta, Pangaea reúne uma curadoria de versões que atravessam fronteiras musicais, reinterpretando sons de diversas partes do mundo através da lente contemporânea da pista. Do afro ao house, passando por grooves tropicais e texturas globais, cada faixa carrega uma identidade única enquanto contribui para uma narrativa coletiva.
Com contribuições de artistas do núcleo Banana Gold e colaboradores próximos, a compilação celebra a diversidade como força criativa e transformando referências culturais em ferramentas de pista, sempre com sensibilidade e personalidade.
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Com contribuições de artistas do núcleo Banana Gold e colaboradores próximos, a compilação celebra a diversidade como força criativa e transformando referências culturais em ferramentas de pista, sempre com sensibilidade e personalidade.
Pangaea é um lançamento exclusivo no Bandcamp, pensado como uma peça especial para DJs, colecionadores e amantes da música que enxergam a pista como um espaço de troca e descoberta. 🌎🌍🌏
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Inspirado no conceito do supercontinente que um dia uniu todas as terras do planeta, Pangaea reúne uma curadoria de versões que atravessam fronteiras musicais, reinterpretando sons de diversas partes do mundo através da lente contemporânea da pista. Do afro ao house, passando por grooves tropicais e texturas globais, cada faixa carrega uma identidade única enquanto contribui para uma narrativa coletiva.
Com contribuições de artistas do núcleo Banana Gold e colaboradores próximos, a compilação celebra a diversidade como força criativa e transformando referências culturais em ferramentas de pista, sempre com sensibilidade e personalidade.
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Inspirado no conceito do supercontinente que um dia uniu todas as terras do planeta, Pangaea reúne uma curadoria de versões que atravessam fronteiras musicais, reinterpretando sons de diversas partes do mundo através da lente contemporânea da pista. Do afro ao house, passando por grooves tropicais e texturas globais, cada faixa carrega uma identidade única enquanto contribui para uma narrativa coletiva.
Com contribuições de artistas do núcleo Banana Gold e colaboradores próximos, a compilação celebra a diversidade como força criativa e transformando referências culturais em ferramentas de pista, sempre com sensibilidade e personalidade.
Pangaea é um lançamento exclusivo no Bandcamp, pensado como uma peça especial para DJs, colecionadores e amantes da música que enxergam a pista como um espaço de troca e descoberta. 🌎🌍🌏
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🇧🇷 Banana Gold Records apresenta Carnatools, um EP com 4 edits assinados por Gaspar Muniz e BENO. Feito para o calor do Carnaval, o projeto traz house e disco com groove direto, percussões quentes e uma energia solar que funciona tanto nas pistas quanto nas ruas.
Carnatools é movimento, brilho e corpo no balanço. 🎉
O release traz também colaborações com Kalebe, Pebo e CocoDisco.
direção de arte @perpettuo
disponível no bandcamp (link na bio)
🇧🇷 Banana Gold Records apresenta Carnatools, um EP com 4 edits assinados por Gaspar Muniz e BENO. Feito para o calor do Carnaval, o projeto traz house e disco com groove direto, percussões quentes e uma energia solar que funciona tanto nas pistas quanto nas ruas.
Carnatools é movimento, brilho e corpo no balanço. 🎉
O release traz também colaborações com Kalebe, Pebo e CocoDisco.
direção de arte @perpettuo
disponível no bandcamp (link na bio)
🇧🇷 Banana Gold Records apresenta Carnatools, um EP com 4 edits assinados por Gaspar Muniz e BENO. Feito para o calor do Carnaval, o projeto traz house e disco com groove direto, percussões quentes e uma energia solar que funciona tanto nas pistas quanto nas ruas.
Carnatools é movimento, brilho e corpo no balanço. 🎉
O release traz também colaborações com Kalebe, Pebo e CocoDisco.
direção de arte @perpettuo
disponível no bandcamp (link na bio)
🇧🇷 Banana Gold Records apresenta Carnatools, um EP com 4 edits assinados por Gaspar Muniz e BENO. Feito para o calor do Carnaval, o projeto traz house e disco com groove direto, percussões quentes e uma energia solar que funciona tanto nas pistas quanto nas ruas.
Carnatools é movimento, brilho e corpo no balanço. 🎉
O release traz também colaborações com Kalebe, Pebo e CocoDisco.
direção de arte @perpettuo
disponível no bandcamp (link na bio)

🇧🇷 Banana Gold Records apresenta Carnatools, um EP com 4 edits assinados por Gaspar Muniz e BENO. Feito para o calor do Carnaval, o projeto traz house e disco com groove direto, percussões quentes e uma energia solar que funciona tanto nas pistas quanto nas ruas.
Carnatools é movimento, brilho e corpo no balanço. 🎉
O release traz também colaborações com Kalebe, Pebo e CocoDisco.
direção de arte @perpettuo
disponível no bandcamp (link na bio)
[OUT NOW] Coco Discos x Banana Gold
SOBRE🪐
A collab entre Banana Gold e Arnaldo Robles nasce do encontro entre dois selos comprometidos com a valorização da música brasileira. Fundador da Coco Discos, Arnaldo Robles é dono de um acervo impressionante de samples e raridades sonoras que, nessa parceria, ganham vida em lançamentos contemporâneos, conectando esse legado musical a novas gerações.
Tracklist🪐
1. Fiesta Para Um Rei Deus
2. Toque Violão e Guitarra
Disponível nas plataformas de venda e streaming [link na bio]
artwork @perpettuo
[OUT NOW] Coco Discos x Banana Gold
SOBRE🪐
A collab entre Banana Gold e Arnaldo Robles nasce do encontro entre dois selos comprometidos com a valorização da música brasileira. Fundador da Coco Discos, Arnaldo Robles é dono de um acervo impressionante de samples e raridades sonoras que, nessa parceria, ganham vida em lançamentos contemporâneos, conectando esse legado musical a novas gerações.
Tracklist🪐
1. Fiesta Para Um Rei Deus
2. Toque Violão e Guitarra
Disponível nas plataformas de venda e streaming [link na bio]
artwork @perpettuo

Mayss & Amer nos comandos
Antes, Lorcan
De manhã Coco Discos com Robles
Lusophonica.com📡
#onlineradio
#coffeehouse
#lusophonica

Mayss & Amer nos comandos
Antes, Lorcan
De manhã Coco Discos com Robles
Lusophonica.com📡
#onlineradio
#coffeehouse
#lusophonica

Mayss & Amer nos comandos
Antes, Lorcan
De manhã Coco Discos com Robles
Lusophonica.com📡
#onlineradio
#coffeehouse
#lusophonica

Fundada em 2019, a Coco Discos é conhecida como uma das melhores lojas de discos em segunda mão da Europa. Com um acervo rico e diversificado, a Coco Discos vai além do catálogo de música brasileira, apresentando inestimáveis preciosidades nos géneros House, Disco, Techno, Synth Pop e Balearic, garimpados ao redor do mundo.🐨🪩🥥
Viste o stand dela em nosso festival! Ela está ao lado da nossa loja do Coala!
Cheguem cedo e aproveitem para passar lá e em nossa loja!

Proxima parada: @bones.records
Desembarcamos na simpática bones pra fazer nosso segundo e ultimo evento de lançamento da compilação SDDS PRAIA!
Line up balearico:
Disco Janeiro
Godi
Robles
Entrada gratuita!
#balearic
#musicaportuguesa
#musicabrasileira
#cocodiscos
#lisbonrecordshops
#vinyl
#vinylcommunity
#sddspraia
#balearico
#djs
#diggers
#portuguesemusic
#brazilianmusic

Festa Pré-Lançamento do SDDS PRAIA, line up baleárico com vendas de discos 🙌🇵🇹🇧🇷

para nosso último evento do ano antes do nosso garimpo/tourpiniquim anual contamos com um dos nossos preferidos, o nosso parceiro brabissimo @milloskaiser e a local hero @telma____ completa a escalação em nosso debut no @arrozestudios
Os trabalhos começam as 22:00 =)
10 euros
OBS: precisa pagar 3 euros para ser sócio do Arroz
e vamos de música!
axé!
Artwork: @fexsac

Já são 3 anos de Coco Discos, diversas redescobertas musicais e muito conhecimento.
Algumas noites legais, outras ilegais. Novos DJs, amigos e muitos discos rodados, talvez nem tanto quanto gostaríamos. Festas para celebrar as nuances da música, infinitos discos ainda para escutar e, outros, em branco a serem riscados.
O caminho é longo, musical e excitante.
E, nada mais justo que celebrar com um final de semana de festas nos dias 03 e 04 de setembro.
No 03.09 (sábado) levamos o calor tropical brasileiro para as areias dançantes do Irmão, na Costa da Caparica. Os encarregados do baile areal que começa as 18:00 serão:
- Omoloko
- Phil OG
- Robles
Já, o encontro dominical, no dia 04.09, será na querida e simpática Amazonas, loja de discos e bar hi-fi com um maravilhoso terraço e vista para a cidade de Lisboa. O mesmo time escalado do Irmão retorna ao Amazonas contando com um reforço de peso, Lourene. Neste evento, também haverá a feira da Coco Discos, com vendas promocionais dos discos Almir Ricardi e cachaça artesanal.
- Lourene
- Omoloko
- Phil OG
- Robles
COCOntamos com a presença de todos para essa celebração da música!
- os dois eventos são gratuitos, porém a reserva de mesas no Irmão (sábado) é fortemente recomendável para o período da tarde.
Axé

Já são 3 anos de Coco Discos, diversas redescobertas musicais e muito conhecimento.
Algumas noites legais, outras ilegais. Novos DJs, amigos e muitos discos rodados, talvez nem tanto quanto gostaríamos. Festas para celebrar as nuances da música, infinitos discos ainda para escutar e, outros, em branco a serem riscados.
O caminho é longo, musical e excitante.
E, nada mais justo que celebrar com um final de semana de festas nos dias 03 e 04 de setembro.
No 03.09 (sábado) levamos o calor tropical brasileiro para as areias dançantes do Irmão, na Costa da Caparica. Os encarregados do baile areal que começa as 18:00 serão:
- Omoloko
- Phil OG
- Robles
Já, o encontro dominical, no dia 04.09, será na querida e simpática Amazonas, loja de discos e bar hi-fi com um maravilhoso terraço e vista para a cidade de Lisboa. O mesmo time escalado do Irmão retorna ao Amazonas contando com um reforço de peso, Lourene. Neste evento, também haverá a feira da Coco Discos, com vendas promocionais dos discos Almir Ricardi e cachaça artesanal.
- Lourene
- Omoloko
- Phil OG
- Robles
COCOntamos com a presença de todos para essa celebração da música!
- os dois eventos são gratuitos, porém a reserva de mesas no Irmão (sábado) é fortemente recomendável para o período da tarde.
Axé
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