
Não foi o primeiro nem será o último mas foi um muito especial
Chapélias do grande @lucasownview
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1 semana de Waridu 🌶️‼️ obrigado pela abundância de amor que tenho recebido com este drop, vocês são incríveis 😭🫶🏻 quem deixar a sua barra/quadra favorita tem o meu agradecimento eterno

João Maia Ferreira lançou o novo single 'Waridu?'. Escrito, produzido, misturado e masterizado pelo próprio, o tema marca um regresso às origens Rap, com um instrumental inspirado em sonoridades como G Funk que acompanha a força da lírica do artista.
Nas palavras de João Maia Ferreira, 'Waridu?' é "dedicado a quem está farta daqueles que olham só para o seu cu".
O videoclipe do tema foi realizado por Billy Verdasca.
'Waridu?' é o primeiro lançamento de João Maia Ferreira pela 10K Projects, uma editora distribuida pela Atlantic Records, subsidiária da Warner Music, cujo catálogo integra artistas como Artemas, Ice Spice, Natalie Jane, Surfaces e Trippie Redd, entre outros.
📷 @billyboytp
🎨 DR

João Maia Ferreira lançou o novo single 'Waridu?'. Escrito, produzido, misturado e masterizado pelo próprio, o tema marca um regresso às origens Rap, com um instrumental inspirado em sonoridades como G Funk que acompanha a força da lírica do artista.
Nas palavras de João Maia Ferreira, 'Waridu?' é "dedicado a quem está farta daqueles que olham só para o seu cu".
O videoclipe do tema foi realizado por Billy Verdasca.
'Waridu?' é o primeiro lançamento de João Maia Ferreira pela 10K Projects, uma editora distribuida pela Atlantic Records, subsidiária da Warner Music, cujo catálogo integra artistas como Artemas, Ice Spice, Natalie Jane, Surfaces e Trippie Redd, entre outros.
📷 @billyboytp
🎨 DR

No passado dia 27 de novembro, o Ciclo Albardeira viveu a sua última apresentação — e fê-lo através do encontro singular entre Guilherme Simões e Maria Tristão.
Ao longo de quatro anos, o Ciclo Albardeira habituou-nos a abrir portas a universos improváveis: trouxe músicos de norte a sul, gerou residências artísticas e cruzou a música com desenho de luz, videoarte, memes, pintura e até arranjos florais. Sempre em busca de novas formas de ver e ouvir.
Nesta 18.ª apresentação, a viagem foi conduzida pelos sons eletrónicos e orgânicos do @gzcoelh — já bem familiarizado com este palco — e pela paleta sensível e inesperada da @mariartristao, pintora radicada em Copenhaga mas natural de Mira de Aire.
Juntos, criaram um lugar onde cada pessoa encontrou uma paisagem diferente, mesmo estando todas a olhar e a escutar o mesmo. Talvez aí resida o poder desta dupla: todos ouvimos e observamos a mesma coisa, mas todos ouvimos e observamos coisas diferentes.
Este Ciclo termina aqui, bem representado, com uma criação que simboliza aquilo que sempre procurámos: encontro, risco, escuta, partilha.
Obrigada ao público que nos acompanhou, aos artistas que confiaram, aos técnicos que fizeram acontecer, a todas as pessoas que vão para além destes rótulos; e ao @teatromunicipalourem que acolheu esta aventura desde o início.
Um obrigado especial a quem esteve presente nesta última viagem: foi uma bela forma de fechar um capítulo.
O Ciclo Albardeira despede-se, mas a Albardeira continua.
E continuaremos a inventar novas formas de estar juntos. 🌹

No passado dia 27 de novembro, o Ciclo Albardeira viveu a sua última apresentação — e fê-lo através do encontro singular entre Guilherme Simões e Maria Tristão.
Ao longo de quatro anos, o Ciclo Albardeira habituou-nos a abrir portas a universos improváveis: trouxe músicos de norte a sul, gerou residências artísticas e cruzou a música com desenho de luz, videoarte, memes, pintura e até arranjos florais. Sempre em busca de novas formas de ver e ouvir.
Nesta 18.ª apresentação, a viagem foi conduzida pelos sons eletrónicos e orgânicos do @gzcoelh — já bem familiarizado com este palco — e pela paleta sensível e inesperada da @mariartristao, pintora radicada em Copenhaga mas natural de Mira de Aire.
Juntos, criaram um lugar onde cada pessoa encontrou uma paisagem diferente, mesmo estando todas a olhar e a escutar o mesmo. Talvez aí resida o poder desta dupla: todos ouvimos e observamos a mesma coisa, mas todos ouvimos e observamos coisas diferentes.
Este Ciclo termina aqui, bem representado, com uma criação que simboliza aquilo que sempre procurámos: encontro, risco, escuta, partilha.
Obrigada ao público que nos acompanhou, aos artistas que confiaram, aos técnicos que fizeram acontecer, a todas as pessoas que vão para além destes rótulos; e ao @teatromunicipalourem que acolheu esta aventura desde o início.
Um obrigado especial a quem esteve presente nesta última viagem: foi uma bela forma de fechar um capítulo.
O Ciclo Albardeira despede-se, mas a Albardeira continua.
E continuaremos a inventar novas formas de estar juntos. 🌹

No passado dia 27 de novembro, o Ciclo Albardeira viveu a sua última apresentação — e fê-lo através do encontro singular entre Guilherme Simões e Maria Tristão.
Ao longo de quatro anos, o Ciclo Albardeira habituou-nos a abrir portas a universos improváveis: trouxe músicos de norte a sul, gerou residências artísticas e cruzou a música com desenho de luz, videoarte, memes, pintura e até arranjos florais. Sempre em busca de novas formas de ver e ouvir.
Nesta 18.ª apresentação, a viagem foi conduzida pelos sons eletrónicos e orgânicos do @gzcoelh — já bem familiarizado com este palco — e pela paleta sensível e inesperada da @mariartristao, pintora radicada em Copenhaga mas natural de Mira de Aire.
Juntos, criaram um lugar onde cada pessoa encontrou uma paisagem diferente, mesmo estando todas a olhar e a escutar o mesmo. Talvez aí resida o poder desta dupla: todos ouvimos e observamos a mesma coisa, mas todos ouvimos e observamos coisas diferentes.
Este Ciclo termina aqui, bem representado, com uma criação que simboliza aquilo que sempre procurámos: encontro, risco, escuta, partilha.
Obrigada ao público que nos acompanhou, aos artistas que confiaram, aos técnicos que fizeram acontecer, a todas as pessoas que vão para além destes rótulos; e ao @teatromunicipalourem que acolheu esta aventura desde o início.
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E continuaremos a inventar novas formas de estar juntos. 🌹

No passado dia 27 de novembro, o Ciclo Albardeira viveu a sua última apresentação — e fê-lo através do encontro singular entre Guilherme Simões e Maria Tristão.
Ao longo de quatro anos, o Ciclo Albardeira habituou-nos a abrir portas a universos improváveis: trouxe músicos de norte a sul, gerou residências artísticas e cruzou a música com desenho de luz, videoarte, memes, pintura e até arranjos florais. Sempre em busca de novas formas de ver e ouvir.
Nesta 18.ª apresentação, a viagem foi conduzida pelos sons eletrónicos e orgânicos do @gzcoelh — já bem familiarizado com este palco — e pela paleta sensível e inesperada da @mariartristao, pintora radicada em Copenhaga mas natural de Mira de Aire.
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Obrigada ao público que nos acompanhou, aos artistas que confiaram, aos técnicos que fizeram acontecer, a todas as pessoas que vão para além destes rótulos; e ao @teatromunicipalourem que acolheu esta aventura desde o início.
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Este Ciclo termina aqui, bem representado, com uma criação que simboliza aquilo que sempre procurámos: encontro, risco, escuta, partilha.
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Ao longo de quatro anos, o Ciclo Albardeira habituou-nos a abrir portas a universos improváveis: trouxe músicos de norte a sul, gerou residências artísticas e cruzou a música com desenho de luz, videoarte, memes, pintura e até arranjos florais. Sempre em busca de novas formas de ver e ouvir.
Nesta 18.ª apresentação, a viagem foi conduzida pelos sons eletrónicos e orgânicos do @gzcoelh — já bem familiarizado com este palco — e pela paleta sensível e inesperada da @mariartristao, pintora radicada em Copenhaga mas natural de Mira de Aire.
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Este Ciclo termina aqui, bem representado, com uma criação que simboliza aquilo que sempre procurámos: encontro, risco, escuta, partilha.
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Ao longo de quatro anos, o Ciclo Albardeira habituou-nos a abrir portas a universos improváveis: trouxe músicos de norte a sul, gerou residências artísticas e cruzou a música com desenho de luz, videoarte, memes, pintura e até arranjos florais. Sempre em busca de novas formas de ver e ouvir.
Nesta 18.ª apresentação, a viagem foi conduzida pelos sons eletrónicos e orgânicos do @gzcoelh — já bem familiarizado com este palco — e pela paleta sensível e inesperada da @mariartristao, pintora radicada em Copenhaga mas natural de Mira de Aire.
Juntos, criaram um lugar onde cada pessoa encontrou uma paisagem diferente, mesmo estando todas a olhar e a escutar o mesmo. Talvez aí resida o poder desta dupla: todos ouvimos e observamos a mesma coisa, mas todos ouvimos e observamos coisas diferentes.
Este Ciclo termina aqui, bem representado, com uma criação que simboliza aquilo que sempre procurámos: encontro, risco, escuta, partilha.
Obrigada ao público que nos acompanhou, aos artistas que confiaram, aos técnicos que fizeram acontecer, a todas as pessoas que vão para além destes rótulos; e ao @teatromunicipalourem que acolheu esta aventura desde o início.
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Projeto Batida
Matas e Mares
No litoral oeste, a artista Lizzy limpa as praias, reaproveitando os materiais recolhidos entre o descarte da pesca e o artesão Joel Leirião esculpe as madeiras que respiga. Na relação directa com a Natureza, há técnicas ancestrais que as jovens mãos preservam e retransmitem aos mais novos. Do mar à mesa, o peixe prossegue a sua rota. Em redor, há paisagens em modificação constante: enquanto as marés devoram o areal, o pinhal regressa, a pouco e pouco, pela replantação. Bombeiros, GNR e sapadores florestais hoje vigiam-no, recordando o saber dos antecessores Guardas Florestais. Dando outra vida ao bairro florestal, as crianças da Escola da Mata recuperam o contacto com a Natureza, germinando uma nova geração de ‘‘ecologistas’’.
Realização @sabrinadmarques
Sonoplastia @gzcoelh
Cinematografia @billyboytp
Projeto Batida
Matas e Mares
No litoral oeste, a artista Lizzy limpa as praias, reaproveitando os materiais recolhidos entre o descarte da pesca e o artesão Joel Leirião esculpe as madeiras que respiga. Na relação directa com a Natureza, há técnicas ancestrais que as jovens mãos preservam e retransmitem aos mais novos. Do mar à mesa, o peixe prossegue a sua rota. Em redor, há paisagens em modificação constante: enquanto as marés devoram o areal, o pinhal regressa, a pouco e pouco, pela replantação. Bombeiros, GNR e sapadores florestais hoje vigiam-no, recordando o saber dos antecessores Guardas Florestais. Dando outra vida ao bairro florestal, as crianças da Escola da Mata recuperam o contacto com a Natureza, germinando uma nova geração de ‘‘ecologistas’’.
Realização @sabrinadmarques
Sonoplastia @gzcoelh
Cinematografia @billyboytp
Projeto Batida
Matas e Mares
No litoral oeste, a artista Lizzy limpa as praias, reaproveitando os materiais recolhidos entre o descarte da pesca e o artesão Joel Leirião esculpe as madeiras que respiga. Na relação directa com a Natureza, há técnicas ancestrais que as jovens mãos preservam e retransmitem aos mais novos. Do mar à mesa, o peixe prossegue a sua rota. Em redor, há paisagens em modificação constante: enquanto as marés devoram o areal, o pinhal regressa, a pouco e pouco, pela replantação. Bombeiros, GNR e sapadores florestais hoje vigiam-no, recordando o saber dos antecessores Guardas Florestais. Dando outra vida ao bairro florestal, as crianças da Escola da Mata recuperam o contacto com a Natureza, germinando uma nova geração de ‘‘ecologistas’’.
Realização @sabrinadmarques
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No litoral oeste, a artista Lizzy limpa as praias, reaproveitando os materiais recolhidos entre o descarte da pesca e o artesão Joel Leirião esculpe as madeiras que respiga. Na relação directa com a Natureza, há técnicas ancestrais que as jovens mãos preservam e retransmitem aos mais novos. Do mar à mesa, o peixe prossegue a sua rota. Em redor, há paisagens em modificação constante: enquanto as marés devoram o areal, o pinhal regressa, a pouco e pouco, pela replantação. Bombeiros, GNR e sapadores florestais hoje vigiam-no, recordando o saber dos antecessores Guardas Florestais. Dando outra vida ao bairro florestal, as crianças da Escola da Mata recuperam o contacto com a Natureza, germinando uma nova geração de ‘‘ecologistas’’.
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Bons vizinhos
2025
"Bons Vizinhos é um projeto de pesquisa, fotografia e vídeo ancorado em 40 entrevistas realizadas com pessoas oriundas de múltiplos contextos nacionais, étnicos, religiosos e linguísticos que hoje residem em cidades, vilas e aldeias de Ourém. (…) Os vizinhos imigrantes transportam consigo bagagens culturais que assimilaram e reproduziam nas suas "Terras" de origem.”
“Vizinho para nós é família” - Semoa

Bons vizinhos
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Bons vizinhos
2025
"Bons Vizinhos é um projeto de pesquisa, fotografia e vídeo ancorado em 40 entrevistas realizadas com pessoas oriundas de múltiplos contextos nacionais, étnicos, religiosos e linguísticos que hoje residem em cidades, vilas e aldeias de Ourém. (…) Os vizinhos imigrantes transportam consigo bagagens culturais que assimilaram e reproduziam nas suas "Terras" de origem.”
“Vizinho para nós é família” - Semoa

Shoot para o @mingus44oc
Styling @theylovejaque
Make @lu.aguedes
Wear @rozza_vintage

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