
Salve Oxum, dourada senhora da pele de ouro, bendita são tuas águas que lavam meu ser e me livram do mal. Oh! mamãe Oxum, proteja-me, faça que o amor seja constante em minha vida, e que eu possa amar toda a criação de Olorum.
Purifique minha alma e meu corpo com suas lágrimas de alento. Inunda-me com sua beleza, sua bondade e seu amor, enchendo minha vida de prosperidade.
.
.
.
Confiemos no amor puro e genuíno que ela também representa, como forma de nos tornarmos luz, harmonia, união e paz por onde passemos.
Oraieie! Axé!
.
💛@obaradesigneacessorios

Angélica ta chegando com Dona Beja, estreia prevista pro primeiro trimestre de 2026 na HBOmax
Você não vai querer perder um novelão desse, vai?
.
.
.
Beleza: @rubens_liborio
Figurino: @bethfilipecki
Foto: @marciofariasfoto

Angélica ta chegando com Dona Beja, estreia prevista pro primeiro trimestre de 2026 na HBOmax
Você não vai querer perder um novelão desse, vai?
.
.
.
Beleza: @rubens_liborio
Figurino: @bethfilipecki
Foto: @marciofariasfoto

Angélica ta chegando com Dona Beja, estreia prevista pro primeiro trimestre de 2026 na HBOmax
Você não vai querer perder um novelão desse, vai?
.
.
.
Beleza: @rubens_liborio
Figurino: @bethfilipecki
Foto: @marciofariasfoto

Penúltima semana Rio de Janeiro! 👀
O sucesso mundial agora no teatro brasileiro! ‘Job’ estreou em Nova York, foi indicada a inúmeros prêmios e depois da grande repercussão chegou à Broadway. O The New York Times classificou a obra como ‘Um thriller sofisticado e implacável’.
A montagem tem direção de Fernando Philbert com texto de Max Wolf Friedlich.
Com Bianca Bin (@biancafbin) e Edson Fieschi (@edsonfieschi).
📆 Até dia 31 de maio
📍 Teatro Clara Nunes — Shopping da Gávea
🎫 Ingressos pela Sympla - Link na bio!

Viva o meu amor e seu Muiraquitã! 🍀🐸
Que ele siga trazendo sorte, proteção e bons caminhos pra sua vida — porque você merece um mundo inteiro de coisas lindas.
Que delícia celebrar esse dia tão especial ao seu lado, e ainda fazendo o que a gente mais ama.
Quero a vida sempre assim: leve, feliz e com você pertinho de mim.
Te amo!!! ✨
.
.
.
Parabéns Sergião! @sergioguize
Procurando uma empresa de segurança na região?
Quero indicar a @marqueseg.seguranca e toda a sua equipe, que está sempre presente quando a gente precisa. 🤝✨
Somos muito gratos pela parceria!

RM: Teatro, TV e cinema pedem linguagens distintas. Onde você se sente mais livre?
.
.
Eu não saberia escolher. Justamente por serem tão diferentes, se completam. Mas o teatro e o cinema têm me provocado de forma muito especial neste momento. No palco existe algo irrepetível — uma vibração viva que me atravessa no instante.
.
.
Foto: @marciofariasfoto
Beleza: @makegonzovivi
Estilo: @paulozelenka
Locação: @riocollections.com.br @casaniemeyerrj
Para: @revmensch

🤎
RM: Qual personagem mais te transformou?
.
.
Sempre a última. Porque é nela que ainda estou mergulhada. Todas me transformam, mas a mais recente carrega o frescor do inacabado. É sempre a nova floresta. E eu ainda estou desbravando.
.
.
Foto: @marciofariasfoto
Beleza: @makegonzovivi
Estilo: @paulozelenka
Locação: @riocollections.com.br @casaniemeyerrj
Para: @revmensch

RM: Você está em turnê com a peça Job. Como está sendo essa experiência?
.
.
Está sendo uma expansão. Iniciamos por Belém do Pará, e foi emocionante sentir aquela energia tão pulsante. Seguimos para Fortaleza, no Ceará, depois Recife, em Pernambuco, e Cabedelo, na Paraíba. Cada cidade é um encontro único. O teatro tem me levado a lugares onde nunca estive — geográficos e internos. Me sinto realizada, abundante e profundamente grata.
.
.
Foto: @marciofariasfoto
Beleza: @makegonzovivi
Estilo: @paulozelenka
Locação: @riocollections.com.br @casaniemeyerrj
Para: @revmensch

RM: Quem é a Bianca fora dos palcos?
.
.
Sou casa. Sou silêncio. Sou família, amores, bichos, plantas, horta e pomar. Gosto de pintar, fazer mosaicos, modelar cerâmica. Ler livros, mergulhar em poesias, ver filmes. Gosto de viajar, mas também de ficar. A vida simples me equilibra. É nela que crio raízes.
.
.
Foto: @marciofariasfoto
Beleza: @makegonzovivi
Estilo: @paulozelenka
Locação: @riocollections.com.br @casaniemeyerrj
Para: @revmensch

RM: Como você equilibra vida pública e intimidade?
.
.
Com consciência e medida. Quando estou mais sensível, escolho o recolhimento. Meu casulo. Quando saio, sei que posso encontrar pessoas que acompanham meu trabalho e receber esse carinho é bonito. Sempre fui reservada. Sou tímida, apesar de não parecer. Gosto de preservar minha intimidade. E acredito que isso fortalece o meu ofício. Quanto menos eu apareço, mais a personagem pode existir. São elas que eu quero revelar. Não me interessa o lugar da celebridade. Eu sou apenas uma atriz. E isso me basta.
.
.
Foto: @marciofariasfoto
Beleza: @makegonzovivi
Estilo: @paulozelenka
Locação: @riocollections.com.br @casaniemeyerrj
Para: @revmensch

RM: Clara Tavares, de O Outro Lado do Paraíso, segue viva na memória do público. O que ficou desse trabalho?
.
.
Clara foi uma travessia. Uma novela das nove tem uma dimensão própria, mas o que guardo com mais delicadeza é a imersão no Jalapão. A natureza imponente, a cultura local, aquela paisagem quase sagrada. Foi uma experiência que ultrapassou o ofício. Ficou em mim como memória afetiva.
.
.
Entrevista completa nos meus stories✨
Foto: @marciofariasfoto
Beleza: @makegonzovivi
Estilo: @paulozelenka
Locação: @riocollections.com.br @casaniemeyerrj
Para: @revmensch

E SE O TEATRO NÃO FOSSE PARA ASSISTIR, MAS PARA ACORDAR?
Essa pergunta de Augusto Boal ficou ecoando em mim depois de assistir @jobespetaculo
Boal fazia perguntas simples e ao mesmo tempo difíceis:
quem tem voz?
quem pode agir?
quem pode existir em cena?
Enquanto eu tentava congelar ali cada frame, eu pensava muito nisso.
Porque em muitos momentos eu via @biancafbin em palco e tinha a sensação de que, para todas essas perguntas, ela própria era uma espécie de resposta.
Existe uma entrega muito radical na atuação dela. Não é só técnica, não é só interpretação. Parece mais um mergulho completo na personagem, sem tentar proteger o público do desconforto da história.
E isso muda tudo.
Porque o que estava em jogo ali não era apenas estética, movimento ou presença de palco. É algo mais profundo: trazer à superfície uma realidade que muitas vezes acontece à nossa volta, silenciosa, brutal e que a maioria de nós prefere não olhar.
E talvez o mais inquietante seja perceber o quanto, diante dessas realidades, muitas vezes nos sentimos incapazes de agir. Como se estivéssemos presos a estruturas maiores que nós: instituições, sistemas, hierarquias de poder que parecem distantes demais para serem confrontadas.
Ela conduz essa travessia com uma coragem rara em cena. Ela não suaviza o conflito, não domestica o incômodo. Pelo contrário: deixa que ele exista diante de nós, inteiro.
E é nesse momento que o teatro deixa de ser apenas narrativa.
Ele passa a ser consciência.
A peça termina. As luzes se apagam.
Mas o verdadeiro movimento talvez comece depois, quando cada um de nós precisa decidir o que faz com aquilo que viu.
Talvez seja exatamente isso que Boal quis dizer:
o teatro não existe para nos distrair da realidade.
Existe para nos despertar para ela.

E SE O TEATRO NÃO FOSSE PARA ASSISTIR, MAS PARA ACORDAR?
Essa pergunta de Augusto Boal ficou ecoando em mim depois de assistir @jobespetaculo
Boal fazia perguntas simples e ao mesmo tempo difíceis:
quem tem voz?
quem pode agir?
quem pode existir em cena?
Enquanto eu tentava congelar ali cada frame, eu pensava muito nisso.
Porque em muitos momentos eu via @biancafbin em palco e tinha a sensação de que, para todas essas perguntas, ela própria era uma espécie de resposta.
Existe uma entrega muito radical na atuação dela. Não é só técnica, não é só interpretação. Parece mais um mergulho completo na personagem, sem tentar proteger o público do desconforto da história.
E isso muda tudo.
Porque o que estava em jogo ali não era apenas estética, movimento ou presença de palco. É algo mais profundo: trazer à superfície uma realidade que muitas vezes acontece à nossa volta, silenciosa, brutal e que a maioria de nós prefere não olhar.
E talvez o mais inquietante seja perceber o quanto, diante dessas realidades, muitas vezes nos sentimos incapazes de agir. Como se estivéssemos presos a estruturas maiores que nós: instituições, sistemas, hierarquias de poder que parecem distantes demais para serem confrontadas.
Ela conduz essa travessia com uma coragem rara em cena. Ela não suaviza o conflito, não domestica o incômodo. Pelo contrário: deixa que ele exista diante de nós, inteiro.
E é nesse momento que o teatro deixa de ser apenas narrativa.
Ele passa a ser consciência.
A peça termina. As luzes se apagam.
Mas o verdadeiro movimento talvez comece depois, quando cada um de nós precisa decidir o que faz com aquilo que viu.
Talvez seja exatamente isso que Boal quis dizer:
o teatro não existe para nos distrair da realidade.
Existe para nos despertar para ela.

E SE O TEATRO NÃO FOSSE PARA ASSISTIR, MAS PARA ACORDAR?
Essa pergunta de Augusto Boal ficou ecoando em mim depois de assistir @jobespetaculo
Boal fazia perguntas simples e ao mesmo tempo difíceis:
quem tem voz?
quem pode agir?
quem pode existir em cena?
Enquanto eu tentava congelar ali cada frame, eu pensava muito nisso.
Porque em muitos momentos eu via @biancafbin em palco e tinha a sensação de que, para todas essas perguntas, ela própria era uma espécie de resposta.
Existe uma entrega muito radical na atuação dela. Não é só técnica, não é só interpretação. Parece mais um mergulho completo na personagem, sem tentar proteger o público do desconforto da história.
E isso muda tudo.
Porque o que estava em jogo ali não era apenas estética, movimento ou presença de palco. É algo mais profundo: trazer à superfície uma realidade que muitas vezes acontece à nossa volta, silenciosa, brutal e que a maioria de nós prefere não olhar.
E talvez o mais inquietante seja perceber o quanto, diante dessas realidades, muitas vezes nos sentimos incapazes de agir. Como se estivéssemos presos a estruturas maiores que nós: instituições, sistemas, hierarquias de poder que parecem distantes demais para serem confrontadas.
Ela conduz essa travessia com uma coragem rara em cena. Ela não suaviza o conflito, não domestica o incômodo. Pelo contrário: deixa que ele exista diante de nós, inteiro.
E é nesse momento que o teatro deixa de ser apenas narrativa.
Ele passa a ser consciência.
A peça termina. As luzes se apagam.
Mas o verdadeiro movimento talvez comece depois, quando cada um de nós precisa decidir o que faz com aquilo que viu.
Talvez seja exatamente isso que Boal quis dizer:
o teatro não existe para nos distrair da realidade.
Existe para nos despertar para ela.

E SE O TEATRO NÃO FOSSE PARA ASSISTIR, MAS PARA ACORDAR?
Essa pergunta de Augusto Boal ficou ecoando em mim depois de assistir @jobespetaculo
Boal fazia perguntas simples e ao mesmo tempo difíceis:
quem tem voz?
quem pode agir?
quem pode existir em cena?
Enquanto eu tentava congelar ali cada frame, eu pensava muito nisso.
Porque em muitos momentos eu via @biancafbin em palco e tinha a sensação de que, para todas essas perguntas, ela própria era uma espécie de resposta.
Existe uma entrega muito radical na atuação dela. Não é só técnica, não é só interpretação. Parece mais um mergulho completo na personagem, sem tentar proteger o público do desconforto da história.
E isso muda tudo.
Porque o que estava em jogo ali não era apenas estética, movimento ou presença de palco. É algo mais profundo: trazer à superfície uma realidade que muitas vezes acontece à nossa volta, silenciosa, brutal e que a maioria de nós prefere não olhar.
E talvez o mais inquietante seja perceber o quanto, diante dessas realidades, muitas vezes nos sentimos incapazes de agir. Como se estivéssemos presos a estruturas maiores que nós: instituições, sistemas, hierarquias de poder que parecem distantes demais para serem confrontadas.
Ela conduz essa travessia com uma coragem rara em cena. Ela não suaviza o conflito, não domestica o incômodo. Pelo contrário: deixa que ele exista diante de nós, inteiro.
E é nesse momento que o teatro deixa de ser apenas narrativa.
Ele passa a ser consciência.
A peça termina. As luzes se apagam.
Mas o verdadeiro movimento talvez comece depois, quando cada um de nós precisa decidir o que faz com aquilo que viu.
Talvez seja exatamente isso que Boal quis dizer:
o teatro não existe para nos distrair da realidade.
Existe para nos despertar para ela.

E SE O TEATRO NÃO FOSSE PARA ASSISTIR, MAS PARA ACORDAR?
Essa pergunta de Augusto Boal ficou ecoando em mim depois de assistir @jobespetaculo
Boal fazia perguntas simples e ao mesmo tempo difíceis:
quem tem voz?
quem pode agir?
quem pode existir em cena?
Enquanto eu tentava congelar ali cada frame, eu pensava muito nisso.
Porque em muitos momentos eu via @biancafbin em palco e tinha a sensação de que, para todas essas perguntas, ela própria era uma espécie de resposta.
Existe uma entrega muito radical na atuação dela. Não é só técnica, não é só interpretação. Parece mais um mergulho completo na personagem, sem tentar proteger o público do desconforto da história.
E isso muda tudo.
Porque o que estava em jogo ali não era apenas estética, movimento ou presença de palco. É algo mais profundo: trazer à superfície uma realidade que muitas vezes acontece à nossa volta, silenciosa, brutal e que a maioria de nós prefere não olhar.
E talvez o mais inquietante seja perceber o quanto, diante dessas realidades, muitas vezes nos sentimos incapazes de agir. Como se estivéssemos presos a estruturas maiores que nós: instituições, sistemas, hierarquias de poder que parecem distantes demais para serem confrontadas.
Ela conduz essa travessia com uma coragem rara em cena. Ela não suaviza o conflito, não domestica o incômodo. Pelo contrário: deixa que ele exista diante de nós, inteiro.
E é nesse momento que o teatro deixa de ser apenas narrativa.
Ele passa a ser consciência.
A peça termina. As luzes se apagam.
Mas o verdadeiro movimento talvez comece depois, quando cada um de nós precisa decidir o que faz com aquilo que viu.
Talvez seja exatamente isso que Boal quis dizer:
o teatro não existe para nos distrair da realidade.
Existe para nos despertar para ela.

E SE O TEATRO NÃO FOSSE PARA ASSISTIR, MAS PARA ACORDAR?
Essa pergunta de Augusto Boal ficou ecoando em mim depois de assistir @jobespetaculo
Boal fazia perguntas simples e ao mesmo tempo difíceis:
quem tem voz?
quem pode agir?
quem pode existir em cena?
Enquanto eu tentava congelar ali cada frame, eu pensava muito nisso.
Porque em muitos momentos eu via @biancafbin em palco e tinha a sensação de que, para todas essas perguntas, ela própria era uma espécie de resposta.
Existe uma entrega muito radical na atuação dela. Não é só técnica, não é só interpretação. Parece mais um mergulho completo na personagem, sem tentar proteger o público do desconforto da história.
E isso muda tudo.
Porque o que estava em jogo ali não era apenas estética, movimento ou presença de palco. É algo mais profundo: trazer à superfície uma realidade que muitas vezes acontece à nossa volta, silenciosa, brutal e que a maioria de nós prefere não olhar.
E talvez o mais inquietante seja perceber o quanto, diante dessas realidades, muitas vezes nos sentimos incapazes de agir. Como se estivéssemos presos a estruturas maiores que nós: instituições, sistemas, hierarquias de poder que parecem distantes demais para serem confrontadas.
Ela conduz essa travessia com uma coragem rara em cena. Ela não suaviza o conflito, não domestica o incômodo. Pelo contrário: deixa que ele exista diante de nós, inteiro.
E é nesse momento que o teatro deixa de ser apenas narrativa.
Ele passa a ser consciência.
A peça termina. As luzes se apagam.
Mas o verdadeiro movimento talvez comece depois, quando cada um de nós precisa decidir o que faz com aquilo que viu.
Talvez seja exatamente isso que Boal quis dizer:
o teatro não existe para nos distrair da realidade.
Existe para nos despertar para ela.

E SE O TEATRO NÃO FOSSE PARA ASSISTIR, MAS PARA ACORDAR?
Essa pergunta de Augusto Boal ficou ecoando em mim depois de assistir @jobespetaculo
Boal fazia perguntas simples e ao mesmo tempo difíceis:
quem tem voz?
quem pode agir?
quem pode existir em cena?
Enquanto eu tentava congelar ali cada frame, eu pensava muito nisso.
Porque em muitos momentos eu via @biancafbin em palco e tinha a sensação de que, para todas essas perguntas, ela própria era uma espécie de resposta.
Existe uma entrega muito radical na atuação dela. Não é só técnica, não é só interpretação. Parece mais um mergulho completo na personagem, sem tentar proteger o público do desconforto da história.
E isso muda tudo.
Porque o que estava em jogo ali não era apenas estética, movimento ou presença de palco. É algo mais profundo: trazer à superfície uma realidade que muitas vezes acontece à nossa volta, silenciosa, brutal e que a maioria de nós prefere não olhar.
E talvez o mais inquietante seja perceber o quanto, diante dessas realidades, muitas vezes nos sentimos incapazes de agir. Como se estivéssemos presos a estruturas maiores que nós: instituições, sistemas, hierarquias de poder que parecem distantes demais para serem confrontadas.
Ela conduz essa travessia com uma coragem rara em cena. Ela não suaviza o conflito, não domestica o incômodo. Pelo contrário: deixa que ele exista diante de nós, inteiro.
E é nesse momento que o teatro deixa de ser apenas narrativa.
Ele passa a ser consciência.
A peça termina. As luzes se apagam.
Mas o verdadeiro movimento talvez comece depois, quando cada um de nós precisa decidir o que faz com aquilo que viu.
Talvez seja exatamente isso que Boal quis dizer:
o teatro não existe para nos distrair da realidade.
Existe para nos despertar para ela.

E SE O TEATRO NÃO FOSSE PARA ASSISTIR, MAS PARA ACORDAR?
Essa pergunta de Augusto Boal ficou ecoando em mim depois de assistir @jobespetaculo
Boal fazia perguntas simples e ao mesmo tempo difíceis:
quem tem voz?
quem pode agir?
quem pode existir em cena?
Enquanto eu tentava congelar ali cada frame, eu pensava muito nisso.
Porque em muitos momentos eu via @biancafbin em palco e tinha a sensação de que, para todas essas perguntas, ela própria era uma espécie de resposta.
Existe uma entrega muito radical na atuação dela. Não é só técnica, não é só interpretação. Parece mais um mergulho completo na personagem, sem tentar proteger o público do desconforto da história.
E isso muda tudo.
Porque o que estava em jogo ali não era apenas estética, movimento ou presença de palco. É algo mais profundo: trazer à superfície uma realidade que muitas vezes acontece à nossa volta, silenciosa, brutal e que a maioria de nós prefere não olhar.
E talvez o mais inquietante seja perceber o quanto, diante dessas realidades, muitas vezes nos sentimos incapazes de agir. Como se estivéssemos presos a estruturas maiores que nós: instituições, sistemas, hierarquias de poder que parecem distantes demais para serem confrontadas.
Ela conduz essa travessia com uma coragem rara em cena. Ela não suaviza o conflito, não domestica o incômodo. Pelo contrário: deixa que ele exista diante de nós, inteiro.
E é nesse momento que o teatro deixa de ser apenas narrativa.
Ele passa a ser consciência.
A peça termina. As luzes se apagam.
Mas o verdadeiro movimento talvez comece depois, quando cada um de nós precisa decidir o que faz com aquilo que viu.
Talvez seja exatamente isso que Boal quis dizer:
o teatro não existe para nos distrair da realidade.
Existe para nos despertar para ela.

E SE O TEATRO NÃO FOSSE PARA ASSISTIR, MAS PARA ACORDAR?
Essa pergunta de Augusto Boal ficou ecoando em mim depois de assistir @jobespetaculo
Boal fazia perguntas simples e ao mesmo tempo difíceis:
quem tem voz?
quem pode agir?
quem pode existir em cena?
Enquanto eu tentava congelar ali cada frame, eu pensava muito nisso.
Porque em muitos momentos eu via @biancafbin em palco e tinha a sensação de que, para todas essas perguntas, ela própria era uma espécie de resposta.
Existe uma entrega muito radical na atuação dela. Não é só técnica, não é só interpretação. Parece mais um mergulho completo na personagem, sem tentar proteger o público do desconforto da história.
E isso muda tudo.
Porque o que estava em jogo ali não era apenas estética, movimento ou presença de palco. É algo mais profundo: trazer à superfície uma realidade que muitas vezes acontece à nossa volta, silenciosa, brutal e que a maioria de nós prefere não olhar.
E talvez o mais inquietante seja perceber o quanto, diante dessas realidades, muitas vezes nos sentimos incapazes de agir. Como se estivéssemos presos a estruturas maiores que nós: instituições, sistemas, hierarquias de poder que parecem distantes demais para serem confrontadas.
Ela conduz essa travessia com uma coragem rara em cena. Ela não suaviza o conflito, não domestica o incômodo. Pelo contrário: deixa que ele exista diante de nós, inteiro.
E é nesse momento que o teatro deixa de ser apenas narrativa.
Ele passa a ser consciência.
A peça termina. As luzes se apagam.
Mas o verdadeiro movimento talvez comece depois, quando cada um de nós precisa decidir o que faz com aquilo que viu.
Talvez seja exatamente isso que Boal quis dizer:
o teatro não existe para nos distrair da realidade.
Existe para nos despertar para ela.

E SE O TEATRO NÃO FOSSE PARA ASSISTIR, MAS PARA ACORDAR?
Essa pergunta de Augusto Boal ficou ecoando em mim depois de assistir @jobespetaculo
Boal fazia perguntas simples e ao mesmo tempo difíceis:
quem tem voz?
quem pode agir?
quem pode existir em cena?
Enquanto eu tentava congelar ali cada frame, eu pensava muito nisso.
Porque em muitos momentos eu via @biancafbin em palco e tinha a sensação de que, para todas essas perguntas, ela própria era uma espécie de resposta.
Existe uma entrega muito radical na atuação dela. Não é só técnica, não é só interpretação. Parece mais um mergulho completo na personagem, sem tentar proteger o público do desconforto da história.
E isso muda tudo.
Porque o que estava em jogo ali não era apenas estética, movimento ou presença de palco. É algo mais profundo: trazer à superfície uma realidade que muitas vezes acontece à nossa volta, silenciosa, brutal e que a maioria de nós prefere não olhar.
E talvez o mais inquietante seja perceber o quanto, diante dessas realidades, muitas vezes nos sentimos incapazes de agir. Como se estivéssemos presos a estruturas maiores que nós: instituições, sistemas, hierarquias de poder que parecem distantes demais para serem confrontadas.
Ela conduz essa travessia com uma coragem rara em cena. Ela não suaviza o conflito, não domestica o incômodo. Pelo contrário: deixa que ele exista diante de nós, inteiro.
E é nesse momento que o teatro deixa de ser apenas narrativa.
Ele passa a ser consciência.
A peça termina. As luzes se apagam.
Mas o verdadeiro movimento talvez comece depois, quando cada um de nós precisa decidir o que faz com aquilo que viu.
Talvez seja exatamente isso que Boal quis dizer:
o teatro não existe para nos distrair da realidade.
Existe para nos despertar para ela.

E SE O TEATRO NÃO FOSSE PARA ASSISTIR, MAS PARA ACORDAR?
Essa pergunta de Augusto Boal ficou ecoando em mim depois de assistir @jobespetaculo
Boal fazia perguntas simples e ao mesmo tempo difíceis:
quem tem voz?
quem pode agir?
quem pode existir em cena?
Enquanto eu tentava congelar ali cada frame, eu pensava muito nisso.
Porque em muitos momentos eu via @biancafbin em palco e tinha a sensação de que, para todas essas perguntas, ela própria era uma espécie de resposta.
Existe uma entrega muito radical na atuação dela. Não é só técnica, não é só interpretação. Parece mais um mergulho completo na personagem, sem tentar proteger o público do desconforto da história.
E isso muda tudo.
Porque o que estava em jogo ali não era apenas estética, movimento ou presença de palco. É algo mais profundo: trazer à superfície uma realidade que muitas vezes acontece à nossa volta, silenciosa, brutal e que a maioria de nós prefere não olhar.
E talvez o mais inquietante seja perceber o quanto, diante dessas realidades, muitas vezes nos sentimos incapazes de agir. Como se estivéssemos presos a estruturas maiores que nós: instituições, sistemas, hierarquias de poder que parecem distantes demais para serem confrontadas.
Ela conduz essa travessia com uma coragem rara em cena. Ela não suaviza o conflito, não domestica o incômodo. Pelo contrário: deixa que ele exista diante de nós, inteiro.
E é nesse momento que o teatro deixa de ser apenas narrativa.
Ele passa a ser consciência.
A peça termina. As luzes se apagam.
Mas o verdadeiro movimento talvez comece depois, quando cada um de nós precisa decidir o que faz com aquilo que viu.
Talvez seja exatamente isso que Boal quis dizer:
o teatro não existe para nos distrair da realidade.
Existe para nos despertar para ela.

E SE O TEATRO NÃO FOSSE PARA ASSISTIR, MAS PARA ACORDAR?
Essa pergunta de Augusto Boal ficou ecoando em mim depois de assistir @jobespetaculo
Boal fazia perguntas simples e ao mesmo tempo difíceis:
quem tem voz?
quem pode agir?
quem pode existir em cena?
Enquanto eu tentava congelar ali cada frame, eu pensava muito nisso.
Porque em muitos momentos eu via @biancafbin em palco e tinha a sensação de que, para todas essas perguntas, ela própria era uma espécie de resposta.
Existe uma entrega muito radical na atuação dela. Não é só técnica, não é só interpretação. Parece mais um mergulho completo na personagem, sem tentar proteger o público do desconforto da história.
E isso muda tudo.
Porque o que estava em jogo ali não era apenas estética, movimento ou presença de palco. É algo mais profundo: trazer à superfície uma realidade que muitas vezes acontece à nossa volta, silenciosa, brutal e que a maioria de nós prefere não olhar.
E talvez o mais inquietante seja perceber o quanto, diante dessas realidades, muitas vezes nos sentimos incapazes de agir. Como se estivéssemos presos a estruturas maiores que nós: instituições, sistemas, hierarquias de poder que parecem distantes demais para serem confrontadas.
Ela conduz essa travessia com uma coragem rara em cena. Ela não suaviza o conflito, não domestica o incômodo. Pelo contrário: deixa que ele exista diante de nós, inteiro.
E é nesse momento que o teatro deixa de ser apenas narrativa.
Ele passa a ser consciência.
A peça termina. As luzes se apagam.
Mas o verdadeiro movimento talvez comece depois, quando cada um de nós precisa decidir o que faz com aquilo que viu.
Talvez seja exatamente isso que Boal quis dizer:
o teatro não existe para nos distrair da realidade.
Existe para nos despertar para ela.

E SE O TEATRO NÃO FOSSE PARA ASSISTIR, MAS PARA ACORDAR?
Essa pergunta de Augusto Boal ficou ecoando em mim depois de assistir @jobespetaculo
Boal fazia perguntas simples e ao mesmo tempo difíceis:
quem tem voz?
quem pode agir?
quem pode existir em cena?
Enquanto eu tentava congelar ali cada frame, eu pensava muito nisso.
Porque em muitos momentos eu via @biancafbin em palco e tinha a sensação de que, para todas essas perguntas, ela própria era uma espécie de resposta.
Existe uma entrega muito radical na atuação dela. Não é só técnica, não é só interpretação. Parece mais um mergulho completo na personagem, sem tentar proteger o público do desconforto da história.
E isso muda tudo.
Porque o que estava em jogo ali não era apenas estética, movimento ou presença de palco. É algo mais profundo: trazer à superfície uma realidade que muitas vezes acontece à nossa volta, silenciosa, brutal e que a maioria de nós prefere não olhar.
E talvez o mais inquietante seja perceber o quanto, diante dessas realidades, muitas vezes nos sentimos incapazes de agir. Como se estivéssemos presos a estruturas maiores que nós: instituições, sistemas, hierarquias de poder que parecem distantes demais para serem confrontadas.
Ela conduz essa travessia com uma coragem rara em cena. Ela não suaviza o conflito, não domestica o incômodo. Pelo contrário: deixa que ele exista diante de nós, inteiro.
E é nesse momento que o teatro deixa de ser apenas narrativa.
Ele passa a ser consciência.
A peça termina. As luzes se apagam.
Mas o verdadeiro movimento talvez comece depois, quando cada um de nós precisa decidir o que faz com aquilo que viu.
Talvez seja exatamente isso que Boal quis dizer:
o teatro não existe para nos distrair da realidade.
Existe para nos despertar para ela.

E SE O TEATRO NÃO FOSSE PARA ASSISTIR, MAS PARA ACORDAR?
Essa pergunta de Augusto Boal ficou ecoando em mim depois de assistir @jobespetaculo
Boal fazia perguntas simples e ao mesmo tempo difíceis:
quem tem voz?
quem pode agir?
quem pode existir em cena?
Enquanto eu tentava congelar ali cada frame, eu pensava muito nisso.
Porque em muitos momentos eu via @biancafbin em palco e tinha a sensação de que, para todas essas perguntas, ela própria era uma espécie de resposta.
Existe uma entrega muito radical na atuação dela. Não é só técnica, não é só interpretação. Parece mais um mergulho completo na personagem, sem tentar proteger o público do desconforto da história.
E isso muda tudo.
Porque o que estava em jogo ali não era apenas estética, movimento ou presença de palco. É algo mais profundo: trazer à superfície uma realidade que muitas vezes acontece à nossa volta, silenciosa, brutal e que a maioria de nós prefere não olhar.
E talvez o mais inquietante seja perceber o quanto, diante dessas realidades, muitas vezes nos sentimos incapazes de agir. Como se estivéssemos presos a estruturas maiores que nós: instituições, sistemas, hierarquias de poder que parecem distantes demais para serem confrontadas.
Ela conduz essa travessia com uma coragem rara em cena. Ela não suaviza o conflito, não domestica o incômodo. Pelo contrário: deixa que ele exista diante de nós, inteiro.
E é nesse momento que o teatro deixa de ser apenas narrativa.
Ele passa a ser consciência.
A peça termina. As luzes se apagam.
Mas o verdadeiro movimento talvez comece depois, quando cada um de nós precisa decidir o que faz com aquilo que viu.
Talvez seja exatamente isso que Boal quis dizer:
o teatro não existe para nos distrair da realidade.
Existe para nos despertar para ela.

E SE O TEATRO NÃO FOSSE PARA ASSISTIR, MAS PARA ACORDAR?
Essa pergunta de Augusto Boal ficou ecoando em mim depois de assistir @jobespetaculo
Boal fazia perguntas simples e ao mesmo tempo difíceis:
quem tem voz?
quem pode agir?
quem pode existir em cena?
Enquanto eu tentava congelar ali cada frame, eu pensava muito nisso.
Porque em muitos momentos eu via @biancafbin em palco e tinha a sensação de que, para todas essas perguntas, ela própria era uma espécie de resposta.
Existe uma entrega muito radical na atuação dela. Não é só técnica, não é só interpretação. Parece mais um mergulho completo na personagem, sem tentar proteger o público do desconforto da história.
E isso muda tudo.
Porque o que estava em jogo ali não era apenas estética, movimento ou presença de palco. É algo mais profundo: trazer à superfície uma realidade que muitas vezes acontece à nossa volta, silenciosa, brutal e que a maioria de nós prefere não olhar.
E talvez o mais inquietante seja perceber o quanto, diante dessas realidades, muitas vezes nos sentimos incapazes de agir. Como se estivéssemos presos a estruturas maiores que nós: instituições, sistemas, hierarquias de poder que parecem distantes demais para serem confrontadas.
Ela conduz essa travessia com uma coragem rara em cena. Ela não suaviza o conflito, não domestica o incômodo. Pelo contrário: deixa que ele exista diante de nós, inteiro.
E é nesse momento que o teatro deixa de ser apenas narrativa.
Ele passa a ser consciência.
A peça termina. As luzes se apagam.
Mas o verdadeiro movimento talvez comece depois, quando cada um de nós precisa decidir o que faz com aquilo que viu.
Talvez seja exatamente isso que Boal quis dizer:
o teatro não existe para nos distrair da realidade.
Existe para nos despertar para ela.

E SE O TEATRO NÃO FOSSE PARA ASSISTIR, MAS PARA ACORDAR?
Essa pergunta de Augusto Boal ficou ecoando em mim depois de assistir @jobespetaculo
Boal fazia perguntas simples e ao mesmo tempo difíceis:
quem tem voz?
quem pode agir?
quem pode existir em cena?
Enquanto eu tentava congelar ali cada frame, eu pensava muito nisso.
Porque em muitos momentos eu via @biancafbin em palco e tinha a sensação de que, para todas essas perguntas, ela própria era uma espécie de resposta.
Existe uma entrega muito radical na atuação dela. Não é só técnica, não é só interpretação. Parece mais um mergulho completo na personagem, sem tentar proteger o público do desconforto da história.
E isso muda tudo.
Porque o que estava em jogo ali não era apenas estética, movimento ou presença de palco. É algo mais profundo: trazer à superfície uma realidade que muitas vezes acontece à nossa volta, silenciosa, brutal e que a maioria de nós prefere não olhar.
E talvez o mais inquietante seja perceber o quanto, diante dessas realidades, muitas vezes nos sentimos incapazes de agir. Como se estivéssemos presos a estruturas maiores que nós: instituições, sistemas, hierarquias de poder que parecem distantes demais para serem confrontadas.
Ela conduz essa travessia com uma coragem rara em cena. Ela não suaviza o conflito, não domestica o incômodo. Pelo contrário: deixa que ele exista diante de nós, inteiro.
E é nesse momento que o teatro deixa de ser apenas narrativa.
Ele passa a ser consciência.
A peça termina. As luzes se apagam.
Mas o verdadeiro movimento talvez comece depois, quando cada um de nós precisa decidir o que faz com aquilo que viu.
Talvez seja exatamente isso que Boal quis dizer:
o teatro não existe para nos distrair da realidade.
Existe para nos despertar para ela.

E SE O TEATRO NÃO FOSSE PARA ASSISTIR, MAS PARA ACORDAR?
Essa pergunta de Augusto Boal ficou ecoando em mim depois de assistir @jobespetaculo
Boal fazia perguntas simples e ao mesmo tempo difíceis:
quem tem voz?
quem pode agir?
quem pode existir em cena?
Enquanto eu tentava congelar ali cada frame, eu pensava muito nisso.
Porque em muitos momentos eu via @biancafbin em palco e tinha a sensação de que, para todas essas perguntas, ela própria era uma espécie de resposta.
Existe uma entrega muito radical na atuação dela. Não é só técnica, não é só interpretação. Parece mais um mergulho completo na personagem, sem tentar proteger o público do desconforto da história.
E isso muda tudo.
Porque o que estava em jogo ali não era apenas estética, movimento ou presença de palco. É algo mais profundo: trazer à superfície uma realidade que muitas vezes acontece à nossa volta, silenciosa, brutal e que a maioria de nós prefere não olhar.
E talvez o mais inquietante seja perceber o quanto, diante dessas realidades, muitas vezes nos sentimos incapazes de agir. Como se estivéssemos presos a estruturas maiores que nós: instituições, sistemas, hierarquias de poder que parecem distantes demais para serem confrontadas.
Ela conduz essa travessia com uma coragem rara em cena. Ela não suaviza o conflito, não domestica o incômodo. Pelo contrário: deixa que ele exista diante de nós, inteiro.
E é nesse momento que o teatro deixa de ser apenas narrativa.
Ele passa a ser consciência.
A peça termina. As luzes se apagam.
Mas o verdadeiro movimento talvez comece depois, quando cada um de nós precisa decidir o que faz com aquilo que viu.
Talvez seja exatamente isso que Boal quis dizer:
o teatro não existe para nos distrair da realidade.
Existe para nos despertar para ela.

E SE O TEATRO NÃO FOSSE PARA ASSISTIR, MAS PARA ACORDAR?
Essa pergunta de Augusto Boal ficou ecoando em mim depois de assistir @jobespetaculo
Boal fazia perguntas simples e ao mesmo tempo difíceis:
quem tem voz?
quem pode agir?
quem pode existir em cena?
Enquanto eu tentava congelar ali cada frame, eu pensava muito nisso.
Porque em muitos momentos eu via @biancafbin em palco e tinha a sensação de que, para todas essas perguntas, ela própria era uma espécie de resposta.
Existe uma entrega muito radical na atuação dela. Não é só técnica, não é só interpretação. Parece mais um mergulho completo na personagem, sem tentar proteger o público do desconforto da história.
E isso muda tudo.
Porque o que estava em jogo ali não era apenas estética, movimento ou presença de palco. É algo mais profundo: trazer à superfície uma realidade que muitas vezes acontece à nossa volta, silenciosa, brutal e que a maioria de nós prefere não olhar.
E talvez o mais inquietante seja perceber o quanto, diante dessas realidades, muitas vezes nos sentimos incapazes de agir. Como se estivéssemos presos a estruturas maiores que nós: instituições, sistemas, hierarquias de poder que parecem distantes demais para serem confrontadas.
Ela conduz essa travessia com uma coragem rara em cena. Ela não suaviza o conflito, não domestica o incômodo. Pelo contrário: deixa que ele exista diante de nós, inteiro.
E é nesse momento que o teatro deixa de ser apenas narrativa.
Ele passa a ser consciência.
A peça termina. As luzes se apagam.
Mas o verdadeiro movimento talvez comece depois, quando cada um de nós precisa decidir o que faz com aquilo que viu.
Talvez seja exatamente isso que Boal quis dizer:
o teatro não existe para nos distrair da realidade.
Existe para nos despertar para ela.

E SE O TEATRO NÃO FOSSE PARA ASSISTIR, MAS PARA ACORDAR?
Essa pergunta de Augusto Boal ficou ecoando em mim depois de assistir @jobespetaculo
Boal fazia perguntas simples e ao mesmo tempo difíceis:
quem tem voz?
quem pode agir?
quem pode existir em cena?
Enquanto eu tentava congelar ali cada frame, eu pensava muito nisso.
Porque em muitos momentos eu via @biancafbin em palco e tinha a sensação de que, para todas essas perguntas, ela própria era uma espécie de resposta.
Existe uma entrega muito radical na atuação dela. Não é só técnica, não é só interpretação. Parece mais um mergulho completo na personagem, sem tentar proteger o público do desconforto da história.
E isso muda tudo.
Porque o que estava em jogo ali não era apenas estética, movimento ou presença de palco. É algo mais profundo: trazer à superfície uma realidade que muitas vezes acontece à nossa volta, silenciosa, brutal e que a maioria de nós prefere não olhar.
E talvez o mais inquietante seja perceber o quanto, diante dessas realidades, muitas vezes nos sentimos incapazes de agir. Como se estivéssemos presos a estruturas maiores que nós: instituições, sistemas, hierarquias de poder que parecem distantes demais para serem confrontadas.
Ela conduz essa travessia com uma coragem rara em cena. Ela não suaviza o conflito, não domestica o incômodo. Pelo contrário: deixa que ele exista diante de nós, inteiro.
E é nesse momento que o teatro deixa de ser apenas narrativa.
Ele passa a ser consciência.
A peça termina. As luzes se apagam.
Mas o verdadeiro movimento talvez comece depois, quando cada um de nós precisa decidir o que faz com aquilo que viu.
Talvez seja exatamente isso que Boal quis dizer:
o teatro não existe para nos distrair da realidade.
Existe para nos despertar para ela.

E SE O TEATRO NÃO FOSSE PARA ASSISTIR, MAS PARA ACORDAR?
Essa pergunta de Augusto Boal ficou ecoando em mim depois de assistir @jobespetaculo
Boal fazia perguntas simples e ao mesmo tempo difíceis:
quem tem voz?
quem pode agir?
quem pode existir em cena?
Enquanto eu tentava congelar ali cada frame, eu pensava muito nisso.
Porque em muitos momentos eu via @biancafbin em palco e tinha a sensação de que, para todas essas perguntas, ela própria era uma espécie de resposta.
Existe uma entrega muito radical na atuação dela. Não é só técnica, não é só interpretação. Parece mais um mergulho completo na personagem, sem tentar proteger o público do desconforto da história.
E isso muda tudo.
Porque o que estava em jogo ali não era apenas estética, movimento ou presença de palco. É algo mais profundo: trazer à superfície uma realidade que muitas vezes acontece à nossa volta, silenciosa, brutal e que a maioria de nós prefere não olhar.
E talvez o mais inquietante seja perceber o quanto, diante dessas realidades, muitas vezes nos sentimos incapazes de agir. Como se estivéssemos presos a estruturas maiores que nós: instituições, sistemas, hierarquias de poder que parecem distantes demais para serem confrontadas.
Ela conduz essa travessia com uma coragem rara em cena. Ela não suaviza o conflito, não domestica o incômodo. Pelo contrário: deixa que ele exista diante de nós, inteiro.
E é nesse momento que o teatro deixa de ser apenas narrativa.
Ele passa a ser consciência.
A peça termina. As luzes se apagam.
Mas o verdadeiro movimento talvez comece depois, quando cada um de nós precisa decidir o que faz com aquilo que viu.
Talvez seja exatamente isso que Boal quis dizer:
o teatro não existe para nos distrair da realidade.
Existe para nos despertar para ela.
Story-save.com is an intuitive online tool that enables users to download and save a variety of content, including stories, photos, videos, and IGTV materials, directly from Instagram. With Story-Save, you can not only easily download diverse content from Instagram but also view it at your convenience, even without internet access. This tool is perfect for those moments when you come across something interesting on Instagram and want to save it for later viewing. Use Story-Save to ensure you don't miss the chance to take your favorite Instagram moments with you!
Avoid app downloads and sign-ups, store stories on the web.
Stories Say goodbye to poor-quality content, preserve only high-resolution Stories.
Devices Download Instagram Stories using any browser, iPhone, Android.
Absolutely no fees. Download any Story at no cost.