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biancafbin

Bianca Bin

Atriz
Contato: @vgi.agentes

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Salve Oxum, dourada senhora da pele de ouro, bendita são tuas águas que lavam meu ser e me livram do mal. Oh! mamãe Oxum, proteja-me, faça que o amor seja constante em minha vida, e que eu possa amar toda a criação de Olorum.
Purifique minha alma e meu corpo com suas lágrimas de alento. Inunda-me com sua beleza, sua bondade e seu amor, enchendo minha vida de prosperidade.
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Confiemos no amor puro e genuíno que ela também representa, como forma de nos tornarmos luz, harmonia, união e paz por onde passemos.
Oraieie! Axé!
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💛@obaradesigneacessorios


25K
443
7 months ago


Angélica ta chegando com Dona Beja, estreia prevista pro primeiro trimestre de 2026 na HBOmax
Você não vai querer perder um novelão desse, vai?
.
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Beleza: @rubens_liborio
Figurino: @bethfilipecki
Foto: @marciofariasfoto


21.4K
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11 months ago

Angélica ta chegando com Dona Beja, estreia prevista pro primeiro trimestre de 2026 na HBOmax
Você não vai querer perder um novelão desse, vai?
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Beleza: @rubens_liborio
Figurino: @bethfilipecki
Foto: @marciofariasfoto


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11 months ago

Angélica ta chegando com Dona Beja, estreia prevista pro primeiro trimestre de 2026 na HBOmax
Você não vai querer perder um novelão desse, vai?
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Beleza: @rubens_liborio
Figurino: @bethfilipecki
Foto: @marciofariasfoto


21.4K
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11 months ago

Penúltima semana Rio de Janeiro! 👀

O sucesso mundial agora no teatro brasileiro! ‘Job’ estreou em Nova York, foi indicada a inúmeros prêmios e depois da grande repercussão chegou à Broadway. O The New York Times classificou a obra como ‘Um thriller sofisticado e implacável’.

A montagem tem direção de Fernando Philbert com texto de Max Wolf Friedlich.

Com Bianca Bin (@biancafbin) e Edson Fieschi (@edsonfieschi).

📆 Até dia 31 de maio
📍 Teatro Clara Nunes — Shopping da Gávea
🎫 Ingressos pela Sympla - Link na bio!


109
7
1 days ago

Viva o meu amor e seu Muiraquitã! 🍀🐸
Que ele siga trazendo sorte, proteção e bons caminhos pra sua vida — porque você merece um mundo inteiro de coisas lindas.

Que delícia celebrar esse dia tão especial ao seu lado, e ainda fazendo o que a gente mais ama.
Quero a vida sempre assim: leve, feliz e com você pertinho de mim.

Te amo!!! ✨
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Parabéns Sergião! @sergioguize


92.8K
631
1 weeks ago

Procurando uma empresa de segurança na região?

Quero indicar a @marqueseg.seguranca e toda a sua equipe, que está sempre presente quando a gente precisa. 🤝✨
Somos muito gratos pela parceria!


9.2K
173
1 months ago

RM: Teatro, TV e cinema pedem linguagens distintas. Onde você se sente mais livre?
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Eu não saberia escolher. Justamente por serem tão diferentes, se completam. Mas o teatro e o cinema têm me provocado de forma muito especial neste momento. No palco existe algo irrepetível — uma vibração viva que me atravessa no instante.
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Foto: @marciofariasfoto
Beleza: @makegonzovivi
Estilo: @paulozelenka
Locação: @riocollections.com.br @casaniemeyerrj
Para: @revmensch


14.8K
264
2 months ago


🤎
RM: Qual personagem mais te transformou?
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Sempre a última. Porque é nela que ainda estou mergulhada. Todas me transformam, mas a mais recente carrega o frescor do inacabado. É sempre a nova floresta. E eu ainda estou desbravando.
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Foto: @marciofariasfoto
Beleza: @makegonzovivi
Estilo: @paulozelenka
Locação: @riocollections.com.br @casaniemeyerrj
Para: @revmensch


13.3K
268
2 months ago

RM: Você está em turnê com a peça Job. Como está sendo essa experiência?
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Está sendo uma expansão. Iniciamos por Belém do Pará, e foi emocionante sentir aquela energia tão pulsante. Seguimos para Fortaleza, no Ceará, depois Recife, em Pernambuco, e Cabedelo, na Paraíba. Cada cidade é um encontro único. O teatro tem me levado a lugares onde nunca estive — geográficos e internos. Me sinto realizada, abundante e profundamente grata.
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Foto: @marciofariasfoto
Beleza: @makegonzovivi
Estilo: @paulozelenka
Locação: @riocollections.com.br @casaniemeyerrj
Para: @revmensch


14.2K
284
2 months ago

RM: Quem é a Bianca fora dos palcos?
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Sou casa. Sou silêncio. Sou família, amores, bichos, plantas, horta e pomar. Gosto de pintar, fazer mosaicos, modelar cerâmica. Ler livros, mergulhar em poesias, ver filmes. Gosto de viajar, mas também de ficar. A vida simples me equilibra. É nela que crio raízes.
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Foto: @marciofariasfoto
Beleza: @makegonzovivi
Estilo: @paulozelenka
Locação: @riocollections.com.br @casaniemeyerrj
Para: @revmensch


60.6K
574
2 months ago

RM: Como você equilibra vida pública e intimidade?
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Com consciência e medida. Quando estou mais sensível, escolho o recolhimento. Meu casulo. Quando saio, sei que posso encontrar pessoas que acompanham meu trabalho e receber esse carinho é bonito. Sempre fui reservada. Sou tímida, apesar de não parecer. Gosto de preservar minha intimidade. E acredito que isso fortalece o meu ofício. Quanto menos eu apareço, mais a personagem pode existir. São elas que eu quero revelar. Não me interessa o lugar da celebridade. Eu sou apenas uma atriz. E isso me basta.
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Foto: @marciofariasfoto
Beleza: @makegonzovivi
Estilo: @paulozelenka
Locação: @riocollections.com.br @casaniemeyerrj
Para: @revmensch


17.9K
287
2 months ago

RM: Clara Tavares, de O Outro Lado do Paraíso, segue viva na memória do público. O que ficou desse trabalho?
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Clara foi uma travessia. Uma novela das nove tem uma dimensão própria, mas o que guardo com mais delicadeza é a imersão no Jalapão. A natureza imponente, a cultura local, aquela paisagem quase sagrada. Foi uma experiência que ultrapassou o ofício. Ficou em mim como memória afetiva.
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Entrevista completa nos meus stories✨
Foto: @marciofariasfoto
Beleza: @makegonzovivi
Estilo: @paulozelenka
Locação: @riocollections.com.br @casaniemeyerrj
Para: @revmensch


37.8K
630
2 months ago

E SE O TEATRO NÃO FOSSE PARA ASSISTIR, MAS PARA ACORDAR?

Essa pergunta de Augusto Boal ficou ecoando em mim depois de assistir @jobespetaculo

Boal fazia perguntas simples e ao mesmo tempo difíceis:
quem tem voz?
quem pode agir?
quem pode existir em cena?

Enquanto eu tentava congelar ali cada frame, eu pensava muito nisso.

Porque em muitos momentos eu via @biancafbin em palco e tinha a sensação de que, para todas essas perguntas, ela própria era uma espécie de resposta.

Existe uma entrega muito radical na atuação dela. Não é só técnica, não é só interpretação. Parece mais um mergulho completo na personagem, sem tentar proteger o público do desconforto da história.

E isso muda tudo.

Porque o que estava em jogo ali não era apenas estética, movimento ou presença de palco. É algo mais profundo: trazer à superfície uma realidade que muitas vezes acontece à nossa volta, silenciosa, brutal e que a maioria de nós prefere não olhar.

E talvez o mais inquietante seja perceber o quanto, diante dessas realidades, muitas vezes nos sentimos incapazes de agir. Como se estivéssemos presos a estruturas maiores que nós: instituições, sistemas, hierarquias de poder que parecem distantes demais para serem confrontadas.

Ela conduz essa travessia com uma coragem rara em cena. Ela não suaviza o conflito, não domestica o incômodo. Pelo contrário: deixa que ele exista diante de nós, inteiro.

E é nesse momento que o teatro deixa de ser apenas narrativa.

Ele passa a ser consciência.

A peça termina. As luzes se apagam.
Mas o verdadeiro movimento talvez comece depois, quando cada um de nós precisa decidir o que faz com aquilo que viu.

Talvez seja exatamente isso que Boal quis dizer:
o teatro não existe para nos distrair da realidade.

Existe para nos despertar para ela.


3
173
2 months ago

E SE O TEATRO NÃO FOSSE PARA ASSISTIR, MAS PARA ACORDAR?

Essa pergunta de Augusto Boal ficou ecoando em mim depois de assistir @jobespetaculo

Boal fazia perguntas simples e ao mesmo tempo difíceis:
quem tem voz?
quem pode agir?
quem pode existir em cena?

Enquanto eu tentava congelar ali cada frame, eu pensava muito nisso.

Porque em muitos momentos eu via @biancafbin em palco e tinha a sensação de que, para todas essas perguntas, ela própria era uma espécie de resposta.

Existe uma entrega muito radical na atuação dela. Não é só técnica, não é só interpretação. Parece mais um mergulho completo na personagem, sem tentar proteger o público do desconforto da história.

E isso muda tudo.

Porque o que estava em jogo ali não era apenas estética, movimento ou presença de palco. É algo mais profundo: trazer à superfície uma realidade que muitas vezes acontece à nossa volta, silenciosa, brutal e que a maioria de nós prefere não olhar.

E talvez o mais inquietante seja perceber o quanto, diante dessas realidades, muitas vezes nos sentimos incapazes de agir. Como se estivéssemos presos a estruturas maiores que nós: instituições, sistemas, hierarquias de poder que parecem distantes demais para serem confrontadas.

Ela conduz essa travessia com uma coragem rara em cena. Ela não suaviza o conflito, não domestica o incômodo. Pelo contrário: deixa que ele exista diante de nós, inteiro.

E é nesse momento que o teatro deixa de ser apenas narrativa.

Ele passa a ser consciência.

A peça termina. As luzes se apagam.
Mas o verdadeiro movimento talvez comece depois, quando cada um de nós precisa decidir o que faz com aquilo que viu.

Talvez seja exatamente isso que Boal quis dizer:
o teatro não existe para nos distrair da realidade.

Existe para nos despertar para ela.


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E SE O TEATRO NÃO FOSSE PARA ASSISTIR, MAS PARA ACORDAR?

Essa pergunta de Augusto Boal ficou ecoando em mim depois de assistir @jobespetaculo

Boal fazia perguntas simples e ao mesmo tempo difíceis:
quem tem voz?
quem pode agir?
quem pode existir em cena?

Enquanto eu tentava congelar ali cada frame, eu pensava muito nisso.

Porque em muitos momentos eu via @biancafbin em palco e tinha a sensação de que, para todas essas perguntas, ela própria era uma espécie de resposta.

Existe uma entrega muito radical na atuação dela. Não é só técnica, não é só interpretação. Parece mais um mergulho completo na personagem, sem tentar proteger o público do desconforto da história.

E isso muda tudo.

Porque o que estava em jogo ali não era apenas estética, movimento ou presença de palco. É algo mais profundo: trazer à superfície uma realidade que muitas vezes acontece à nossa volta, silenciosa, brutal e que a maioria de nós prefere não olhar.

E talvez o mais inquietante seja perceber o quanto, diante dessas realidades, muitas vezes nos sentimos incapazes de agir. Como se estivéssemos presos a estruturas maiores que nós: instituições, sistemas, hierarquias de poder que parecem distantes demais para serem confrontadas.

Ela conduz essa travessia com uma coragem rara em cena. Ela não suaviza o conflito, não domestica o incômodo. Pelo contrário: deixa que ele exista diante de nós, inteiro.

E é nesse momento que o teatro deixa de ser apenas narrativa.

Ele passa a ser consciência.

A peça termina. As luzes se apagam.
Mas o verdadeiro movimento talvez comece depois, quando cada um de nós precisa decidir o que faz com aquilo que viu.

Talvez seja exatamente isso que Boal quis dizer:
o teatro não existe para nos distrair da realidade.

Existe para nos despertar para ela.


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E SE O TEATRO NÃO FOSSE PARA ASSISTIR, MAS PARA ACORDAR?

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Boal fazia perguntas simples e ao mesmo tempo difíceis:
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E isso muda tudo.

Porque o que estava em jogo ali não era apenas estética, movimento ou presença de palco. É algo mais profundo: trazer à superfície uma realidade que muitas vezes acontece à nossa volta, silenciosa, brutal e que a maioria de nós prefere não olhar.

E talvez o mais inquietante seja perceber o quanto, diante dessas realidades, muitas vezes nos sentimos incapazes de agir. Como se estivéssemos presos a estruturas maiores que nós: instituições, sistemas, hierarquias de poder que parecem distantes demais para serem confrontadas.

Ela conduz essa travessia com uma coragem rara em cena. Ela não suaviza o conflito, não domestica o incômodo. Pelo contrário: deixa que ele exista diante de nós, inteiro.

E é nesse momento que o teatro deixa de ser apenas narrativa.

Ele passa a ser consciência.

A peça termina. As luzes se apagam.
Mas o verdadeiro movimento talvez comece depois, quando cada um de nós precisa decidir o que faz com aquilo que viu.

Talvez seja exatamente isso que Boal quis dizer:
o teatro não existe para nos distrair da realidade.

Existe para nos despertar para ela.


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A peça termina. As luzes se apagam.
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Porque o que estava em jogo ali não era apenas estética, movimento ou presença de palco. É algo mais profundo: trazer à superfície uma realidade que muitas vezes acontece à nossa volta, silenciosa, brutal e que a maioria de nós prefere não olhar.

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Ela conduz essa travessia com uma coragem rara em cena. Ela não suaviza o conflito, não domestica o incômodo. Pelo contrário: deixa que ele exista diante de nós, inteiro.

E é nesse momento que o teatro deixa de ser apenas narrativa.

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A peça termina. As luzes se apagam.
Mas o verdadeiro movimento talvez comece depois, quando cada um de nós precisa decidir o que faz com aquilo que viu.

Talvez seja exatamente isso que Boal quis dizer:
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Mas o verdadeiro movimento talvez comece depois, quando cada um de nós precisa decidir o que faz com aquilo que viu.

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E é nesse momento que o teatro deixa de ser apenas narrativa.

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Porque o que estava em jogo ali não era apenas estética, movimento ou presença de palco. É algo mais profundo: trazer à superfície uma realidade que muitas vezes acontece à nossa volta, silenciosa, brutal e que a maioria de nós prefere não olhar.

E talvez o mais inquietante seja perceber o quanto, diante dessas realidades, muitas vezes nos sentimos incapazes de agir. Como se estivéssemos presos a estruturas maiores que nós: instituições, sistemas, hierarquias de poder que parecem distantes demais para serem confrontadas.

Ela conduz essa travessia com uma coragem rara em cena. Ela não suaviza o conflito, não domestica o incômodo. Pelo contrário: deixa que ele exista diante de nós, inteiro.

E é nesse momento que o teatro deixa de ser apenas narrativa.

Ele passa a ser consciência.

A peça termina. As luzes se apagam.
Mas o verdadeiro movimento talvez comece depois, quando cada um de nós precisa decidir o que faz com aquilo que viu.

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Existe para nos despertar para ela.


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Essa pergunta de Augusto Boal ficou ecoando em mim depois de assistir @jobespetaculo

Boal fazia perguntas simples e ao mesmo tempo difíceis:
quem tem voz?
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quem pode existir em cena?

Enquanto eu tentava congelar ali cada frame, eu pensava muito nisso.

Porque em muitos momentos eu via @biancafbin em palco e tinha a sensação de que, para todas essas perguntas, ela própria era uma espécie de resposta.

Existe uma entrega muito radical na atuação dela. Não é só técnica, não é só interpretação. Parece mais um mergulho completo na personagem, sem tentar proteger o público do desconforto da história.

E isso muda tudo.

Porque o que estava em jogo ali não era apenas estética, movimento ou presença de palco. É algo mais profundo: trazer à superfície uma realidade que muitas vezes acontece à nossa volta, silenciosa, brutal e que a maioria de nós prefere não olhar.

E talvez o mais inquietante seja perceber o quanto, diante dessas realidades, muitas vezes nos sentimos incapazes de agir. Como se estivéssemos presos a estruturas maiores que nós: instituições, sistemas, hierarquias de poder que parecem distantes demais para serem confrontadas.

Ela conduz essa travessia com uma coragem rara em cena. Ela não suaviza o conflito, não domestica o incômodo. Pelo contrário: deixa que ele exista diante de nós, inteiro.

E é nesse momento que o teatro deixa de ser apenas narrativa.

Ele passa a ser consciência.

A peça termina. As luzes se apagam.
Mas o verdadeiro movimento talvez comece depois, quando cada um de nós precisa decidir o que faz com aquilo que viu.

Talvez seja exatamente isso que Boal quis dizer:
o teatro não existe para nos distrair da realidade.

Existe para nos despertar para ela.


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E SE O TEATRO NÃO FOSSE PARA ASSISTIR, MAS PARA ACORDAR?

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Boal fazia perguntas simples e ao mesmo tempo difíceis:
quem tem voz?
quem pode agir?
quem pode existir em cena?

Enquanto eu tentava congelar ali cada frame, eu pensava muito nisso.

Porque em muitos momentos eu via @biancafbin em palco e tinha a sensação de que, para todas essas perguntas, ela própria era uma espécie de resposta.

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E isso muda tudo.

Porque o que estava em jogo ali não era apenas estética, movimento ou presença de palco. É algo mais profundo: trazer à superfície uma realidade que muitas vezes acontece à nossa volta, silenciosa, brutal e que a maioria de nós prefere não olhar.

E talvez o mais inquietante seja perceber o quanto, diante dessas realidades, muitas vezes nos sentimos incapazes de agir. Como se estivéssemos presos a estruturas maiores que nós: instituições, sistemas, hierarquias de poder que parecem distantes demais para serem confrontadas.

Ela conduz essa travessia com uma coragem rara em cena. Ela não suaviza o conflito, não domestica o incômodo. Pelo contrário: deixa que ele exista diante de nós, inteiro.

E é nesse momento que o teatro deixa de ser apenas narrativa.

Ele passa a ser consciência.

A peça termina. As luzes se apagam.
Mas o verdadeiro movimento talvez comece depois, quando cada um de nós precisa decidir o que faz com aquilo que viu.

Talvez seja exatamente isso que Boal quis dizer:
o teatro não existe para nos distrair da realidade.

Existe para nos despertar para ela.


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Boal fazia perguntas simples e ao mesmo tempo difíceis:
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Porque em muitos momentos eu via @biancafbin em palco e tinha a sensação de que, para todas essas perguntas, ela própria era uma espécie de resposta.

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Ela conduz essa travessia com uma coragem rara em cena. Ela não suaviza o conflito, não domestica o incômodo. Pelo contrário: deixa que ele exista diante de nós, inteiro.

E é nesse momento que o teatro deixa de ser apenas narrativa.

Ele passa a ser consciência.

A peça termina. As luzes se apagam.
Mas o verdadeiro movimento talvez comece depois, quando cada um de nós precisa decidir o que faz com aquilo que viu.

Talvez seja exatamente isso que Boal quis dizer:
o teatro não existe para nos distrair da realidade.

Existe para nos despertar para ela.


3
173
2 months ago

E SE O TEATRO NÃO FOSSE PARA ASSISTIR, MAS PARA ACORDAR?

Essa pergunta de Augusto Boal ficou ecoando em mim depois de assistir @jobespetaculo

Boal fazia perguntas simples e ao mesmo tempo difíceis:
quem tem voz?
quem pode agir?
quem pode existir em cena?

Enquanto eu tentava congelar ali cada frame, eu pensava muito nisso.

Porque em muitos momentos eu via @biancafbin em palco e tinha a sensação de que, para todas essas perguntas, ela própria era uma espécie de resposta.

Existe uma entrega muito radical na atuação dela. Não é só técnica, não é só interpretação. Parece mais um mergulho completo na personagem, sem tentar proteger o público do desconforto da história.

E isso muda tudo.

Porque o que estava em jogo ali não era apenas estética, movimento ou presença de palco. É algo mais profundo: trazer à superfície uma realidade que muitas vezes acontece à nossa volta, silenciosa, brutal e que a maioria de nós prefere não olhar.

E talvez o mais inquietante seja perceber o quanto, diante dessas realidades, muitas vezes nos sentimos incapazes de agir. Como se estivéssemos presos a estruturas maiores que nós: instituições, sistemas, hierarquias de poder que parecem distantes demais para serem confrontadas.

Ela conduz essa travessia com uma coragem rara em cena. Ela não suaviza o conflito, não domestica o incômodo. Pelo contrário: deixa que ele exista diante de nós, inteiro.

E é nesse momento que o teatro deixa de ser apenas narrativa.

Ele passa a ser consciência.

A peça termina. As luzes se apagam.
Mas o verdadeiro movimento talvez comece depois, quando cada um de nós precisa decidir o que faz com aquilo que viu.

Talvez seja exatamente isso que Boal quis dizer:
o teatro não existe para nos distrair da realidade.

Existe para nos despertar para ela.


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E SE O TEATRO NÃO FOSSE PARA ASSISTIR, MAS PARA ACORDAR?

Essa pergunta de Augusto Boal ficou ecoando em mim depois de assistir @jobespetaculo

Boal fazia perguntas simples e ao mesmo tempo difíceis:
quem tem voz?
quem pode agir?
quem pode existir em cena?

Enquanto eu tentava congelar ali cada frame, eu pensava muito nisso.

Porque em muitos momentos eu via @biancafbin em palco e tinha a sensação de que, para todas essas perguntas, ela própria era uma espécie de resposta.

Existe uma entrega muito radical na atuação dela. Não é só técnica, não é só interpretação. Parece mais um mergulho completo na personagem, sem tentar proteger o público do desconforto da história.

E isso muda tudo.

Porque o que estava em jogo ali não era apenas estética, movimento ou presença de palco. É algo mais profundo: trazer à superfície uma realidade que muitas vezes acontece à nossa volta, silenciosa, brutal e que a maioria de nós prefere não olhar.

E talvez o mais inquietante seja perceber o quanto, diante dessas realidades, muitas vezes nos sentimos incapazes de agir. Como se estivéssemos presos a estruturas maiores que nós: instituições, sistemas, hierarquias de poder que parecem distantes demais para serem confrontadas.

Ela conduz essa travessia com uma coragem rara em cena. Ela não suaviza o conflito, não domestica o incômodo. Pelo contrário: deixa que ele exista diante de nós, inteiro.

E é nesse momento que o teatro deixa de ser apenas narrativa.

Ele passa a ser consciência.

A peça termina. As luzes se apagam.
Mas o verdadeiro movimento talvez comece depois, quando cada um de nós precisa decidir o que faz com aquilo que viu.

Talvez seja exatamente isso que Boal quis dizer:
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E talvez o mais inquietante seja perceber o quanto, diante dessas realidades, muitas vezes nos sentimos incapazes de agir. Como se estivéssemos presos a estruturas maiores que nós: instituições, sistemas, hierarquias de poder que parecem distantes demais para serem confrontadas.

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Porque o que estava em jogo ali não era apenas estética, movimento ou presença de palco. É algo mais profundo: trazer à superfície uma realidade que muitas vezes acontece à nossa volta, silenciosa, brutal e que a maioria de nós prefere não olhar.

E talvez o mais inquietante seja perceber o quanto, diante dessas realidades, muitas vezes nos sentimos incapazes de agir. Como se estivéssemos presos a estruturas maiores que nós: instituições, sistemas, hierarquias de poder que parecem distantes demais para serem confrontadas.

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Story Save - Best free tool for saving Stories, Reels, Photos, Videos, Highlights, IGTV to your phone.

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