Belezinhas de bandeiras disponíveis 🤩
Dois modelos da última coleção de personagens geométricos e a volta de uma das minhas primeiras ilustras, muito querida.
R$ 90,00
Pensa com carinho numa dessas na tua parede e me manda uma DM. heheh
No momento entregas apenas em Macapá e região, mas já já vai rolar envios pelo correios.

✨ Vem coisa nova por aqui!
As novas oficinas da TecnoBarca 8 – Resistência Artística estão chegando com trocas, criação, experimentação e muita potência coletiva 🚤🎭💡
Um espaço para aprender, compartilhar saberes, inventar caminhos e fortalecer a arte como movimento, encontro e resistência.
Fica de olho e vem com a gente! 💛
#TecnoBarca8 #ResistênciaArtística

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fingindo que as cores diferentes são mudanças de cenário, não indecisão hehe.
a foto da parede foi do @santa_latacrew ✨

fingindo que as cores diferentes são mudanças de cenário, não indecisão hehe.
a foto da parede foi do @santa_latacrew ✨

fingindo que as cores diferentes são mudanças de cenário, não indecisão hehe.
a foto da parede foi do @santa_latacrew ✨

No meu processo de deslocamento, ao me apresentar sempre falava sobre o lugar onde nasci. E a resposta quase sempre vinha com perguntas curiosas ou confusões com outras regiões. “Onde fica o Amapá no mapa?”
Ao ser convidada para criar ilustrações sobre a Amazônia, retratei a Amazônia amapaense. Não somente a fauna e flora, mas sim com a rede de elementos que compõem nosso cotidiano. Busquei focar nos saberes populares, nas nossas raízes e manifestações culturais.
Os elementos são híbridos pois existem em conjunto no território, tudo é interligado.
A Amazônia é riquíssima e com muitas particularidades, essa representação é apenas um recorte de olhar e vivências que atravessam por aqui.
Identidade visual por @futurebrandsp

No meu processo de deslocamento, ao me apresentar sempre falava sobre o lugar onde nasci. E a resposta quase sempre vinha com perguntas curiosas ou confusões com outras regiões. “Onde fica o Amapá no mapa?”
Ao ser convidada para criar ilustrações sobre a Amazônia, retratei a Amazônia amapaense. Não somente a fauna e flora, mas sim com a rede de elementos que compõem nosso cotidiano. Busquei focar nos saberes populares, nas nossas raízes e manifestações culturais.
Os elementos são híbridos pois existem em conjunto no território, tudo é interligado.
A Amazônia é riquíssima e com muitas particularidades, essa representação é apenas um recorte de olhar e vivências que atravessam por aqui.
Identidade visual por @futurebrandsp

No meu processo de deslocamento, ao me apresentar sempre falava sobre o lugar onde nasci. E a resposta quase sempre vinha com perguntas curiosas ou confusões com outras regiões. “Onde fica o Amapá no mapa?”
Ao ser convidada para criar ilustrações sobre a Amazônia, retratei a Amazônia amapaense. Não somente a fauna e flora, mas sim com a rede de elementos que compõem nosso cotidiano. Busquei focar nos saberes populares, nas nossas raízes e manifestações culturais.
Os elementos são híbridos pois existem em conjunto no território, tudo é interligado.
A Amazônia é riquíssima e com muitas particularidades, essa representação é apenas um recorte de olhar e vivências que atravessam por aqui.
Identidade visual por @futurebrandsp

No meu processo de deslocamento, ao me apresentar sempre falava sobre o lugar onde nasci. E a resposta quase sempre vinha com perguntas curiosas ou confusões com outras regiões. “Onde fica o Amapá no mapa?”
Ao ser convidada para criar ilustrações sobre a Amazônia, retratei a Amazônia amapaense. Não somente a fauna e flora, mas sim com a rede de elementos que compõem nosso cotidiano. Busquei focar nos saberes populares, nas nossas raízes e manifestações culturais.
Os elementos são híbridos pois existem em conjunto no território, tudo é interligado.
A Amazônia é riquíssima e com muitas particularidades, essa representação é apenas um recorte de olhar e vivências que atravessam por aqui.
Identidade visual por @futurebrandsp

No meu processo de deslocamento, ao me apresentar sempre falava sobre o lugar onde nasci. E a resposta quase sempre vinha com perguntas curiosas ou confusões com outras regiões. “Onde fica o Amapá no mapa?”
Ao ser convidada para criar ilustrações sobre a Amazônia, retratei a Amazônia amapaense. Não somente a fauna e flora, mas sim com a rede de elementos que compõem nosso cotidiano. Busquei focar nos saberes populares, nas nossas raízes e manifestações culturais.
Os elementos são híbridos pois existem em conjunto no território, tudo é interligado.
A Amazônia é riquíssima e com muitas particularidades, essa representação é apenas um recorte de olhar e vivências que atravessam por aqui.
Identidade visual por @futurebrandsp

No meu processo de deslocamento, ao me apresentar sempre falava sobre o lugar onde nasci. E a resposta quase sempre vinha com perguntas curiosas ou confusões com outras regiões. “Onde fica o Amapá no mapa?”
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A Amazônia é riquíssima e com muitas particularidades, essa representação é apenas um recorte de olhar e vivências que atravessam por aqui.
Identidade visual por @futurebrandsp
No meu processo de deslocamento, ao me apresentar sempre falava sobre o lugar onde nasci. E a resposta quase sempre vinha com perguntas curiosas ou confusões com outras regiões. “Onde fica o Amapá no mapa?”
Ao ser convidada para criar ilustrações sobre a Amazônia, retratei a Amazônia amapaense. Não somente a fauna e flora, mas sim com a rede de elementos que compõem nosso cotidiano. Busquei focar nos saberes populares, nas nossas raízes e manifestações culturais.
Os elementos são híbridos pois existem em conjunto no território, tudo é interligado.
A Amazônia é riquíssima e com muitas particularidades, essa representação é apenas um recorte de olhar e vivências que atravessam por aqui.
Identidade visual por @futurebrandsp
No meu processo de deslocamento, ao me apresentar sempre falava sobre o lugar onde nasci. E a resposta quase sempre vinha com perguntas curiosas ou confusões com outras regiões. “Onde fica o Amapá no mapa?”
Ao ser convidada para criar ilustrações sobre a Amazônia, retratei a Amazônia amapaense. Não somente a fauna e flora, mas sim com a rede de elementos que compõem nosso cotidiano. Busquei focar nos saberes populares, nas nossas raízes e manifestações culturais.
Os elementos são híbridos pois existem em conjunto no território, tudo é interligado.
A Amazônia é riquíssima e com muitas particularidades, essa representação é apenas um recorte de olhar e vivências que atravessam por aqui.
Identidade visual por @futurebrandsp

Acordei pensando na influência do rio.
Em agosto do ano passado desenvolvi meu projeto de TCC com o apoio essencial e sensível do @mateusffeitosa. Meus temas centrais foram migração e território, quis trazer isso para dentro do design gráfico desenvolvendo uma Zine com histórias coletivas de migrantes nortistas que conheci na cidade de Goiânia.
Também fui muito inspirada pela festa @piranhao.gyn, que tem a DJ @gabimatomaiscedo (que traz a conexão Pará-Maranhão) como uma das organizadoras, e também entrevistada no projeto. Lá conheci @joey_matioly, de Tocantins e @rubictor que sempre iam com camisas costumizadas de frases/elementos do Norte e a gente teve que conversar!! kkkk
No dia da entrevista com eles também entrevistei o @willian_mathins, do Pará. Cada um me contava histórias muito carregadas de orgulho do lugar de onde vieram. E esse orgulho está em tudo, independente do lugar pra onde vão.
Meu irmão @loham.com.br não podia estar de fora desse bonde. Mesmo fazendo música no Goiás, toda a produção musical dele tem o molho amapaense, impossível não ter.
Também entrevistei Larissa, paraense que trabalha numa das váaarias lojas de produtos nortistas em Goiânia. Nesse projeto descobri mais ou menos 26 lugares que vendem farinha, peixe, açaí, tucupi e comidas típicas pra matar a saudade. Além disso rola até domingueira com bingo.
Trouxe na zine experiências e sensações que, mesmo individuais, são muito coletivas pra gente que migra. Saudade da comida, do clima, da natureza, dos amigos, da família. Experiências parecidas de migração por necessidade.
E a Piranhão é uma festa onde a galera se encontra, dança, festeja a cultura em comunidade.
E assim a gente vai pertencendo…

Acordei pensando na influência do rio.
Em agosto do ano passado desenvolvi meu projeto de TCC com o apoio essencial e sensível do @mateusffeitosa. Meus temas centrais foram migração e território, quis trazer isso para dentro do design gráfico desenvolvendo uma Zine com histórias coletivas de migrantes nortistas que conheci na cidade de Goiânia.
Também fui muito inspirada pela festa @piranhao.gyn, que tem a DJ @gabimatomaiscedo (que traz a conexão Pará-Maranhão) como uma das organizadoras, e também entrevistada no projeto. Lá conheci @joey_matioly, de Tocantins e @rubictor que sempre iam com camisas costumizadas de frases/elementos do Norte e a gente teve que conversar!! kkkk
No dia da entrevista com eles também entrevistei o @willian_mathins, do Pará. Cada um me contava histórias muito carregadas de orgulho do lugar de onde vieram. E esse orgulho está em tudo, independente do lugar pra onde vão.
Meu irmão @loham.com.br não podia estar de fora desse bonde. Mesmo fazendo música no Goiás, toda a produção musical dele tem o molho amapaense, impossível não ter.
Também entrevistei Larissa, paraense que trabalha numa das váaarias lojas de produtos nortistas em Goiânia. Nesse projeto descobri mais ou menos 26 lugares que vendem farinha, peixe, açaí, tucupi e comidas típicas pra matar a saudade. Além disso rola até domingueira com bingo.
Trouxe na zine experiências e sensações que, mesmo individuais, são muito coletivas pra gente que migra. Saudade da comida, do clima, da natureza, dos amigos, da família. Experiências parecidas de migração por necessidade.
E a Piranhão é uma festa onde a galera se encontra, dança, festeja a cultura em comunidade.
E assim a gente vai pertencendo…

Acordei pensando na influência do rio.
Em agosto do ano passado desenvolvi meu projeto de TCC com o apoio essencial e sensível do @mateusffeitosa. Meus temas centrais foram migração e território, quis trazer isso para dentro do design gráfico desenvolvendo uma Zine com histórias coletivas de migrantes nortistas que conheci na cidade de Goiânia.
Também fui muito inspirada pela festa @piranhao.gyn, que tem a DJ @gabimatomaiscedo (que traz a conexão Pará-Maranhão) como uma das organizadoras, e também entrevistada no projeto. Lá conheci @joey_matioly, de Tocantins e @rubictor que sempre iam com camisas costumizadas de frases/elementos do Norte e a gente teve que conversar!! kkkk
No dia da entrevista com eles também entrevistei o @willian_mathins, do Pará. Cada um me contava histórias muito carregadas de orgulho do lugar de onde vieram. E esse orgulho está em tudo, independente do lugar pra onde vão.
Meu irmão @loham.com.br não podia estar de fora desse bonde. Mesmo fazendo música no Goiás, toda a produção musical dele tem o molho amapaense, impossível não ter.
Também entrevistei Larissa, paraense que trabalha numa das váaarias lojas de produtos nortistas em Goiânia. Nesse projeto descobri mais ou menos 26 lugares que vendem farinha, peixe, açaí, tucupi e comidas típicas pra matar a saudade. Além disso rola até domingueira com bingo.
Trouxe na zine experiências e sensações que, mesmo individuais, são muito coletivas pra gente que migra. Saudade da comida, do clima, da natureza, dos amigos, da família. Experiências parecidas de migração por necessidade.
E a Piranhão é uma festa onde a galera se encontra, dança, festeja a cultura em comunidade.
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Em agosto do ano passado desenvolvi meu projeto de TCC com o apoio essencial e sensível do @mateusffeitosa. Meus temas centrais foram migração e território, quis trazer isso para dentro do design gráfico desenvolvendo uma Zine com histórias coletivas de migrantes nortistas que conheci na cidade de Goiânia.
Também fui muito inspirada pela festa @piranhao.gyn, que tem a DJ @gabimatomaiscedo (que traz a conexão Pará-Maranhão) como uma das organizadoras, e também entrevistada no projeto. Lá conheci @joey_matioly, de Tocantins e @rubictor que sempre iam com camisas costumizadas de frases/elementos do Norte e a gente teve que conversar!! kkkk
No dia da entrevista com eles também entrevistei o @willian_mathins, do Pará. Cada um me contava histórias muito carregadas de orgulho do lugar de onde vieram. E esse orgulho está em tudo, independente do lugar pra onde vão.
Meu irmão @loham.com.br não podia estar de fora desse bonde. Mesmo fazendo música no Goiás, toda a produção musical dele tem o molho amapaense, impossível não ter.
Também entrevistei Larissa, paraense que trabalha numa das váaarias lojas de produtos nortistas em Goiânia. Nesse projeto descobri mais ou menos 26 lugares que vendem farinha, peixe, açaí, tucupi e comidas típicas pra matar a saudade. Além disso rola até domingueira com bingo.
Trouxe na zine experiências e sensações que, mesmo individuais, são muito coletivas pra gente que migra. Saudade da comida, do clima, da natureza, dos amigos, da família. Experiências parecidas de migração por necessidade.
E a Piranhão é uma festa onde a galera se encontra, dança, festeja a cultura em comunidade.
E assim a gente vai pertencendo…

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Em agosto do ano passado desenvolvi meu projeto de TCC com o apoio essencial e sensível do @mateusffeitosa. Meus temas centrais foram migração e território, quis trazer isso para dentro do design gráfico desenvolvendo uma Zine com histórias coletivas de migrantes nortistas que conheci na cidade de Goiânia.
Também fui muito inspirada pela festa @piranhao.gyn, que tem a DJ @gabimatomaiscedo (que traz a conexão Pará-Maranhão) como uma das organizadoras, e também entrevistada no projeto. Lá conheci @joey_matioly, de Tocantins e @rubictor que sempre iam com camisas costumizadas de frases/elementos do Norte e a gente teve que conversar!! kkkk
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Trouxe na zine experiências e sensações que, mesmo individuais, são muito coletivas pra gente que migra. Saudade da comida, do clima, da natureza, dos amigos, da família. Experiências parecidas de migração por necessidade.
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Também entrevistei Larissa, paraense que trabalha numa das váaarias lojas de produtos nortistas em Goiânia. Nesse projeto descobri mais ou menos 26 lugares que vendem farinha, peixe, açaí, tucupi e comidas típicas pra matar a saudade. Além disso rola até domingueira com bingo.
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Também fui muito inspirada pela festa @piranhao.gyn, que tem a DJ @gabimatomaiscedo (que traz a conexão Pará-Maranhão) como uma das organizadoras, e também entrevistada no projeto. Lá conheci @joey_matioly, de Tocantins e @rubictor que sempre iam com camisas costumizadas de frases/elementos do Norte e a gente teve que conversar!! kkkk
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Trouxe na zine experiências e sensações que, mesmo individuais, são muito coletivas pra gente que migra. Saudade da comida, do clima, da natureza, dos amigos, da família. Experiências parecidas de migração por necessidade.
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E assim a gente vai pertencendo…
Não tô vivendo só de #tbt mas queria falar desse projeto feito em 2024 também. A missão pra ID visual do Brota na Base foi trazer elementos a partir de maquinárias do audiovisual. Depois de muito fritar nas ideias, uma “três tabelas” virou mesinha de bar, uma “girafa tubular” virou uma gangorra e também um dos postes da rua do lazer (aô goianos), uma “algema dupla” virou um binóculo e assim foi. Desde essa produção sigo viciada em juntar foto com ilustra!
Obrigada pela parceria e liberdade na criação, @kanku.musa, @larry.cine. Ahhh, e esses personagens ainda viraram lambes na @dafuq.filmes 😭💛
Não tô vivendo só de #tbt mas queria falar desse projeto feito em 2024 também. A missão pra ID visual do Brota na Base foi trazer elementos a partir de maquinárias do audiovisual. Depois de muito fritar nas ideias, uma “três tabelas” virou mesinha de bar, uma “girafa tubular” virou uma gangorra e também um dos postes da rua do lazer (aô goianos), uma “algema dupla” virou um binóculo e assim foi. Desde essa produção sigo viciada em juntar foto com ilustra!
Obrigada pela parceria e liberdade na criação, @kanku.musa, @larry.cine. Ahhh, e esses personagens ainda viraram lambes na @dafuq.filmes 😭💛

Não tô vivendo só de #tbt mas queria falar desse projeto feito em 2024 também. A missão pra ID visual do Brota na Base foi trazer elementos a partir de maquinárias do audiovisual. Depois de muito fritar nas ideias, uma “três tabelas” virou mesinha de bar, uma “girafa tubular” virou uma gangorra e também um dos postes da rua do lazer (aô goianos), uma “algema dupla” virou um binóculo e assim foi. Desde essa produção sigo viciada em juntar foto com ilustra!
Obrigada pela parceria e liberdade na criação, @kanku.musa, @larry.cine. Ahhh, e esses personagens ainda viraram lambes na @dafuq.filmes 😭💛
Não tô vivendo só de #tbt mas queria falar desse projeto feito em 2024 também. A missão pra ID visual do Brota na Base foi trazer elementos a partir de maquinárias do audiovisual. Depois de muito fritar nas ideias, uma “três tabelas” virou mesinha de bar, uma “girafa tubular” virou uma gangorra e também um dos postes da rua do lazer (aô goianos), uma “algema dupla” virou um binóculo e assim foi. Desde essa produção sigo viciada em juntar foto com ilustra!
Obrigada pela parceria e liberdade na criação, @kanku.musa, @larry.cine. Ahhh, e esses personagens ainda viraram lambes na @dafuq.filmes 😭💛
Não tô vivendo só de #tbt mas queria falar desse projeto feito em 2024 também. A missão pra ID visual do Brota na Base foi trazer elementos a partir de maquinárias do audiovisual. Depois de muito fritar nas ideias, uma “três tabelas” virou mesinha de bar, uma “girafa tubular” virou uma gangorra e também um dos postes da rua do lazer (aô goianos), uma “algema dupla” virou um binóculo e assim foi. Desde essa produção sigo viciada em juntar foto com ilustra!
Obrigada pela parceria e liberdade na criação, @kanku.musa, @larry.cine. Ahhh, e esses personagens ainda viraram lambes na @dafuq.filmes 😭💛
Não tô vivendo só de #tbt mas queria falar desse projeto feito em 2024 também. A missão pra ID visual do Brota na Base foi trazer elementos a partir de maquinárias do audiovisual. Depois de muito fritar nas ideias, uma “três tabelas” virou mesinha de bar, uma “girafa tubular” virou uma gangorra e também um dos postes da rua do lazer (aô goianos), uma “algema dupla” virou um binóculo e assim foi. Desde essa produção sigo viciada em juntar foto com ilustra!
Obrigada pela parceria e liberdade na criação, @kanku.musa, @larry.cine. Ahhh, e esses personagens ainda viraram lambes na @dafuq.filmes 😭💛
Em 2024 @loham.com.br e @conceicao_voz lançaram essa música bonita e fui convidada pra fazer a capa.
A feitura começou com uma colagem manual e foi finalizada no digital, beeem tropical, inspirada nas fotopinturas de casas brasileiras.
Ouçam barulhinho bom 💛

Em 2024 @loham.com.br e @conceicao_voz lançaram essa música bonita e fui convidada pra fazer a capa.
A feitura começou com uma colagem manual e foi finalizada no digital, beeem tropical, inspirada nas fotopinturas de casas brasileiras.
Ouçam barulhinho bom 💛

Um trabalho especial do ano passado: Ilustrações para a publicação “Amazônia de Boca a Boca”, do Instituto Arapyaú (@instituto_arapyau). Com o lindo projeto gráfico do estúdio Alles Blau @allesblau.studio, a publicação traz diversas expressões de sabores e saberes da Amazônia, com o objetivo de conectar comunidades, empreendedores, governos e empresas.
Para as colagens trouxemos cada universo dos ingredientes se expandindo como uma estampa, com seus símbolos e histórias que se mesclam e revelam a potência da região.
Feliz em ter contribuído com este projeto!

Um trabalho especial do ano passado: Ilustrações para a publicação “Amazônia de Boca a Boca”, do Instituto Arapyaú (@instituto_arapyau). Com o lindo projeto gráfico do estúdio Alles Blau @allesblau.studio, a publicação traz diversas expressões de sabores e saberes da Amazônia, com o objetivo de conectar comunidades, empreendedores, governos e empresas.
Para as colagens trouxemos cada universo dos ingredientes se expandindo como uma estampa, com seus símbolos e histórias que se mesclam e revelam a potência da região.
Feliz em ter contribuído com este projeto!

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Para as colagens trouxemos cada universo dos ingredientes se expandindo como uma estampa, com seus símbolos e histórias que se mesclam e revelam a potência da região.
Feliz em ter contribuído com este projeto!

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Feliz em ter contribuído com este projeto!

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