Instituto Arapyaú
Instituição filantrópica fomentadora e articuladora de redes que atuam pelo desenvolvimento sustentável.

A construção de um legado é um processo contínuo que, aqui no Arapyaú, é feito com articulação, diálogo e fortalecimento de agendas estratégicas para o desenvolvimento justo e de baixo carbono no país.
Em 2026, avançaremos em iniciativas que ajudam a conectar desenvolvimento, natureza e clima.
Na agenda de florestas, nosso trabalho se volta para ampliar o reconhecimento do capital natural como ativo econômico, promovendo um ambiente institucional que permita o avanço da restauração florestal no Brasil.
Essa agenda ganha força após a elaboração do estudo ‘O protagonismo das florestas brasileiras na agenda climática global’, desenvolvido a pedido da presidência da COP30 em parceria com @amazonia.2030, @itausaholding, @ibasustentavel @coalizaobrasil, @imazonoficial, @concertacaoamazonia e @cebdsbr.
Também seguimos apoiando iniciativas que aproximam produção sustentável e desenvolvimento territorial, como o movimento Cacau Brasileiro – Gente, Floresta e Cultura.
Esse movimento foi criado a fim de fortalecer a presença do cacau nacional sustentável em mercados externos e valorizar toda a cadeia produtiva — de territórios inteiros a cada pessoa que movimenta esse setor —, contribuindo para a conservação florestal e para a herança cultural ligada ao fruto.
Sabemos que transformações estruturais demandam tempo e trabalho coordenado entre diferentes atores. Há quase duas décadas, atuamos na articulação de redes e na colaboração em escala para promover as transformações sistêmicas que o país exige.
O trabalho da filantropia é um exercício diário de cocriação para garantir que as ações de hoje se tornem a base de um futuro mais justo e inclusivo para as próximas gerações.
🔗 Nos siga em todos os canais para acompanhar essa jornada. Links na bio.
#InstitutoArapyaú #Arapyaú #Filantropia #DesenvolvimentoSustentável

A construção de um legado é um processo contínuo que, aqui no Arapyaú, é feito com articulação, diálogo e fortalecimento de agendas estratégicas para o desenvolvimento justo e de baixo carbono no país.
Em 2026, avançaremos em iniciativas que ajudam a conectar desenvolvimento, natureza e clima.
Na agenda de florestas, nosso trabalho se volta para ampliar o reconhecimento do capital natural como ativo econômico, promovendo um ambiente institucional que permita o avanço da restauração florestal no Brasil.
Essa agenda ganha força após a elaboração do estudo ‘O protagonismo das florestas brasileiras na agenda climática global’, desenvolvido a pedido da presidência da COP30 em parceria com @amazonia.2030, @itausaholding, @ibasustentavel @coalizaobrasil, @imazonoficial, @concertacaoamazonia e @cebdsbr.
Também seguimos apoiando iniciativas que aproximam produção sustentável e desenvolvimento territorial, como o movimento Cacau Brasileiro – Gente, Floresta e Cultura.
Esse movimento foi criado a fim de fortalecer a presença do cacau nacional sustentável em mercados externos e valorizar toda a cadeia produtiva — de territórios inteiros a cada pessoa que movimenta esse setor —, contribuindo para a conservação florestal e para a herança cultural ligada ao fruto.
Sabemos que transformações estruturais demandam tempo e trabalho coordenado entre diferentes atores. Há quase duas décadas, atuamos na articulação de redes e na colaboração em escala para promover as transformações sistêmicas que o país exige.
O trabalho da filantropia é um exercício diário de cocriação para garantir que as ações de hoje se tornem a base de um futuro mais justo e inclusivo para as próximas gerações.
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#InstitutoArapyaú #Arapyaú #Filantropia #DesenvolvimentoSustentável

A construção de um legado é um processo contínuo que, aqui no Arapyaú, é feito com articulação, diálogo e fortalecimento de agendas estratégicas para o desenvolvimento justo e de baixo carbono no país.
Em 2026, avançaremos em iniciativas que ajudam a conectar desenvolvimento, natureza e clima.
Na agenda de florestas, nosso trabalho se volta para ampliar o reconhecimento do capital natural como ativo econômico, promovendo um ambiente institucional que permita o avanço da restauração florestal no Brasil.
Essa agenda ganha força após a elaboração do estudo ‘O protagonismo das florestas brasileiras na agenda climática global’, desenvolvido a pedido da presidência da COP30 em parceria com @amazonia.2030, @itausaholding, @ibasustentavel @coalizaobrasil, @imazonoficial, @concertacaoamazonia e @cebdsbr.
Também seguimos apoiando iniciativas que aproximam produção sustentável e desenvolvimento territorial, como o movimento Cacau Brasileiro – Gente, Floresta e Cultura.
Esse movimento foi criado a fim de fortalecer a presença do cacau nacional sustentável em mercados externos e valorizar toda a cadeia produtiva — de territórios inteiros a cada pessoa que movimenta esse setor —, contribuindo para a conservação florestal e para a herança cultural ligada ao fruto.
Sabemos que transformações estruturais demandam tempo e trabalho coordenado entre diferentes atores. Há quase duas décadas, atuamos na articulação de redes e na colaboração em escala para promover as transformações sistêmicas que o país exige.
O trabalho da filantropia é um exercício diário de cocriação para garantir que as ações de hoje se tornem a base de um futuro mais justo e inclusivo para as próximas gerações.
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#InstitutoArapyaú #Arapyaú #Filantropia #DesenvolvimentoSustentável

A construção de um legado é um processo contínuo que, aqui no Arapyaú, é feito com articulação, diálogo e fortalecimento de agendas estratégicas para o desenvolvimento justo e de baixo carbono no país.
Em 2026, avançaremos em iniciativas que ajudam a conectar desenvolvimento, natureza e clima.
Na agenda de florestas, nosso trabalho se volta para ampliar o reconhecimento do capital natural como ativo econômico, promovendo um ambiente institucional que permita o avanço da restauração florestal no Brasil.
Essa agenda ganha força após a elaboração do estudo ‘O protagonismo das florestas brasileiras na agenda climática global’, desenvolvido a pedido da presidência da COP30 em parceria com @amazonia.2030, @itausaholding, @ibasustentavel @coalizaobrasil, @imazonoficial, @concertacaoamazonia e @cebdsbr.
Também seguimos apoiando iniciativas que aproximam produção sustentável e desenvolvimento territorial, como o movimento Cacau Brasileiro – Gente, Floresta e Cultura.
Esse movimento foi criado a fim de fortalecer a presença do cacau nacional sustentável em mercados externos e valorizar toda a cadeia produtiva — de territórios inteiros a cada pessoa que movimenta esse setor —, contribuindo para a conservação florestal e para a herança cultural ligada ao fruto.
Sabemos que transformações estruturais demandam tempo e trabalho coordenado entre diferentes atores. Há quase duas décadas, atuamos na articulação de redes e na colaboração em escala para promover as transformações sistêmicas que o país exige.
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Em 2026, avançaremos em iniciativas que ajudam a conectar desenvolvimento, natureza e clima.
Na agenda de florestas, nosso trabalho se volta para ampliar o reconhecimento do capital natural como ativo econômico, promovendo um ambiente institucional que permita o avanço da restauração florestal no Brasil.
Essa agenda ganha força após a elaboração do estudo ‘O protagonismo das florestas brasileiras na agenda climática global’, desenvolvido a pedido da presidência da COP30 em parceria com @amazonia.2030, @itausaholding, @ibasustentavel @coalizaobrasil, @imazonoficial, @concertacaoamazonia e @cebdsbr.
Também seguimos apoiando iniciativas que aproximam produção sustentável e desenvolvimento territorial, como o movimento Cacau Brasileiro – Gente, Floresta e Cultura.
Esse movimento foi criado a fim de fortalecer a presença do cacau nacional sustentável em mercados externos e valorizar toda a cadeia produtiva — de territórios inteiros a cada pessoa que movimenta esse setor —, contribuindo para a conservação florestal e para a herança cultural ligada ao fruto.
Sabemos que transformações estruturais demandam tempo e trabalho coordenado entre diferentes atores. Há quase duas décadas, atuamos na articulação de redes e na colaboração em escala para promover as transformações sistêmicas que o país exige.
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Em 2026, avançaremos em iniciativas que ajudam a conectar desenvolvimento, natureza e clima.
Na agenda de florestas, nosso trabalho se volta para ampliar o reconhecimento do capital natural como ativo econômico, promovendo um ambiente institucional que permita o avanço da restauração florestal no Brasil.
Essa agenda ganha força após a elaboração do estudo ‘O protagonismo das florestas brasileiras na agenda climática global’, desenvolvido a pedido da presidência da COP30 em parceria com @amazonia.2030, @itausaholding, @ibasustentavel @coalizaobrasil, @imazonoficial, @concertacaoamazonia e @cebdsbr.
Também seguimos apoiando iniciativas que aproximam produção sustentável e desenvolvimento territorial, como o movimento Cacau Brasileiro – Gente, Floresta e Cultura.
Esse movimento foi criado a fim de fortalecer a presença do cacau nacional sustentável em mercados externos e valorizar toda a cadeia produtiva — de territórios inteiros a cada pessoa que movimenta esse setor —, contribuindo para a conservação florestal e para a herança cultural ligada ao fruto.
Sabemos que transformações estruturais demandam tempo e trabalho coordenado entre diferentes atores. Há quase duas décadas, atuamos na articulação de redes e na colaboração em escala para promover as transformações sistêmicas que o país exige.
O trabalho da filantropia é um exercício diário de cocriação para garantir que as ações de hoje se tornem a base de um futuro mais justo e inclusivo para as próximas gerações.
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#InstitutoArapyaú #Arapyaú #Filantropia #DesenvolvimentoSustentável

A construção de um legado é um processo contínuo que, aqui no Arapyaú, é feito com articulação, diálogo e fortalecimento de agendas estratégicas para o desenvolvimento justo e de baixo carbono no país.
Em 2026, avançaremos em iniciativas que ajudam a conectar desenvolvimento, natureza e clima.
Na agenda de florestas, nosso trabalho se volta para ampliar o reconhecimento do capital natural como ativo econômico, promovendo um ambiente institucional que permita o avanço da restauração florestal no Brasil.
Essa agenda ganha força após a elaboração do estudo ‘O protagonismo das florestas brasileiras na agenda climática global’, desenvolvido a pedido da presidência da COP30 em parceria com @amazonia.2030, @itausaholding, @ibasustentavel @coalizaobrasil, @imazonoficial, @concertacaoamazonia e @cebdsbr.
Também seguimos apoiando iniciativas que aproximam produção sustentável e desenvolvimento territorial, como o movimento Cacau Brasileiro – Gente, Floresta e Cultura.
Esse movimento foi criado a fim de fortalecer a presença do cacau nacional sustentável em mercados externos e valorizar toda a cadeia produtiva — de territórios inteiros a cada pessoa que movimenta esse setor —, contribuindo para a conservação florestal e para a herança cultural ligada ao fruto.
Sabemos que transformações estruturais demandam tempo e trabalho coordenado entre diferentes atores. Há quase duas décadas, atuamos na articulação de redes e na colaboração em escala para promover as transformações sistêmicas que o país exige.
O trabalho da filantropia é um exercício diário de cocriação para garantir que as ações de hoje se tornem a base de um futuro mais justo e inclusivo para as próximas gerações.
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#InstitutoArapyaú #Arapyaú #Filantropia #DesenvolvimentoSustentável

Entre o planejamento e a execução, há uma ponte fundamental a ser atravessada - e é precisamente essa conexão que o Arapyaú se esforça para ser.
O instituto ajuda a promover soluções inovadoras e escaláveis ao unir diversos elos que têm um objetivo em comum: o futuro sustentável. 🌱
#Arapyaú #InstitutoArapyaú #DesenvolvimentoSustentável #Filantropia #Amazônia SulDaBahia

Entre o planejamento e a execução, há uma ponte fundamental a ser atravessada - e é precisamente essa conexão que o Arapyaú se esforça para ser.
O instituto ajuda a promover soluções inovadoras e escaláveis ao unir diversos elos que têm um objetivo em comum: o futuro sustentável. 🌱
#Arapyaú #InstitutoArapyaú #DesenvolvimentoSustentável #Filantropia #Amazônia SulDaBahia

Entre o planejamento e a execução, há uma ponte fundamental a ser atravessada - e é precisamente essa conexão que o Arapyaú se esforça para ser.
O instituto ajuda a promover soluções inovadoras e escaláveis ao unir diversos elos que têm um objetivo em comum: o futuro sustentável. 🌱
#Arapyaú #InstitutoArapyaú #DesenvolvimentoSustentável #Filantropia #Amazônia SulDaBahia

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O instituto ajuda a promover soluções inovadoras e escaláveis ao unir diversos elos que têm um objetivo em comum: o futuro sustentável. 🌱
#Arapyaú #InstitutoArapyaú #DesenvolvimentoSustentável #Filantropia #Amazônia SulDaBahia

Nos dias 2 e 3 de junho, o Rio de Janeiro recebe o III Fórum de Finanças Climáticas e de Natureza (FFCN), evento âncora da @rionatureandclimateweek. Realizado em cooperação com a Presidência da COP30, o encontro reunirá lideranças de diferentes partes do mundo para debater os caminhos de implementação dos compromissos climáticos.
Além de coorganizador do fórum, ao lado de @aya.instituto, @climaesociedade, @igarape_org, @itausaholding, @opensocietyfoundations e @concertacaoamazonia, o Arapyaú participará de painéis e de mesas redondas durante o evento.
Confira a agenda:
🗓️ 2 DE JUNHO (terça-feira): 09h45 às 10h30 | Painel: “Reduzindo e eliminando o desmatamento e a degradação florestal até 2030: desafios e oportunidades”. @repiazzon, CEO do Arapyaú, participa deste debate moderado por @ilonadecarvalho, para discutir como restauração florestal e bioeconomia podem se consolidar como oportunidades de investimento por meio de mecanismos de blended finance e arquiteturas financeiras inovadoras.
🗓️ 3 DE JUNHO (quarta-feira): 09h15 às 11h00 | Sessão privada: “Transformando a agricultura e os sistemas alimentares”. Uma mesa redonda sobre investimentos em agricultura regenerativa e caminhos para mobilizar capital rumo a práticas que integram adaptação climática, segurança alimentar, rastreabilidade e inclusão de produtores de pequenas propriedades e agricultores familiares ao desenvolvimento e à economia sustentável.
O FFCN é um espaço fundamental de articulação para conectar capital público, privado e filantrópico a projetos de alto impacto climático e territorial no Brasil.
As inscrições e o credenciamento de imprensa já estão abertos. Saiba maispelo link da bio.
#InstitutoArapyaú #Filantropia #FFCN2026 #RioNatureAndClimateWeek #COP30

Programe-se! O III Fórum Brasileiro de Finanças Climáticas e de Natureza acontece nos dias 2 e 3 de junho, no Rio de Janeiro, como evento âncora da @rionatureandclimateweek e em cooperação oficial com a Presidência da COP30.
Em um momento decisivo entre a COP30, em Belém, e a COP31, em Antalya, o Fórum reúne lideranças nacionais e internacionais de governos, bancos de desenvolvimento, setor financeiro, empresas, sociedade civil e organismos multilaterais para discutir o papel do sistema financeiro global como catalisador de um desenvolvimento alinhado à agenda climática e à natureza.
Além dos painéis, a programação avança para roundtables temáticas relacionadas aos seis pilares da Agenda de Ação das COPs: energia, indústria e transporte; florestas, oceanos e biodiversidade; agricultura e sistemas alimentares; cidades, infraestrutura, água e economia circular; desenvolvimento humano e social; e habilitadores da transição, incluindo finanças, tecnologia e capacitação.
Saiba mais pelo link na bio!
Realização: Instituto Arapyaú | @aya.instituto | @climaesociedade | @igarape_org | @itausaholding | @opensocietyfoundations | @concertacaoamazonia
#ForumBrasileiroDeFinancasClimaticas #RioNatureAndClimateWeek #COP30 #FinançasClimaticas

Voltar da China sem reflexões profundas sobre o futuro do Brasil parece impossível. Depois de duas semanas de imersão em experiências de tecnologia, filantropia e negócios, desembarquei com uma convicção ainda mais forte: a próxima fronteira da agricultura global já começou a ser desenhada — e ela será definida pela integração entre inteligência artificial, ciência, produção agrícola e transição verde.
Na minha nova coluna para o @estadao, reflito sobre um ponto central: como transformar a revolução tecnológica em curso na China em vantagem econômica, social e climática para o Brasil — sem deixar os pequenos produtores para trás.

Voltar da China sem reflexões profundas sobre o futuro do Brasil parece impossível. Depois de duas semanas de imersão em experiências de tecnologia, filantropia e negócios, desembarquei com uma convicção ainda mais forte: a próxima fronteira da agricultura global já começou a ser desenhada — e ela será definida pela integração entre inteligência artificial, ciência, produção agrícola e transição verde.
Na minha nova coluna para o @estadao, reflito sobre um ponto central: como transformar a revolução tecnológica em curso na China em vantagem econômica, social e climática para o Brasil — sem deixar os pequenos produtores para trás.

Voltar da China sem reflexões profundas sobre o futuro do Brasil parece impossível. Depois de duas semanas de imersão em experiências de tecnologia, filantropia e negócios, desembarquei com uma convicção ainda mais forte: a próxima fronteira da agricultura global já começou a ser desenhada — e ela será definida pela integração entre inteligência artificial, ciência, produção agrícola e transição verde.
Na minha nova coluna para o @estadao, reflito sobre um ponto central: como transformar a revolução tecnológica em curso na China em vantagem econômica, social e climática para o Brasil — sem deixar os pequenos produtores para trás.

Voltar da China sem reflexões profundas sobre o futuro do Brasil parece impossível. Depois de duas semanas de imersão em experiências de tecnologia, filantropia e negócios, desembarquei com uma convicção ainda mais forte: a próxima fronteira da agricultura global já começou a ser desenhada — e ela será definida pela integração entre inteligência artificial, ciência, produção agrícola e transição verde.
Na minha nova coluna para o @estadao, reflito sobre um ponto central: como transformar a revolução tecnológica em curso na China em vantagem econômica, social e climática para o Brasil — sem deixar os pequenos produtores para trás.

Voltar da China sem reflexões profundas sobre o futuro do Brasil parece impossível. Depois de duas semanas de imersão em experiências de tecnologia, filantropia e negócios, desembarquei com uma convicção ainda mais forte: a próxima fronteira da agricultura global já começou a ser desenhada — e ela será definida pela integração entre inteligência artificial, ciência, produção agrícola e transição verde.
Na minha nova coluna para o @estadao, reflito sobre um ponto central: como transformar a revolução tecnológica em curso na China em vantagem econômica, social e climática para o Brasil — sem deixar os pequenos produtores para trás.

Voltar da China sem reflexões profundas sobre o futuro do Brasil parece impossível. Depois de duas semanas de imersão em experiências de tecnologia, filantropia e negócios, desembarquei com uma convicção ainda mais forte: a próxima fronteira da agricultura global já começou a ser desenhada — e ela será definida pela integração entre inteligência artificial, ciência, produção agrícola e transição verde.
Na minha nova coluna para o @estadao, reflito sobre um ponto central: como transformar a revolução tecnológica em curso na China em vantagem econômica, social e climática para o Brasil — sem deixar os pequenos produtores para trás.

Há uma convergência simbólica entre política e natureza.
O filósofo Marcos Nobre argumenta que já não faz sentido disputar eleições prometendo a volta aos arranjos do passado, uma vez que as condições que os sustentavam desapareceram. O mesmo vale para a restauração ecológica. Não existe mais um estado anterior claro a ser recuperado.
Na prática, isso significa que restaurar deixou de ser uma questão apenas técnica para ser também política. Diferentes visões de futuro disputam o que conta como natureza a ser reconstituída — e para quem.
Assim, o critério de sucesso muda: não se trata mais de reproduzir uma semelhança com o passado, mas de manter ecossistemas capazes de continuar funcionando em um mundo em transformação.
Leia a coluna completa de @liviampagotto para o @poder360no link da bio.
#InstitutoArapyaú #Arapyaú #Sustentabilidade #Filantropia #RestauraçãoFlorestal

Há uma convergência simbólica entre política e natureza.
O filósofo Marcos Nobre argumenta que já não faz sentido disputar eleições prometendo a volta aos arranjos do passado, uma vez que as condições que os sustentavam desapareceram. O mesmo vale para a restauração ecológica. Não existe mais um estado anterior claro a ser recuperado.
Na prática, isso significa que restaurar deixou de ser uma questão apenas técnica para ser também política. Diferentes visões de futuro disputam o que conta como natureza a ser reconstituída — e para quem.
Assim, o critério de sucesso muda: não se trata mais de reproduzir uma semelhança com o passado, mas de manter ecossistemas capazes de continuar funcionando em um mundo em transformação.
Leia a coluna completa de @liviampagotto para o @poder360no link da bio.
#InstitutoArapyaú #Arapyaú #Sustentabilidade #Filantropia #RestauraçãoFlorestal

Há uma convergência simbólica entre política e natureza.
O filósofo Marcos Nobre argumenta que já não faz sentido disputar eleições prometendo a volta aos arranjos do passado, uma vez que as condições que os sustentavam desapareceram. O mesmo vale para a restauração ecológica. Não existe mais um estado anterior claro a ser recuperado.
Na prática, isso significa que restaurar deixou de ser uma questão apenas técnica para ser também política. Diferentes visões de futuro disputam o que conta como natureza a ser reconstituída — e para quem.
Assim, o critério de sucesso muda: não se trata mais de reproduzir uma semelhança com o passado, mas de manter ecossistemas capazes de continuar funcionando em um mundo em transformação.
Leia a coluna completa de @liviampagotto para o @poder360no link da bio.
#InstitutoArapyaú #Arapyaú #Sustentabilidade #Filantropia #RestauraçãoFlorestal

Há uma convergência simbólica entre política e natureza.
O filósofo Marcos Nobre argumenta que já não faz sentido disputar eleições prometendo a volta aos arranjos do passado, uma vez que as condições que os sustentavam desapareceram. O mesmo vale para a restauração ecológica. Não existe mais um estado anterior claro a ser recuperado.
Na prática, isso significa que restaurar deixou de ser uma questão apenas técnica para ser também política. Diferentes visões de futuro disputam o que conta como natureza a ser reconstituída — e para quem.
Assim, o critério de sucesso muda: não se trata mais de reproduzir uma semelhança com o passado, mas de manter ecossistemas capazes de continuar funcionando em um mundo em transformação.
Leia a coluna completa de @liviampagotto para o @poder360no link da bio.
#InstitutoArapyaú #Arapyaú #Sustentabilidade #Filantropia #RestauraçãoFlorestal

Em nova coluna no @estadao, @robertoswaack e @karinalitvack analisam como a governança corporativa deve evoluir para enfrentar a complexidade climática, geopolítica e tecnológica.
O artigo destaca que os conselhos e líderes empresariais não podem mais se apoiar em planos rígidos, apenas. A resiliência das organizações depende da capacidade de migrar de uma postura reativa para uma atuação exploratória, pautada por princípios e pela diversidade de visões de mundo.
🔗 Acesse o link da bio e leia o texto na íntegra.
#InstitutoArapyaú #ESG #DesenvolvimentoSustentável #Governança #Clima

Em nova coluna no @estadao, @robertoswaack e @karinalitvack analisam como a governança corporativa deve evoluir para enfrentar a complexidade climática, geopolítica e tecnológica.
O artigo destaca que os conselhos e líderes empresariais não podem mais se apoiar em planos rígidos, apenas. A resiliência das organizações depende da capacidade de migrar de uma postura reativa para uma atuação exploratória, pautada por princípios e pela diversidade de visões de mundo.
🔗 Acesse o link da bio e leia o texto na íntegra.
#InstitutoArapyaú #ESG #DesenvolvimentoSustentável #Governança #Clima

Em nova coluna no @estadao, @robertoswaack e @karinalitvack analisam como a governança corporativa deve evoluir para enfrentar a complexidade climática, geopolítica e tecnológica.
O artigo destaca que os conselhos e líderes empresariais não podem mais se apoiar em planos rígidos, apenas. A resiliência das organizações depende da capacidade de migrar de uma postura reativa para uma atuação exploratória, pautada por princípios e pela diversidade de visões de mundo.
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Em nova coluna no @estadao, @robertoswaack e @karinalitvack analisam como a governança corporativa deve evoluir para enfrentar a complexidade climática, geopolítica e tecnológica.
O artigo destaca que os conselhos e líderes empresariais não podem mais se apoiar em planos rígidos, apenas. A resiliência das organizações depende da capacidade de migrar de uma postura reativa para uma atuação exploratória, pautada por princípios e pela diversidade de visões de mundo.
🔗 Acesse o link da bio e leia o texto na íntegra.
#InstitutoArapyaú #ESG #DesenvolvimentoSustentável #Governança #Clima

Em nova coluna no @estadao, @robertoswaack e @karinalitvack analisam como a governança corporativa deve evoluir para enfrentar a complexidade climática, geopolítica e tecnológica.
O artigo destaca que os conselhos e líderes empresariais não podem mais se apoiar em planos rígidos, apenas. A resiliência das organizações depende da capacidade de migrar de uma postura reativa para uma atuação exploratória, pautada por princípios e pela diversidade de visões de mundo.
🔗 Acesse o link da bio e leia o texto na íntegra.
#InstitutoArapyaú #ESG #DesenvolvimentoSustentável #Governança #Clima
Na última quinta-feira (29/04) em Ilhéus, diversas entidades e lideranças regionais firmaram um compromisso para a Fase 2 do Programa Cacau+, iniciativa liderada pelo CIAPRA, com foco no fortalecimento da cacauicultura familiar por meio da assistência técnica, sustentabilidade e modernização tecnológica, que deve iniciar em 2026. Entre elas estavam o Governo da Bahia, representado por Jeandro Ribeiro (CAR-BA) e Lanns Almeida (Bahiater), as prefeituras do Consórcio Intermunicipal do Baixo Sul (CIAPRA), e representantes de entidades cofinanciadoras do programa, como o CocoaAction Brasil e o Arapyaú.
O objetivo da nova etapa é expandir o impacto da Fase 1 do programa Cacau+, que já beneficiou 2.400 produtores familiares na Bahia, cujos resultados indicam saltos de produtividade média de 328 quilos/hectare em 2021 para 600 kg/ha em 2025, em diferentes sistemas produtivos, com aumentos expressivos de renda.
Os impactos do programa até 2025 reforçam a importância da atuação colaborativa entre setor público e organizações parceiras para escalar impactos no campo, no cacau.
#CocoaActionBrasil #CacauMais #AgriculturaFamiliar #Sustentabilidade
Este trecho em vídeo é parte do filme ‘A Queda do Céu’, dirigido por @erykaruacrocha e @gabrielacarneirodacunha. A frase, por sua vez, pertence ao livro homônimo escrito pelo xamã yanomami Davi Kopenawa, em parceria com o antropólogo Bruce Albert.
A obra acaba de ser eleita o melhor livro brasileiro de não ficção do século 21, indicado por 23 dos 100 membros de um júri organizado pela @folhadespaulo. A curadoria reuniu desde intelectuais influentes e imortais da Academia Brasileira de Letras (ABL) até jovens autores de destaque.
Como apoiadores dessas realizações, acompanhamos com orgulho o alcance das obras, que levam a perspectiva dos yanomami, povo indígena originário, a novos patamares de reconhecimento nacional e internacional.
O teaser completo está no perfil da @aruacfilmes e o livro é da @companhiadasletras.
#InstitutoArapyaú #Arapyaú #AQuedaDoCéu #Filantropia

O Instituto Arapyaú nasceu no sul da Bahia, na Mata Atlântica — e é dali que vem uma convicção simples: restaurar florestas é investir no futuro do Brasil. 🌿
Mesmo com só 24% da sua cobertura original preservada, a Mata Atlântica guarda uma enorme oportunidade. Já concentra 64% da restauração no país e mostra, na prática, que é possível gerar renda, proteger a natureza e fortalecer o clima ao mesmo tempo.
No sul da Bahia, os sistemas agroflorestais de cacau provam isso todos os dias. É esse tipo de solução que precisa ganhar escala.
Florestas não são custo. São ativos — e podem ajudar a construir um novo modelo de desenvolvimento para o Brasil.

O Instituto Arapyaú nasceu no sul da Bahia, na Mata Atlântica — e é dali que vem uma convicção simples: restaurar florestas é investir no futuro do Brasil. 🌿
Mesmo com só 24% da sua cobertura original preservada, a Mata Atlântica guarda uma enorme oportunidade. Já concentra 64% da restauração no país e mostra, na prática, que é possível gerar renda, proteger a natureza e fortalecer o clima ao mesmo tempo.
No sul da Bahia, os sistemas agroflorestais de cacau provam isso todos os dias. É esse tipo de solução que precisa ganhar escala.
Florestas não são custo. São ativos — e podem ajudar a construir um novo modelo de desenvolvimento para o Brasil.

O Instituto Arapyaú nasceu no sul da Bahia, na Mata Atlântica — e é dali que vem uma convicção simples: restaurar florestas é investir no futuro do Brasil. 🌿
Mesmo com só 24% da sua cobertura original preservada, a Mata Atlântica guarda uma enorme oportunidade. Já concentra 64% da restauração no país e mostra, na prática, que é possível gerar renda, proteger a natureza e fortalecer o clima ao mesmo tempo.
No sul da Bahia, os sistemas agroflorestais de cacau provam isso todos os dias. É esse tipo de solução que precisa ganhar escala.
Florestas não são custo. São ativos — e podem ajudar a construir um novo modelo de desenvolvimento para o Brasil.

O Instituto Arapyaú nasceu no sul da Bahia, na Mata Atlântica — e é dali que vem uma convicção simples: restaurar florestas é investir no futuro do Brasil. 🌿
Mesmo com só 24% da sua cobertura original preservada, a Mata Atlântica guarda uma enorme oportunidade. Já concentra 64% da restauração no país e mostra, na prática, que é possível gerar renda, proteger a natureza e fortalecer o clima ao mesmo tempo.
No sul da Bahia, os sistemas agroflorestais de cacau provam isso todos os dias. É esse tipo de solução que precisa ganhar escala.
Florestas não são custo. São ativos — e podem ajudar a construir um novo modelo de desenvolvimento para o Brasil.

O Instituto Arapyaú nasceu no sul da Bahia, na Mata Atlântica — e é dali que vem uma convicção simples: restaurar florestas é investir no futuro do Brasil. 🌿
Mesmo com só 24% da sua cobertura original preservada, a Mata Atlântica guarda uma enorme oportunidade. Já concentra 64% da restauração no país e mostra, na prática, que é possível gerar renda, proteger a natureza e fortalecer o clima ao mesmo tempo.
No sul da Bahia, os sistemas agroflorestais de cacau provam isso todos os dias. É esse tipo de solução que precisa ganhar escala.
Florestas não são custo. São ativos — e podem ajudar a construir um novo modelo de desenvolvimento para o Brasil.

O Instituto Arapyaú nasceu no sul da Bahia, na Mata Atlântica — e é dali que vem uma convicção simples: restaurar florestas é investir no futuro do Brasil. 🌿
Mesmo com só 24% da sua cobertura original preservada, a Mata Atlântica guarda uma enorme oportunidade. Já concentra 64% da restauração no país e mostra, na prática, que é possível gerar renda, proteger a natureza e fortalecer o clima ao mesmo tempo.
No sul da Bahia, os sistemas agroflorestais de cacau provam isso todos os dias. É esse tipo de solução que precisa ganhar escala.
Florestas não são custo. São ativos — e podem ajudar a construir um novo modelo de desenvolvimento para o Brasil.

Hoje celebramos o Dia da Terra, o planeta que nos abriga e que existe há aproximadamente 4,54 bilhões de anos.
Apesar de sua resiliência, a Terra possui limites para a habitabilidade humana, e muitos deles já estão sendo ultrapassados.
Estudos do Instituto Potsdam para Pesquisa sobre o Impacto Climático (PIK), liderado por Johan Rockström, revelam que 7 dos 9 limites planetários, como as mudanças climáticas e o uso de recursos hídricos, já atingiram níveis críticos.
Esta data nos lembra que é hora de transformar conscientização em mobilização e fazer do cuidado com o planeta uma prática diária, equilibrando o tripé entre vida, natureza e pessoas para garantir nossa segurança e bem-estar.
O Brasil tem uma capacidade gigantesca de liderar soluções reais para mitigar alguns dos maiores desafios do planeta.
Conheça a iniciativa do Pavilhão de Ciências Planetárias, que reuniu mais de 15 organizações para impulsionar a incorporação das ciências planetárias nas negociações climáticas da COP30.
Link na bio
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Today we celebrate Earth Day, the planet that shelters us and that has existed for approximately 4.54 billion years.
Despite its resilience, Earth has limits for human habitability, and many of them are already being exceeded.
Studies from the Potsdam Institute for Climate Impact Research (PIK), led by Johan Rockström, reveal that 7 out of the 9 planetary boundaries, such as climate change and freshwater use, have already reached critical levels.
This day reminds us that it is time to turn awareness into action and make care for the planet a daily practice, balancing the tripod of life, nature, and people to ensure our safety and well-being.
Brazil has a tremendous capacity to lead real solutions to mitigate some of the planet’s greatest challenges.
Learn about the Planetary Sciences Pavilion initiative, which brought together more than 15 organizations to promote the inclusion of planetary sciences in climate negotiations at COP30.
#planetarysciencespavilion #cop30 #planetaryguardians #arapyau

Hoje celebramos o Dia da Terra, o planeta que nos abriga e que existe há aproximadamente 4,54 bilhões de anos.
Apesar de sua resiliência, a Terra possui limites para a habitabilidade humana, e muitos deles já estão sendo ultrapassados.
Estudos do Instituto Potsdam para Pesquisa sobre o Impacto Climático (PIK), liderado por Johan Rockström, revelam que 7 dos 9 limites planetários, como as mudanças climáticas e o uso de recursos hídricos, já atingiram níveis críticos.
Esta data nos lembra que é hora de transformar conscientização em mobilização e fazer do cuidado com o planeta uma prática diária, equilibrando o tripé entre vida, natureza e pessoas para garantir nossa segurança e bem-estar.
O Brasil tem uma capacidade gigantesca de liderar soluções reais para mitigar alguns dos maiores desafios do planeta.
Conheça a iniciativa do Pavilhão de Ciências Planetárias, que reuniu mais de 15 organizações para impulsionar a incorporação das ciências planetárias nas negociações climáticas da COP30.
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Today we celebrate Earth Day, the planet that shelters us and that has existed for approximately 4.54 billion years.
Despite its resilience, Earth has limits for human habitability, and many of them are already being exceeded.
Studies from the Potsdam Institute for Climate Impact Research (PIK), led by Johan Rockström, reveal that 7 out of the 9 planetary boundaries, such as climate change and freshwater use, have already reached critical levels.
This day reminds us that it is time to turn awareness into action and make care for the planet a daily practice, balancing the tripod of life, nature, and people to ensure our safety and well-being.
Brazil has a tremendous capacity to lead real solutions to mitigate some of the planet’s greatest challenges.
Learn about the Planetary Sciences Pavilion initiative, which brought together more than 15 organizations to promote the inclusion of planetary sciences in climate negotiations at COP30.
#planetarysciencespavilion #cop30 #planetaryguardians #arapyau

Hoje celebramos o Dia da Terra, o planeta que nos abriga e que existe há aproximadamente 4,54 bilhões de anos.
Apesar de sua resiliência, a Terra possui limites para a habitabilidade humana, e muitos deles já estão sendo ultrapassados.
Estudos do Instituto Potsdam para Pesquisa sobre o Impacto Climático (PIK), liderado por Johan Rockström, revelam que 7 dos 9 limites planetários, como as mudanças climáticas e o uso de recursos hídricos, já atingiram níveis críticos.
Esta data nos lembra que é hora de transformar conscientização em mobilização e fazer do cuidado com o planeta uma prática diária, equilibrando o tripé entre vida, natureza e pessoas para garantir nossa segurança e bem-estar.
O Brasil tem uma capacidade gigantesca de liderar soluções reais para mitigar alguns dos maiores desafios do planeta.
Conheça a iniciativa do Pavilhão de Ciências Planetárias, que reuniu mais de 15 organizações para impulsionar a incorporação das ciências planetárias nas negociações climáticas da COP30.
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Today we celebrate Earth Day, the planet that shelters us and that has existed for approximately 4.54 billion years.
Despite its resilience, Earth has limits for human habitability, and many of them are already being exceeded.
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This day reminds us that it is time to turn awareness into action and make care for the planet a daily practice, balancing the tripod of life, nature, and people to ensure our safety and well-being.
Brazil has a tremendous capacity to lead real solutions to mitigate some of the planet’s greatest challenges.
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#planetarysciencespavilion #cop30 #planetaryguardians #arapyau

Hoje celebramos o Dia da Terra, o planeta que nos abriga e que existe há aproximadamente 4,54 bilhões de anos.
Apesar de sua resiliência, a Terra possui limites para a habitabilidade humana, e muitos deles já estão sendo ultrapassados.
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O Brasil tem uma capacidade gigantesca de liderar soluções reais para mitigar alguns dos maiores desafios do planeta.
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Despite its resilience, Earth has limits for human habitability, and many of them are already being exceeded.
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This day reminds us that it is time to turn awareness into action and make care for the planet a daily practice, balancing the tripod of life, nature, and people to ensure our safety and well-being.
Brazil has a tremendous capacity to lead real solutions to mitigate some of the planet’s greatest challenges.
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Despite its resilience, Earth has limits for human habitability, and many of them are already being exceeded.
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This day reminds us that it is time to turn awareness into action and make care for the planet a daily practice, balancing the tripod of life, nature, and people to ensure our safety and well-being.
Brazil has a tremendous capacity to lead real solutions to mitigate some of the planet’s greatest challenges.
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Hoje celebramos o Dia da Terra, o planeta que nos abriga e que existe há aproximadamente 4,54 bilhões de anos.
Apesar de sua resiliência, a Terra possui limites para a habitabilidade humana, e muitos deles já estão sendo ultrapassados.
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Esta data nos lembra que é hora de transformar conscientização em mobilização e fazer do cuidado com o planeta uma prática diária, equilibrando o tripé entre vida, natureza e pessoas para garantir nossa segurança e bem-estar.
O Brasil tem uma capacidade gigantesca de liderar soluções reais para mitigar alguns dos maiores desafios do planeta.
Conheça a iniciativa do Pavilhão de Ciências Planetárias, que reuniu mais de 15 organizações para impulsionar a incorporação das ciências planetárias nas negociações climáticas da COP30.
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Despite its resilience, Earth has limits for human habitability, and many of them are already being exceeded.
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Despite its resilience, Earth has limits for human habitability, and many of them are already being exceeded.
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Hoje celebramos o Dia da Terra, o planeta que nos abriga e que existe há aproximadamente 4,54 bilhões de anos.
Apesar de sua resiliência, a Terra possui limites para a habitabilidade humana, e muitos deles já estão sendo ultrapassados.
Estudos do Instituto Potsdam para Pesquisa sobre o Impacto Climático (PIK), liderado por Johan Rockström, revelam que 7 dos 9 limites planetários, como as mudanças climáticas e o uso de recursos hídricos, já atingiram níveis críticos.
Esta data nos lembra que é hora de transformar conscientização em mobilização e fazer do cuidado com o planeta uma prática diária, equilibrando o tripé entre vida, natureza e pessoas para garantir nossa segurança e bem-estar.
O Brasil tem uma capacidade gigantesca de liderar soluções reais para mitigar alguns dos maiores desafios do planeta.
Conheça a iniciativa do Pavilhão de Ciências Planetárias, que reuniu mais de 15 organizações para impulsionar a incorporação das ciências planetárias nas negociações climáticas da COP30.
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Despite its resilience, Earth has limits for human habitability, and many of them are already being exceeded.
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This day reminds us that it is time to turn awareness into action and make care for the planet a daily practice, balancing the tripod of life, nature, and people to ensure our safety and well-being.
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O babaçu, o açaí, a mandioca e a pimenta baniwa são ingredientes nativos da Amazônia. Mais do que alimentos, eles mostram que é possível aliar desenvolvimento local, cultura e conservação ambiental em uma mesma cadeia.
Neste Dia dos Povos Indígenas, 19 de abril, reforçamos que o fortalecimento da bioeconomia é um caminho concreto para manter a floresta em pé e garantir a segurança e o bem-estar social de quem nela habita.
A publicação ‘Amazônia de Boca a Boca’ reúne um mapeamento de ingredientes nativos, comunidades tradicionais e modelos produtivos sustentáveis do território.
Acesse o material completo pelo link da bio.
#Arapyaú #InstitutoArapyaú #Filantropia #DesenvolvimentoSustentável #DiaDosPovosIndígenas

O babaçu, o açaí, a mandioca e a pimenta baniwa são ingredientes nativos da Amazônia. Mais do que alimentos, eles mostram que é possível aliar desenvolvimento local, cultura e conservação ambiental em uma mesma cadeia.
Neste Dia dos Povos Indígenas, 19 de abril, reforçamos que o fortalecimento da bioeconomia é um caminho concreto para manter a floresta em pé e garantir a segurança e o bem-estar social de quem nela habita.
A publicação ‘Amazônia de Boca a Boca’ reúne um mapeamento de ingredientes nativos, comunidades tradicionais e modelos produtivos sustentáveis do território.
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A publicação ‘Amazônia de Boca a Boca’ reúne um mapeamento de ingredientes nativos, comunidades tradicionais e modelos produtivos sustentáveis do território.
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