Barbara Dutra
📷 Fotógrafa em BH / SP
🧒🏼👶🏻Mamãe do Zique e do Pipo
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Sonho em forma de vestido! Obrigada @maluqc por conseguir me vestir de forma tão perfeita 🤍 @printingoficial 📸 @barbaradutra

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Foi uma honra ser escolhida para participar desse momento tão especial para a Patrícia e o Ângelo!
O casamento foi exatamente como eles: leve, animado e cheio de energia.
Na Fazenda Vista Alegre, cada momento da celebração foi vivido com intensidade, entusiasmo e muito afeto entre os dois e todos que estavam presentes.
Uma noite marcada por encontros sinceros, pista cheia, emoção e uma atmosfera que transbordava felicidade do início ao final.
Nos bastidores, nossa equipe conduziu cada etapa com atenção e organização, garantindo que tudo acontecesse com fluidez para que os noivos aproveitassem cada instante.
Cerimonial:@simonebarroseventos - @assimeventos – @sergiomendeseventos
Local: Fazenda Vista Alegre
Decoração: @patriciaandrade
Ambulância: Medical Save
Atração: @sideraloficial
Banda receptivo, cerimônia e Receptivo de festa: @offwhiteband
Celebrante: Padre Júlio
Make: @andreaalencar_beauty
Bolo: @marianalaender
Boate e Sonorização: @equipe1someluz
Bem casados: @silsouza_ateliedesensacoes
Buffet: @rullusbuffet
Caixa Toalete: @caixa_e_encaixa
DJ: @leandrorallo
Drinks: @helpbar
Lanche fornecedores e motoristas: @bmburgers_bh
Chinelos: @havaianas
Fechamentos: @classeacoberturas
Fechamento: @millenium.coberturas
Climatizadores: Atmosfera
Foto cobertura: @cacaumidia
Fotografia: @barbaradutraweddings
Filmagem: @par_filmes
Mobiliario: @cemporcentoeventos
Mobiliário e tapetes: @lojadasfestas
Gerador: @mastergeradoresbh
Convite, Identidade Visual, menu e votos:@hiltonimpressos
Calígrafa: @claudialeitecaligrafa
Iluminação Cênica: @vagalumens
Limpeza: @interacao
Segurança e Manobra: @victoryeventosbh
Roupa de mesa: @marbledesign_co
Banheiro quimico: Fest eventos
Vestido Noiva: @vivazbrasil
📸 @barbaradutraweddings

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✨17.05.25✨ que especial foi esse dia, alguns recortes da animação e alegria da nossa festa ❤️ 📸 @barbaradutra

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✨17.05.25 ✨um ano desse dia mágico e especial, hoje comemoramos nossa bodas de papel, te amo cada dia mais. Que venham muitos anos mais pela frente ao seu lado @jgbrunetti 📸 @barbaradutra

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Meu filho, que catarse é o ato de (te) gerar.
Inocência a minha em acreditar que a maternidade chegaria como mais uma etapa da minha vida: mudar de país, trocar de emprego, mais uma nova aventura…
Nada. Você chegou me transformando pelas entranhas — literalmente — trazendo sentimentos e emoções que eu nem sabia que existiam aqui.
Crescendo dentro de mim, crescendo em mim.
Eu, que sempre fui tão livre, tão independente, não imaginava gostar tanto de estar acompanhada. Sair do individual.
Como posso já me sentir tão transformada se ainda nem te tenho nos braços? Como pode alguém que eu ainda nem olhei nos olhos me fazer sentir tanto?
Você me trouxe uma profundidade de camadas que eu desconhecia — parece que até então, eu vivia na superfície. Quão fundo vamos?
As mudanças do meu corpo são apenas um mero reflexo de tudo o que hoje muda aqui dentro.
Já não me sinto dona de mim, das minhas emoções e dos meus sentimentos. Tem um transbordamento aqui dentro! E eu inocente, achando que a perda de controle viria após o seu nascimento…
Talvez seja isso que mais me assusta e, ao mesmo tempo, mais me emociona: perceber que antes mesmo de nascer, você já me toca — na alma. 🤍

Meu filho, que catarse é o ato de (te) gerar.
Inocência a minha em acreditar que a maternidade chegaria como mais uma etapa da minha vida: mudar de país, trocar de emprego, mais uma nova aventura…
Nada. Você chegou me transformando pelas entranhas — literalmente — trazendo sentimentos e emoções que eu nem sabia que existiam aqui.
Crescendo dentro de mim, crescendo em mim.
Eu, que sempre fui tão livre, tão independente, não imaginava gostar tanto de estar acompanhada. Sair do individual.
Como posso já me sentir tão transformada se ainda nem te tenho nos braços? Como pode alguém que eu ainda nem olhei nos olhos me fazer sentir tanto?
Você me trouxe uma profundidade de camadas que eu desconhecia — parece que até então, eu vivia na superfície. Quão fundo vamos?
As mudanças do meu corpo são apenas um mero reflexo de tudo o que hoje muda aqui dentro.
Já não me sinto dona de mim, das minhas emoções e dos meus sentimentos. Tem um transbordamento aqui dentro! E eu inocente, achando que a perda de controle viria após o seu nascimento…
Talvez seja isso que mais me assusta e, ao mesmo tempo, mais me emociona: perceber que antes mesmo de nascer, você já me toca — na alma. 🤍

Meu filho, que catarse é o ato de (te) gerar.
Inocência a minha em acreditar que a maternidade chegaria como mais uma etapa da minha vida: mudar de país, trocar de emprego, mais uma nova aventura…
Nada. Você chegou me transformando pelas entranhas — literalmente — trazendo sentimentos e emoções que eu nem sabia que existiam aqui.
Crescendo dentro de mim, crescendo em mim.
Eu, que sempre fui tão livre, tão independente, não imaginava gostar tanto de estar acompanhada. Sair do individual.
Como posso já me sentir tão transformada se ainda nem te tenho nos braços? Como pode alguém que eu ainda nem olhei nos olhos me fazer sentir tanto?
Você me trouxe uma profundidade de camadas que eu desconhecia — parece que até então, eu vivia na superfície. Quão fundo vamos?
As mudanças do meu corpo são apenas um mero reflexo de tudo o que hoje muda aqui dentro.
Já não me sinto dona de mim, das minhas emoções e dos meus sentimentos. Tem um transbordamento aqui dentro! E eu inocente, achando que a perda de controle viria após o seu nascimento…
Talvez seja isso que mais me assusta e, ao mesmo tempo, mais me emociona: perceber que antes mesmo de nascer, você já me toca — na alma. 🤍

Meu filho, que catarse é o ato de (te) gerar.
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Nada. Você chegou me transformando pelas entranhas — literalmente — trazendo sentimentos e emoções que eu nem sabia que existiam aqui.
Crescendo dentro de mim, crescendo em mim.
Eu, que sempre fui tão livre, tão independente, não imaginava gostar tanto de estar acompanhada. Sair do individual.
Como posso já me sentir tão transformada se ainda nem te tenho nos braços? Como pode alguém que eu ainda nem olhei nos olhos me fazer sentir tanto?
Você me trouxe uma profundidade de camadas que eu desconhecia — parece que até então, eu vivia na superfície. Quão fundo vamos?
As mudanças do meu corpo são apenas um mero reflexo de tudo o que hoje muda aqui dentro.
Já não me sinto dona de mim, das minhas emoções e dos meus sentimentos. Tem um transbordamento aqui dentro! E eu inocente, achando que a perda de controle viria após o seu nascimento…
Talvez seja isso que mais me assusta e, ao mesmo tempo, mais me emociona: perceber que antes mesmo de nascer, você já me toca — na alma. 🤍

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Crescendo dentro de mim, crescendo em mim.
Eu, que sempre fui tão livre, tão independente, não imaginava gostar tanto de estar acompanhada. Sair do individual.
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Talvez seja isso que mais me assusta e, ao mesmo tempo, mais me emociona: perceber que antes mesmo de nascer, você já me toca — na alma. 🤍

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Eu, que sempre fui tão livre, tão independente, não imaginava gostar tanto de estar acompanhada. Sair do individual.
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Crescendo dentro de mim, crescendo em mim.
Eu, que sempre fui tão livre, tão independente, não imaginava gostar tanto de estar acompanhada. Sair do individual.
Como posso já me sentir tão transformada se ainda nem te tenho nos braços? Como pode alguém que eu ainda nem olhei nos olhos me fazer sentir tanto?
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Crescendo dentro de mim, crescendo em mim.
Eu, que sempre fui tão livre, tão independente, não imaginava gostar tanto de estar acompanhada. Sair do individual.
Como posso já me sentir tão transformada se ainda nem te tenho nos braços? Como pode alguém que eu ainda nem olhei nos olhos me fazer sentir tanto?
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Meu filho, que catarse é o ato de (te) gerar.
Inocência a minha em acreditar que a maternidade chegaria como mais uma etapa da minha vida: mudar de país, trocar de emprego, mais uma nova aventura…
Nada. Você chegou me transformando pelas entranhas — literalmente — trazendo sentimentos e emoções que eu nem sabia que existiam aqui.
Crescendo dentro de mim, crescendo em mim.
Eu, que sempre fui tão livre, tão independente, não imaginava gostar tanto de estar acompanhada. Sair do individual.
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As mudanças do meu corpo são apenas um mero reflexo de tudo o que hoje muda aqui dentro.
Já não me sinto dona de mim, das minhas emoções e dos meus sentimentos. Tem um transbordamento aqui dentro! E eu inocente, achando que a perda de controle viria após o seu nascimento…
Talvez seja isso que mais me assusta e, ao mesmo tempo, mais me emociona: perceber que antes mesmo de nascer, você já me toca — na alma. 🤍

A maternidade não me completou. Eu sei que é chocante ler isso.
A verdade é que ela me bagunçou inteirinha.
Ela trouxe à tona medos e traumas que eu nem sabia que tinha. Tem dias em que me sinto sobrecarregada, irritada, culpada… tentando equilibrar o mundo e não conseguindo fazer nada direito.
Mas ao mesmo tempo foi essa mesma bagunça que me apresentou ao amor mais real que já senti.
Hoje olho para os meus filhos e me emociono. Posso dizer de boca cheia: é a minha família! Durante muito tempo achei que talvez eu nunca tivesse uma família “só” minha.E hoje tenho dois meninos completamente diferentes me chamando de mamãe.
O Zique é intensidade. O Pipo é delicadeza.
Um chegou depois de muita luta. O outro chegou como uma surpresa. E os dois cada um do seu jeito mudaram tudo por aqui.
Fui filha única então ainda estou aprendendo essa dinâmica de dois, essa rotina caótica, esse amor que a gente acha que vai precisar dividir mas que na verdade só se multiplica.
Ao mesmo tempo é bonito ver o Zique descobrir o que é ser irmão,ver o Felipe encontrando o seu lugar no mundo, ver os dois criando vínculo, brigando, rindo e se procurando pela casa.
Com eles descobri a contra gosto que não existe jeito certo. Que eu vou errar, vou perder as estribeiras, vou me cobrar além da conta, vou tentar ser tudo ao mesmo tempo e falhar em quase todas.
Talvez ser mãe seja exatamente isso: continuar tentando.
Mesmo cansada, mesmo imperfeita, mesmo cheia de medos.... simplesmente tentar.
E amar tanto alguém a ponto de fazer o caos finalmente ganhar sentido.
Feliz Dia das Mães para quem tenta, para quem deseja, para quem recomeçou e para quem segue aprendendo todos os dias. Ou seja: para quase todas nós.
fotos: @thaisbraitfotografia

A maternidade não me completou. Eu sei que é chocante ler isso.
A verdade é que ela me bagunçou inteirinha.
Ela trouxe à tona medos e traumas que eu nem sabia que tinha. Tem dias em que me sinto sobrecarregada, irritada, culpada… tentando equilibrar o mundo e não conseguindo fazer nada direito.
Mas ao mesmo tempo foi essa mesma bagunça que me apresentou ao amor mais real que já senti.
Hoje olho para os meus filhos e me emociono. Posso dizer de boca cheia: é a minha família! Durante muito tempo achei que talvez eu nunca tivesse uma família “só” minha.E hoje tenho dois meninos completamente diferentes me chamando de mamãe.
O Zique é intensidade. O Pipo é delicadeza.
Um chegou depois de muita luta. O outro chegou como uma surpresa. E os dois cada um do seu jeito mudaram tudo por aqui.
Fui filha única então ainda estou aprendendo essa dinâmica de dois, essa rotina caótica, esse amor que a gente acha que vai precisar dividir mas que na verdade só se multiplica.
Ao mesmo tempo é bonito ver o Zique descobrir o que é ser irmão,ver o Felipe encontrando o seu lugar no mundo, ver os dois criando vínculo, brigando, rindo e se procurando pela casa.
Com eles descobri a contra gosto que não existe jeito certo. Que eu vou errar, vou perder as estribeiras, vou me cobrar além da conta, vou tentar ser tudo ao mesmo tempo e falhar em quase todas.
Talvez ser mãe seja exatamente isso: continuar tentando.
Mesmo cansada, mesmo imperfeita, mesmo cheia de medos.... simplesmente tentar.
E amar tanto alguém a ponto de fazer o caos finalmente ganhar sentido.
Feliz Dia das Mães para quem tenta, para quem deseja, para quem recomeçou e para quem segue aprendendo todos os dias. Ou seja: para quase todas nós.
fotos: @thaisbraitfotografia

A maternidade não me completou. Eu sei que é chocante ler isso.
A verdade é que ela me bagunçou inteirinha.
Ela trouxe à tona medos e traumas que eu nem sabia que tinha. Tem dias em que me sinto sobrecarregada, irritada, culpada… tentando equilibrar o mundo e não conseguindo fazer nada direito.
Mas ao mesmo tempo foi essa mesma bagunça que me apresentou ao amor mais real que já senti.
Hoje olho para os meus filhos e me emociono. Posso dizer de boca cheia: é a minha família! Durante muito tempo achei que talvez eu nunca tivesse uma família “só” minha.E hoje tenho dois meninos completamente diferentes me chamando de mamãe.
O Zique é intensidade. O Pipo é delicadeza.
Um chegou depois de muita luta. O outro chegou como uma surpresa. E os dois cada um do seu jeito mudaram tudo por aqui.
Fui filha única então ainda estou aprendendo essa dinâmica de dois, essa rotina caótica, esse amor que a gente acha que vai precisar dividir mas que na verdade só se multiplica.
Ao mesmo tempo é bonito ver o Zique descobrir o que é ser irmão,ver o Felipe encontrando o seu lugar no mundo, ver os dois criando vínculo, brigando, rindo e se procurando pela casa.
Com eles descobri a contra gosto que não existe jeito certo. Que eu vou errar, vou perder as estribeiras, vou me cobrar além da conta, vou tentar ser tudo ao mesmo tempo e falhar em quase todas.
Talvez ser mãe seja exatamente isso: continuar tentando.
Mesmo cansada, mesmo imperfeita, mesmo cheia de medos.... simplesmente tentar.
E amar tanto alguém a ponto de fazer o caos finalmente ganhar sentido.
Feliz Dia das Mães para quem tenta, para quem deseja, para quem recomeçou e para quem segue aprendendo todos os dias. Ou seja: para quase todas nós.
fotos: @thaisbraitfotografia

A maternidade não me completou. Eu sei que é chocante ler isso.
A verdade é que ela me bagunçou inteirinha.
Ela trouxe à tona medos e traumas que eu nem sabia que tinha. Tem dias em que me sinto sobrecarregada, irritada, culpada… tentando equilibrar o mundo e não conseguindo fazer nada direito.
Mas ao mesmo tempo foi essa mesma bagunça que me apresentou ao amor mais real que já senti.
Hoje olho para os meus filhos e me emociono. Posso dizer de boca cheia: é a minha família! Durante muito tempo achei que talvez eu nunca tivesse uma família “só” minha.E hoje tenho dois meninos completamente diferentes me chamando de mamãe.
O Zique é intensidade. O Pipo é delicadeza.
Um chegou depois de muita luta. O outro chegou como uma surpresa. E os dois cada um do seu jeito mudaram tudo por aqui.
Fui filha única então ainda estou aprendendo essa dinâmica de dois, essa rotina caótica, esse amor que a gente acha que vai precisar dividir mas que na verdade só se multiplica.
Ao mesmo tempo é bonito ver o Zique descobrir o que é ser irmão,ver o Felipe encontrando o seu lugar no mundo, ver os dois criando vínculo, brigando, rindo e se procurando pela casa.
Com eles descobri a contra gosto que não existe jeito certo. Que eu vou errar, vou perder as estribeiras, vou me cobrar além da conta, vou tentar ser tudo ao mesmo tempo e falhar em quase todas.
Talvez ser mãe seja exatamente isso: continuar tentando.
Mesmo cansada, mesmo imperfeita, mesmo cheia de medos.... simplesmente tentar.
E amar tanto alguém a ponto de fazer o caos finalmente ganhar sentido.
Feliz Dia das Mães para quem tenta, para quem deseja, para quem recomeçou e para quem segue aprendendo todos os dias. Ou seja: para quase todas nós.
fotos: @thaisbraitfotografia

A maternidade não me completou. Eu sei que é chocante ler isso.
A verdade é que ela me bagunçou inteirinha.
Ela trouxe à tona medos e traumas que eu nem sabia que tinha. Tem dias em que me sinto sobrecarregada, irritada, culpada… tentando equilibrar o mundo e não conseguindo fazer nada direito.
Mas ao mesmo tempo foi essa mesma bagunça que me apresentou ao amor mais real que já senti.
Hoje olho para os meus filhos e me emociono. Posso dizer de boca cheia: é a minha família! Durante muito tempo achei que talvez eu nunca tivesse uma família “só” minha.E hoje tenho dois meninos completamente diferentes me chamando de mamãe.
O Zique é intensidade. O Pipo é delicadeza.
Um chegou depois de muita luta. O outro chegou como uma surpresa. E os dois cada um do seu jeito mudaram tudo por aqui.
Fui filha única então ainda estou aprendendo essa dinâmica de dois, essa rotina caótica, esse amor que a gente acha que vai precisar dividir mas que na verdade só se multiplica.
Ao mesmo tempo é bonito ver o Zique descobrir o que é ser irmão,ver o Felipe encontrando o seu lugar no mundo, ver os dois criando vínculo, brigando, rindo e se procurando pela casa.
Com eles descobri a contra gosto que não existe jeito certo. Que eu vou errar, vou perder as estribeiras, vou me cobrar além da conta, vou tentar ser tudo ao mesmo tempo e falhar em quase todas.
Talvez ser mãe seja exatamente isso: continuar tentando.
Mesmo cansada, mesmo imperfeita, mesmo cheia de medos.... simplesmente tentar.
E amar tanto alguém a ponto de fazer o caos finalmente ganhar sentido.
Feliz Dia das Mães para quem tenta, para quem deseja, para quem recomeçou e para quem segue aprendendo todos os dias. Ou seja: para quase todas nós.
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A maternidade não me completou. Eu sei que é chocante ler isso.
A verdade é que ela me bagunçou inteirinha.
Ela trouxe à tona medos e traumas que eu nem sabia que tinha. Tem dias em que me sinto sobrecarregada, irritada, culpada… tentando equilibrar o mundo e não conseguindo fazer nada direito.
Mas ao mesmo tempo foi essa mesma bagunça que me apresentou ao amor mais real que já senti.
Hoje olho para os meus filhos e me emociono. Posso dizer de boca cheia: é a minha família! Durante muito tempo achei que talvez eu nunca tivesse uma família “só” minha.E hoje tenho dois meninos completamente diferentes me chamando de mamãe.
O Zique é intensidade. O Pipo é delicadeza.
Um chegou depois de muita luta. O outro chegou como uma surpresa. E os dois cada um do seu jeito mudaram tudo por aqui.
Fui filha única então ainda estou aprendendo essa dinâmica de dois, essa rotina caótica, esse amor que a gente acha que vai precisar dividir mas que na verdade só se multiplica.
Ao mesmo tempo é bonito ver o Zique descobrir o que é ser irmão,ver o Felipe encontrando o seu lugar no mundo, ver os dois criando vínculo, brigando, rindo e se procurando pela casa.
Com eles descobri a contra gosto que não existe jeito certo. Que eu vou errar, vou perder as estribeiras, vou me cobrar além da conta, vou tentar ser tudo ao mesmo tempo e falhar em quase todas.
Talvez ser mãe seja exatamente isso: continuar tentando.
Mesmo cansada, mesmo imperfeita, mesmo cheia de medos.... simplesmente tentar.
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A maternidade não me completou. Eu sei que é chocante ler isso.
A verdade é que ela me bagunçou inteirinha.
Ela trouxe à tona medos e traumas que eu nem sabia que tinha. Tem dias em que me sinto sobrecarregada, irritada, culpada… tentando equilibrar o mundo e não conseguindo fazer nada direito.
Mas ao mesmo tempo foi essa mesma bagunça que me apresentou ao amor mais real que já senti.
Hoje olho para os meus filhos e me emociono. Posso dizer de boca cheia: é a minha família! Durante muito tempo achei que talvez eu nunca tivesse uma família “só” minha.E hoje tenho dois meninos completamente diferentes me chamando de mamãe.
O Zique é intensidade. O Pipo é delicadeza.
Um chegou depois de muita luta. O outro chegou como uma surpresa. E os dois cada um do seu jeito mudaram tudo por aqui.
Fui filha única então ainda estou aprendendo essa dinâmica de dois, essa rotina caótica, esse amor que a gente acha que vai precisar dividir mas que na verdade só se multiplica.
Ao mesmo tempo é bonito ver o Zique descobrir o que é ser irmão,ver o Felipe encontrando o seu lugar no mundo, ver os dois criando vínculo, brigando, rindo e se procurando pela casa.
Com eles descobri a contra gosto que não existe jeito certo. Que eu vou errar, vou perder as estribeiras, vou me cobrar além da conta, vou tentar ser tudo ao mesmo tempo e falhar em quase todas.
Talvez ser mãe seja exatamente isso: continuar tentando.
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A verdade é que ela me bagunçou inteirinha.
Ela trouxe à tona medos e traumas que eu nem sabia que tinha. Tem dias em que me sinto sobrecarregada, irritada, culpada… tentando equilibrar o mundo e não conseguindo fazer nada direito.
Mas ao mesmo tempo foi essa mesma bagunça que me apresentou ao amor mais real que já senti.
Hoje olho para os meus filhos e me emociono. Posso dizer de boca cheia: é a minha família! Durante muito tempo achei que talvez eu nunca tivesse uma família “só” minha.E hoje tenho dois meninos completamente diferentes me chamando de mamãe.
O Zique é intensidade. O Pipo é delicadeza.
Um chegou depois de muita luta. O outro chegou como uma surpresa. E os dois cada um do seu jeito mudaram tudo por aqui.
Fui filha única então ainda estou aprendendo essa dinâmica de dois, essa rotina caótica, esse amor que a gente acha que vai precisar dividir mas que na verdade só se multiplica.
Ao mesmo tempo é bonito ver o Zique descobrir o que é ser irmão,ver o Felipe encontrando o seu lugar no mundo, ver os dois criando vínculo, brigando, rindo e se procurando pela casa.
Com eles descobri a contra gosto que não existe jeito certo. Que eu vou errar, vou perder as estribeiras, vou me cobrar além da conta, vou tentar ser tudo ao mesmo tempo e falhar em quase todas.
Talvez ser mãe seja exatamente isso: continuar tentando.
Mesmo cansada, mesmo imperfeita, mesmo cheia de medos.... simplesmente tentar.
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A maternidade não me completou. Eu sei que é chocante ler isso.
A verdade é que ela me bagunçou inteirinha.
Ela trouxe à tona medos e traumas que eu nem sabia que tinha. Tem dias em que me sinto sobrecarregada, irritada, culpada… tentando equilibrar o mundo e não conseguindo fazer nada direito.
Mas ao mesmo tempo foi essa mesma bagunça que me apresentou ao amor mais real que já senti.
Hoje olho para os meus filhos e me emociono. Posso dizer de boca cheia: é a minha família! Durante muito tempo achei que talvez eu nunca tivesse uma família “só” minha.E hoje tenho dois meninos completamente diferentes me chamando de mamãe.
O Zique é intensidade. O Pipo é delicadeza.
Um chegou depois de muita luta. O outro chegou como uma surpresa. E os dois cada um do seu jeito mudaram tudo por aqui.
Fui filha única então ainda estou aprendendo essa dinâmica de dois, essa rotina caótica, esse amor que a gente acha que vai precisar dividir mas que na verdade só se multiplica.
Ao mesmo tempo é bonito ver o Zique descobrir o que é ser irmão,ver o Felipe encontrando o seu lugar no mundo, ver os dois criando vínculo, brigando, rindo e se procurando pela casa.
Com eles descobri a contra gosto que não existe jeito certo. Que eu vou errar, vou perder as estribeiras, vou me cobrar além da conta, vou tentar ser tudo ao mesmo tempo e falhar em quase todas.
Talvez ser mãe seja exatamente isso: continuar tentando.
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Feliz Dia das Mães para quem tenta, para quem deseja, para quem recomeçou e para quem segue aprendendo todos os dias. Ou seja: para quase todas nós.
fotos: @thaisbraitfotografia

A maternidade não me completou. Eu sei que é chocante ler isso.
A verdade é que ela me bagunçou inteirinha.
Ela trouxe à tona medos e traumas que eu nem sabia que tinha. Tem dias em que me sinto sobrecarregada, irritada, culpada… tentando equilibrar o mundo e não conseguindo fazer nada direito.
Mas ao mesmo tempo foi essa mesma bagunça que me apresentou ao amor mais real que já senti.
Hoje olho para os meus filhos e me emociono. Posso dizer de boca cheia: é a minha família! Durante muito tempo achei que talvez eu nunca tivesse uma família “só” minha.E hoje tenho dois meninos completamente diferentes me chamando de mamãe.
O Zique é intensidade. O Pipo é delicadeza.
Um chegou depois de muita luta. O outro chegou como uma surpresa. E os dois cada um do seu jeito mudaram tudo por aqui.
Fui filha única então ainda estou aprendendo essa dinâmica de dois, essa rotina caótica, esse amor que a gente acha que vai precisar dividir mas que na verdade só se multiplica.
Ao mesmo tempo é bonito ver o Zique descobrir o que é ser irmão,ver o Felipe encontrando o seu lugar no mundo, ver os dois criando vínculo, brigando, rindo e se procurando pela casa.
Com eles descobri a contra gosto que não existe jeito certo. Que eu vou errar, vou perder as estribeiras, vou me cobrar além da conta, vou tentar ser tudo ao mesmo tempo e falhar em quase todas.
Talvez ser mãe seja exatamente isso: continuar tentando.
Mesmo cansada, mesmo imperfeita, mesmo cheia de medos.... simplesmente tentar.
E amar tanto alguém a ponto de fazer o caos finalmente ganhar sentido.
Feliz Dia das Mães para quem tenta, para quem deseja, para quem recomeçou e para quem segue aprendendo todos os dias. Ou seja: para quase todas nós.
fotos: @thaisbraitfotografia

O Felipe não era esperado.
Mas que fique claro: não ser esperado nunca significou não ser desejado. Eu sempre soube que queria ser mãe de dois, mesmo sem fazer a menor ideia de como daria conta depois.
Mas depois de tudo o que o meu corpo passou, uma nova gravidez nem era recomendada. E sinceramente depois de tantos anos tentando de todas as formas, eu nem sabia mais se podia engravidar naturalmente. E então ele veio assim de repente como um presente. Brinco que Deus olhou para a nossa bagunça e pensou: "Acho que eles estão se saindo bem vou dar mais essa chance".
A gestação foi tranquila igualzinha a ele. Eu que tinha receio do nome Felipe por ser bagunceiro descobri um menino doce, que não precisa gritar para ocupar o seu espaço. O Pipo chegou em uma família que nem sabia que ainda tinha lugar para mais alguém… edevagarinho virou indispensável.
Meu neném do sorriso mais doce que vai ser meu neném para sempre mesmo quando crescer. Às vezes me pergunto de onde vem tanta delicadeza e carinho já que minha linguagem de amor não é nem de longe o toque rs
Fora que fui filha única então ainda estou aprendendo essa dinâmica de dois, essa rotina meio caótica e esse amor que a gente acha que vai precisar dividir mas que só cresce.
É lindo ver o Zique virar irmão e acordar perguntando do neném, ver o Felipe encontrando o lugar dele no mundo e ver uma casa que por muito tempo foi só sobrevivência começar a finalmente parecer um lar.
O Pipo me lembra disso o tempo todo: que a vida ainda sabe surpreender, que nem tudo precisa nascer da dor e que às vezes os maiores presentes chegam sem aviso nenhum.
fotos: @thaisbraitfotografia

O Felipe não era esperado.
Mas que fique claro: não ser esperado nunca significou não ser desejado. Eu sempre soube que queria ser mãe de dois, mesmo sem fazer a menor ideia de como daria conta depois.
Mas depois de tudo o que o meu corpo passou, uma nova gravidez nem era recomendada. E sinceramente depois de tantos anos tentando de todas as formas, eu nem sabia mais se podia engravidar naturalmente. E então ele veio assim de repente como um presente. Brinco que Deus olhou para a nossa bagunça e pensou: "Acho que eles estão se saindo bem vou dar mais essa chance".
A gestação foi tranquila igualzinha a ele. Eu que tinha receio do nome Felipe por ser bagunceiro descobri um menino doce, que não precisa gritar para ocupar o seu espaço. O Pipo chegou em uma família que nem sabia que ainda tinha lugar para mais alguém… edevagarinho virou indispensável.
Meu neném do sorriso mais doce que vai ser meu neném para sempre mesmo quando crescer. Às vezes me pergunto de onde vem tanta delicadeza e carinho já que minha linguagem de amor não é nem de longe o toque rs
Fora que fui filha única então ainda estou aprendendo essa dinâmica de dois, essa rotina meio caótica e esse amor que a gente acha que vai precisar dividir mas que só cresce.
É lindo ver o Zique virar irmão e acordar perguntando do neném, ver o Felipe encontrando o lugar dele no mundo e ver uma casa que por muito tempo foi só sobrevivência começar a finalmente parecer um lar.
O Pipo me lembra disso o tempo todo: que a vida ainda sabe surpreender, que nem tudo precisa nascer da dor e que às vezes os maiores presentes chegam sem aviso nenhum.
fotos: @thaisbraitfotografia

O Felipe não era esperado.
Mas que fique claro: não ser esperado nunca significou não ser desejado. Eu sempre soube que queria ser mãe de dois, mesmo sem fazer a menor ideia de como daria conta depois.
Mas depois de tudo o que o meu corpo passou, uma nova gravidez nem era recomendada. E sinceramente depois de tantos anos tentando de todas as formas, eu nem sabia mais se podia engravidar naturalmente. E então ele veio assim de repente como um presente. Brinco que Deus olhou para a nossa bagunça e pensou: "Acho que eles estão se saindo bem vou dar mais essa chance".
A gestação foi tranquila igualzinha a ele. Eu que tinha receio do nome Felipe por ser bagunceiro descobri um menino doce, que não precisa gritar para ocupar o seu espaço. O Pipo chegou em uma família que nem sabia que ainda tinha lugar para mais alguém… edevagarinho virou indispensável.
Meu neném do sorriso mais doce que vai ser meu neném para sempre mesmo quando crescer. Às vezes me pergunto de onde vem tanta delicadeza e carinho já que minha linguagem de amor não é nem de longe o toque rs
Fora que fui filha única então ainda estou aprendendo essa dinâmica de dois, essa rotina meio caótica e esse amor que a gente acha que vai precisar dividir mas que só cresce.
É lindo ver o Zique virar irmão e acordar perguntando do neném, ver o Felipe encontrando o lugar dele no mundo e ver uma casa que por muito tempo foi só sobrevivência começar a finalmente parecer um lar.
O Pipo me lembra disso o tempo todo: que a vida ainda sabe surpreender, que nem tudo precisa nascer da dor e que às vezes os maiores presentes chegam sem aviso nenhum.
fotos: @thaisbraitfotografia

O Felipe não era esperado.
Mas que fique claro: não ser esperado nunca significou não ser desejado. Eu sempre soube que queria ser mãe de dois, mesmo sem fazer a menor ideia de como daria conta depois.
Mas depois de tudo o que o meu corpo passou, uma nova gravidez nem era recomendada. E sinceramente depois de tantos anos tentando de todas as formas, eu nem sabia mais se podia engravidar naturalmente. E então ele veio assim de repente como um presente. Brinco que Deus olhou para a nossa bagunça e pensou: "Acho que eles estão se saindo bem vou dar mais essa chance".
A gestação foi tranquila igualzinha a ele. Eu que tinha receio do nome Felipe por ser bagunceiro descobri um menino doce, que não precisa gritar para ocupar o seu espaço. O Pipo chegou em uma família que nem sabia que ainda tinha lugar para mais alguém… edevagarinho virou indispensável.
Meu neném do sorriso mais doce que vai ser meu neném para sempre mesmo quando crescer. Às vezes me pergunto de onde vem tanta delicadeza e carinho já que minha linguagem de amor não é nem de longe o toque rs
Fora que fui filha única então ainda estou aprendendo essa dinâmica de dois, essa rotina meio caótica e esse amor que a gente acha que vai precisar dividir mas que só cresce.
É lindo ver o Zique virar irmão e acordar perguntando do neném, ver o Felipe encontrando o lugar dele no mundo e ver uma casa que por muito tempo foi só sobrevivência começar a finalmente parecer um lar.
O Pipo me lembra disso o tempo todo: que a vida ainda sabe surpreender, que nem tudo precisa nascer da dor e que às vezes os maiores presentes chegam sem aviso nenhum.
fotos: @thaisbraitfotografia

O Felipe não era esperado.
Mas que fique claro: não ser esperado nunca significou não ser desejado. Eu sempre soube que queria ser mãe de dois, mesmo sem fazer a menor ideia de como daria conta depois.
Mas depois de tudo o que o meu corpo passou, uma nova gravidez nem era recomendada. E sinceramente depois de tantos anos tentando de todas as formas, eu nem sabia mais se podia engravidar naturalmente. E então ele veio assim de repente como um presente. Brinco que Deus olhou para a nossa bagunça e pensou: "Acho que eles estão se saindo bem vou dar mais essa chance".
A gestação foi tranquila igualzinha a ele. Eu que tinha receio do nome Felipe por ser bagunceiro descobri um menino doce, que não precisa gritar para ocupar o seu espaço. O Pipo chegou em uma família que nem sabia que ainda tinha lugar para mais alguém… edevagarinho virou indispensável.
Meu neném do sorriso mais doce que vai ser meu neném para sempre mesmo quando crescer. Às vezes me pergunto de onde vem tanta delicadeza e carinho já que minha linguagem de amor não é nem de longe o toque rs
Fora que fui filha única então ainda estou aprendendo essa dinâmica de dois, essa rotina meio caótica e esse amor que a gente acha que vai precisar dividir mas que só cresce.
É lindo ver o Zique virar irmão e acordar perguntando do neném, ver o Felipe encontrando o lugar dele no mundo e ver uma casa que por muito tempo foi só sobrevivência começar a finalmente parecer um lar.
O Pipo me lembra disso o tempo todo: que a vida ainda sabe surpreender, que nem tudo precisa nascer da dor e que às vezes os maiores presentes chegam sem aviso nenhum.
fotos: @thaisbraitfotografia

O Felipe não era esperado.
Mas que fique claro: não ser esperado nunca significou não ser desejado. Eu sempre soube que queria ser mãe de dois, mesmo sem fazer a menor ideia de como daria conta depois.
Mas depois de tudo o que o meu corpo passou, uma nova gravidez nem era recomendada. E sinceramente depois de tantos anos tentando de todas as formas, eu nem sabia mais se podia engravidar naturalmente. E então ele veio assim de repente como um presente. Brinco que Deus olhou para a nossa bagunça e pensou: "Acho que eles estão se saindo bem vou dar mais essa chance".
A gestação foi tranquila igualzinha a ele. Eu que tinha receio do nome Felipe por ser bagunceiro descobri um menino doce, que não precisa gritar para ocupar o seu espaço. O Pipo chegou em uma família que nem sabia que ainda tinha lugar para mais alguém… edevagarinho virou indispensável.
Meu neném do sorriso mais doce que vai ser meu neném para sempre mesmo quando crescer. Às vezes me pergunto de onde vem tanta delicadeza e carinho já que minha linguagem de amor não é nem de longe o toque rs
Fora que fui filha única então ainda estou aprendendo essa dinâmica de dois, essa rotina meio caótica e esse amor que a gente acha que vai precisar dividir mas que só cresce.
É lindo ver o Zique virar irmão e acordar perguntando do neném, ver o Felipe encontrando o lugar dele no mundo e ver uma casa que por muito tempo foi só sobrevivência começar a finalmente parecer um lar.
O Pipo me lembra disso o tempo todo: que a vida ainda sabe surpreender, que nem tudo precisa nascer da dor e que às vezes os maiores presentes chegam sem aviso nenhum.
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O Felipe não era esperado.
Mas que fique claro: não ser esperado nunca significou não ser desejado. Eu sempre soube que queria ser mãe de dois, mesmo sem fazer a menor ideia de como daria conta depois.
Mas depois de tudo o que o meu corpo passou, uma nova gravidez nem era recomendada. E sinceramente depois de tantos anos tentando de todas as formas, eu nem sabia mais se podia engravidar naturalmente. E então ele veio assim de repente como um presente. Brinco que Deus olhou para a nossa bagunça e pensou: "Acho que eles estão se saindo bem vou dar mais essa chance".
A gestação foi tranquila igualzinha a ele. Eu que tinha receio do nome Felipe por ser bagunceiro descobri um menino doce, que não precisa gritar para ocupar o seu espaço. O Pipo chegou em uma família que nem sabia que ainda tinha lugar para mais alguém… edevagarinho virou indispensável.
Meu neném do sorriso mais doce que vai ser meu neném para sempre mesmo quando crescer. Às vezes me pergunto de onde vem tanta delicadeza e carinho já que minha linguagem de amor não é nem de longe o toque rs
Fora que fui filha única então ainda estou aprendendo essa dinâmica de dois, essa rotina meio caótica e esse amor que a gente acha que vai precisar dividir mas que só cresce.
É lindo ver o Zique virar irmão e acordar perguntando do neném, ver o Felipe encontrando o lugar dele no mundo e ver uma casa que por muito tempo foi só sobrevivência começar a finalmente parecer um lar.
O Pipo me lembra disso o tempo todo: que a vida ainda sabe surpreender, que nem tudo precisa nascer da dor e que às vezes os maiores presentes chegam sem aviso nenhum.
fotos: @thaisbraitfotografia

O Felipe não era esperado.
Mas que fique claro: não ser esperado nunca significou não ser desejado. Eu sempre soube que queria ser mãe de dois, mesmo sem fazer a menor ideia de como daria conta depois.
Mas depois de tudo o que o meu corpo passou, uma nova gravidez nem era recomendada. E sinceramente depois de tantos anos tentando de todas as formas, eu nem sabia mais se podia engravidar naturalmente. E então ele veio assim de repente como um presente. Brinco que Deus olhou para a nossa bagunça e pensou: "Acho que eles estão se saindo bem vou dar mais essa chance".
A gestação foi tranquila igualzinha a ele. Eu que tinha receio do nome Felipe por ser bagunceiro descobri um menino doce, que não precisa gritar para ocupar o seu espaço. O Pipo chegou em uma família que nem sabia que ainda tinha lugar para mais alguém… edevagarinho virou indispensável.
Meu neném do sorriso mais doce que vai ser meu neném para sempre mesmo quando crescer. Às vezes me pergunto de onde vem tanta delicadeza e carinho já que minha linguagem de amor não é nem de longe o toque rs
Fora que fui filha única então ainda estou aprendendo essa dinâmica de dois, essa rotina meio caótica e esse amor que a gente acha que vai precisar dividir mas que só cresce.
É lindo ver o Zique virar irmão e acordar perguntando do neném, ver o Felipe encontrando o lugar dele no mundo e ver uma casa que por muito tempo foi só sobrevivência começar a finalmente parecer um lar.
O Pipo me lembra disso o tempo todo: que a vida ainda sabe surpreender, que nem tudo precisa nascer da dor e que às vezes os maiores presentes chegam sem aviso nenhum.
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O Felipe não era esperado.
Mas que fique claro: não ser esperado nunca significou não ser desejado. Eu sempre soube que queria ser mãe de dois, mesmo sem fazer a menor ideia de como daria conta depois.
Mas depois de tudo o que o meu corpo passou, uma nova gravidez nem era recomendada. E sinceramente depois de tantos anos tentando de todas as formas, eu nem sabia mais se podia engravidar naturalmente. E então ele veio assim de repente como um presente. Brinco que Deus olhou para a nossa bagunça e pensou: "Acho que eles estão se saindo bem vou dar mais essa chance".
A gestação foi tranquila igualzinha a ele. Eu que tinha receio do nome Felipe por ser bagunceiro descobri um menino doce, que não precisa gritar para ocupar o seu espaço. O Pipo chegou em uma família que nem sabia que ainda tinha lugar para mais alguém… edevagarinho virou indispensável.
Meu neném do sorriso mais doce que vai ser meu neném para sempre mesmo quando crescer. Às vezes me pergunto de onde vem tanta delicadeza e carinho já que minha linguagem de amor não é nem de longe o toque rs
Fora que fui filha única então ainda estou aprendendo essa dinâmica de dois, essa rotina meio caótica e esse amor que a gente acha que vai precisar dividir mas que só cresce.
É lindo ver o Zique virar irmão e acordar perguntando do neném, ver o Felipe encontrando o lugar dele no mundo e ver uma casa que por muito tempo foi só sobrevivência começar a finalmente parecer um lar.
O Pipo me lembra disso o tempo todo: que a vida ainda sabe surpreender, que nem tudo precisa nascer da dor e que às vezes os maiores presentes chegam sem aviso nenhum.
fotos: @thaisbraitfotografia

Eu nunca fui aquela pessoa que cresceu sonhando em ser mãe.
Posso dizer que vim de uma família “quebrada”: pai ausente desde muito cedo, mãe que se foi cedo demais. Durante muito tempo achei que isso dizia alguma coisa sobre mim… como se eu também não fosse capaz de construir uma família ou de saber amar direito.
Mas quando eu decidi ter um filho, eu quis de verdade. E aí vieram longos dois anos de tentativas, exames, frustrações, testes negativos, ansiedade… até chegar na FIV.
E então veio o Zique. Na gravidez eu me senti linda, forte e completa pela primeira vez na vida. Trabalhei muito, naquela ilusão de que depois eu teria tempo de sobra pra viver a maternidade.
Até que veio o parto: hemorragia. UTI. Aquela sensação estranha entre ficar e ir embora. De olhar pro seu filho recém-nascido e sentir que o próprio corpo ainda não sabe se vai conseguir permanecer ali sabe?
Mas eu fiquei e quando olhei pro Zique pela primeira vezno quarto pensei:
Eu lutei por isso e de um dia pro outro eu virei mãe… sem manual, sem preparo, sem nem ter tido tempo de ler sobre maternidade direito rs Eu não tinha com quem perguntar se era normal sentir tanto medo., não tinha ninguém pra me dizer “vai dar certo”. Eu não tinha referência de colo...
Então fomos crescendo juntos.
O Zezé segundo ele mesmo se chama é intenso, esperto, ama plateia, ama fazer graça, ama arrancar risada dos outros. E eu me vejo tanto nele que chega a ser estranho... essa sensibilidade gigante escondida atrás de um jeito às vezes mais bruto, mais difícil, incompreendido.... esse coração gigante carente de afeto mas que nem sempre sabe pedir...
Ele sente tudo, desmorona fácil e eu também.
Somos tão parecidos que às vezes a gente se choca… e depois eu fico me culpando por horas arrasada.
Queria ser a melhor mãe do mundo pra esse menininho, porque eu desejei muito ele!
Mas acho que tô aprendendo que talvez ser mãe seja justamente isso: amar profundamente mesmo sem acertar sempre.
Espero que um dia ele consiga olhar pras minhas falhas e entender que apesar delas nunca faltou amor.
fotos: @thaisbraitfotografia

Eu nunca fui aquela pessoa que cresceu sonhando em ser mãe.
Posso dizer que vim de uma família “quebrada”: pai ausente desde muito cedo, mãe que se foi cedo demais. Durante muito tempo achei que isso dizia alguma coisa sobre mim… como se eu também não fosse capaz de construir uma família ou de saber amar direito.
Mas quando eu decidi ter um filho, eu quis de verdade. E aí vieram longos dois anos de tentativas, exames, frustrações, testes negativos, ansiedade… até chegar na FIV.
E então veio o Zique. Na gravidez eu me senti linda, forte e completa pela primeira vez na vida. Trabalhei muito, naquela ilusão de que depois eu teria tempo de sobra pra viver a maternidade.
Até que veio o parto: hemorragia. UTI. Aquela sensação estranha entre ficar e ir embora. De olhar pro seu filho recém-nascido e sentir que o próprio corpo ainda não sabe se vai conseguir permanecer ali sabe?
Mas eu fiquei e quando olhei pro Zique pela primeira vezno quarto pensei:
Eu lutei por isso e de um dia pro outro eu virei mãe… sem manual, sem preparo, sem nem ter tido tempo de ler sobre maternidade direito rs Eu não tinha com quem perguntar se era normal sentir tanto medo., não tinha ninguém pra me dizer “vai dar certo”. Eu não tinha referência de colo...
Então fomos crescendo juntos.
O Zezé segundo ele mesmo se chama é intenso, esperto, ama plateia, ama fazer graça, ama arrancar risada dos outros. E eu me vejo tanto nele que chega a ser estranho... essa sensibilidade gigante escondida atrás de um jeito às vezes mais bruto, mais difícil, incompreendido.... esse coração gigante carente de afeto mas que nem sempre sabe pedir...
Ele sente tudo, desmorona fácil e eu também.
Somos tão parecidos que às vezes a gente se choca… e depois eu fico me culpando por horas arrasada.
Queria ser a melhor mãe do mundo pra esse menininho, porque eu desejei muito ele!
Mas acho que tô aprendendo que talvez ser mãe seja justamente isso: amar profundamente mesmo sem acertar sempre.
Espero que um dia ele consiga olhar pras minhas falhas e entender que apesar delas nunca faltou amor.
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Eu nunca fui aquela pessoa que cresceu sonhando em ser mãe.
Posso dizer que vim de uma família “quebrada”: pai ausente desde muito cedo, mãe que se foi cedo demais. Durante muito tempo achei que isso dizia alguma coisa sobre mim… como se eu também não fosse capaz de construir uma família ou de saber amar direito.
Mas quando eu decidi ter um filho, eu quis de verdade. E aí vieram longos dois anos de tentativas, exames, frustrações, testes negativos, ansiedade… até chegar na FIV.
E então veio o Zique. Na gravidez eu me senti linda, forte e completa pela primeira vez na vida. Trabalhei muito, naquela ilusão de que depois eu teria tempo de sobra pra viver a maternidade.
Até que veio o parto: hemorragia. UTI. Aquela sensação estranha entre ficar e ir embora. De olhar pro seu filho recém-nascido e sentir que o próprio corpo ainda não sabe se vai conseguir permanecer ali sabe?
Mas eu fiquei e quando olhei pro Zique pela primeira vezno quarto pensei:
Eu lutei por isso e de um dia pro outro eu virei mãe… sem manual, sem preparo, sem nem ter tido tempo de ler sobre maternidade direito rs Eu não tinha com quem perguntar se era normal sentir tanto medo., não tinha ninguém pra me dizer “vai dar certo”. Eu não tinha referência de colo...
Então fomos crescendo juntos.
O Zezé segundo ele mesmo se chama é intenso, esperto, ama plateia, ama fazer graça, ama arrancar risada dos outros. E eu me vejo tanto nele que chega a ser estranho... essa sensibilidade gigante escondida atrás de um jeito às vezes mais bruto, mais difícil, incompreendido.... esse coração gigante carente de afeto mas que nem sempre sabe pedir...
Ele sente tudo, desmorona fácil e eu também.
Somos tão parecidos que às vezes a gente se choca… e depois eu fico me culpando por horas arrasada.
Queria ser a melhor mãe do mundo pra esse menininho, porque eu desejei muito ele!
Mas acho que tô aprendendo que talvez ser mãe seja justamente isso: amar profundamente mesmo sem acertar sempre.
Espero que um dia ele consiga olhar pras minhas falhas e entender que apesar delas nunca faltou amor.
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Eu nunca fui aquela pessoa que cresceu sonhando em ser mãe.
Posso dizer que vim de uma família “quebrada”: pai ausente desde muito cedo, mãe que se foi cedo demais. Durante muito tempo achei que isso dizia alguma coisa sobre mim… como se eu também não fosse capaz de construir uma família ou de saber amar direito.
Mas quando eu decidi ter um filho, eu quis de verdade. E aí vieram longos dois anos de tentativas, exames, frustrações, testes negativos, ansiedade… até chegar na FIV.
E então veio o Zique. Na gravidez eu me senti linda, forte e completa pela primeira vez na vida. Trabalhei muito, naquela ilusão de que depois eu teria tempo de sobra pra viver a maternidade.
Até que veio o parto: hemorragia. UTI. Aquela sensação estranha entre ficar e ir embora. De olhar pro seu filho recém-nascido e sentir que o próprio corpo ainda não sabe se vai conseguir permanecer ali sabe?
Mas eu fiquei e quando olhei pro Zique pela primeira vezno quarto pensei:
Eu lutei por isso e de um dia pro outro eu virei mãe… sem manual, sem preparo, sem nem ter tido tempo de ler sobre maternidade direito rs Eu não tinha com quem perguntar se era normal sentir tanto medo., não tinha ninguém pra me dizer “vai dar certo”. Eu não tinha referência de colo...
Então fomos crescendo juntos.
O Zezé segundo ele mesmo se chama é intenso, esperto, ama plateia, ama fazer graça, ama arrancar risada dos outros. E eu me vejo tanto nele que chega a ser estranho... essa sensibilidade gigante escondida atrás de um jeito às vezes mais bruto, mais difícil, incompreendido.... esse coração gigante carente de afeto mas que nem sempre sabe pedir...
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Somos tão parecidos que às vezes a gente se choca… e depois eu fico me culpando por horas arrasada.
Queria ser a melhor mãe do mundo pra esse menininho, porque eu desejei muito ele!
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Espero que um dia ele consiga olhar pras minhas falhas e entender que apesar delas nunca faltou amor.
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Posso dizer que vim de uma família “quebrada”: pai ausente desde muito cedo, mãe que se foi cedo demais. Durante muito tempo achei que isso dizia alguma coisa sobre mim… como se eu também não fosse capaz de construir uma família ou de saber amar direito.
Mas quando eu decidi ter um filho, eu quis de verdade. E aí vieram longos dois anos de tentativas, exames, frustrações, testes negativos, ansiedade… até chegar na FIV.
E então veio o Zique. Na gravidez eu me senti linda, forte e completa pela primeira vez na vida. Trabalhei muito, naquela ilusão de que depois eu teria tempo de sobra pra viver a maternidade.
Até que veio o parto: hemorragia. UTI. Aquela sensação estranha entre ficar e ir embora. De olhar pro seu filho recém-nascido e sentir que o próprio corpo ainda não sabe se vai conseguir permanecer ali sabe?
Mas eu fiquei e quando olhei pro Zique pela primeira vezno quarto pensei:
Eu lutei por isso e de um dia pro outro eu virei mãe… sem manual, sem preparo, sem nem ter tido tempo de ler sobre maternidade direito rs Eu não tinha com quem perguntar se era normal sentir tanto medo., não tinha ninguém pra me dizer “vai dar certo”. Eu não tinha referência de colo...
Então fomos crescendo juntos.
O Zezé segundo ele mesmo se chama é intenso, esperto, ama plateia, ama fazer graça, ama arrancar risada dos outros. E eu me vejo tanto nele que chega a ser estranho... essa sensibilidade gigante escondida atrás de um jeito às vezes mais bruto, mais difícil, incompreendido.... esse coração gigante carente de afeto mas que nem sempre sabe pedir...
Ele sente tudo, desmorona fácil e eu também.
Somos tão parecidos que às vezes a gente se choca… e depois eu fico me culpando por horas arrasada.
Queria ser a melhor mãe do mundo pra esse menininho, porque eu desejei muito ele!
Mas acho que tô aprendendo que talvez ser mãe seja justamente isso: amar profundamente mesmo sem acertar sempre.
Espero que um dia ele consiga olhar pras minhas falhas e entender que apesar delas nunca faltou amor.
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Eu nunca fui aquela pessoa que cresceu sonhando em ser mãe.
Posso dizer que vim de uma família “quebrada”: pai ausente desde muito cedo, mãe que se foi cedo demais. Durante muito tempo achei que isso dizia alguma coisa sobre mim… como se eu também não fosse capaz de construir uma família ou de saber amar direito.
Mas quando eu decidi ter um filho, eu quis de verdade. E aí vieram longos dois anos de tentativas, exames, frustrações, testes negativos, ansiedade… até chegar na FIV.
E então veio o Zique. Na gravidez eu me senti linda, forte e completa pela primeira vez na vida. Trabalhei muito, naquela ilusão de que depois eu teria tempo de sobra pra viver a maternidade.
Até que veio o parto: hemorragia. UTI. Aquela sensação estranha entre ficar e ir embora. De olhar pro seu filho recém-nascido e sentir que o próprio corpo ainda não sabe se vai conseguir permanecer ali sabe?
Mas eu fiquei e quando olhei pro Zique pela primeira vezno quarto pensei:
Eu lutei por isso e de um dia pro outro eu virei mãe… sem manual, sem preparo, sem nem ter tido tempo de ler sobre maternidade direito rs Eu não tinha com quem perguntar se era normal sentir tanto medo., não tinha ninguém pra me dizer “vai dar certo”. Eu não tinha referência de colo...
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O Zezé segundo ele mesmo se chama é intenso, esperto, ama plateia, ama fazer graça, ama arrancar risada dos outros. E eu me vejo tanto nele que chega a ser estranho... essa sensibilidade gigante escondida atrás de um jeito às vezes mais bruto, mais difícil, incompreendido.... esse coração gigante carente de afeto mas que nem sempre sabe pedir...
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Espero que um dia ele consiga olhar pras minhas falhas e entender que apesar delas nunca faltou amor.
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Posso dizer que vim de uma família “quebrada”: pai ausente desde muito cedo, mãe que se foi cedo demais. Durante muito tempo achei que isso dizia alguma coisa sobre mim… como se eu também não fosse capaz de construir uma família ou de saber amar direito.
Mas quando eu decidi ter um filho, eu quis de verdade. E aí vieram longos dois anos de tentativas, exames, frustrações, testes negativos, ansiedade… até chegar na FIV.
E então veio o Zique. Na gravidez eu me senti linda, forte e completa pela primeira vez na vida. Trabalhei muito, naquela ilusão de que depois eu teria tempo de sobra pra viver a maternidade.
Até que veio o parto: hemorragia. UTI. Aquela sensação estranha entre ficar e ir embora. De olhar pro seu filho recém-nascido e sentir que o próprio corpo ainda não sabe se vai conseguir permanecer ali sabe?
Mas eu fiquei e quando olhei pro Zique pela primeira vezno quarto pensei:
Eu lutei por isso e de um dia pro outro eu virei mãe… sem manual, sem preparo, sem nem ter tido tempo de ler sobre maternidade direito rs Eu não tinha com quem perguntar se era normal sentir tanto medo., não tinha ninguém pra me dizer “vai dar certo”. Eu não tinha referência de colo...
Então fomos crescendo juntos.
O Zezé segundo ele mesmo se chama é intenso, esperto, ama plateia, ama fazer graça, ama arrancar risada dos outros. E eu me vejo tanto nele que chega a ser estranho... essa sensibilidade gigante escondida atrás de um jeito às vezes mais bruto, mais difícil, incompreendido.... esse coração gigante carente de afeto mas que nem sempre sabe pedir...
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Somos tão parecidos que às vezes a gente se choca… e depois eu fico me culpando por horas arrasada.
Queria ser a melhor mãe do mundo pra esse menininho, porque eu desejei muito ele!
Mas acho que tô aprendendo que talvez ser mãe seja justamente isso: amar profundamente mesmo sem acertar sempre.
Espero que um dia ele consiga olhar pras minhas falhas e entender que apesar delas nunca faltou amor.
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Eu nunca fui aquela pessoa que cresceu sonhando em ser mãe.
Posso dizer que vim de uma família “quebrada”: pai ausente desde muito cedo, mãe que se foi cedo demais. Durante muito tempo achei que isso dizia alguma coisa sobre mim… como se eu também não fosse capaz de construir uma família ou de saber amar direito.
Mas quando eu decidi ter um filho, eu quis de verdade. E aí vieram longos dois anos de tentativas, exames, frustrações, testes negativos, ansiedade… até chegar na FIV.
E então veio o Zique. Na gravidez eu me senti linda, forte e completa pela primeira vez na vida. Trabalhei muito, naquela ilusão de que depois eu teria tempo de sobra pra viver a maternidade.
Até que veio o parto: hemorragia. UTI. Aquela sensação estranha entre ficar e ir embora. De olhar pro seu filho recém-nascido e sentir que o próprio corpo ainda não sabe se vai conseguir permanecer ali sabe?
Mas eu fiquei e quando olhei pro Zique pela primeira vezno quarto pensei:
Eu lutei por isso e de um dia pro outro eu virei mãe… sem manual, sem preparo, sem nem ter tido tempo de ler sobre maternidade direito rs Eu não tinha com quem perguntar se era normal sentir tanto medo., não tinha ninguém pra me dizer “vai dar certo”. Eu não tinha referência de colo...
Então fomos crescendo juntos.
O Zezé segundo ele mesmo se chama é intenso, esperto, ama plateia, ama fazer graça, ama arrancar risada dos outros. E eu me vejo tanto nele que chega a ser estranho... essa sensibilidade gigante escondida atrás de um jeito às vezes mais bruto, mais difícil, incompreendido.... esse coração gigante carente de afeto mas que nem sempre sabe pedir...
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Posso dizer que vim de uma família “quebrada”: pai ausente desde muito cedo, mãe que se foi cedo demais. Durante muito tempo achei que isso dizia alguma coisa sobre mim… como se eu também não fosse capaz de construir uma família ou de saber amar direito.
Mas quando eu decidi ter um filho, eu quis de verdade. E aí vieram longos dois anos de tentativas, exames, frustrações, testes negativos, ansiedade… até chegar na FIV.
E então veio o Zique. Na gravidez eu me senti linda, forte e completa pela primeira vez na vida. Trabalhei muito, naquela ilusão de que depois eu teria tempo de sobra pra viver a maternidade.
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O casamento de Helena e Bernardo foi uma representação linda de muito amor, amizade e companheirismo do início ao fim. Uma celebração emocionante e encantadora para todos que estavam presente.
Agradecemos com muito alegria por termos feito parte desse dia.
Fotos: @barbaradutra @barbaradutraweddings
Fornecedores:
Decoração @purpuratafloredecor
Padre: Padre Evaldo
Atração: @dibetoeobaile
Bebidas: @limãodistribuidora
Beleza: @jomartinsbh_sp
Boate, Sonorização, cênica e tomadas: @sph.som
Bolo: @elisacastrobolos
Buffet: @pichitalanna
Caixa Toalete: @caixa_e_encaixa
DJ: @lauromalloy @bestprodutora
Drinks: @romerodrinksecoqueteis
Fotografia: @barbaradutraweddings
Filmagem: @milmeios
Gerador: Gold Express - Heitor
Identidade Visual: @hiltonimpressos
Limpeza: @interacao
Móveis: @lojadasfestas
Segurança, brigadista e Manobra: @chiquinhocompany
Vestido: @vivazbrasil
Site: @just360_
Roupas de Damas e Pajens: @lacarottebr

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O pré-wedding de Helena e Bernardo foi uma celebração intimista, divertida e repleta de sorrisos. No restaurante Bené da Flauta, em Ouro Preto, com vista privilegiada para a Igreja de São Francisco de Assis, o encontro aconteceu em um ambiente aconchegante e requintado.
Uma maneira deliciosa de iniciar as comemorações de uma união tão especial!
Fotos: @barbaradutraweddings

O pré-wedding de Helena e Bernardo foi uma celebração intimista, divertida e repleta de sorrisos. No restaurante Bené da Flauta, em Ouro Preto, com vista privilegiada para a Igreja de São Francisco de Assis, o encontro aconteceu em um ambiente aconchegante e requintado.
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O pré-wedding de Helena e Bernardo foi uma celebração intimista, divertida e repleta de sorrisos. No restaurante Bené da Flauta, em Ouro Preto, com vista privilegiada para a Igreja de São Francisco de Assis, o encontro aconteceu em um ambiente aconchegante e requintado.
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O pré-wedding de Helena e Bernardo foi uma celebração intimista, divertida e repleta de sorrisos. No restaurante Bené da Flauta, em Ouro Preto, com vista privilegiada para a Igreja de São Francisco de Assis, o encontro aconteceu em um ambiente aconchegante e requintado.
Uma maneira deliciosa de iniciar as comemorações de uma união tão especial!
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O pré-wedding de Helena e Bernardo foi uma celebração intimista, divertida e repleta de sorrisos. No restaurante Bené da Flauta, em Ouro Preto, com vista privilegiada para a Igreja de São Francisco de Assis, o encontro aconteceu em um ambiente aconchegante e requintado.
Uma maneira deliciosa de iniciar as comemorações de uma união tão especial!
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Tem encontros que a vida desenha com propósito e @barbaradutra faz parte da minha história há muito tempo.
Antes da fotografia ser o meu caminho, eu já admirava o olhar dela.
A gente se conheceu em outro momento da minha vida, quando eu produzia um trabalho como estilista e ela já traduzia histórias através da lente. Foi ali que tudo começou, de alguma forma.
O tempo passou, os caminhos mudaram, e hoje poder fotografar a Bárbara, no Dia das Mães, foi incrível.
Ela sempre foi referência pra mim. Daquelas inspirações que não ficam só no profissional, mas que atravessam a forma de ver, sentir e construir.
Ter ela diante da minha câmera, vivendo esse momento com a família foi muito especial 🩵
A fotografia tem dessas coisas: conecta histórias, ressignifica caminhos e, às vezes, devolve pra gente exatamente aquilo que um dia nos inspirou a começar.
Em breve as fotos desse ensaio incrível 😍
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