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“Glimmers are tiny micro-moments of joy, calm, safety, connection, or awe that help regulate the nervous system.”

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🌱 Alexandra Söderberg, fundadora da @naveia , é sueca com alma carioca e que revolucionou o mercado de leites vegetais no Brasil! 🇸🇪🇧🇷
👤 Cientista de solo, morou em Berlim e sempre teve a sustentabilidade como guia. Para ela, o leite de aveia é mais que um produto: é uma ferramenta de ativismo – pelos animais, pelo meio ambiente, pela saúde e pelos pequenos produtores. 💚🌍
Em 2017, ela e o marido Felipe começaram a sonhar com um projeto inovador. Depois de 3 anos de muito estudo e testes, nasceu a @naveia em 2020 – uma marca carioca que hoje conquista o Brasil e a América do Sul, sendo parceira de peso das melhores cafeterias de café especial. E o melhor: conquistou veganos e também quem nunca foi vegano, mas busca sabor e consciência na mesma xícara. ✨
👇 Bora daro play e descobrir qual é o ritual de domingo da @alexandra_soderberg ?🎬
Quer conhecer mais pessoas incríveis que movimentam o universo dos cafés especiais?
Só vem e segue a @baudo.roteirodecafes! 🚀
🌱✨ Bem-vindo à Floresta @naveia.
Depois de anos navegando no universo da agricultura sintrópica, confesso: ainda estou tentando entender como um lugar pode ser tão lindo, tão vivo e tão transformador 💚
A @naveia pegou um terreno que era pasto degradado e decidiu fazer o contrário do óbvio: regenerar. Regenerar com vida, com agrofloresta, com intenção.
Não é sobre “compensar”, nem “reduzir um pouquinho”.
É sobre reflorestar de verdade, cuidar da biodiversidade, recuperar o solo, devolver vida e criar um modelo que alimenta pessoas, gera emprego e captura carbono. 🌳
A Floresta Naveia é a prova viva de que quando uma empresa coloca propósito no centro, a abundância deixa de ser discurso e vira prática.
Aqui, negócio e natureza não competem eles prosperam juntos.
Saímos inspirados, feliz e com aquela sensação gostosa de que o futuro pode ser mais bonito quando a gente escolhe fazer diferente. 💫
#agrofloresta #naveia

Através da Naveia, tive o privilégio de conhecer inúmeros chefs, comunicadores, empreendedores, pensadores: ativistas de todos os tipos que dedicam sua vida ao mesmo propósito, o veganismo.
Ao longo dos anos, fui escutando e observando essas pessoas que sempre foram grandes inspirações para mim, e percebi que muitas vezes elas se sentiam sozinhas. Afinal, ainda vivemos cercados por um mundo cheio de incoerências e contradições, e é fácil se sentir alienado.
O Ibiti Vegan Summit nasceu justamente para conectar pessoas: um espaço para criar comunidade e potencializar essa força coletiva. Obrigada ao @ibitiprojeto por esse presente imensurável 🧡
Esse ano escolhemos o tema comunicação e tivemos a honra de receber a @drmelaniejoy como nossa convidada especial 🌟
E que AULA! Falamos sobre comunicação eficaz, sobre a importância de aliados veganos, sobre o que é o altruísmo eficaz e sobre como podemos seguir fazendo o nosso trabalho com estratégia, amor e leveza.
E quando nos juntamos, percebemos que não estamos nem um pouco sozinhos. Só estamos espalhados.
E, mesmo sendo diferentes, o que temos em comum é o que mais importa. 🌱
📸 @txai.far 🫶👏✨️

Através da Naveia, tive o privilégio de conhecer inúmeros chefs, comunicadores, empreendedores, pensadores: ativistas de todos os tipos que dedicam sua vida ao mesmo propósito, o veganismo.
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E se, ao invés da gente tentar explicar o impacto do Ibiti Vegan Summit nas pessoas que participam, elas mesmo explicassem?
❤️💬
#naveia #deleite #leitedeaveia #pessoasqueseacolhem #comidaquesorri #lugarqueregenera

ʙᴇɪɴɢ ᴛʜᴇ ʙᴏꜱꜱ
Alexandra Söderberg (@alexandra_soderberg) runs an oat milk company and an agroforestry project, in Brazil, challenging the conventional use of land for dairy farming and showing that there’s a smarter, more sustainable way forward, which includes coffee cultivation.
For Standart Issue 39, our Sabine Parrish (@sabine.coffee) chatted with Alexandra about agroforestry in Brazil, coffee and land use, labour practices in the dairy industry, and getting her hands dirty when starting her brand, @naveia.
‘It’s funny, in Portuguese, land with open pasture that has been cleared is referred to as “clean land”. It’s often severely degraded and eroded, yet that’s what they call it. I don’t have to tell you what they call land with forest on it; yes, that’s right: “dirty land”.’
Read more in print. 📖
Complimentary coffee sample of this quarter is Colombian La Fábrica, a naturally processed coffee produced by indigenous cooperatives, sourced & sailed by @belco.coffee and roasted by @dorigencoffee in Spain. See link in bio to subscribe today!
Text by Sabine Parrish (@sabine.coffee)
Photography by @BasVanEst

ʙᴇɪɴɢ ᴛʜᴇ ʙᴏꜱꜱ
Alexandra Söderberg (@alexandra_soderberg) runs an oat milk company and an agroforestry project, in Brazil, challenging the conventional use of land for dairy farming and showing that there’s a smarter, more sustainable way forward, which includes coffee cultivation.
For Standart Issue 39, our Sabine Parrish (@sabine.coffee) chatted with Alexandra about agroforestry in Brazil, coffee and land use, labour practices in the dairy industry, and getting her hands dirty when starting her brand, @naveia.
‘It’s funny, in Portuguese, land with open pasture that has been cleared is referred to as “clean land”. It’s often severely degraded and eroded, yet that’s what they call it. I don’t have to tell you what they call land with forest on it; yes, that’s right: “dirty land”.’
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Alexandra Söderberg (@alexandra_soderberg) runs an oat milk company and an agroforestry project, in Brazil, challenging the conventional use of land for dairy farming and showing that there’s a smarter, more sustainable way forward, which includes coffee cultivation.
For Standart Issue 39, our Sabine Parrish (@sabine.coffee) chatted with Alexandra about agroforestry in Brazil, coffee and land use, labour practices in the dairy industry, and getting her hands dirty when starting her brand, @naveia.
‘It’s funny, in Portuguese, land with open pasture that has been cleared is referred to as “clean land”. It’s often severely degraded and eroded, yet that’s what they call it. I don’t have to tell you what they call land with forest on it; yes, that’s right: “dirty land”.’
Read more in print. 📖
Complimentary coffee sample of this quarter is Colombian La Fábrica, a naturally processed coffee produced by indigenous cooperatives, sourced & sailed by @belco.coffee and roasted by @dorigencoffee in Spain. See link in bio to subscribe today!
Text by Sabine Parrish (@sabine.coffee)
Photography by @BasVanEst

ʙᴇɪɴɢ ᴛʜᴇ ʙᴏꜱꜱ
Alexandra Söderberg (@alexandra_soderberg) runs an oat milk company and an agroforestry project, in Brazil, challenging the conventional use of land for dairy farming and showing that there’s a smarter, more sustainable way forward, which includes coffee cultivation.
For Standart Issue 39, our Sabine Parrish (@sabine.coffee) chatted with Alexandra about agroforestry in Brazil, coffee and land use, labour practices in the dairy industry, and getting her hands dirty when starting her brand, @naveia.
‘It’s funny, in Portuguese, land with open pasture that has been cleared is referred to as “clean land”. It’s often severely degraded and eroded, yet that’s what they call it. I don’t have to tell you what they call land with forest on it; yes, that’s right: “dirty land”.’
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Complimentary coffee sample of this quarter is Colombian La Fábrica, a naturally processed coffee produced by indigenous cooperatives, sourced & sailed by @belco.coffee and roasted by @dorigencoffee in Spain. See link in bio to subscribe today!
Text by Sabine Parrish (@sabine.coffee)
Photography by @BasVanEst

Um breve carrossel de julho, pq minha memória já tá achando que foi tudo em maio 💆🏼♀️

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Over the years we’ve explored various approaches to coffee farming, but we’ve always had a soft spot for agroforestry systems, especially those integrating coffee trees with other crops, promoting a healthier and more biodiverse agricultural solution.
In Being the Boss piece you’ll find in our latest edition, we sit down with (@alexandra_soderberg), co-founder of the Brazilian oat milk brand @naveia, to discuss agroforestry in Brazil, land use and labour practices in the dairy industry, and what boldness in business and ethics entails.
Read more in Standart Issue 39—complimentary coffee sample of this quarter is Colombian La Fábrica, a naturally processed coffee produced by indigenous cooperatives, sourced & sailed by @belco.coffee and roasted by @dorigencoffee in Spain. See link in bio to subscribe today!
Text by Sabine Parrish (@sabine.coffee)
Photography by @BasVanEst

Over the years we’ve explored various approaches to coffee farming, but we’ve always had a soft spot for agroforestry systems, especially those integrating coffee trees with other crops, promoting a healthier and more biodiverse agricultural solution.
In Being the Boss piece you’ll find in our latest edition, we sit down with (@alexandra_soderberg), co-founder of the Brazilian oat milk brand @naveia, to discuss agroforestry in Brazil, land use and labour practices in the dairy industry, and what boldness in business and ethics entails.
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Photography by @BasVanEst

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In Being the Boss piece you’ll find in our latest edition, we sit down with (@alexandra_soderberg), co-founder of the Brazilian oat milk brand @naveia, to discuss agroforestry in Brazil, land use and labour practices in the dairy industry, and what boldness in business and ethics entails.
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Photography by @BasVanEst

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In Being the Boss piece you’ll find in our latest edition, we sit down with (@alexandra_soderberg), co-founder of the Brazilian oat milk brand @naveia, to discuss agroforestry in Brazil, land use and labour practices in the dairy industry, and what boldness in business and ethics entails.
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Thank you @standartmag and @sabine.coffee for telling our story, and to @basvanest for capturing it so beautifully 📸🧡
This story is about a forest returning to what is considered the heartland of Brazil’s dairy culture - rural Minas Gerais. Floresta @naveia is 220 hectares of degraded pasture that are being restored to native Atlantic Rainforest and transformed into new possibilities with a future beyond dairy.
It’s not about rejecting the past, but about recognizing that the old models are no longer sustainable, and offering viable alternatives for rural communities that have long depended on livestock and dairy to survive. Specialty coffee is one of the most promising opportunities we've identified within our agroforestry model, both as an ecological ally and as a source of long-term income for the region.
This is more than reforestation. It’s about trying something different and about regeneration as a real, viable path forward.
I'm touched to see this story resonate beyond borders. Go get the latest issue of Standart Magazine to read the full feature 🫶
🇧🇷🇧🇷🇧🇷
Obrigada @standartmag e @sabine.coffee por contarem a nossa história, e ao @basvanest por capturá-la de forma tão linda e poética 📸🧡
Essa história é sobre uma floresta que está se reerguendo em uma região que é considerada o berço da cultura leitera do Brasil, o interior de Minas Gerais. A Floresta @naveia ocupa 220 hectares de pasto degradado que estão sendo regenerados com floresta nativa e transformados em novas possibilidades, com um futuro além do leite de vaca.
Não é sobre rejeitar o passado, mas sobre reconhecer que os modelos antigos já não são mais sustentáveis, e de oferecer alternativas viáveis para comunidades rurais que há muito tempo dependem da pecuária e do leite para sobreviver. O café especial é uma das oportunidades mais promissoras que identificamos dentro do nosso modelo agroflorestal, tanto como aliado de resiliência climática quanto como fonte de renda de longo prazo para a região.
Isso é mais do que reflorestamento. É uma tentativa de fazer diferente, e de mostrar que regeneração pode ser sim um caminho real e possível. 🫶

Thank you @standartmag and @sabine.coffee for telling our story, and to @basvanest for capturing it so beautifully 📸🧡
This story is about a forest returning to what is considered the heartland of Brazil’s dairy culture - rural Minas Gerais. Floresta @naveia is 220 hectares of degraded pasture that are being restored to native Atlantic Rainforest and transformed into new possibilities with a future beyond dairy.
It’s not about rejecting the past, but about recognizing that the old models are no longer sustainable, and offering viable alternatives for rural communities that have long depended on livestock and dairy to survive. Specialty coffee is one of the most promising opportunities we've identified within our agroforestry model, both as an ecological ally and as a source of long-term income for the region.
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Não é sobre rejeitar o passado, mas sobre reconhecer que os modelos antigos já não são mais sustentáveis, e de oferecer alternativas viáveis para comunidades rurais que há muito tempo dependem da pecuária e do leite para sobreviver. O café especial é uma das oportunidades mais promissoras que identificamos dentro do nosso modelo agroflorestal, tanto como aliado de resiliência climática quanto como fonte de renda de longo prazo para a região.
Isso é mais do que reflorestamento. É uma tentativa de fazer diferente, e de mostrar que regeneração pode ser sim um caminho real e possível. 🫶

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Alva + @naveia = o match perfeito! 💙🥛
Quem já garantiu seu kit com suuper hidratação na @biobrazilnaturaltech? 🤌🏻🤭
#alvanaveia

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Três dias de imersão na @daterracoffee, referência global em café especial em escala. Que aula!! Obrigada pelo convite irrecusável @gabrielagrelli
@eujeferson7 @shiba.ju 🙏🥹🧡

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@eujeferson7 @shiba.ju 🙏🥹🧡

Tem algo que sempre me emocionou de um jeito que eu nunca soube explicar direito: ver pessoas fazendo algo juntas. Um coletivo em ação, um esforço compartilhado, quando muita gente vira um só. Por isso eu já sabia que participar do Volta à Ilha ia me emocionar.
Corri o meu primeiro Volta à Ilha esse ano no final de abril — 140 km em revezamento ao redor de Floripa. Corri com a @templeofrunner, um grupo que mostra como a corrida é o esporte individual mais coletivo que existe. E eu nunca entendi tão bem essa frase quanto agora.
Foram dois dias vivendo em comunidade. 42 pessoas no total, 10 pessoas na minha equipe: fora o @felipeufo @marivelasquezmari e @koroleo, a grande maioria para mim eram desconhecidas. Mas em 48hs viramos uma família improvisada e criamos laços que pareceram antigos — daquelas amizades de infância, que nascem do tempo, da imersão, da presença.
Porque foi isso: presença total. A corrida nos obrigou a estar ali, por inteiro. Tudo girava em torno do tempo — o tempo de correr, de descansar, de esperar, de apoiar, de cuidar. 15 horas de corrida que nos obrigaram a ser vulneráveis e sentir o prazer de fazer sacrifício pelos outros, pelo grupo.
No dia a dia, viver esse espírito coletivo parece impossível. Somos empurrados para longe do instinto de estar junto. Nas trocas com os meus novos amigos entendi que a solidão é mais comum do que parece. E talvez seja isso que sempre me emocionou, ver o poder de pessoas unidas e saber que aquilo só é momentâneo - uma lembrança distante do que somos capazes de alcançar, se isso de alguma forma fosse o nosso jeito de viver...
Mas a sensação de pertencimento, apesar de rara, é possível. E às vezes, basta um esforço em comum, uma experiência em grupo. A Temple me mostrou que vale buscar esses momentos de presença e pertencimento, porque eles curam e eles renovam. Obrigada por isso 🧡

Tem algo que sempre me emocionou de um jeito que eu nunca soube explicar direito: ver pessoas fazendo algo juntas. Um coletivo em ação, um esforço compartilhado, quando muita gente vira um só. Por isso eu já sabia que participar do Volta à Ilha ia me emocionar.
Corri o meu primeiro Volta à Ilha esse ano no final de abril — 140 km em revezamento ao redor de Floripa. Corri com a @templeofrunner, um grupo que mostra como a corrida é o esporte individual mais coletivo que existe. E eu nunca entendi tão bem essa frase quanto agora.
Foram dois dias vivendo em comunidade. 42 pessoas no total, 10 pessoas na minha equipe: fora o @felipeufo @marivelasquezmari e @koroleo, a grande maioria para mim eram desconhecidas. Mas em 48hs viramos uma família improvisada e criamos laços que pareceram antigos — daquelas amizades de infância, que nascem do tempo, da imersão, da presença.
Porque foi isso: presença total. A corrida nos obrigou a estar ali, por inteiro. Tudo girava em torno do tempo — o tempo de correr, de descansar, de esperar, de apoiar, de cuidar. 15 horas de corrida que nos obrigaram a ser vulneráveis e sentir o prazer de fazer sacrifício pelos outros, pelo grupo.
No dia a dia, viver esse espírito coletivo parece impossível. Somos empurrados para longe do instinto de estar junto. Nas trocas com os meus novos amigos entendi que a solidão é mais comum do que parece. E talvez seja isso que sempre me emocionou, ver o poder de pessoas unidas e saber que aquilo só é momentâneo - uma lembrança distante do que somos capazes de alcançar, se isso de alguma forma fosse o nosso jeito de viver...
Mas a sensação de pertencimento, apesar de rara, é possível. E às vezes, basta um esforço em comum, uma experiência em grupo. A Temple me mostrou que vale buscar esses momentos de presença e pertencimento, porque eles curam e eles renovam. Obrigada por isso 🧡

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No dia a dia, viver esse espírito coletivo parece impossível. Somos empurrados para longe do instinto de estar junto. Nas trocas com os meus novos amigos entendi que a solidão é mais comum do que parece. E talvez seja isso que sempre me emocionou, ver o poder de pessoas unidas e saber que aquilo só é momentâneo - uma lembrança distante do que somos capazes de alcançar, se isso de alguma forma fosse o nosso jeito de viver...
Mas a sensação de pertencimento, apesar de rara, é possível. E às vezes, basta um esforço em comum, uma experiência em grupo. A Temple me mostrou que vale buscar esses momentos de presença e pertencimento, porque eles curam e eles renovam. Obrigada por isso 🧡

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Porque foi isso: presença total. A corrida nos obrigou a estar ali, por inteiro. Tudo girava em torno do tempo — o tempo de correr, de descansar, de esperar, de apoiar, de cuidar. 15 horas de corrida que nos obrigaram a ser vulneráveis e sentir o prazer de fazer sacrifício pelos outros, pelo grupo.
No dia a dia, viver esse espírito coletivo parece impossível. Somos empurrados para longe do instinto de estar junto. Nas trocas com os meus novos amigos entendi que a solidão é mais comum do que parece. E talvez seja isso que sempre me emocionou, ver o poder de pessoas unidas e saber que aquilo só é momentâneo - uma lembrança distante do que somos capazes de alcançar, se isso de alguma forma fosse o nosso jeito de viver...
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