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Damos luz a imagens afiadas para documentar este mundo que ainda não desistiu da beleza.

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DESSE LADO DO MURO
Nos últimos cinco anos, Erick Dau, Francisco Proner e Thiago Dezan, da Agência Farpa, visitaram vinte presídios em dez países para documentar a realidade do sistema penitenciário nas Américas e Caribe. Superlotação, doenças generalizadas, torturas e um pesadelo sem fim. A realidade das prisões na região não pode ser descrita em palavras.

Este projeto é uma tentativa de demonstrá-la em imagens. A publicação deste ensaio está disponível em Seloturvo.org

Fotografias
@erickdau
@franciscoproner
@thiagodezan

Produção
@farpa x @seloturvo

Edição
@nievesacra

Design
@estudioplantio

Ilustrações
@andremantelli

Impressão
@panc.press

Vídeo
@puleacerca x @guilermeeeeeeee

Paisagem sonora
@tutisardinha


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Somos Farpa. Damos luz a imagens afiadas para documentar este mundo que ainda não desistiu da beleza.


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Oi meu povo querido! Como uma galera pediu, resolvi fazer mais um lançamento, agora pros presentes de Natal!

Vou estar no próximo sábado no @jurema.bar Jurema Bar, ali do lado do Beco do Rato, na glória, a partir das 15h. Rua tranquila, fechada, bom pra criança e com roda de samba!

Vem, presenteia papai, mamãe, titia e amigo oculto que os livros tão acabando!

Beijos e até lá!


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5 months ago

Thanks to everybody who came out yesterday, we couldn’t be happier. Special shout out to our curator @diego.sileo and also to @iolandaratti, Silvia Bignami, @martadellangelo and all @pacmilano crew. The show will be open until 8/2/26.


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Thanks to everybody who came out yesterday, we couldn’t be happier. Special shout out to our curator @diego.sileo and also to @iolandaratti, Silvia Bignami, @martadellangelo and all @pacmilano crew. The show will be open until 8/2/26.


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O massacre mais sangrento da história recente do Brasil. 128 pessoas mortas é o último número divulgado pelas autoridades do estado até o momento. Sem palavras ao fotografar esses dias de terror no Rio de Janeiro.


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O massacre mais sangrento da história recente do Brasil. 128 pessoas mortas é o último número divulgado pelas autoridades do estado até o momento. Sem palavras ao fotografar esses dias de terror no Rio de Janeiro.


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O massacre mais sangrento da história recente do Brasil. 128 pessoas mortas é o último número divulgado pelas autoridades do estado até o momento. Sem palavras ao fotografar esses dias de terror no Rio de Janeiro.


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O massacre mais sangrento da história recente do Brasil. 128 pessoas mortas é o último número divulgado pelas autoridades do estado até o momento. Sem palavras ao fotografar esses dias de terror no Rio de Janeiro.


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O massacre mais sangrento da história recente do Brasil. 128 pessoas mortas é o último número divulgado pelas autoridades do estado até o momento. Sem palavras ao fotografar esses dias de terror no Rio de Janeiro.


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O massacre mais sangrento da história recente do Brasil. 128 pessoas mortas é o último número divulgado pelas autoridades do estado até o momento. Sem palavras ao fotografar esses dias de terror no Rio de Janeiro.


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Pepe.
Buenos Aires, 8 de Novembro 2019


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Pepe.
Buenos Aires, 8 de Novembro 2019


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Pepe.
Buenos Aires, 8 de Novembro 2019


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1 years ago

Um ano depois das enchentes históricas que marcaram a vida dos habitantes do Rio Grande do Sul e chocaram o Brasil, retornei ao sul do país para acompanhar a reconstrução do cotidiano junto ao @atingidosporbarragens .

Voltar ao Vale do Taquari foi especialmente assustador. Cidades inteiras que foram atingidas pelas fortes chuvas no mês de maio de 2024 continuam apagadas, destruídas como cidades fantasmas. Os moradores de certas áreas, ao não terem para onde seguir, tentam voltar às ruínas de suas antigas moradias, outros, vivem em casebres de madeira improvisados. Com o aumento dos efeitos das mudanças climáticas é importante pensarmos nos atingidos. Apesar dos grandes investimentos do governo federal e estadual, pouco chega para os que mais precisam.


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1 years ago

Um ano depois das enchentes históricas que marcaram a vida dos habitantes do Rio Grande do Sul e chocaram o Brasil, retornei ao sul do país para acompanhar a reconstrução do cotidiano junto ao @atingidosporbarragens .

Voltar ao Vale do Taquari foi especialmente assustador. Cidades inteiras que foram atingidas pelas fortes chuvas no mês de maio de 2024 continuam apagadas, destruídas como cidades fantasmas. Os moradores de certas áreas, ao não terem para onde seguir, tentam voltar às ruínas de suas antigas moradias, outros, vivem em casebres de madeira improvisados. Com o aumento dos efeitos das mudanças climáticas é importante pensarmos nos atingidos. Apesar dos grandes investimentos do governo federal e estadual, pouco chega para os que mais precisam.


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Um ano depois das enchentes históricas que marcaram a vida dos habitantes do Rio Grande do Sul e chocaram o Brasil, retornei ao sul do país para acompanhar a reconstrução do cotidiano junto ao @atingidosporbarragens .

Voltar ao Vale do Taquari foi especialmente assustador. Cidades inteiras que foram atingidas pelas fortes chuvas no mês de maio de 2024 continuam apagadas, destruídas como cidades fantasmas. Os moradores de certas áreas, ao não terem para onde seguir, tentam voltar às ruínas de suas antigas moradias, outros, vivem em casebres de madeira improvisados. Com o aumento dos efeitos das mudanças climáticas é importante pensarmos nos atingidos. Apesar dos grandes investimentos do governo federal e estadual, pouco chega para os que mais precisam.


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Um ano depois das enchentes históricas que marcaram a vida dos habitantes do Rio Grande do Sul e chocaram o Brasil, retornei ao sul do país para acompanhar a reconstrução do cotidiano junto ao @atingidosporbarragens .

Voltar ao Vale do Taquari foi especialmente assustador. Cidades inteiras que foram atingidas pelas fortes chuvas no mês de maio de 2024 continuam apagadas, destruídas como cidades fantasmas. Os moradores de certas áreas, ao não terem para onde seguir, tentam voltar às ruínas de suas antigas moradias, outros, vivem em casebres de madeira improvisados. Com o aumento dos efeitos das mudanças climáticas é importante pensarmos nos atingidos. Apesar dos grandes investimentos do governo federal e estadual, pouco chega para os que mais precisam.


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Um ano depois das enchentes históricas que marcaram a vida dos habitantes do Rio Grande do Sul e chocaram o Brasil, retornei ao sul do país para acompanhar a reconstrução do cotidiano junto ao @atingidosporbarragens .

Voltar ao Vale do Taquari foi especialmente assustador. Cidades inteiras que foram atingidas pelas fortes chuvas no mês de maio de 2024 continuam apagadas, destruídas como cidades fantasmas. Os moradores de certas áreas, ao não terem para onde seguir, tentam voltar às ruínas de suas antigas moradias, outros, vivem em casebres de madeira improvisados. Com o aumento dos efeitos das mudanças climáticas é importante pensarmos nos atingidos. Apesar dos grandes investimentos do governo federal e estadual, pouco chega para os que mais precisam.


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Um ano depois das enchentes históricas que marcaram a vida dos habitantes do Rio Grande do Sul e chocaram o Brasil, retornei ao sul do país para acompanhar a reconstrução do cotidiano junto ao @atingidosporbarragens .

Voltar ao Vale do Taquari foi especialmente assustador. Cidades inteiras que foram atingidas pelas fortes chuvas no mês de maio de 2024 continuam apagadas, destruídas como cidades fantasmas. Os moradores de certas áreas, ao não terem para onde seguir, tentam voltar às ruínas de suas antigas moradias, outros, vivem em casebres de madeira improvisados. Com o aumento dos efeitos das mudanças climáticas é importante pensarmos nos atingidos. Apesar dos grandes investimentos do governo federal e estadual, pouco chega para os que mais precisam.


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Voltar ao Vale do Taquari foi especialmente assustador. Cidades inteiras que foram atingidas pelas fortes chuvas no mês de maio de 2024 continuam apagadas, destruídas como cidades fantasmas. Os moradores de certas áreas, ao não terem para onde seguir, tentam voltar às ruínas de suas antigas moradias, outros, vivem em casebres de madeira improvisados. Com o aumento dos efeitos das mudanças climáticas é importante pensarmos nos atingidos. Apesar dos grandes investimentos do governo federal e estadual, pouco chega para os que mais precisam.


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Voltar ao Vale do Taquari foi especialmente assustador. Cidades inteiras que foram atingidas pelas fortes chuvas no mês de maio de 2024 continuam apagadas, destruídas como cidades fantasmas. Os moradores de certas áreas, ao não terem para onde seguir, tentam voltar às ruínas de suas antigas moradias, outros, vivem em casebres de madeira improvisados. Com o aumento dos efeitos das mudanças climáticas é importante pensarmos nos atingidos. Apesar dos grandes investimentos do governo federal e estadual, pouco chega para os que mais precisam.


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Um ano depois das enchentes históricas que marcaram a vida dos habitantes do Rio Grande do Sul e chocaram o Brasil, retornei ao sul do país para acompanhar a reconstrução do cotidiano junto ao @atingidosporbarragens .

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Voltar ao Vale do Taquari foi especialmente assustador. Cidades inteiras que foram atingidas pelas fortes chuvas no mês de maio de 2024 continuam apagadas, destruídas como cidades fantasmas. Os moradores de certas áreas, ao não terem para onde seguir, tentam voltar às ruínas de suas antigas moradias, outros, vivem em casebres de madeira improvisados. Com o aumento dos efeitos das mudanças climáticas é importante pensarmos nos atingidos. Apesar dos grandes investimentos do governo federal e estadual, pouco chega para os que mais precisam.


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Um ano depois das enchentes históricas que marcaram a vida dos habitantes do Rio Grande do Sul e chocaram o Brasil, retornei ao sul do país para acompanhar a reconstrução do cotidiano junto ao @atingidosporbarragens .

Voltar ao Vale do Taquari foi especialmente assustador. Cidades inteiras que foram atingidas pelas fortes chuvas no mês de maio de 2024 continuam apagadas, destruídas como cidades fantasmas. Os moradores de certas áreas, ao não terem para onde seguir, tentam voltar às ruínas de suas antigas moradias, outros, vivem em casebres de madeira improvisados. Com o aumento dos efeitos das mudanças climáticas é importante pensarmos nos atingidos. Apesar dos grandes investimentos do governo federal e estadual, pouco chega para os que mais precisam.


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Na última semana tivemos a honra de inaugurar a exposição « Desse Lado Do Muro » no Museu da Imagem e do Som @mis_pr , em Curitiba. A exposição abre as portas do antigo Centro de Triagem em Curitiba.

A mostra, promovida em parceria com a Agência Farpa, apresenta uma seleção de imagens feitas em 18 presídios de sete países da América Latina pelos fotógrafos @ErickDau, @FranciscoProner e @ThiagoDezan.

A proposta de “Desse Lado do Muro” é provocar empatia e reflexão sobre as condições das pessoas privadas de liberdade. Ambientada entre celas e grades originais, a exposição convida o público a refletir sobre a realidade do sistema prisional latino-americano, por meio de fotografias em grande escala, vídeos captados nos presídios visitados, lambes e projeções.

Neste video, Eberton Lennon divide conosco a experiência de ter sido encarcerado em um Centro de Triagem como o que hoje, desativado, sedia nossa exposição.


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1 years ago

📹 @thiagodezan
“A fotografia é um rabisco em um guardanapo,
Uma dança bêbada com seus demônios interiores.
Não sobre quem você fotografa,
Mas sobre como você fotografa
O pior conflito que já documentei foi dentro da minha cabeça,
Cobrindo a lacuna entre o que é e o que poderia ter sido.
De mim, da sociedade.
O reverso do natural está se tornando a ordem, se você se importa em notar.
[Bem-aventurados os mansos, porque eles herdarão a terra]
Se você se importa em notar, você não será capaz de evitar, mas fazer isso.
[Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque eles serão fartos]
Você apontará sua câmera para mil maneiras
E contará sua própria história dez vezes
[Bem-aventurados os puros de coração, porque eles verão a Deus]
Seja honesto
Seja honrado”


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1 years ago

Nos últimos cinco anos, Dau, Proner e Dezan, da Agência Farpa, visitaram dez países para documentar a realidade do sistema penitenciário nas Américas. Superlotação, doenças generalizadas, torturas e um pesadelo sem fim. A realidade das prisões na região não pode ser descrita em palavras. Este projeto é uma tentativa de demonstrá-la em imagens.

Impresso em risografia por @panc.press

Disponível no nosso site [link na bio!]

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Nos últimos cinco anos, Dau, Proner e Dezan, da Agência Farpa, visitaram dez países para documentar a realidade do sistema penitenciário nas Américas. Superlotação, doenças generalizadas, torturas e um pesadelo sem fim. A realidade das prisões na região não pode ser descrita em palavras. Este projeto é uma tentativa de demonstrá-la em imagens.

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Nos últimos cinco anos, Dau, Proner e Dezan, da Agência Farpa, visitaram dez países para documentar a realidade do sistema penitenciário nas Américas. Superlotação, doenças generalizadas, torturas e um pesadelo sem fim. A realidade das prisões na região não pode ser descrita em palavras. Este projeto é uma tentativa de demonstrá-la em imagens.

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Nos últimos cinco anos, Dau, Proner e Dezan, da Agência Farpa, visitaram dez países para documentar a realidade do sistema penitenciário nas Américas. Superlotação, doenças generalizadas, torturas e um pesadelo sem fim. A realidade das prisões na região não pode ser descrita em palavras. Este projeto é uma tentativa de demonstrá-la em imagens.

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Nos últimos cinco anos, Dau, Proner e Dezan, da Agência Farpa, visitaram dez países para documentar a realidade do sistema penitenciário nas Américas. Superlotação, doenças generalizadas, torturas e um pesadelo sem fim. A realidade das prisões na região não pode ser descrita em palavras. Este projeto é uma tentativa de demonstrá-la em imagens.

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Xapuri, no Acre, é símbolo da bioeconomia na Amazônia. Com uma economia baseada no extrativismo da castanha e borracha, a cidade enfrenta desafios como o desmatamento ilegal e o agravamento dos impactos das mudanças climáticas. Em setembro, documentamos o trabalho de extrativistas e lideranças comunitárias da região da Reserva Extrativista (RESEX) Chico Mendes na bioeconomia, principalmente com a extração de castanha e borracha, como também os impactos deste modelo de manejo e gestão dos produtos da floresta e os desafios que enfrentam atualmente.

Fotografia e vídeo de @mariamagdarre e @christiaanbraga, reportagem escrita por @mariocamelo. Produzido por @factstoryagency e @el_bid para exibição na COP16 - Sustentabilidade, que acontece essa semana em Cali, Colômbia.


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Xapuri, no Acre, é símbolo da bioeconomia na Amazônia. Com uma economia baseada no extrativismo da castanha e borracha, a cidade enfrenta desafios como o desmatamento ilegal e o agravamento dos impactos das mudanças climáticas. Em setembro, documentamos o trabalho de extrativistas e lideranças comunitárias da região da Reserva Extrativista (RESEX) Chico Mendes na bioeconomia, principalmente com a extração de castanha e borracha, como também os impactos deste modelo de manejo e gestão dos produtos da floresta e os desafios que enfrentam atualmente.

Fotografia e vídeo de @mariamagdarre e @christiaanbraga, reportagem escrita por @mariocamelo. Produzido por @factstoryagency e @el_bid para exibição na COP16 - Sustentabilidade, que acontece essa semana em Cali, Colômbia.


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Xapuri, no Acre, é símbolo da bioeconomia na Amazônia. Com uma economia baseada no extrativismo da castanha e borracha, a cidade enfrenta desafios como o desmatamento ilegal e o agravamento dos impactos das mudanças climáticas. Em setembro, documentamos o trabalho de extrativistas e lideranças comunitárias da região da Reserva Extrativista (RESEX) Chico Mendes na bioeconomia, principalmente com a extração de castanha e borracha, como também os impactos deste modelo de manejo e gestão dos produtos da floresta e os desafios que enfrentam atualmente.

Fotografia e vídeo de @mariamagdarre e @christiaanbraga, reportagem escrita por @mariocamelo. Produzido por @factstoryagency e @el_bid para exibição na COP16 - Sustentabilidade, que acontece essa semana em Cali, Colômbia.


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Xapuri, no Acre, é símbolo da bioeconomia na Amazônia. Com uma economia baseada no extrativismo da castanha e borracha, a cidade enfrenta desafios como o desmatamento ilegal e o agravamento dos impactos das mudanças climáticas. Em setembro, documentamos o trabalho de extrativistas e lideranças comunitárias da região da Reserva Extrativista (RESEX) Chico Mendes na bioeconomia, principalmente com a extração de castanha e borracha, como também os impactos deste modelo de manejo e gestão dos produtos da floresta e os desafios que enfrentam atualmente.

Fotografia e vídeo de @mariamagdarre e @christiaanbraga, reportagem escrita por @mariocamelo. Produzido por @factstoryagency e @el_bid para exibição na COP16 - Sustentabilidade, que acontece essa semana em Cali, Colômbia.


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Xapuri, no Acre, é símbolo da bioeconomia na Amazônia. Com uma economia baseada no extrativismo da castanha e borracha, a cidade enfrenta desafios como o desmatamento ilegal e o agravamento dos impactos das mudanças climáticas. Em setembro, documentamos o trabalho de extrativistas e lideranças comunitárias da região da Reserva Extrativista (RESEX) Chico Mendes na bioeconomia, principalmente com a extração de castanha e borracha, como também os impactos deste modelo de manejo e gestão dos produtos da floresta e os desafios que enfrentam atualmente.

Fotografia e vídeo de @mariamagdarre e @christiaanbraga, reportagem escrita por @mariocamelo. Produzido por @factstoryagency e @el_bid para exibição na COP16 - Sustentabilidade, que acontece essa semana em Cali, Colômbia.


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Xapuri, no Acre, é símbolo da bioeconomia na Amazônia. Com uma economia baseada no extrativismo da castanha e borracha, a cidade enfrenta desafios como o desmatamento ilegal e o agravamento dos impactos das mudanças climáticas. Em setembro, documentamos o trabalho de extrativistas e lideranças comunitárias da região da Reserva Extrativista (RESEX) Chico Mendes na bioeconomia, principalmente com a extração de castanha e borracha, como também os impactos deste modelo de manejo e gestão dos produtos da floresta e os desafios que enfrentam atualmente.

Fotografia e vídeo de @mariamagdarre e @christiaanbraga, reportagem escrita por @mariocamelo. Produzido por @factstoryagency e @el_bid para exibição na COP16 - Sustentabilidade, que acontece essa semana em Cali, Colômbia.


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Xapuri, no Acre, é símbolo da bioeconomia na Amazônia. Com uma economia baseada no extrativismo da castanha e borracha, a cidade enfrenta desafios como o desmatamento ilegal e o agravamento dos impactos das mudanças climáticas. Em setembro, documentamos o trabalho de extrativistas e lideranças comunitárias da região da Reserva Extrativista (RESEX) Chico Mendes na bioeconomia, principalmente com a extração de castanha e borracha, como também os impactos deste modelo de manejo e gestão dos produtos da floresta e os desafios que enfrentam atualmente.

Fotografia e vídeo de @mariamagdarre e @christiaanbraga, reportagem escrita por @mariocamelo. Produzido por @factstoryagency e @el_bid para exibição na COP16 - Sustentabilidade, que acontece essa semana em Cali, Colômbia.


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Xapuri, no Acre, é símbolo da bioeconomia na Amazônia. Com uma economia baseada no extrativismo da castanha e borracha, a cidade enfrenta desafios como o desmatamento ilegal e o agravamento dos impactos das mudanças climáticas. Em setembro, documentamos o trabalho de extrativistas e lideranças comunitárias da região da Reserva Extrativista (RESEX) Chico Mendes na bioeconomia, principalmente com a extração de castanha e borracha, como também os impactos deste modelo de manejo e gestão dos produtos da floresta e os desafios que enfrentam atualmente.

Fotografia e vídeo de @mariamagdarre e @christiaanbraga, reportagem escrita por @mariocamelo. Produzido por @factstoryagency e @el_bid para exibição na COP16 - Sustentabilidade, que acontece essa semana em Cali, Colômbia.


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Xapuri, no Acre, é símbolo da bioeconomia na Amazônia. Com uma economia baseada no extrativismo da castanha e borracha, a cidade enfrenta desafios como o desmatamento ilegal e o agravamento dos impactos das mudanças climáticas. Em setembro, documentamos o trabalho de extrativistas e lideranças comunitárias da região da Reserva Extrativista (RESEX) Chico Mendes na bioeconomia, principalmente com a extração de castanha e borracha, como também os impactos deste modelo de manejo e gestão dos produtos da floresta e os desafios que enfrentam atualmente.

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