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Ubu Editora

Pensamento crítico para o debate contemporâneo em edições caprichadas. Compre nossos livros: ubueditora.com.br.
Atendimento: seg.–sex., das 11h às 18h

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🌏️ Inscreva-se no minicurso “O novo clima da história: Dipesh Chakrabarty e o planetário”, com Fernando Silva e Silva (@silvaesilvafernando),⁠⁠ em 8 e 9/6, das 19h às 21h. Link na bio⁠!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

Nosso presente é marcado pela entrada de um novo ator em cena que mudou completamente as regras do jogo: o planeta Terra. Se desde o século XVI a história humana era marcada por uma crescente globalização econômica e social, a partir do século XX a humanidade se torna uma força geológica que altera processos planetários fundamentais. ⁠

Ao longo dos últimos 20 anos, Dipesh Chakrabarty tem refletido sobre como as mudanças climáticas alteraram o curso da história e a as novas respostas políticas que elas exigem. Neste curso em 2 encontros, conheceremos as linhas gerais da abordagem história de Chakrabarty e sua interpretação sobre a crise climática e o Antropoceno.⁠

Aulas⁠
1 - Diante do planetário: as humanidades no Antropoceno⁠
2 - Habitar um futuro incerto: ética, política e reverência⁠

Fernando Silva e Silva é professor, pesquisador e tradutor. É graduado em Letras e Filosofia, mestre em Estudos da Linguagem e doutor em Filosofia. Cofundador da APPH, coordena o núcleo Ecologias. É membro do Anthropocene Commons e da rede Terra e Nós. É co-coordenador da coleção de livros Desnaturadas. É co-criador do projeto Futuros Presentes. Pesquisa pensamento ambiental, História e Filosofia das Ciências, e ficção especulativa.


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1 weeks ago


🌏️ Inscreva-se no minicurso “O novo clima da história: Dipesh Chakrabarty e o planetário”, com Fernando Silva e Silva (@silvaesilvafernando),⁠⁠ em 8 e 9/6, das 19h às 21h. Link na bio⁠!⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

Nosso presente é marcado pela entrada de um novo ator em cena que mudou completamente as regras do jogo: o planeta Terra. Se desde o século XVI a história humana era marcada por uma crescente globalização econômica e social, a partir do século XX a humanidade se torna uma força geológica que altera processos planetários fundamentais. ⁠

Ao longo dos últimos 20 anos, Dipesh Chakrabarty tem refletido sobre como as mudanças climáticas alteraram o curso da história e a as novas respostas políticas que elas exigem. Neste curso em 2 encontros, conheceremos as linhas gerais da abordagem história de Chakrabarty e sua interpretação sobre a crise climática e o Antropoceno.⁠

Aulas⁠
1 - Diante do planetário: as humanidades no Antropoceno⁠
2 - Habitar um futuro incerto: ética, política e reverência⁠

Fernando Silva e Silva é professor, pesquisador e tradutor. É graduado em Letras e Filosofia, mestre em Estudos da Linguagem e doutor em Filosofia. Cofundador da APPH, coordena o núcleo Ecologias. É membro do Anthropocene Commons e da rede Terra e Nós. É co-coordenador da coleção de livros Desnaturadas. É co-criador do projeto Futuros Presentes. Pesquisa pensamento ambiental, História e Filosofia das Ciências, e ficção especulativa.


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Nosso presente é marcado pela entrada de um novo ator em cena que mudou completamente as regras do jogo: o planeta Terra. Se desde o século XVI a história humana era marcada por uma crescente globalização econômica e social, a partir do século XX a humanidade se torna uma força geológica que altera processos planetários fundamentais. ⁠

Ao longo dos últimos 20 anos, Dipesh Chakrabarty tem refletido sobre como as mudanças climáticas alteraram o curso da história e a as novas respostas políticas que elas exigem. Neste curso em 2 encontros, conheceremos as linhas gerais da abordagem história de Chakrabarty e sua interpretação sobre a crise climática e o Antropoceno.⁠

Aulas⁠
1 - Diante do planetário: as humanidades no Antropoceno⁠
2 - Habitar um futuro incerto: ética, política e reverência⁠

Fernando Silva e Silva é professor, pesquisador e tradutor. É graduado em Letras e Filosofia, mestre em Estudos da Linguagem e doutor em Filosofia. Cofundador da APPH, coordena o núcleo Ecologias. É membro do Anthropocene Commons e da rede Terra e Nós. É co-coordenador da coleção de livros Desnaturadas. É co-criador do projeto Futuros Presentes. Pesquisa pensamento ambiental, História e Filosofia das Ciências, e ficção especulativa.


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🌿 Stefano Mancuso (@sonostefanomancuso) está chegando ao Brasil como parte das celebrações de 10 anos da Ubu!⁠

Pela primeira vez, a convite da Ubu Editora, Instituto Italiano de Cultura de São Paulo (@iic_sanpaolo), Sesc São Paulo (@sescsp), Sesc Rio de Janeiro (@sescrio), Inhotim (@inhotim), Escola da Cidade (@escoladacidade), Unesp (@unesp_oficial) vem ao Brasil o neurobiologista vegetal, Stefano Mancuso. Apoio do Insituto Italiano de Cultura do Rio de Janeiro (@iicrio) e d´A Feira do Livro.⁠

Confira a agenda completa do autor:⁠

2/6 (terça), 18h - Festival Florestar no Sesc São José dos Campos (@sescsjcampos);⁠
3/6 (quarta), 18h30 - Festival Florestar no Sesc Pompeia (@sescpompeia);⁠
4/6 (quinta), 16h15 - A Feira do Livro (@afeiradolivro) em São Paulo;⁠
6/6 (sábado), 10h30 - Festival Transmutar em Inhotim (Brumadinho, MG); ⁠
9/6 (terça), 15h - Centro de Ciências e Culturas Sesc RJ no Rio de Janeiro;⁠
10/6 (quarta), 19h - Instituto Italiano de Cultura de São Paulo.⁠

Todos os eventos são gratuitos, e os ingressos serão disponibilizados por meio de links de retirada disponibilizados por cada instituição. A única exceção é A Feira do Livro, que terá acesso gratuito, sem restrição de público e sem necessidade de ingresso.⁠

A Ubu é a editora de Mancuso no Brasil e possui cinco títulos do autor em catálogo: A revolução das plantas, A incrível viagem das plantas, A planta do mundo, Nação das plantas e Fitópolis. ⁠

Inscreva-se para receber tudo em primeira mão. Link na bio!


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🌿 Stefano Mancuso (@sonostefanomancuso) está chegando ao Brasil como parte das celebrações de 10 anos da Ubu!⁠

Pela primeira vez, a convite da Ubu Editora, Instituto Italiano de Cultura de São Paulo (@iic_sanpaolo), Sesc São Paulo (@sescsp), Sesc Rio de Janeiro (@sescrio), Inhotim (@inhotim), Escola da Cidade (@escoladacidade), Unesp (@unesp_oficial) vem ao Brasil o neurobiologista vegetal, Stefano Mancuso. Apoio do Insituto Italiano de Cultura do Rio de Janeiro (@iicrio) e d´A Feira do Livro.⁠

Confira a agenda completa do autor:⁠

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3/6 (quarta), 18h30 - Festival Florestar no Sesc Pompeia (@sescpompeia);⁠
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9/6 (terça), 15h - Centro de Ciências e Culturas Sesc RJ no Rio de Janeiro;⁠
10/6 (quarta), 19h - Instituto Italiano de Cultura de São Paulo.⁠

Todos os eventos são gratuitos, e os ingressos serão disponibilizados por meio de links de retirada disponibilizados por cada instituição. A única exceção é A Feira do Livro, que terá acesso gratuito, sem restrição de público e sem necessidade de ingresso.⁠

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📱 Eu mereço!, da antropóloga argentina Paula Sibilia, é o envio de maio do Circuito Ubu. Assine o clube este mês e receba o livro + brinde + série de benefícios. Link na bio!⁠

O que significa dizer “eu mereço” no mundo de hoje? Antes, merecer implicava ter feito algo, um esforço, culpa e recompensa – uma lógica moral que organizava a vida individual e coletiva. Agora, parece que basta existir: o merecimento virou ponto de partida, não consequência. Entre anúncios publicitários e discursos de autoempoderamento, a promessa é clara: você merece tudo. Mas, ao mesmo tempo, proliferam ansiedade, frustração, ódio e exaustão.⁠

Neste livro, Paula Sibilia, antropóloga argentina radicada no Rio de Janeiro, investiga essa contradição central da contemporaneidade: como uma cultura que incentiva o prazer, a liberdade e a autorrealização convive com níveis crescentes de sofrimento psíquico e desagregação social. Para isso, analisa o colapso do “solo moral” da modernidade – aquele baseado na culpa, na repressão e no contrato social – e a emergência de um novo regime marcado pelo cinismo, pela exposição e pela radicalização. Da ética burguesa à cultura digital, das promessas iluministas à lógica dos algoritmos, o texto percorre as transformações que corroeram os valores que sustentavam a vida moderna.⁠

Ao mobilizar psicanálise, crítica cultural e teoria social, Sibilia revela como essa lógica se inscreve em um contexto mais amplo de transformações – da ascensão do neoliberalismo à centralidade das tecnologias digitais –, no qual o antigo regime de hipocrisia moral cede lugar a formas cada vez mais explícitas de cinismo: não se trata mais de fingir respeitar regras, mas de ignorá-las abertamente em nome de interesses próprios.⁠

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Ao mobilizar psicanálise, crítica cultural e teoria social, Sibilia revela como essa lógica se inscreve em um contexto mais amplo de transformações – da ascensão do neoliberalismo à centralidade das tecnologias digitais –, no qual o antigo regime de hipocrisia moral cede lugar a formas cada vez mais explícitas de cinismo: não se trata mais de fingir respeitar regras, mas de ignorá-las abertamente em nome de interesses próprios.⁠

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Neste livro, Paula Sibilia, antropóloga argentina radicada no Rio de Janeiro, investiga essa contradição central da contemporaneidade: como uma cultura que incentiva o prazer, a liberdade e a autorrealização convive com níveis crescentes de sofrimento psíquico e desagregação social. Para isso, analisa o colapso do “solo moral” da modernidade – aquele baseado na culpa, na repressão e no contrato social – e a emergência de um novo regime marcado pelo cinismo, pela exposição e pela radicalização. Da ética burguesa à cultura digital, das promessas iluministas à lógica dos algoritmos, o texto percorre as transformações que corroeram os valores que sustentavam a vida moderna.⁠

Ao mobilizar psicanálise, crítica cultural e teoria social, Sibilia revela como essa lógica se inscreve em um contexto mais amplo de transformações – da ascensão do neoliberalismo à centralidade das tecnologias digitais –, no qual o antigo regime de hipocrisia moral cede lugar a formas cada vez mais explícitas de cinismo: não se trata mais de fingir respeitar regras, mas de ignorá-las abertamente em nome de interesses próprios.⁠

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3 weeks ago

Um bom lugar pra ler é onde você estiver 🌳

Em compras acima de R$ 250 no nosso estande, leve uma canga perfeita pra estender e curtir a feira com conforto.

O coletivo Sete Selos é uma parceria que reúne as editoras Bazar do Tempo (@bazardotempo), Carambaia (@carambaia), Círculo de Poemas (@circulodepoemas_), Cobogó (@editoracobogo), Fósforo (@fosforoeditora), Seiva (@ssseiva) e Ubu (@ubueditora).

A Feira do Livro 2026:

📆 30 de maio a 7 de junho
📍 Praça Charles Miller, Pacaembu
🆓 Entrada gratuita
🚦 Prefira metrô ou carro de aplicativo!

Confira a programação em @afeiradolivro.

Nos vemos lá? 💛


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13 hours ago

Um bom lugar pra ler é onde você estiver 🌳

Em compras acima de R$ 250 no nosso estande, leve uma canga perfeita pra estender e curtir a feira com conforto.

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A Feira do Livro 2026:

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🎁 Hoje é aniversário de Christian Dunker! ⁠

Um dos próximos envios do Circuito Ubu traz um livro inédito do professor, pesquisador e psicanalista. Do autor, a Ubu já publicou Reinvenção da intimidade (2017) e Ciência pouca é bobagem (2023), em coautoria com Gilson Iannini. ⁠

Assine o clube desde já e receba em primeira mão. Link na bio!


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19 hours ago


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Um dos próximos envios do Circuito Ubu traz um livro inédito do professor, pesquisador e psicanalista. Do autor, a Ubu já publicou Reinvenção da intimidade (2017) e Ciência pouca é bobagem (2023), em coautoria com Gilson Iannini. ⁠

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💥 Há vida além do trabalho!

O capital da Ubu resgata a consagrada tradução de Regis Barbosa e Flávio R. Kothe, com coordenação e revisão de Paul Singer. Publicado nos anos 1980, o texto se favoreceu das leituras e discussões de um grupo de pensadores que se reunira três décadas antes, incluindo o próprio Paul Singer, Bento Prado Júnior, José Arthur Giannotti, Octavio Ianni, Roberto Schwarz, Fernando Henrique Cardoso, Ruth Cardoso, entre outros.⁠

Com tradução totalmente revisada, a edição preserva a divisão em três tomos do original alemão. Uma introdução geral inédita de Fernando Rugitsky, professor de economia da University of the West of England, em Bristol, destaca os pontos centrais desta obra de Marx, além de incluir uma nota com sugestões de leituras contemporâneas para cada volume, que mapeiam controvérsias e apontam a atualidade desse marco do pensamento ocidental.⁠

Material inédito:⁠

Com base na quarta edição alemã, editada por Friedrich Engels, o Livro 1 da Ubu traz ainda material inédito no Brasil: as alterações da primeira edição francesa feitas pelo próprio Marx e selecionadas por meio de um levantamento filológico rigoroso pela MEGA2 [Marx-Engels Gesamtausgabe]. A tradução desses acréscimos ficou a cargo de Nélio Schneider.⁠

Saiba mais sobre os livros em nosso site ou nas melhores livrarias. Link na bio!


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1 days ago

💥 Há vida além do trabalho!

O capital da Ubu resgata a consagrada tradução de Regis Barbosa e Flávio R. Kothe, com coordenação e revisão de Paul Singer. Publicado nos anos 1980, o texto se favoreceu das leituras e discussões de um grupo de pensadores que se reunira três décadas antes, incluindo o próprio Paul Singer, Bento Prado Júnior, José Arthur Giannotti, Octavio Ianni, Roberto Schwarz, Fernando Henrique Cardoso, Ruth Cardoso, entre outros.⁠

Com tradução totalmente revisada, a edição preserva a divisão em três tomos do original alemão. Uma introdução geral inédita de Fernando Rugitsky, professor de economia da University of the West of England, em Bristol, destaca os pontos centrais desta obra de Marx, além de incluir uma nota com sugestões de leituras contemporâneas para cada volume, que mapeiam controvérsias e apontam a atualidade desse marco do pensamento ocidental.⁠

Material inédito:⁠

Com base na quarta edição alemã, editada por Friedrich Engels, o Livro 1 da Ubu traz ainda material inédito no Brasil: as alterações da primeira edição francesa feitas pelo próprio Marx e selecionadas por meio de um levantamento filológico rigoroso pela MEGA2 [Marx-Engels Gesamtausgabe]. A tradução desses acréscimos ficou a cargo de Nélio Schneider.⁠

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O capital da Ubu resgata a consagrada tradução de Regis Barbosa e Flávio R. Kothe, com coordenação e revisão de Paul Singer. Publicado nos anos 1980, o texto se favoreceu das leituras e discussões de um grupo de pensadores que se reunira três décadas antes, incluindo o próprio Paul Singer, Bento Prado Júnior, José Arthur Giannotti, Octavio Ianni, Roberto Schwarz, Fernando Henrique Cardoso, Ruth Cardoso, entre outros.⁠

Com tradução totalmente revisada, a edição preserva a divisão em três tomos do original alemão. Uma introdução geral inédita de Fernando Rugitsky, professor de economia da University of the West of England, em Bristol, destaca os pontos centrais desta obra de Marx, além de incluir uma nota com sugestões de leituras contemporâneas para cada volume, que mapeiam controvérsias e apontam a atualidade desse marco do pensamento ocidental.⁠

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Com tradução totalmente revisada, a edição preserva a divisão em três tomos do original alemão. Uma introdução geral inédita de Fernando Rugitsky, professor de economia da University of the West of England, em Bristol, destaca os pontos centrais desta obra de Marx, além de incluir uma nota com sugestões de leituras contemporâneas para cada volume, que mapeiam controvérsias e apontam a atualidade desse marco do pensamento ocidental.⁠

Material inédito:⁠

Com base na quarta edição alemã, editada por Friedrich Engels, o Livro 1 da Ubu traz ainda material inédito no Brasil: as alterações da primeira edição francesa feitas pelo próprio Marx e selecionadas por meio de um levantamento filológico rigoroso pela MEGA2 [Marx-Engels Gesamtausgabe]. A tradução desses acréscimos ficou a cargo de Nélio Schneider.⁠

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Com tradução totalmente revisada, a edição preserva a divisão em três tomos do original alemão. Uma introdução geral inédita de Fernando Rugitsky, professor de economia da University of the West of England, em Bristol, destaca os pontos centrais desta obra de Marx, além de incluir uma nota com sugestões de leituras contemporâneas para cada volume, que mapeiam controvérsias e apontam a atualidade desse marco do pensamento ocidental.⁠

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Com base na quarta edição alemã, editada por Friedrich Engels, o Livro 1 da Ubu traz ainda material inédito no Brasil: as alterações da primeira edição francesa feitas pelo próprio Marx e selecionadas por meio de um levantamento filológico rigoroso pela MEGA2 [Marx-Engels Gesamtausgabe]. A tradução desses acréscimos ficou a cargo de Nélio Schneider.⁠

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💥 Há vida além do trabalho!

O capital da Ubu resgata a consagrada tradução de Regis Barbosa e Flávio R. Kothe, com coordenação e revisão de Paul Singer. Publicado nos anos 1980, o texto se favoreceu das leituras e discussões de um grupo de pensadores que se reunira três décadas antes, incluindo o próprio Paul Singer, Bento Prado Júnior, José Arthur Giannotti, Octavio Ianni, Roberto Schwarz, Fernando Henrique Cardoso, Ruth Cardoso, entre outros.⁠

Com tradução totalmente revisada, a edição preserva a divisão em três tomos do original alemão. Uma introdução geral inédita de Fernando Rugitsky, professor de economia da University of the West of England, em Bristol, destaca os pontos centrais desta obra de Marx, além de incluir uma nota com sugestões de leituras contemporâneas para cada volume, que mapeiam controvérsias e apontam a atualidade desse marco do pensamento ocidental.⁠

Material inédito:⁠

Com base na quarta edição alemã, editada por Friedrich Engels, o Livro 1 da Ubu traz ainda material inédito no Brasil: as alterações da primeira edição francesa feitas pelo próprio Marx e selecionadas por meio de um levantamento filológico rigoroso pela MEGA2 [Marx-Engels Gesamtausgabe]. A tradução desses acréscimos ficou a cargo de Nélio Schneider.⁠

Saiba mais sobre os livros em nosso site ou nas melhores livrarias. Link na bio!


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1 days ago

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O capital da Ubu resgata a consagrada tradução de Regis Barbosa e Flávio R. Kothe, com coordenação e revisão de Paul Singer. Publicado nos anos 1980, o texto se favoreceu das leituras e discussões de um grupo de pensadores que se reunira três décadas antes, incluindo o próprio Paul Singer, Bento Prado Júnior, José Arthur Giannotti, Octavio Ianni, Roberto Schwarz, Fernando Henrique Cardoso, Ruth Cardoso, entre outros.⁠

Com tradução totalmente revisada, a edição preserva a divisão em três tomos do original alemão. Uma introdução geral inédita de Fernando Rugitsky, professor de economia da University of the West of England, em Bristol, destaca os pontos centrais desta obra de Marx, além de incluir uma nota com sugestões de leituras contemporâneas para cada volume, que mapeiam controvérsias e apontam a atualidade desse marco do pensamento ocidental.⁠

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Com base na quarta edição alemã, editada por Friedrich Engels, o Livro 1 da Ubu traz ainda material inédito no Brasil: as alterações da primeira edição francesa feitas pelo próprio Marx e selecionadas por meio de um levantamento filológico rigoroso pela MEGA2 [Marx-Engels Gesamtausgabe]. A tradução desses acréscimos ficou a cargo de Nélio Schneider.⁠

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Com tradução totalmente revisada, a edição preserva a divisão em três tomos do original alemão. Uma introdução geral inédita de Fernando Rugitsky, professor de economia da University of the West of England, em Bristol, destaca os pontos centrais desta obra de Marx, além de incluir uma nota com sugestões de leituras contemporâneas para cada volume, que mapeiam controvérsias e apontam a atualidade desse marco do pensamento ocidental.⁠

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🦜Livro infantil de Antônio Bispo dos Santos (@rocadequilombo) em pré-venda! Compre o livro até amanhã, sexta-feira (29/5), e ganhe um jogo da memória. Link na bio da Ubu!⁠

O livro é uma coedição com a PISEAGRAMA (@revistapiseagrama).⁠

“A vida é começo, meio e começo.” ⁠⁠Essa é a mensagem de fundo que o pensador quilombola Nego Bispo deixa para as crianças em A manga da terra, um livro que fala às novas gerações, sobre a importância dos saberes que atravessam o tempo. ⁠

Elaborado a partir de trechos do livro A terra dá, a terra quer e de falas públicas do autor, este texto evoca de maneira simples e verdadeira a necessidade de se conectar e de cuidar da terra: aquilo que nos alimenta precisa ser percebido e também alimentado por nós.⁠⁠

Com linguagem poética e acessível a crianças em processo de alfabetização, Bispo convida os pequenos leitores a refletirem sobre o bom uso do que a vida oferece, sem ganância, construindo uma relação amorosa e respeitosa com a terra.⁠⁠

As ilustrações foram feitas a partir de xilogravuras produzidas pelo coletivo XiloCeasa (@xiloceasa).⁠⁠


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1 days ago

Nos vemos na Feira do Livro? 🍋🍇🥝

Uma verdadeira celebração da literatura a céu aberto: conversas entre grandes autores, atividades diversas, descontos e brindes, além de estandes de editoras e livrarias incríveis 💫

O coletivo Sete Selos é uma parceria que reúne as editoras Bazar do Tempo (@bazardotempo), Carambaia (@carambaia), Círculo de Poemas (@circulodepoemas_), Cobogó (@editoracobogo), Fósforo (@fosforoeditora), Seiva (@ssseiva) e Ubu (@ubueditora).

A Feira do Livro 2026:

📆 30 de maio a 7 de junho
🌳 Praça Charles Miller, Pacaembu
🆓 Entrada gratuita
🚦 Prefira metrô ou carro de aplicativo!

Confira a programação em @afeiradolivro.


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2 days ago

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2 days ago

🌿 Stefano Mancuso na Quatro Cinco Um (@quatrocincoum).⁠

Maria Guimarães (@mariamsguimaraes) escreveu uma resenha de “Fitópolis”, de Stefano Mancuso, recém-lançado pela Ubu, para a revista dos livros. Leia a resenha na íntegra no site da revista.⁠

Pela primeira vez, a convite da Ubu, Instituto Italiano de Cultura de São Paulo (@iic_sanpaolo), Sesc São Paulo (@sescsp), Sesc Rio de Janeiro (@sescrio), Inhotim (@inhotim), Escola da Cidade (@escoladacidade), Unesp (@unesp_oficial) vem ao Brasil o neurobiologista vegetal, Stefano Mancuso. Apoio do Insituto Italiano de Cultura do Rio de Janeiro (@iicrio) e d´A Feira do Livro.⁠

Confira a agenda completa do autor:⁠

2/6 (terça), 18h - Festival Florestar no Sesc São José dos Campos (@sescsjcampos);⁠
3/6 (quarta), 18h30 - Festival Florestar no Sesc Pompeia (@sescpompeia);⁠
4/6 (quinta), 16h15 - A Feira do Livro (@afeiradolivro) em São Paulo;⁠
6/6 (sábado), 10h30 - Festival Transmutar em Inhotim (Brumadinho, MG); ⁠
9/6 (terça), 15h - Centro de Ciências e Culturas Sesc RJ no Rio de Janeiro;⁠
10/6 (quarta), 19h - Instituto Italiano de Cultura de São Paulo.⁠

Todos os eventos são gratuitos, e os ingressos serão disponibilizados por meio de links de retirada disponibilizados por cada instituição. A única exceção é A Feira do Livro, que terá acesso gratuito, sem restrição de público e sem necessidade de ingresso.⁠

A Ubu é a editora de Mancuso no Brasil e possui cinco títulos do autor em catálogo: A revolução das plantas, A incrível viagem das plantas, A planta do mundo, Nação das plantas e Fitópolis. ⁠

Inscreva-se para receber tudo em primeira mão. Link na bio!


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Maria Guimarães (@mariamsguimaraes) escreveu uma resenha de “Fitópolis”, de Stefano Mancuso, recém-lançado pela Ubu, para a revista dos livros. Leia a resenha na íntegra no site da revista.⁠

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4/6 (quinta), 16h15 - A Feira do Livro (@afeiradolivro) em São Paulo;⁠
6/6 (sábado), 10h30 - Festival Transmutar em Inhotim (Brumadinho, MG); ⁠
9/6 (terça), 15h - Centro de Ciências e Culturas Sesc RJ no Rio de Janeiro;⁠
10/6 (quarta), 19h - Instituto Italiano de Cultura de São Paulo.⁠

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💥 Luto e melancolia em pré-venda! ⁠

Na compra do livro, ganhe um caderno exclusivo. Envios a partir de 22/6. Link na bio!⁠

A Ubu anuncia a publicação da clássica tradução de Marilene Carone dos textos "Luto e melancolia" e "A negação", além da tradução inédita de "As conferências introdutórias à psicanálise" – com organização de André Carone (@andremedinacarone), que também prepara uma tradução de oito ensaios de Freud sobre a memória. ⁠

Em Luto e melancolia, Sigmund Freud investiga a distinção entre o luto – reação esperada à perda – e a melancolia, experiência mais obscura e difícil de nomear. Publicado pela primeira vez em 1917 e considerado um dos textos fundamentais da psicanálise, o ensaio examina os mecanismos psíquicos envolvidos na perda, mostrando como, na melancolia, o sujeito sofre não apenas pela ausência do outro, mas também dirige contra si mesmo os afetos ligados a esse objeto.⁠

Articulando perda, identificação e ambivalência, Freud formula uma das contribuições mais influentes da psicanálise, abrindo caminho para pensar as relações entre amor, destrutividade e identidade – perspectiva aprofundada nessa edição com tradução de Marilene Carone e textos de Maria Rita Kehl, Modesto Carone e Urania Tourinho Peres. Mais do que uma teoria sobre o sofrimento psíquico, este texto propõe uma reflexão radical sobre o modo como nos constituímos a partir daquilo e daqueles que perdemos.⁠

Saiba mais sobre o livro em nosso site. Link na bio!


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A Ubu anuncia a publicação da clássica tradução de Marilene Carone dos textos "Luto e melancolia" e "A negação", além da tradução inédita de "As conferências introdutórias à psicanálise" – com organização de André Carone (@andremedinacarone), que também prepara uma tradução de oito ensaios de Freud sobre a memória. ⁠

Em Luto e melancolia, Sigmund Freud investiga a distinção entre o luto – reação esperada à perda – e a melancolia, experiência mais obscura e difícil de nomear. Publicado pela primeira vez em 1917 e considerado um dos textos fundamentais da psicanálise, o ensaio examina os mecanismos psíquicos envolvidos na perda, mostrando como, na melancolia, o sujeito sofre não apenas pela ausência do outro, mas também dirige contra si mesmo os afetos ligados a esse objeto.⁠

Articulando perda, identificação e ambivalência, Freud formula uma das contribuições mais influentes da psicanálise, abrindo caminho para pensar as relações entre amor, destrutividade e identidade – perspectiva aprofundada nessa edição com tradução de Marilene Carone e textos de Maria Rita Kehl, Modesto Carone e Urania Tourinho Peres. Mais do que uma teoria sobre o sofrimento psíquico, este texto propõe uma reflexão radical sobre o modo como nos constituímos a partir daquilo e daqueles que perdemos.⁠

Saiba mais sobre o livro em nosso site. Link na bio!


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3 days ago

💥 Luto e melancolia em pré-venda! ⁠

Na compra do livro, ganhe um caderno exclusivo. Envios a partir de 22/6. Link na bio!⁠

A Ubu anuncia a publicação da clássica tradução de Marilene Carone dos textos "Luto e melancolia" e "A negação", além da tradução inédita de "As conferências introdutórias à psicanálise" – com organização de André Carone (@andremedinacarone), que também prepara uma tradução de oito ensaios de Freud sobre a memória. ⁠

Em Luto e melancolia, Sigmund Freud investiga a distinção entre o luto – reação esperada à perda – e a melancolia, experiência mais obscura e difícil de nomear. Publicado pela primeira vez em 1917 e considerado um dos textos fundamentais da psicanálise, o ensaio examina os mecanismos psíquicos envolvidos na perda, mostrando como, na melancolia, o sujeito sofre não apenas pela ausência do outro, mas também dirige contra si mesmo os afetos ligados a esse objeto.⁠

Articulando perda, identificação e ambivalência, Freud formula uma das contribuições mais influentes da psicanálise, abrindo caminho para pensar as relações entre amor, destrutividade e identidade – perspectiva aprofundada nessa edição com tradução de Marilene Carone e textos de Maria Rita Kehl, Modesto Carone e Urania Tourinho Peres. Mais do que uma teoria sobre o sofrimento psíquico, este texto propõe uma reflexão radical sobre o modo como nos constituímos a partir daquilo e daqueles que perdemos.⁠

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Vladimir Safatle (@vladimirsafatle) fala sobre seu novo livro, “A ameaça interna”, no jornal Correio Braziliense (@correio.braziliense)! ⁠

No livro, o autor afirma a existência de um fascismo estrutural, que assombra nossas sociedades ditas liberais e que emerge com força em situações de crise, como a que conhecemos atualmente. Mas a originalidade da análise está em examinar o fascismo contemporâneo a partir de uma crítica interna às formas tradicionais de abordagem do tema. ⁠

Ao contrário do que alguns pensadores do campo progressista argumentam, o fascismo atual não se baseia, segundo o autor, na irracionalidade ou em impulsos descontrolados, mas em sujeitos que aplicam de modo consistente a lógica neoliberal da concorrência generalizada em um horizonte social que cada vez mais se assemelha a uma guerra civil mundial. Por mais catastrófico que seja, devemos entender o cálculo racional que leva populações à escolha fascista. ⁠

Saiba mais sobre o livro em nosso site ou nas melhores livrarias. Link na bio!⁠

#vladimirsafatle #aameaçainterna


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4 days ago

Vladimir Safatle (@vladimirsafatle) fala sobre seu novo livro, “A ameaça interna”, no jornal Correio Braziliense (@correio.braziliense)! ⁠

No livro, o autor afirma a existência de um fascismo estrutural, que assombra nossas sociedades ditas liberais e que emerge com força em situações de crise, como a que conhecemos atualmente. Mas a originalidade da análise está em examinar o fascismo contemporâneo a partir de uma crítica interna às formas tradicionais de abordagem do tema. ⁠

Ao contrário do que alguns pensadores do campo progressista argumentam, o fascismo atual não se baseia, segundo o autor, na irracionalidade ou em impulsos descontrolados, mas em sujeitos que aplicam de modo consistente a lógica neoliberal da concorrência generalizada em um horizonte social que cada vez mais se assemelha a uma guerra civil mundial. Por mais catastrófico que seja, devemos entender o cálculo racional que leva populações à escolha fascista. ⁠

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Ao contrário do que alguns pensadores do campo progressista argumentam, o fascismo atual não se baseia, segundo o autor, na irracionalidade ou em impulsos descontrolados, mas em sujeitos que aplicam de modo consistente a lógica neoliberal da concorrência generalizada em um horizonte social que cada vez mais se assemelha a uma guerra civil mundial. Por mais catastrófico que seja, devemos entender o cálculo racional que leva populações à escolha fascista. ⁠

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📱 Eu mereço!, de Paula Sibilia, é o envio de maio do Circuito Ubu. Assine o clube este mês e receba o livro + brinde + série de benefícios. Link na bio!⁠

O que significa dizer “eu mereço” no mundo de hoje? Antes, merecer implicava ter feito algo, um esforço, culpa e recompensa – uma lógica moral que organizava a vida individual e coletiva. Agora, parece que basta existir: o merecimento virou ponto de partida, não consequência. Entre anúncios publicitários e discursos de autoempoderamento, a promessa é clara: você merece tudo. Mas, ao mesmo tempo, proliferam ansiedade, frustração, ódio e exaustão.⁠

Neste livro, Paula Sibilia investiga essa contradição central da contemporaneidade: como uma cultura que incentiva o prazer, a liberdade e a autorrealização convive com níveis crescentes de sofrimento psíquico e desagregação social. Para isso, analisa o colapso do “solo moral” da modernidade – aquele baseado na culpa, na repressão e no contrato social – e a emergência de um novo regime marcado pelo cinismo, pela exposição e pela radicalização. Da ética burguesa à cultura digital, das promessas iluministas à lógica dos algoritmos, o texto percorre as transformações que corroeram os valores que sustentavam a vida moderna.⁠

Ao mobilizar psicanálise, crítica cultural e teoria social, Sibilia revela como essa lógica se inscreve em um contexto mais amplo de transformações – da ascensão do neoliberalismo à centralidade das tecnologias digitais –, no qual o antigo regime de hipocrisia moral cede lugar a formas cada vez mais explícitas de cinismo: não se trata mais de fingir respeitar regras, mas de ignorá-las abertamente em nome de interesses próprios.⁠

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