Luma Zauli
• Diretora de arte
• Cenografia
Cabelin na régua 😜
Juba renovadissima pelas mãos do @yanlydhair, ele sabe o que faz, viu? Ficou Impecável! 🦁✨
Se eu tiver insuportável esses próximos dias a culpa é toda dele!
Hoje eu ouvi um pedacinho da infância dela indo embora, haja coração viu??
Uma vez (milhares de vezes) minha melhor amiga falou:
“você precisa filmar mais essas conversas, as reflexões, o jeitinho que ela pensa, só coloca a câmera lá do jeitinho que der e grava! “
@lorena_maruchvocê tinha razão.
Um dia ela vai crescer de vez, mas eu vou poder voltar e encontrar essa versão dela aqui.
Gravem momentos sempre!

Quando a Íris era pequena, virava e mexia alguém me questionava o colo, o peito (que foi até 2 anos), a cama compartilhada, o fato de eu parar absolutamente tudo quando ela precisava de mim.
“Você precisa ensiná-la a lidar com a frustração, a se acalmar sozinha” diziam.
E eu sempre pensava que a vida já faria isso sozinha.
Porque a vida se encarrega.
Todos os dias ela se encarrega.
Ela tira pessoas, muda planos, faz crescer, Faz doer. Exige coragem antes da gente se sentir pronta.
Nunca achei que precisava ser eu a antecipar isso!
Não quero que a Íris aprenda amor através da ausência, do medo ou da sensação de precisar merecer afeto, quero que ela cresça sabendo que é amada de graça e vai sempre ser amada, independente de bom comportamento, de quem ela decida ser ou do caminho que decida seguir, quero que ela cresça tendo espaço para errar e que ela errar não diminui o meu amor por ela, ele independe disso.
Hoje ela ainda me pede colo, e eu dou sempre que possível, mas já não dura tanto tempo, ela está pesada, meus braços cansam mais rápido e talvez exista uma tristeza silenciosa nisso, saber que aos poucos eu vou deixando de ter tanto espaço na vida dela, mas amor, pra mim, não é evitar a vida.
A cama compartilhada continua sendo nosso lugar de conversa, abraço e risada, desabafos, antes do despertador tocar e ela precisar enfrentar os desafios que agora já começam a ser só dela.
Mas, sobretudo, eu sei que não posso salvá-la da existência.
Não posso correr na frente para impedir cada desconforto, cada perda, cada medo ou frustração que um dia ela ainda vai atravessar. Esse caminho é dela.
Cabe a mim suportar a dor de não conseguir protegê-la de tudo, o vazio que não vou preencher, as respostas que eu não vou ter.
Eu não vou conseguir poupá-la do próprio caminho.
A vida se encarrega de frustrar.
Mas seguirei oferecendo meu colo.
Até onde o colo alcançar.

Quando a Íris era pequena, virava e mexia alguém me questionava o colo, o peito (que foi até 2 anos), a cama compartilhada, o fato de eu parar absolutamente tudo quando ela precisava de mim.
“Você precisa ensiná-la a lidar com a frustração, a se acalmar sozinha” diziam.
E eu sempre pensava que a vida já faria isso sozinha.
Porque a vida se encarrega.
Todos os dias ela se encarrega.
Ela tira pessoas, muda planos, faz crescer, Faz doer. Exige coragem antes da gente se sentir pronta.
Nunca achei que precisava ser eu a antecipar isso!
Não quero que a Íris aprenda amor através da ausência, do medo ou da sensação de precisar merecer afeto, quero que ela cresça sabendo que é amada de graça e vai sempre ser amada, independente de bom comportamento, de quem ela decida ser ou do caminho que decida seguir, quero que ela cresça tendo espaço para errar e que ela errar não diminui o meu amor por ela, ele independe disso.
Hoje ela ainda me pede colo, e eu dou sempre que possível, mas já não dura tanto tempo, ela está pesada, meus braços cansam mais rápido e talvez exista uma tristeza silenciosa nisso, saber que aos poucos eu vou deixando de ter tanto espaço na vida dela, mas amor, pra mim, não é evitar a vida.
A cama compartilhada continua sendo nosso lugar de conversa, abraço e risada, desabafos, antes do despertador tocar e ela precisar enfrentar os desafios que agora já começam a ser só dela.
Mas, sobretudo, eu sei que não posso salvá-la da existência.
Não posso correr na frente para impedir cada desconforto, cada perda, cada medo ou frustração que um dia ela ainda vai atravessar. Esse caminho é dela.
Cabe a mim suportar a dor de não conseguir protegê-la de tudo, o vazio que não vou preencher, as respostas que eu não vou ter.
Eu não vou conseguir poupá-la do próprio caminho.
A vida se encarrega de frustrar.
Mas seguirei oferecendo meu colo.
Até onde o colo alcançar.

Quando a Íris era pequena, virava e mexia alguém me questionava o colo, o peito (que foi até 2 anos), a cama compartilhada, o fato de eu parar absolutamente tudo quando ela precisava de mim.
“Você precisa ensiná-la a lidar com a frustração, a se acalmar sozinha” diziam.
E eu sempre pensava que a vida já faria isso sozinha.
Porque a vida se encarrega.
Todos os dias ela se encarrega.
Ela tira pessoas, muda planos, faz crescer, Faz doer. Exige coragem antes da gente se sentir pronta.
Nunca achei que precisava ser eu a antecipar isso!
Não quero que a Íris aprenda amor através da ausência, do medo ou da sensação de precisar merecer afeto, quero que ela cresça sabendo que é amada de graça e vai sempre ser amada, independente de bom comportamento, de quem ela decida ser ou do caminho que decida seguir, quero que ela cresça tendo espaço para errar e que ela errar não diminui o meu amor por ela, ele independe disso.
Hoje ela ainda me pede colo, e eu dou sempre que possível, mas já não dura tanto tempo, ela está pesada, meus braços cansam mais rápido e talvez exista uma tristeza silenciosa nisso, saber que aos poucos eu vou deixando de ter tanto espaço na vida dela, mas amor, pra mim, não é evitar a vida.
A cama compartilhada continua sendo nosso lugar de conversa, abraço e risada, desabafos, antes do despertador tocar e ela precisar enfrentar os desafios que agora já começam a ser só dela.
Mas, sobretudo, eu sei que não posso salvá-la da existência.
Não posso correr na frente para impedir cada desconforto, cada perda, cada medo ou frustração que um dia ela ainda vai atravessar. Esse caminho é dela.
Cabe a mim suportar a dor de não conseguir protegê-la de tudo, o vazio que não vou preencher, as respostas que eu não vou ter.
Eu não vou conseguir poupá-la do próprio caminho.
A vida se encarrega de frustrar.
Mas seguirei oferecendo meu colo.
Até onde o colo alcançar.

Quando a Íris era pequena, virava e mexia alguém me questionava o colo, o peito (que foi até 2 anos), a cama compartilhada, o fato de eu parar absolutamente tudo quando ela precisava de mim.
“Você precisa ensiná-la a lidar com a frustração, a se acalmar sozinha” diziam.
E eu sempre pensava que a vida já faria isso sozinha.
Porque a vida se encarrega.
Todos os dias ela se encarrega.
Ela tira pessoas, muda planos, faz crescer, Faz doer. Exige coragem antes da gente se sentir pronta.
Nunca achei que precisava ser eu a antecipar isso!
Não quero que a Íris aprenda amor através da ausência, do medo ou da sensação de precisar merecer afeto, quero que ela cresça sabendo que é amada de graça e vai sempre ser amada, independente de bom comportamento, de quem ela decida ser ou do caminho que decida seguir, quero que ela cresça tendo espaço para errar e que ela errar não diminui o meu amor por ela, ele independe disso.
Hoje ela ainda me pede colo, e eu dou sempre que possível, mas já não dura tanto tempo, ela está pesada, meus braços cansam mais rápido e talvez exista uma tristeza silenciosa nisso, saber que aos poucos eu vou deixando de ter tanto espaço na vida dela, mas amor, pra mim, não é evitar a vida.
A cama compartilhada continua sendo nosso lugar de conversa, abraço e risada, desabafos, antes do despertador tocar e ela precisar enfrentar os desafios que agora já começam a ser só dela.
Mas, sobretudo, eu sei que não posso salvá-la da existência.
Não posso correr na frente para impedir cada desconforto, cada perda, cada medo ou frustração que um dia ela ainda vai atravessar. Esse caminho é dela.
Cabe a mim suportar a dor de não conseguir protegê-la de tudo, o vazio que não vou preencher, as respostas que eu não vou ter.
Eu não vou conseguir poupá-la do próprio caminho.
A vida se encarrega de frustrar.
Mas seguirei oferecendo meu colo.
Até onde o colo alcançar.

Quando a Íris era pequena, virava e mexia alguém me questionava o colo, o peito (que foi até 2 anos), a cama compartilhada, o fato de eu parar absolutamente tudo quando ela precisava de mim.
“Você precisa ensiná-la a lidar com a frustração, a se acalmar sozinha” diziam.
E eu sempre pensava que a vida já faria isso sozinha.
Porque a vida se encarrega.
Todos os dias ela se encarrega.
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Nunca achei que precisava ser eu a antecipar isso!
Não quero que a Íris aprenda amor através da ausência, do medo ou da sensação de precisar merecer afeto, quero que ela cresça sabendo que é amada de graça e vai sempre ser amada, independente de bom comportamento, de quem ela decida ser ou do caminho que decida seguir, quero que ela cresça tendo espaço para errar e que ela errar não diminui o meu amor por ela, ele independe disso.
Hoje ela ainda me pede colo, e eu dou sempre que possível, mas já não dura tanto tempo, ela está pesada, meus braços cansam mais rápido e talvez exista uma tristeza silenciosa nisso, saber que aos poucos eu vou deixando de ter tanto espaço na vida dela, mas amor, pra mim, não é evitar a vida.
A cama compartilhada continua sendo nosso lugar de conversa, abraço e risada, desabafos, antes do despertador tocar e ela precisar enfrentar os desafios que agora já começam a ser só dela.
Mas, sobretudo, eu sei que não posso salvá-la da existência.
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Eu não vou conseguir poupá-la do próprio caminho.
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Mas seguirei oferecendo meu colo.
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“Você precisa ensiná-la a lidar com a frustração, a se acalmar sozinha” diziam.
E eu sempre pensava que a vida já faria isso sozinha.
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Nunca achei que precisava ser eu a antecipar isso!
Não quero que a Íris aprenda amor através da ausência, do medo ou da sensação de precisar merecer afeto, quero que ela cresça sabendo que é amada de graça e vai sempre ser amada, independente de bom comportamento, de quem ela decida ser ou do caminho que decida seguir, quero que ela cresça tendo espaço para errar e que ela errar não diminui o meu amor por ela, ele independe disso.
Hoje ela ainda me pede colo, e eu dou sempre que possível, mas já não dura tanto tempo, ela está pesada, meus braços cansam mais rápido e talvez exista uma tristeza silenciosa nisso, saber que aos poucos eu vou deixando de ter tanto espaço na vida dela, mas amor, pra mim, não é evitar a vida.
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fomos muito felizes e a gente sabia
moreré sua linda obrigada por tanto 🤍
.
ps: o joelho machucado é charme hahah
29 voltas em torno do sol 🎈
Bahia pra abençoar, verão pra abrir caminhos, amores para aquecer, dando vida ao eterno através de memórias, vivendo muito por aqui.
Verão Bahia 2026

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