Chay

Apresentando a capa da #GQMarço: @chay Suede ✨
O ator capixaba de 32 anos abre as portas do refúgio paulista onde relaxa com a esposa, Laura Neiva. Pai de três, após a chegada de Ana, de 4 meses, ele conta sobre a produtora audiovisual que está prestes a abrir com os irmãos e fala sobre o futuro da carreira depois do sucesso de seu vilão cômico, Mavi, em 𝑀𝑎𝑛𝑖𝑎 𝑑𝑒 𝑉𝑜𝑐𝑒̂.
Leia a entrevista completa com Chay na GQ Brasil deste mês, disponível para assinantes no aplicativo @globomais e nas bancas a partir desta sexta-feira (7). Clique na etiqueta deste post e receba sua edição em casa.
Diretor de conteúdo: @freddigiacomo
Fotógrafa: @_rochajuliana
Edição de moda: @thiagobiagi
Texto: @anabiamg
Gerente de fotografia e produção: @enzoamendola
Direção de arte: @victoramirabile, @neivalaura e @pauloazevedodesign
Arte: @liuu_
Beleza: @herodrigues
Produção de moda: @guilhermo_lima
Assistentes de fotografia: @_renatogon e @mukastabile
Assistente de beleza: @adriellucass
Tratamento de imagem: @taugeretouch
Vídeo: @noir__tropical

Fernanda me disse que o ator é a terceira margem de um rio.
Levei horas, dias pensando sobre isso. Li o conto de Guimarães Rosa, pensei mais e mais, e essa frase não me saiu da cabeça. Desde então, ela me acompanha todos os dias, antes de cada sessão da peça, antes de entrar em cena na novela que começamos a gravar, às vezes durante uma entrevista ou enquanto assisto ao trabalho de um ator de que gosto.
A terceira margem de um rio.
Aquela intangível, invisível, tridimensional, que só se pode construir enquanto ideia a partir das outras duas? Essas, sim, visíveis e físicas, ordinárias e alcançáveis, presentes nesse plano bidimensional que é o nosso enquanto estamos (como diria meu amado Galindo) acordados, vestidos de nossos eus artificiais nesse mundo de mentira e de mentiras.
A terceira margem de um rio.
A impossibilidade em si, que depende de um esforço imaginativo antilógico para se materializar em imagem?
A maior mentira entre todas?
Se o ator é a terceira margem de um rio, ou o portal por onde é possível alcançá-la por meio de seu personagem, quais seriam as outras duas?
E o rio?
A frase em si era tudo o que eu precisava ouvir no momento mais decisivo.
O ator é a terceira margem de um rio, e eu amo a minha profissão. Eu amo ser um ator.
fotos do @gabriel_garol

Fernanda me disse que o ator é a terceira margem de um rio.
Levei horas, dias pensando sobre isso. Li o conto de Guimarães Rosa, pensei mais e mais, e essa frase não me saiu da cabeça. Desde então, ela me acompanha todos os dias, antes de cada sessão da peça, antes de entrar em cena na novela que começamos a gravar, às vezes durante uma entrevista ou enquanto assisto ao trabalho de um ator de que gosto.
A terceira margem de um rio.
Aquela intangível, invisível, tridimensional, que só se pode construir enquanto ideia a partir das outras duas? Essas, sim, visíveis e físicas, ordinárias e alcançáveis, presentes nesse plano bidimensional que é o nosso enquanto estamos (como diria meu amado Galindo) acordados, vestidos de nossos eus artificiais nesse mundo de mentira e de mentiras.
A terceira margem de um rio.
A impossibilidade em si, que depende de um esforço imaginativo antilógico para se materializar em imagem?
A maior mentira entre todas?
Se o ator é a terceira margem de um rio, ou o portal por onde é possível alcançá-la por meio de seu personagem, quais seriam as outras duas?
E o rio?
A frase em si era tudo o que eu precisava ouvir no momento mais decisivo.
O ator é a terceira margem de um rio, e eu amo a minha profissão. Eu amo ser um ator.
fotos do @gabriel_garol

Fernanda me disse que o ator é a terceira margem de um rio.
Levei horas, dias pensando sobre isso. Li o conto de Guimarães Rosa, pensei mais e mais, e essa frase não me saiu da cabeça. Desde então, ela me acompanha todos os dias, antes de cada sessão da peça, antes de entrar em cena na novela que começamos a gravar, às vezes durante uma entrevista ou enquanto assisto ao trabalho de um ator de que gosto.
A terceira margem de um rio.
Aquela intangível, invisível, tridimensional, que só se pode construir enquanto ideia a partir das outras duas? Essas, sim, visíveis e físicas, ordinárias e alcançáveis, presentes nesse plano bidimensional que é o nosso enquanto estamos (como diria meu amado Galindo) acordados, vestidos de nossos eus artificiais nesse mundo de mentira e de mentiras.
A terceira margem de um rio.
A impossibilidade em si, que depende de um esforço imaginativo antilógico para se materializar em imagem?
A maior mentira entre todas?
Se o ator é a terceira margem de um rio, ou o portal por onde é possível alcançá-la por meio de seu personagem, quais seriam as outras duas?
E o rio?
A frase em si era tudo o que eu precisava ouvir no momento mais decisivo.
O ator é a terceira margem de um rio, e eu amo a minha profissão. Eu amo ser um ator.
fotos do @gabriel_garol

Fernanda me disse que o ator é a terceira margem de um rio.
Levei horas, dias pensando sobre isso. Li o conto de Guimarães Rosa, pensei mais e mais, e essa frase não me saiu da cabeça. Desde então, ela me acompanha todos os dias, antes de cada sessão da peça, antes de entrar em cena na novela que começamos a gravar, às vezes durante uma entrevista ou enquanto assisto ao trabalho de um ator de que gosto.
A terceira margem de um rio.
Aquela intangível, invisível, tridimensional, que só se pode construir enquanto ideia a partir das outras duas? Essas, sim, visíveis e físicas, ordinárias e alcançáveis, presentes nesse plano bidimensional que é o nosso enquanto estamos (como diria meu amado Galindo) acordados, vestidos de nossos eus artificiais nesse mundo de mentira e de mentiras.
A terceira margem de um rio.
A impossibilidade em si, que depende de um esforço imaginativo antilógico para se materializar em imagem?
A maior mentira entre todas?
Se o ator é a terceira margem de um rio, ou o portal por onde é possível alcançá-la por meio de seu personagem, quais seriam as outras duas?
E o rio?
A frase em si era tudo o que eu precisava ouvir no momento mais decisivo.
O ator é a terceira margem de um rio, e eu amo a minha profissão. Eu amo ser um ator.
fotos do @gabriel_garol

Fernanda me disse que o ator é a terceira margem de um rio.
Levei horas, dias pensando sobre isso. Li o conto de Guimarães Rosa, pensei mais e mais, e essa frase não me saiu da cabeça. Desde então, ela me acompanha todos os dias, antes de cada sessão da peça, antes de entrar em cena na novela que começamos a gravar, às vezes durante uma entrevista ou enquanto assisto ao trabalho de um ator de que gosto.
A terceira margem de um rio.
Aquela intangível, invisível, tridimensional, que só se pode construir enquanto ideia a partir das outras duas? Essas, sim, visíveis e físicas, ordinárias e alcançáveis, presentes nesse plano bidimensional que é o nosso enquanto estamos (como diria meu amado Galindo) acordados, vestidos de nossos eus artificiais nesse mundo de mentira e de mentiras.
A terceira margem de um rio.
A impossibilidade em si, que depende de um esforço imaginativo antilógico para se materializar em imagem?
A maior mentira entre todas?
Se o ator é a terceira margem de um rio, ou o portal por onde é possível alcançá-la por meio de seu personagem, quais seriam as outras duas?
E o rio?
A frase em si era tudo o que eu precisava ouvir no momento mais decisivo.
O ator é a terceira margem de um rio, e eu amo a minha profissão. Eu amo ser um ator.
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Fernanda me disse que o ator é a terceira margem de um rio.
Levei horas, dias pensando sobre isso. Li o conto de Guimarães Rosa, pensei mais e mais, e essa frase não me saiu da cabeça. Desde então, ela me acompanha todos os dias, antes de cada sessão da peça, antes de entrar em cena na novela que começamos a gravar, às vezes durante uma entrevista ou enquanto assisto ao trabalho de um ator de que gosto.
A terceira margem de um rio.
Aquela intangível, invisível, tridimensional, que só se pode construir enquanto ideia a partir das outras duas? Essas, sim, visíveis e físicas, ordinárias e alcançáveis, presentes nesse plano bidimensional que é o nosso enquanto estamos (como diria meu amado Galindo) acordados, vestidos de nossos eus artificiais nesse mundo de mentira e de mentiras.
A terceira margem de um rio.
A impossibilidade em si, que depende de um esforço imaginativo antilógico para se materializar em imagem?
A maior mentira entre todas?
Se o ator é a terceira margem de um rio, ou o portal por onde é possível alcançá-la por meio de seu personagem, quais seriam as outras duas?
E o rio?
A frase em si era tudo o que eu precisava ouvir no momento mais decisivo.
O ator é a terceira margem de um rio, e eu amo a minha profissão. Eu amo ser um ator.
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Fernanda me disse que o ator é a terceira margem de um rio.
Levei horas, dias pensando sobre isso. Li o conto de Guimarães Rosa, pensei mais e mais, e essa frase não me saiu da cabeça. Desde então, ela me acompanha todos os dias, antes de cada sessão da peça, antes de entrar em cena na novela que começamos a gravar, às vezes durante uma entrevista ou enquanto assisto ao trabalho de um ator de que gosto.
A terceira margem de um rio.
Aquela intangível, invisível, tridimensional, que só se pode construir enquanto ideia a partir das outras duas? Essas, sim, visíveis e físicas, ordinárias e alcançáveis, presentes nesse plano bidimensional que é o nosso enquanto estamos (como diria meu amado Galindo) acordados, vestidos de nossos eus artificiais nesse mundo de mentira e de mentiras.
A terceira margem de um rio.
A impossibilidade em si, que depende de um esforço imaginativo antilógico para se materializar em imagem?
A maior mentira entre todas?
Se o ator é a terceira margem de um rio, ou o portal por onde é possível alcançá-la por meio de seu personagem, quais seriam as outras duas?
E o rio?
A frase em si era tudo o que eu precisava ouvir no momento mais decisivo.
O ator é a terceira margem de um rio, e eu amo a minha profissão. Eu amo ser um ator.
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Fernanda me disse que o ator é a terceira margem de um rio.
Levei horas, dias pensando sobre isso. Li o conto de Guimarães Rosa, pensei mais e mais, e essa frase não me saiu da cabeça. Desde então, ela me acompanha todos os dias, antes de cada sessão da peça, antes de entrar em cena na novela que começamos a gravar, às vezes durante uma entrevista ou enquanto assisto ao trabalho de um ator de que gosto.
A terceira margem de um rio.
Aquela intangível, invisível, tridimensional, que só se pode construir enquanto ideia a partir das outras duas? Essas, sim, visíveis e físicas, ordinárias e alcançáveis, presentes nesse plano bidimensional que é o nosso enquanto estamos (como diria meu amado Galindo) acordados, vestidos de nossos eus artificiais nesse mundo de mentira e de mentiras.
A terceira margem de um rio.
A impossibilidade em si, que depende de um esforço imaginativo antilógico para se materializar em imagem?
A maior mentira entre todas?
Se o ator é a terceira margem de um rio, ou o portal por onde é possível alcançá-la por meio de seu personagem, quais seriam as outras duas?
E o rio?
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O ator é a terceira margem de um rio, e eu amo a minha profissão. Eu amo ser um ator.
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Fernanda me disse que o ator é a terceira margem de um rio.
Levei horas, dias pensando sobre isso. Li o conto de Guimarães Rosa, pensei mais e mais, e essa frase não me saiu da cabeça. Desde então, ela me acompanha todos os dias, antes de cada sessão da peça, antes de entrar em cena na novela que começamos a gravar, às vezes durante uma entrevista ou enquanto assisto ao trabalho de um ator de que gosto.
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Aquela intangível, invisível, tridimensional, que só se pode construir enquanto ideia a partir das outras duas? Essas, sim, visíveis e físicas, ordinárias e alcançáveis, presentes nesse plano bidimensional que é o nosso enquanto estamos (como diria meu amado Galindo) acordados, vestidos de nossos eus artificiais nesse mundo de mentira e de mentiras.
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Fernanda me disse que o ator é a terceira margem de um rio.
Levei horas, dias pensando sobre isso. Li o conto de Guimarães Rosa, pensei mais e mais, e essa frase não me saiu da cabeça. Desde então, ela me acompanha todos os dias, antes de cada sessão da peça, antes de entrar em cena na novela que começamos a gravar, às vezes durante uma entrevista ou enquanto assisto ao trabalho de um ator de que gosto.
A terceira margem de um rio.
Aquela intangível, invisível, tridimensional, que só se pode construir enquanto ideia a partir das outras duas? Essas, sim, visíveis e físicas, ordinárias e alcançáveis, presentes nesse plano bidimensional que é o nosso enquanto estamos (como diria meu amado Galindo) acordados, vestidos de nossos eus artificiais nesse mundo de mentira e de mentiras.
A terceira margem de um rio.
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A maior mentira entre todas?
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A terceira margem de um rio.
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E o rio?
A frase em si era tudo o que eu precisava ouvir no momento mais decisivo.
O ator é a terceira margem de um rio, e eu amo a minha profissão. Eu amo ser um ator.
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Ó SE EU QUISESSE! 🧛🍅
Hoje saiu uma entrevista exclusiva com o Senhor da Noite, Lorde das Sombras, Foice do Submundo... o vampiro Cadu.
Tadinho, o nome não assusta. Mas ele ganha no carisma, né? Afinal de contas ele tem O molho e não abre mão. E é isso que ele mostra nesse papo, frente a frente com nosso repórter investigativo no Olá, Pomar!
Assista ao vídeo e já comenta se o Cadu tem o molho.
#SóQuemTemPomarolaTemOMolho 🥫 #TrazOMolho
#publi
#PraTodosVerem: este post tem texto alternativo

Isso foi no domingo, e eu estava (como diria minha avó) todo alinhado, pra última sessão da peça na temporada do Rio.
Foi lindo.
Beijos, turma!
fotos do @gabriel_garol

Isso foi no domingo, e eu estava (como diria minha avó) todo alinhado, pra última sessão da peça na temporada do Rio.
Foi lindo.
Beijos, turma!
fotos do @gabriel_garol

Isso foi no domingo, e eu estava (como diria minha avó) todo alinhado, pra última sessão da peça na temporada do Rio.
Foi lindo.
Beijos, turma!
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Isso foi no domingo, e eu estava (como diria minha avó) todo alinhado, pra última sessão da peça na temporada do Rio.
Foi lindo.
Beijos, turma!
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Isso foi no domingo, e eu estava (como diria minha avó) todo alinhado, pra última sessão da peça na temporada do Rio.
Foi lindo.
Beijos, turma!
fotos do @gabriel_garol

Isso foi no domingo, depois de uma semana inesquecível.
Quero agradecer mais uma vez a todos que foram ao teatro assistir à nossa @pecainfantil nessas recentes sessões, tem sido um privilégio e um prazer enorme. Obrigado!
Esta semana não haverá sessões por conta do Carnaval, mas voltaremos na semana que vem com saudade. Estamos a caminho das duas últimas semanas no Rio, e eu espero com alegria por vocês nessas últimas seis apresentações.
Estamos em cartaz no @teatrocasagrande de sexta a domingo (exceto esta semana) até o dia 01/03.
Beijo, turma!

Isso foi no domingo, depois de uma semana inesquecível.
Quero agradecer mais uma vez a todos que foram ao teatro assistir à nossa @pecainfantil nessas recentes sessões, tem sido um privilégio e um prazer enorme. Obrigado!
Esta semana não haverá sessões por conta do Carnaval, mas voltaremos na semana que vem com saudade. Estamos a caminho das duas últimas semanas no Rio, e eu espero com alegria por vocês nessas últimas seis apresentações.
Estamos em cartaz no @teatrocasagrande de sexta a domingo (exceto esta semana) até o dia 01/03.
Beijo, turma!
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