
No site da piauí, o repórter João Batista Jr. revela o caso de violência contra Henrique Borges, de 20 anos, na área vip deuma casa de shows em Salvador.
Filho do empresário da moda Paulo Borges, o jovem foi agredido por Décio Caribé de Castro Júnior, integrante de uma família conhecida por difundir há décadas o ensino do karatê na capital baiana. O episódio ocorreu em 11 de janeiro de 2026.
Aos gritos, o lutador acusou Henrique de tentar roubar uma bebida na área VIP, onde o jovem e sua namorada estavam como convidados. Em um primeiro momento, Décio Caribé o empurrou. Minutos depois, o atingiu com socos.
Henrique levou o caso à polícia que classificou a ocorrência como “lesão corporal” e encerrou a investigação com apenas três depoimentos - o de Henrique, o de Décio Castro e o de Ricardo Guedes (testemunha do professor de karatê).
Como a palavra “racismo” foi ignorada no inquérito policial, a defesa de Henrique denunciou o caso ao Centro de Apoio Operacional dos Direitos Humanos, do Ministério Público da Bahia.
Procurado pela piauí, Décio Castro se recusou a dar entrevista. Afirmou que “não houve nada em relação a racismo”.
Leia a íntegra da reportagem no site da piauí. Link na bio e nos stories.
@revistapiaui @joaobatistajr

No site da piauí, o repórter João Batista Jr. revela o caso de violência contra Henrique Borges, de 20 anos, na área vip deuma casa de shows em Salvador.
Filho do empresário da moda Paulo Borges, o jovem foi agredido por Décio Caribé de Castro Júnior, integrante de uma família conhecida por difundir há décadas o ensino do karatê na capital baiana. O episódio ocorreu em 11 de janeiro de 2026.
Aos gritos, o lutador acusou Henrique de tentar roubar uma bebida na área VIP, onde o jovem e sua namorada estavam como convidados. Em um primeiro momento, Décio Caribé o empurrou. Minutos depois, o atingiu com socos.
Henrique levou o caso à polícia que classificou a ocorrência como “lesão corporal” e encerrou a investigação com apenas três depoimentos - o de Henrique, o de Décio Castro e o de Ricardo Guedes (testemunha do professor de karatê).
Como a palavra “racismo” foi ignorada no inquérito policial, a defesa de Henrique denunciou o caso ao Centro de Apoio Operacional dos Direitos Humanos, do Ministério Público da Bahia.
Procurado pela piauí, Décio Castro se recusou a dar entrevista. Afirmou que “não houve nada em relação a racismo”.
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No site da piauí, o repórter João Batista Jr. revela o caso de violência contra Henrique Borges, de 20 anos, na área vip deuma casa de shows em Salvador.
Filho do empresário da moda Paulo Borges, o jovem foi agredido por Décio Caribé de Castro Júnior, integrante de uma família conhecida por difundir há décadas o ensino do karatê na capital baiana. O episódio ocorreu em 11 de janeiro de 2026.
Aos gritos, o lutador acusou Henrique de tentar roubar uma bebida na área VIP, onde o jovem e sua namorada estavam como convidados. Em um primeiro momento, Décio Caribé o empurrou. Minutos depois, o atingiu com socos.
Henrique levou o caso à polícia que classificou a ocorrência como “lesão corporal” e encerrou a investigação com apenas três depoimentos - o de Henrique, o de Décio Castro e o de Ricardo Guedes (testemunha do professor de karatê).
Como a palavra “racismo” foi ignorada no inquérito policial, a defesa de Henrique denunciou o caso ao Centro de Apoio Operacional dos Direitos Humanos, do Ministério Público da Bahia.
Procurado pela piauí, Décio Castro se recusou a dar entrevista. Afirmou que “não houve nada em relação a racismo”.
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Filho do empresário da moda Paulo Borges, o jovem foi agredido por Décio Caribé de Castro Júnior, integrante de uma família conhecida por difundir há décadas o ensino do karatê na capital baiana. O episódio ocorreu em 11 de janeiro de 2026.
Aos gritos, o lutador acusou Henrique de tentar roubar uma bebida na área VIP, onde o jovem e sua namorada estavam como convidados. Em um primeiro momento, Décio Caribé o empurrou. Minutos depois, o atingiu com socos.
Henrique levou o caso à polícia que classificou a ocorrência como “lesão corporal” e encerrou a investigação com apenas três depoimentos - o de Henrique, o de Décio Castro e o de Ricardo Guedes (testemunha do professor de karatê).
Como a palavra “racismo” foi ignorada no inquérito policial, a defesa de Henrique denunciou o caso ao Centro de Apoio Operacional dos Direitos Humanos, do Ministério Público da Bahia.
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Aos gritos, o lutador acusou Henrique de tentar roubar uma bebida na área VIP, onde o jovem e sua namorada estavam como convidados. Em um primeiro momento, Décio Caribé o empurrou. Minutos depois, o atingiu com socos.
Henrique levou o caso à polícia que classificou a ocorrência como “lesão corporal” e encerrou a investigação com apenas três depoimentos - o de Henrique, o de Décio Castro e o de Ricardo Guedes (testemunha do professor de karatê).
Como a palavra “racismo” foi ignorada no inquérito policial, a defesa de Henrique denunciou o caso ao Centro de Apoio Operacional dos Direitos Humanos, do Ministério Público da Bahia.
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Aos gritos, o lutador acusou Henrique de tentar roubar uma bebida na área VIP, onde o jovem e sua namorada estavam como convidados. Em um primeiro momento, Décio Caribé o empurrou. Minutos depois, o atingiu com socos.
Henrique levou o caso à polícia que classificou a ocorrência como “lesão corporal” e encerrou a investigação com apenas três depoimentos - o de Henrique, o de Décio Castro e o de Ricardo Guedes (testemunha do professor de karatê).
Como a palavra “racismo” foi ignorada no inquérito policial, a defesa de Henrique denunciou o caso ao Centro de Apoio Operacional dos Direitos Humanos, do Ministério Público da Bahia.
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Aos gritos, o lutador acusou Henrique de tentar roubar uma bebida na área VIP, onde o jovem e sua namorada estavam como convidados. Em um primeiro momento, Décio Caribé o empurrou. Minutos depois, o atingiu com socos.
Henrique levou o caso à polícia que classificou a ocorrência como “lesão corporal” e encerrou a investigação com apenas três depoimentos - o de Henrique, o de Décio Castro e o de Ricardo Guedes (testemunha do professor de karatê).
Como a palavra “racismo” foi ignorada no inquérito policial, a defesa de Henrique denunciou o caso ao Centro de Apoio Operacional dos Direitos Humanos, do Ministério Público da Bahia.
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Aos gritos, o lutador acusou Henrique de tentar roubar uma bebida na área VIP, onde o jovem e sua namorada estavam como convidados. Em um primeiro momento, Décio Caribé o empurrou. Minutos depois, o atingiu com socos.
Henrique levou o caso à polícia que classificou a ocorrência como “lesão corporal” e encerrou a investigação com apenas três depoimentos - o de Henrique, o de Décio Castro e o de Ricardo Guedes (testemunha do professor de karatê).
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Aos gritos, o lutador acusou Henrique de tentar roubar uma bebida na área VIP, onde o jovem e sua namorada estavam como convidados. Em um primeiro momento, Décio Caribé o empurrou. Minutos depois, o atingiu com socos.
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Aos gritos, o lutador acusou Henrique de tentar roubar uma bebida na área VIP, onde o jovem e sua namorada estavam como convidados. Em um primeiro momento, Décio Caribé o empurrou. Minutos depois, o atingiu com socos.
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Aos gritos, o lutador acusou Henrique de tentar roubar uma bebida na área VIP, onde o jovem e sua namorada estavam como convidados. Em um primeiro momento, Décio Caribé o empurrou. Minutos depois, o atingiu com socos.
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Direção Criativa @joao_pimenta
Direção artística - Richard Luiz @prototipofilme
Stylist @maikamano
Beleza @celsokamuraoficial
Trilha @maxblum
Direção de passarela e casting - @edbenini
Backstage @naylalemme @thiago_almeida_ara
Produção @prototipofilme @rodrigorosa @rodrigoarcangelo
lluminação e som: @andrealanducci
agradecimentos especiais @Iccenografia @LeoPrieto, equipe João Pimenta, @arquivocontemporaneooficial
Assessoria de imprensa @namidiacom
Vídeo: @ma_oliveira_
Hoje fomos conhecer a exposição de @isayweinfeld - ETECETERA
Em 2001, há 25 anos Isay criou não só a cenografia da primeira edição do São Paulo Fashion Week.
@gb65 criou nossa logomarca e tipologia, e Isay com todo seu talento e generosidade implantou esteticamente o @spfw no Prédioda @bienalsaopaulo
Mágico, simples, impecável , criativo. Poderia ficar aqui escrevendo uma dezena de palavras para tudo que aconteceu naquele momento.
Nesta exposição e no catálogo Isay reproduz o túnel da entrada do evento para a entrada da exposição. Um déjà vu imediato, 25 anos no tempo.
( vou postar em seguida o vídeo de entrada )
Isay imortaliza com esta exposição e o livro nossa primeira instalação de arte, o que viria se tornar um elemento de assinaturas com diversos grandes artistas.
Obrigado Isay por mais este presente para nossa história

A moda prestigia desfile do estilista @joao_pimenta, em São Paulo (📸 @patriciadevoraes)
#agenciabrazilnews #brazilnews #joaopimenta #modamasculina #desfile

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Não existe nada mais lindo com esses dois ❤️❤️ 5 DICAS PRECIOSAS pra SAIR BONITA na FOTO 📸👯♀️✨
ACADEMIA de POSES
por Dudu Bertholini &Marina Dias@dudubertholini & @corvina_
Agora CONTA pra gente … VOCÊ CONHECE suas MELHORES POSES pra SAIR BEM na FOTO ?
Vídeo : @rabihaidar
#AcademiaDePoses
Bom dia 😃
Direto da China 🇨🇳: um momento improvável — e absolutamente irresistível — está conquistando a internet. Em um zoológico na província de Sichuan, um tratador resolveu brincar diante do público… e acabou arrancando “gargalhadas” de ninguém menos que um panda 🐼.
No vídeo que viralizou, o cuidador faz graça, exagera nos gestos e interage como se estivesse num show particular. A resposta? O panda parece se divertir junto, reagindo de forma tão expressiva que leva a plateia às risadas. A cena inusitada rapidamente ganhou as redes e virou aquele tipo de conteúdo que a gente assiste mais de uma vez sem perceber.
Além de fofos, os pandas são conhecidos por comportamentos curiosos e até “teatrais” em cativeiro — especialmente quando já estão acostumados à presença humana. Não é à toa que momentos assim viralizam com facilidade: misturam espontaneidade, humor e um toque de ternura difícil de ignorar.
No fim das contas, fica a dúvida: foi o tratador que contou a piada… ou o panda que roubou a cena? 😄
#Panda #Viral #China #Fofura #Internet
Brasileiras em Biarritz! Após cruzarem a passarela do primeiro desfile cruise de Matthieu Blazy para a Chanel, que aconteceu ontem (28.04) no litoral francês, as modelos @eujuliamorais_, @maricalazan e @vic.blecher conversaram com a Vogue sobre a apresentação, seus momentos mais especiais com a maison, o início da carreira de modelo e conselhos para quem está começando. “A Chanel era uma das top marcas da minha lista de desejos para trabalhar”, conta Victoria. “Só de pisar na passarela você sente uma calma e pensa ‘Nossa, eu estou aqui!’”. Dê o play e confira! (coordenação digital: @luxas_____; produção: @gersonlirio @maker.paris; captação @maycondehan; edição: @vinisspe)

Cover Girls @costanzapascolatos2g @erikapalomino @reginaguerreiro1 @gloriakalil e Eu 🌟🌟🌟🌟🌟
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