BRITTO
Se eu fosse poesia..
Multiartista intelectual de quebrada 🔺
🌻Escrever é uma maneira de sangrar...
🎙️🎧🎚 🪇🧘🏽🪷✍🏼
@trezeclanprod
@50tonsdebritto

Me interessa o aconchego daqueles que ficam
Daqueles que, depois de todo tipo de desventura, ainda carregam a doçura no olhar.
E contaminam o mundo com essa doçura.
Me interessa o abraço sincero
O sorriso verdadeiro
As intenções puras
E as duras palavras da honestidade
Me interessa estar perto de quem
Verdadeiramente me ama
Dos que não me matam para sentir-se melhores
Mais fortes, superiores.
Me interessa estar com aqueles que são humanos
Que cometem erros e na mesma proporção buscam corrigí-los.
Remediar os estragos.
Me interessa gente de bem.
Gente que atravessou o inferno
E manteve a rosa ilesa em sua mão.
Me interessa os que não têm motivo para serem bons
E pelo impulso de seu coração virtuoso
Não conseguem ser outra coisa
Senão a alegria, o amor e a paz que o mundo precisa.
Me interessa não ser escrava dos meus traumas.
Me interessa amadurecer, viver de novo, entrar na brecha que a vida me dá
De me libertar e aprender mais uma vez o quanto sou imensa, intensa, amável, sincera...
Me interessa ser bondade, me interessa ser doce
O veneno que bebi morrerá em mim.
Me interessa arrancar sorrisos
Provocar suspiros, olhares
Eu sou cura, não morte.
E todas as vezes que me olhar nos olhos
Saberá que há verdade em mim
E saberá que não sou superfície
A mesma ao acordar, a mesma ao adormecer
E uma nova a cada virar do dia.
Quem não sabe amar, já está morto.
Mas finge que vive, finge que é, finge que sabe.

Não tenho fotos novas
Nem tenho novas coisas
Ao menos não uso mais roupas velhas
Apenas as que, mesmo tendo mais de 100 anos
Fazem com que eu me sinta um fenômeno inédito
Não as de tecido
Essas
Que costuramos ao acordar
E rasgamos ao adormecer
Essas
Que nos faz novos
Em corpos de carne surrada.

Não tenho fotos novas
Nem tenho novas coisas
Ao menos não uso mais roupas velhas
Apenas as que, mesmo tendo mais de 100 anos
Fazem com que eu me sinta um fenômeno inédito
Não as de tecido
Essas
Que costuramos ao acordar
E rasgamos ao adormecer
Essas
Que nos faz novos
Em corpos de carne surrada.

Não tenho fotos novas
Nem tenho novas coisas
Ao menos não uso mais roupas velhas
Apenas as que, mesmo tendo mais de 100 anos
Fazem com que eu me sinta um fenômeno inédito
Não as de tecido
Essas
Que costuramos ao acordar
E rasgamos ao adormecer
Essas
Que nos faz novos
Em corpos de carne surrada.

Não tenho fotos novas
Nem tenho novas coisas
Ao menos não uso mais roupas velhas
Apenas as que, mesmo tendo mais de 100 anos
Fazem com que eu me sinta um fenômeno inédito
Não as de tecido
Essas
Que costuramos ao acordar
E rasgamos ao adormecer
Essas
Que nos faz novos
Em corpos de carne surrada.

Não tenho fotos novas
Nem tenho novas coisas
Ao menos não uso mais roupas velhas
Apenas as que, mesmo tendo mais de 100 anos
Fazem com que eu me sinta um fenômeno inédito
Não as de tecido
Essas
Que costuramos ao acordar
E rasgamos ao adormecer
Essas
Que nos faz novos
Em corpos de carne surrada.

Não tenho fotos novas
Nem tenho novas coisas
Ao menos não uso mais roupas velhas
Apenas as que, mesmo tendo mais de 100 anos
Fazem com que eu me sinta um fenômeno inédito
Não as de tecido
Essas
Que costuramos ao acordar
E rasgamos ao adormecer
Essas
Que nos faz novos
Em corpos de carne surrada.

Não tenho fotos novas
Nem tenho novas coisas
Ao menos não uso mais roupas velhas
Apenas as que, mesmo tendo mais de 100 anos
Fazem com que eu me sinta um fenômeno inédito
Não as de tecido
Essas
Que costuramos ao acordar
E rasgamos ao adormecer
Essas
Que nos faz novos
Em corpos de carne surrada.

Não tenho fotos novas
Nem tenho novas coisas
Ao menos não uso mais roupas velhas
Apenas as que, mesmo tendo mais de 100 anos
Fazem com que eu me sinta um fenômeno inédito
Não as de tecido
Essas
Que costuramos ao acordar
E rasgamos ao adormecer
Essas
Que nos faz novos
Em corpos de carne surrada.

Não quero muita coisa da vida
Talvez o prazer de ser olhada com respeito
De saber como é ser amada
Como deve ser? Quando alguém diz "eu te amo"
E isso ser mesmo verdade...
Ainda não sei qual é a sensação
Mas também não tenho pressa
Já vivi muitos "eu te odeio" e "eu te destruo" através de um "eu te amo" precipitado ou mentiroso.
Quero saber qual é a sensação de poder amar também
Sem precisar dormir com a faca embaixo do travesseiro
Quero saber qual é a sensação de estar nua
Na presença de alguém que escolheu me amar.
Nua em todos os sentidos.
Minhas questões paternas não são mais tão complicadas a ponto de eu aceitar certas coisas
Nem de exigir certas coisas
Gosto de ser livre
Gosto de aproveitar a liberdade na presença de alguém
Gosto que me vejam livre, respeitem meu espaço
E isso não é sobre não-monogamia.
Não gosto de "eu te amo" que parecem cativeiros.
Que me causam ansiedade, me aprisionam afim de suprir as próprias carências egoístas.
Não gosto do "eu te amo" que manipula.
Não fui feita pra preencher vazios ou carências
E também não busco isso nos outros
Há coisas mais eficazes para tapar buracos além da carne de um outro coração humano.
Terapia, por exemplo.
Quero pouca coisa da vida
Ser motivo de sorriso àqueles que dividem comigo a paixão e a bondade de viver bem
Quero amar meus amigos
Quero ser amada de volta por eles
Quero o luxo de dizer "eu te amo" sem medo de que isso vire uma arma contra mim
Me fazendo vulnerável, explorada e usada.
Então, quando eu disser "eu te amo", eu estou falando sério.
São palavras que não podem ser ditas ao vento.
Não quero muita coisa da vida
Acho que só quero conhecer o amor que não destrói. O de verdade.

A vida tá no suspiro
No sussurro
Quando se diz que a arte te enlouquece
Contém um pouco de romantismo. Romantização.
Mas é um tanto verdade, sabia?
As invenções que passam pelo seu desejo
E que você não concretiza.
Tem a ver com romance mesmo
Essa praga sempre dói
Causa delírios.
A artista volta e meia se sente fora,
Quer achar o eixo, o caminho, a resposta.
Mas na verdade a palavra "achar" nem cabe.
"Criar" faz mais sentido.
Nós criamos. Nos criamos.
Autocriação e cocriação.
De sentidos, de personalidades.
Tudo pra caber.
Numa existência que é desordenada.
Que você não se identifica.
Que você desaprende toda hora, revolta, recria, cocria, e volta a aprender.
Eu mesma não sou isso aqui só.
Eu sou isso aqui e tudo que você nunca pôde ver.
Meio bicho, meio gente, meio amante, meio fria, meio seca, meio frustrada, meio feliz, meio preocupada, meio simpática, meio antisocial, meio doce, meio amarga, meio falante, meio calada.
E às vezes pertenço
À esta convenção de artistas reprimidos em nome do caber, também abafo a loucura e deixo pra solitude receber.
Tô cansada como você.
Igual entrar em roupa de numeração menor.
Não vai caber.
Mas a gente se esmaga, se espreme, se rasga.
E faz tudo parecer.
É uma questão de hipocrisia?
Acho que não.
Ser artista também é sobreviver.
Se o zíper não fecha, você cria. Se a blusa não combina, você cria. Se a voz não sai como antes, você cria. Se o coração não tá mais inteiro, você cria. Se o cabelo não tá legal, você cria. Se a história já foi contada muitas vezes, você cria. Se a sua música favorita já não toca, você cria. Se o seu texto não fala com ninguém, você cria. Se a sua vida não vale mais de nada de tanto parecer, querer, se fazer, compreender, remoer... você cria.
Tá vendo, fia?
A arte nem sempre é o que você faz, mas o modo como você existe, vê o mundo, arrisca, tenta de novo.
Rebelde. Revolucionária. Resiliente.
Eu penso muitas coisas, várias. Perturbada.
Mas neste momento, o que eu penso da arte é isso:
Fazer arte é viver.
O que conduz minha palavra é nada além da loucura dessa maldita revolução que já nasceu comigo, a vontade de descobrir qual é a melhor forma de existir enquanto é tempo, e só depois morrer.

Para que meus inimigos, tendo pés, não me alcancem...
Bom... E quando o inimigo já está dentro?
Dividindo a mesma casa, o mesmo sorriso
O mesmo corpo?
No espelho, pelos olhos, eu os vejo.
Eu as vejo. Versões incrédulas.
Roupas antigas, feridas abertas.
Sentimentos plantados por pessoas perdidas.
A cultura que nasceu dentro de cada um de nós
É a cultura que consumimos em todos os caminhos que cruzamos.
Algumas delas são fortes a ponto de se tornarem inesquecíveis. Enraizadas.
Crenças sobre mim, sobre quem sou, sobre meu valor.
Inseguranças que me esforço em acolher e liberar.
Alguns inimigos são sim externos,
Mas pedi que esperem sua vez de me atormentar.
Neste momento, só me importa aqueles que falam comigo ao dormir e ao acordar.
Enquanto minha criança também pede pra que eu seja diferente
De tudo aquilo que um dia pensei ser, fui, ou me decretaram.
Acho que essa história de "meus inimigos esperam minha queda"
É uma forma de desculpa e distração que usamos
Pra não travar a batalha no território mais sagrado.
O eu. E a partir do Eu, que o brilho dos meus olhos também ilumine meus inimigos.
Criolo disse: eles não são maus. Só estão perdidos.
Assim como eu. O oráculo de Mim.

Qual é o tamanho da cidade
Que habitam seus olhos?
Alguém se ilumina com os postes da sua rua?
E esse coração, grande como o céu escuro
Será que aguenta mais uma costura?
A bifurcação da sua língua divide o trabalho
De provar o gozo da cicatriz e o sangue da sutura?
Qual seu verbo favorito morando na ponta dos seus dedos?
Qual é a curva favorita que eles fazem sob a pele?
Qual é a sua palavra favorita?
Qual é a poesia que vibra nos seus cabelos?
E o desenho da sua boca?
Tão complexo quanto a malha irregular
De uma cidade sem dono
E o sabor que tem a sua língua?
Será que sua alma tem cheiro?
Lamber a rua como se lambe o seio
Daquela pessoa que te treme.
Ser imenso como é a cidade
Edificada nos seus pensamentos
Grande como a cidade, é o seu desejo.
De viver. De ser.
Abra as pernas da metrópole e mergulhe
Como quem domina a besta de quatro.

Primeiro, acusaram-me de sensibilidade excessiva
Depois, acusaram-me de pretender comprar com amor aquilo que nem precisaria de tanto pra ser comprado.
A sensação de miudeza e de insignificância
É grande demais para quem acredita
Ser o dono do mundo
De tudo
O desejo de vingança dorme nos pensamentos dessas pessoas
Vingança do quê? Eu pergunto.
Das consequências geradas por todos os abusos cometidos por si?
Moral, psicológico, emocional, afetivo...
Ser grande incomoda quem não aceita
Que há no mundo gente maior do que a si mesmo
Ou gente em pé de igualdade.
Me considero pequena ao lado dos que admiro com o coração
Me considero gigante ao lado de quem se aproveitou da minha vulnerabilidade.
Quem dera eu pudesse arremessar a pedra que tenho nas mãos.
Mas também não tenho teto que não se quebre.
Minha alegria, é não compartilhar das mesmas culpas maldosas. Mas também carrego minhas culpas.
Minha alegria é errar buscando acertar no excesso de empatia.
Sempre os excessos.
E isso me permitiu não dever nada a ninguém. Já paguei de forma antecipada por tudo que foi e por tudo que nunca seria.
Porque sempre fui excessivamente alguma coisa.
Nunca em escassez, nunca em omissão. Sempre em sobra. E assim sobrei.
Sempre pela expansão do que sou no espírito
Sempre pela expansão do que derramam meus lábios.
Sempre fui demais, na medida transbordante que deu brecha à quem não tinha nada a oferecer.
Esse é meu pecado.
Guardarei minha pedra, pois quem não tem nada dentro de si, não pode ser culpado pelo vazio que carrega ou descarrega sobre outros.
A consciência e o futuro fazem o papel que a pedra jamais poderia fazer com maestria e sabedoria.
Os lugares na mesa ficam cada vez mais contados junto dos pratos de uma lista muito curta
Merecedora de compartilhar comigo o pão. Comer do meu prato...
Não invejarei o homem violento. E nenhum de seus caminhos. Simplesmente não são meus, e não são desejáveis para que eu queira comprar, invejar ou abater.
Está abatido por si só.
Por sua lamentável existência.
O tempo colocará cada pedra em seu lugar, e cada grão será revelado conforme o universo faz o seu silencioso e justo trabalho.
Amém, axé, ahô.

Essa aqui é a mamãe.
Maria de Jesus.
Com seus lindos traços afro-indígenas.
Seus lindos olhos de jabuticaba.
A Maria que eu mais admiro.
Sempre que faço poesias com o nome Maria
É nela que penso.
Não porque as experiências contadas são dela.
Na verdade são minhas.
Mas uso o nome dela porque prefiro enxergar as situações
Como se eu mesma tivesse a força dessa Maria.
Maria Mamãe. Maria de lavoura. Maria de lutas.
Maria de sonhos. Maria de renascimentos.
Maria de recomeços.
Percebem?
Tudo que eu aprendi, foi com Maria.
Tenho a fé de Maria.
Tenho o amor de Maria.
Tenho o perdão de Maria.
Tenho a resiliência de Maria.
Tenho a bondade de Maria.
A inocência de Maria.
E também tenho a empatia desequilibrada de Maria. A implacável vontade de salvar feridos que não querem ser salvos.
Herdei características de Maria que me movem nesse mundo.
Cheguei um pouco depois do dia das mães pra homenagear a minha mamãe, estava pensando em palavras que poderiam expressar como eu e essa Maria somos parecidas.
Como eu amo essa Maria.
Como ela me faz forte.
Apesar de ser boa com as palavras, senti medo de não conseguir dizer nada sobre a personalidade dela que fizesse jus ao grande terremoto que Maria causa.
Maria é o problema de seus problemas, e eu nunca a vi desistir.
Além de caçar leões diários, ela também os domestica e mostra que está no controle da caça.
Eu amo tudo nela. Até as coisas que às vezes me machucam. Mas amo, porque sei que as coisas que me machucam vêm da inocência nos atos de Maria em querer o meu melhor.
Eu amo tudo nessa Maria.
A principal coisa que amo, é a doçura dos seus olhos. E a valentia nesses mesmos olhos.
Maria tem o olhar tão doce, que quando chorava, eu via pingar mel.
Maria tem o olhar tão valente, que quando chorava, eu via pingar fogo.
Um dos traços mais importantes que herdei de Maria: os olhos doces, ferozes, implacáveis.
Sempre em frente. Sempre melhor. Sempre mais forte. São esses olhos que também me pertencem.
De todas as coisas que mais amo, a Valentia de Maria que corre no meu sangue é a mais poderosa.
Eu te amo, Maria. Minha mamãe!
PS:
- Antônio, papai real bruto.
- Ricardo, o irmão mais velho, chatão.
- Luiz, o irmão mais novo, chavoso.

Essa aqui é a mamãe.
Maria de Jesus.
Com seus lindos traços afro-indígenas.
Seus lindos olhos de jabuticaba.
A Maria que eu mais admiro.
Sempre que faço poesias com o nome Maria
É nela que penso.
Não porque as experiências contadas são dela.
Na verdade são minhas.
Mas uso o nome dela porque prefiro enxergar as situações
Como se eu mesma tivesse a força dessa Maria.
Maria Mamãe. Maria de lavoura. Maria de lutas.
Maria de sonhos. Maria de renascimentos.
Maria de recomeços.
Percebem?
Tudo que eu aprendi, foi com Maria.
Tenho a fé de Maria.
Tenho o amor de Maria.
Tenho o perdão de Maria.
Tenho a resiliência de Maria.
Tenho a bondade de Maria.
A inocência de Maria.
E também tenho a empatia desequilibrada de Maria. A implacável vontade de salvar feridos que não querem ser salvos.
Herdei características de Maria que me movem nesse mundo.
Cheguei um pouco depois do dia das mães pra homenagear a minha mamãe, estava pensando em palavras que poderiam expressar como eu e essa Maria somos parecidas.
Como eu amo essa Maria.
Como ela me faz forte.
Apesar de ser boa com as palavras, senti medo de não conseguir dizer nada sobre a personalidade dela que fizesse jus ao grande terremoto que Maria causa.
Maria é o problema de seus problemas, e eu nunca a vi desistir.
Além de caçar leões diários, ela também os domestica e mostra que está no controle da caça.
Eu amo tudo nela. Até as coisas que às vezes me machucam. Mas amo, porque sei que as coisas que me machucam vêm da inocência nos atos de Maria em querer o meu melhor.
Eu amo tudo nessa Maria.
A principal coisa que amo, é a doçura dos seus olhos. E a valentia nesses mesmos olhos.
Maria tem o olhar tão doce, que quando chorava, eu via pingar mel.
Maria tem o olhar tão valente, que quando chorava, eu via pingar fogo.
Um dos traços mais importantes que herdei de Maria: os olhos doces, ferozes, implacáveis.
Sempre em frente. Sempre melhor. Sempre mais forte. São esses olhos que também me pertencem.
De todas as coisas que mais amo, a Valentia de Maria que corre no meu sangue é a mais poderosa.
Eu te amo, Maria. Minha mamãe!
PS:
- Antônio, papai real bruto.
- Ricardo, o irmão mais velho, chatão.
- Luiz, o irmão mais novo, chavoso.

Essa aqui é a mamãe.
Maria de Jesus.
Com seus lindos traços afro-indígenas.
Seus lindos olhos de jabuticaba.
A Maria que eu mais admiro.
Sempre que faço poesias com o nome Maria
É nela que penso.
Não porque as experiências contadas são dela.
Na verdade são minhas.
Mas uso o nome dela porque prefiro enxergar as situações
Como se eu mesma tivesse a força dessa Maria.
Maria Mamãe. Maria de lavoura. Maria de lutas.
Maria de sonhos. Maria de renascimentos.
Maria de recomeços.
Percebem?
Tudo que eu aprendi, foi com Maria.
Tenho a fé de Maria.
Tenho o amor de Maria.
Tenho o perdão de Maria.
Tenho a resiliência de Maria.
Tenho a bondade de Maria.
A inocência de Maria.
E também tenho a empatia desequilibrada de Maria. A implacável vontade de salvar feridos que não querem ser salvos.
Herdei características de Maria que me movem nesse mundo.
Cheguei um pouco depois do dia das mães pra homenagear a minha mamãe, estava pensando em palavras que poderiam expressar como eu e essa Maria somos parecidas.
Como eu amo essa Maria.
Como ela me faz forte.
Apesar de ser boa com as palavras, senti medo de não conseguir dizer nada sobre a personalidade dela que fizesse jus ao grande terremoto que Maria causa.
Maria é o problema de seus problemas, e eu nunca a vi desistir.
Além de caçar leões diários, ela também os domestica e mostra que está no controle da caça.
Eu amo tudo nela. Até as coisas que às vezes me machucam. Mas amo, porque sei que as coisas que me machucam vêm da inocência nos atos de Maria em querer o meu melhor.
Eu amo tudo nessa Maria.
A principal coisa que amo, é a doçura dos seus olhos. E a valentia nesses mesmos olhos.
Maria tem o olhar tão doce, que quando chorava, eu via pingar mel.
Maria tem o olhar tão valente, que quando chorava, eu via pingar fogo.
Um dos traços mais importantes que herdei de Maria: os olhos doces, ferozes, implacáveis.
Sempre em frente. Sempre melhor. Sempre mais forte. São esses olhos que também me pertencem.
De todas as coisas que mais amo, a Valentia de Maria que corre no meu sangue é a mais poderosa.
Eu te amo, Maria. Minha mamãe!
PS:
- Antônio, papai real bruto.
- Ricardo, o irmão mais velho, chatão.
- Luiz, o irmão mais novo, chavoso.

Essa aqui é a mamãe.
Maria de Jesus.
Com seus lindos traços afro-indígenas.
Seus lindos olhos de jabuticaba.
A Maria que eu mais admiro.
Sempre que faço poesias com o nome Maria
É nela que penso.
Não porque as experiências contadas são dela.
Na verdade são minhas.
Mas uso o nome dela porque prefiro enxergar as situações
Como se eu mesma tivesse a força dessa Maria.
Maria Mamãe. Maria de lavoura. Maria de lutas.
Maria de sonhos. Maria de renascimentos.
Maria de recomeços.
Percebem?
Tudo que eu aprendi, foi com Maria.
Tenho a fé de Maria.
Tenho o amor de Maria.
Tenho o perdão de Maria.
Tenho a resiliência de Maria.
Tenho a bondade de Maria.
A inocência de Maria.
E também tenho a empatia desequilibrada de Maria. A implacável vontade de salvar feridos que não querem ser salvos.
Herdei características de Maria que me movem nesse mundo.
Cheguei um pouco depois do dia das mães pra homenagear a minha mamãe, estava pensando em palavras que poderiam expressar como eu e essa Maria somos parecidas.
Como eu amo essa Maria.
Como ela me faz forte.
Apesar de ser boa com as palavras, senti medo de não conseguir dizer nada sobre a personalidade dela que fizesse jus ao grande terremoto que Maria causa.
Maria é o problema de seus problemas, e eu nunca a vi desistir.
Além de caçar leões diários, ela também os domestica e mostra que está no controle da caça.
Eu amo tudo nela. Até as coisas que às vezes me machucam. Mas amo, porque sei que as coisas que me machucam vêm da inocência nos atos de Maria em querer o meu melhor.
Eu amo tudo nessa Maria.
A principal coisa que amo, é a doçura dos seus olhos. E a valentia nesses mesmos olhos.
Maria tem o olhar tão doce, que quando chorava, eu via pingar mel.
Maria tem o olhar tão valente, que quando chorava, eu via pingar fogo.
Um dos traços mais importantes que herdei de Maria: os olhos doces, ferozes, implacáveis.
Sempre em frente. Sempre melhor. Sempre mais forte. São esses olhos que também me pertencem.
De todas as coisas que mais amo, a Valentia de Maria que corre no meu sangue é a mais poderosa.
Eu te amo, Maria. Minha mamãe!
PS:
- Antônio, papai real bruto.
- Ricardo, o irmão mais velho, chatão.
- Luiz, o irmão mais novo, chavoso.

Essa aqui é a mamãe.
Maria de Jesus.
Com seus lindos traços afro-indígenas.
Seus lindos olhos de jabuticaba.
A Maria que eu mais admiro.
Sempre que faço poesias com o nome Maria
É nela que penso.
Não porque as experiências contadas são dela.
Na verdade são minhas.
Mas uso o nome dela porque prefiro enxergar as situações
Como se eu mesma tivesse a força dessa Maria.
Maria Mamãe. Maria de lavoura. Maria de lutas.
Maria de sonhos. Maria de renascimentos.
Maria de recomeços.
Percebem?
Tudo que eu aprendi, foi com Maria.
Tenho a fé de Maria.
Tenho o amor de Maria.
Tenho o perdão de Maria.
Tenho a resiliência de Maria.
Tenho a bondade de Maria.
A inocência de Maria.
E também tenho a empatia desequilibrada de Maria. A implacável vontade de salvar feridos que não querem ser salvos.
Herdei características de Maria que me movem nesse mundo.
Cheguei um pouco depois do dia das mães pra homenagear a minha mamãe, estava pensando em palavras que poderiam expressar como eu e essa Maria somos parecidas.
Como eu amo essa Maria.
Como ela me faz forte.
Apesar de ser boa com as palavras, senti medo de não conseguir dizer nada sobre a personalidade dela que fizesse jus ao grande terremoto que Maria causa.
Maria é o problema de seus problemas, e eu nunca a vi desistir.
Além de caçar leões diários, ela também os domestica e mostra que está no controle da caça.
Eu amo tudo nela. Até as coisas que às vezes me machucam. Mas amo, porque sei que as coisas que me machucam vêm da inocência nos atos de Maria em querer o meu melhor.
Eu amo tudo nessa Maria.
A principal coisa que amo, é a doçura dos seus olhos. E a valentia nesses mesmos olhos.
Maria tem o olhar tão doce, que quando chorava, eu via pingar mel.
Maria tem o olhar tão valente, que quando chorava, eu via pingar fogo.
Um dos traços mais importantes que herdei de Maria: os olhos doces, ferozes, implacáveis.
Sempre em frente. Sempre melhor. Sempre mais forte. São esses olhos que também me pertencem.
De todas as coisas que mais amo, a Valentia de Maria que corre no meu sangue é a mais poderosa.
Eu te amo, Maria. Minha mamãe!
PS:
- Antônio, papai real bruto.
- Ricardo, o irmão mais velho, chatão.
- Luiz, o irmão mais novo, chavoso.

Essa aqui é a mamãe.
Maria de Jesus.
Com seus lindos traços afro-indígenas.
Seus lindos olhos de jabuticaba.
A Maria que eu mais admiro.
Sempre que faço poesias com o nome Maria
É nela que penso.
Não porque as experiências contadas são dela.
Na verdade são minhas.
Mas uso o nome dela porque prefiro enxergar as situações
Como se eu mesma tivesse a força dessa Maria.
Maria Mamãe. Maria de lavoura. Maria de lutas.
Maria de sonhos. Maria de renascimentos.
Maria de recomeços.
Percebem?
Tudo que eu aprendi, foi com Maria.
Tenho a fé de Maria.
Tenho o amor de Maria.
Tenho o perdão de Maria.
Tenho a resiliência de Maria.
Tenho a bondade de Maria.
A inocência de Maria.
E também tenho a empatia desequilibrada de Maria. A implacável vontade de salvar feridos que não querem ser salvos.
Herdei características de Maria que me movem nesse mundo.
Cheguei um pouco depois do dia das mães pra homenagear a minha mamãe, estava pensando em palavras que poderiam expressar como eu e essa Maria somos parecidas.
Como eu amo essa Maria.
Como ela me faz forte.
Apesar de ser boa com as palavras, senti medo de não conseguir dizer nada sobre a personalidade dela que fizesse jus ao grande terremoto que Maria causa.
Maria é o problema de seus problemas, e eu nunca a vi desistir.
Além de caçar leões diários, ela também os domestica e mostra que está no controle da caça.
Eu amo tudo nela. Até as coisas que às vezes me machucam. Mas amo, porque sei que as coisas que me machucam vêm da inocência nos atos de Maria em querer o meu melhor.
Eu amo tudo nessa Maria.
A principal coisa que amo, é a doçura dos seus olhos. E a valentia nesses mesmos olhos.
Maria tem o olhar tão doce, que quando chorava, eu via pingar mel.
Maria tem o olhar tão valente, que quando chorava, eu via pingar fogo.
Um dos traços mais importantes que herdei de Maria: os olhos doces, ferozes, implacáveis.
Sempre em frente. Sempre melhor. Sempre mais forte. São esses olhos que também me pertencem.
De todas as coisas que mais amo, a Valentia de Maria que corre no meu sangue é a mais poderosa.
Eu te amo, Maria. Minha mamãe!
PS:
- Antônio, papai real bruto.
- Ricardo, o irmão mais velho, chatão.
- Luiz, o irmão mais novo, chavoso.

Essa aqui é a mamãe.
Maria de Jesus.
Com seus lindos traços afro-indígenas.
Seus lindos olhos de jabuticaba.
A Maria que eu mais admiro.
Sempre que faço poesias com o nome Maria
É nela que penso.
Não porque as experiências contadas são dela.
Na verdade são minhas.
Mas uso o nome dela porque prefiro enxergar as situações
Como se eu mesma tivesse a força dessa Maria.
Maria Mamãe. Maria de lavoura. Maria de lutas.
Maria de sonhos. Maria de renascimentos.
Maria de recomeços.
Percebem?
Tudo que eu aprendi, foi com Maria.
Tenho a fé de Maria.
Tenho o amor de Maria.
Tenho o perdão de Maria.
Tenho a resiliência de Maria.
Tenho a bondade de Maria.
A inocência de Maria.
E também tenho a empatia desequilibrada de Maria. A implacável vontade de salvar feridos que não querem ser salvos.
Herdei características de Maria que me movem nesse mundo.
Cheguei um pouco depois do dia das mães pra homenagear a minha mamãe, estava pensando em palavras que poderiam expressar como eu e essa Maria somos parecidas.
Como eu amo essa Maria.
Como ela me faz forte.
Apesar de ser boa com as palavras, senti medo de não conseguir dizer nada sobre a personalidade dela que fizesse jus ao grande terremoto que Maria causa.
Maria é o problema de seus problemas, e eu nunca a vi desistir.
Além de caçar leões diários, ela também os domestica e mostra que está no controle da caça.
Eu amo tudo nela. Até as coisas que às vezes me machucam. Mas amo, porque sei que as coisas que me machucam vêm da inocência nos atos de Maria em querer o meu melhor.
Eu amo tudo nessa Maria.
A principal coisa que amo, é a doçura dos seus olhos. E a valentia nesses mesmos olhos.
Maria tem o olhar tão doce, que quando chorava, eu via pingar mel.
Maria tem o olhar tão valente, que quando chorava, eu via pingar fogo.
Um dos traços mais importantes que herdei de Maria: os olhos doces, ferozes, implacáveis.
Sempre em frente. Sempre melhor. Sempre mais forte. São esses olhos que também me pertencem.
De todas as coisas que mais amo, a Valentia de Maria que corre no meu sangue é a mais poderosa.
Eu te amo, Maria. Minha mamãe!
PS:
- Antônio, papai real bruto.
- Ricardo, o irmão mais velho, chatão.
- Luiz, o irmão mais novo, chavoso.

Essa aqui é a mamãe.
Maria de Jesus.
Com seus lindos traços afro-indígenas.
Seus lindos olhos de jabuticaba.
A Maria que eu mais admiro.
Sempre que faço poesias com o nome Maria
É nela que penso.
Não porque as experiências contadas são dela.
Na verdade são minhas.
Mas uso o nome dela porque prefiro enxergar as situações
Como se eu mesma tivesse a força dessa Maria.
Maria Mamãe. Maria de lavoura. Maria de lutas.
Maria de sonhos. Maria de renascimentos.
Maria de recomeços.
Percebem?
Tudo que eu aprendi, foi com Maria.
Tenho a fé de Maria.
Tenho o amor de Maria.
Tenho o perdão de Maria.
Tenho a resiliência de Maria.
Tenho a bondade de Maria.
A inocência de Maria.
E também tenho a empatia desequilibrada de Maria. A implacável vontade de salvar feridos que não querem ser salvos.
Herdei características de Maria que me movem nesse mundo.
Cheguei um pouco depois do dia das mães pra homenagear a minha mamãe, estava pensando em palavras que poderiam expressar como eu e essa Maria somos parecidas.
Como eu amo essa Maria.
Como ela me faz forte.
Apesar de ser boa com as palavras, senti medo de não conseguir dizer nada sobre a personalidade dela que fizesse jus ao grande terremoto que Maria causa.
Maria é o problema de seus problemas, e eu nunca a vi desistir.
Além de caçar leões diários, ela também os domestica e mostra que está no controle da caça.
Eu amo tudo nela. Até as coisas que às vezes me machucam. Mas amo, porque sei que as coisas que me machucam vêm da inocência nos atos de Maria em querer o meu melhor.
Eu amo tudo nessa Maria.
A principal coisa que amo, é a doçura dos seus olhos. E a valentia nesses mesmos olhos.
Maria tem o olhar tão doce, que quando chorava, eu via pingar mel.
Maria tem o olhar tão valente, que quando chorava, eu via pingar fogo.
Um dos traços mais importantes que herdei de Maria: os olhos doces, ferozes, implacáveis.
Sempre em frente. Sempre melhor. Sempre mais forte. São esses olhos que também me pertencem.
De todas as coisas que mais amo, a Valentia de Maria que corre no meu sangue é a mais poderosa.
Eu te amo, Maria. Minha mamãe!
PS:
- Antônio, papai real bruto.
- Ricardo, o irmão mais velho, chatão.
- Luiz, o irmão mais novo, chavoso.

Essa aqui é a mamãe.
Maria de Jesus.
Com seus lindos traços afro-indígenas.
Seus lindos olhos de jabuticaba.
A Maria que eu mais admiro.
Sempre que faço poesias com o nome Maria
É nela que penso.
Não porque as experiências contadas são dela.
Na verdade são minhas.
Mas uso o nome dela porque prefiro enxergar as situações
Como se eu mesma tivesse a força dessa Maria.
Maria Mamãe. Maria de lavoura. Maria de lutas.
Maria de sonhos. Maria de renascimentos.
Maria de recomeços.
Percebem?
Tudo que eu aprendi, foi com Maria.
Tenho a fé de Maria.
Tenho o amor de Maria.
Tenho o perdão de Maria.
Tenho a resiliência de Maria.
Tenho a bondade de Maria.
A inocência de Maria.
E também tenho a empatia desequilibrada de Maria. A implacável vontade de salvar feridos que não querem ser salvos.
Herdei características de Maria que me movem nesse mundo.
Cheguei um pouco depois do dia das mães pra homenagear a minha mamãe, estava pensando em palavras que poderiam expressar como eu e essa Maria somos parecidas.
Como eu amo essa Maria.
Como ela me faz forte.
Apesar de ser boa com as palavras, senti medo de não conseguir dizer nada sobre a personalidade dela que fizesse jus ao grande terremoto que Maria causa.
Maria é o problema de seus problemas, e eu nunca a vi desistir.
Além de caçar leões diários, ela também os domestica e mostra que está no controle da caça.
Eu amo tudo nela. Até as coisas que às vezes me machucam. Mas amo, porque sei que as coisas que me machucam vêm da inocência nos atos de Maria em querer o meu melhor.
Eu amo tudo nessa Maria.
A principal coisa que amo, é a doçura dos seus olhos. E a valentia nesses mesmos olhos.
Maria tem o olhar tão doce, que quando chorava, eu via pingar mel.
Maria tem o olhar tão valente, que quando chorava, eu via pingar fogo.
Um dos traços mais importantes que herdei de Maria: os olhos doces, ferozes, implacáveis.
Sempre em frente. Sempre melhor. Sempre mais forte. São esses olhos que também me pertencem.
De todas as coisas que mais amo, a Valentia de Maria que corre no meu sangue é a mais poderosa.
Eu te amo, Maria. Minha mamãe!
PS:
- Antônio, papai real bruto.
- Ricardo, o irmão mais velho, chatão.
- Luiz, o irmão mais novo, chavoso.

Essa aqui é a mamãe.
Maria de Jesus.
Com seus lindos traços afro-indígenas.
Seus lindos olhos de jabuticaba.
A Maria que eu mais admiro.
Sempre que faço poesias com o nome Maria
É nela que penso.
Não porque as experiências contadas são dela.
Na verdade são minhas.
Mas uso o nome dela porque prefiro enxergar as situações
Como se eu mesma tivesse a força dessa Maria.
Maria Mamãe. Maria de lavoura. Maria de lutas.
Maria de sonhos. Maria de renascimentos.
Maria de recomeços.
Percebem?
Tudo que eu aprendi, foi com Maria.
Tenho a fé de Maria.
Tenho o amor de Maria.
Tenho o perdão de Maria.
Tenho a resiliência de Maria.
Tenho a bondade de Maria.
A inocência de Maria.
E também tenho a empatia desequilibrada de Maria. A implacável vontade de salvar feridos que não querem ser salvos.
Herdei características de Maria que me movem nesse mundo.
Cheguei um pouco depois do dia das mães pra homenagear a minha mamãe, estava pensando em palavras que poderiam expressar como eu e essa Maria somos parecidas.
Como eu amo essa Maria.
Como ela me faz forte.
Apesar de ser boa com as palavras, senti medo de não conseguir dizer nada sobre a personalidade dela que fizesse jus ao grande terremoto que Maria causa.
Maria é o problema de seus problemas, e eu nunca a vi desistir.
Além de caçar leões diários, ela também os domestica e mostra que está no controle da caça.
Eu amo tudo nela. Até as coisas que às vezes me machucam. Mas amo, porque sei que as coisas que me machucam vêm da inocência nos atos de Maria em querer o meu melhor.
Eu amo tudo nessa Maria.
A principal coisa que amo, é a doçura dos seus olhos. E a valentia nesses mesmos olhos.
Maria tem o olhar tão doce, que quando chorava, eu via pingar mel.
Maria tem o olhar tão valente, que quando chorava, eu via pingar fogo.
Um dos traços mais importantes que herdei de Maria: os olhos doces, ferozes, implacáveis.
Sempre em frente. Sempre melhor. Sempre mais forte. São esses olhos que também me pertencem.
De todas as coisas que mais amo, a Valentia de Maria que corre no meu sangue é a mais poderosa.
Eu te amo, Maria. Minha mamãe!
PS:
- Antônio, papai real bruto.
- Ricardo, o irmão mais velho, chatão.
- Luiz, o irmão mais novo, chavoso.

Essa aqui é a mamãe.
Maria de Jesus.
Com seus lindos traços afro-indígenas.
Seus lindos olhos de jabuticaba.
A Maria que eu mais admiro.
Sempre que faço poesias com o nome Maria
É nela que penso.
Não porque as experiências contadas são dela.
Na verdade são minhas.
Mas uso o nome dela porque prefiro enxergar as situações
Como se eu mesma tivesse a força dessa Maria.
Maria Mamãe. Maria de lavoura. Maria de lutas.
Maria de sonhos. Maria de renascimentos.
Maria de recomeços.
Percebem?
Tudo que eu aprendi, foi com Maria.
Tenho a fé de Maria.
Tenho o amor de Maria.
Tenho o perdão de Maria.
Tenho a resiliência de Maria.
Tenho a bondade de Maria.
A inocência de Maria.
E também tenho a empatia desequilibrada de Maria. A implacável vontade de salvar feridos que não querem ser salvos.
Herdei características de Maria que me movem nesse mundo.
Cheguei um pouco depois do dia das mães pra homenagear a minha mamãe, estava pensando em palavras que poderiam expressar como eu e essa Maria somos parecidas.
Como eu amo essa Maria.
Como ela me faz forte.
Apesar de ser boa com as palavras, senti medo de não conseguir dizer nada sobre a personalidade dela que fizesse jus ao grande terremoto que Maria causa.
Maria é o problema de seus problemas, e eu nunca a vi desistir.
Além de caçar leões diários, ela também os domestica e mostra que está no controle da caça.
Eu amo tudo nela. Até as coisas que às vezes me machucam. Mas amo, porque sei que as coisas que me machucam vêm da inocência nos atos de Maria em querer o meu melhor.
Eu amo tudo nessa Maria.
A principal coisa que amo, é a doçura dos seus olhos. E a valentia nesses mesmos olhos.
Maria tem o olhar tão doce, que quando chorava, eu via pingar mel.
Maria tem o olhar tão valente, que quando chorava, eu via pingar fogo.
Um dos traços mais importantes que herdei de Maria: os olhos doces, ferozes, implacáveis.
Sempre em frente. Sempre melhor. Sempre mais forte. São esses olhos que também me pertencem.
De todas as coisas que mais amo, a Valentia de Maria que corre no meu sangue é a mais poderosa.
Eu te amo, Maria. Minha mamãe!
PS:
- Antônio, papai real bruto.
- Ricardo, o irmão mais velho, chatão.
- Luiz, o irmão mais novo, chavoso.

Essa aqui é a mamãe.
Maria de Jesus.
Com seus lindos traços afro-indígenas.
Seus lindos olhos de jabuticaba.
A Maria que eu mais admiro.
Sempre que faço poesias com o nome Maria
É nela que penso.
Não porque as experiências contadas são dela.
Na verdade são minhas.
Mas uso o nome dela porque prefiro enxergar as situações
Como se eu mesma tivesse a força dessa Maria.
Maria Mamãe. Maria de lavoura. Maria de lutas.
Maria de sonhos. Maria de renascimentos.
Maria de recomeços.
Percebem?
Tudo que eu aprendi, foi com Maria.
Tenho a fé de Maria.
Tenho o amor de Maria.
Tenho o perdão de Maria.
Tenho a resiliência de Maria.
Tenho a bondade de Maria.
A inocência de Maria.
E também tenho a empatia desequilibrada de Maria. A implacável vontade de salvar feridos que não querem ser salvos.
Herdei características de Maria que me movem nesse mundo.
Cheguei um pouco depois do dia das mães pra homenagear a minha mamãe, estava pensando em palavras que poderiam expressar como eu e essa Maria somos parecidas.
Como eu amo essa Maria.
Como ela me faz forte.
Apesar de ser boa com as palavras, senti medo de não conseguir dizer nada sobre a personalidade dela que fizesse jus ao grande terremoto que Maria causa.
Maria é o problema de seus problemas, e eu nunca a vi desistir.
Além de caçar leões diários, ela também os domestica e mostra que está no controle da caça.
Eu amo tudo nela. Até as coisas que às vezes me machucam. Mas amo, porque sei que as coisas que me machucam vêm da inocência nos atos de Maria em querer o meu melhor.
Eu amo tudo nessa Maria.
A principal coisa que amo, é a doçura dos seus olhos. E a valentia nesses mesmos olhos.
Maria tem o olhar tão doce, que quando chorava, eu via pingar mel.
Maria tem o olhar tão valente, que quando chorava, eu via pingar fogo.
Um dos traços mais importantes que herdei de Maria: os olhos doces, ferozes, implacáveis.
Sempre em frente. Sempre melhor. Sempre mais forte. São esses olhos que também me pertencem.
De todas as coisas que mais amo, a Valentia de Maria que corre no meu sangue é a mais poderosa.
Eu te amo, Maria. Minha mamãe!
PS:
- Antônio, papai real bruto.
- Ricardo, o irmão mais velho, chatão.
- Luiz, o irmão mais novo, chavoso.

Essa aqui é a mamãe.
Maria de Jesus.
Com seus lindos traços afro-indígenas.
Seus lindos olhos de jabuticaba.
A Maria que eu mais admiro.
Sempre que faço poesias com o nome Maria
É nela que penso.
Não porque as experiências contadas são dela.
Na verdade são minhas.
Mas uso o nome dela porque prefiro enxergar as situações
Como se eu mesma tivesse a força dessa Maria.
Maria Mamãe. Maria de lavoura. Maria de lutas.
Maria de sonhos. Maria de renascimentos.
Maria de recomeços.
Percebem?
Tudo que eu aprendi, foi com Maria.
Tenho a fé de Maria.
Tenho o amor de Maria.
Tenho o perdão de Maria.
Tenho a resiliência de Maria.
Tenho a bondade de Maria.
A inocência de Maria.
E também tenho a empatia desequilibrada de Maria. A implacável vontade de salvar feridos que não querem ser salvos.
Herdei características de Maria que me movem nesse mundo.
Cheguei um pouco depois do dia das mães pra homenagear a minha mamãe, estava pensando em palavras que poderiam expressar como eu e essa Maria somos parecidas.
Como eu amo essa Maria.
Como ela me faz forte.
Apesar de ser boa com as palavras, senti medo de não conseguir dizer nada sobre a personalidade dela que fizesse jus ao grande terremoto que Maria causa.
Maria é o problema de seus problemas, e eu nunca a vi desistir.
Além de caçar leões diários, ela também os domestica e mostra que está no controle da caça.
Eu amo tudo nela. Até as coisas que às vezes me machucam. Mas amo, porque sei que as coisas que me machucam vêm da inocência nos atos de Maria em querer o meu melhor.
Eu amo tudo nessa Maria.
A principal coisa que amo, é a doçura dos seus olhos. E a valentia nesses mesmos olhos.
Maria tem o olhar tão doce, que quando chorava, eu via pingar mel.
Maria tem o olhar tão valente, que quando chorava, eu via pingar fogo.
Um dos traços mais importantes que herdei de Maria: os olhos doces, ferozes, implacáveis.
Sempre em frente. Sempre melhor. Sempre mais forte. São esses olhos que também me pertencem.
De todas as coisas que mais amo, a Valentia de Maria que corre no meu sangue é a mais poderosa.
Eu te amo, Maria. Minha mamãe!
PS:
- Antônio, papai real bruto.
- Ricardo, o irmão mais velho, chatão.
- Luiz, o irmão mais novo, chavoso.

Essa aqui é a mamãe.
Maria de Jesus.
Com seus lindos traços afro-indígenas.
Seus lindos olhos de jabuticaba.
A Maria que eu mais admiro.
Sempre que faço poesias com o nome Maria
É nela que penso.
Não porque as experiências contadas são dela.
Na verdade são minhas.
Mas uso o nome dela porque prefiro enxergar as situações
Como se eu mesma tivesse a força dessa Maria.
Maria Mamãe. Maria de lavoura. Maria de lutas.
Maria de sonhos. Maria de renascimentos.
Maria de recomeços.
Percebem?
Tudo que eu aprendi, foi com Maria.
Tenho a fé de Maria.
Tenho o amor de Maria.
Tenho o perdão de Maria.
Tenho a resiliência de Maria.
Tenho a bondade de Maria.
A inocência de Maria.
E também tenho a empatia desequilibrada de Maria. A implacável vontade de salvar feridos que não querem ser salvos.
Herdei características de Maria que me movem nesse mundo.
Cheguei um pouco depois do dia das mães pra homenagear a minha mamãe, estava pensando em palavras que poderiam expressar como eu e essa Maria somos parecidas.
Como eu amo essa Maria.
Como ela me faz forte.
Apesar de ser boa com as palavras, senti medo de não conseguir dizer nada sobre a personalidade dela que fizesse jus ao grande terremoto que Maria causa.
Maria é o problema de seus problemas, e eu nunca a vi desistir.
Além de caçar leões diários, ela também os domestica e mostra que está no controle da caça.
Eu amo tudo nela. Até as coisas que às vezes me machucam. Mas amo, porque sei que as coisas que me machucam vêm da inocência nos atos de Maria em querer o meu melhor.
Eu amo tudo nessa Maria.
A principal coisa que amo, é a doçura dos seus olhos. E a valentia nesses mesmos olhos.
Maria tem o olhar tão doce, que quando chorava, eu via pingar mel.
Maria tem o olhar tão valente, que quando chorava, eu via pingar fogo.
Um dos traços mais importantes que herdei de Maria: os olhos doces, ferozes, implacáveis.
Sempre em frente. Sempre melhor. Sempre mais forte. São esses olhos que também me pertencem.
De todas as coisas que mais amo, a Valentia de Maria que corre no meu sangue é a mais poderosa.
Eu te amo, Maria. Minha mamãe!
PS:
- Antônio, papai real bruto.
- Ricardo, o irmão mais velho, chatão.
- Luiz, o irmão mais novo, chavoso.

Essa aqui é a mamãe.
Maria de Jesus.
Com seus lindos traços afro-indígenas.
Seus lindos olhos de jabuticaba.
A Maria que eu mais admiro.
Sempre que faço poesias com o nome Maria
É nela que penso.
Não porque as experiências contadas são dela.
Na verdade são minhas.
Mas uso o nome dela porque prefiro enxergar as situações
Como se eu mesma tivesse a força dessa Maria.
Maria Mamãe. Maria de lavoura. Maria de lutas.
Maria de sonhos. Maria de renascimentos.
Maria de recomeços.
Percebem?
Tudo que eu aprendi, foi com Maria.
Tenho a fé de Maria.
Tenho o amor de Maria.
Tenho o perdão de Maria.
Tenho a resiliência de Maria.
Tenho a bondade de Maria.
A inocência de Maria.
E também tenho a empatia desequilibrada de Maria. A implacável vontade de salvar feridos que não querem ser salvos.
Herdei características de Maria que me movem nesse mundo.
Cheguei um pouco depois do dia das mães pra homenagear a minha mamãe, estava pensando em palavras que poderiam expressar como eu e essa Maria somos parecidas.
Como eu amo essa Maria.
Como ela me faz forte.
Apesar de ser boa com as palavras, senti medo de não conseguir dizer nada sobre a personalidade dela que fizesse jus ao grande terremoto que Maria causa.
Maria é o problema de seus problemas, e eu nunca a vi desistir.
Além de caçar leões diários, ela também os domestica e mostra que está no controle da caça.
Eu amo tudo nela. Até as coisas que às vezes me machucam. Mas amo, porque sei que as coisas que me machucam vêm da inocência nos atos de Maria em querer o meu melhor.
Eu amo tudo nessa Maria.
A principal coisa que amo, é a doçura dos seus olhos. E a valentia nesses mesmos olhos.
Maria tem o olhar tão doce, que quando chorava, eu via pingar mel.
Maria tem o olhar tão valente, que quando chorava, eu via pingar fogo.
Um dos traços mais importantes que herdei de Maria: os olhos doces, ferozes, implacáveis.
Sempre em frente. Sempre melhor. Sempre mais forte. São esses olhos que também me pertencem.
De todas as coisas que mais amo, a Valentia de Maria que corre no meu sangue é a mais poderosa.
Eu te amo, Maria. Minha mamãe!
PS:
- Antônio, papai real bruto.
- Ricardo, o irmão mais velho, chatão.
- Luiz, o irmão mais novo, chavoso.

Essa aqui é a mamãe.
Maria de Jesus.
Com seus lindos traços afro-indígenas.
Seus lindos olhos de jabuticaba.
A Maria que eu mais admiro.
Sempre que faço poesias com o nome Maria
É nela que penso.
Não porque as experiências contadas são dela.
Na verdade são minhas.
Mas uso o nome dela porque prefiro enxergar as situações
Como se eu mesma tivesse a força dessa Maria.
Maria Mamãe. Maria de lavoura. Maria de lutas.
Maria de sonhos. Maria de renascimentos.
Maria de recomeços.
Percebem?
Tudo que eu aprendi, foi com Maria.
Tenho a fé de Maria.
Tenho o amor de Maria.
Tenho o perdão de Maria.
Tenho a resiliência de Maria.
Tenho a bondade de Maria.
A inocência de Maria.
E também tenho a empatia desequilibrada de Maria. A implacável vontade de salvar feridos que não querem ser salvos.
Herdei características de Maria que me movem nesse mundo.
Cheguei um pouco depois do dia das mães pra homenagear a minha mamãe, estava pensando em palavras que poderiam expressar como eu e essa Maria somos parecidas.
Como eu amo essa Maria.
Como ela me faz forte.
Apesar de ser boa com as palavras, senti medo de não conseguir dizer nada sobre a personalidade dela que fizesse jus ao grande terremoto que Maria causa.
Maria é o problema de seus problemas, e eu nunca a vi desistir.
Além de caçar leões diários, ela também os domestica e mostra que está no controle da caça.
Eu amo tudo nela. Até as coisas que às vezes me machucam. Mas amo, porque sei que as coisas que me machucam vêm da inocência nos atos de Maria em querer o meu melhor.
Eu amo tudo nessa Maria.
A principal coisa que amo, é a doçura dos seus olhos. E a valentia nesses mesmos olhos.
Maria tem o olhar tão doce, que quando chorava, eu via pingar mel.
Maria tem o olhar tão valente, que quando chorava, eu via pingar fogo.
Um dos traços mais importantes que herdei de Maria: os olhos doces, ferozes, implacáveis.
Sempre em frente. Sempre melhor. Sempre mais forte. São esses olhos que também me pertencem.
De todas as coisas que mais amo, a Valentia de Maria que corre no meu sangue é a mais poderosa.
Eu te amo, Maria. Minha mamãe!
PS:
- Antônio, papai real bruto.
- Ricardo, o irmão mais velho, chatão.
- Luiz, o irmão mais novo, chavoso.

10/05. ✨🙏🏽
Uma pré-coroa enxuta, eu diria.
E ontem mesmo eu era apenas uma menina de 6 anos sonhando em ser artista.
Aos 30 anos morri (mais uma vez).
Belchior mentiu pra mim... senti que morri no ano retrasado e no seguinte também. Venho morrendo desde a adolescência. Mas ainda me considero uma sujeita de sorte.
Em algum momento é preciso saber renascer.
Aos 31 me tornei um fio desencapado.
Para tocar, é preciso saber o que está fazendo, é preciso tocar de um jeito específico.
Fio desencapado não é tarefa pra moleque.
Agradeço à vida por tantas coisas boas que estão acontecendo atualmente. Elas reafirmam que sigo o caminho certo. Com meu trabalho. Com meus amigos. Com minha família. Com as pessoas.
Eu sei muito pouco.
Mas tudo que eu sei, sei com muito amor.
"No futuro, saiba que te amo, Renata.
Te amo e perdôo. Eu sei que foi o seu melhor até aqui. Não há motivos para sentir culpa. Me orgulho de você, de como você vive, sente, ama, trabalha e sonha.
Sempre serei a boca que assopra as velas das suas comemorações e dos seus lutos. Te tocarei com amor, com desejo, com gozo, com respeito. Te tocarei como desejas e mereces.
Te amo com uma beleza indescritível.
Não te deixarei mais. Nunca mais.
Com amor, Renata, 1994".

10/05. ✨🙏🏽
Uma pré-coroa enxuta, eu diria.
E ontem mesmo eu era apenas uma menina de 6 anos sonhando em ser artista.
Aos 30 anos morri (mais uma vez).
Belchior mentiu pra mim... senti que morri no ano retrasado e no seguinte também. Venho morrendo desde a adolescência. Mas ainda me considero uma sujeita de sorte.
Em algum momento é preciso saber renascer.
Aos 31 me tornei um fio desencapado.
Para tocar, é preciso saber o que está fazendo, é preciso tocar de um jeito específico.
Fio desencapado não é tarefa pra moleque.
Agradeço à vida por tantas coisas boas que estão acontecendo atualmente. Elas reafirmam que sigo o caminho certo. Com meu trabalho. Com meus amigos. Com minha família. Com as pessoas.
Eu sei muito pouco.
Mas tudo que eu sei, sei com muito amor.
"No futuro, saiba que te amo, Renata.
Te amo e perdôo. Eu sei que foi o seu melhor até aqui. Não há motivos para sentir culpa. Me orgulho de você, de como você vive, sente, ama, trabalha e sonha.
Sempre serei a boca que assopra as velas das suas comemorações e dos seus lutos. Te tocarei com amor, com desejo, com gozo, com respeito. Te tocarei como desejas e mereces.
Te amo com uma beleza indescritível.
Não te deixarei mais. Nunca mais.
Com amor, Renata, 1994".

10/05. ✨🙏🏽
Uma pré-coroa enxuta, eu diria.
E ontem mesmo eu era apenas uma menina de 6 anos sonhando em ser artista.
Aos 30 anos morri (mais uma vez).
Belchior mentiu pra mim... senti que morri no ano retrasado e no seguinte também. Venho morrendo desde a adolescência. Mas ainda me considero uma sujeita de sorte.
Em algum momento é preciso saber renascer.
Aos 31 me tornei um fio desencapado.
Para tocar, é preciso saber o que está fazendo, é preciso tocar de um jeito específico.
Fio desencapado não é tarefa pra moleque.
Agradeço à vida por tantas coisas boas que estão acontecendo atualmente. Elas reafirmam que sigo o caminho certo. Com meu trabalho. Com meus amigos. Com minha família. Com as pessoas.
Eu sei muito pouco.
Mas tudo que eu sei, sei com muito amor.
"No futuro, saiba que te amo, Renata.
Te amo e perdôo. Eu sei que foi o seu melhor até aqui. Não há motivos para sentir culpa. Me orgulho de você, de como você vive, sente, ama, trabalha e sonha.
Sempre serei a boca que assopra as velas das suas comemorações e dos seus lutos. Te tocarei com amor, com desejo, com gozo, com respeito. Te tocarei como desejas e mereces.
Te amo com uma beleza indescritível.
Não te deixarei mais. Nunca mais.
Com amor, Renata, 1994".

10/05. ✨🙏🏽
Uma pré-coroa enxuta, eu diria.
E ontem mesmo eu era apenas uma menina de 6 anos sonhando em ser artista.
Aos 30 anos morri (mais uma vez).
Belchior mentiu pra mim... senti que morri no ano retrasado e no seguinte também. Venho morrendo desde a adolescência. Mas ainda me considero uma sujeita de sorte.
Em algum momento é preciso saber renascer.
Aos 31 me tornei um fio desencapado.
Para tocar, é preciso saber o que está fazendo, é preciso tocar de um jeito específico.
Fio desencapado não é tarefa pra moleque.
Agradeço à vida por tantas coisas boas que estão acontecendo atualmente. Elas reafirmam que sigo o caminho certo. Com meu trabalho. Com meus amigos. Com minha família. Com as pessoas.
Eu sei muito pouco.
Mas tudo que eu sei, sei com muito amor.
"No futuro, saiba que te amo, Renata.
Te amo e perdôo. Eu sei que foi o seu melhor até aqui. Não há motivos para sentir culpa. Me orgulho de você, de como você vive, sente, ama, trabalha e sonha.
Sempre serei a boca que assopra as velas das suas comemorações e dos seus lutos. Te tocarei com amor, com desejo, com gozo, com respeito. Te tocarei como desejas e mereces.
Te amo com uma beleza indescritível.
Não te deixarei mais. Nunca mais.
Com amor, Renata, 1994".

10/05. ✨🙏🏽
Uma pré-coroa enxuta, eu diria.
E ontem mesmo eu era apenas uma menina de 6 anos sonhando em ser artista.
Aos 30 anos morri (mais uma vez).
Belchior mentiu pra mim... senti que morri no ano retrasado e no seguinte também. Venho morrendo desde a adolescência. Mas ainda me considero uma sujeita de sorte.
Em algum momento é preciso saber renascer.
Aos 31 me tornei um fio desencapado.
Para tocar, é preciso saber o que está fazendo, é preciso tocar de um jeito específico.
Fio desencapado não é tarefa pra moleque.
Agradeço à vida por tantas coisas boas que estão acontecendo atualmente. Elas reafirmam que sigo o caminho certo. Com meu trabalho. Com meus amigos. Com minha família. Com as pessoas.
Eu sei muito pouco.
Mas tudo que eu sei, sei com muito amor.
"No futuro, saiba que te amo, Renata.
Te amo e perdôo. Eu sei que foi o seu melhor até aqui. Não há motivos para sentir culpa. Me orgulho de você, de como você vive, sente, ama, trabalha e sonha.
Sempre serei a boca que assopra as velas das suas comemorações e dos seus lutos. Te tocarei com amor, com desejo, com gozo, com respeito. Te tocarei como desejas e mereces.
Te amo com uma beleza indescritível.
Não te deixarei mais. Nunca mais.
Com amor, Renata, 1994".

10/05. ✨🙏🏽
Uma pré-coroa enxuta, eu diria.
E ontem mesmo eu era apenas uma menina de 6 anos sonhando em ser artista.
Aos 30 anos morri (mais uma vez).
Belchior mentiu pra mim... senti que morri no ano retrasado e no seguinte também. Venho morrendo desde a adolescência. Mas ainda me considero uma sujeita de sorte.
Em algum momento é preciso saber renascer.
Aos 31 me tornei um fio desencapado.
Para tocar, é preciso saber o que está fazendo, é preciso tocar de um jeito específico.
Fio desencapado não é tarefa pra moleque.
Agradeço à vida por tantas coisas boas que estão acontecendo atualmente. Elas reafirmam que sigo o caminho certo. Com meu trabalho. Com meus amigos. Com minha família. Com as pessoas.
Eu sei muito pouco.
Mas tudo que eu sei, sei com muito amor.
"No futuro, saiba que te amo, Renata.
Te amo e perdôo. Eu sei que foi o seu melhor até aqui. Não há motivos para sentir culpa. Me orgulho de você, de como você vive, sente, ama, trabalha e sonha.
Sempre serei a boca que assopra as velas das suas comemorações e dos seus lutos. Te tocarei com amor, com desejo, com gozo, com respeito. Te tocarei como desejas e mereces.
Te amo com uma beleza indescritível.
Não te deixarei mais. Nunca mais.
Com amor, Renata, 1994".

10/05. ✨🙏🏽
Uma pré-coroa enxuta, eu diria.
E ontem mesmo eu era apenas uma menina de 6 anos sonhando em ser artista.
Aos 30 anos morri (mais uma vez).
Belchior mentiu pra mim... senti que morri no ano retrasado e no seguinte também. Venho morrendo desde a adolescência. Mas ainda me considero uma sujeita de sorte.
Em algum momento é preciso saber renascer.
Aos 31 me tornei um fio desencapado.
Para tocar, é preciso saber o que está fazendo, é preciso tocar de um jeito específico.
Fio desencapado não é tarefa pra moleque.
Agradeço à vida por tantas coisas boas que estão acontecendo atualmente. Elas reafirmam que sigo o caminho certo. Com meu trabalho. Com meus amigos. Com minha família. Com as pessoas.
Eu sei muito pouco.
Mas tudo que eu sei, sei com muito amor.
"No futuro, saiba que te amo, Renata.
Te amo e perdôo. Eu sei que foi o seu melhor até aqui. Não há motivos para sentir culpa. Me orgulho de você, de como você vive, sente, ama, trabalha e sonha.
Sempre serei a boca que assopra as velas das suas comemorações e dos seus lutos. Te tocarei com amor, com desejo, com gozo, com respeito. Te tocarei como desejas e mereces.
Te amo com uma beleza indescritível.
Não te deixarei mais. Nunca mais.
Com amor, Renata, 1994".

10/05. ✨🙏🏽
Uma pré-coroa enxuta, eu diria.
E ontem mesmo eu era apenas uma menina de 6 anos sonhando em ser artista.
Aos 30 anos morri (mais uma vez).
Belchior mentiu pra mim... senti que morri no ano retrasado e no seguinte também. Venho morrendo desde a adolescência. Mas ainda me considero uma sujeita de sorte.
Em algum momento é preciso saber renascer.
Aos 31 me tornei um fio desencapado.
Para tocar, é preciso saber o que está fazendo, é preciso tocar de um jeito específico.
Fio desencapado não é tarefa pra moleque.
Agradeço à vida por tantas coisas boas que estão acontecendo atualmente. Elas reafirmam que sigo o caminho certo. Com meu trabalho. Com meus amigos. Com minha família. Com as pessoas.
Eu sei muito pouco.
Mas tudo que eu sei, sei com muito amor.
"No futuro, saiba que te amo, Renata.
Te amo e perdôo. Eu sei que foi o seu melhor até aqui. Não há motivos para sentir culpa. Me orgulho de você, de como você vive, sente, ama, trabalha e sonha.
Sempre serei a boca que assopra as velas das suas comemorações e dos seus lutos. Te tocarei com amor, com desejo, com gozo, com respeito. Te tocarei como desejas e mereces.
Te amo com uma beleza indescritível.
Não te deixarei mais. Nunca mais.
Com amor, Renata, 1994".

10/05. ✨🙏🏽
Uma pré-coroa enxuta, eu diria.
E ontem mesmo eu era apenas uma menina de 6 anos sonhando em ser artista.
Aos 30 anos morri (mais uma vez).
Belchior mentiu pra mim... senti que morri no ano retrasado e no seguinte também. Venho morrendo desde a adolescência. Mas ainda me considero uma sujeita de sorte.
Em algum momento é preciso saber renascer.
Aos 31 me tornei um fio desencapado.
Para tocar, é preciso saber o que está fazendo, é preciso tocar de um jeito específico.
Fio desencapado não é tarefa pra moleque.
Agradeço à vida por tantas coisas boas que estão acontecendo atualmente. Elas reafirmam que sigo o caminho certo. Com meu trabalho. Com meus amigos. Com minha família. Com as pessoas.
Eu sei muito pouco.
Mas tudo que eu sei, sei com muito amor.
"No futuro, saiba que te amo, Renata.
Te amo e perdôo. Eu sei que foi o seu melhor até aqui. Não há motivos para sentir culpa. Me orgulho de você, de como você vive, sente, ama, trabalha e sonha.
Sempre serei a boca que assopra as velas das suas comemorações e dos seus lutos. Te tocarei com amor, com desejo, com gozo, com respeito. Te tocarei como desejas e mereces.
Te amo com uma beleza indescritível.
Não te deixarei mais. Nunca mais.
Com amor, Renata, 1994".
10/05. ✨🙏🏽
Uma pré-coroa enxuta, eu diria.
E ontem mesmo eu era apenas uma menina de 6 anos sonhando em ser artista.
Aos 30 anos morri (mais uma vez).
Belchior mentiu pra mim... senti que morri no ano retrasado e no seguinte também. Venho morrendo desde a adolescência. Mas ainda me considero uma sujeita de sorte.
Em algum momento é preciso saber renascer.
Aos 31 me tornei um fio desencapado.
Para tocar, é preciso saber o que está fazendo, é preciso tocar de um jeito específico.
Fio desencapado não é tarefa pra moleque.
Agradeço à vida por tantas coisas boas que estão acontecendo atualmente. Elas reafirmam que sigo o caminho certo. Com meu trabalho. Com meus amigos. Com minha família. Com as pessoas.
Eu sei muito pouco.
Mas tudo que eu sei, sei com muito amor.
"No futuro, saiba que te amo, Renata.
Te amo e perdôo. Eu sei que foi o seu melhor até aqui. Não há motivos para sentir culpa. Me orgulho de você, de como você vive, sente, ama, trabalha e sonha.
Sempre serei a boca que assopra as velas das suas comemorações e dos seus lutos. Te tocarei com amor, com desejo, com gozo, com respeito. Te tocarei como desejas e mereces.
Te amo com uma beleza indescritível.
Não te deixarei mais. Nunca mais.
Com amor, Renata, 1994".

Era uma terça-feira
Decidi que a poeira
Não secaria meus olhos
Nem arranharia minha garganta
Acordei com sede da vida
Sentindo nas costas
As asas nascerem de novo
Era uma terça-feira
Com um terço de feira
Comprado na terceira banca
Do terço da quadra da esquina
O terceiro homem vendia
Fé, esperança e melancolia
Um terço de dez reais
Era o que valia
Acordar sonhando
Em ser algo na vida
Era uma terça-feira
Meus pés tremiam
Meus olhos sentiam
Minha pele via
Tudo que vivia, e vivi
Comendo injustas sentenças
E na gaveta a crença
De que me lançaria no vôo
Mais alto que já ouvi
Era uma terça-feira
O sangue por dentro escorria
Pulsava como há tempos não sentia
A força de mil soberanas Marias
Que me trouxeram até aqui
Era uma terça-feira
E eu dançava com os dragões
Não há fera que me devore
Ou gente que me amedronte
Sou paz, sim
Mas também aprendi a lançar
Com a espada que guarda minha porta
E solta a fera que me quer morta
Antes, eu e Jorge, sairemos pra caçar.

Quem te fez chorar, Maria?
Marca na geografia, no mapa
Marca a testa e não perde a mira.
A última lágrima de Maria
Foi vista em uma quarta-feira
De cinzas
Onde ela também bateu
No cinzeiro e na rua
Pela última vez
Suas cinzas.
Ai, Maria. Você é zika memo.
O que você suportou nos ombros
Ninguém seria capaz de superar.
Ao contar sua história
Eles se confundem
Não conseguem entender
E nem replicar
De onde você tira tanta vida
Enquanto também sente
A dor que mata seus sonhos?
A última lágrima de Maria
Regou o cinzeiro, a rua
E o fruto vai nascer.
Não há prisão que resista
Aos feitiços de Maria.
E não há na terra
Quem possa brecar essa mulher.
Maria benzedeira
Maria mãe
Maria pai
Maria filha
Maria que é tudo.
Abre o olho, fi...
Maria não é memo
Flor que se cheire
Maria é flor que se tema.
Maria é fogo.
Cuidado com as Marias!

Quem te fez chorar, Maria?
Marca na geografia, no mapa
Marca a testa e não perde a mira.
A última lágrima de Maria
Foi vista em uma quarta-feira
De cinzas
Onde ela também bateu
No cinzeiro e na rua
Pela última vez
Suas cinzas.
Ai, Maria. Você é zika memo.
O que você suportou nos ombros
Ninguém seria capaz de superar.
Ao contar sua história
Eles se confundem
Não conseguem entender
E nem replicar
De onde você tira tanta vida
Enquanto também sente
A dor que mata seus sonhos?
A última lágrima de Maria
Regou o cinzeiro, a rua
E o fruto vai nascer.
Não há prisão que resista
Aos feitiços de Maria.
E não há na terra
Quem possa brecar essa mulher.
Maria benzedeira
Maria mãe
Maria pai
Maria filha
Maria que é tudo.
Abre o olho, fi...
Maria não é memo
Flor que se cheire
Maria é flor que se tema.
Maria é fogo.
Cuidado com as Marias!
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