mariana maltoni
photographer

vejo a fotografia como um processo artesanal, um exercício de entrega de duas pessoas - e as vezes muito mais que duas. eu não sei dançar. fugi do ballet. tem coisas em que a gente só é bom assistindo e admirando muito. esse dia, com leo, com a câmera, ele dançou do jeito dele e me disse que eu dancei do meu.

vejo a fotografia como um processo artesanal, um exercício de entrega de duas pessoas - e as vezes muito mais que duas. eu não sei dançar. fugi do ballet. tem coisas em que a gente só é bom assistindo e admirando muito. esse dia, com leo, com a câmera, ele dançou do jeito dele e me disse que eu dancei do meu.

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always about love
a emocao do momento e a sensação de que estou no melhor lugar que poderia. o medo de invadir o outro mesmo sabendo que, de alguma forma, já fui invadida por ele. a beleza dos encontros. alguns mais silenciosos, timidos e contidos. outros amor selvagem, arrebatamento instantâneo. nenhum pueril. as vezes penso que não poderia viver mais nem um dia sem ter conhecido aquela pessoa. e só sei disso porque nos conhecemos. eu vejo mas também sou vista. e essa coisa doida e viva de ser junto com os outros, no coletivo, é que mantém a minha gira girando. tudo que a gente vive é irreversível e sem cura. não é só uma história de boys e calcinhas. obrigada, queridos perceiros de trabalho e vida.

always about love
a emocao do momento e a sensação de que estou no melhor lugar que poderia. o medo de invadir o outro mesmo sabendo que, de alguma forma, já fui invadida por ele. a beleza dos encontros. alguns mais silenciosos, timidos e contidos. outros amor selvagem, arrebatamento instantâneo. nenhum pueril. as vezes penso que não poderia viver mais nem um dia sem ter conhecido aquela pessoa. e só sei disso porque nos conhecemos. eu vejo mas também sou vista. e essa coisa doida e viva de ser junto com os outros, no coletivo, é que mantém a minha gira girando. tudo que a gente vive é irreversível e sem cura. não é só uma história de boys e calcinhas. obrigada, queridos perceiros de trabalho e vida.

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a emocao do momento e a sensação de que estou no melhor lugar que poderia. o medo de invadir o outro mesmo sabendo que, de alguma forma, já fui invadida por ele. a beleza dos encontros. alguns mais silenciosos, timidos e contidos. outros amor selvagem, arrebatamento instantâneo. nenhum pueril. as vezes penso que não poderia viver mais nem um dia sem ter conhecido aquela pessoa. e só sei disso porque nos conhecemos. eu vejo mas também sou vista. e essa coisa doida e viva de ser junto com os outros, no coletivo, é que mantém a minha gira girando. tudo que a gente vive é irreversível e sem cura. não é só uma história de boys e calcinhas. obrigada, queridos perceiros de trabalho e vida.

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