Instagram Logo

jaomesmo

Jão Vicente

📍REC
🎥 DoP, 1°AC …
🎬 @deixaagira
💡🧠 Deus abençoe essa bagunça

162
posts
4.7K
followers
5.2K
following

Álbum de 2025 com altos e baixos, mas a maior lição foi simples e exigente:
troca só existe com quem também está disposto a trocar. E também aprender a habitar, acolher e apreciar a própria solitude. Xau!


184
23
4 months ago


Álbum de 2025 com altos e baixos, mas a maior lição foi simples e exigente:
troca só existe com quem também está disposto a trocar. E também aprender a habitar, acolher e apreciar a própria solitude. Xau!


184
23
4 months ago

Álbum de 2025 com altos e baixos, mas a maior lição foi simples e exigente:
troca só existe com quem também está disposto a trocar. E também aprender a habitar, acolher e apreciar a própria solitude. Xau!


184
23
4 months ago

Álbum de 2025 com altos e baixos, mas a maior lição foi simples e exigente:
troca só existe com quem também está disposto a trocar. E também aprender a habitar, acolher e apreciar a própria solitude. Xau!


184
23
4 months ago

Álbum de 2025 com altos e baixos, mas a maior lição foi simples e exigente:
troca só existe com quem também está disposto a trocar. E também aprender a habitar, acolher e apreciar a própria solitude. Xau!


184
23
4 months ago

Álbum de 2025 com altos e baixos, mas a maior lição foi simples e exigente:
troca só existe com quem também está disposto a trocar. E também aprender a habitar, acolher e apreciar a própria solitude. Xau!


184
23
4 months ago

Álbum de 2025 com altos e baixos, mas a maior lição foi simples e exigente:
troca só existe com quem também está disposto a trocar. E também aprender a habitar, acolher e apreciar a própria solitude. Xau!


184
23
4 months ago

Álbum de 2025 com altos e baixos, mas a maior lição foi simples e exigente:
troca só existe com quem também está disposto a trocar. E também aprender a habitar, acolher e apreciar a própria solitude. Xau!


184
23
4 months ago


Álbum de 2025 com altos e baixos, mas a maior lição foi simples e exigente:
troca só existe com quem também está disposto a trocar. E também aprender a habitar, acolher e apreciar a própria solitude. Xau!


184
23
4 months ago

Álbum de 2025 com altos e baixos, mas a maior lição foi simples e exigente:
troca só existe com quem também está disposto a trocar. E também aprender a habitar, acolher e apreciar a própria solitude. Xau!


184
23
4 months ago

Há viagens que começam com um destino.

E há outras que começam com um som, o da Tiger 800 despertando o caminho.

Entre curvas e paisagens, a gente entende:
a verdadeira aventura é estar presente em cada segundo.

#AventurasSobreDuasRodas #TriumphBrasil #TriumphRecife #Tiger800 #MotoAventura #fortheride


63
11
6 months ago

Uma mistura rara de adrenalina com paz, qualquer espaço na agenda eu quero viver isso: on road e off road no mesmo rolê.

#triumph #scrambler #triumphscrambler #scrambler1200x #triumph1200 #beeline #beelinemotoii #triumphbr


149
22
8 months ago

Do asfalto ao barro, a aventura não tem limites.

Duas Scramblers mais alguns amigos e um caminho que só existe quando a gente decide rodar. 🏍️

Na terra a gente se testa, sente o coração acelerar e descobre que a verdadeira rota é aquela que nos tira da rotina. É poeira no rosto, sorriso no capacete e aquela sensação de liberdade que só o offroad entrega.

Quem mais encara sair da rotina e se jogar no offroad? 🤘

Marca aquele parceiro que não pensa duas vezes quando o convite é estrada e poeira!

#ScramblerLife #AventuraSobreDuasRodas #OffroadVibes #LiberdadeSemFiltro #VidaMotociclista#fortheride #triumph #triumphbr


96
15
8 months ago

Toque o Terror no Mosquito!! 🦟 🚫🏸

Esta é a quarta edição de uma das campanhas mais importantes, pra minha vida e pra comunicação da @prefeiturarecife .

O desejo de ser criativo no setor público muitas vezes esbarra na estrutura e na responsabilidade financeira. Porém, quando eu percebo que essa é uma campanha que une EDUCAÇÃO e ENTRETENIMENTO, eu vejo propósito e isso me enche de orgulho. ♥️

Não sei se “já tá bom de filme de mosquito”, mas pelo menos tem dado certo até aqui. 🥰👏🏽

Um xêro a todo mundo que fez esse projeto acontecer e confiou a mim essa direção!!! A responsa é grande, e eu não me furto de encará-la. ♥️✨


660
143
1 years ago

O filme OPARÁ agora está disponível no YouTube.

OPARÁ narra a jornada de uma mãe que, mergulhada no luto, segue o curso das águas do Rio São Francisco em busca de superar a dor da perda. Suas lágrimas se misturam ao rio e percorrem o caminho até a foz, onde o encontro com o mar revela novas possibilidades de amor e transformação.

Com direção de Mateus Guedes, fotografia de Jão Vicente @jaomesmo e atuações de Silvia Góes @silvinha_goes , Orun Santana @orun.santana , o filme se constrói na força da imagem, na musicalidade das águas e na profundidade do silêncio, conduzindo o espectador a uma experiência sensorial e íntima.

O filme está disponível no YouTube, e o convite está aberto para que cada olhar encontre seu próprio caminho dentro dessa travessia.

Link na bio

#Opará #CinemaBrasileiro #CurtaMetragem #RioSãoFrancisco


87
23
1 years ago


Quando o filme tá caro eu vou de @dazz.camera


104
8
1 years ago

Tudo meu agora é textão, mas, cara, nem sei muito bem como começar a falar sobre esses últimos 70 dias... parece que foi muito mais. A intensidade desse tempo me fez perceber tanta coisa que é até difícil de colocar em palavras. Cada momento trouxe uma lição diferente, e o mais louco é como isso tudo tem se traduzido em algo muito maior do que só passar pelos dias.

O que realmente ficou é a importância de trabalhar com leveza. Tipo, não aquela leveza que é superficial, mas uma que vem do respeito, do cuidado, de saber que tudo tem o seu tempo, mesmo ‘sem tempo’ e que o respeito mútuo é um aprendizado constante. Acho que é isso que dá sentido, sabe? Essa busca diária por entender como ser mais leve com os outros e, principalmente, com a gente mesmo.

E não dá pra esquecer dos momentos. Cada um deles conta. Às vezes a gente subestima as coisas pequenas, mas, no fim das contas, é nelas que a gente encontra o que realmente importa. Esses dias todos, apesar da correria, me mostraram o valor de estar presente.

Porque, no fim das contas, o que a gente constrói é o que a gente sente e compartilha, e acho que é aí que mora o que a gente vai deixar de verdade.

Xau, de volta a programação ‘normal’


201
25
1 years ago

Tudo meu agora é textão, mas, cara, nem sei muito bem como começar a falar sobre esses últimos 70 dias... parece que foi muito mais. A intensidade desse tempo me fez perceber tanta coisa que é até difícil de colocar em palavras. Cada momento trouxe uma lição diferente, e o mais louco é como isso tudo tem se traduzido em algo muito maior do que só passar pelos dias.

O que realmente ficou é a importância de trabalhar com leveza. Tipo, não aquela leveza que é superficial, mas uma que vem do respeito, do cuidado, de saber que tudo tem o seu tempo, mesmo ‘sem tempo’ e que o respeito mútuo é um aprendizado constante. Acho que é isso que dá sentido, sabe? Essa busca diária por entender como ser mais leve com os outros e, principalmente, com a gente mesmo.

E não dá pra esquecer dos momentos. Cada um deles conta. Às vezes a gente subestima as coisas pequenas, mas, no fim das contas, é nelas que a gente encontra o que realmente importa. Esses dias todos, apesar da correria, me mostraram o valor de estar presente.

Porque, no fim das contas, o que a gente constrói é o que a gente sente e compartilha, e acho que é aí que mora o que a gente vai deixar de verdade.

Xau, de volta a programação ‘normal’


201
25
1 years ago

Tudo meu agora é textão, mas, cara, nem sei muito bem como começar a falar sobre esses últimos 70 dias... parece que foi muito mais. A intensidade desse tempo me fez perceber tanta coisa que é até difícil de colocar em palavras. Cada momento trouxe uma lição diferente, e o mais louco é como isso tudo tem se traduzido em algo muito maior do que só passar pelos dias.

O que realmente ficou é a importância de trabalhar com leveza. Tipo, não aquela leveza que é superficial, mas uma que vem do respeito, do cuidado, de saber que tudo tem o seu tempo, mesmo ‘sem tempo’ e que o respeito mútuo é um aprendizado constante. Acho que é isso que dá sentido, sabe? Essa busca diária por entender como ser mais leve com os outros e, principalmente, com a gente mesmo.

E não dá pra esquecer dos momentos. Cada um deles conta. Às vezes a gente subestima as coisas pequenas, mas, no fim das contas, é nelas que a gente encontra o que realmente importa. Esses dias todos, apesar da correria, me mostraram o valor de estar presente.

Porque, no fim das contas, o que a gente constrói é o que a gente sente e compartilha, e acho que é aí que mora o que a gente vai deixar de verdade.

Xau, de volta a programação ‘normal’


201
25
1 years ago

Tudo meu agora é textão, mas, cara, nem sei muito bem como começar a falar sobre esses últimos 70 dias... parece que foi muito mais. A intensidade desse tempo me fez perceber tanta coisa que é até difícil de colocar em palavras. Cada momento trouxe uma lição diferente, e o mais louco é como isso tudo tem se traduzido em algo muito maior do que só passar pelos dias.

O que realmente ficou é a importância de trabalhar com leveza. Tipo, não aquela leveza que é superficial, mas uma que vem do respeito, do cuidado, de saber que tudo tem o seu tempo, mesmo ‘sem tempo’ e que o respeito mútuo é um aprendizado constante. Acho que é isso que dá sentido, sabe? Essa busca diária por entender como ser mais leve com os outros e, principalmente, com a gente mesmo.

E não dá pra esquecer dos momentos. Cada um deles conta. Às vezes a gente subestima as coisas pequenas, mas, no fim das contas, é nelas que a gente encontra o que realmente importa. Esses dias todos, apesar da correria, me mostraram o valor de estar presente.

Porque, no fim das contas, o que a gente constrói é o que a gente sente e compartilha, e acho que é aí que mora o que a gente vai deixar de verdade.

Xau, de volta a programação ‘normal’


201
25
1 years ago

Tudo meu agora é textão, mas, cara, nem sei muito bem como começar a falar sobre esses últimos 70 dias... parece que foi muito mais. A intensidade desse tempo me fez perceber tanta coisa que é até difícil de colocar em palavras. Cada momento trouxe uma lição diferente, e o mais louco é como isso tudo tem se traduzido em algo muito maior do que só passar pelos dias.

O que realmente ficou é a importância de trabalhar com leveza. Tipo, não aquela leveza que é superficial, mas uma que vem do respeito, do cuidado, de saber que tudo tem o seu tempo, mesmo ‘sem tempo’ e que o respeito mútuo é um aprendizado constante. Acho que é isso que dá sentido, sabe? Essa busca diária por entender como ser mais leve com os outros e, principalmente, com a gente mesmo.

E não dá pra esquecer dos momentos. Cada um deles conta. Às vezes a gente subestima as coisas pequenas, mas, no fim das contas, é nelas que a gente encontra o que realmente importa. Esses dias todos, apesar da correria, me mostraram o valor de estar presente.

Porque, no fim das contas, o que a gente constrói é o que a gente sente e compartilha, e acho que é aí que mora o que a gente vai deixar de verdade.

Xau, de volta a programação ‘normal’


201
25
1 years ago


Tudo meu agora é textão, mas, cara, nem sei muito bem como começar a falar sobre esses últimos 70 dias... parece que foi muito mais. A intensidade desse tempo me fez perceber tanta coisa que é até difícil de colocar em palavras. Cada momento trouxe uma lição diferente, e o mais louco é como isso tudo tem se traduzido em algo muito maior do que só passar pelos dias.

O que realmente ficou é a importância de trabalhar com leveza. Tipo, não aquela leveza que é superficial, mas uma que vem do respeito, do cuidado, de saber que tudo tem o seu tempo, mesmo ‘sem tempo’ e que o respeito mútuo é um aprendizado constante. Acho que é isso que dá sentido, sabe? Essa busca diária por entender como ser mais leve com os outros e, principalmente, com a gente mesmo.

E não dá pra esquecer dos momentos. Cada um deles conta. Às vezes a gente subestima as coisas pequenas, mas, no fim das contas, é nelas que a gente encontra o que realmente importa. Esses dias todos, apesar da correria, me mostraram o valor de estar presente.

Porque, no fim das contas, o que a gente constrói é o que a gente sente e compartilha, e acho que é aí que mora o que a gente vai deixar de verdade.

Xau, de volta a programação ‘normal’


201
25
1 years ago

Tudo meu agora é textão, mas, cara, nem sei muito bem como começar a falar sobre esses últimos 70 dias... parece que foi muito mais. A intensidade desse tempo me fez perceber tanta coisa que é até difícil de colocar em palavras. Cada momento trouxe uma lição diferente, e o mais louco é como isso tudo tem se traduzido em algo muito maior do que só passar pelos dias.

O que realmente ficou é a importância de trabalhar com leveza. Tipo, não aquela leveza que é superficial, mas uma que vem do respeito, do cuidado, de saber que tudo tem o seu tempo, mesmo ‘sem tempo’ e que o respeito mútuo é um aprendizado constante. Acho que é isso que dá sentido, sabe? Essa busca diária por entender como ser mais leve com os outros e, principalmente, com a gente mesmo.

E não dá pra esquecer dos momentos. Cada um deles conta. Às vezes a gente subestima as coisas pequenas, mas, no fim das contas, é nelas que a gente encontra o que realmente importa. Esses dias todos, apesar da correria, me mostraram o valor de estar presente.

Porque, no fim das contas, o que a gente constrói é o que a gente sente e compartilha, e acho que é aí que mora o que a gente vai deixar de verdade.

Xau, de volta a programação ‘normal’


201
25
1 years ago

Tudo meu agora é textão, mas, cara, nem sei muito bem como começar a falar sobre esses últimos 70 dias... parece que foi muito mais. A intensidade desse tempo me fez perceber tanta coisa que é até difícil de colocar em palavras. Cada momento trouxe uma lição diferente, e o mais louco é como isso tudo tem se traduzido em algo muito maior do que só passar pelos dias.

O que realmente ficou é a importância de trabalhar com leveza. Tipo, não aquela leveza que é superficial, mas uma que vem do respeito, do cuidado, de saber que tudo tem o seu tempo, mesmo ‘sem tempo’ e que o respeito mútuo é um aprendizado constante. Acho que é isso que dá sentido, sabe? Essa busca diária por entender como ser mais leve com os outros e, principalmente, com a gente mesmo.

E não dá pra esquecer dos momentos. Cada um deles conta. Às vezes a gente subestima as coisas pequenas, mas, no fim das contas, é nelas que a gente encontra o que realmente importa. Esses dias todos, apesar da correria, me mostraram o valor de estar presente.

Porque, no fim das contas, o que a gente constrói é o que a gente sente e compartilha, e acho que é aí que mora o que a gente vai deixar de verdade.

Xau, de volta a programação ‘normal’


201
25
1 years ago

Tudo meu agora é textão, mas, cara, nem sei muito bem como começar a falar sobre esses últimos 70 dias... parece que foi muito mais. A intensidade desse tempo me fez perceber tanta coisa que é até difícil de colocar em palavras. Cada momento trouxe uma lição diferente, e o mais louco é como isso tudo tem se traduzido em algo muito maior do que só passar pelos dias.

O que realmente ficou é a importância de trabalhar com leveza. Tipo, não aquela leveza que é superficial, mas uma que vem do respeito, do cuidado, de saber que tudo tem o seu tempo, mesmo ‘sem tempo’ e que o respeito mútuo é um aprendizado constante. Acho que é isso que dá sentido, sabe? Essa busca diária por entender como ser mais leve com os outros e, principalmente, com a gente mesmo.

E não dá pra esquecer dos momentos. Cada um deles conta. Às vezes a gente subestima as coisas pequenas, mas, no fim das contas, é nelas que a gente encontra o que realmente importa. Esses dias todos, apesar da correria, me mostraram o valor de estar presente.

Porque, no fim das contas, o que a gente constrói é o que a gente sente e compartilha, e acho que é aí que mora o que a gente vai deixar de verdade.

Xau, de volta a programação ‘normal’


201
25
1 years ago

Tudo meu agora é textão, mas, cara, nem sei muito bem como começar a falar sobre esses últimos 70 dias... parece que foi muito mais. A intensidade desse tempo me fez perceber tanta coisa que é até difícil de colocar em palavras. Cada momento trouxe uma lição diferente, e o mais louco é como isso tudo tem se traduzido em algo muito maior do que só passar pelos dias.

O que realmente ficou é a importância de trabalhar com leveza. Tipo, não aquela leveza que é superficial, mas uma que vem do respeito, do cuidado, de saber que tudo tem o seu tempo, mesmo ‘sem tempo’ e que o respeito mútuo é um aprendizado constante. Acho que é isso que dá sentido, sabe? Essa busca diária por entender como ser mais leve com os outros e, principalmente, com a gente mesmo.

E não dá pra esquecer dos momentos. Cada um deles conta. Às vezes a gente subestima as coisas pequenas, mas, no fim das contas, é nelas que a gente encontra o que realmente importa. Esses dias todos, apesar da correria, me mostraram o valor de estar presente.

Porque, no fim das contas, o que a gente constrói é o que a gente sente e compartilha, e acho que é aí que mora o que a gente vai deixar de verdade.

Xau, de volta a programação ‘normal’


201
25
1 years ago

Tudo meu agora é textão, mas, cara, nem sei muito bem como começar a falar sobre esses últimos 70 dias... parece que foi muito mais. A intensidade desse tempo me fez perceber tanta coisa que é até difícil de colocar em palavras. Cada momento trouxe uma lição diferente, e o mais louco é como isso tudo tem se traduzido em algo muito maior do que só passar pelos dias.

O que realmente ficou é a importância de trabalhar com leveza. Tipo, não aquela leveza que é superficial, mas uma que vem do respeito, do cuidado, de saber que tudo tem o seu tempo, mesmo ‘sem tempo’ e que o respeito mútuo é um aprendizado constante. Acho que é isso que dá sentido, sabe? Essa busca diária por entender como ser mais leve com os outros e, principalmente, com a gente mesmo.

E não dá pra esquecer dos momentos. Cada um deles conta. Às vezes a gente subestima as coisas pequenas, mas, no fim das contas, é nelas que a gente encontra o que realmente importa. Esses dias todos, apesar da correria, me mostraram o valor de estar presente.

Porque, no fim das contas, o que a gente constrói é o que a gente sente e compartilha, e acho que é aí que mora o que a gente vai deixar de verdade.

Xau, de volta a programação ‘normal’


201
25
1 years ago

Tudo meu agora é textão, mas, cara, nem sei muito bem como começar a falar sobre esses últimos 70 dias... parece que foi muito mais. A intensidade desse tempo me fez perceber tanta coisa que é até difícil de colocar em palavras. Cada momento trouxe uma lição diferente, e o mais louco é como isso tudo tem se traduzido em algo muito maior do que só passar pelos dias.

O que realmente ficou é a importância de trabalhar com leveza. Tipo, não aquela leveza que é superficial, mas uma que vem do respeito, do cuidado, de saber que tudo tem o seu tempo, mesmo ‘sem tempo’ e que o respeito mútuo é um aprendizado constante. Acho que é isso que dá sentido, sabe? Essa busca diária por entender como ser mais leve com os outros e, principalmente, com a gente mesmo.

E não dá pra esquecer dos momentos. Cada um deles conta. Às vezes a gente subestima as coisas pequenas, mas, no fim das contas, é nelas que a gente encontra o que realmente importa. Esses dias todos, apesar da correria, me mostraram o valor de estar presente.

Porque, no fim das contas, o que a gente constrói é o que a gente sente e compartilha, e acho que é aí que mora o que a gente vai deixar de verdade.

Xau, de volta a programação ‘normal’


201
25
1 years ago

Tudo meu agora é textão, mas, cara, nem sei muito bem como começar a falar sobre esses últimos 70 dias... parece que foi muito mais. A intensidade desse tempo me fez perceber tanta coisa que é até difícil de colocar em palavras. Cada momento trouxe uma lição diferente, e o mais louco é como isso tudo tem se traduzido em algo muito maior do que só passar pelos dias.

O que realmente ficou é a importância de trabalhar com leveza. Tipo, não aquela leveza que é superficial, mas uma que vem do respeito, do cuidado, de saber que tudo tem o seu tempo, mesmo ‘sem tempo’ e que o respeito mútuo é um aprendizado constante. Acho que é isso que dá sentido, sabe? Essa busca diária por entender como ser mais leve com os outros e, principalmente, com a gente mesmo.

E não dá pra esquecer dos momentos. Cada um deles conta. Às vezes a gente subestima as coisas pequenas, mas, no fim das contas, é nelas que a gente encontra o que realmente importa. Esses dias todos, apesar da correria, me mostraram o valor de estar presente.

Porque, no fim das contas, o que a gente constrói é o que a gente sente e compartilha, e acho que é aí que mora o que a gente vai deixar de verdade.

Xau, de volta a programação ‘normal’


201
25
1 years ago

Tudo meu agora é textão, mas, cara, nem sei muito bem como começar a falar sobre esses últimos 70 dias... parece que foi muito mais. A intensidade desse tempo me fez perceber tanta coisa que é até difícil de colocar em palavras. Cada momento trouxe uma lição diferente, e o mais louco é como isso tudo tem se traduzido em algo muito maior do que só passar pelos dias.

O que realmente ficou é a importância de trabalhar com leveza. Tipo, não aquela leveza que é superficial, mas uma que vem do respeito, do cuidado, de saber que tudo tem o seu tempo, mesmo ‘sem tempo’ e que o respeito mútuo é um aprendizado constante. Acho que é isso que dá sentido, sabe? Essa busca diária por entender como ser mais leve com os outros e, principalmente, com a gente mesmo.

E não dá pra esquecer dos momentos. Cada um deles conta. Às vezes a gente subestima as coisas pequenas, mas, no fim das contas, é nelas que a gente encontra o que realmente importa. Esses dias todos, apesar da correria, me mostraram o valor de estar presente.

Porque, no fim das contas, o que a gente constrói é o que a gente sente e compartilha, e acho que é aí que mora o que a gente vai deixar de verdade.

Xau, de volta a programação ‘normal’


201
25
1 years ago

Tudo meu agora é textão, mas, cara, nem sei muito bem como começar a falar sobre esses últimos 70 dias... parece que foi muito mais. A intensidade desse tempo me fez perceber tanta coisa que é até difícil de colocar em palavras. Cada momento trouxe uma lição diferente, e o mais louco é como isso tudo tem se traduzido em algo muito maior do que só passar pelos dias.

O que realmente ficou é a importância de trabalhar com leveza. Tipo, não aquela leveza que é superficial, mas uma que vem do respeito, do cuidado, de saber que tudo tem o seu tempo, mesmo ‘sem tempo’ e que o respeito mútuo é um aprendizado constante. Acho que é isso que dá sentido, sabe? Essa busca diária por entender como ser mais leve com os outros e, principalmente, com a gente mesmo.

E não dá pra esquecer dos momentos. Cada um deles conta. Às vezes a gente subestima as coisas pequenas, mas, no fim das contas, é nelas que a gente encontra o que realmente importa. Esses dias todos, apesar da correria, me mostraram o valor de estar presente.

Porque, no fim das contas, o que a gente constrói é o que a gente sente e compartilha, e acho que é aí que mora o que a gente vai deixar de verdade.

Xau, de volta a programação ‘normal’


201
25
1 years ago

Tudo meu agora é textão, mas, cara, nem sei muito bem como começar a falar sobre esses últimos 70 dias... parece que foi muito mais. A intensidade desse tempo me fez perceber tanta coisa que é até difícil de colocar em palavras. Cada momento trouxe uma lição diferente, e o mais louco é como isso tudo tem se traduzido em algo muito maior do que só passar pelos dias.

O que realmente ficou é a importância de trabalhar com leveza. Tipo, não aquela leveza que é superficial, mas uma que vem do respeito, do cuidado, de saber que tudo tem o seu tempo, mesmo ‘sem tempo’ e que o respeito mútuo é um aprendizado constante. Acho que é isso que dá sentido, sabe? Essa busca diária por entender como ser mais leve com os outros e, principalmente, com a gente mesmo.

E não dá pra esquecer dos momentos. Cada um deles conta. Às vezes a gente subestima as coisas pequenas, mas, no fim das contas, é nelas que a gente encontra o que realmente importa. Esses dias todos, apesar da correria, me mostraram o valor de estar presente.

Porque, no fim das contas, o que a gente constrói é o que a gente sente e compartilha, e acho que é aí que mora o que a gente vai deixar de verdade.

Xau, de volta a programação ‘normal’


201
25
1 years ago

Tudo meu agora é textão, mas, cara, nem sei muito bem como começar a falar sobre esses últimos 70 dias... parece que foi muito mais. A intensidade desse tempo me fez perceber tanta coisa que é até difícil de colocar em palavras. Cada momento trouxe uma lição diferente, e o mais louco é como isso tudo tem se traduzido em algo muito maior do que só passar pelos dias.

O que realmente ficou é a importância de trabalhar com leveza. Tipo, não aquela leveza que é superficial, mas uma que vem do respeito, do cuidado, de saber que tudo tem o seu tempo, mesmo ‘sem tempo’ e que o respeito mútuo é um aprendizado constante. Acho que é isso que dá sentido, sabe? Essa busca diária por entender como ser mais leve com os outros e, principalmente, com a gente mesmo.

E não dá pra esquecer dos momentos. Cada um deles conta. Às vezes a gente subestima as coisas pequenas, mas, no fim das contas, é nelas que a gente encontra o que realmente importa. Esses dias todos, apesar da correria, me mostraram o valor de estar presente.

Porque, no fim das contas, o que a gente constrói é o que a gente sente e compartilha, e acho que é aí que mora o que a gente vai deixar de verdade.

Xau, de volta a programação ‘normal’


201
25
1 years ago

Tudo meu agora é textão, mas, cara, nem sei muito bem como começar a falar sobre esses últimos 70 dias... parece que foi muito mais. A intensidade desse tempo me fez perceber tanta coisa que é até difícil de colocar em palavras. Cada momento trouxe uma lição diferente, e o mais louco é como isso tudo tem se traduzido em algo muito maior do que só passar pelos dias.

O que realmente ficou é a importância de trabalhar com leveza. Tipo, não aquela leveza que é superficial, mas uma que vem do respeito, do cuidado, de saber que tudo tem o seu tempo, mesmo ‘sem tempo’ e que o respeito mútuo é um aprendizado constante. Acho que é isso que dá sentido, sabe? Essa busca diária por entender como ser mais leve com os outros e, principalmente, com a gente mesmo.

E não dá pra esquecer dos momentos. Cada um deles conta. Às vezes a gente subestima as coisas pequenas, mas, no fim das contas, é nelas que a gente encontra o que realmente importa. Esses dias todos, apesar da correria, me mostraram o valor de estar presente.

Porque, no fim das contas, o que a gente constrói é o que a gente sente e compartilha, e acho que é aí que mora o que a gente vai deixar de verdade.

Xau, de volta a programação ‘normal’


201
25
1 years ago

47/69

Não tem foto de trabalho, porque, No fim, o que importa são as conexões que construímos, e é nisso que foco minha atenção.
Meu trabalho, eu já sei fazer, que me entusiasma mesmo é estar com as pessoas, viver esses instantes, e guardar um pouco disso nas imagens.

Dar meu melhor, no melhor que tem, descomprimir do ritmo acelerado que às vezes nos consome.

Li recentemente isso aqui:
“Minha percepção do que o sucesso parece, para mim, é muito diferente da maioria. Quando me comprometo, estou 100 por cento dentro. Prefiro focar silenciosamente, sem ser interrompida por coisas que são uma distração para a autenticidade.”


274
16
1 years ago

47/69

Não tem foto de trabalho, porque, No fim, o que importa são as conexões que construímos, e é nisso que foco minha atenção.
Meu trabalho, eu já sei fazer, que me entusiasma mesmo é estar com as pessoas, viver esses instantes, e guardar um pouco disso nas imagens.

Dar meu melhor, no melhor que tem, descomprimir do ritmo acelerado que às vezes nos consome.

Li recentemente isso aqui:
“Minha percepção do que o sucesso parece, para mim, é muito diferente da maioria. Quando me comprometo, estou 100 por cento dentro. Prefiro focar silenciosamente, sem ser interrompida por coisas que são uma distração para a autenticidade.”


274
16
1 years ago

47/69

Não tem foto de trabalho, porque, No fim, o que importa são as conexões que construímos, e é nisso que foco minha atenção.
Meu trabalho, eu já sei fazer, que me entusiasma mesmo é estar com as pessoas, viver esses instantes, e guardar um pouco disso nas imagens.

Dar meu melhor, no melhor que tem, descomprimir do ritmo acelerado que às vezes nos consome.

Li recentemente isso aqui:
“Minha percepção do que o sucesso parece, para mim, é muito diferente da maioria. Quando me comprometo, estou 100 por cento dentro. Prefiro focar silenciosamente, sem ser interrompida por coisas que são uma distração para a autenticidade.”


274
16
1 years ago

47/69

Não tem foto de trabalho, porque, No fim, o que importa são as conexões que construímos, e é nisso que foco minha atenção.
Meu trabalho, eu já sei fazer, que me entusiasma mesmo é estar com as pessoas, viver esses instantes, e guardar um pouco disso nas imagens.

Dar meu melhor, no melhor que tem, descomprimir do ritmo acelerado que às vezes nos consome.

Li recentemente isso aqui:
“Minha percepção do que o sucesso parece, para mim, é muito diferente da maioria. Quando me comprometo, estou 100 por cento dentro. Prefiro focar silenciosamente, sem ser interrompida por coisas que são uma distração para a autenticidade.”


274
16
1 years ago

47/69

Não tem foto de trabalho, porque, No fim, o que importa são as conexões que construímos, e é nisso que foco minha atenção.
Meu trabalho, eu já sei fazer, que me entusiasma mesmo é estar com as pessoas, viver esses instantes, e guardar um pouco disso nas imagens.

Dar meu melhor, no melhor que tem, descomprimir do ritmo acelerado que às vezes nos consome.

Li recentemente isso aqui:
“Minha percepção do que o sucesso parece, para mim, é muito diferente da maioria. Quando me comprometo, estou 100 por cento dentro. Prefiro focar silenciosamente, sem ser interrompida por coisas que são uma distração para a autenticidade.”


274
16
1 years ago

47/69

Não tem foto de trabalho, porque, No fim, o que importa são as conexões que construímos, e é nisso que foco minha atenção.
Meu trabalho, eu já sei fazer, que me entusiasma mesmo é estar com as pessoas, viver esses instantes, e guardar um pouco disso nas imagens.

Dar meu melhor, no melhor que tem, descomprimir do ritmo acelerado que às vezes nos consome.

Li recentemente isso aqui:
“Minha percepção do que o sucesso parece, para mim, é muito diferente da maioria. Quando me comprometo, estou 100 por cento dentro. Prefiro focar silenciosamente, sem ser interrompida por coisas que são uma distração para a autenticidade.”


274
16
1 years ago

47/69

Não tem foto de trabalho, porque, No fim, o que importa são as conexões que construímos, e é nisso que foco minha atenção.
Meu trabalho, eu já sei fazer, que me entusiasma mesmo é estar com as pessoas, viver esses instantes, e guardar um pouco disso nas imagens.

Dar meu melhor, no melhor que tem, descomprimir do ritmo acelerado que às vezes nos consome.

Li recentemente isso aqui:
“Minha percepção do que o sucesso parece, para mim, é muito diferente da maioria. Quando me comprometo, estou 100 por cento dentro. Prefiro focar silenciosamente, sem ser interrompida por coisas que são uma distração para a autenticidade.”


274
16
1 years ago

47/69

Não tem foto de trabalho, porque, No fim, o que importa são as conexões que construímos, e é nisso que foco minha atenção.
Meu trabalho, eu já sei fazer, que me entusiasma mesmo é estar com as pessoas, viver esses instantes, e guardar um pouco disso nas imagens.

Dar meu melhor, no melhor que tem, descomprimir do ritmo acelerado que às vezes nos consome.

Li recentemente isso aqui:
“Minha percepção do que o sucesso parece, para mim, é muito diferente da maioria. Quando me comprometo, estou 100 por cento dentro. Prefiro focar silenciosamente, sem ser interrompida por coisas que são uma distração para a autenticidade.”


274
16
1 years ago

47/69

Não tem foto de trabalho, porque, No fim, o que importa são as conexões que construímos, e é nisso que foco minha atenção.
Meu trabalho, eu já sei fazer, que me entusiasma mesmo é estar com as pessoas, viver esses instantes, e guardar um pouco disso nas imagens.

Dar meu melhor, no melhor que tem, descomprimir do ritmo acelerado que às vezes nos consome.

Li recentemente isso aqui:
“Minha percepção do que o sucesso parece, para mim, é muito diferente da maioria. Quando me comprometo, estou 100 por cento dentro. Prefiro focar silenciosamente, sem ser interrompida por coisas que são uma distração para a autenticidade.”


274
16
1 years ago

47/69

Não tem foto de trabalho, porque, No fim, o que importa são as conexões que construímos, e é nisso que foco minha atenção.
Meu trabalho, eu já sei fazer, que me entusiasma mesmo é estar com as pessoas, viver esses instantes, e guardar um pouco disso nas imagens.

Dar meu melhor, no melhor que tem, descomprimir do ritmo acelerado que às vezes nos consome.

Li recentemente isso aqui:
“Minha percepção do que o sucesso parece, para mim, é muito diferente da maioria. Quando me comprometo, estou 100 por cento dentro. Prefiro focar silenciosamente, sem ser interrompida por coisas que são uma distração para a autenticidade.”


274
16
1 years ago

47/69

Não tem foto de trabalho, porque, No fim, o que importa são as conexões que construímos, e é nisso que foco minha atenção.
Meu trabalho, eu já sei fazer, que me entusiasma mesmo é estar com as pessoas, viver esses instantes, e guardar um pouco disso nas imagens.

Dar meu melhor, no melhor que tem, descomprimir do ritmo acelerado que às vezes nos consome.

Li recentemente isso aqui:
“Minha percepção do que o sucesso parece, para mim, é muito diferente da maioria. Quando me comprometo, estou 100 por cento dentro. Prefiro focar silenciosamente, sem ser interrompida por coisas que são uma distração para a autenticidade.”


274
16
1 years ago

47/69

Não tem foto de trabalho, porque, No fim, o que importa são as conexões que construímos, e é nisso que foco minha atenção.
Meu trabalho, eu já sei fazer, que me entusiasma mesmo é estar com as pessoas, viver esses instantes, e guardar um pouco disso nas imagens.

Dar meu melhor, no melhor que tem, descomprimir do ritmo acelerado que às vezes nos consome.

Li recentemente isso aqui:
“Minha percepção do que o sucesso parece, para mim, é muito diferente da maioria. Quando me comprometo, estou 100 por cento dentro. Prefiro focar silenciosamente, sem ser interrompida por coisas que são uma distração para a autenticidade.”


274
16
1 years ago

47/69

Não tem foto de trabalho, porque, No fim, o que importa são as conexões que construímos, e é nisso que foco minha atenção.
Meu trabalho, eu já sei fazer, que me entusiasma mesmo é estar com as pessoas, viver esses instantes, e guardar um pouco disso nas imagens.

Dar meu melhor, no melhor que tem, descomprimir do ritmo acelerado que às vezes nos consome.

Li recentemente isso aqui:
“Minha percepção do que o sucesso parece, para mim, é muito diferente da maioria. Quando me comprometo, estou 100 por cento dentro. Prefiro focar silenciosamente, sem ser interrompida por coisas que são uma distração para a autenticidade.”


274
16
1 years ago

47/69

Não tem foto de trabalho, porque, No fim, o que importa são as conexões que construímos, e é nisso que foco minha atenção.
Meu trabalho, eu já sei fazer, que me entusiasma mesmo é estar com as pessoas, viver esses instantes, e guardar um pouco disso nas imagens.

Dar meu melhor, no melhor que tem, descomprimir do ritmo acelerado que às vezes nos consome.

Li recentemente isso aqui:
“Minha percepção do que o sucesso parece, para mim, é muito diferente da maioria. Quando me comprometo, estou 100 por cento dentro. Prefiro focar silenciosamente, sem ser interrompida por coisas que são uma distração para a autenticidade.”


274
16
1 years ago

47/69

Não tem foto de trabalho, porque, No fim, o que importa são as conexões que construímos, e é nisso que foco minha atenção.
Meu trabalho, eu já sei fazer, que me entusiasma mesmo é estar com as pessoas, viver esses instantes, e guardar um pouco disso nas imagens.

Dar meu melhor, no melhor que tem, descomprimir do ritmo acelerado que às vezes nos consome.

Li recentemente isso aqui:
“Minha percepção do que o sucesso parece, para mim, é muito diferente da maioria. Quando me comprometo, estou 100 por cento dentro. Prefiro focar silenciosamente, sem ser interrompida por coisas que são uma distração para a autenticidade.”


274
16
1 years ago

47/69

Não tem foto de trabalho, porque, No fim, o que importa são as conexões que construímos, e é nisso que foco minha atenção.
Meu trabalho, eu já sei fazer, que me entusiasma mesmo é estar com as pessoas, viver esses instantes, e guardar um pouco disso nas imagens.

Dar meu melhor, no melhor que tem, descomprimir do ritmo acelerado que às vezes nos consome.

Li recentemente isso aqui:
“Minha percepção do que o sucesso parece, para mim, é muito diferente da maioria. Quando me comprometo, estou 100 por cento dentro. Prefiro focar silenciosamente, sem ser interrompida por coisas que são uma distração para a autenticidade.”


274
16
1 years ago

Nesse dia por aqui.

Tudo me atravessa. Eu sinto muito, e isso nem sempre é bom. Eu percebo cada detalhe; às vezes enlouqueço. Nada passa por mim; dentro de mim, tudo pode ser leve ou denso, mas nunca morno. Sempre demais. 8 ou 80, é um inferno ser eu.

Eu nasci pra reparar, pra olhar. Acho que, nessa foto, eu tô reparando no fotógrafo. Acredito que foi um dos meus primeiros contatos com a fotografia. Um senhor retratista fez a foto da minha família, e é ela que carrega a saudade do meu pai, aquela saudade boa que me faz lembrar o cara foda que ele era. Ele sentia as coisas, e eu percebo que também sinto. Porra Velho, as vezes acho que pareço com você!

Eu sinto pessoas, sinto o lugar, sinto tudo. E quando não sei, me aproximo.

E aproximação é perceber, porque a foto perfeita não existe; existe a imagem que te toca. Que te faz sentir. Ela não precisa ser bem enquadrada, nítida, colorida, nada disso. A foto precisa contar uma história, te fazer imaginar. E o que você tá vendo aí é a minha família. Ela conta uma história e me faz sentir saudades do meu pai, às vezes da presença, às vezes do silêncio, às vezes da fisionomia. O que tem nessa foto é um pouco do que senti e sinto, e que talvez te faça sentir também. E assim eu conheço você, e assim você me conhece.

Saudades, velho! Tu me faz sentir.


256
74
1 years ago

Nesse dia por aqui.

Tudo me atravessa. Eu sinto muito, e isso nem sempre é bom. Eu percebo cada detalhe; às vezes enlouqueço. Nada passa por mim; dentro de mim, tudo pode ser leve ou denso, mas nunca morno. Sempre demais. 8 ou 80, é um inferno ser eu.

Eu nasci pra reparar, pra olhar. Acho que, nessa foto, eu tô reparando no fotógrafo. Acredito que foi um dos meus primeiros contatos com a fotografia. Um senhor retratista fez a foto da minha família, e é ela que carrega a saudade do meu pai, aquela saudade boa que me faz lembrar o cara foda que ele era. Ele sentia as coisas, e eu percebo que também sinto. Porra Velho, as vezes acho que pareço com você!

Eu sinto pessoas, sinto o lugar, sinto tudo. E quando não sei, me aproximo.

E aproximação é perceber, porque a foto perfeita não existe; existe a imagem que te toca. Que te faz sentir. Ela não precisa ser bem enquadrada, nítida, colorida, nada disso. A foto precisa contar uma história, te fazer imaginar. E o que você tá vendo aí é a minha família. Ela conta uma história e me faz sentir saudades do meu pai, às vezes da presença, às vezes do silêncio, às vezes da fisionomia. O que tem nessa foto é um pouco do que senti e sinto, e que talvez te faça sentir também. E assim eu conheço você, e assim você me conhece.

Saudades, velho! Tu me faz sentir.


256
74
1 years ago

Nesse dia por aqui.

Tudo me atravessa. Eu sinto muito, e isso nem sempre é bom. Eu percebo cada detalhe; às vezes enlouqueço. Nada passa por mim; dentro de mim, tudo pode ser leve ou denso, mas nunca morno. Sempre demais. 8 ou 80, é um inferno ser eu.

Eu nasci pra reparar, pra olhar. Acho que, nessa foto, eu tô reparando no fotógrafo. Acredito que foi um dos meus primeiros contatos com a fotografia. Um senhor retratista fez a foto da minha família, e é ela que carrega a saudade do meu pai, aquela saudade boa que me faz lembrar o cara foda que ele era. Ele sentia as coisas, e eu percebo que também sinto. Porra Velho, as vezes acho que pareço com você!

Eu sinto pessoas, sinto o lugar, sinto tudo. E quando não sei, me aproximo.

E aproximação é perceber, porque a foto perfeita não existe; existe a imagem que te toca. Que te faz sentir. Ela não precisa ser bem enquadrada, nítida, colorida, nada disso. A foto precisa contar uma história, te fazer imaginar. E o que você tá vendo aí é a minha família. Ela conta uma história e me faz sentir saudades do meu pai, às vezes da presença, às vezes do silêncio, às vezes da fisionomia. O que tem nessa foto é um pouco do que senti e sinto, e que talvez te faça sentir também. E assim eu conheço você, e assim você me conhece.

Saudades, velho! Tu me faz sentir.


256
74
1 years ago

Entre a pressa
e os ponteiros que correm
vou observando
visitando
Revisitando
e aí vai nascendo sequências
Novos momentos
como numa tentativa
de um suspiro de serenidade.
Que se transforma
Todo
dia
aprendendo a respirar
pausadamente
assim capturando a luz que…
pra mim, dança
suavemente nas bordas do cotidiano.

um exercício de contemplação, um convite para observar com o coração e absorver com a alma, buscando o que tá escondido na simplicidade dos instantes.


160
9
1 years ago

Entre a pressa
e os ponteiros que correm
vou observando
visitando
Revisitando
e aí vai nascendo sequências
Novos momentos
como numa tentativa
de um suspiro de serenidade.
Que se transforma
Todo
dia
aprendendo a respirar
pausadamente
assim capturando a luz que…
pra mim, dança
suavemente nas bordas do cotidiano.

um exercício de contemplação, um convite para observar com o coração e absorver com a alma, buscando o que tá escondido na simplicidade dos instantes.


160
9
1 years ago

Entre a pressa
e os ponteiros que correm
vou observando
visitando
Revisitando
e aí vai nascendo sequências
Novos momentos
como numa tentativa
de um suspiro de serenidade.
Que se transforma
Todo
dia
aprendendo a respirar
pausadamente
assim capturando a luz que…
pra mim, dança
suavemente nas bordas do cotidiano.

um exercício de contemplação, um convite para observar com o coração e absorver com a alma, buscando o que tá escondido na simplicidade dos instantes.


160
9
1 years ago

Entre a pressa
e os ponteiros que correm
vou observando
visitando
Revisitando
e aí vai nascendo sequências
Novos momentos
como numa tentativa
de um suspiro de serenidade.
Que se transforma
Todo
dia
aprendendo a respirar
pausadamente
assim capturando a luz que…
pra mim, dança
suavemente nas bordas do cotidiano.

um exercício de contemplação, um convite para observar com o coração e absorver com a alma, buscando o que tá escondido na simplicidade dos instantes.


160
9
1 years ago

Entre a pressa
e os ponteiros que correm
vou observando
visitando
Revisitando
e aí vai nascendo sequências
Novos momentos
como numa tentativa
de um suspiro de serenidade.
Que se transforma
Todo
dia
aprendendo a respirar
pausadamente
assim capturando a luz que…
pra mim, dança
suavemente nas bordas do cotidiano.

um exercício de contemplação, um convite para observar com o coração e absorver com a alma, buscando o que tá escondido na simplicidade dos instantes.


160
9
1 years ago

Entre a pressa
e os ponteiros que correm
vou observando
visitando
Revisitando
e aí vai nascendo sequências
Novos momentos
como numa tentativa
de um suspiro de serenidade.
Que se transforma
Todo
dia
aprendendo a respirar
pausadamente
assim capturando a luz que…
pra mim, dança
suavemente nas bordas do cotidiano.

um exercício de contemplação, um convite para observar com o coração e absorver com a alma, buscando o que tá escondido na simplicidade dos instantes.


160
9
1 years ago

Entre a pressa
e os ponteiros que correm
vou observando
visitando
Revisitando
e aí vai nascendo sequências
Novos momentos
como numa tentativa
de um suspiro de serenidade.
Que se transforma
Todo
dia
aprendendo a respirar
pausadamente
assim capturando a luz que…
pra mim, dança
suavemente nas bordas do cotidiano.

um exercício de contemplação, um convite para observar com o coração e absorver com a alma, buscando o que tá escondido na simplicidade dos instantes.


160
9
1 years ago

Entre a pressa
e os ponteiros que correm
vou observando
visitando
Revisitando
e aí vai nascendo sequências
Novos momentos
como numa tentativa
de um suspiro de serenidade.
Que se transforma
Todo
dia
aprendendo a respirar
pausadamente
assim capturando a luz que…
pra mim, dança
suavemente nas bordas do cotidiano.

um exercício de contemplação, um convite para observar com o coração e absorver com a alma, buscando o que tá escondido na simplicidade dos instantes.


160
9
1 years ago

Entre a pressa
e os ponteiros que correm
vou observando
visitando
Revisitando
e aí vai nascendo sequências
Novos momentos
como numa tentativa
de um suspiro de serenidade.
Que se transforma
Todo
dia
aprendendo a respirar
pausadamente
assim capturando a luz que…
pra mim, dança
suavemente nas bordas do cotidiano.

um exercício de contemplação, um convite para observar com o coração e absorver com a alma, buscando o que tá escondido na simplicidade dos instantes.


160
9
1 years ago

Entre a pressa
e os ponteiros que correm
vou observando
visitando
Revisitando
e aí vai nascendo sequências
Novos momentos
como numa tentativa
de um suspiro de serenidade.
Que se transforma
Todo
dia
aprendendo a respirar
pausadamente
assim capturando a luz que…
pra mim, dança
suavemente nas bordas do cotidiano.

um exercício de contemplação, um convite para observar com o coração e absorver com a alma, buscando o que tá escondido na simplicidade dos instantes.


160
9
1 years ago

Finalmente consegui descansar, O relógio, esse tirano,
Insiste em me chamar, correndo a gente nem percebe que tudo vai passando, depressa e o tempo, esse danado,
Também sabe dar beleza,
Quando deixa o homem parado. Até o próximo Kairos


310
12
1 years ago

Finalmente consegui descansar, O relógio, esse tirano,
Insiste em me chamar, correndo a gente nem percebe que tudo vai passando, depressa e o tempo, esse danado,
Também sabe dar beleza,
Quando deixa o homem parado. Até o próximo Kairos


310
12
1 years ago

Finalmente consegui descansar, O relógio, esse tirano,
Insiste em me chamar, correndo a gente nem percebe que tudo vai passando, depressa e o tempo, esse danado,
Também sabe dar beleza,
Quando deixa o homem parado. Até o próximo Kairos


310
12
1 years ago

Finalmente consegui descansar, O relógio, esse tirano,
Insiste em me chamar, correndo a gente nem percebe que tudo vai passando, depressa e o tempo, esse danado,
Também sabe dar beleza,
Quando deixa o homem parado. Até o próximo Kairos


310
12
1 years ago

Finalmente consegui descansar, O relógio, esse tirano,
Insiste em me chamar, correndo a gente nem percebe que tudo vai passando, depressa e o tempo, esse danado,
Também sabe dar beleza,
Quando deixa o homem parado. Até o próximo Kairos


310
12
1 years ago

Finalmente consegui descansar, O relógio, esse tirano,
Insiste em me chamar, correndo a gente nem percebe que tudo vai passando, depressa e o tempo, esse danado,
Também sabe dar beleza,
Quando deixa o homem parado. Até o próximo Kairos


310
12
1 years ago

Finalmente consegui descansar, O relógio, esse tirano,
Insiste em me chamar, correndo a gente nem percebe que tudo vai passando, depressa e o tempo, esse danado,
Também sabe dar beleza,
Quando deixa o homem parado. Até o próximo Kairos


310
12
1 years ago

Finalmente consegui descansar, O relógio, esse tirano,
Insiste em me chamar, correndo a gente nem percebe que tudo vai passando, depressa e o tempo, esse danado,
Também sabe dar beleza,
Quando deixa o homem parado. Até o próximo Kairos


310
12
1 years ago


Story Save - Best free tool for saving Stories, Reels, Photos, Videos, Highlights, IGTV to your phone.

Story-save.com is an intuitive online tool that enables users to download and save a variety of content, including stories, photos, videos, and IGTV materials, directly from Instagram. With Story-Save, you can not only easily download diverse content from Instagram but also view it at your convenience, even without internet access. This tool is perfect for those moments when you come across something interesting on Instagram and want to save it for later viewing. Use Story-Save to ensure you don't miss the chance to take your favorite Instagram moments with you!

Our advantages:

No Need to Register

Avoid app downloads and sign-ups, store stories on the web.

Exclusive High-Quality

Stories Say goodbye to poor-quality content, preserve only high-resolution Stories.

Accessible on All

Devices Download Instagram Stories using any browser, iPhone, Android.

Completely Free to Use

Absolutely no fees. Download any Story at no cost.

Frequently Asked Questions

The Instagram Stories Download feature is designed to provide a secure and high-quality method for downloading Instagram stories. It's user-friendly and doesn't require users to register or sign up. Simply copy the link, paste it, and enjoy the content.
Downloading Instagram stories is a simple process that involves three steps:
  • 1. Go to the Instagram Story Downloader tool.
  • 2. Next, type the username of the Instagram profile into the provided field and click on the Download button.
  • 3. You'll then see all the Stories that are available for the current 24-hour period. Select the ones you want and hit Download.
The selected story will be swiftly saved to your device's local storage.
Unfortunately, it is not possible to download stories from private accounts due to privacy restrictions.
There is no limit to the number of times you can use the Instagram story download service. It's available for unlimited use and is completely free.
Yes, it is legal to download and save Instagram Stories from other users, provided they are not used for commercial purposes. If you intend to use them commercially, you must obtain permission from the original content owner and credit them each time the story is used.
All downloaded stories are typically saved in the Downloads folder on your computer, whether you're using Windows, Mac, or iOS. For mobile devices, the stories are saved in the phone's storage and should also appear in your Gallery app immediately after download.