Álbum de 2025 com altos e baixos, mas a maior lição foi simples e exigente:
troca só existe com quem também está disposto a trocar. E também aprender a habitar, acolher e apreciar a própria solitude. Xau!

Álbum de 2025 com altos e baixos, mas a maior lição foi simples e exigente:
troca só existe com quem também está disposto a trocar. E também aprender a habitar, acolher e apreciar a própria solitude. Xau!

Álbum de 2025 com altos e baixos, mas a maior lição foi simples e exigente:
troca só existe com quem também está disposto a trocar. E também aprender a habitar, acolher e apreciar a própria solitude. Xau!

Álbum de 2025 com altos e baixos, mas a maior lição foi simples e exigente:
troca só existe com quem também está disposto a trocar. E também aprender a habitar, acolher e apreciar a própria solitude. Xau!

Álbum de 2025 com altos e baixos, mas a maior lição foi simples e exigente:
troca só existe com quem também está disposto a trocar. E também aprender a habitar, acolher e apreciar a própria solitude. Xau!

Álbum de 2025 com altos e baixos, mas a maior lição foi simples e exigente:
troca só existe com quem também está disposto a trocar. E também aprender a habitar, acolher e apreciar a própria solitude. Xau!

Álbum de 2025 com altos e baixos, mas a maior lição foi simples e exigente:
troca só existe com quem também está disposto a trocar. E também aprender a habitar, acolher e apreciar a própria solitude. Xau!

Álbum de 2025 com altos e baixos, mas a maior lição foi simples e exigente:
troca só existe com quem também está disposto a trocar. E também aprender a habitar, acolher e apreciar a própria solitude. Xau!

Álbum de 2025 com altos e baixos, mas a maior lição foi simples e exigente:
troca só existe com quem também está disposto a trocar. E também aprender a habitar, acolher e apreciar a própria solitude. Xau!

Álbum de 2025 com altos e baixos, mas a maior lição foi simples e exigente:
troca só existe com quem também está disposto a trocar. E também aprender a habitar, acolher e apreciar a própria solitude. Xau!
Há viagens que começam com um destino.
E há outras que começam com um som, o da Tiger 800 despertando o caminho.
Entre curvas e paisagens, a gente entende:
a verdadeira aventura é estar presente em cada segundo.
#AventurasSobreDuasRodas #TriumphBrasil #TriumphRecife #Tiger800 #MotoAventura #fortheride
Uma mistura rara de adrenalina com paz, qualquer espaço na agenda eu quero viver isso: on road e off road no mesmo rolê.
#triumph #scrambler #triumphscrambler #scrambler1200x #triumph1200 #beeline #beelinemotoii #triumphbr
Do asfalto ao barro, a aventura não tem limites.
Duas Scramblers mais alguns amigos e um caminho que só existe quando a gente decide rodar. 🏍️
Na terra a gente se testa, sente o coração acelerar e descobre que a verdadeira rota é aquela que nos tira da rotina. É poeira no rosto, sorriso no capacete e aquela sensação de liberdade que só o offroad entrega.
Quem mais encara sair da rotina e se jogar no offroad? 🤘
Marca aquele parceiro que não pensa duas vezes quando o convite é estrada e poeira!
#ScramblerLife #AventuraSobreDuasRodas #OffroadVibes #LiberdadeSemFiltro #VidaMotociclista#fortheride #triumph #triumphbr
Toque o Terror no Mosquito!! 🦟 🚫🏸
Esta é a quarta edição de uma das campanhas mais importantes, pra minha vida e pra comunicação da @prefeiturarecife .
O desejo de ser criativo no setor público muitas vezes esbarra na estrutura e na responsabilidade financeira. Porém, quando eu percebo que essa é uma campanha que une EDUCAÇÃO e ENTRETENIMENTO, eu vejo propósito e isso me enche de orgulho. ♥️
Não sei se “já tá bom de filme de mosquito”, mas pelo menos tem dado certo até aqui. 🥰👏🏽
Um xêro a todo mundo que fez esse projeto acontecer e confiou a mim essa direção!!! A responsa é grande, e eu não me furto de encará-la. ♥️✨
O filme OPARÁ agora está disponível no YouTube.
OPARÁ narra a jornada de uma mãe que, mergulhada no luto, segue o curso das águas do Rio São Francisco em busca de superar a dor da perda. Suas lágrimas se misturam ao rio e percorrem o caminho até a foz, onde o encontro com o mar revela novas possibilidades de amor e transformação.
Com direção de Mateus Guedes, fotografia de Jão Vicente @jaomesmo e atuações de Silvia Góes @silvinha_goes , Orun Santana @orun.santana , o filme se constrói na força da imagem, na musicalidade das águas e na profundidade do silêncio, conduzindo o espectador a uma experiência sensorial e íntima.
O filme está disponível no YouTube, e o convite está aberto para que cada olhar encontre seu próprio caminho dentro dessa travessia.
Link na bio
#Opará #CinemaBrasileiro #CurtaMetragem #RioSãoFrancisco

Tudo meu agora é textão, mas, cara, nem sei muito bem como começar a falar sobre esses últimos 70 dias... parece que foi muito mais. A intensidade desse tempo me fez perceber tanta coisa que é até difícil de colocar em palavras. Cada momento trouxe uma lição diferente, e o mais louco é como isso tudo tem se traduzido em algo muito maior do que só passar pelos dias.
O que realmente ficou é a importância de trabalhar com leveza. Tipo, não aquela leveza que é superficial, mas uma que vem do respeito, do cuidado, de saber que tudo tem o seu tempo, mesmo ‘sem tempo’ e que o respeito mútuo é um aprendizado constante. Acho que é isso que dá sentido, sabe? Essa busca diária por entender como ser mais leve com os outros e, principalmente, com a gente mesmo.
E não dá pra esquecer dos momentos. Cada um deles conta. Às vezes a gente subestima as coisas pequenas, mas, no fim das contas, é nelas que a gente encontra o que realmente importa. Esses dias todos, apesar da correria, me mostraram o valor de estar presente.
Porque, no fim das contas, o que a gente constrói é o que a gente sente e compartilha, e acho que é aí que mora o que a gente vai deixar de verdade.
Xau, de volta a programação ‘normal’
Tudo meu agora é textão, mas, cara, nem sei muito bem como começar a falar sobre esses últimos 70 dias... parece que foi muito mais. A intensidade desse tempo me fez perceber tanta coisa que é até difícil de colocar em palavras. Cada momento trouxe uma lição diferente, e o mais louco é como isso tudo tem se traduzido em algo muito maior do que só passar pelos dias.
O que realmente ficou é a importância de trabalhar com leveza. Tipo, não aquela leveza que é superficial, mas uma que vem do respeito, do cuidado, de saber que tudo tem o seu tempo, mesmo ‘sem tempo’ e que o respeito mútuo é um aprendizado constante. Acho que é isso que dá sentido, sabe? Essa busca diária por entender como ser mais leve com os outros e, principalmente, com a gente mesmo.
E não dá pra esquecer dos momentos. Cada um deles conta. Às vezes a gente subestima as coisas pequenas, mas, no fim das contas, é nelas que a gente encontra o que realmente importa. Esses dias todos, apesar da correria, me mostraram o valor de estar presente.
Porque, no fim das contas, o que a gente constrói é o que a gente sente e compartilha, e acho que é aí que mora o que a gente vai deixar de verdade.
Xau, de volta a programação ‘normal’

Tudo meu agora é textão, mas, cara, nem sei muito bem como começar a falar sobre esses últimos 70 dias... parece que foi muito mais. A intensidade desse tempo me fez perceber tanta coisa que é até difícil de colocar em palavras. Cada momento trouxe uma lição diferente, e o mais louco é como isso tudo tem se traduzido em algo muito maior do que só passar pelos dias.
O que realmente ficou é a importância de trabalhar com leveza. Tipo, não aquela leveza que é superficial, mas uma que vem do respeito, do cuidado, de saber que tudo tem o seu tempo, mesmo ‘sem tempo’ e que o respeito mútuo é um aprendizado constante. Acho que é isso que dá sentido, sabe? Essa busca diária por entender como ser mais leve com os outros e, principalmente, com a gente mesmo.
E não dá pra esquecer dos momentos. Cada um deles conta. Às vezes a gente subestima as coisas pequenas, mas, no fim das contas, é nelas que a gente encontra o que realmente importa. Esses dias todos, apesar da correria, me mostraram o valor de estar presente.
Porque, no fim das contas, o que a gente constrói é o que a gente sente e compartilha, e acho que é aí que mora o que a gente vai deixar de verdade.
Xau, de volta a programação ‘normal’
Tudo meu agora é textão, mas, cara, nem sei muito bem como começar a falar sobre esses últimos 70 dias... parece que foi muito mais. A intensidade desse tempo me fez perceber tanta coisa que é até difícil de colocar em palavras. Cada momento trouxe uma lição diferente, e o mais louco é como isso tudo tem se traduzido em algo muito maior do que só passar pelos dias.
O que realmente ficou é a importância de trabalhar com leveza. Tipo, não aquela leveza que é superficial, mas uma que vem do respeito, do cuidado, de saber que tudo tem o seu tempo, mesmo ‘sem tempo’ e que o respeito mútuo é um aprendizado constante. Acho que é isso que dá sentido, sabe? Essa busca diária por entender como ser mais leve com os outros e, principalmente, com a gente mesmo.
E não dá pra esquecer dos momentos. Cada um deles conta. Às vezes a gente subestima as coisas pequenas, mas, no fim das contas, é nelas que a gente encontra o que realmente importa. Esses dias todos, apesar da correria, me mostraram o valor de estar presente.
Porque, no fim das contas, o que a gente constrói é o que a gente sente e compartilha, e acho que é aí que mora o que a gente vai deixar de verdade.
Xau, de volta a programação ‘normal’

Tudo meu agora é textão, mas, cara, nem sei muito bem como começar a falar sobre esses últimos 70 dias... parece que foi muito mais. A intensidade desse tempo me fez perceber tanta coisa que é até difícil de colocar em palavras. Cada momento trouxe uma lição diferente, e o mais louco é como isso tudo tem se traduzido em algo muito maior do que só passar pelos dias.
O que realmente ficou é a importância de trabalhar com leveza. Tipo, não aquela leveza que é superficial, mas uma que vem do respeito, do cuidado, de saber que tudo tem o seu tempo, mesmo ‘sem tempo’ e que o respeito mútuo é um aprendizado constante. Acho que é isso que dá sentido, sabe? Essa busca diária por entender como ser mais leve com os outros e, principalmente, com a gente mesmo.
E não dá pra esquecer dos momentos. Cada um deles conta. Às vezes a gente subestima as coisas pequenas, mas, no fim das contas, é nelas que a gente encontra o que realmente importa. Esses dias todos, apesar da correria, me mostraram o valor de estar presente.
Porque, no fim das contas, o que a gente constrói é o que a gente sente e compartilha, e acho que é aí que mora o que a gente vai deixar de verdade.
Xau, de volta a programação ‘normal’

Tudo meu agora é textão, mas, cara, nem sei muito bem como começar a falar sobre esses últimos 70 dias... parece que foi muito mais. A intensidade desse tempo me fez perceber tanta coisa que é até difícil de colocar em palavras. Cada momento trouxe uma lição diferente, e o mais louco é como isso tudo tem se traduzido em algo muito maior do que só passar pelos dias.
O que realmente ficou é a importância de trabalhar com leveza. Tipo, não aquela leveza que é superficial, mas uma que vem do respeito, do cuidado, de saber que tudo tem o seu tempo, mesmo ‘sem tempo’ e que o respeito mútuo é um aprendizado constante. Acho que é isso que dá sentido, sabe? Essa busca diária por entender como ser mais leve com os outros e, principalmente, com a gente mesmo.
E não dá pra esquecer dos momentos. Cada um deles conta. Às vezes a gente subestima as coisas pequenas, mas, no fim das contas, é nelas que a gente encontra o que realmente importa. Esses dias todos, apesar da correria, me mostraram o valor de estar presente.
Porque, no fim das contas, o que a gente constrói é o que a gente sente e compartilha, e acho que é aí que mora o que a gente vai deixar de verdade.
Xau, de volta a programação ‘normal’

Tudo meu agora é textão, mas, cara, nem sei muito bem como começar a falar sobre esses últimos 70 dias... parece que foi muito mais. A intensidade desse tempo me fez perceber tanta coisa que é até difícil de colocar em palavras. Cada momento trouxe uma lição diferente, e o mais louco é como isso tudo tem se traduzido em algo muito maior do que só passar pelos dias.
O que realmente ficou é a importância de trabalhar com leveza. Tipo, não aquela leveza que é superficial, mas uma que vem do respeito, do cuidado, de saber que tudo tem o seu tempo, mesmo ‘sem tempo’ e que o respeito mútuo é um aprendizado constante. Acho que é isso que dá sentido, sabe? Essa busca diária por entender como ser mais leve com os outros e, principalmente, com a gente mesmo.
E não dá pra esquecer dos momentos. Cada um deles conta. Às vezes a gente subestima as coisas pequenas, mas, no fim das contas, é nelas que a gente encontra o que realmente importa. Esses dias todos, apesar da correria, me mostraram o valor de estar presente.
Porque, no fim das contas, o que a gente constrói é o que a gente sente e compartilha, e acho que é aí que mora o que a gente vai deixar de verdade.
Xau, de volta a programação ‘normal’

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O que realmente ficou é a importância de trabalhar com leveza. Tipo, não aquela leveza que é superficial, mas uma que vem do respeito, do cuidado, de saber que tudo tem o seu tempo, mesmo ‘sem tempo’ e que o respeito mútuo é um aprendizado constante. Acho que é isso que dá sentido, sabe? Essa busca diária por entender como ser mais leve com os outros e, principalmente, com a gente mesmo.
E não dá pra esquecer dos momentos. Cada um deles conta. Às vezes a gente subestima as coisas pequenas, mas, no fim das contas, é nelas que a gente encontra o que realmente importa. Esses dias todos, apesar da correria, me mostraram o valor de estar presente.
Porque, no fim das contas, o que a gente constrói é o que a gente sente e compartilha, e acho que é aí que mora o que a gente vai deixar de verdade.
Xau, de volta a programação ‘normal’

Tudo meu agora é textão, mas, cara, nem sei muito bem como começar a falar sobre esses últimos 70 dias... parece que foi muito mais. A intensidade desse tempo me fez perceber tanta coisa que é até difícil de colocar em palavras. Cada momento trouxe uma lição diferente, e o mais louco é como isso tudo tem se traduzido em algo muito maior do que só passar pelos dias.
O que realmente ficou é a importância de trabalhar com leveza. Tipo, não aquela leveza que é superficial, mas uma que vem do respeito, do cuidado, de saber que tudo tem o seu tempo, mesmo ‘sem tempo’ e que o respeito mútuo é um aprendizado constante. Acho que é isso que dá sentido, sabe? Essa busca diária por entender como ser mais leve com os outros e, principalmente, com a gente mesmo.
E não dá pra esquecer dos momentos. Cada um deles conta. Às vezes a gente subestima as coisas pequenas, mas, no fim das contas, é nelas que a gente encontra o que realmente importa. Esses dias todos, apesar da correria, me mostraram o valor de estar presente.
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O que realmente ficou é a importância de trabalhar com leveza. Tipo, não aquela leveza que é superficial, mas uma que vem do respeito, do cuidado, de saber que tudo tem o seu tempo, mesmo ‘sem tempo’ e que o respeito mútuo é um aprendizado constante. Acho que é isso que dá sentido, sabe? Essa busca diária por entender como ser mais leve com os outros e, principalmente, com a gente mesmo.
E não dá pra esquecer dos momentos. Cada um deles conta. Às vezes a gente subestima as coisas pequenas, mas, no fim das contas, é nelas que a gente encontra o que realmente importa. Esses dias todos, apesar da correria, me mostraram o valor de estar presente.
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O que realmente ficou é a importância de trabalhar com leveza. Tipo, não aquela leveza que é superficial, mas uma que vem do respeito, do cuidado, de saber que tudo tem o seu tempo, mesmo ‘sem tempo’ e que o respeito mútuo é um aprendizado constante. Acho que é isso que dá sentido, sabe? Essa busca diária por entender como ser mais leve com os outros e, principalmente, com a gente mesmo.
E não dá pra esquecer dos momentos. Cada um deles conta. Às vezes a gente subestima as coisas pequenas, mas, no fim das contas, é nelas que a gente encontra o que realmente importa. Esses dias todos, apesar da correria, me mostraram o valor de estar presente.
Porque, no fim das contas, o que a gente constrói é o que a gente sente e compartilha, e acho que é aí que mora o que a gente vai deixar de verdade.
Xau, de volta a programação ‘normal’
Tudo meu agora é textão, mas, cara, nem sei muito bem como começar a falar sobre esses últimos 70 dias... parece que foi muito mais. A intensidade desse tempo me fez perceber tanta coisa que é até difícil de colocar em palavras. Cada momento trouxe uma lição diferente, e o mais louco é como isso tudo tem se traduzido em algo muito maior do que só passar pelos dias.
O que realmente ficou é a importância de trabalhar com leveza. Tipo, não aquela leveza que é superficial, mas uma que vem do respeito, do cuidado, de saber que tudo tem o seu tempo, mesmo ‘sem tempo’ e que o respeito mútuo é um aprendizado constante. Acho que é isso que dá sentido, sabe? Essa busca diária por entender como ser mais leve com os outros e, principalmente, com a gente mesmo.
E não dá pra esquecer dos momentos. Cada um deles conta. Às vezes a gente subestima as coisas pequenas, mas, no fim das contas, é nelas que a gente encontra o que realmente importa. Esses dias todos, apesar da correria, me mostraram o valor de estar presente.
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Xau, de volta a programação ‘normal’

Tudo meu agora é textão, mas, cara, nem sei muito bem como começar a falar sobre esses últimos 70 dias... parece que foi muito mais. A intensidade desse tempo me fez perceber tanta coisa que é até difícil de colocar em palavras. Cada momento trouxe uma lição diferente, e o mais louco é como isso tudo tem se traduzido em algo muito maior do que só passar pelos dias.
O que realmente ficou é a importância de trabalhar com leveza. Tipo, não aquela leveza que é superficial, mas uma que vem do respeito, do cuidado, de saber que tudo tem o seu tempo, mesmo ‘sem tempo’ e que o respeito mútuo é um aprendizado constante. Acho que é isso que dá sentido, sabe? Essa busca diária por entender como ser mais leve com os outros e, principalmente, com a gente mesmo.
E não dá pra esquecer dos momentos. Cada um deles conta. Às vezes a gente subestima as coisas pequenas, mas, no fim das contas, é nelas que a gente encontra o que realmente importa. Esses dias todos, apesar da correria, me mostraram o valor de estar presente.
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O que realmente ficou é a importância de trabalhar com leveza. Tipo, não aquela leveza que é superficial, mas uma que vem do respeito, do cuidado, de saber que tudo tem o seu tempo, mesmo ‘sem tempo’ e que o respeito mútuo é um aprendizado constante. Acho que é isso que dá sentido, sabe? Essa busca diária por entender como ser mais leve com os outros e, principalmente, com a gente mesmo.
E não dá pra esquecer dos momentos. Cada um deles conta. Às vezes a gente subestima as coisas pequenas, mas, no fim das contas, é nelas que a gente encontra o que realmente importa. Esses dias todos, apesar da correria, me mostraram o valor de estar presente.
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O que realmente ficou é a importância de trabalhar com leveza. Tipo, não aquela leveza que é superficial, mas uma que vem do respeito, do cuidado, de saber que tudo tem o seu tempo, mesmo ‘sem tempo’ e que o respeito mútuo é um aprendizado constante. Acho que é isso que dá sentido, sabe? Essa busca diária por entender como ser mais leve com os outros e, principalmente, com a gente mesmo.
E não dá pra esquecer dos momentos. Cada um deles conta. Às vezes a gente subestima as coisas pequenas, mas, no fim das contas, é nelas que a gente encontra o que realmente importa. Esses dias todos, apesar da correria, me mostraram o valor de estar presente.
Porque, no fim das contas, o que a gente constrói é o que a gente sente e compartilha, e acho que é aí que mora o que a gente vai deixar de verdade.
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O que realmente ficou é a importância de trabalhar com leveza. Tipo, não aquela leveza que é superficial, mas uma que vem do respeito, do cuidado, de saber que tudo tem o seu tempo, mesmo ‘sem tempo’ e que o respeito mútuo é um aprendizado constante. Acho que é isso que dá sentido, sabe? Essa busca diária por entender como ser mais leve com os outros e, principalmente, com a gente mesmo.
E não dá pra esquecer dos momentos. Cada um deles conta. Às vezes a gente subestima as coisas pequenas, mas, no fim das contas, é nelas que a gente encontra o que realmente importa. Esses dias todos, apesar da correria, me mostraram o valor de estar presente.
Porque, no fim das contas, o que a gente constrói é o que a gente sente e compartilha, e acho que é aí que mora o que a gente vai deixar de verdade.
Xau, de volta a programação ‘normal’

Tudo meu agora é textão, mas, cara, nem sei muito bem como começar a falar sobre esses últimos 70 dias... parece que foi muito mais. A intensidade desse tempo me fez perceber tanta coisa que é até difícil de colocar em palavras. Cada momento trouxe uma lição diferente, e o mais louco é como isso tudo tem se traduzido em algo muito maior do que só passar pelos dias.
O que realmente ficou é a importância de trabalhar com leveza. Tipo, não aquela leveza que é superficial, mas uma que vem do respeito, do cuidado, de saber que tudo tem o seu tempo, mesmo ‘sem tempo’ e que o respeito mútuo é um aprendizado constante. Acho que é isso que dá sentido, sabe? Essa busca diária por entender como ser mais leve com os outros e, principalmente, com a gente mesmo.
E não dá pra esquecer dos momentos. Cada um deles conta. Às vezes a gente subestima as coisas pequenas, mas, no fim das contas, é nelas que a gente encontra o que realmente importa. Esses dias todos, apesar da correria, me mostraram o valor de estar presente.
Porque, no fim das contas, o que a gente constrói é o que a gente sente e compartilha, e acho que é aí que mora o que a gente vai deixar de verdade.
Xau, de volta a programação ‘normal’

Tudo meu agora é textão, mas, cara, nem sei muito bem como começar a falar sobre esses últimos 70 dias... parece que foi muito mais. A intensidade desse tempo me fez perceber tanta coisa que é até difícil de colocar em palavras. Cada momento trouxe uma lição diferente, e o mais louco é como isso tudo tem se traduzido em algo muito maior do que só passar pelos dias.
O que realmente ficou é a importância de trabalhar com leveza. Tipo, não aquela leveza que é superficial, mas uma que vem do respeito, do cuidado, de saber que tudo tem o seu tempo, mesmo ‘sem tempo’ e que o respeito mútuo é um aprendizado constante. Acho que é isso que dá sentido, sabe? Essa busca diária por entender como ser mais leve com os outros e, principalmente, com a gente mesmo.
E não dá pra esquecer dos momentos. Cada um deles conta. Às vezes a gente subestima as coisas pequenas, mas, no fim das contas, é nelas que a gente encontra o que realmente importa. Esses dias todos, apesar da correria, me mostraram o valor de estar presente.
Porque, no fim das contas, o que a gente constrói é o que a gente sente e compartilha, e acho que é aí que mora o que a gente vai deixar de verdade.
Xau, de volta a programação ‘normal’

47/69
Não tem foto de trabalho, porque, No fim, o que importa são as conexões que construímos, e é nisso que foco minha atenção.
Meu trabalho, eu já sei fazer, que me entusiasma mesmo é estar com as pessoas, viver esses instantes, e guardar um pouco disso nas imagens.
Dar meu melhor, no melhor que tem, descomprimir do ritmo acelerado que às vezes nos consome.
Li recentemente isso aqui:
“Minha percepção do que o sucesso parece, para mim, é muito diferente da maioria. Quando me comprometo, estou 100 por cento dentro. Prefiro focar silenciosamente, sem ser interrompida por coisas que são uma distração para a autenticidade.”

47/69
Não tem foto de trabalho, porque, No fim, o que importa são as conexões que construímos, e é nisso que foco minha atenção.
Meu trabalho, eu já sei fazer, que me entusiasma mesmo é estar com as pessoas, viver esses instantes, e guardar um pouco disso nas imagens.
Dar meu melhor, no melhor que tem, descomprimir do ritmo acelerado que às vezes nos consome.
Li recentemente isso aqui:
“Minha percepção do que o sucesso parece, para mim, é muito diferente da maioria. Quando me comprometo, estou 100 por cento dentro. Prefiro focar silenciosamente, sem ser interrompida por coisas que são uma distração para a autenticidade.”

47/69
Não tem foto de trabalho, porque, No fim, o que importa são as conexões que construímos, e é nisso que foco minha atenção.
Meu trabalho, eu já sei fazer, que me entusiasma mesmo é estar com as pessoas, viver esses instantes, e guardar um pouco disso nas imagens.
Dar meu melhor, no melhor que tem, descomprimir do ritmo acelerado que às vezes nos consome.
Li recentemente isso aqui:
“Minha percepção do que o sucesso parece, para mim, é muito diferente da maioria. Quando me comprometo, estou 100 por cento dentro. Prefiro focar silenciosamente, sem ser interrompida por coisas que são uma distração para a autenticidade.”

47/69
Não tem foto de trabalho, porque, No fim, o que importa são as conexões que construímos, e é nisso que foco minha atenção.
Meu trabalho, eu já sei fazer, que me entusiasma mesmo é estar com as pessoas, viver esses instantes, e guardar um pouco disso nas imagens.
Dar meu melhor, no melhor que tem, descomprimir do ritmo acelerado que às vezes nos consome.
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Não tem foto de trabalho, porque, No fim, o que importa são as conexões que construímos, e é nisso que foco minha atenção.
Meu trabalho, eu já sei fazer, que me entusiasma mesmo é estar com as pessoas, viver esses instantes, e guardar um pouco disso nas imagens.
Dar meu melhor, no melhor que tem, descomprimir do ritmo acelerado que às vezes nos consome.
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“Minha percepção do que o sucesso parece, para mim, é muito diferente da maioria. Quando me comprometo, estou 100 por cento dentro. Prefiro focar silenciosamente, sem ser interrompida por coisas que são uma distração para a autenticidade.”

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Não tem foto de trabalho, porque, No fim, o que importa são as conexões que construímos, e é nisso que foco minha atenção.
Meu trabalho, eu já sei fazer, que me entusiasma mesmo é estar com as pessoas, viver esses instantes, e guardar um pouco disso nas imagens.
Dar meu melhor, no melhor que tem, descomprimir do ritmo acelerado que às vezes nos consome.
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“Minha percepção do que o sucesso parece, para mim, é muito diferente da maioria. Quando me comprometo, estou 100 por cento dentro. Prefiro focar silenciosamente, sem ser interrompida por coisas que são uma distração para a autenticidade.”

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Não tem foto de trabalho, porque, No fim, o que importa são as conexões que construímos, e é nisso que foco minha atenção.
Meu trabalho, eu já sei fazer, que me entusiasma mesmo é estar com as pessoas, viver esses instantes, e guardar um pouco disso nas imagens.
Dar meu melhor, no melhor que tem, descomprimir do ritmo acelerado que às vezes nos consome.
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“Minha percepção do que o sucesso parece, para mim, é muito diferente da maioria. Quando me comprometo, estou 100 por cento dentro. Prefiro focar silenciosamente, sem ser interrompida por coisas que são uma distração para a autenticidade.”

47/69
Não tem foto de trabalho, porque, No fim, o que importa são as conexões que construímos, e é nisso que foco minha atenção.
Meu trabalho, eu já sei fazer, que me entusiasma mesmo é estar com as pessoas, viver esses instantes, e guardar um pouco disso nas imagens.
Dar meu melhor, no melhor que tem, descomprimir do ritmo acelerado que às vezes nos consome.
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“Minha percepção do que o sucesso parece, para mim, é muito diferente da maioria. Quando me comprometo, estou 100 por cento dentro. Prefiro focar silenciosamente, sem ser interrompida por coisas que são uma distração para a autenticidade.”

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Não tem foto de trabalho, porque, No fim, o que importa são as conexões que construímos, e é nisso que foco minha atenção.
Meu trabalho, eu já sei fazer, que me entusiasma mesmo é estar com as pessoas, viver esses instantes, e guardar um pouco disso nas imagens.
Dar meu melhor, no melhor que tem, descomprimir do ritmo acelerado que às vezes nos consome.
Li recentemente isso aqui:
“Minha percepção do que o sucesso parece, para mim, é muito diferente da maioria. Quando me comprometo, estou 100 por cento dentro. Prefiro focar silenciosamente, sem ser interrompida por coisas que são uma distração para a autenticidade.”

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Não tem foto de trabalho, porque, No fim, o que importa são as conexões que construímos, e é nisso que foco minha atenção.
Meu trabalho, eu já sei fazer, que me entusiasma mesmo é estar com as pessoas, viver esses instantes, e guardar um pouco disso nas imagens.
Dar meu melhor, no melhor que tem, descomprimir do ritmo acelerado que às vezes nos consome.
Li recentemente isso aqui:
“Minha percepção do que o sucesso parece, para mim, é muito diferente da maioria. Quando me comprometo, estou 100 por cento dentro. Prefiro focar silenciosamente, sem ser interrompida por coisas que são uma distração para a autenticidade.”

47/69
Não tem foto de trabalho, porque, No fim, o que importa são as conexões que construímos, e é nisso que foco minha atenção.
Meu trabalho, eu já sei fazer, que me entusiasma mesmo é estar com as pessoas, viver esses instantes, e guardar um pouco disso nas imagens.
Dar meu melhor, no melhor que tem, descomprimir do ritmo acelerado que às vezes nos consome.
Li recentemente isso aqui:
“Minha percepção do que o sucesso parece, para mim, é muito diferente da maioria. Quando me comprometo, estou 100 por cento dentro. Prefiro focar silenciosamente, sem ser interrompida por coisas que são uma distração para a autenticidade.”

47/69
Não tem foto de trabalho, porque, No fim, o que importa são as conexões que construímos, e é nisso que foco minha atenção.
Meu trabalho, eu já sei fazer, que me entusiasma mesmo é estar com as pessoas, viver esses instantes, e guardar um pouco disso nas imagens.
Dar meu melhor, no melhor que tem, descomprimir do ritmo acelerado que às vezes nos consome.
Li recentemente isso aqui:
“Minha percepção do que o sucesso parece, para mim, é muito diferente da maioria. Quando me comprometo, estou 100 por cento dentro. Prefiro focar silenciosamente, sem ser interrompida por coisas que são uma distração para a autenticidade.”

47/69
Não tem foto de trabalho, porque, No fim, o que importa são as conexões que construímos, e é nisso que foco minha atenção.
Meu trabalho, eu já sei fazer, que me entusiasma mesmo é estar com as pessoas, viver esses instantes, e guardar um pouco disso nas imagens.
Dar meu melhor, no melhor que tem, descomprimir do ritmo acelerado que às vezes nos consome.
Li recentemente isso aqui:
“Minha percepção do que o sucesso parece, para mim, é muito diferente da maioria. Quando me comprometo, estou 100 por cento dentro. Prefiro focar silenciosamente, sem ser interrompida por coisas que são uma distração para a autenticidade.”
47/69
Não tem foto de trabalho, porque, No fim, o que importa são as conexões que construímos, e é nisso que foco minha atenção.
Meu trabalho, eu já sei fazer, que me entusiasma mesmo é estar com as pessoas, viver esses instantes, e guardar um pouco disso nas imagens.
Dar meu melhor, no melhor que tem, descomprimir do ritmo acelerado que às vezes nos consome.
Li recentemente isso aqui:
“Minha percepção do que o sucesso parece, para mim, é muito diferente da maioria. Quando me comprometo, estou 100 por cento dentro. Prefiro focar silenciosamente, sem ser interrompida por coisas que são uma distração para a autenticidade.”

47/69
Não tem foto de trabalho, porque, No fim, o que importa são as conexões que construímos, e é nisso que foco minha atenção.
Meu trabalho, eu já sei fazer, que me entusiasma mesmo é estar com as pessoas, viver esses instantes, e guardar um pouco disso nas imagens.
Dar meu melhor, no melhor que tem, descomprimir do ritmo acelerado que às vezes nos consome.
Li recentemente isso aqui:
“Minha percepção do que o sucesso parece, para mim, é muito diferente da maioria. Quando me comprometo, estou 100 por cento dentro. Prefiro focar silenciosamente, sem ser interrompida por coisas que são uma distração para a autenticidade.”

47/69
Não tem foto de trabalho, porque, No fim, o que importa são as conexões que construímos, e é nisso que foco minha atenção.
Meu trabalho, eu já sei fazer, que me entusiasma mesmo é estar com as pessoas, viver esses instantes, e guardar um pouco disso nas imagens.
Dar meu melhor, no melhor que tem, descomprimir do ritmo acelerado que às vezes nos consome.
Li recentemente isso aqui:
“Minha percepção do que o sucesso parece, para mim, é muito diferente da maioria. Quando me comprometo, estou 100 por cento dentro. Prefiro focar silenciosamente, sem ser interrompida por coisas que são uma distração para a autenticidade.”

Nesse dia por aqui.
Tudo me atravessa. Eu sinto muito, e isso nem sempre é bom. Eu percebo cada detalhe; às vezes enlouqueço. Nada passa por mim; dentro de mim, tudo pode ser leve ou denso, mas nunca morno. Sempre demais. 8 ou 80, é um inferno ser eu.
Eu nasci pra reparar, pra olhar. Acho que, nessa foto, eu tô reparando no fotógrafo. Acredito que foi um dos meus primeiros contatos com a fotografia. Um senhor retratista fez a foto da minha família, e é ela que carrega a saudade do meu pai, aquela saudade boa que me faz lembrar o cara foda que ele era. Ele sentia as coisas, e eu percebo que também sinto. Porra Velho, as vezes acho que pareço com você!
Eu sinto pessoas, sinto o lugar, sinto tudo. E quando não sei, me aproximo.
E aproximação é perceber, porque a foto perfeita não existe; existe a imagem que te toca. Que te faz sentir. Ela não precisa ser bem enquadrada, nítida, colorida, nada disso. A foto precisa contar uma história, te fazer imaginar. E o que você tá vendo aí é a minha família. Ela conta uma história e me faz sentir saudades do meu pai, às vezes da presença, às vezes do silêncio, às vezes da fisionomia. O que tem nessa foto é um pouco do que senti e sinto, e que talvez te faça sentir também. E assim eu conheço você, e assim você me conhece.
Saudades, velho! Tu me faz sentir.

Nesse dia por aqui.
Tudo me atravessa. Eu sinto muito, e isso nem sempre é bom. Eu percebo cada detalhe; às vezes enlouqueço. Nada passa por mim; dentro de mim, tudo pode ser leve ou denso, mas nunca morno. Sempre demais. 8 ou 80, é um inferno ser eu.
Eu nasci pra reparar, pra olhar. Acho que, nessa foto, eu tô reparando no fotógrafo. Acredito que foi um dos meus primeiros contatos com a fotografia. Um senhor retratista fez a foto da minha família, e é ela que carrega a saudade do meu pai, aquela saudade boa que me faz lembrar o cara foda que ele era. Ele sentia as coisas, e eu percebo que também sinto. Porra Velho, as vezes acho que pareço com você!
Eu sinto pessoas, sinto o lugar, sinto tudo. E quando não sei, me aproximo.
E aproximação é perceber, porque a foto perfeita não existe; existe a imagem que te toca. Que te faz sentir. Ela não precisa ser bem enquadrada, nítida, colorida, nada disso. A foto precisa contar uma história, te fazer imaginar. E o que você tá vendo aí é a minha família. Ela conta uma história e me faz sentir saudades do meu pai, às vezes da presença, às vezes do silêncio, às vezes da fisionomia. O que tem nessa foto é um pouco do que senti e sinto, e que talvez te faça sentir também. E assim eu conheço você, e assim você me conhece.
Saudades, velho! Tu me faz sentir.

Nesse dia por aqui.
Tudo me atravessa. Eu sinto muito, e isso nem sempre é bom. Eu percebo cada detalhe; às vezes enlouqueço. Nada passa por mim; dentro de mim, tudo pode ser leve ou denso, mas nunca morno. Sempre demais. 8 ou 80, é um inferno ser eu.
Eu nasci pra reparar, pra olhar. Acho que, nessa foto, eu tô reparando no fotógrafo. Acredito que foi um dos meus primeiros contatos com a fotografia. Um senhor retratista fez a foto da minha família, e é ela que carrega a saudade do meu pai, aquela saudade boa que me faz lembrar o cara foda que ele era. Ele sentia as coisas, e eu percebo que também sinto. Porra Velho, as vezes acho que pareço com você!
Eu sinto pessoas, sinto o lugar, sinto tudo. E quando não sei, me aproximo.
E aproximação é perceber, porque a foto perfeita não existe; existe a imagem que te toca. Que te faz sentir. Ela não precisa ser bem enquadrada, nítida, colorida, nada disso. A foto precisa contar uma história, te fazer imaginar. E o que você tá vendo aí é a minha família. Ela conta uma história e me faz sentir saudades do meu pai, às vezes da presença, às vezes do silêncio, às vezes da fisionomia. O que tem nessa foto é um pouco do que senti e sinto, e que talvez te faça sentir também. E assim eu conheço você, e assim você me conhece.
Saudades, velho! Tu me faz sentir.

Entre a pressa
e os ponteiros que correm
vou observando
visitando
Revisitando
e aí vai nascendo sequências
Novos momentos
como numa tentativa
de um suspiro de serenidade.
Que se transforma
Todo
dia
aprendendo a respirar
pausadamente
assim capturando a luz que…
pra mim, dança
suavemente nas bordas do cotidiano.
um exercício de contemplação, um convite para observar com o coração e absorver com a alma, buscando o que tá escondido na simplicidade dos instantes.

Entre a pressa
e os ponteiros que correm
vou observando
visitando
Revisitando
e aí vai nascendo sequências
Novos momentos
como numa tentativa
de um suspiro de serenidade.
Que se transforma
Todo
dia
aprendendo a respirar
pausadamente
assim capturando a luz que…
pra mim, dança
suavemente nas bordas do cotidiano.
um exercício de contemplação, um convite para observar com o coração e absorver com a alma, buscando o que tá escondido na simplicidade dos instantes.

Entre a pressa
e os ponteiros que correm
vou observando
visitando
Revisitando
e aí vai nascendo sequências
Novos momentos
como numa tentativa
de um suspiro de serenidade.
Que se transforma
Todo
dia
aprendendo a respirar
pausadamente
assim capturando a luz que…
pra mim, dança
suavemente nas bordas do cotidiano.
um exercício de contemplação, um convite para observar com o coração e absorver com a alma, buscando o que tá escondido na simplicidade dos instantes.

Entre a pressa
e os ponteiros que correm
vou observando
visitando
Revisitando
e aí vai nascendo sequências
Novos momentos
como numa tentativa
de um suspiro de serenidade.
Que se transforma
Todo
dia
aprendendo a respirar
pausadamente
assim capturando a luz que…
pra mim, dança
suavemente nas bordas do cotidiano.
um exercício de contemplação, um convite para observar com o coração e absorver com a alma, buscando o que tá escondido na simplicidade dos instantes.

Entre a pressa
e os ponteiros que correm
vou observando
visitando
Revisitando
e aí vai nascendo sequências
Novos momentos
como numa tentativa
de um suspiro de serenidade.
Que se transforma
Todo
dia
aprendendo a respirar
pausadamente
assim capturando a luz que…
pra mim, dança
suavemente nas bordas do cotidiano.
um exercício de contemplação, um convite para observar com o coração e absorver com a alma, buscando o que tá escondido na simplicidade dos instantes.

Entre a pressa
e os ponteiros que correm
vou observando
visitando
Revisitando
e aí vai nascendo sequências
Novos momentos
como numa tentativa
de um suspiro de serenidade.
Que se transforma
Todo
dia
aprendendo a respirar
pausadamente
assim capturando a luz que…
pra mim, dança
suavemente nas bordas do cotidiano.
um exercício de contemplação, um convite para observar com o coração e absorver com a alma, buscando o que tá escondido na simplicidade dos instantes.

Entre a pressa
e os ponteiros que correm
vou observando
visitando
Revisitando
e aí vai nascendo sequências
Novos momentos
como numa tentativa
de um suspiro de serenidade.
Que se transforma
Todo
dia
aprendendo a respirar
pausadamente
assim capturando a luz que…
pra mim, dança
suavemente nas bordas do cotidiano.
um exercício de contemplação, um convite para observar com o coração e absorver com a alma, buscando o que tá escondido na simplicidade dos instantes.

Entre a pressa
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vou observando
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Revisitando
e aí vai nascendo sequências
Novos momentos
como numa tentativa
de um suspiro de serenidade.
Que se transforma
Todo
dia
aprendendo a respirar
pausadamente
assim capturando a luz que…
pra mim, dança
suavemente nas bordas do cotidiano.
um exercício de contemplação, um convite para observar com o coração e absorver com a alma, buscando o que tá escondido na simplicidade dos instantes.

Entre a pressa
e os ponteiros que correm
vou observando
visitando
Revisitando
e aí vai nascendo sequências
Novos momentos
como numa tentativa
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Que se transforma
Todo
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aprendendo a respirar
pausadamente
assim capturando a luz que…
pra mim, dança
suavemente nas bordas do cotidiano.
um exercício de contemplação, um convite para observar com o coração e absorver com a alma, buscando o que tá escondido na simplicidade dos instantes.

Entre a pressa
e os ponteiros que correm
vou observando
visitando
Revisitando
e aí vai nascendo sequências
Novos momentos
como numa tentativa
de um suspiro de serenidade.
Que se transforma
Todo
dia
aprendendo a respirar
pausadamente
assim capturando a luz que…
pra mim, dança
suavemente nas bordas do cotidiano.
um exercício de contemplação, um convite para observar com o coração e absorver com a alma, buscando o que tá escondido na simplicidade dos instantes.

Finalmente consegui descansar, O relógio, esse tirano,
Insiste em me chamar, correndo a gente nem percebe que tudo vai passando, depressa e o tempo, esse danado,
Também sabe dar beleza,
Quando deixa o homem parado. Até o próximo Kairos

Finalmente consegui descansar, O relógio, esse tirano,
Insiste em me chamar, correndo a gente nem percebe que tudo vai passando, depressa e o tempo, esse danado,
Também sabe dar beleza,
Quando deixa o homem parado. Até o próximo Kairos
Finalmente consegui descansar, O relógio, esse tirano,
Insiste em me chamar, correndo a gente nem percebe que tudo vai passando, depressa e o tempo, esse danado,
Também sabe dar beleza,
Quando deixa o homem parado. Até o próximo Kairos

Finalmente consegui descansar, O relógio, esse tirano,
Insiste em me chamar, correndo a gente nem percebe que tudo vai passando, depressa e o tempo, esse danado,
Também sabe dar beleza,
Quando deixa o homem parado. Até o próximo Kairos

Finalmente consegui descansar, O relógio, esse tirano,
Insiste em me chamar, correndo a gente nem percebe que tudo vai passando, depressa e o tempo, esse danado,
Também sabe dar beleza,
Quando deixa o homem parado. Até o próximo Kairos

Finalmente consegui descansar, O relógio, esse tirano,
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Também sabe dar beleza,
Quando deixa o homem parado. Até o próximo Kairos

Finalmente consegui descansar, O relógio, esse tirano,
Insiste em me chamar, correndo a gente nem percebe que tudo vai passando, depressa e o tempo, esse danado,
Também sabe dar beleza,
Quando deixa o homem parado. Até o próximo Kairos

Finalmente consegui descansar, O relógio, esse tirano,
Insiste em me chamar, correndo a gente nem percebe que tudo vai passando, depressa e o tempo, esse danado,
Também sabe dar beleza,
Quando deixa o homem parado. Até o próximo Kairos
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