
SP NAITE, minha nova publicação reúne uma seleção de fotografias de 2018 à 2024, feitas em festas de música eletrônica como a Mamba Negra e a Caldo, em galpões, praças e ruas ocupados por essas festas e pessoas, que criam uma zona libertária temporária, onde podemos experimentar a corporalidade e a performatividade. Espaços para celebrar os corpos, descansar da identidade, onde vemos ampliar as possibilidades de corpas e a ideia de gênero. Vemos retratos de grandes artistas e também fotografias de raízes de árvores em São Paulo, rachando o concreto e abrindo espaço na terra para poder viver, como as pessoas que encontram nessas festas uma brecha para existir fora do sistema de aprisionamento e controle do nosso corpo.
.
Design de @namibia___chroma
.
Impressão na @panc.press
.
R$ 60 (preço especial de lançamento)
32 páginas
10x15cm
tiragem: 60
.
(Na última foto, minhas publicações reunidas)
Fotos @ricardo.tokugawa

SP NAITE, minha nova publicação reúne uma seleção de fotografias de 2018 à 2024, feitas em festas de música eletrônica como a Mamba Negra e a Caldo, em galpões, praças e ruas ocupados por essas festas e pessoas, que criam uma zona libertária temporária, onde podemos experimentar a corporalidade e a performatividade. Espaços para celebrar os corpos, descansar da identidade, onde vemos ampliar as possibilidades de corpas e a ideia de gênero. Vemos retratos de grandes artistas e também fotografias de raízes de árvores em São Paulo, rachando o concreto e abrindo espaço na terra para poder viver, como as pessoas que encontram nessas festas uma brecha para existir fora do sistema de aprisionamento e controle do nosso corpo.
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Design de @namibia___chroma
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Impressão na @panc.press
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R$ 60 (preço especial de lançamento)
32 páginas
10x15cm
tiragem: 60
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(Na última foto, minhas publicações reunidas)
Fotos @ricardo.tokugawa

SP NAITE, minha nova publicação reúne uma seleção de fotografias de 2018 à 2024, feitas em festas de música eletrônica como a Mamba Negra e a Caldo, em galpões, praças e ruas ocupados por essas festas e pessoas, que criam uma zona libertária temporária, onde podemos experimentar a corporalidade e a performatividade. Espaços para celebrar os corpos, descansar da identidade, onde vemos ampliar as possibilidades de corpas e a ideia de gênero. Vemos retratos de grandes artistas e também fotografias de raízes de árvores em São Paulo, rachando o concreto e abrindo espaço na terra para poder viver, como as pessoas que encontram nessas festas uma brecha para existir fora do sistema de aprisionamento e controle do nosso corpo.
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Impressão na @panc.press
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R$ 60 (preço especial de lançamento)
32 páginas
10x15cm
tiragem: 60
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(Na última foto, minhas publicações reunidas)
Fotos @ricardo.tokugawa

SP NAITE, minha nova publicação reúne uma seleção de fotografias de 2018 à 2024, feitas em festas de música eletrônica como a Mamba Negra e a Caldo, em galpões, praças e ruas ocupados por essas festas e pessoas, que criam uma zona libertária temporária, onde podemos experimentar a corporalidade e a performatividade. Espaços para celebrar os corpos, descansar da identidade, onde vemos ampliar as possibilidades de corpas e a ideia de gênero. Vemos retratos de grandes artistas e também fotografias de raízes de árvores em São Paulo, rachando o concreto e abrindo espaço na terra para poder viver, como as pessoas que encontram nessas festas uma brecha para existir fora do sistema de aprisionamento e controle do nosso corpo.
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Impressão na @panc.press
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R$ 60 (preço especial de lançamento)
32 páginas
10x15cm
tiragem: 60
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(Na última foto, minhas publicações reunidas)
Fotos @ricardo.tokugawa

SP NAITE, minha nova publicação reúne uma seleção de fotografias de 2018 à 2024, feitas em festas de música eletrônica como a Mamba Negra e a Caldo, em galpões, praças e ruas ocupados por essas festas e pessoas, que criam uma zona libertária temporária, onde podemos experimentar a corporalidade e a performatividade. Espaços para celebrar os corpos, descansar da identidade, onde vemos ampliar as possibilidades de corpas e a ideia de gênero. Vemos retratos de grandes artistas e também fotografias de raízes de árvores em São Paulo, rachando o concreto e abrindo espaço na terra para poder viver, como as pessoas que encontram nessas festas uma brecha para existir fora do sistema de aprisionamento e controle do nosso corpo.
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Design de @namibia___chroma
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Impressão na @panc.press
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R$ 60 (preço especial de lançamento)
32 páginas
10x15cm
tiragem: 60
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(Na última foto, minhas publicações reunidas)
Fotos @ricardo.tokugawa

SP NAITE, minha nova publicação reúne uma seleção de fotografias de 2018 à 2024, feitas em festas de música eletrônica como a Mamba Negra e a Caldo, em galpões, praças e ruas ocupados por essas festas e pessoas, que criam uma zona libertária temporária, onde podemos experimentar a corporalidade e a performatividade. Espaços para celebrar os corpos, descansar da identidade, onde vemos ampliar as possibilidades de corpas e a ideia de gênero. Vemos retratos de grandes artistas e também fotografias de raízes de árvores em São Paulo, rachando o concreto e abrindo espaço na terra para poder viver, como as pessoas que encontram nessas festas uma brecha para existir fora do sistema de aprisionamento e controle do nosso corpo.
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Design de @namibia___chroma
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Impressão na @panc.press
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R$ 60 (preço especial de lançamento)
32 páginas
10x15cm
tiragem: 60
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(Na última foto, minhas publicações reunidas)
Fotos @ricardo.tokugawa

SP NAITE, minha nova publicação reúne uma seleção de fotografias de 2018 à 2024, feitas em festas de música eletrônica como a Mamba Negra e a Caldo, em galpões, praças e ruas ocupados por essas festas e pessoas, que criam uma zona libertária temporária, onde podemos experimentar a corporalidade e a performatividade. Espaços para celebrar os corpos, descansar da identidade, onde vemos ampliar as possibilidades de corpas e a ideia de gênero. Vemos retratos de grandes artistas e também fotografias de raízes de árvores em São Paulo, rachando o concreto e abrindo espaço na terra para poder viver, como as pessoas que encontram nessas festas uma brecha para existir fora do sistema de aprisionamento e controle do nosso corpo.
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R$ 60 (preço especial de lançamento)
32 páginas
10x15cm
tiragem: 60
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(Na última foto, minhas publicações reunidas)
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SP NAITE, minha nova publicação reúne uma seleção de fotografias de 2018 à 2024, feitas em festas de música eletrônica como a Mamba Negra e a Caldo, em galpões, praças e ruas ocupados por essas festas e pessoas, que criam uma zona libertária temporária, onde podemos experimentar a corporalidade e a performatividade. Espaços para celebrar os corpos, descansar da identidade, onde vemos ampliar as possibilidades de corpas e a ideia de gênero. Vemos retratos de grandes artistas e também fotografias de raízes de árvores em São Paulo, rachando o concreto e abrindo espaço na terra para poder viver, como as pessoas que encontram nessas festas uma brecha para existir fora do sistema de aprisionamento e controle do nosso corpo.
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R$ 60 (preço especial de lançamento)
32 páginas
10x15cm
tiragem: 60
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SP NAITE, minha nova publicação reúne uma seleção de fotografias de 2018 à 2024, feitas em festas de música eletrônica como a Mamba Negra e a Caldo, em galpões, praças e ruas ocupados por essas festas e pessoas, que criam uma zona libertária temporária, onde podemos experimentar a corporalidade e a performatividade. Espaços para celebrar os corpos, descansar da identidade, onde vemos ampliar as possibilidades de corpas e a ideia de gênero. Vemos retratos de grandes artistas e também fotografias de raízes de árvores em São Paulo, rachando o concreto e abrindo espaço na terra para poder viver, como as pessoas que encontram nessas festas uma brecha para existir fora do sistema de aprisionamento e controle do nosso corpo.
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Impressão na @panc.press
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R$ 60 (preço especial de lançamento)
32 páginas
10x15cm
tiragem: 60
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SP NAITE, minha nova publicação reúne uma seleção de fotografias de 2018 à 2024, feitas em festas de música eletrônica como a Mamba Negra e a Caldo, em galpões, praças e ruas ocupados por essas festas e pessoas, que criam uma zona libertária temporária, onde podemos experimentar a corporalidade e a performatividade. Espaços para celebrar os corpos, descansar da identidade, onde vemos ampliar as possibilidades de corpas e a ideia de gênero. Vemos retratos de grandes artistas e também fotografias de raízes de árvores em São Paulo, rachando o concreto e abrindo espaço na terra para poder viver, como as pessoas que encontram nessas festas uma brecha para existir fora do sistema de aprisionamento e controle do nosso corpo.
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Design de @namibia___chroma
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Impressão na @panc.press
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R$ 60 (preço especial de lançamento)
32 páginas
10x15cm
tiragem: 60
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(Na última foto, minhas publicações reunidas)
Fotos @ricardo.tokugawa

Corpo Presente, 2019
"O fotolivro apresenta imagens de protestos, mas esta não é uma frase que resolve o livro. O que vemos são registros de atos políticos. Não apenas aqueles convencionais, com cartazes nas ruas, mas também de festas e outros eventos. Em comum, todos propõem um embate físico com forças repressoras das mais diversas instâncias.
Embora a maioria das imagens seja dos corpos vulneráveis dos insurgentes, são as fotos dos policiais que mais saltam à vista. A primeira imagem do livro mostra um policial não identificado segurando uma escopeta. Na sequência, um deles porta uma câmera de vídeo e aponta para os manifestantes. Quase no fim, um policial com caneleiras segura um enorme escudo retangular enquanto avança na direção do fotógrafo.
As últimas páginas trazem fotografias do edifício Wilton Paes de Almeida, que desabou no Largo do Paissandu em 2018. O livro, impresso em risografia, está dividido em cinco capítulos que, embora não pareçam indicar qualquer ordem cronológica, contam uma parte importante da história de uma São Paulo às vésperas de uma nova década, habitada por corpos que resistem mesmo quando as ruínas do Estado desabam sobre cabeças e calçadas." (revista Zum)
Fotografia: Fe Avila
Design: Estúdio Margem
Curadoria e texto: Guilherme Teixeira
Pesquisa e texto: Carminda André
80 páginas
25x19cm
papel jornal, Olin 90g e metálico
tiragem: 200
[primeira tiragem esgotada]

Corpo Presente, 2019
"O fotolivro apresenta imagens de protestos, mas esta não é uma frase que resolve o livro. O que vemos são registros de atos políticos. Não apenas aqueles convencionais, com cartazes nas ruas, mas também de festas e outros eventos. Em comum, todos propõem um embate físico com forças repressoras das mais diversas instâncias.
Embora a maioria das imagens seja dos corpos vulneráveis dos insurgentes, são as fotos dos policiais que mais saltam à vista. A primeira imagem do livro mostra um policial não identificado segurando uma escopeta. Na sequência, um deles porta uma câmera de vídeo e aponta para os manifestantes. Quase no fim, um policial com caneleiras segura um enorme escudo retangular enquanto avança na direção do fotógrafo.
As últimas páginas trazem fotografias do edifício Wilton Paes de Almeida, que desabou no Largo do Paissandu em 2018. O livro, impresso em risografia, está dividido em cinco capítulos que, embora não pareçam indicar qualquer ordem cronológica, contam uma parte importante da história de uma São Paulo às vésperas de uma nova década, habitada por corpos que resistem mesmo quando as ruínas do Estado desabam sobre cabeças e calçadas." (revista Zum)
Fotografia: Fe Avila
Design: Estúdio Margem
Curadoria e texto: Guilherme Teixeira
Pesquisa e texto: Carminda André
80 páginas
25x19cm
papel jornal, Olin 90g e metálico
tiragem: 200
[primeira tiragem esgotada]

Corpo Presente, 2019
"O fotolivro apresenta imagens de protestos, mas esta não é uma frase que resolve o livro. O que vemos são registros de atos políticos. Não apenas aqueles convencionais, com cartazes nas ruas, mas também de festas e outros eventos. Em comum, todos propõem um embate físico com forças repressoras das mais diversas instâncias.
Embora a maioria das imagens seja dos corpos vulneráveis dos insurgentes, são as fotos dos policiais que mais saltam à vista. A primeira imagem do livro mostra um policial não identificado segurando uma escopeta. Na sequência, um deles porta uma câmera de vídeo e aponta para os manifestantes. Quase no fim, um policial com caneleiras segura um enorme escudo retangular enquanto avança na direção do fotógrafo.
As últimas páginas trazem fotografias do edifício Wilton Paes de Almeida, que desabou no Largo do Paissandu em 2018. O livro, impresso em risografia, está dividido em cinco capítulos que, embora não pareçam indicar qualquer ordem cronológica, contam uma parte importante da história de uma São Paulo às vésperas de uma nova década, habitada por corpos que resistem mesmo quando as ruínas do Estado desabam sobre cabeças e calçadas." (revista Zum)
Fotografia: Fe Avila
Design: Estúdio Margem
Curadoria e texto: Guilherme Teixeira
Pesquisa e texto: Carminda André
80 páginas
25x19cm
papel jornal, Olin 90g e metálico
tiragem: 200
[primeira tiragem esgotada]

Corpo Presente, 2019
"O fotolivro apresenta imagens de protestos, mas esta não é uma frase que resolve o livro. O que vemos são registros de atos políticos. Não apenas aqueles convencionais, com cartazes nas ruas, mas também de festas e outros eventos. Em comum, todos propõem um embate físico com forças repressoras das mais diversas instâncias.
Embora a maioria das imagens seja dos corpos vulneráveis dos insurgentes, são as fotos dos policiais que mais saltam à vista. A primeira imagem do livro mostra um policial não identificado segurando uma escopeta. Na sequência, um deles porta uma câmera de vídeo e aponta para os manifestantes. Quase no fim, um policial com caneleiras segura um enorme escudo retangular enquanto avança na direção do fotógrafo.
As últimas páginas trazem fotografias do edifício Wilton Paes de Almeida, que desabou no Largo do Paissandu em 2018. O livro, impresso em risografia, está dividido em cinco capítulos que, embora não pareçam indicar qualquer ordem cronológica, contam uma parte importante da história de uma São Paulo às vésperas de uma nova década, habitada por corpos que resistem mesmo quando as ruínas do Estado desabam sobre cabeças e calçadas." (revista Zum)
Fotografia: Fe Avila
Design: Estúdio Margem
Curadoria e texto: Guilherme Teixeira
Pesquisa e texto: Carminda André
80 páginas
25x19cm
papel jornal, Olin 90g e metálico
tiragem: 200
[primeira tiragem esgotada]

Corpo Presente, 2019
"O fotolivro apresenta imagens de protestos, mas esta não é uma frase que resolve o livro. O que vemos são registros de atos políticos. Não apenas aqueles convencionais, com cartazes nas ruas, mas também de festas e outros eventos. Em comum, todos propõem um embate físico com forças repressoras das mais diversas instâncias.
Embora a maioria das imagens seja dos corpos vulneráveis dos insurgentes, são as fotos dos policiais que mais saltam à vista. A primeira imagem do livro mostra um policial não identificado segurando uma escopeta. Na sequência, um deles porta uma câmera de vídeo e aponta para os manifestantes. Quase no fim, um policial com caneleiras segura um enorme escudo retangular enquanto avança na direção do fotógrafo.
As últimas páginas trazem fotografias do edifício Wilton Paes de Almeida, que desabou no Largo do Paissandu em 2018. O livro, impresso em risografia, está dividido em cinco capítulos que, embora não pareçam indicar qualquer ordem cronológica, contam uma parte importante da história de uma São Paulo às vésperas de uma nova década, habitada por corpos que resistem mesmo quando as ruínas do Estado desabam sobre cabeças e calçadas." (revista Zum)
Fotografia: Fe Avila
Design: Estúdio Margem
Curadoria e texto: Guilherme Teixeira
Pesquisa e texto: Carminda André
80 páginas
25x19cm
papel jornal, Olin 90g e metálico
tiragem: 200
[primeira tiragem esgotada]

Corpo Presente, 2019
"O fotolivro apresenta imagens de protestos, mas esta não é uma frase que resolve o livro. O que vemos são registros de atos políticos. Não apenas aqueles convencionais, com cartazes nas ruas, mas também de festas e outros eventos. Em comum, todos propõem um embate físico com forças repressoras das mais diversas instâncias.
Embora a maioria das imagens seja dos corpos vulneráveis dos insurgentes, são as fotos dos policiais que mais saltam à vista. A primeira imagem do livro mostra um policial não identificado segurando uma escopeta. Na sequência, um deles porta uma câmera de vídeo e aponta para os manifestantes. Quase no fim, um policial com caneleiras segura um enorme escudo retangular enquanto avança na direção do fotógrafo.
As últimas páginas trazem fotografias do edifício Wilton Paes de Almeida, que desabou no Largo do Paissandu em 2018. O livro, impresso em risografia, está dividido em cinco capítulos que, embora não pareçam indicar qualquer ordem cronológica, contam uma parte importante da história de uma São Paulo às vésperas de uma nova década, habitada por corpos que resistem mesmo quando as ruínas do Estado desabam sobre cabeças e calçadas." (revista Zum)
Fotografia: Fe Avila
Design: Estúdio Margem
Curadoria e texto: Guilherme Teixeira
Pesquisa e texto: Carminda André
80 páginas
25x19cm
papel jornal, Olin 90g e metálico
tiragem: 200
[primeira tiragem esgotada]

Corpo Presente, 2019
"O fotolivro apresenta imagens de protestos, mas esta não é uma frase que resolve o livro. O que vemos são registros de atos políticos. Não apenas aqueles convencionais, com cartazes nas ruas, mas também de festas e outros eventos. Em comum, todos propõem um embate físico com forças repressoras das mais diversas instâncias.
Embora a maioria das imagens seja dos corpos vulneráveis dos insurgentes, são as fotos dos policiais que mais saltam à vista. A primeira imagem do livro mostra um policial não identificado segurando uma escopeta. Na sequência, um deles porta uma câmera de vídeo e aponta para os manifestantes. Quase no fim, um policial com caneleiras segura um enorme escudo retangular enquanto avança na direção do fotógrafo.
As últimas páginas trazem fotografias do edifício Wilton Paes de Almeida, que desabou no Largo do Paissandu em 2018. O livro, impresso em risografia, está dividido em cinco capítulos que, embora não pareçam indicar qualquer ordem cronológica, contam uma parte importante da história de uma São Paulo às vésperas de uma nova década, habitada por corpos que resistem mesmo quando as ruínas do Estado desabam sobre cabeças e calçadas." (revista Zum)
Fotografia: Fe Avila
Design: Estúdio Margem
Curadoria e texto: Guilherme Teixeira
Pesquisa e texto: Carminda André
80 páginas
25x19cm
papel jornal, Olin 90g e metálico
tiragem: 200
[primeira tiragem esgotada]

Corpo Presente, 2019
"O fotolivro apresenta imagens de protestos, mas esta não é uma frase que resolve o livro. O que vemos são registros de atos políticos. Não apenas aqueles convencionais, com cartazes nas ruas, mas também de festas e outros eventos. Em comum, todos propõem um embate físico com forças repressoras das mais diversas instâncias.
Embora a maioria das imagens seja dos corpos vulneráveis dos insurgentes, são as fotos dos policiais que mais saltam à vista. A primeira imagem do livro mostra um policial não identificado segurando uma escopeta. Na sequência, um deles porta uma câmera de vídeo e aponta para os manifestantes. Quase no fim, um policial com caneleiras segura um enorme escudo retangular enquanto avança na direção do fotógrafo.
As últimas páginas trazem fotografias do edifício Wilton Paes de Almeida, que desabou no Largo do Paissandu em 2018. O livro, impresso em risografia, está dividido em cinco capítulos que, embora não pareçam indicar qualquer ordem cronológica, contam uma parte importante da história de uma São Paulo às vésperas de uma nova década, habitada por corpos que resistem mesmo quando as ruínas do Estado desabam sobre cabeças e calçadas." (revista Zum)
Fotografia: Fe Avila
Design: Estúdio Margem
Curadoria e texto: Guilherme Teixeira
Pesquisa e texto: Carminda André
80 páginas
25x19cm
papel jornal, Olin 90g e metálico
tiragem: 200
[primeira tiragem esgotada]

Corpo Presente, 2019
"O fotolivro apresenta imagens de protestos, mas esta não é uma frase que resolve o livro. O que vemos são registros de atos políticos. Não apenas aqueles convencionais, com cartazes nas ruas, mas também de festas e outros eventos. Em comum, todos propõem um embate físico com forças repressoras das mais diversas instâncias.
Embora a maioria das imagens seja dos corpos vulneráveis dos insurgentes, são as fotos dos policiais que mais saltam à vista. A primeira imagem do livro mostra um policial não identificado segurando uma escopeta. Na sequência, um deles porta uma câmera de vídeo e aponta para os manifestantes. Quase no fim, um policial com caneleiras segura um enorme escudo retangular enquanto avança na direção do fotógrafo.
As últimas páginas trazem fotografias do edifício Wilton Paes de Almeida, que desabou no Largo do Paissandu em 2018. O livro, impresso em risografia, está dividido em cinco capítulos que, embora não pareçam indicar qualquer ordem cronológica, contam uma parte importante da história de uma São Paulo às vésperas de uma nova década, habitada por corpos que resistem mesmo quando as ruínas do Estado desabam sobre cabeças e calçadas." (revista Zum)
Fotografia: Fe Avila
Design: Estúdio Margem
Curadoria e texto: Guilherme Teixeira
Pesquisa e texto: Carminda André
80 páginas
25x19cm
papel jornal, Olin 90g e metálico
tiragem: 200
[primeira tiragem esgotada]

Corpo Presente, 2019
"O fotolivro apresenta imagens de protestos, mas esta não é uma frase que resolve o livro. O que vemos são registros de atos políticos. Não apenas aqueles convencionais, com cartazes nas ruas, mas também de festas e outros eventos. Em comum, todos propõem um embate físico com forças repressoras das mais diversas instâncias.
Embora a maioria das imagens seja dos corpos vulneráveis dos insurgentes, são as fotos dos policiais que mais saltam à vista. A primeira imagem do livro mostra um policial não identificado segurando uma escopeta. Na sequência, um deles porta uma câmera de vídeo e aponta para os manifestantes. Quase no fim, um policial com caneleiras segura um enorme escudo retangular enquanto avança na direção do fotógrafo.
As últimas páginas trazem fotografias do edifício Wilton Paes de Almeida, que desabou no Largo do Paissandu em 2018. O livro, impresso em risografia, está dividido em cinco capítulos que, embora não pareçam indicar qualquer ordem cronológica, contam uma parte importante da história de uma São Paulo às vésperas de uma nova década, habitada por corpos que resistem mesmo quando as ruínas do Estado desabam sobre cabeças e calçadas." (revista Zum)
Fotografia: Fe Avila
Design: Estúdio Margem
Curadoria e texto: Guilherme Teixeira
Pesquisa e texto: Carminda André
80 páginas
25x19cm
papel jornal, Olin 90g e metálico
tiragem: 200
[primeira tiragem esgotada]

No encontro tudo se dilui, 2022
o ego quer nos manter presos à certeza da identidade, mas a alma quer se diluir, se misturar e sentir que faz parte de algo muito maior que o eu. tudo se transforma, a natureza é mudança, a cura se dá no encontro, na transformação, no encontro tudo se dilui. esta série fotográfica nasceu da vontade de experimentar a partir do encontro, da necessidade de viver a solidão coletivamente, e da tentativa de criar imagens de forma compartilhada, através das telas.
fotografias são rastros da nossa autobiografia, são as ficções que se tornam reais. pensei nos autorretratos e nas performances para a câmera como uma despossessão, como um processo terapêutico que me ajuda a tratar traumas. fotografar é também um desafio de colocar-se diante do outro, fazer desse encontro algo memorável, como dilatar o tempo, como sair de si através da câmera, experimentar uma dissociação do eu.
esse é meu segundo fotolivro, dando continuidade a minha pesquisa com a fotografia, pensando em corpo, performatividade, identidade de gênero.
Fotografia e texto: Fe Avila
Edição de imagens: Fe Avila e @casemirovitor
Design: @martinica.space
Editora: @lovelyhouse.casadelivros
Impressão: @graficacinelandia
ISBN: 978-85-85039-09-7
80 páginas
25x17cm
papel couché brilho 115g, papel vegetal 102g, sobrecapa em PVC
tiragem: 300
[à venda direto comigo ou na @lovelyhouse.casadelivros]

No encontro tudo se dilui, 2022
o ego quer nos manter presos à certeza da identidade, mas a alma quer se diluir, se misturar e sentir que faz parte de algo muito maior que o eu. tudo se transforma, a natureza é mudança, a cura se dá no encontro, na transformação, no encontro tudo se dilui. esta série fotográfica nasceu da vontade de experimentar a partir do encontro, da necessidade de viver a solidão coletivamente, e da tentativa de criar imagens de forma compartilhada, através das telas.
fotografias são rastros da nossa autobiografia, são as ficções que se tornam reais. pensei nos autorretratos e nas performances para a câmera como uma despossessão, como um processo terapêutico que me ajuda a tratar traumas. fotografar é também um desafio de colocar-se diante do outro, fazer desse encontro algo memorável, como dilatar o tempo, como sair de si através da câmera, experimentar uma dissociação do eu.
esse é meu segundo fotolivro, dando continuidade a minha pesquisa com a fotografia, pensando em corpo, performatividade, identidade de gênero.
Fotografia e texto: Fe Avila
Edição de imagens: Fe Avila e @casemirovitor
Design: @martinica.space
Editora: @lovelyhouse.casadelivros
Impressão: @graficacinelandia
ISBN: 978-85-85039-09-7
80 páginas
25x17cm
papel couché brilho 115g, papel vegetal 102g, sobrecapa em PVC
tiragem: 300
[à venda direto comigo ou na @lovelyhouse.casadelivros]

No encontro tudo se dilui, 2022
o ego quer nos manter presos à certeza da identidade, mas a alma quer se diluir, se misturar e sentir que faz parte de algo muito maior que o eu. tudo se transforma, a natureza é mudança, a cura se dá no encontro, na transformação, no encontro tudo se dilui. esta série fotográfica nasceu da vontade de experimentar a partir do encontro, da necessidade de viver a solidão coletivamente, e da tentativa de criar imagens de forma compartilhada, através das telas.
fotografias são rastros da nossa autobiografia, são as ficções que se tornam reais. pensei nos autorretratos e nas performances para a câmera como uma despossessão, como um processo terapêutico que me ajuda a tratar traumas. fotografar é também um desafio de colocar-se diante do outro, fazer desse encontro algo memorável, como dilatar o tempo, como sair de si através da câmera, experimentar uma dissociação do eu.
esse é meu segundo fotolivro, dando continuidade a minha pesquisa com a fotografia, pensando em corpo, performatividade, identidade de gênero.
Fotografia e texto: Fe Avila
Edição de imagens: Fe Avila e @casemirovitor
Design: @martinica.space
Editora: @lovelyhouse.casadelivros
Impressão: @graficacinelandia
ISBN: 978-85-85039-09-7
80 páginas
25x17cm
papel couché brilho 115g, papel vegetal 102g, sobrecapa em PVC
tiragem: 300
[à venda direto comigo ou na @lovelyhouse.casadelivros]

No encontro tudo se dilui, 2022
o ego quer nos manter presos à certeza da identidade, mas a alma quer se diluir, se misturar e sentir que faz parte de algo muito maior que o eu. tudo se transforma, a natureza é mudança, a cura se dá no encontro, na transformação, no encontro tudo se dilui. esta série fotográfica nasceu da vontade de experimentar a partir do encontro, da necessidade de viver a solidão coletivamente, e da tentativa de criar imagens de forma compartilhada, através das telas.
fotografias são rastros da nossa autobiografia, são as ficções que se tornam reais. pensei nos autorretratos e nas performances para a câmera como uma despossessão, como um processo terapêutico que me ajuda a tratar traumas. fotografar é também um desafio de colocar-se diante do outro, fazer desse encontro algo memorável, como dilatar o tempo, como sair de si através da câmera, experimentar uma dissociação do eu.
esse é meu segundo fotolivro, dando continuidade a minha pesquisa com a fotografia, pensando em corpo, performatividade, identidade de gênero.
Fotografia e texto: Fe Avila
Edição de imagens: Fe Avila e @casemirovitor
Design: @martinica.space
Editora: @lovelyhouse.casadelivros
Impressão: @graficacinelandia
ISBN: 978-85-85039-09-7
80 páginas
25x17cm
papel couché brilho 115g, papel vegetal 102g, sobrecapa em PVC
tiragem: 300
[à venda direto comigo ou na @lovelyhouse.casadelivros]

No encontro tudo se dilui, 2022
o ego quer nos manter presos à certeza da identidade, mas a alma quer se diluir, se misturar e sentir que faz parte de algo muito maior que o eu. tudo se transforma, a natureza é mudança, a cura se dá no encontro, na transformação, no encontro tudo se dilui. esta série fotográfica nasceu da vontade de experimentar a partir do encontro, da necessidade de viver a solidão coletivamente, e da tentativa de criar imagens de forma compartilhada, através das telas.
fotografias são rastros da nossa autobiografia, são as ficções que se tornam reais. pensei nos autorretratos e nas performances para a câmera como uma despossessão, como um processo terapêutico que me ajuda a tratar traumas. fotografar é também um desafio de colocar-se diante do outro, fazer desse encontro algo memorável, como dilatar o tempo, como sair de si através da câmera, experimentar uma dissociação do eu.
esse é meu segundo fotolivro, dando continuidade a minha pesquisa com a fotografia, pensando em corpo, performatividade, identidade de gênero.
Fotografia e texto: Fe Avila
Edição de imagens: Fe Avila e @casemirovitor
Design: @martinica.space
Editora: @lovelyhouse.casadelivros
Impressão: @graficacinelandia
ISBN: 978-85-85039-09-7
80 páginas
25x17cm
papel couché brilho 115g, papel vegetal 102g, sobrecapa em PVC
tiragem: 300
[à venda direto comigo ou na @lovelyhouse.casadelivros]

No encontro tudo se dilui, 2022
o ego quer nos manter presos à certeza da identidade, mas a alma quer se diluir, se misturar e sentir que faz parte de algo muito maior que o eu. tudo se transforma, a natureza é mudança, a cura se dá no encontro, na transformação, no encontro tudo se dilui. esta série fotográfica nasceu da vontade de experimentar a partir do encontro, da necessidade de viver a solidão coletivamente, e da tentativa de criar imagens de forma compartilhada, através das telas.
fotografias são rastros da nossa autobiografia, são as ficções que se tornam reais. pensei nos autorretratos e nas performances para a câmera como uma despossessão, como um processo terapêutico que me ajuda a tratar traumas. fotografar é também um desafio de colocar-se diante do outro, fazer desse encontro algo memorável, como dilatar o tempo, como sair de si através da câmera, experimentar uma dissociação do eu.
esse é meu segundo fotolivro, dando continuidade a minha pesquisa com a fotografia, pensando em corpo, performatividade, identidade de gênero.
Fotografia e texto: Fe Avila
Edição de imagens: Fe Avila e @casemirovitor
Design: @martinica.space
Editora: @lovelyhouse.casadelivros
Impressão: @graficacinelandia
ISBN: 978-85-85039-09-7
80 páginas
25x17cm
papel couché brilho 115g, papel vegetal 102g, sobrecapa em PVC
tiragem: 300
[à venda direto comigo ou na @lovelyhouse.casadelivros]

No encontro tudo se dilui, 2022
o ego quer nos manter presos à certeza da identidade, mas a alma quer se diluir, se misturar e sentir que faz parte de algo muito maior que o eu. tudo se transforma, a natureza é mudança, a cura se dá no encontro, na transformação, no encontro tudo se dilui. esta série fotográfica nasceu da vontade de experimentar a partir do encontro, da necessidade de viver a solidão coletivamente, e da tentativa de criar imagens de forma compartilhada, através das telas.
fotografias são rastros da nossa autobiografia, são as ficções que se tornam reais. pensei nos autorretratos e nas performances para a câmera como uma despossessão, como um processo terapêutico que me ajuda a tratar traumas. fotografar é também um desafio de colocar-se diante do outro, fazer desse encontro algo memorável, como dilatar o tempo, como sair de si através da câmera, experimentar uma dissociação do eu.
esse é meu segundo fotolivro, dando continuidade a minha pesquisa com a fotografia, pensando em corpo, performatividade, identidade de gênero.
Fotografia e texto: Fe Avila
Edição de imagens: Fe Avila e @casemirovitor
Design: @martinica.space
Editora: @lovelyhouse.casadelivros
Impressão: @graficacinelandia
ISBN: 978-85-85039-09-7
80 páginas
25x17cm
papel couché brilho 115g, papel vegetal 102g, sobrecapa em PVC
tiragem: 300
[à venda direto comigo ou na @lovelyhouse.casadelivros]

No encontro tudo se dilui, 2022
o ego quer nos manter presos à certeza da identidade, mas a alma quer se diluir, se misturar e sentir que faz parte de algo muito maior que o eu. tudo se transforma, a natureza é mudança, a cura se dá no encontro, na transformação, no encontro tudo se dilui. esta série fotográfica nasceu da vontade de experimentar a partir do encontro, da necessidade de viver a solidão coletivamente, e da tentativa de criar imagens de forma compartilhada, através das telas.
fotografias são rastros da nossa autobiografia, são as ficções que se tornam reais. pensei nos autorretratos e nas performances para a câmera como uma despossessão, como um processo terapêutico que me ajuda a tratar traumas. fotografar é também um desafio de colocar-se diante do outro, fazer desse encontro algo memorável, como dilatar o tempo, como sair de si através da câmera, experimentar uma dissociação do eu.
esse é meu segundo fotolivro, dando continuidade a minha pesquisa com a fotografia, pensando em corpo, performatividade, identidade de gênero.
Fotografia e texto: Fe Avila
Edição de imagens: Fe Avila e @casemirovitor
Design: @martinica.space
Editora: @lovelyhouse.casadelivros
Impressão: @graficacinelandia
ISBN: 978-85-85039-09-7
80 páginas
25x17cm
papel couché brilho 115g, papel vegetal 102g, sobrecapa em PVC
tiragem: 300
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Entrevista para Aperture [@aperturefnd]. Em dois dias de conversa com Clarissa, falamos sobre minha história na fotografia e infância, a relação com a masculinidade e a família. Aqui gostaria de destacar alguns trechos dessa matéria feita no contexto de minha participação na 59ª edição da Carnegie Internacional [@carnegiemuseumofart], em Pittsburgh, com o tema "If the word we" [Se a palavra nós].
O título da matéria foi direto ao ponto central do meu trabalho: "Fe Avila busca a libertação do desejo”. Desde meu primeiro trabalho, chamado Masculino Dócil (2017), tenho pesado no corpo, gêneros e sexualidade. Como disse uma das curadoras da exposição no Carnegie, Danielle Jackson: “As imagens de Avila são um testemunho de que a identidade não é fixa; há uma expansividade nela e, em sua essência, a prática é relacional”. Penso que identidade e sexualidade são a própria liberdade, e estão sempre em movimento.
A jornalista apontou duas influências importantes no meu trabalho: Ana Mendieta e Ren Hang, e destacou também o que tenho pensado sobre a prática de fotografar: "como uma lenta negociação de limites e confiança, e a fotografia como um tipo de performance na qual tanto o fotógrafo quanto o modelo podem incorporar diferentes versões de si mesmos, vivenciando uma espécie de catarse inacessível a qualquer um deles individualmente."
Fiz essa seleção de algumas imagens publicadas na entrevista, muitas delas estão também na sequência feita para a 59ª Carnegie Internacional: "Avila reúne imagens díspares de seu arquivo para criar um estado de caos ontológico. Dicotomias se dissolvem, as fronteiras entre o privado e o público, o sagrado e o profano, se confundem até quase desaparecerem. A obra prospera nessa instabilidade."
1. Masculino Dócil, co-criação com Helio Siqueira, São Paulo e São Sebastião, 2017
2. André e Raphael, São Sebastião, 2019
3. Auto-retrato na montanha, Pico das Agulhas Negras, 2019
4. Carnaval Tarado Ni Vc, São Paulo, 2019
5. Anhangabaú, São Paulo, 2019
6. Marcéu, Pena e Alvim, “Na sua pele consigo tocar o céu", São Paulo, 2023
7. Pedro Fasanaro, “Ser da Floresta”, São Paulo, 2019

Entrevista para Aperture [@aperturefnd]. Em dois dias de conversa com Clarissa, falamos sobre minha história na fotografia e infância, a relação com a masculinidade e a família. Aqui gostaria de destacar alguns trechos dessa matéria feita no contexto de minha participação na 59ª edição da Carnegie Internacional [@carnegiemuseumofart], em Pittsburgh, com o tema "If the word we" [Se a palavra nós].
O título da matéria foi direto ao ponto central do meu trabalho: "Fe Avila busca a libertação do desejo”. Desde meu primeiro trabalho, chamado Masculino Dócil (2017), tenho pesado no corpo, gêneros e sexualidade. Como disse uma das curadoras da exposição no Carnegie, Danielle Jackson: “As imagens de Avila são um testemunho de que a identidade não é fixa; há uma expansividade nela e, em sua essência, a prática é relacional”. Penso que identidade e sexualidade são a própria liberdade, e estão sempre em movimento.
A jornalista apontou duas influências importantes no meu trabalho: Ana Mendieta e Ren Hang, e destacou também o que tenho pensado sobre a prática de fotografar: "como uma lenta negociação de limites e confiança, e a fotografia como um tipo de performance na qual tanto o fotógrafo quanto o modelo podem incorporar diferentes versões de si mesmos, vivenciando uma espécie de catarse inacessível a qualquer um deles individualmente."
Fiz essa seleção de algumas imagens publicadas na entrevista, muitas delas estão também na sequência feita para a 59ª Carnegie Internacional: "Avila reúne imagens díspares de seu arquivo para criar um estado de caos ontológico. Dicotomias se dissolvem, as fronteiras entre o privado e o público, o sagrado e o profano, se confundem até quase desaparecerem. A obra prospera nessa instabilidade."
1. Masculino Dócil, co-criação com Helio Siqueira, São Paulo e São Sebastião, 2017
2. André e Raphael, São Sebastião, 2019
3. Auto-retrato na montanha, Pico das Agulhas Negras, 2019
4. Carnaval Tarado Ni Vc, São Paulo, 2019
5. Anhangabaú, São Paulo, 2019
6. Marcéu, Pena e Alvim, “Na sua pele consigo tocar o céu", São Paulo, 2023
7. Pedro Fasanaro, “Ser da Floresta”, São Paulo, 2019

Entrevista para Aperture [@aperturefnd]. Em dois dias de conversa com Clarissa, falamos sobre minha história na fotografia e infância, a relação com a masculinidade e a família. Aqui gostaria de destacar alguns trechos dessa matéria feita no contexto de minha participação na 59ª edição da Carnegie Internacional [@carnegiemuseumofart], em Pittsburgh, com o tema "If the word we" [Se a palavra nós].
O título da matéria foi direto ao ponto central do meu trabalho: "Fe Avila busca a libertação do desejo”. Desde meu primeiro trabalho, chamado Masculino Dócil (2017), tenho pesado no corpo, gêneros e sexualidade. Como disse uma das curadoras da exposição no Carnegie, Danielle Jackson: “As imagens de Avila são um testemunho de que a identidade não é fixa; há uma expansividade nela e, em sua essência, a prática é relacional”. Penso que identidade e sexualidade são a própria liberdade, e estão sempre em movimento.
A jornalista apontou duas influências importantes no meu trabalho: Ana Mendieta e Ren Hang, e destacou também o que tenho pensado sobre a prática de fotografar: "como uma lenta negociação de limites e confiança, e a fotografia como um tipo de performance na qual tanto o fotógrafo quanto o modelo podem incorporar diferentes versões de si mesmos, vivenciando uma espécie de catarse inacessível a qualquer um deles individualmente."
Fiz essa seleção de algumas imagens publicadas na entrevista, muitas delas estão também na sequência feita para a 59ª Carnegie Internacional: "Avila reúne imagens díspares de seu arquivo para criar um estado de caos ontológico. Dicotomias se dissolvem, as fronteiras entre o privado e o público, o sagrado e o profano, se confundem até quase desaparecerem. A obra prospera nessa instabilidade."
1. Masculino Dócil, co-criação com Helio Siqueira, São Paulo e São Sebastião, 2017
2. André e Raphael, São Sebastião, 2019
3. Auto-retrato na montanha, Pico das Agulhas Negras, 2019
4. Carnaval Tarado Ni Vc, São Paulo, 2019
5. Anhangabaú, São Paulo, 2019
6. Marcéu, Pena e Alvim, “Na sua pele consigo tocar o céu", São Paulo, 2023
7. Pedro Fasanaro, “Ser da Floresta”, São Paulo, 2019

Entrevista para Aperture [@aperturefnd]. Em dois dias de conversa com Clarissa, falamos sobre minha história na fotografia e infância, a relação com a masculinidade e a família. Aqui gostaria de destacar alguns trechos dessa matéria feita no contexto de minha participação na 59ª edição da Carnegie Internacional [@carnegiemuseumofart], em Pittsburgh, com o tema "If the word we" [Se a palavra nós].
O título da matéria foi direto ao ponto central do meu trabalho: "Fe Avila busca a libertação do desejo”. Desde meu primeiro trabalho, chamado Masculino Dócil (2017), tenho pesado no corpo, gêneros e sexualidade. Como disse uma das curadoras da exposição no Carnegie, Danielle Jackson: “As imagens de Avila são um testemunho de que a identidade não é fixa; há uma expansividade nela e, em sua essência, a prática é relacional”. Penso que identidade e sexualidade são a própria liberdade, e estão sempre em movimento.
A jornalista apontou duas influências importantes no meu trabalho: Ana Mendieta e Ren Hang, e destacou também o que tenho pensado sobre a prática de fotografar: "como uma lenta negociação de limites e confiança, e a fotografia como um tipo de performance na qual tanto o fotógrafo quanto o modelo podem incorporar diferentes versões de si mesmos, vivenciando uma espécie de catarse inacessível a qualquer um deles individualmente."
Fiz essa seleção de algumas imagens publicadas na entrevista, muitas delas estão também na sequência feita para a 59ª Carnegie Internacional: "Avila reúne imagens díspares de seu arquivo para criar um estado de caos ontológico. Dicotomias se dissolvem, as fronteiras entre o privado e o público, o sagrado e o profano, se confundem até quase desaparecerem. A obra prospera nessa instabilidade."
1. Masculino Dócil, co-criação com Helio Siqueira, São Paulo e São Sebastião, 2017
2. André e Raphael, São Sebastião, 2019
3. Auto-retrato na montanha, Pico das Agulhas Negras, 2019
4. Carnaval Tarado Ni Vc, São Paulo, 2019
5. Anhangabaú, São Paulo, 2019
6. Marcéu, Pena e Alvim, “Na sua pele consigo tocar o céu", São Paulo, 2023
7. Pedro Fasanaro, “Ser da Floresta”, São Paulo, 2019

Entrevista para Aperture [@aperturefnd]. Em dois dias de conversa com Clarissa, falamos sobre minha história na fotografia e infância, a relação com a masculinidade e a família. Aqui gostaria de destacar alguns trechos dessa matéria feita no contexto de minha participação na 59ª edição da Carnegie Internacional [@carnegiemuseumofart], em Pittsburgh, com o tema "If the word we" [Se a palavra nós].
O título da matéria foi direto ao ponto central do meu trabalho: "Fe Avila busca a libertação do desejo”. Desde meu primeiro trabalho, chamado Masculino Dócil (2017), tenho pesado no corpo, gêneros e sexualidade. Como disse uma das curadoras da exposição no Carnegie, Danielle Jackson: “As imagens de Avila são um testemunho de que a identidade não é fixa; há uma expansividade nela e, em sua essência, a prática é relacional”. Penso que identidade e sexualidade são a própria liberdade, e estão sempre em movimento.
A jornalista apontou duas influências importantes no meu trabalho: Ana Mendieta e Ren Hang, e destacou também o que tenho pensado sobre a prática de fotografar: "como uma lenta negociação de limites e confiança, e a fotografia como um tipo de performance na qual tanto o fotógrafo quanto o modelo podem incorporar diferentes versões de si mesmos, vivenciando uma espécie de catarse inacessível a qualquer um deles individualmente."
Fiz essa seleção de algumas imagens publicadas na entrevista, muitas delas estão também na sequência feita para a 59ª Carnegie Internacional: "Avila reúne imagens díspares de seu arquivo para criar um estado de caos ontológico. Dicotomias se dissolvem, as fronteiras entre o privado e o público, o sagrado e o profano, se confundem até quase desaparecerem. A obra prospera nessa instabilidade."
1. Masculino Dócil, co-criação com Helio Siqueira, São Paulo e São Sebastião, 2017
2. André e Raphael, São Sebastião, 2019
3. Auto-retrato na montanha, Pico das Agulhas Negras, 2019
4. Carnaval Tarado Ni Vc, São Paulo, 2019
5. Anhangabaú, São Paulo, 2019
6. Marcéu, Pena e Alvim, “Na sua pele consigo tocar o céu", São Paulo, 2023
7. Pedro Fasanaro, “Ser da Floresta”, São Paulo, 2019

Entrevista para Aperture [@aperturefnd]. Em dois dias de conversa com Clarissa, falamos sobre minha história na fotografia e infância, a relação com a masculinidade e a família. Aqui gostaria de destacar alguns trechos dessa matéria feita no contexto de minha participação na 59ª edição da Carnegie Internacional [@carnegiemuseumofart], em Pittsburgh, com o tema "If the word we" [Se a palavra nós].
O título da matéria foi direto ao ponto central do meu trabalho: "Fe Avila busca a libertação do desejo”. Desde meu primeiro trabalho, chamado Masculino Dócil (2017), tenho pesado no corpo, gêneros e sexualidade. Como disse uma das curadoras da exposição no Carnegie, Danielle Jackson: “As imagens de Avila são um testemunho de que a identidade não é fixa; há uma expansividade nela e, em sua essência, a prática é relacional”. Penso que identidade e sexualidade são a própria liberdade, e estão sempre em movimento.
A jornalista apontou duas influências importantes no meu trabalho: Ana Mendieta e Ren Hang, e destacou também o que tenho pensado sobre a prática de fotografar: "como uma lenta negociação de limites e confiança, e a fotografia como um tipo de performance na qual tanto o fotógrafo quanto o modelo podem incorporar diferentes versões de si mesmos, vivenciando uma espécie de catarse inacessível a qualquer um deles individualmente."
Fiz essa seleção de algumas imagens publicadas na entrevista, muitas delas estão também na sequência feita para a 59ª Carnegie Internacional: "Avila reúne imagens díspares de seu arquivo para criar um estado de caos ontológico. Dicotomias se dissolvem, as fronteiras entre o privado e o público, o sagrado e o profano, se confundem até quase desaparecerem. A obra prospera nessa instabilidade."
1. Masculino Dócil, co-criação com Helio Siqueira, São Paulo e São Sebastião, 2017
2. André e Raphael, São Sebastião, 2019
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O título da matéria foi direto ao ponto central do meu trabalho: "Fe Avila busca a libertação do desejo”. Desde meu primeiro trabalho, chamado Masculino Dócil (2017), tenho pesado no corpo, gêneros e sexualidade. Como disse uma das curadoras da exposição no Carnegie, Danielle Jackson: “As imagens de Avila são um testemunho de que a identidade não é fixa; há uma expansividade nela e, em sua essência, a prática é relacional”. Penso que identidade e sexualidade são a própria liberdade, e estão sempre em movimento.
A jornalista apontou duas influências importantes no meu trabalho: Ana Mendieta e Ren Hang, e destacou também o que tenho pensado sobre a prática de fotografar: "como uma lenta negociação de limites e confiança, e a fotografia como um tipo de performance na qual tanto o fotógrafo quanto o modelo podem incorporar diferentes versões de si mesmos, vivenciando uma espécie de catarse inacessível a qualquer um deles individualmente."
Fiz essa seleção de algumas imagens publicadas na entrevista, muitas delas estão também na sequência feita para a 59ª Carnegie Internacional: "Avila reúne imagens díspares de seu arquivo para criar um estado de caos ontológico. Dicotomias se dissolvem, as fronteiras entre o privado e o público, o sagrado e o profano, se confundem até quase desaparecerem. A obra prospera nessa instabilidade."
1. Masculino Dócil, co-criação com Helio Siqueira, São Paulo e São Sebastião, 2017
2. André e Raphael, São Sebastião, 2019
3. Auto-retrato na montanha, Pico das Agulhas Negras, 2019
4. Carnaval Tarado Ni Vc, São Paulo, 2019
5. Anhangabaú, São Paulo, 2019
6. Marcéu, Pena e Alvim, “Na sua pele consigo tocar o céu", São Paulo, 2023
7. Pedro Fasanaro, “Ser da Floresta”, São Paulo, 2019

Retratos de Amanda Carneiro e Raphael Fonseca, curadores-chefes da 37ª Bienal de São Paulo, para Fundação Bienal de São Paulo, 2026

Retratos de Amanda Carneiro e Raphael Fonseca, curadores-chefes da 37ª Bienal de São Paulo, para Fundação Bienal de São Paulo, 2026

Retratos de Amanda Carneiro e Raphael Fonseca, curadores-chefes da 37ª Bienal de São Paulo, para Fundação Bienal de São Paulo, 2026

Retratos de Amanda Carneiro e Raphael Fonseca, curadores-chefes da 37ª Bienal de São Paulo, para Fundação Bienal de São Paulo, 2026

Allan Weber, no final da montagem da sua exposição "Existe uma vida inteira que tu não conhece" no Instituto Tomie Ohtake, São Paulo, 2026
@tremdaarte5b
@institutotomieohtake
@09leleco_

Allan Weber, no final da montagem da sua exposição "Existe uma vida inteira que tu não conhece" no Instituto Tomie Ohtake, São Paulo, 2026
@tremdaarte5b
@institutotomieohtake
@09leleco_

Allan Weber, no final da montagem da sua exposição "Existe uma vida inteira que tu não conhece" no Instituto Tomie Ohtake, São Paulo, 2026
@tremdaarte5b
@institutotomieohtake
@09leleco_

Allan Weber, no final da montagem da sua exposição "Existe uma vida inteira que tu não conhece" no Instituto Tomie Ohtake, São Paulo, 2026
@tremdaarte5b
@institutotomieohtake
@09leleco_

Allan Weber, no final da montagem da sua exposição "Existe uma vida inteira que tu não conhece" no Instituto Tomie Ohtake, São Paulo, 2026
@tremdaarte5b
@institutotomieohtake
@09leleco_

Allan Weber, no final da montagem da sua exposição "Existe uma vida inteira que tu não conhece" no Instituto Tomie Ohtake, São Paulo, 2026
@tremdaarte5b
@institutotomieohtake
@09leleco_

Allan Weber, no final da montagem da sua exposição "Existe uma vida inteira que tu não conhece" no Instituto Tomie Ohtake, São Paulo, 2026
@tremdaarte5b
@institutotomieohtake
@09leleco_

Casamento Guerreiro do Divino Amor e Diego Paulino, sobre a Baía de Guanabara, Rio de Janeiro, 2026

Casamento Guerreiro do Divino Amor e Diego Paulino, sobre a Baía de Guanabara, Rio de Janeiro, 2026

Casamento Guerreiro do Divino Amor e Diego Paulino, sobre a Baía de Guanabara, Rio de Janeiro, 2026

Casamento Guerreiro do Divino Amor e Diego Paulino, sobre a Baía de Guanabara, Rio de Janeiro, 2026

Casamento Guerreiro do Divino Amor e Diego Paulino, sobre a Baía de Guanabara, Rio de Janeiro, 2026

Casamento Guerreiro do Divino Amor e Diego Paulino, sobre a Baía de Guanabara, Rio de Janeiro, 2026

Casamento Guerreiro do Divino Amor e Diego Paulino, sobre a Baía de Guanabara, Rio de Janeiro, 2026

Casamento Guerreiro do Divino Amor e Diego Paulino, sobre a Baía de Guanabara, Rio de Janeiro, 2026

Casamento Guerreiro do Divino Amor e Diego Paulino, sobre a Baía de Guanabara, Rio de Janeiro, 2026

Casamento Guerreiro do Divino Amor e Diego Paulino, sobre a Baía de Guanabara, Rio de Janeiro, 2026

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Casamento Guerreiro do Divino Amor e Diego Paulino, sobre a Baía de Guanabara, Rio de Janeiro, 2026

Casamento Guerreiro do Divino Amor e Diego Paulino, sobre a Baía de Guanabara, Rio de Janeiro, 2026

Casamento Guerreiro do Divino Amor e Diego Paulino, sobre a Baía de Guanabara, Rio de Janeiro, 2026

Casamento Guerreiro do Divino Amor e Diego Paulino, sobre a Baía de Guanabara, Rio de Janeiro, 2026

Casamento Guerreiro do Divino Amor e Diego Paulino, sobre a Baía de Guanabara, Rio de Janeiro, 2026

Feliz de publicar uma das notícias mais lindas: estou na lista de artistas participantes da 59ª Carnegie International, com curadoria de Danielle A. Jackson, Ryan Inouye e Liz Park. A exposição acontece a cada três ou quatro anos no Carnegie Museum of Art, em Pittsburgh, e reúne artistas do mundo todo, como as Bienais Internacionais. Estarei junto de artistas brasileiras, Ana Raylander e Cinthia Marcelle, e de muitos outros artistas que admiro o trabalho, como Liz Johnson Artur e Donald Rodney.
Para esse convite, montei uma sequência de 36 imagens pensando sobre a necessidade de fazer arte, o desejo e a espiritualidade. Nesse post apresento três imagens que estarão nessa seleção:
1. Adicael e Heitor, para série “Ser da Floresta”, Santo André-SP, 2018
2. Rio de Janeiro-RJ, 2025
3. Lucy, Rafaella, Halessia, Joana e Mia, para série “Corpo Presente”, São Paulo-SP, 2018
Esta é uma das maiores conquistas/reconhecimento do meu trabalho, e vem para celebrar 10 anos desde que me assumi artista. Agradeço a todas as pessoas que me ajudaram a chegar até aqui e, principalmente, às pessoas que topam ser fotografadas por mim. A abertura será dia 2 de maio e ficará até o final do ano.

Feliz de publicar uma das notícias mais lindas: estou na lista de artistas participantes da 59ª Carnegie International, com curadoria de Danielle A. Jackson, Ryan Inouye e Liz Park. A exposição acontece a cada três ou quatro anos no Carnegie Museum of Art, em Pittsburgh, e reúne artistas do mundo todo, como as Bienais Internacionais. Estarei junto de artistas brasileiras, Ana Raylander e Cinthia Marcelle, e de muitos outros artistas que admiro o trabalho, como Liz Johnson Artur e Donald Rodney.
Para esse convite, montei uma sequência de 36 imagens pensando sobre a necessidade de fazer arte, o desejo e a espiritualidade. Nesse post apresento três imagens que estarão nessa seleção:
1. Adicael e Heitor, para série “Ser da Floresta”, Santo André-SP, 2018
2. Rio de Janeiro-RJ, 2025
3. Lucy, Rafaella, Halessia, Joana e Mia, para série “Corpo Presente”, São Paulo-SP, 2018
Esta é uma das maiores conquistas/reconhecimento do meu trabalho, e vem para celebrar 10 anos desde que me assumi artista. Agradeço a todas as pessoas que me ajudaram a chegar até aqui e, principalmente, às pessoas que topam ser fotografadas por mim. A abertura será dia 2 de maio e ficará até o final do ano.

Feliz de publicar uma das notícias mais lindas: estou na lista de artistas participantes da 59ª Carnegie International, com curadoria de Danielle A. Jackson, Ryan Inouye e Liz Park. A exposição acontece a cada três ou quatro anos no Carnegie Museum of Art, em Pittsburgh, e reúne artistas do mundo todo, como as Bienais Internacionais. Estarei junto de artistas brasileiras, Ana Raylander e Cinthia Marcelle, e de muitos outros artistas que admiro o trabalho, como Liz Johnson Artur e Donald Rodney.
Para esse convite, montei uma sequência de 36 imagens pensando sobre a necessidade de fazer arte, o desejo e a espiritualidade. Nesse post apresento três imagens que estarão nessa seleção:
1. Adicael e Heitor, para série “Ser da Floresta”, Santo André-SP, 2018
2. Rio de Janeiro-RJ, 2025
3. Lucy, Rafaella, Halessia, Joana e Mia, para série “Corpo Presente”, São Paulo-SP, 2018
Esta é uma das maiores conquistas/reconhecimento do meu trabalho, e vem para celebrar 10 anos desde que me assumi artista. Agradeço a todas as pessoas que me ajudaram a chegar até aqui e, principalmente, às pessoas que topam ser fotografadas por mim. A abertura será dia 2 de maio e ficará até o final do ano.

Feliz de publicar uma das notícias mais lindas: estou na lista de artistas participantes da 59ª Carnegie International, com curadoria de Danielle A. Jackson, Ryan Inouye e Liz Park. A exposição acontece a cada três ou quatro anos no Carnegie Museum of Art, em Pittsburgh, e reúne artistas do mundo todo, como as Bienais Internacionais. Estarei junto de artistas brasileiras, Ana Raylander e Cinthia Marcelle, e de muitos outros artistas que admiro o trabalho, como Liz Johnson Artur e Donald Rodney.
Para esse convite, montei uma sequência de 36 imagens pensando sobre a necessidade de fazer arte, o desejo e a espiritualidade. Nesse post apresento três imagens que estarão nessa seleção:
1. Adicael e Heitor, para série “Ser da Floresta”, Santo André-SP, 2018
2. Rio de Janeiro-RJ, 2025
3. Lucy, Rafaella, Halessia, Joana e Mia, para série “Corpo Presente”, São Paulo-SP, 2018
Esta é uma das maiores conquistas/reconhecimento do meu trabalho, e vem para celebrar 10 anos desde que me assumi artista. Agradeço a todas as pessoas que me ajudaram a chegar até aqui e, principalmente, às pessoas que topam ser fotografadas por mim. A abertura será dia 2 de maio e ficará até o final do ano.
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