faculdade de belas-artes, universidade de lisboa
A Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa é a escola superior de ensino artístico mais antiga e maior de Portugal

Nos dias 22 e 23 de maio, o Museu Nacional dos Coches recebeu a 4.ª Edição do Encontro de Acessibilidade e Inclusão na Arte e no Património, dedicado à reflexão e partilha de práticas que promovem uma cultura mais acessível e inclusiva.
Durante os dois dias, investigadores, profissionais da cultura e representantes de diversas instituições reuniram-se para apresentar projetos, experiências e perspetivas sobre acessibilidade, mediação cultural e inclusão nos museus e no património. A sessão da tarde do primeiro dia foi moderada por Rita Azevedo, Coordenadora do Serviço de Educação e Mediação Cultural do Museu Nacional dos Coches.
O segundo dia terminou com a performance “Procissão Panatenaica: atravessamentos no campo da Acessibilidade poética”, por Daniela Forchetti, em simultâneo com a atividade “Experiência tátil da Farmácia Barbosa, do Museu da Farmácia de Lisboa”, criada por Ana Sofia Neves. O encontro encerrou com uma visita táctil à coleção do Museu Nacional dos Coches.
A todos os participantes, que muito contribuiram para o sucesso desta iniciativa, o nosso muito obrigado!
Organização: FBAUL e MNC.
#museudoscoches # museusemonumentosdeportugal # fbaul #acesssibilidades #acessocultura.

Nos dias 22 e 23 de maio, o Museu Nacional dos Coches recebeu a 4.ª Edição do Encontro de Acessibilidade e Inclusão na Arte e no Património, dedicado à reflexão e partilha de práticas que promovem uma cultura mais acessível e inclusiva.
Durante os dois dias, investigadores, profissionais da cultura e representantes de diversas instituições reuniram-se para apresentar projetos, experiências e perspetivas sobre acessibilidade, mediação cultural e inclusão nos museus e no património. A sessão da tarde do primeiro dia foi moderada por Rita Azevedo, Coordenadora do Serviço de Educação e Mediação Cultural do Museu Nacional dos Coches.
O segundo dia terminou com a performance “Procissão Panatenaica: atravessamentos no campo da Acessibilidade poética”, por Daniela Forchetti, em simultâneo com a atividade “Experiência tátil da Farmácia Barbosa, do Museu da Farmácia de Lisboa”, criada por Ana Sofia Neves. O encontro encerrou com uma visita táctil à coleção do Museu Nacional dos Coches.
A todos os participantes, que muito contribuiram para o sucesso desta iniciativa, o nosso muito obrigado!
Organização: FBAUL e MNC.
#museudoscoches # museusemonumentosdeportugal # fbaul #acesssibilidades #acessocultura.

Nos dias 22 e 23 de maio, o Museu Nacional dos Coches recebeu a 4.ª Edição do Encontro de Acessibilidade e Inclusão na Arte e no Património, dedicado à reflexão e partilha de práticas que promovem uma cultura mais acessível e inclusiva.
Durante os dois dias, investigadores, profissionais da cultura e representantes de diversas instituições reuniram-se para apresentar projetos, experiências e perspetivas sobre acessibilidade, mediação cultural e inclusão nos museus e no património. A sessão da tarde do primeiro dia foi moderada por Rita Azevedo, Coordenadora do Serviço de Educação e Mediação Cultural do Museu Nacional dos Coches.
O segundo dia terminou com a performance “Procissão Panatenaica: atravessamentos no campo da Acessibilidade poética”, por Daniela Forchetti, em simultâneo com a atividade “Experiência tátil da Farmácia Barbosa, do Museu da Farmácia de Lisboa”, criada por Ana Sofia Neves. O encontro encerrou com uma visita táctil à coleção do Museu Nacional dos Coches.
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Organização: FBAUL e MNC.
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Nos dias 22 e 23 de maio, o Museu Nacional dos Coches recebeu a 4.ª Edição do Encontro de Acessibilidade e Inclusão na Arte e no Património, dedicado à reflexão e partilha de práticas que promovem uma cultura mais acessível e inclusiva.
Durante os dois dias, investigadores, profissionais da cultura e representantes de diversas instituições reuniram-se para apresentar projetos, experiências e perspetivas sobre acessibilidade, mediação cultural e inclusão nos museus e no património. A sessão da tarde do primeiro dia foi moderada por Rita Azevedo, Coordenadora do Serviço de Educação e Mediação Cultural do Museu Nacional dos Coches.
O segundo dia terminou com a performance “Procissão Panatenaica: atravessamentos no campo da Acessibilidade poética”, por Daniela Forchetti, em simultâneo com a atividade “Experiência tátil da Farmácia Barbosa, do Museu da Farmácia de Lisboa”, criada por Ana Sofia Neves. O encontro encerrou com uma visita táctil à coleção do Museu Nacional dos Coches.
A todos os participantes, que muito contribuiram para o sucesso desta iniciativa, o nosso muito obrigado!
Organização: FBAUL e MNC.
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Nos dias 22 e 23 de maio, o Museu Nacional dos Coches recebeu a 4.ª Edição do Encontro de Acessibilidade e Inclusão na Arte e no Património, dedicado à reflexão e partilha de práticas que promovem uma cultura mais acessível e inclusiva.
Durante os dois dias, investigadores, profissionais da cultura e representantes de diversas instituições reuniram-se para apresentar projetos, experiências e perspetivas sobre acessibilidade, mediação cultural e inclusão nos museus e no património. A sessão da tarde do primeiro dia foi moderada por Rita Azevedo, Coordenadora do Serviço de Educação e Mediação Cultural do Museu Nacional dos Coches.
O segundo dia terminou com a performance “Procissão Panatenaica: atravessamentos no campo da Acessibilidade poética”, por Daniela Forchetti, em simultâneo com a atividade “Experiência tátil da Farmácia Barbosa, do Museu da Farmácia de Lisboa”, criada por Ana Sofia Neves. O encontro encerrou com uma visita táctil à coleção do Museu Nacional dos Coches.
A todos os participantes, que muito contribuiram para o sucesso desta iniciativa, o nosso muito obrigado!
Organização: FBAUL e MNC.
#museudoscoches # museusemonumentosdeportugal # fbaul #acesssibilidades #acessocultura.

Nos dias 22 e 23 de maio, o Museu Nacional dos Coches recebeu a 4.ª Edição do Encontro de Acessibilidade e Inclusão na Arte e no Património, dedicado à reflexão e partilha de práticas que promovem uma cultura mais acessível e inclusiva.
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O segundo dia terminou com a performance “Procissão Panatenaica: atravessamentos no campo da Acessibilidade poética”, por Daniela Forchetti, em simultâneo com a atividade “Experiência tátil da Farmácia Barbosa, do Museu da Farmácia de Lisboa”, criada por Ana Sofia Neves. O encontro encerrou com uma visita táctil à coleção do Museu Nacional dos Coches.
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O segundo dia terminou com a performance “Procissão Panatenaica: atravessamentos no campo da Acessibilidade poética”, por Daniela Forchetti, em simultâneo com a atividade “Experiência tátil da Farmácia Barbosa, do Museu da Farmácia de Lisboa”, criada por Ana Sofia Neves. O encontro encerrou com uma visita táctil à coleção do Museu Nacional dos Coches.
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Nos dias 22 e 23 de maio, o Museu Nacional dos Coches recebeu a 4.ª Edição do Encontro de Acessibilidade e Inclusão na Arte e no Património, dedicado à reflexão e partilha de práticas que promovem uma cultura mais acessível e inclusiva.
Durante os dois dias, investigadores, profissionais da cultura e representantes de diversas instituições reuniram-se para apresentar projetos, experiências e perspetivas sobre acessibilidade, mediação cultural e inclusão nos museus e no património. A sessão da tarde do primeiro dia foi moderada por Rita Azevedo, Coordenadora do Serviço de Educação e Mediação Cultural do Museu Nacional dos Coches.
O segundo dia terminou com a performance “Procissão Panatenaica: atravessamentos no campo da Acessibilidade poética”, por Daniela Forchetti, em simultâneo com a atividade “Experiência tátil da Farmácia Barbosa, do Museu da Farmácia de Lisboa”, criada por Ana Sofia Neves. O encontro encerrou com uma visita táctil à coleção do Museu Nacional dos Coches.
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Durante os dois dias, investigadores, profissionais da cultura e representantes de diversas instituições reuniram-se para apresentar projetos, experiências e perspetivas sobre acessibilidade, mediação cultural e inclusão nos museus e no património. A sessão da tarde do primeiro dia foi moderada por Rita Azevedo, Coordenadora do Serviço de Educação e Mediação Cultural do Museu Nacional dos Coches.
O segundo dia terminou com a performance “Procissão Panatenaica: atravessamentos no campo da Acessibilidade poética”, por Daniela Forchetti, em simultâneo com a atividade “Experiência tátil da Farmácia Barbosa, do Museu da Farmácia de Lisboa”, criada por Ana Sofia Neves. O encontro encerrou com uma visita táctil à coleção do Museu Nacional dos Coches.
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O segundo dia terminou com a performance “Procissão Panatenaica: atravessamentos no campo da Acessibilidade poética”, por Daniela Forchetti, em simultâneo com a atividade “Experiência tátil da Farmácia Barbosa, do Museu da Farmácia de Lisboa”, criada por Ana Sofia Neves. O encontro encerrou com uma visita táctil à coleção do Museu Nacional dos Coches.
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Nos dias 22 e 23 de maio, o Museu Nacional dos Coches recebeu a 4.ª Edição do Encontro de Acessibilidade e Inclusão na Arte e no Património, dedicado à reflexão e partilha de práticas que promovem uma cultura mais acessível e inclusiva.
Durante os dois dias, investigadores, profissionais da cultura e representantes de diversas instituições reuniram-se para apresentar projetos, experiências e perspetivas sobre acessibilidade, mediação cultural e inclusão nos museus e no património. A sessão da tarde do primeiro dia foi moderada por Rita Azevedo, Coordenadora do Serviço de Educação e Mediação Cultural do Museu Nacional dos Coches.
O segundo dia terminou com a performance “Procissão Panatenaica: atravessamentos no campo da Acessibilidade poética”, por Daniela Forchetti, em simultâneo com a atividade “Experiência tátil da Farmácia Barbosa, do Museu da Farmácia de Lisboa”, criada por Ana Sofia Neves. O encontro encerrou com uma visita táctil à coleção do Museu Nacional dos Coches.
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Durante os dois dias, investigadores, profissionais da cultura e representantes de diversas instituições reuniram-se para apresentar projetos, experiências e perspetivas sobre acessibilidade, mediação cultural e inclusão nos museus e no património. A sessão da tarde do primeiro dia foi moderada por Rita Azevedo, Coordenadora do Serviço de Educação e Mediação Cultural do Museu Nacional dos Coches.
O segundo dia terminou com a performance “Procissão Panatenaica: atravessamentos no campo da Acessibilidade poética”, por Daniela Forchetti, em simultâneo com a atividade “Experiência tátil da Farmácia Barbosa, do Museu da Farmácia de Lisboa”, criada por Ana Sofia Neves. O encontro encerrou com uma visita táctil à coleção do Museu Nacional dos Coches.
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Dia 9 de Maio fomos à Aldeia da Luz e realizámos a primeira sessão participativa com a comunidade na Junta de Freguesia de Luz. O objectivo principal foi conhecer as pessoas da aldeia e a própria aldeia através das suas vivências. Para tal, formámos grupos de participantes e entregámos-lhes mapas para que assinalassem “coisas, sítios e histórias do lugar”. Depois, num mapa grande, todos os grupos traçaram um percurso através dos locais assinalados e falaram da sua relevância aos restantes participantes. Seguiu-se um lanche de convívio na Sociedade Recreativa Luzense e uma despedida com a promessa de voltarmos para a segunda sessão participativa no dia 6 de Junho de 2026.
Este projecto é desenvolvido pelo Centro de Investigação em Belas Artes - CIEBA, em parceria com:
- Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa @fbaul
- EDIA – Empresa de Desenvolvimento e Infra-estruturas do Alqueva
- Museu da Luz @museu_da_luz
- Câmara Municipal de Mourão @municipiodemourao
- Junta de Freguesia de Luz
- GAPTEC - Gabinete de Apoio Técnico da Universidade de Lisboa
- UAL - Universidade Autónoma de Lisboa @da_ual
- CIAUD- Centro de Investigação em Arquitetura, Urbanismo e Design
- Atelier Artéria - Associação Cultural Artéria @atelierarteria
- Unidade de Investigação VICARTE - Vidro e Cerâmica para as Artes @vicarte_glassceramics

Dia 9 de Maio fomos à Aldeia da Luz e realizámos a primeira sessão participativa com a comunidade na Junta de Freguesia de Luz. O objectivo principal foi conhecer as pessoas da aldeia e a própria aldeia através das suas vivências. Para tal, formámos grupos de participantes e entregámos-lhes mapas para que assinalassem “coisas, sítios e histórias do lugar”. Depois, num mapa grande, todos os grupos traçaram um percurso através dos locais assinalados e falaram da sua relevância aos restantes participantes. Seguiu-se um lanche de convívio na Sociedade Recreativa Luzense e uma despedida com a promessa de voltarmos para a segunda sessão participativa no dia 6 de Junho de 2026.
Este projecto é desenvolvido pelo Centro de Investigação em Belas Artes - CIEBA, em parceria com:
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- UAL - Universidade Autónoma de Lisboa @da_ual
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- Unidade de Investigação VICARTE - Vidro e Cerâmica para as Artes @vicarte_glassceramics

Dia 9 de Maio fomos à Aldeia da Luz e realizámos a primeira sessão participativa com a comunidade na Junta de Freguesia de Luz. O objectivo principal foi conhecer as pessoas da aldeia e a própria aldeia através das suas vivências. Para tal, formámos grupos de participantes e entregámos-lhes mapas para que assinalassem “coisas, sítios e histórias do lugar”. Depois, num mapa grande, todos os grupos traçaram um percurso através dos locais assinalados e falaram da sua relevância aos restantes participantes. Seguiu-se um lanche de convívio na Sociedade Recreativa Luzense e uma despedida com a promessa de voltarmos para a segunda sessão participativa no dia 6 de Junho de 2026.
Este projecto é desenvolvido pelo Centro de Investigação em Belas Artes - CIEBA, em parceria com:
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Dia 9 de Maio fomos à Aldeia da Luz e realizámos a primeira sessão participativa com a comunidade na Junta de Freguesia de Luz. O objectivo principal foi conhecer as pessoas da aldeia e a própria aldeia através das suas vivências. Para tal, formámos grupos de participantes e entregámos-lhes mapas para que assinalassem “coisas, sítios e histórias do lugar”. Depois, num mapa grande, todos os grupos traçaram um percurso através dos locais assinalados e falaram da sua relevância aos restantes participantes. Seguiu-se um lanche de convívio na Sociedade Recreativa Luzense e uma despedida com a promessa de voltarmos para a segunda sessão participativa no dia 6 de Junho de 2026.
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PONTO NEMO – exposição de ana franco neto
18 > 27 MAIO 2026 | GALERIA BELAS-ARTES
A exposição Ponto Nemo de Ana Franco Neto inaugurou no dia 18 maio pelas 17h e está patente de 18 a 27 maio, na Galeria da Faculdade de Belas-Artes.
Curadoria: Joane Brandão de Carvalho
Horário: 2ª a sábado – 11h00/19h00
O trabalho de Ana Franco Neto transporta-nos para um universo entre o arquivo e a ficção, onde objetos, imagens e fragmentos surgem como vestígios de um sistema desconhecido. Como no Ponto Nemo — o lugar mais remoto do planeta e destino simbólico de satélites desativados, as suas obras habitam uma zona suspensa entre presença e abandono, entre possível memória e futuro. Como fragmentos de uma cosmologia ficcional ou relíquias de um tempo que nunca existiu, estas obras afirmam-se enquanto entidades autónomas, regidas por uma lógica própria e por um sistema simbólico que escapa à leitura absoluta.

PONTO NEMO – exposição de ana franco neto
18 > 27 MAIO 2026 | GALERIA BELAS-ARTES
A exposição Ponto Nemo de Ana Franco Neto inaugurou no dia 18 maio pelas 17h e está patente de 18 a 27 maio, na Galeria da Faculdade de Belas-Artes.
Curadoria: Joane Brandão de Carvalho
Horário: 2ª a sábado – 11h00/19h00
O trabalho de Ana Franco Neto transporta-nos para um universo entre o arquivo e a ficção, onde objetos, imagens e fragmentos surgem como vestígios de um sistema desconhecido. Como no Ponto Nemo — o lugar mais remoto do planeta e destino simbólico de satélites desativados, as suas obras habitam uma zona suspensa entre presença e abandono, entre possível memória e futuro. Como fragmentos de uma cosmologia ficcional ou relíquias de um tempo que nunca existiu, estas obras afirmam-se enquanto entidades autónomas, regidas por uma lógica própria e por um sistema simbólico que escapa à leitura absoluta.

PONTO NEMO – exposição de ana franco neto
18 > 27 MAIO 2026 | GALERIA BELAS-ARTES
A exposição Ponto Nemo de Ana Franco Neto inaugurou no dia 18 maio pelas 17h e está patente de 18 a 27 maio, na Galeria da Faculdade de Belas-Artes.
Curadoria: Joane Brandão de Carvalho
Horário: 2ª a sábado – 11h00/19h00
O trabalho de Ana Franco Neto transporta-nos para um universo entre o arquivo e a ficção, onde objetos, imagens e fragmentos surgem como vestígios de um sistema desconhecido. Como no Ponto Nemo — o lugar mais remoto do planeta e destino simbólico de satélites desativados, as suas obras habitam uma zona suspensa entre presença e abandono, entre possível memória e futuro. Como fragmentos de uma cosmologia ficcional ou relíquias de um tempo que nunca existiu, estas obras afirmam-se enquanto entidades autónomas, regidas por uma lógica própria e por um sistema simbólico que escapa à leitura absoluta.

PONTO NEMO – exposição de ana franco neto
18 > 27 MAIO 2026 | GALERIA BELAS-ARTES
A exposição Ponto Nemo de Ana Franco Neto inaugurou no dia 18 maio pelas 17h e está patente de 18 a 27 maio, na Galeria da Faculdade de Belas-Artes.
Curadoria: Joane Brandão de Carvalho
Horário: 2ª a sábado – 11h00/19h00
O trabalho de Ana Franco Neto transporta-nos para um universo entre o arquivo e a ficção, onde objetos, imagens e fragmentos surgem como vestígios de um sistema desconhecido. Como no Ponto Nemo — o lugar mais remoto do planeta e destino simbólico de satélites desativados, as suas obras habitam uma zona suspensa entre presença e abandono, entre possível memória e futuro. Como fragmentos de uma cosmologia ficcional ou relíquias de um tempo que nunca existiu, estas obras afirmam-se enquanto entidades autónomas, regidas por uma lógica própria e por um sistema simbólico que escapa à leitura absoluta.

PONTO NEMO – exposição de ana franco neto
18 > 27 MAIO 2026 | GALERIA BELAS-ARTES
A exposição Ponto Nemo de Ana Franco Neto inaugurou no dia 18 maio pelas 17h e está patente de 18 a 27 maio, na Galeria da Faculdade de Belas-Artes.
Curadoria: Joane Brandão de Carvalho
Horário: 2ª a sábado – 11h00/19h00
O trabalho de Ana Franco Neto transporta-nos para um universo entre o arquivo e a ficção, onde objetos, imagens e fragmentos surgem como vestígios de um sistema desconhecido. Como no Ponto Nemo — o lugar mais remoto do planeta e destino simbólico de satélites desativados, as suas obras habitam uma zona suspensa entre presença e abandono, entre possível memória e futuro. Como fragmentos de uma cosmologia ficcional ou relíquias de um tempo que nunca existiu, estas obras afirmam-se enquanto entidades autónomas, regidas por uma lógica própria e por um sistema simbólico que escapa à leitura absoluta.

PONTO NEMO – exposição de ana franco neto
18 > 27 MAIO 2026 | GALERIA BELAS-ARTES
A exposição Ponto Nemo de Ana Franco Neto inaugurou no dia 18 maio pelas 17h e está patente de 18 a 27 maio, na Galeria da Faculdade de Belas-Artes.
Curadoria: Joane Brandão de Carvalho
Horário: 2ª a sábado – 11h00/19h00
O trabalho de Ana Franco Neto transporta-nos para um universo entre o arquivo e a ficção, onde objetos, imagens e fragmentos surgem como vestígios de um sistema desconhecido. Como no Ponto Nemo — o lugar mais remoto do planeta e destino simbólico de satélites desativados, as suas obras habitam uma zona suspensa entre presença e abandono, entre possível memória e futuro. Como fragmentos de uma cosmologia ficcional ou relíquias de um tempo que nunca existiu, estas obras afirmam-se enquanto entidades autónomas, regidas por uma lógica própria e por um sistema simbólico que escapa à leitura absoluta.

PONTO NEMO – exposição de ana franco neto
18 > 27 MAIO 2026 | GALERIA BELAS-ARTES
A exposição Ponto Nemo de Ana Franco Neto inaugurou no dia 18 maio pelas 17h e está patente de 18 a 27 maio, na Galeria da Faculdade de Belas-Artes.
Curadoria: Joane Brandão de Carvalho
Horário: 2ª a sábado – 11h00/19h00
O trabalho de Ana Franco Neto transporta-nos para um universo entre o arquivo e a ficção, onde objetos, imagens e fragmentos surgem como vestígios de um sistema desconhecido. Como no Ponto Nemo — o lugar mais remoto do planeta e destino simbólico de satélites desativados, as suas obras habitam uma zona suspensa entre presença e abandono, entre possível memória e futuro. Como fragmentos de uma cosmologia ficcional ou relíquias de um tempo que nunca existiu, estas obras afirmam-se enquanto entidades autónomas, regidas por uma lógica própria e por um sistema simbólico que escapa à leitura absoluta.

PONTO NEMO – exposição de ana franco neto
18 > 27 MAIO 2026 | GALERIA BELAS-ARTES
A exposição Ponto Nemo de Ana Franco Neto inaugurou no dia 18 maio pelas 17h e está patente de 18 a 27 maio, na Galeria da Faculdade de Belas-Artes.
Curadoria: Joane Brandão de Carvalho
Horário: 2ª a sábado – 11h00/19h00
O trabalho de Ana Franco Neto transporta-nos para um universo entre o arquivo e a ficção, onde objetos, imagens e fragmentos surgem como vestígios de um sistema desconhecido. Como no Ponto Nemo — o lugar mais remoto do planeta e destino simbólico de satélites desativados, as suas obras habitam uma zona suspensa entre presença e abandono, entre possível memória e futuro. Como fragmentos de uma cosmologia ficcional ou relíquias de um tempo que nunca existiu, estas obras afirmam-se enquanto entidades autónomas, regidas por uma lógica própria e por um sistema simbólico que escapa à leitura absoluta.

PONTO NEMO – exposição de ana franco neto
18 > 27 MAIO 2026 | GALERIA BELAS-ARTES
A exposição Ponto Nemo de Ana Franco Neto inaugurou no dia 18 maio pelas 17h e está patente de 18 a 27 maio, na Galeria da Faculdade de Belas-Artes.
Curadoria: Joane Brandão de Carvalho
Horário: 2ª a sábado – 11h00/19h00
O trabalho de Ana Franco Neto transporta-nos para um universo entre o arquivo e a ficção, onde objetos, imagens e fragmentos surgem como vestígios de um sistema desconhecido. Como no Ponto Nemo — o lugar mais remoto do planeta e destino simbólico de satélites desativados, as suas obras habitam uma zona suspensa entre presença e abandono, entre possível memória e futuro. Como fragmentos de uma cosmologia ficcional ou relíquias de um tempo que nunca existiu, estas obras afirmam-se enquanto entidades autónomas, regidas por uma lógica própria e por um sistema simbólico que escapa à leitura absoluta.

MA Design for Sustainability, FBAUL @fbaul
Presentation of the final projects
2 June 2026 - 15:00-16:30 @mnac.oficial
The final presentation of Project II brings together proposals developed within the scope of the Master’s Degree in Design for Sustainability at the Faculty of Fine Arts of the University of Lisbon, focusing on the relationship between cultural institutions, artists, and audiences.
Based on the European project Institution(ing)s, and following a research residency conducted by the students, design methodologies aimed at social innovation actions were developed. The works explore models of cultural participation, mediation, inclusion, and institutional transformation to promote design solutions that impact the community. In this session, projects that combine critical research, co-design, and applied experimentation are presented, proposing new forms of collaboration and the construction of more democratic, plural, and sustainable cultural ecosystems.
Students: Alva Ingrid Olivia da Luz, Andrea Fiorella Vigil Schenone, Blerona Karpuzi, Francisca Flores Strecht Ribeiro, Helena Cristina Figueiredo Lourenço, Klara Agnes Rask, Mei Lin Hélard, Santiago Sanchez Sarfati, Sara Oppido, Yasmín Daniela Guadarrama Domínguez
Coordination: Professor Ana Thudichum Vasconcelos @ana.thudichum, Professor Carla Paoliello @carlapaoliello, and researcher José Oliveira @ze.ppo
This presentation will take place at MNAC-Museu do Chiado, where the new reading area of Institution(ing)s will be housed from late 2026 onwards.

MA Design for Sustainability, FBAUL @fbaul
Presentation of the final projects
2 June 2026 - 15:00-16:30 @mnac.oficial
The final presentation of Project II brings together proposals developed within the scope of the Master’s Degree in Design for Sustainability at the Faculty of Fine Arts of the University of Lisbon, focusing on the relationship between cultural institutions, artists, and audiences.
Based on the European project Institution(ing)s, and following a research residency conducted by the students, design methodologies aimed at social innovation actions were developed. The works explore models of cultural participation, mediation, inclusion, and institutional transformation to promote design solutions that impact the community. In this session, projects that combine critical research, co-design, and applied experimentation are presented, proposing new forms of collaboration and the construction of more democratic, plural, and sustainable cultural ecosystems.
Students: Alva Ingrid Olivia da Luz, Andrea Fiorella Vigil Schenone, Blerona Karpuzi, Francisca Flores Strecht Ribeiro, Helena Cristina Figueiredo Lourenço, Klara Agnes Rask, Mei Lin Hélard, Santiago Sanchez Sarfati, Sara Oppido, Yasmín Daniela Guadarrama Domínguez
Coordination: Professor Ana Thudichum Vasconcelos @ana.thudichum, Professor Carla Paoliello @carlapaoliello, and researcher José Oliveira @ze.ppo
This presentation will take place at MNAC-Museu do Chiado, where the new reading area of Institution(ing)s will be housed from late 2026 onwards.

🗣️ Na sexta-feira, dia 15/05, às 11h, no Auditório Lagoa Henriques!!
*
A conversa “Publicar Arte: do Conceito ao Objeto” irá aprofundar as práticas editoriais no campo da arte contemporânea, desde a conceção de uma publicação até à sua materialização enquanto objeto, reunindo diferentes perspetivas — da edição independente à prática artística e fotográfica. Pretendemos refletir sobre os processos de edição e produção de publicações artísticas, incluindo livros de artista, catálogos e outras formas híbridas, considerando as decisões conceptuais, gráficas e materiais que moldam estes objetos. Ao mesmo tempo, procuramos debater os contextos de circulação e recepção destas publicações, bem como os seus públicos, entre nichos especializados e audiências mais alargadas. Assim, pretendemos aprofundar o papel das publicações como extensão da prática artística e como espaço autónomo de criação, interrogando as relações entre obra, edição e distribuição.

🗣️ Na sexta-feira, dia 15/05, às 11h, no Auditório Lagoa Henriques!!
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A conversa “Publicar Arte: do Conceito ao Objeto” irá aprofundar as práticas editoriais no campo da arte contemporânea, desde a conceção de uma publicação até à sua materialização enquanto objeto, reunindo diferentes perspetivas — da edição independente à prática artística e fotográfica. Pretendemos refletir sobre os processos de edição e produção de publicações artísticas, incluindo livros de artista, catálogos e outras formas híbridas, considerando as decisões conceptuais, gráficas e materiais que moldam estes objetos. Ao mesmo tempo, procuramos debater os contextos de circulação e recepção destas publicações, bem como os seus públicos, entre nichos especializados e audiências mais alargadas. Assim, pretendemos aprofundar o papel das publicações como extensão da prática artística e como espaço autónomo de criação, interrogando as relações entre obra, edição e distribuição.
CANDIDATURAS MESTRADOS E DOUTORAMENTOS 2026-2027 3ª FASE >> 27 MAIO A 10 JUNHO 2026
/
MESTRADOS:
/ Arte Multimédia
/ Conservação de Arte Moderna e Contemporânea
/ Crítica e Curadoria de Arte
/ Desenho
/ Design de Comunicação
/ Design de Equipamento
/ Design para a Sustentabilidade
/ Educação Artística
/ Escultura
/ Museologia e Museografia
/ Pintura
/ Práticas Tipográficas e Editoriais Contemporâneas
DOUTORAMENTOS:
/ Artes Performativas e da Imagem em Movimento
/ Belas-Artes (Áreas de especialização: Ciências da Arte e do Património, Desenho, Design de Comunicação, Design de Equipamento, Escultura, Arte Multimédia, Pintura)
/
As informações detalhadas sobre as condições e requisitos de candidatura, encontram-se disponíveis na página eletrónica de cada curso, em 🔗belasartes.ulisboa.pt/cursos/mestrados e 🔗belasartes.ulisboa.pt/cursos/doutoramentos
/
Toda a informação sobre vagas em 🔗belasartes.ulisboa.pt/candidaturas/mestrados-e-doutoramentos
/
CRÉDITOS
(1) Leonor Costa - Stretch, Compress, Distort
(2) Daphne Klagkou - THE HILL
(3) Maria Leonardo Cabrita - Min min lights
(4) Olavo Costa - Adeus, Portugal
(5) Andrea Bandoni - Cuia Colab
(6) Bárbara Ferreira, Bárbara Bellone, Mafalda Pestana
(7) Paulo Scavullo - Série Transtype
(8) Fotografia com fluorescência induzida por UV, Kora
(9) Fernando Aranda - Ananda Kalynai II
(10) Micaela Andoni
(11) Francisca Carvalho - Fungae Yantra
(12) Leonor Costa, Camila Mignon - Accumulation of accumulations
(13) Irene de Vilder - The Machine
(14) Pormenor da mão da escultura policromada, Mefistófeles
(15) Miguel Abreu - Cartografias de Palabras
(16) Pedro de Sousa Serafim - Exposição CICLUM
(17) Inês Gartner - Imperfect Images
(18) Francisca Carvalho - Três Irmãs
(19) João Rosas - Série Desenhos de Corpo
(20) Pormenor durante o tratamento de reintegração cromática
(21) Bruno Inácio - The face, the voice
(22) Maria Leonardo Cabrita - Min min lights

PONTO NEMO – exposição de Ana Franco Neto
18 > 27 MAIO 2026 | GALERIA BELAS-ARTES
A exposição “Ponto Nemo” de Ana Franco Neto inaugura dia 18 maio pelas 17h e está patente de 18 a 27 maio, na Galeria da Faculdade de Belas-Artes.
Curadoria: Joane Brandão de Carvalho
Horário: 2ª a sábado – 11h00/19h00
Este evento é passível de ser fotografado e filmado e posteriormente divulgado publicamente.
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O trabalho de Ana Franco Neto transporta-nos para um universo entre o arquivo e a ficção, onde objetos, imagens e fragmentos surgem como vestígios de um sistema desconhecido. Como no Ponto Nemo — o lugar mais remoto do planeta e destino simbólico de satélites desativados, as suas obras habitam uma zona suspensa entre presença e abandono, entre possível memória e futuro. Como fragmentos de uma cosmologia ficcional ou relíquias de um tempo que nunca existiu, estas obras afirmam-se enquanto entidades autónomas, regidas por uma lógica própria e por um sistema simbólico que escapa à leitura absoluta.

Depois da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, é a vez do Museu Nacional dos Coches acolher o IV Encontro Acessibilidade e Inclusão na Arte e no Património a realizar nos dias 22 e 23 de maio de 2026. As inscrições estão abertas!

Human Entities 2026, 5 maio @itsgabrielabrantes with the irresistible Ratzo!! @fbaul
Obrigado a todes / Big thanks to everyone!

Human Entities 2026, 5 maio @itsgabrielabrantes with the irresistible Ratzo!! @fbaul
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Obrigado a todes / Big thanks to everyone!

🗣️ Na sexta-feira, dia 08/05, às 10h, no Auditório Lagoa Henriques!!
*
A conversa “Arte nas Periferias: Práticas, Território e Comunidade” propõe uma reflexão sobre a produção artística em contextos periféricos, entendendo a periferia não apenas como um espaço geográfico, mas como um lugar de construção cultural, identidade e resistência.
Partindo das experiências dos convidados, serão exploradas as formas como o território influencia práticas artísticas contemporâneas, bem como o papel fundamental das dinâmicas coletivas na criação e difusão de projetos culturais.
Este encontro pretende também discutir a relação entre arte e intervenção social, destacando o potencial transformador das práticas artísticas na promoção da inclusão, da participação cívica e do fortalecimento das comunidades locais. Serão abordados os desafios enfrentados por artistas e agentes culturais nestes contextos, assim como as oportunidades que emergem da colaboração, da experimentação e do trabalho de proximidade.

🗣️ Na sexta-feira, dia 08/05, às 10h, no Auditório Lagoa Henriques!!
*
A conversa “Arte nas Periferias: Práticas, Território e Comunidade” propõe uma reflexão sobre a produção artística em contextos periféricos, entendendo a periferia não apenas como um espaço geográfico, mas como um lugar de construção cultural, identidade e resistência.
Partindo das experiências dos convidados, serão exploradas as formas como o território influencia práticas artísticas contemporâneas, bem como o papel fundamental das dinâmicas coletivas na criação e difusão de projetos culturais.
Este encontro pretende também discutir a relação entre arte e intervenção social, destacando o potencial transformador das práticas artísticas na promoção da inclusão, da participação cívica e do fortalecimento das comunidades locais. Serão abordados os desafios enfrentados por artistas e agentes culturais nestes contextos, assim como as oportunidades que emergem da colaboração, da experimentação e do trabalho de proximidade.

“estudos para uma cábula” – exposição de joão palmeira
23 ABRIL > 13 MAIO 2026 | GALERIA BELAS-ARTES
A exposição “Estudos para uma cábula” de João Palmeira, está patente de 23 de abril a 13 maio, na Galeria da Faculdade de Belas-Artes.
Curadoria: Nuno Sousa Vieira
Horário: 2ª a sábado – 11h00/19h00
_________________
A cábula não é apenas um objeto, nem um simples repositório de informações, mas sim um dispositivo de transformação, que não se limita a guardar o que o tempo deposita, atuando sobre ele, uma vez que vai revelando camadas de sentido que só se tornam visíveis através da experiência de quem a manipula, de quem o dobra, de quem o guarda ou de quem o usa. Neste contexto, a pergunta que a cábula suscita permanece: como apreender e compreender o que o tempo nos deixa? A informação que contém pode ser a mesma, mas a resposta nunca é única. Cada gesto, cada olhadela, cada espirro e cada dobra, reescrevem o seu significado, como se a cábula fosse um espelho que, em vez de refletir, multiplica as possibilidades do que já existe. Neste sentido, considerando que a informação que ela contém parece imutável, mas as respostas se multiplicam e se desdobram, cada leitura é um novo gesto e cada interpretação é uma nova camada de sentido. A cábula é, assim, um manual de operações abertas: não prescreve, sugere; não comprime, amplia; segundo o qual, a cada resposta precede sempre uma nova pergunta.
[excerto de «A Cábula do Nariz para o Bolso», de Nuno Sousa Vieira]

“estudos para uma cábula” – exposição de joão palmeira
23 ABRIL > 13 MAIO 2026 | GALERIA BELAS-ARTES
A exposição “Estudos para uma cábula” de João Palmeira, está patente de 23 de abril a 13 maio, na Galeria da Faculdade de Belas-Artes.
Curadoria: Nuno Sousa Vieira
Horário: 2ª a sábado – 11h00/19h00
_________________
A cábula não é apenas um objeto, nem um simples repositório de informações, mas sim um dispositivo de transformação, que não se limita a guardar o que o tempo deposita, atuando sobre ele, uma vez que vai revelando camadas de sentido que só se tornam visíveis através da experiência de quem a manipula, de quem o dobra, de quem o guarda ou de quem o usa. Neste contexto, a pergunta que a cábula suscita permanece: como apreender e compreender o que o tempo nos deixa? A informação que contém pode ser a mesma, mas a resposta nunca é única. Cada gesto, cada olhadela, cada espirro e cada dobra, reescrevem o seu significado, como se a cábula fosse um espelho que, em vez de refletir, multiplica as possibilidades do que já existe. Neste sentido, considerando que a informação que ela contém parece imutável, mas as respostas se multiplicam e se desdobram, cada leitura é um novo gesto e cada interpretação é uma nova camada de sentido. A cábula é, assim, um manual de operações abertas: não prescreve, sugere; não comprime, amplia; segundo o qual, a cada resposta precede sempre uma nova pergunta.
[excerto de «A Cábula do Nariz para o Bolso», de Nuno Sousa Vieira]

“estudos para uma cábula” – exposição de joão palmeira
23 ABRIL > 13 MAIO 2026 | GALERIA BELAS-ARTES
A exposição “Estudos para uma cábula” de João Palmeira, está patente de 23 de abril a 13 maio, na Galeria da Faculdade de Belas-Artes.
Curadoria: Nuno Sousa Vieira
Horário: 2ª a sábado – 11h00/19h00
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A cábula não é apenas um objeto, nem um simples repositório de informações, mas sim um dispositivo de transformação, que não se limita a guardar o que o tempo deposita, atuando sobre ele, uma vez que vai revelando camadas de sentido que só se tornam visíveis através da experiência de quem a manipula, de quem o dobra, de quem o guarda ou de quem o usa. Neste contexto, a pergunta que a cábula suscita permanece: como apreender e compreender o que o tempo nos deixa? A informação que contém pode ser a mesma, mas a resposta nunca é única. Cada gesto, cada olhadela, cada espirro e cada dobra, reescrevem o seu significado, como se a cábula fosse um espelho que, em vez de refletir, multiplica as possibilidades do que já existe. Neste sentido, considerando que a informação que ela contém parece imutável, mas as respostas se multiplicam e se desdobram, cada leitura é um novo gesto e cada interpretação é uma nova camada de sentido. A cábula é, assim, um manual de operações abertas: não prescreve, sugere; não comprime, amplia; segundo o qual, a cada resposta precede sempre uma nova pergunta.
[excerto de «A Cábula do Nariz para o Bolso», de Nuno Sousa Vieira]

“estudos para uma cábula” – exposição de joão palmeira
23 ABRIL > 13 MAIO 2026 | GALERIA BELAS-ARTES
A exposição “Estudos para uma cábula” de João Palmeira, está patente de 23 de abril a 13 maio, na Galeria da Faculdade de Belas-Artes.
Curadoria: Nuno Sousa Vieira
Horário: 2ª a sábado – 11h00/19h00
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A cábula não é apenas um objeto, nem um simples repositório de informações, mas sim um dispositivo de transformação, que não se limita a guardar o que o tempo deposita, atuando sobre ele, uma vez que vai revelando camadas de sentido que só se tornam visíveis através da experiência de quem a manipula, de quem o dobra, de quem o guarda ou de quem o usa. Neste contexto, a pergunta que a cábula suscita permanece: como apreender e compreender o que o tempo nos deixa? A informação que contém pode ser a mesma, mas a resposta nunca é única. Cada gesto, cada olhadela, cada espirro e cada dobra, reescrevem o seu significado, como se a cábula fosse um espelho que, em vez de refletir, multiplica as possibilidades do que já existe. Neste sentido, considerando que a informação que ela contém parece imutável, mas as respostas se multiplicam e se desdobram, cada leitura é um novo gesto e cada interpretação é uma nova camada de sentido. A cábula é, assim, um manual de operações abertas: não prescreve, sugere; não comprime, amplia; segundo o qual, a cada resposta precede sempre uma nova pergunta.
[excerto de «A Cábula do Nariz para o Bolso», de Nuno Sousa Vieira]

“estudos para uma cábula” – exposição de joão palmeira
23 ABRIL > 13 MAIO 2026 | GALERIA BELAS-ARTES
A exposição “Estudos para uma cábula” de João Palmeira, está patente de 23 de abril a 13 maio, na Galeria da Faculdade de Belas-Artes.
Curadoria: Nuno Sousa Vieira
Horário: 2ª a sábado – 11h00/19h00
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A cábula não é apenas um objeto, nem um simples repositório de informações, mas sim um dispositivo de transformação, que não se limita a guardar o que o tempo deposita, atuando sobre ele, uma vez que vai revelando camadas de sentido que só se tornam visíveis através da experiência de quem a manipula, de quem o dobra, de quem o guarda ou de quem o usa. Neste contexto, a pergunta que a cábula suscita permanece: como apreender e compreender o que o tempo nos deixa? A informação que contém pode ser a mesma, mas a resposta nunca é única. Cada gesto, cada olhadela, cada espirro e cada dobra, reescrevem o seu significado, como se a cábula fosse um espelho que, em vez de refletir, multiplica as possibilidades do que já existe. Neste sentido, considerando que a informação que ela contém parece imutável, mas as respostas se multiplicam e se desdobram, cada leitura é um novo gesto e cada interpretação é uma nova camada de sentido. A cábula é, assim, um manual de operações abertas: não prescreve, sugere; não comprime, amplia; segundo o qual, a cada resposta precede sempre uma nova pergunta.
[excerto de «A Cábula do Nariz para o Bolso», de Nuno Sousa Vieira]

“estudos para uma cábula” – exposição de joão palmeira
23 ABRIL > 13 MAIO 2026 | GALERIA BELAS-ARTES
A exposição “Estudos para uma cábula” de João Palmeira, está patente de 23 de abril a 13 maio, na Galeria da Faculdade de Belas-Artes.
Curadoria: Nuno Sousa Vieira
Horário: 2ª a sábado – 11h00/19h00
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A cábula não é apenas um objeto, nem um simples repositório de informações, mas sim um dispositivo de transformação, que não se limita a guardar o que o tempo deposita, atuando sobre ele, uma vez que vai revelando camadas de sentido que só se tornam visíveis através da experiência de quem a manipula, de quem o dobra, de quem o guarda ou de quem o usa. Neste contexto, a pergunta que a cábula suscita permanece: como apreender e compreender o que o tempo nos deixa? A informação que contém pode ser a mesma, mas a resposta nunca é única. Cada gesto, cada olhadela, cada espirro e cada dobra, reescrevem o seu significado, como se a cábula fosse um espelho que, em vez de refletir, multiplica as possibilidades do que já existe. Neste sentido, considerando que a informação que ela contém parece imutável, mas as respostas se multiplicam e se desdobram, cada leitura é um novo gesto e cada interpretação é uma nova camada de sentido. A cábula é, assim, um manual de operações abertas: não prescreve, sugere; não comprime, amplia; segundo o qual, a cada resposta precede sempre uma nova pergunta.
[excerto de «A Cábula do Nariz para o Bolso», de Nuno Sousa Vieira]

“estudos para uma cábula” – exposição de joão palmeira
23 ABRIL > 13 MAIO 2026 | GALERIA BELAS-ARTES
A exposição “Estudos para uma cábula” de João Palmeira, está patente de 23 de abril a 13 maio, na Galeria da Faculdade de Belas-Artes.
Curadoria: Nuno Sousa Vieira
Horário: 2ª a sábado – 11h00/19h00
_________________
A cábula não é apenas um objeto, nem um simples repositório de informações, mas sim um dispositivo de transformação, que não se limita a guardar o que o tempo deposita, atuando sobre ele, uma vez que vai revelando camadas de sentido que só se tornam visíveis através da experiência de quem a manipula, de quem o dobra, de quem o guarda ou de quem o usa. Neste contexto, a pergunta que a cábula suscita permanece: como apreender e compreender o que o tempo nos deixa? A informação que contém pode ser a mesma, mas a resposta nunca é única. Cada gesto, cada olhadela, cada espirro e cada dobra, reescrevem o seu significado, como se a cábula fosse um espelho que, em vez de refletir, multiplica as possibilidades do que já existe. Neste sentido, considerando que a informação que ela contém parece imutável, mas as respostas se multiplicam e se desdobram, cada leitura é um novo gesto e cada interpretação é uma nova camada de sentido. A cábula é, assim, um manual de operações abertas: não prescreve, sugere; não comprime, amplia; segundo o qual, a cada resposta precede sempre uma nova pergunta.
[excerto de «A Cábula do Nariz para o Bolso», de Nuno Sousa Vieira]

Estamos de volta com o ciclo de conversas Diálogos pela Arte, e desta vez com programação todas as sextas-feira até ao nosso fim de semana especial! 💌
08/05 | às 10h
ARTE NAS PERIFERIAS: PRÁTICAS, TERRITÓRIO E COMUNIDADE
Uma reflexão sobre a produção artística em contextos periféricos, entendendo a periferia não apenas como um espaço geográfico, mas como um lugar de construção cultural, identidade e resistência.
15/05 | às 11h
PUBLICAR ARTE: DO CONCEITO AO OBJETO
Sobre as práticas editoriais no campo da arte contemporânea, da edição independente à prática artística e fotográfica, aprofundando as publicações como extensão da prática artística e espaço autónomo de criação.
22/05 | às 10h
EXPOR IMAGEM: FOTOGRAFIA E VÍDEO NO ESPAÇO CONTEMPORÂNEO
Acerca de diferentes formas de apresentação e circulação da imagem e vídeo no contexto artístico atual, refletindo sobre as suas condições de exibição, materialidade e relação com o espaço expositivo.
29/05 | às 10h
ENTRE O OLHAR E A COLEÇÃO: CURADORIA E COLECIONISMO HOJE
Relativamente às práticas e contextos do colecionismo e da curadoria na contemporaneidade, refletindo sobre as motivações que orientam a construção de uma coleção, bem como os critérios de seleção e aquisição de obras, considerando tanto o apoio a artistas em início de carreira como a consolidação de trajetórias no campo artístico.
03/06 | às 10h
MANUAL DE SOBREVIVÊNCIA PARA JOVENS ARTISTAS
Sobre as possíveis trajetórias e modelos de prática artística da atualidade, abordando de forma crítica e transparente os desafios associados ao início de carreira, bem como as questões de sustentabilidade a médio e longo prazo.
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Painel de convidados a anunciar brevemente… 😉

Estamos de volta com o ciclo de conversas Diálogos pela Arte, e desta vez com programação todas as sextas-feira até ao nosso fim de semana especial! 💌
08/05 | às 10h
ARTE NAS PERIFERIAS: PRÁTICAS, TERRITÓRIO E COMUNIDADE
Uma reflexão sobre a produção artística em contextos periféricos, entendendo a periferia não apenas como um espaço geográfico, mas como um lugar de construção cultural, identidade e resistência.
15/05 | às 11h
PUBLICAR ARTE: DO CONCEITO AO OBJETO
Sobre as práticas editoriais no campo da arte contemporânea, da edição independente à prática artística e fotográfica, aprofundando as publicações como extensão da prática artística e espaço autónomo de criação.
22/05 | às 10h
EXPOR IMAGEM: FOTOGRAFIA E VÍDEO NO ESPAÇO CONTEMPORÂNEO
Acerca de diferentes formas de apresentação e circulação da imagem e vídeo no contexto artístico atual, refletindo sobre as suas condições de exibição, materialidade e relação com o espaço expositivo.
29/05 | às 10h
ENTRE O OLHAR E A COLEÇÃO: CURADORIA E COLECIONISMO HOJE
Relativamente às práticas e contextos do colecionismo e da curadoria na contemporaneidade, refletindo sobre as motivações que orientam a construção de uma coleção, bem como os critérios de seleção e aquisição de obras, considerando tanto o apoio a artistas em início de carreira como a consolidação de trajetórias no campo artístico.
03/06 | às 10h
MANUAL DE SOBREVIVÊNCIA PARA JOVENS ARTISTAS
Sobre as possíveis trajetórias e modelos de prática artística da atualidade, abordando de forma crítica e transparente os desafios associados ao início de carreira, bem como as questões de sustentabilidade a médio e longo prazo.
*
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Painel de convidados a anunciar brevemente… 😉

Estamos de volta com o ciclo de conversas Diálogos pela Arte, e desta vez com programação todas as sextas-feira até ao nosso fim de semana especial! 💌
08/05 | às 10h
ARTE NAS PERIFERIAS: PRÁTICAS, TERRITÓRIO E COMUNIDADE
Uma reflexão sobre a produção artística em contextos periféricos, entendendo a periferia não apenas como um espaço geográfico, mas como um lugar de construção cultural, identidade e resistência.
15/05 | às 11h
PUBLICAR ARTE: DO CONCEITO AO OBJETO
Sobre as práticas editoriais no campo da arte contemporânea, da edição independente à prática artística e fotográfica, aprofundando as publicações como extensão da prática artística e espaço autónomo de criação.
22/05 | às 10h
EXPOR IMAGEM: FOTOGRAFIA E VÍDEO NO ESPAÇO CONTEMPORÂNEO
Acerca de diferentes formas de apresentação e circulação da imagem e vídeo no contexto artístico atual, refletindo sobre as suas condições de exibição, materialidade e relação com o espaço expositivo.
29/05 | às 10h
ENTRE O OLHAR E A COLEÇÃO: CURADORIA E COLECIONISMO HOJE
Relativamente às práticas e contextos do colecionismo e da curadoria na contemporaneidade, refletindo sobre as motivações que orientam a construção de uma coleção, bem como os critérios de seleção e aquisição de obras, considerando tanto o apoio a artistas em início de carreira como a consolidação de trajetórias no campo artístico.
03/06 | às 10h
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Sobre as possíveis trajetórias e modelos de prática artística da atualidade, abordando de forma crítica e transparente os desafios associados ao início de carreira, bem como as questões de sustentabilidade a médio e longo prazo.
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Uma reflexão sobre a produção artística em contextos periféricos, entendendo a periferia não apenas como um espaço geográfico, mas como um lugar de construção cultural, identidade e resistência.
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Sobre as práticas editoriais no campo da arte contemporânea, da edição independente à prática artística e fotográfica, aprofundando as publicações como extensão da prática artística e espaço autónomo de criação.
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