Alisson Batista
• Fotógrafo
• Psicólogo
• Psicanalista em formação (CEP)
• Docente na Uniritter

2025 - pangeia
Ou
Estar no mundo sem a certeza de um amor incondicional.
•••
Après-coup, na psicanálise, é o nome de uma experiência que só encontra sentido depois. O acontecimento vem antes; a compreensão, mais tarde.
Era uma noite de terça-feira. Eu caminhava com o Zaire quando, quase sem perceber, levei a mão ao bolso e peguei o celular. Fiquei ali, olhando para a tela acesa. Queria ligar para minha mãee dizer qualquer coisa do dia, nada de especial. Mas isso já não era mais possível.
Foi então que algo se abriu.
Não como lembrança, mas como falta.
Naquele instante, percebi: percebi que estava no mundo sem a certeza de um amor incondicional.
Este foi, sem dúvida, o ano mais difícil da minha vida. À ausência da minha mãe somou-se uma escolha silenciosa: fazer do cuidado com meu pai o eixo central da minha vida. Um deslocamento discreto, porém irreversível.
Em 2025, a Pangeia se rompeu. As placas se moveram, o chão cedeu, os continentes se afastaram. O mundo não deixou de existir, mas já não é o mesmo mapa.
Não é que nada mais faça sentido.
É que, agora, viver exige inventar outros.
Que 2026 seja um percurso onde encontre mais sentidos

2025 - pangeia
Ou
Estar no mundo sem a certeza de um amor incondicional.
•••
Après-coup, na psicanálise, é o nome de uma experiência que só encontra sentido depois. O acontecimento vem antes; a compreensão, mais tarde.
Era uma noite de terça-feira. Eu caminhava com o Zaire quando, quase sem perceber, levei a mão ao bolso e peguei o celular. Fiquei ali, olhando para a tela acesa. Queria ligar para minha mãee dizer qualquer coisa do dia, nada de especial. Mas isso já não era mais possível.
Foi então que algo se abriu.
Não como lembrança, mas como falta.
Naquele instante, percebi: percebi que estava no mundo sem a certeza de um amor incondicional.
Este foi, sem dúvida, o ano mais difícil da minha vida. À ausência da minha mãe somou-se uma escolha silenciosa: fazer do cuidado com meu pai o eixo central da minha vida. Um deslocamento discreto, porém irreversível.
Em 2025, a Pangeia se rompeu. As placas se moveram, o chão cedeu, os continentes se afastaram. O mundo não deixou de existir, mas já não é o mesmo mapa.
Não é que nada mais faça sentido.
É que, agora, viver exige inventar outros.
Que 2026 seja um percurso onde encontre mais sentidos

2025 - pangeia
Ou
Estar no mundo sem a certeza de um amor incondicional.
•••
Après-coup, na psicanálise, é o nome de uma experiência que só encontra sentido depois. O acontecimento vem antes; a compreensão, mais tarde.
Era uma noite de terça-feira. Eu caminhava com o Zaire quando, quase sem perceber, levei a mão ao bolso e peguei o celular. Fiquei ali, olhando para a tela acesa. Queria ligar para minha mãee dizer qualquer coisa do dia, nada de especial. Mas isso já não era mais possível.
Foi então que algo se abriu.
Não como lembrança, mas como falta.
Naquele instante, percebi: percebi que estava no mundo sem a certeza de um amor incondicional.
Este foi, sem dúvida, o ano mais difícil da minha vida. À ausência da minha mãe somou-se uma escolha silenciosa: fazer do cuidado com meu pai o eixo central da minha vida. Um deslocamento discreto, porém irreversível.
Em 2025, a Pangeia se rompeu. As placas se moveram, o chão cedeu, os continentes se afastaram. O mundo não deixou de existir, mas já não é o mesmo mapa.
Não é que nada mais faça sentido.
É que, agora, viver exige inventar outros.
Que 2026 seja um percurso onde encontre mais sentidos

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•••
Après-coup, na psicanálise, é o nome de uma experiência que só encontra sentido depois. O acontecimento vem antes; a compreensão, mais tarde.
Era uma noite de terça-feira. Eu caminhava com o Zaire quando, quase sem perceber, levei a mão ao bolso e peguei o celular. Fiquei ali, olhando para a tela acesa. Queria ligar para minha mãee dizer qualquer coisa do dia, nada de especial. Mas isso já não era mais possível.
Foi então que algo se abriu.
Não como lembrança, mas como falta.
Naquele instante, percebi: percebi que estava no mundo sem a certeza de um amor incondicional.
Este foi, sem dúvida, o ano mais difícil da minha vida. À ausência da minha mãe somou-se uma escolha silenciosa: fazer do cuidado com meu pai o eixo central da minha vida. Um deslocamento discreto, porém irreversível.
Em 2025, a Pangeia se rompeu. As placas se moveram, o chão cedeu, os continentes se afastaram. O mundo não deixou de existir, mas já não é o mesmo mapa.
Não é que nada mais faça sentido.
É que, agora, viver exige inventar outros.
Que 2026 seja um percurso onde encontre mais sentidos

2025 - pangeia
Ou
Estar no mundo sem a certeza de um amor incondicional.
•••
Après-coup, na psicanálise, é o nome de uma experiência que só encontra sentido depois. O acontecimento vem antes; a compreensão, mais tarde.
Era uma noite de terça-feira. Eu caminhava com o Zaire quando, quase sem perceber, levei a mão ao bolso e peguei o celular. Fiquei ali, olhando para a tela acesa. Queria ligar para minha mãee dizer qualquer coisa do dia, nada de especial. Mas isso já não era mais possível.
Foi então que algo se abriu.
Não como lembrança, mas como falta.
Naquele instante, percebi: percebi que estava no mundo sem a certeza de um amor incondicional.
Este foi, sem dúvida, o ano mais difícil da minha vida. À ausência da minha mãe somou-se uma escolha silenciosa: fazer do cuidado com meu pai o eixo central da minha vida. Um deslocamento discreto, porém irreversível.
Em 2025, a Pangeia se rompeu. As placas se moveram, o chão cedeu, os continentes se afastaram. O mundo não deixou de existir, mas já não é o mesmo mapa.
Não é que nada mais faça sentido.
É que, agora, viver exige inventar outros.
Que 2026 seja um percurso onde encontre mais sentidos
2025 - pangeia
Ou
Estar no mundo sem a certeza de um amor incondicional.
•••
Après-coup, na psicanálise, é o nome de uma experiência que só encontra sentido depois. O acontecimento vem antes; a compreensão, mais tarde.
Era uma noite de terça-feira. Eu caminhava com o Zaire quando, quase sem perceber, levei a mão ao bolso e peguei o celular. Fiquei ali, olhando para a tela acesa. Queria ligar para minha mãee dizer qualquer coisa do dia, nada de especial. Mas isso já não era mais possível.
Foi então que algo se abriu.
Não como lembrança, mas como falta.
Naquele instante, percebi: percebi que estava no mundo sem a certeza de um amor incondicional.
Este foi, sem dúvida, o ano mais difícil da minha vida. À ausência da minha mãe somou-se uma escolha silenciosa: fazer do cuidado com meu pai o eixo central da minha vida. Um deslocamento discreto, porém irreversível.
Em 2025, a Pangeia se rompeu. As placas se moveram, o chão cedeu, os continentes se afastaram. O mundo não deixou de existir, mas já não é o mesmo mapa.
Não é que nada mais faça sentido.
É que, agora, viver exige inventar outros.
Que 2026 seja um percurso onde encontre mais sentidos

Dona Jô me contou sobre sua condição no dia 27/08, embora já soubesse havia quase um mês. No dia 04/09, ocorreu a internação; a notícia dos cuidados paliativos chegou em 11/09; e no dia 15/09 aconteceu sua passagem. Em meio a esse curto intervalo de dias, houve uma mudança radical em nossa vida.
No dia 11, quando conversei com o médico oncologista e ele me explicou que o tipo de câncer da minha mãe era o mais agressivo e pouco responsivo ao tratamento, tive uma reação muito sóbria. Sóbria a ponto de o médico questionar se eu havia compreendido. Respondi que sim... Só restava oferecer o maior conforto possível à minha mãe, pois, em termos de tratamento clínico, nada mais podia ser feito.
Hoje, ao relembrar esse momento, faço-me algumas questões: será que estou em processo de negação? É uma possibilidade. Outra possibilidade é que eu esteja compreendendo a dialética vida–morte. Pois sim, entendo que existe uma relação muito íntima entre vida e morte. E que a vida não começa necessariamente com o nascimento, nem a morte ocorre unicamente com o fim do corpo biológico
Parte dessa compreensão pode ser explicada pelo Alzheimer do meu pai. Afinal, já vivo um processo de luto, pois o pai que tenho hoje é muito diferente do pai que um dia tive. Se antes eu tinha um pai que me fazia sentir protegido, hoje tenho um pai a quem preciso proteger. Também há outras nuances — e aqui não quero poetizar o Alzheimer —, mas penso que as defesas narcísicas de meu pai ruíram junto de sua memória, o que fez com que ele passasse a ter outra fluidez em seus afetos. A frequência com que ele diz que nos ama aumentou consideravelmente.
Nesse processo com meu pai, deparei-me com uma frase que me marcou muito: o contrário da vida não é a morte, é o esquecimento.
Nesse sentido, quando digo que minha mãe fez uma passagem, é porque ela não morreu em minha memória nem na maneira como lido com o mundo. Há algum tempo, vi uma camisa com os seguintes dizeres: “tudo que sei sobre amor eu inventei.” Achei linda, mas meu primeiro pensamento foi: “nunca poderia usar uma camisa dessas”, porque tudo que sei sobre amor foi Dona Jô quem me ensinou.
(Segue…)

Dona Jô me contou sobre sua condição no dia 27/08, embora já soubesse havia quase um mês. No dia 04/09, ocorreu a internação; a notícia dos cuidados paliativos chegou em 11/09; e no dia 15/09 aconteceu sua passagem. Em meio a esse curto intervalo de dias, houve uma mudança radical em nossa vida.
No dia 11, quando conversei com o médico oncologista e ele me explicou que o tipo de câncer da minha mãe era o mais agressivo e pouco responsivo ao tratamento, tive uma reação muito sóbria. Sóbria a ponto de o médico questionar se eu havia compreendido. Respondi que sim... Só restava oferecer o maior conforto possível à minha mãe, pois, em termos de tratamento clínico, nada mais podia ser feito.
Hoje, ao relembrar esse momento, faço-me algumas questões: será que estou em processo de negação? É uma possibilidade. Outra possibilidade é que eu esteja compreendendo a dialética vida–morte. Pois sim, entendo que existe uma relação muito íntima entre vida e morte. E que a vida não começa necessariamente com o nascimento, nem a morte ocorre unicamente com o fim do corpo biológico
Parte dessa compreensão pode ser explicada pelo Alzheimer do meu pai. Afinal, já vivo um processo de luto, pois o pai que tenho hoje é muito diferente do pai que um dia tive. Se antes eu tinha um pai que me fazia sentir protegido, hoje tenho um pai a quem preciso proteger. Também há outras nuances — e aqui não quero poetizar o Alzheimer —, mas penso que as defesas narcísicas de meu pai ruíram junto de sua memória, o que fez com que ele passasse a ter outra fluidez em seus afetos. A frequência com que ele diz que nos ama aumentou consideravelmente.
Nesse processo com meu pai, deparei-me com uma frase que me marcou muito: o contrário da vida não é a morte, é o esquecimento.
Nesse sentido, quando digo que minha mãe fez uma passagem, é porque ela não morreu em minha memória nem na maneira como lido com o mundo. Há algum tempo, vi uma camisa com os seguintes dizeres: “tudo que sei sobre amor eu inventei.” Achei linda, mas meu primeiro pensamento foi: “nunca poderia usar uma camisa dessas”, porque tudo que sei sobre amor foi Dona Jô quem me ensinou.
(Segue…)

Dona Jô me contou sobre sua condição no dia 27/08, embora já soubesse havia quase um mês. No dia 04/09, ocorreu a internação; a notícia dos cuidados paliativos chegou em 11/09; e no dia 15/09 aconteceu sua passagem. Em meio a esse curto intervalo de dias, houve uma mudança radical em nossa vida.
No dia 11, quando conversei com o médico oncologista e ele me explicou que o tipo de câncer da minha mãe era o mais agressivo e pouco responsivo ao tratamento, tive uma reação muito sóbria. Sóbria a ponto de o médico questionar se eu havia compreendido. Respondi que sim... Só restava oferecer o maior conforto possível à minha mãe, pois, em termos de tratamento clínico, nada mais podia ser feito.
Hoje, ao relembrar esse momento, faço-me algumas questões: será que estou em processo de negação? É uma possibilidade. Outra possibilidade é que eu esteja compreendendo a dialética vida–morte. Pois sim, entendo que existe uma relação muito íntima entre vida e morte. E que a vida não começa necessariamente com o nascimento, nem a morte ocorre unicamente com o fim do corpo biológico
Parte dessa compreensão pode ser explicada pelo Alzheimer do meu pai. Afinal, já vivo um processo de luto, pois o pai que tenho hoje é muito diferente do pai que um dia tive. Se antes eu tinha um pai que me fazia sentir protegido, hoje tenho um pai a quem preciso proteger. Também há outras nuances — e aqui não quero poetizar o Alzheimer —, mas penso que as defesas narcísicas de meu pai ruíram junto de sua memória, o que fez com que ele passasse a ter outra fluidez em seus afetos. A frequência com que ele diz que nos ama aumentou consideravelmente.
Nesse processo com meu pai, deparei-me com uma frase que me marcou muito: o contrário da vida não é a morte, é o esquecimento.
Nesse sentido, quando digo que minha mãe fez uma passagem, é porque ela não morreu em minha memória nem na maneira como lido com o mundo. Há algum tempo, vi uma camisa com os seguintes dizeres: “tudo que sei sobre amor eu inventei.” Achei linda, mas meu primeiro pensamento foi: “nunca poderia usar uma camisa dessas”, porque tudo que sei sobre amor foi Dona Jô quem me ensinou.
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Dona Jô me contou sobre sua condição no dia 27/08, embora já soubesse havia quase um mês. No dia 04/09, ocorreu a internação; a notícia dos cuidados paliativos chegou em 11/09; e no dia 15/09 aconteceu sua passagem. Em meio a esse curto intervalo de dias, houve uma mudança radical em nossa vida.
No dia 11, quando conversei com o médico oncologista e ele me explicou que o tipo de câncer da minha mãe era o mais agressivo e pouco responsivo ao tratamento, tive uma reação muito sóbria. Sóbria a ponto de o médico questionar se eu havia compreendido. Respondi que sim... Só restava oferecer o maior conforto possível à minha mãe, pois, em termos de tratamento clínico, nada mais podia ser feito.
Hoje, ao relembrar esse momento, faço-me algumas questões: será que estou em processo de negação? É uma possibilidade. Outra possibilidade é que eu esteja compreendendo a dialética vida–morte. Pois sim, entendo que existe uma relação muito íntima entre vida e morte. E que a vida não começa necessariamente com o nascimento, nem a morte ocorre unicamente com o fim do corpo biológico
Parte dessa compreensão pode ser explicada pelo Alzheimer do meu pai. Afinal, já vivo um processo de luto, pois o pai que tenho hoje é muito diferente do pai que um dia tive. Se antes eu tinha um pai que me fazia sentir protegido, hoje tenho um pai a quem preciso proteger. Também há outras nuances — e aqui não quero poetizar o Alzheimer —, mas penso que as defesas narcísicas de meu pai ruíram junto de sua memória, o que fez com que ele passasse a ter outra fluidez em seus afetos. A frequência com que ele diz que nos ama aumentou consideravelmente.
Nesse processo com meu pai, deparei-me com uma frase que me marcou muito: o contrário da vida não é a morte, é o esquecimento.
Nesse sentido, quando digo que minha mãe fez uma passagem, é porque ela não morreu em minha memória nem na maneira como lido com o mundo. Há algum tempo, vi uma camisa com os seguintes dizeres: “tudo que sei sobre amor eu inventei.” Achei linda, mas meu primeiro pensamento foi: “nunca poderia usar uma camisa dessas”, porque tudo que sei sobre amor foi Dona Jô quem me ensinou.
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“Nessa gramática rítmica, os movimentos são de avanços e recuos, progressão e retroação, expansão e condensação, numa contração e dilatação temporais simultâneas que escandem as espacialidades também como giras desenhadas, coreografadas, cartografadas.”
“Nessa gramática rítmica, os movimentos são de avanços e recuos, progressão e retroação, expansão e condensação, numa contração e dilatação temporais simultâneas que escandem as espacialidades também como giras desenhadas, coreografadas, cartografadas.”

“Nessa gramática rítmica, os movimentos são de avanços e recuos, progressão e retroação, expansão e condensação, numa contração e dilatação temporais simultâneas que escandem as espacialidades também como giras desenhadas, coreografadas, cartografadas.”

“Nessa gramática rítmica, os movimentos são de avanços e recuos, progressão e retroação, expansão e condensação, numa contração e dilatação temporais simultâneas que escandem as espacialidades também como giras desenhadas, coreografadas, cartografadas.”

“Nessa gramática rítmica, os movimentos são de avanços e recuos, progressão e retroação, expansão e condensação, numa contração e dilatação temporais simultâneas que escandem as espacialidades também como giras desenhadas, coreografadas, cartografadas.”
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“Nessa gramática rítmica, os movimentos são de avanços e recuos, progressão e retroação, expansão e condensação, numa contração e dilatação temporais simultâneas que escandem as espacialidades também como giras desenhadas, coreografadas, cartografadas.”
Vilém_Flusser-Filosofia_da_caixa_preta.txt
Ou
“O caráter aparentemente não-simbólico, objetivo, das imagens técnicas faz com que seu observador as olhe como se fossem janelas e não imagens.”

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“O caráter aparentemente não-simbólico, objetivo, das imagens técnicas faz com que seu observador as olhe como se fossem janelas e não imagens.”

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“O caráter aparentemente não-simbólico, objetivo, das imagens técnicas faz com que seu observador as olhe como se fossem janelas e não imagens.”

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