Fabiana Ferraz Mencaroni
APCA 2023 - Musica/Cultura WME AWARDS 2021
São três décadas de trajetória no rádio em São Paulo, todos os dias no ar. Sou apaixonada pelo meu trabalho desde quando comecei aos 18 anos. A música transforma, a arte transforma. Dedico este prêmio às mulheres potentes da música brasileira espalhadas pelo nosso Brasil. Obrigada a todos que apoiam o projeto Diversas - As Mulheres na Música Brasileira, no ar nas ondas do rádio desde 2021. Um agradecimento especial à Fundação Padre Anchieta e à Rádio Cultura Brasil pela confiança e apoio, e aos jurados da APCA. Vida longa ao 'Diversas'.
Minha jornada no rádio tem sido uma fonte constante de inspiração e aprendizado. Ao longo desses anos, pude testemunhar de perto como a música é capaz de conectar pessoas e de promover mudanças significativas na sociedade. É uma honra contribuir para amplificar as vozes das talentosas mulheres que enriquecem o cenário musical brasileiro. Continuarei dedicada a este trabalho que tanto amo, buscando sempre oferecer conteúdo de qualidade e promovendo a diversidade que tanto enriquece nossa cultura.
O cantor e compositor Leoni foi o convidado do “Galeria” desta quinta-feira (14/05).
O artista se apresentará no palco da Casa Natura Musical no próximo sábado (16/05). Na ocasião, ele leva o show “Baladas Sortidas”, espetáculo que reúne sucessos consagrados de sua carreira e as novidades de seu EP homônimo.
Com uma estética inspirada em balas coloridas — variadas, intensas e surpreendentes —, o show celebra a música pop brasileira e a sensibilidade de um dos maiores compositores de sua geração.
Veja um trecho da entrevista.
📻 FM 77,9 MHz / AM 1200 kHz
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hoje o rádio perde uma de suas maiores referências: A Eldorado encerra suas atividades. Durante a apresentação do meu programa na rádio Cultura Brasil, estive com o grande cantor e compositor Leone e não consegui segurar a minha emoção e indignação. O desabafo veio como um reflexo do luto que sinto por essa perda irreparável para a cultura paulistana e brasileira. É doloroso testemunhar o fim de uma era, mas sigo acreditando que o legado de excelência e diversidade musical que a Eldorado defendeu e devem continuar ecoando em cada um de nós que permanece na resistência do rádio.E pra você, o quanto está doendo?

O cantor e compositor Leoni é o convidado do “Galeria” desta quinta-feira (14/05).
O artista participa ao vivo, acompanhado de seu violão, para dar uma palhinha do que apresentará no palco da Casa Natura Musical no próximo sábado (16/05). Na ocasião, ele leva o show “Baladas Sortidas”, espetáculo que reúne sucessos consagrados de sua carreira e as novidades de seu EP homônimo. Com uma estética inspirada em balas coloridas — variadas, intensas e surpreendentes —, o show celebra a música pop brasileira e a sensibilidade de um dos maiores compositores de sua geração.
O repertório combina canções do novo trabalho, que inclui parcerias com Frejat, Cazuza, George Israel e Zélia Duncan, a hits como “Por que não eu?”, “Garotos II” e “Exagerado”. A apresentação conta ainda com releituras de clássicos como “Lilás”, de Djavan, “Tendo a Lua”, de Herbert Vianna, e “Charme do Mundo”, de Marina Lima e Antonio Cicero, além de sucessos autorais como “Os Outros”, “Só pro meu Prazer” e “Soneto do teu Corpo”, criando um mosaico vibrante de emoções e ritmos.
Acompanhe a participação de Leoni a partir do meio-dia.
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Na nova edição do “Diversas”, Fabiana Ferraz traz as novidades da cena musical. Laura Finocchiaro acaba de lançar o single “Notas Solares” em um feat com Vânia Bastos. Juçara Marçal se une à pianista Thais Nicodemo para apresentar o denso “Dessemelhantes”, enquanto Juliana Linhares chega com o aguardado segundo álbum, “Até Cansar o Cansaço”.
O programa destaca ainda Zélia Duncan com a música “Agudo Grave”, faixa-título de seu próximo álbum de estúdio, previsto para a próxima sexta-feira, com produção musical de Maria Beraldo. A seleção musical inclui também mais uma faixa de “Caymmi”, de Alice Caymmi, dedicada ao repertório de seu avô, Dorival Caymmi, além de nomes como Buhr, Josyara e Cássia Eller.
Acompanhe o “Diversas”, um espaço dedicado à potência das mulheres na música, nesta terça-feira, às 17h, com reapresentação sábado às 22h, na Cultura Brasil.
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Em 1997, aos 23 anos, realizei a minha primeira entrevista no rádio e o destino quis que fosse com ela: Rita Lee.
Crescer em uma estrutura machista nos anos 70 exigia um contraponto vital. Para mim, esse contraponto tinha nome, voz e cabelos vermelhos. Naquele "batismo de fogo" profissional, durante o lançamento do álbum Santa Rita de Sampa, eu estava diante da mulher que já havia moldado quem eu me tornaria, muito antes da faculdade de jornalismo.
Minha história com ela começou aos 5 anos, quando minha mãe me apresentou à sua música. Foi amor à primeira ouvida. Eu, que nasci em 74 no seio de uma família amorosa, porém machista onde o "não pode" era a regra verbalizada para as mulheres , encontrei na Rita a prova viva de que o impossível era apenas uma questão de perspectiva.
Assistir às suas performances e entrevistas me ensinou, ainda pequena, que as mulheres podiam, sim, ser donas de seus destinos. Ela era a luz da liberdade feminina para mim. Rita quebrou tabus, abriu caminhos e pavimentou as estradas do pop brasileiro para que todas nós pudéssemos passar com a cabeça erguida.
Esta foto dela no meu colo ,é um dos registros da minha vida.
Hoje completam 3 anos sem Rita. Viva Rita, para sempre!
E para você, qual foi o momento em que a Rita Lee "abriu os seus caminhos"?
#RitaLee#RitaLeeEterna #MulheresNaMusica #3anossemritalee
Em 1997, aos 23 anos, realizei a minha primeira entrevista no rádio e o destino quis que fosse com ela: Rita Lee.
Crescer em uma estrutura machista nos anos 70 exigia um contraponto vital. Para mim, esse contraponto tinha nome, voz e cabelos vermelhos. Naquele "batismo de fogo" profissional, durante o lançamento do álbum Santa Rita de Sampa, eu estava diante da mulher que já havia moldado quem eu me tornaria, muito antes da faculdade de jornalismo.
Minha história com ela começou aos 5 anos, quando minha mãe me apresentou à sua música. Foi amor à primeira ouvida. Eu, que nasci em 74 no seio de uma família amorosa, porém machista onde o "não pode" era a regra verbalizada para as mulheres , encontrei na Rita a prova viva de que o impossível era apenas uma questão de perspectiva.
Assistir às suas performances e entrevistas me ensinou, ainda pequena, que as mulheres podiam, sim, ser donas de seus destinos. Ela era a luz da liberdade feminina para mim. Rita quebrou tabus, abriu caminhos e pavimentou as estradas do pop brasileiro para que todas nós pudéssemos passar com a cabeça erguida.
Esta foto dela no meu colo ,é um dos registros da minha vida.
Hoje completam 3 anos sem Rita. Viva Rita, para sempre!
E para você, qual foi o momento em que a Rita Lee "abriu os seus caminhos"?
#RitaLee#RitaLeeEterna #MulheresNaMusica #3anossemritalee
Em 1997, aos 23 anos, realizei a minha primeira entrevista no rádio e o destino quis que fosse com ela: Rita Lee.
Crescer em uma estrutura machista nos anos 70 exigia um contraponto vital. Para mim, esse contraponto tinha nome, voz e cabelos vermelhos. Naquele "batismo de fogo" profissional, durante o lançamento do álbum Santa Rita de Sampa, eu estava diante da mulher que já havia moldado quem eu me tornaria, muito antes da faculdade de jornalismo.
Minha história com ela começou aos 5 anos, quando minha mãe me apresentou à sua música. Foi amor à primeira ouvida. Eu, que nasci em 74 no seio de uma família amorosa, porém machista onde o "não pode" era a regra verbalizada para as mulheres , encontrei na Rita a prova viva de que o impossível era apenas uma questão de perspectiva.
Assistir às suas performances e entrevistas me ensinou, ainda pequena, que as mulheres podiam, sim, ser donas de seus destinos. Ela era a luz da liberdade feminina para mim. Rita quebrou tabus, abriu caminhos e pavimentou as estradas do pop brasileiro para que todas nós pudéssemos passar com a cabeça erguida.
Esta foto dela no meu colo ,é um dos registros da minha vida.
Hoje completam 3 anos sem Rita. Viva Rita, para sempre!
E para você, qual foi o momento em que a Rita Lee "abriu os seus caminhos"?
#RitaLee#RitaLeeEterna #MulheresNaMusica #3anossemritalee
Em 1997, aos 23 anos, realizei a minha primeira entrevista no rádio e o destino quis que fosse com ela: Rita Lee.
Crescer em uma estrutura machista nos anos 70 exigia um contraponto vital. Para mim, esse contraponto tinha nome, voz e cabelos vermelhos. Naquele "batismo de fogo" profissional, durante o lançamento do álbum Santa Rita de Sampa, eu estava diante da mulher que já havia moldado quem eu me tornaria, muito antes da faculdade de jornalismo.
Minha história com ela começou aos 5 anos, quando minha mãe me apresentou à sua música. Foi amor à primeira ouvida. Eu, que nasci em 74 no seio de uma família amorosa, porém machista onde o "não pode" era a regra verbalizada para as mulheres , encontrei na Rita a prova viva de que o impossível era apenas uma questão de perspectiva.
Assistir às suas performances e entrevistas me ensinou, ainda pequena, que as mulheres podiam, sim, ser donas de seus destinos. Ela era a luz da liberdade feminina para mim. Rita quebrou tabus, abriu caminhos e pavimentou as estradas do pop brasileiro para que todas nós pudéssemos passar com a cabeça erguida.
Esta foto dela no meu colo ,é um dos registros da minha vida.
Hoje completam 3 anos sem Rita. Viva Rita, para sempre!
E para você, qual foi o momento em que a Rita Lee "abriu os seus caminhos"?
#RitaLee#RitaLeeEterna #MulheresNaMusica #3anossemritalee
Uma joia da MPB acaba de ser revisitada. "Maluca", obra-prima do niteroiense Luís Capucho eternizada por Cássia Eller em 1999, ganhou uma releitura poderosa em 2026. No álbum "D’Água", Julia Vargas convida Zélia Duncan para um dueto que une o vigor da nova geração à densidade de uma das maiores vozes do país. A releitura traz um arranjo sofisticado que respeita o passado, mas aponta para o futuro.música.#MusicaBrasileira #JuliaVargas #ZeliaDuncan #CassiaEller #MPB #LuisCapucho #NovidadesMusicais #Diversas #mulheresnamúsica #radio
O músico e performer Edgar foi o destaque do programa “Galeria” desta quinta-feira (30). Consolidado como uma das figuras centrais da música urbana contemporânea, o artista apresenta seu novo projeto, intitulado “REWIND”.
O álbum marca um movimento de retorno às referências que construíram o artista, mergulhando na estética do reggae, do dub e da cultura de sound system que pautaram seu início de carreira na periferia de Guarulhos.
Acompanhe um trecho da participação de Edgar!
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O músico e performer Edgar é o destaque do programa “Galeria” desta quinta-feira (30). Consolidado como uma das figuras centrais da música urbana contemporânea, o artista apresenta seu novo projeto, intitulado “REWIND”.
O álbum marca um movimento de retorno às referências que construíram o artista, mergulhando na estética do reggae, do dub e da cultura de sound system que pautaram seu início de carreira na periferia de Guarulhos.
Edgar ganhou projeção ao escrever o rap “Exu nas Escolas”, no álbum “Deus é Mulher”, de Elza Soares, e consolidou sua trajetória com “Ultrassom” (2018), além de parcerias com artistas importantes da música brasileira, como Maurício Fleury (Bixiga 70), Pupillo (Nação Zumbi), Nomade Orquestra, Black Alien, Síntese, Edi Rock e Céu, entre outros.
Acompanhe a participação de Edgar a partir do meio-dia.
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Nesta nova edição do “Diversas”, a jornalista Fabiana Ferraz traz as novidades da cena e dá destaque para “Equilibrivm”, o novo álbum de Anitta. Reconhecido como a fase mais introspectiva e espiritual de sua carreira, o disco consolida sua trajetória internacional ao mesmo tempo em que mergulha fundo em suas raízes culturais e religiosas. O trabalho explora a pluralidade de crenças, trazendo referências ao Candomblé, Umbanda, Budismo e rituais indígenas.
Nesta edição, você também vai ouvir Iara Rennó, com o seu antológico Oríki; relembraremos Jussara Silveira, Teresa Cristina e Rita Benneditto juntas no projeto Meninas do Brasil; e ainda tem Buhr com o novo Feixe de Fogo, Nina Maia, e Alessandra Leão em um feat com Liniker.
Acompanhe o “Diversas”, um espaço dedicado à potência das mulheres na música, nesta terça-feira, às 17h, com reapresentação sábado às 22h, na Cultura Brasil.
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