Mário Di Poi | Music Supervisor
Produtor Executivo & Supervisor Musical
Oscar/Emmy nominated projects • Netflix, Amazon, Disney
INPUT POST / MAFFIA | BR • NY • Toronto

Existe um ponto em que o tamanho do projeto muda a forma de trabalhar.As decisões passam a ter mais peso. Os erros custam mais. O prazo não espera reunião.
Mas o que realmente muda não é a pressão. É a natureza da decisão. Em projeto pequeno, você decide o que vai fazer. Em projeto grande, você decide o que não vai. E o "não" é sempre a escolha mais difícil - porque fecha portas que pareciam atalhos.
A experiência não elimina o medo. Só ensina a decidir junto com ele.

Supervisão musical não é curadoria de bom gosto.
Tenho muito carinho por essa foto, tirada no Teatro Municipal de São Paulo quando produzimos o Cinema em Concerto.
Supervisão musical é decisão narrativa disfarçada de decisão musical. Quando entra a música certa, o personagem ganha camada que a atuação não consegue dar sozinha. Quando entra a errada, o filme escorrega, e quase ninguém consegue apontar onde foi o erro.
Trabalho com isso há 25 anos. A parte que mais mudou nesse tempo não foi o catálogo disponível. Foi o critério. Menos busca pela "música certa" e mais clareza sobre o que a cena já está dizendo sem música nenhuma.
É a partir daí que a escolha começa.
#SupervisãoMusical

A maior parte do trabalho de som acontece numa sala sem janela, meses depois de as câmeras irem embora.É um ofício de paciência e de escuta. literal e figurada. Escutar o que o diretor disse que quer. Escutar o que ele realmente quer. Escutar o que o filme pede mesmo contra a vontade dos dois.
Quando funciona, ninguém nota. Quando não funciona, o público não entende por que perdeu o interesse na cena.
#PósProdução

Hoje eu trabalho com projetos passando por São Paulo, Nova York e Toronto.
O que muda não é só idioma ou operação.
Muda a cultura e isso influencia em cada decisão que é tomada.
Tem mercado que resolve rápido e ajusta depois.
Tem mercado que trava mais tempo antes de decidir, mas erra menos no caminho.
Isso altera tudo: prazo, montagem de equipe, e principalmente o momento em que o som entra de verdade no projeto.
Depois de um tempo, você para de tentar padronizar processo.
E começa a ler o contexto antes de decidir.
#audiovisual #sounddesign #mercado

Hoje eu trabalho com projetos passando por São Paulo, Nova York e Toronto.
O que muda não é só idioma ou operação.
Muda a cultura e isso influencia em cada decisão que é tomada.
Tem mercado que resolve rápido e ajusta depois.
Tem mercado que trava mais tempo antes de decidir, mas erra menos no caminho.
Isso altera tudo: prazo, montagem de equipe, e principalmente o momento em que o som entra de verdade no projeto.
Depois de um tempo, você para de tentar padronizar processo.
E começa a ler o contexto antes de decidir.
#audiovisual #sounddesign #mercado

Hoje eu trabalho com projetos passando por São Paulo, Nova York e Toronto.
O que muda não é só idioma ou operação.
Muda a cultura e isso influencia em cada decisão que é tomada.
Tem mercado que resolve rápido e ajusta depois.
Tem mercado que trava mais tempo antes de decidir, mas erra menos no caminho.
Isso altera tudo: prazo, montagem de equipe, e principalmente o momento em que o som entra de verdade no projeto.
Depois de um tempo, você para de tentar padronizar processo.
E começa a ler o contexto antes de decidir.
#audiovisual #sounddesign #mercado

#tbt de A Pirâmide Perdida, um documentário da Netflix sobre uma escavação que poderia não encontrar nada — e que, se encontrasse, mudaria a arqueologia egípcia.
Trabalhar som em documentário de descoberta tem uma dificuldade específica: você precisa construir tensão sem antecipar a descoberta. O público não pode sentir "vai acontecer agora". Mas também não pode achar que é só mais um dia de campo.
A edição de som precisa andar junto com a escavação. Paciente nas horas mortas. Presente no instante certo. Silenciosa quando o achado fala sozinho.
#Netflix #Documentário

Os primeiros dez anos do meu trabalho foram sobre entregar. Ouvir, escrever, orçar, fechar, passar pro próximo.Os últimos dez foram sobre decidir antes. Sobre o que o projeto precisa de som muito antes da pós. Sobre quem entra na equipe. Sobre o que não vai pra tela.
A parte técnica e criativa continua sendo a base — sem ela, nada. Mas o que muda resultado em projeto grande é leitura. Saber o que aquele filme específico, com aquele diretor específico, naquele momento específico, está pedindo.
Isso não se aprende em curso. Se aprende entregando muito, errando na medida certa, e prestando atenção. Esta foto, no ano passado, foi uma das semanas mais incríveis da minha vida no France Music Week compondo uma delegação de diferentes países. Alí eu tive uma imersão na música francesa e foi surpreendente aprender como ela é irrigada por diferentes tradições, da música árabe, africana, brasileira e muitas outras. Um abrigo seguro para diferentes caminhos musicais

Aconteceu de novo essa semana. Projeto chega no estúdio tecnicamente perfeito - diálogo limpo, trilha presente, efeitos no lugar - e a cena não sustenta.
Esse é um dos diagnósticos mais difíceis de passar ao cliente, porque não tem erro. Tem ausência de decisão.
O som está correto. Só que correto não é o mesmo que construído. E é a construção - a razão de cada camada estar exatamente ali e não em outro lugar - que faz a cena prender.
Limpar som qualquer um faz. Decidir som é outra coisa.
#SoundDesign

Alinhando os detalhes da sonorização do documentário O Plástico Ilhado em Nós com o diretor Mário Di Poi, da Input Post Production, em São Paulo. Uma etapa fundamental para dar voz e profundidade ao filme. A sonorização é o que dá o tom da nossa história. Estamos em excelentes mãos!

Alinhando os detalhes da sonorização do documentário O Plástico Ilhado em Nós com o diretor Mário Di Poi, da Input Post Production, em São Paulo. Uma etapa fundamental para dar voz e profundidade ao filme. A sonorização é o que dá o tom da nossa história. Estamos em excelentes mãos!

Alinhando os detalhes da sonorização do documentário O Plástico Ilhado em Nós com o diretor Mário Di Poi, da Input Post Production, em São Paulo. Uma etapa fundamental para dar voz e profundidade ao filme. A sonorização é o que dá o tom da nossa história. Estamos em excelentes mãos!

Alinhando os detalhes da sonorização do documentário O Plástico Ilhado em Nós com o diretor Mário Di Poi, da Input Post Production, em São Paulo. Uma etapa fundamental para dar voz e profundidade ao filme. A sonorização é o que dá o tom da nossa história. Estamos em excelentes mãos!

Alinhando os detalhes da sonorização do documentário O Plástico Ilhado em Nós com o diretor Mário Di Poi, da Input Post Production, em São Paulo. Uma etapa fundamental para dar voz e profundidade ao filme. A sonorização é o que dá o tom da nossa história. Estamos em excelentes mãos!

Quem me acompanha há um tempo me conhece como supervisor musical. Faz sentido - é onde eu entrei nesse ofício há 25 anos.
Mas já não me descreve sozinho.
Hoje divido quatro cadeiras ao mesmo tempo: executivo da INPUT POST e Da Maffia.io em São Paulo, Head of Audio na Design Syndicate em Nova York, e a presidência do Guild of Music Supervisors Brasil. Cada uma dessas posições me obriga a olhar a mesma coisa de um ângulo diferente - infraestrutura, criação, mercado.
O fio que amarra continua o mesmo: música, imagem, narrativa e o amor por contar histórias
#MusicSupervision #INPUTPOST
Diálogo no Escuro volta, agora no Edifício Itália, dessa vez falando sobre a imigração italiana no Brasil.
Estou nesse projeto desde a primeira edição, e ele continua sendo uma das experiências mais difíceis de explicar pra quem nunca entrou. Você perde a visão na porta, e o som assume funções que normalmente seriam da imagem: orientar, construir espaço, ativar memória.
Quando isso acontece direito, muita gente sai dizendo que “viu” coisas. Mas não viu. Escutou.
Na primeira edição, no Unibes Cultural, trabalhei com o @remistengel. Vou deixar o making of nos comentários pra quem quiser entender melhor o processo.
Vale a experiência.
#DiálogoNoEscuro #EdifícioItália

Diálogo no Escuro volta, agora no Edifício Itália, e desta vez sobre a imigração italiana no Brasil.
Estou nesse projeto desde a primeira edição. E ele continua sendo uma das experiências mais difíceis de descrever pra quem nunca entrou: você perde a visão na porta, e o som passa a fazer um trabalho que normalmente a imagem faz sozinha. Orientar. Construir espaço. Ativar memória.
Quando isso funciona, a pessoa sai de lá dizendo que "viu" coisas. Não viu. Escutou.
Na primeira edição, no Unibes Cultural, trabalhei com o @remistengel — deixo o making of nos comentários pra quem quiser entender o processo por dentro.
Pega um ingresso. É pedagógico e é transformador.
#DiálogoNoEscuro #EdifícioItália

Diálogo no Escuro volta, agora no Edifício Itália, e desta vez sobre a imigração italiana no Brasil.
Estou nesse projeto desde a primeira edição. E ele continua sendo uma das experiências mais difíceis de descrever pra quem nunca entrou: você perde a visão na porta, e o som passa a fazer um trabalho que normalmente a imagem faz sozinha. Orientar. Construir espaço. Ativar memória.
Quando isso funciona, a pessoa sai de lá dizendo que "viu" coisas. Não viu. Escutou.
Na primeira edição, no Unibes Cultural, trabalhei com o @remistengel — deixo o making of nos comentários pra quem quiser entender o processo por dentro.
Pega um ingresso. É pedagógico e é transformador.
#DiálogoNoEscuro #EdifícioItália

Diálogo no Escuro volta, agora no Edifício Itália, e desta vez sobre a imigração italiana no Brasil.
Estou nesse projeto desde a primeira edição. E ele continua sendo uma das experiências mais difíceis de descrever pra quem nunca entrou: você perde a visão na porta, e o som passa a fazer um trabalho que normalmente a imagem faz sozinha. Orientar. Construir espaço. Ativar memória.
Quando isso funciona, a pessoa sai de lá dizendo que "viu" coisas. Não viu. Escutou.
Na primeira edição, no Unibes Cultural, trabalhei com o @remistengel — deixo o making of nos comentários pra quem quiser entender o processo por dentro.
Pega um ingresso. É pedagógico e é transformador.
#DiálogoNoEscuro #EdifícioItália

Diálogo no Escuro volta, agora no Edifício Itália, e desta vez sobre a imigração italiana no Brasil.
Estou nesse projeto desde a primeira edição. E ele continua sendo uma das experiências mais difíceis de descrever pra quem nunca entrou: você perde a visão na porta, e o som passa a fazer um trabalho que normalmente a imagem faz sozinha. Orientar. Construir espaço. Ativar memória.
Quando isso funciona, a pessoa sai de lá dizendo que "viu" coisas. Não viu. Escutou.
Na primeira edição, no Unibes Cultural, trabalhei com o @remistengel — deixo o making of nos comentários pra quem quiser entender o processo por dentro.
Pega um ingresso. É pedagógico e é transformador.
#DiálogoNoEscuro #EdifícioItália

Diálogo no Escuro volta, agora no Edifício Itália, e desta vez sobre a imigração italiana no Brasil.
Estou nesse projeto desde a primeira edição. E ele continua sendo uma das experiências mais difíceis de descrever pra quem nunca entrou: você perde a visão na porta, e o som passa a fazer um trabalho que normalmente a imagem faz sozinha. Orientar. Construir espaço. Ativar memória.
Quando isso funciona, a pessoa sai de lá dizendo que "viu" coisas. Não viu. Escutou.
Na primeira edição, no Unibes Cultural, trabalhei com o @remistengel — deixo o making of nos comentários pra quem quiser entender o processo por dentro.
Pega um ingresso. É pedagógico e é transformador.
#DiálogoNoEscuro #EdifícioItália

Diálogo no Escuro volta, agora no Edifício Itália, e desta vez sobre a imigração italiana no Brasil.
Estou nesse projeto desde a primeira edição. E ele continua sendo uma das experiências mais difíceis de descrever pra quem nunca entrou: você perde a visão na porta, e o som passa a fazer um trabalho que normalmente a imagem faz sozinha. Orientar. Construir espaço. Ativar memória.
Quando isso funciona, a pessoa sai de lá dizendo que "viu" coisas. Não viu. Escutou.
Na primeira edição, no Unibes Cultural, trabalhei com o @remistengel — deixo o making of nos comentários pra quem quiser entender o processo por dentro.
Pega um ingresso. É pedagógico e é transformador.
#DiálogoNoEscuro #EdifícioItália

Diálogo no Escuro volta, agora no Edifício Itália, e desta vez sobre a imigração italiana no Brasil.
Estou nesse projeto desde a primeira edição. E ele continua sendo uma das experiências mais difíceis de descrever pra quem nunca entrou: você perde a visão na porta, e o som passa a fazer um trabalho que normalmente a imagem faz sozinha. Orientar. Construir espaço. Ativar memória.
Quando isso funciona, a pessoa sai de lá dizendo que "viu" coisas. Não viu. Escutou.
Na primeira edição, no Unibes Cultural, trabalhei com o @remistengel — deixo o making of nos comentários pra quem quiser entender o processo por dentro.
Pega um ingresso. É pedagógico e é transformador.
#DiálogoNoEscuro #EdifícioItália

Diálogo no Escuro volta, agora no Edifício Itália, e desta vez sobre a imigração italiana no Brasil.
Estou nesse projeto desde a primeira edição. E ele continua sendo uma das experiências mais difíceis de descrever pra quem nunca entrou: você perde a visão na porta, e o som passa a fazer um trabalho que normalmente a imagem faz sozinha. Orientar. Construir espaço. Ativar memória.
Quando isso funciona, a pessoa sai de lá dizendo que "viu" coisas. Não viu. Escutou.
Na primeira edição, no Unibes Cultural, trabalhei com o @remistengel — deixo o making of nos comentários pra quem quiser entender o processo por dentro.
Pega um ingresso. É pedagógico e é transformador.
#DiálogoNoEscuro #EdifícioItália

Diálogo no Escuro volta, agora no Edifício Itália, e desta vez sobre a imigração italiana no Brasil.
Estou nesse projeto desde a primeira edição. E ele continua sendo uma das experiências mais difíceis de descrever pra quem nunca entrou: você perde a visão na porta, e o som passa a fazer um trabalho que normalmente a imagem faz sozinha. Orientar. Construir espaço. Ativar memória.
Quando isso funciona, a pessoa sai de lá dizendo que "viu" coisas. Não viu. Escutou.
Na primeira edição, no Unibes Cultural, trabalhei com o @remistengel — deixo o making of nos comentários pra quem quiser entender o processo por dentro.
Pega um ingresso. É pedagógico e é transformador.
#DiálogoNoEscuro #EdifícioItália

Diálogo no Escuro volta, agora no Edifício Itália, e desta vez sobre a imigração italiana no Brasil.
Estou nesse projeto desde a primeira edição. E ele continua sendo uma das experiências mais difíceis de descrever pra quem nunca entrou: você perde a visão na porta, e o som passa a fazer um trabalho que normalmente a imagem faz sozinha. Orientar. Construir espaço. Ativar memória.
Quando isso funciona, a pessoa sai de lá dizendo que "viu" coisas. Não viu. Escutou.
Na primeira edição, no Unibes Cultural, trabalhei com o @remistengel — deixo o making of nos comentários pra quem quiser entender o processo por dentro.
Pega um ingresso. É pedagógico e é transformador.
#DiálogoNoEscuro #EdifícioItália

Fui convidado para dar uma aula hoje na pós-graduação Indústria da Música: Arte e Negócio da Faculdade CAL de Artes Cênicas.
É um curso que olha para a indústria da música a partir de vários lados: criação, mercado e operação. E junta gente que está pensando isso na prática.
Dar aula nesse contexto sempre acaba sendo um exercício interessante. Você precisa organizar um tipo de raciocínio que no dia a dia acontece de forma muito menos estruturada.
E, ao mesmo tempo, trocar com gente que está entrando ou reposicionando a própria atuação dentro desse mercado.
Vamos ver como a conversa se desenvolve.
#audiovisual #musicbusiness #sounddesign
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