César Ovalle
Fotógrafo e Diretor Criativo
São Paulo / Brasil
Embaixador @vsco
Contato: hi@cesarovalle.com.br
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Quanto mais alto o vôo da mente, mais solitário é o caminho do corpo...

Desde ontem explorando o que Matosinhos, em Portugal, tem de melhor. Pra quem quiser saber melhor, é só acompanhar os stories 🙌🏼#intothesea_matosinhos #matosinhos #matosinhoswbf

Não é que a gente não veja as coisas… a gente vê o tempo todo. O problema é que a gente quase nunca para pra olhar de verdade.
Tudo passa rápido demais.
A cena acontece e já tem outra logo depois. Você mal para pra perceber uma…
Fotografar, pra mim, é tentar interromper isso aí…
É quando alguma coisa te faz querer parar pra olhar e você realmente para. Nem sempre é algo bonito, especial, mas sim o suficiente pra você decidir: isso aqui vale guardar.
E no fim, o que eu acho que muda com o tempo não é nem bem o seu olhar… é o que você decide não ignorar.
Porque no meio de tudo passando e acontecendo, o difícil não é ver… o difícil é estar disposto a parar pra registrar mesmo.
Você costuma parar?

Não é que a gente não veja as coisas… a gente vê o tempo todo. O problema é que a gente quase nunca para pra olhar de verdade.
Tudo passa rápido demais.
A cena acontece e já tem outra logo depois. Você mal para pra perceber uma…
Fotografar, pra mim, é tentar interromper isso aí…
É quando alguma coisa te faz querer parar pra olhar e você realmente para. Nem sempre é algo bonito, especial, mas sim o suficiente pra você decidir: isso aqui vale guardar.
E no fim, o que eu acho que muda com o tempo não é nem bem o seu olhar… é o que você decide não ignorar.
Porque no meio de tudo passando e acontecendo, o difícil não é ver… o difícil é estar disposto a parar pra registrar mesmo.
Você costuma parar?

Não é que a gente não veja as coisas… a gente vê o tempo todo. O problema é que a gente quase nunca para pra olhar de verdade.
Tudo passa rápido demais.
A cena acontece e já tem outra logo depois. Você mal para pra perceber uma…
Fotografar, pra mim, é tentar interromper isso aí…
É quando alguma coisa te faz querer parar pra olhar e você realmente para. Nem sempre é algo bonito, especial, mas sim o suficiente pra você decidir: isso aqui vale guardar.
E no fim, o que eu acho que muda com o tempo não é nem bem o seu olhar… é o que você decide não ignorar.
Porque no meio de tudo passando e acontecendo, o difícil não é ver… o difícil é estar disposto a parar pra registrar mesmo.
Você costuma parar?

Não é que a gente não veja as coisas… a gente vê o tempo todo. O problema é que a gente quase nunca para pra olhar de verdade.
Tudo passa rápido demais.
A cena acontece e já tem outra logo depois. Você mal para pra perceber uma…
Fotografar, pra mim, é tentar interromper isso aí…
É quando alguma coisa te faz querer parar pra olhar e você realmente para. Nem sempre é algo bonito, especial, mas sim o suficiente pra você decidir: isso aqui vale guardar.
E no fim, o que eu acho que muda com o tempo não é nem bem o seu olhar… é o que você decide não ignorar.
Porque no meio de tudo passando e acontecendo, o difícil não é ver… o difícil é estar disposto a parar pra registrar mesmo.
Você costuma parar?

Não é que a gente não veja as coisas… a gente vê o tempo todo. O problema é que a gente quase nunca para pra olhar de verdade.
Tudo passa rápido demais.
A cena acontece e já tem outra logo depois. Você mal para pra perceber uma…
Fotografar, pra mim, é tentar interromper isso aí…
É quando alguma coisa te faz querer parar pra olhar e você realmente para. Nem sempre é algo bonito, especial, mas sim o suficiente pra você decidir: isso aqui vale guardar.
E no fim, o que eu acho que muda com o tempo não é nem bem o seu olhar… é o que você decide não ignorar.
Porque no meio de tudo passando e acontecendo, o difícil não é ver… o difícil é estar disposto a parar pra registrar mesmo.
Você costuma parar?

Não é que a gente não veja as coisas… a gente vê o tempo todo. O problema é que a gente quase nunca para pra olhar de verdade.
Tudo passa rápido demais.
A cena acontece e já tem outra logo depois. Você mal para pra perceber uma…
Fotografar, pra mim, é tentar interromper isso aí…
É quando alguma coisa te faz querer parar pra olhar e você realmente para. Nem sempre é algo bonito, especial, mas sim o suficiente pra você decidir: isso aqui vale guardar.
E no fim, o que eu acho que muda com o tempo não é nem bem o seu olhar… é o que você decide não ignorar.
Porque no meio de tudo passando e acontecendo, o difícil não é ver… o difícil é estar disposto a parar pra registrar mesmo.
Você costuma parar?

Não é que a gente não veja as coisas… a gente vê o tempo todo. O problema é que a gente quase nunca para pra olhar de verdade.
Tudo passa rápido demais.
A cena acontece e já tem outra logo depois. Você mal para pra perceber uma…
Fotografar, pra mim, é tentar interromper isso aí…
É quando alguma coisa te faz querer parar pra olhar e você realmente para. Nem sempre é algo bonito, especial, mas sim o suficiente pra você decidir: isso aqui vale guardar.
E no fim, o que eu acho que muda com o tempo não é nem bem o seu olhar… é o que você decide não ignorar.
Porque no meio de tudo passando e acontecendo, o difícil não é ver… o difícil é estar disposto a parar pra registrar mesmo.
Você costuma parar?

eu gosto de me perder.
acho que é o único jeito de me encontrar depois.
às vezes volto em fotos antigas de viagem e quase nunca vejo a mesma coisa de quando eu tirei. nunca sei se é a minha lembrança que mudou ou se foi eu mesmo que já não sou mais o mesmo…
no fundo, parece que a viagem nunca termina, né?
isso acontece com você também ou sou eu que penso demais nessas coisas?

eu gosto de me perder.
acho que é o único jeito de me encontrar depois.
às vezes volto em fotos antigas de viagem e quase nunca vejo a mesma coisa de quando eu tirei. nunca sei se é a minha lembrança que mudou ou se foi eu mesmo que já não sou mais o mesmo…
no fundo, parece que a viagem nunca termina, né?
isso acontece com você também ou sou eu que penso demais nessas coisas?

eu gosto de me perder.
acho que é o único jeito de me encontrar depois.
às vezes volto em fotos antigas de viagem e quase nunca vejo a mesma coisa de quando eu tirei. nunca sei se é a minha lembrança que mudou ou se foi eu mesmo que já não sou mais o mesmo…
no fundo, parece que a viagem nunca termina, né?
isso acontece com você também ou sou eu que penso demais nessas coisas?

eu gosto de me perder.
acho que é o único jeito de me encontrar depois.
às vezes volto em fotos antigas de viagem e quase nunca vejo a mesma coisa de quando eu tirei. nunca sei se é a minha lembrança que mudou ou se foi eu mesmo que já não sou mais o mesmo…
no fundo, parece que a viagem nunca termina, né?
isso acontece com você também ou sou eu que penso demais nessas coisas?

eu gosto de me perder.
acho que é o único jeito de me encontrar depois.
às vezes volto em fotos antigas de viagem e quase nunca vejo a mesma coisa de quando eu tirei. nunca sei se é a minha lembrança que mudou ou se foi eu mesmo que já não sou mais o mesmo…
no fundo, parece que a viagem nunca termina, né?
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eu gosto de me perder.
acho que é o único jeito de me encontrar depois.
às vezes volto em fotos antigas de viagem e quase nunca vejo a mesma coisa de quando eu tirei. nunca sei se é a minha lembrança que mudou ou se foi eu mesmo que já não sou mais o mesmo…
no fundo, parece que a viagem nunca termina, né?
isso acontece com você também ou sou eu que penso demais nessas coisas?

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no fundo, parece que a viagem nunca termina, né?
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no fundo, parece que a viagem nunca termina, né?
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no fundo, parece que a viagem nunca termina, né?
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no fundo, parece que a viagem nunca termina, né?
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no fundo, parece que a viagem nunca termina, né?
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no fundo, parece que a viagem nunca termina, né?
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no fundo, parece que a viagem nunca termina, né?
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acho que é o único jeito de me encontrar depois.
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no fundo, parece que a viagem nunca termina, né?
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às vezes volto em fotos antigas de viagem e quase nunca vejo a mesma coisa de quando eu tirei. nunca sei se é a minha lembrança que mudou ou se foi eu mesmo que já não sou mais o mesmo…
no fundo, parece que a viagem nunca termina, né?
isso acontece com você também ou sou eu que penso demais nessas coisas?

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acho que é o único jeito de me encontrar depois.
às vezes volto em fotos antigas de viagem e quase nunca vejo a mesma coisa de quando eu tirei. nunca sei se é a minha lembrança que mudou ou se foi eu mesmo que já não sou mais o mesmo…
no fundo, parece que a viagem nunca termina, né?
isso acontece com você também ou sou eu que penso demais nessas coisas?

Tem uma fase na vida de quem fotografa que quase todo mundo passa.
É quando o seu olhar melhora… e, de repente, suas próprias fotos começam a parecer ruins pra você.
Mas não é porque você piorou não… é porque seu gosto ficou mais exigente mesmo.
Você passa a enxergar melhor a luz, a composição, a intenção. E começa a perceber melhor quando algo ainda não chegou lá.
Esse intervalo entre o que você enxerga e o que você consegue fazer faz parte do processo.
Todo artista acaba passando por isso.
A única saída é continuar fotografando. Porque toda foto que você admira, veio depois de muitas que ninguém viu…
Todo mundo passa por isso, várias vezes ainda.
Já rolou por aí também?

Tem uma fase na vida de quem fotografa que quase todo mundo passa.
É quando o seu olhar melhora… e, de repente, suas próprias fotos começam a parecer ruins pra você.
Mas não é porque você piorou não… é porque seu gosto ficou mais exigente mesmo.
Você passa a enxergar melhor a luz, a composição, a intenção. E começa a perceber melhor quando algo ainda não chegou lá.
Esse intervalo entre o que você enxerga e o que você consegue fazer faz parte do processo.
Todo artista acaba passando por isso.
A única saída é continuar fotografando. Porque toda foto que você admira, veio depois de muitas que ninguém viu…
Todo mundo passa por isso, várias vezes ainda.
Já rolou por aí também?

Tem uma fase na vida de quem fotografa que quase todo mundo passa.
É quando o seu olhar melhora… e, de repente, suas próprias fotos começam a parecer ruins pra você.
Mas não é porque você piorou não… é porque seu gosto ficou mais exigente mesmo.
Você passa a enxergar melhor a luz, a composição, a intenção. E começa a perceber melhor quando algo ainda não chegou lá.
Esse intervalo entre o que você enxerga e o que você consegue fazer faz parte do processo.
Todo artista acaba passando por isso.
A única saída é continuar fotografando. Porque toda foto que você admira, veio depois de muitas que ninguém viu…
Todo mundo passa por isso, várias vezes ainda.
Já rolou por aí também?

Tem uma fase na vida de quem fotografa que quase todo mundo passa.
É quando o seu olhar melhora… e, de repente, suas próprias fotos começam a parecer ruins pra você.
Mas não é porque você piorou não… é porque seu gosto ficou mais exigente mesmo.
Você passa a enxergar melhor a luz, a composição, a intenção. E começa a perceber melhor quando algo ainda não chegou lá.
Esse intervalo entre o que você enxerga e o que você consegue fazer faz parte do processo.
Todo artista acaba passando por isso.
A única saída é continuar fotografando. Porque toda foto que você admira, veio depois de muitas que ninguém viu…
Todo mundo passa por isso, várias vezes ainda.
Já rolou por aí também?

Tem uma fase na vida de quem fotografa que quase todo mundo passa.
É quando o seu olhar melhora… e, de repente, suas próprias fotos começam a parecer ruins pra você.
Mas não é porque você piorou não… é porque seu gosto ficou mais exigente mesmo.
Você passa a enxergar melhor a luz, a composição, a intenção. E começa a perceber melhor quando algo ainda não chegou lá.
Esse intervalo entre o que você enxerga e o que você consegue fazer faz parte do processo.
Todo artista acaba passando por isso.
A única saída é continuar fotografando. Porque toda foto que você admira, veio depois de muitas que ninguém viu…
Todo mundo passa por isso, várias vezes ainda.
Já rolou por aí também?

Tem uma fase na vida de quem fotografa que quase todo mundo passa.
É quando o seu olhar melhora… e, de repente, suas próprias fotos começam a parecer ruins pra você.
Mas não é porque você piorou não… é porque seu gosto ficou mais exigente mesmo.
Você passa a enxergar melhor a luz, a composição, a intenção. E começa a perceber melhor quando algo ainda não chegou lá.
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A única saída é continuar fotografando. Porque toda foto que você admira, veio depois de muitas que ninguém viu…
Todo mundo passa por isso, várias vezes ainda.
Já rolou por aí também?

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É quando o seu olhar melhora… e, de repente, suas próprias fotos começam a parecer ruins pra você.
Mas não é porque você piorou não… é porque seu gosto ficou mais exigente mesmo.
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Todo mundo passa por isso, várias vezes ainda.
Já rolou por aí também?

Hoje eu completo mais um ano 🎂
Sempre fico nessa dúvida meio boba se é mais um ou menos um, mas no fim a conta não importa muito. O que pesa mesmo é o que coube nesses últimos 365 dias.
Foi um ano diferente. Fazia tempo que eu não atravessava um ano inteiro em “carreira solo”, sem ninguém pra dividir nada, lidando sozinho com as escolhas, os silêncios e com o tempo também. Teve cansaço, teve liberdade, teve estranheza. Teve altos e baixos, como sempre, dias de só seguir e dias de pensar demais, mas vivi bem e sigo aqui, ainda curioso sobre o que há por vir.
Conheci pessoas, voltei a lugares importantes pra mim e continuo tentando existir com algum sentido num tempo em que tudo é efêmero demais e quase nada fica além do próximo scroll na tela.
Esse carrossel é um apanhado de fotos lado B, imagens que normalmente ficariam guardadas no meu rolo de câmera. Aquelas que fazem sentido só pra gente mesmo, sem muito a dizer pros outros. Às vezes é bom abrir o baú e mostrar que nem tudo é sempre especial, que também existe muita foto qualquer. Eu também to cheio dessas.
E penso que se eu continuo aqui, é muito por causa de você que acompanha, que curte em silêncio, que manda uma mensagem curta ou puxa uma conversa longa do nada. É pra isso que isso aqui existe, creio eu. Sem interação não tem absolutamente sentido nenhum continuar… então, aguardo ansiosamente seu carinho digital nesse post esquisito de aniversário haha.
Parabéns pro vovô garoto aqui e deixe seu recado… pode ter certeza que eu lerei, responderei e de tempos em tempos voltarei pra ver tudo outra vez - eu sempre faço isso :)

Hoje eu completo mais um ano 🎂
Sempre fico nessa dúvida meio boba se é mais um ou menos um, mas no fim a conta não importa muito. O que pesa mesmo é o que coube nesses últimos 365 dias.
Foi um ano diferente. Fazia tempo que eu não atravessava um ano inteiro em “carreira solo”, sem ninguém pra dividir nada, lidando sozinho com as escolhas, os silêncios e com o tempo também. Teve cansaço, teve liberdade, teve estranheza. Teve altos e baixos, como sempre, dias de só seguir e dias de pensar demais, mas vivi bem e sigo aqui, ainda curioso sobre o que há por vir.
Conheci pessoas, voltei a lugares importantes pra mim e continuo tentando existir com algum sentido num tempo em que tudo é efêmero demais e quase nada fica além do próximo scroll na tela.
Esse carrossel é um apanhado de fotos lado B, imagens que normalmente ficariam guardadas no meu rolo de câmera. Aquelas que fazem sentido só pra gente mesmo, sem muito a dizer pros outros. Às vezes é bom abrir o baú e mostrar que nem tudo é sempre especial, que também existe muita foto qualquer. Eu também to cheio dessas.
E penso que se eu continuo aqui, é muito por causa de você que acompanha, que curte em silêncio, que manda uma mensagem curta ou puxa uma conversa longa do nada. É pra isso que isso aqui existe, creio eu. Sem interação não tem absolutamente sentido nenhum continuar… então, aguardo ansiosamente seu carinho digital nesse post esquisito de aniversário haha.
Parabéns pro vovô garoto aqui e deixe seu recado… pode ter certeza que eu lerei, responderei e de tempos em tempos voltarei pra ver tudo outra vez - eu sempre faço isso :)

Hoje eu completo mais um ano 🎂
Sempre fico nessa dúvida meio boba se é mais um ou menos um, mas no fim a conta não importa muito. O que pesa mesmo é o que coube nesses últimos 365 dias.
Foi um ano diferente. Fazia tempo que eu não atravessava um ano inteiro em “carreira solo”, sem ninguém pra dividir nada, lidando sozinho com as escolhas, os silêncios e com o tempo também. Teve cansaço, teve liberdade, teve estranheza. Teve altos e baixos, como sempre, dias de só seguir e dias de pensar demais, mas vivi bem e sigo aqui, ainda curioso sobre o que há por vir.
Conheci pessoas, voltei a lugares importantes pra mim e continuo tentando existir com algum sentido num tempo em que tudo é efêmero demais e quase nada fica além do próximo scroll na tela.
Esse carrossel é um apanhado de fotos lado B, imagens que normalmente ficariam guardadas no meu rolo de câmera. Aquelas que fazem sentido só pra gente mesmo, sem muito a dizer pros outros. Às vezes é bom abrir o baú e mostrar que nem tudo é sempre especial, que também existe muita foto qualquer. Eu também to cheio dessas.
E penso que se eu continuo aqui, é muito por causa de você que acompanha, que curte em silêncio, que manda uma mensagem curta ou puxa uma conversa longa do nada. É pra isso que isso aqui existe, creio eu. Sem interação não tem absolutamente sentido nenhum continuar… então, aguardo ansiosamente seu carinho digital nesse post esquisito de aniversário haha.
Parabéns pro vovô garoto aqui e deixe seu recado… pode ter certeza que eu lerei, responderei e de tempos em tempos voltarei pra ver tudo outra vez - eu sempre faço isso :)

Hoje eu completo mais um ano 🎂
Sempre fico nessa dúvida meio boba se é mais um ou menos um, mas no fim a conta não importa muito. O que pesa mesmo é o que coube nesses últimos 365 dias.
Foi um ano diferente. Fazia tempo que eu não atravessava um ano inteiro em “carreira solo”, sem ninguém pra dividir nada, lidando sozinho com as escolhas, os silêncios e com o tempo também. Teve cansaço, teve liberdade, teve estranheza. Teve altos e baixos, como sempre, dias de só seguir e dias de pensar demais, mas vivi bem e sigo aqui, ainda curioso sobre o que há por vir.
Conheci pessoas, voltei a lugares importantes pra mim e continuo tentando existir com algum sentido num tempo em que tudo é efêmero demais e quase nada fica além do próximo scroll na tela.
Esse carrossel é um apanhado de fotos lado B, imagens que normalmente ficariam guardadas no meu rolo de câmera. Aquelas que fazem sentido só pra gente mesmo, sem muito a dizer pros outros. Às vezes é bom abrir o baú e mostrar que nem tudo é sempre especial, que também existe muita foto qualquer. Eu também to cheio dessas.
E penso que se eu continuo aqui, é muito por causa de você que acompanha, que curte em silêncio, que manda uma mensagem curta ou puxa uma conversa longa do nada. É pra isso que isso aqui existe, creio eu. Sem interação não tem absolutamente sentido nenhum continuar… então, aguardo ansiosamente seu carinho digital nesse post esquisito de aniversário haha.
Parabéns pro vovô garoto aqui e deixe seu recado… pode ter certeza que eu lerei, responderei e de tempos em tempos voltarei pra ver tudo outra vez - eu sempre faço isso :)

Hoje eu completo mais um ano 🎂
Sempre fico nessa dúvida meio boba se é mais um ou menos um, mas no fim a conta não importa muito. O que pesa mesmo é o que coube nesses últimos 365 dias.
Foi um ano diferente. Fazia tempo que eu não atravessava um ano inteiro em “carreira solo”, sem ninguém pra dividir nada, lidando sozinho com as escolhas, os silêncios e com o tempo também. Teve cansaço, teve liberdade, teve estranheza. Teve altos e baixos, como sempre, dias de só seguir e dias de pensar demais, mas vivi bem e sigo aqui, ainda curioso sobre o que há por vir.
Conheci pessoas, voltei a lugares importantes pra mim e continuo tentando existir com algum sentido num tempo em que tudo é efêmero demais e quase nada fica além do próximo scroll na tela.
Esse carrossel é um apanhado de fotos lado B, imagens que normalmente ficariam guardadas no meu rolo de câmera. Aquelas que fazem sentido só pra gente mesmo, sem muito a dizer pros outros. Às vezes é bom abrir o baú e mostrar que nem tudo é sempre especial, que também existe muita foto qualquer. Eu também to cheio dessas.
E penso que se eu continuo aqui, é muito por causa de você que acompanha, que curte em silêncio, que manda uma mensagem curta ou puxa uma conversa longa do nada. É pra isso que isso aqui existe, creio eu. Sem interação não tem absolutamente sentido nenhum continuar… então, aguardo ansiosamente seu carinho digital nesse post esquisito de aniversário haha.
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Foi um ano diferente. Fazia tempo que eu não atravessava um ano inteiro em “carreira solo”, sem ninguém pra dividir nada, lidando sozinho com as escolhas, os silêncios e com o tempo também. Teve cansaço, teve liberdade, teve estranheza. Teve altos e baixos, como sempre, dias de só seguir e dias de pensar demais, mas vivi bem e sigo aqui, ainda curioso sobre o que há por vir.
Conheci pessoas, voltei a lugares importantes pra mim e continuo tentando existir com algum sentido num tempo em que tudo é efêmero demais e quase nada fica além do próximo scroll na tela.
Esse carrossel é um apanhado de fotos lado B, imagens que normalmente ficariam guardadas no meu rolo de câmera. Aquelas que fazem sentido só pra gente mesmo, sem muito a dizer pros outros. Às vezes é bom abrir o baú e mostrar que nem tudo é sempre especial, que também existe muita foto qualquer. Eu também to cheio dessas.
E penso que se eu continuo aqui, é muito por causa de você que acompanha, que curte em silêncio, que manda uma mensagem curta ou puxa uma conversa longa do nada. É pra isso que isso aqui existe, creio eu. Sem interação não tem absolutamente sentido nenhum continuar… então, aguardo ansiosamente seu carinho digital nesse post esquisito de aniversário haha.
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Sempre fico nessa dúvida meio boba se é mais um ou menos um, mas no fim a conta não importa muito. O que pesa mesmo é o que coube nesses últimos 365 dias.
Foi um ano diferente. Fazia tempo que eu não atravessava um ano inteiro em “carreira solo”, sem ninguém pra dividir nada, lidando sozinho com as escolhas, os silêncios e com o tempo também. Teve cansaço, teve liberdade, teve estranheza. Teve altos e baixos, como sempre, dias de só seguir e dias de pensar demais, mas vivi bem e sigo aqui, ainda curioso sobre o que há por vir.
Conheci pessoas, voltei a lugares importantes pra mim e continuo tentando existir com algum sentido num tempo em que tudo é efêmero demais e quase nada fica além do próximo scroll na tela.
Esse carrossel é um apanhado de fotos lado B, imagens que normalmente ficariam guardadas no meu rolo de câmera. Aquelas que fazem sentido só pra gente mesmo, sem muito a dizer pros outros. Às vezes é bom abrir o baú e mostrar que nem tudo é sempre especial, que também existe muita foto qualquer. Eu também to cheio dessas.
E penso que se eu continuo aqui, é muito por causa de você que acompanha, que curte em silêncio, que manda uma mensagem curta ou puxa uma conversa longa do nada. É pra isso que isso aqui existe, creio eu. Sem interação não tem absolutamente sentido nenhum continuar… então, aguardo ansiosamente seu carinho digital nesse post esquisito de aniversário haha.
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Sempre fico nessa dúvida meio boba se é mais um ou menos um, mas no fim a conta não importa muito. O que pesa mesmo é o que coube nesses últimos 365 dias.
Foi um ano diferente. Fazia tempo que eu não atravessava um ano inteiro em “carreira solo”, sem ninguém pra dividir nada, lidando sozinho com as escolhas, os silêncios e com o tempo também. Teve cansaço, teve liberdade, teve estranheza. Teve altos e baixos, como sempre, dias de só seguir e dias de pensar demais, mas vivi bem e sigo aqui, ainda curioso sobre o que há por vir.
Conheci pessoas, voltei a lugares importantes pra mim e continuo tentando existir com algum sentido num tempo em que tudo é efêmero demais e quase nada fica além do próximo scroll na tela.
Esse carrossel é um apanhado de fotos lado B, imagens que normalmente ficariam guardadas no meu rolo de câmera. Aquelas que fazem sentido só pra gente mesmo, sem muito a dizer pros outros. Às vezes é bom abrir o baú e mostrar que nem tudo é sempre especial, que também existe muita foto qualquer. Eu também to cheio dessas.
E penso que se eu continuo aqui, é muito por causa de você que acompanha, que curte em silêncio, que manda uma mensagem curta ou puxa uma conversa longa do nada. É pra isso que isso aqui existe, creio eu. Sem interação não tem absolutamente sentido nenhum continuar… então, aguardo ansiosamente seu carinho digital nesse post esquisito de aniversário haha.
Parabéns pro vovô garoto aqui e deixe seu recado… pode ter certeza que eu lerei, responderei e de tempos em tempos voltarei pra ver tudo outra vez - eu sempre faço isso :)

Hoje eu completo mais um ano 🎂
Sempre fico nessa dúvida meio boba se é mais um ou menos um, mas no fim a conta não importa muito. O que pesa mesmo é o que coube nesses últimos 365 dias.
Foi um ano diferente. Fazia tempo que eu não atravessava um ano inteiro em “carreira solo”, sem ninguém pra dividir nada, lidando sozinho com as escolhas, os silêncios e com o tempo também. Teve cansaço, teve liberdade, teve estranheza. Teve altos e baixos, como sempre, dias de só seguir e dias de pensar demais, mas vivi bem e sigo aqui, ainda curioso sobre o que há por vir.
Conheci pessoas, voltei a lugares importantes pra mim e continuo tentando existir com algum sentido num tempo em que tudo é efêmero demais e quase nada fica além do próximo scroll na tela.
Esse carrossel é um apanhado de fotos lado B, imagens que normalmente ficariam guardadas no meu rolo de câmera. Aquelas que fazem sentido só pra gente mesmo, sem muito a dizer pros outros. Às vezes é bom abrir o baú e mostrar que nem tudo é sempre especial, que também existe muita foto qualquer. Eu também to cheio dessas.
E penso que se eu continuo aqui, é muito por causa de você que acompanha, que curte em silêncio, que manda uma mensagem curta ou puxa uma conversa longa do nada. É pra isso que isso aqui existe, creio eu. Sem interação não tem absolutamente sentido nenhum continuar… então, aguardo ansiosamente seu carinho digital nesse post esquisito de aniversário haha.
Parabéns pro vovô garoto aqui e deixe seu recado… pode ter certeza que eu lerei, responderei e de tempos em tempos voltarei pra ver tudo outra vez - eu sempre faço isso :)

Hoje eu completo mais um ano 🎂
Sempre fico nessa dúvida meio boba se é mais um ou menos um, mas no fim a conta não importa muito. O que pesa mesmo é o que coube nesses últimos 365 dias.
Foi um ano diferente. Fazia tempo que eu não atravessava um ano inteiro em “carreira solo”, sem ninguém pra dividir nada, lidando sozinho com as escolhas, os silêncios e com o tempo também. Teve cansaço, teve liberdade, teve estranheza. Teve altos e baixos, como sempre, dias de só seguir e dias de pensar demais, mas vivi bem e sigo aqui, ainda curioso sobre o que há por vir.
Conheci pessoas, voltei a lugares importantes pra mim e continuo tentando existir com algum sentido num tempo em que tudo é efêmero demais e quase nada fica além do próximo scroll na tela.
Esse carrossel é um apanhado de fotos lado B, imagens que normalmente ficariam guardadas no meu rolo de câmera. Aquelas que fazem sentido só pra gente mesmo, sem muito a dizer pros outros. Às vezes é bom abrir o baú e mostrar que nem tudo é sempre especial, que também existe muita foto qualquer. Eu também to cheio dessas.
E penso que se eu continuo aqui, é muito por causa de você que acompanha, que curte em silêncio, que manda uma mensagem curta ou puxa uma conversa longa do nada. É pra isso que isso aqui existe, creio eu. Sem interação não tem absolutamente sentido nenhum continuar… então, aguardo ansiosamente seu carinho digital nesse post esquisito de aniversário haha.
Parabéns pro vovô garoto aqui e deixe seu recado… pode ter certeza que eu lerei, responderei e de tempos em tempos voltarei pra ver tudo outra vez - eu sempre faço isso :)

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Foi um ano diferente. Fazia tempo que eu não atravessava um ano inteiro em “carreira solo”, sem ninguém pra dividir nada, lidando sozinho com as escolhas, os silêncios e com o tempo também. Teve cansaço, teve liberdade, teve estranheza. Teve altos e baixos, como sempre, dias de só seguir e dias de pensar demais, mas vivi bem e sigo aqui, ainda curioso sobre o que há por vir.
Conheci pessoas, voltei a lugares importantes pra mim e continuo tentando existir com algum sentido num tempo em que tudo é efêmero demais e quase nada fica além do próximo scroll na tela.
Esse carrossel é um apanhado de fotos lado B, imagens que normalmente ficariam guardadas no meu rolo de câmera. Aquelas que fazem sentido só pra gente mesmo, sem muito a dizer pros outros. Às vezes é bom abrir o baú e mostrar que nem tudo é sempre especial, que também existe muita foto qualquer. Eu também to cheio dessas.
E penso que se eu continuo aqui, é muito por causa de você que acompanha, que curte em silêncio, que manda uma mensagem curta ou puxa uma conversa longa do nada. É pra isso que isso aqui existe, creio eu. Sem interação não tem absolutamente sentido nenhum continuar… então, aguardo ansiosamente seu carinho digital nesse post esquisito de aniversário haha.
Parabéns pro vovô garoto aqui e deixe seu recado… pode ter certeza que eu lerei, responderei e de tempos em tempos voltarei pra ver tudo outra vez - eu sempre faço isso :)

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Sempre fico nessa dúvida meio boba se é mais um ou menos um, mas no fim a conta não importa muito. O que pesa mesmo é o que coube nesses últimos 365 dias.
Foi um ano diferente. Fazia tempo que eu não atravessava um ano inteiro em “carreira solo”, sem ninguém pra dividir nada, lidando sozinho com as escolhas, os silêncios e com o tempo também. Teve cansaço, teve liberdade, teve estranheza. Teve altos e baixos, como sempre, dias de só seguir e dias de pensar demais, mas vivi bem e sigo aqui, ainda curioso sobre o que há por vir.
Conheci pessoas, voltei a lugares importantes pra mim e continuo tentando existir com algum sentido num tempo em que tudo é efêmero demais e quase nada fica além do próximo scroll na tela.
Esse carrossel é um apanhado de fotos lado B, imagens que normalmente ficariam guardadas no meu rolo de câmera. Aquelas que fazem sentido só pra gente mesmo, sem muito a dizer pros outros. Às vezes é bom abrir o baú e mostrar que nem tudo é sempre especial, que também existe muita foto qualquer. Eu também to cheio dessas.
E penso que se eu continuo aqui, é muito por causa de você que acompanha, que curte em silêncio, que manda uma mensagem curta ou puxa uma conversa longa do nada. É pra isso que isso aqui existe, creio eu. Sem interação não tem absolutamente sentido nenhum continuar… então, aguardo ansiosamente seu carinho digital nesse post esquisito de aniversário haha.
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Conheci pessoas, voltei a lugares importantes pra mim e continuo tentando existir com algum sentido num tempo em que tudo é efêmero demais e quase nada fica além do próximo scroll na tela.
Esse carrossel é um apanhado de fotos lado B, imagens que normalmente ficariam guardadas no meu rolo de câmera. Aquelas que fazem sentido só pra gente mesmo, sem muito a dizer pros outros. Às vezes é bom abrir o baú e mostrar que nem tudo é sempre especial, que também existe muita foto qualquer. Eu também to cheio dessas.
E penso que se eu continuo aqui, é muito por causa de você que acompanha, que curte em silêncio, que manda uma mensagem curta ou puxa uma conversa longa do nada. É pra isso que isso aqui existe, creio eu. Sem interação não tem absolutamente sentido nenhum continuar… então, aguardo ansiosamente seu carinho digital nesse post esquisito de aniversário haha.
Parabéns pro vovô garoto aqui e deixe seu recado… pode ter certeza que eu lerei, responderei e de tempos em tempos voltarei pra ver tudo outra vez - eu sempre faço isso :)

2025 foi um ano de muita coisa.
Na real acho que todo ano é de muita coisa, depende só da forma como a gente vê mesmo.
Esse carrossel não é um de fotos conceituais e bonitas, é apenas um dump de cenas cotidianas (nem todas) e que resumidamente (bem resumidamente mesmo) pontuaram esse meu ano. Não espere muita coisa visualmente falando.
Dessa vez eu me permiti postar nessa rede e nesse feed umas coisas mais “informais”, mais sobre pessoas e menos sobre o que se vê.
Esse ano foi especial por muitos motivos. Infelizmente não vou conseguir narrar caso a caso, fato a fato, mas teve de tudo: aniversário, trabalhos lindos, amigos, viagens, pessoas muito especiais, momentos importantes tanto pra mim quanto pras pessoas envolvidas, multidões, shows mil, um lar e o meu parceiro não humano inseparável que reclama junto comigo diariamente.
Acredito que não desfiz nenhuma amizade esse ano, se desfiz, eu já esqueci. Fiz sim algumas novas e revivi muitas outras.
Você que está aí desse lado e não nos conhecemos… se vc participou de alguma maneira nesse ano por aqui dando um like, comentando algo ou simplesmente se inspirando de alguma maneira… obrigado também! Essa força “invisível” é MUITO poderosa e vc nem sabe o quanto. Espero que continue nesse próximo ano também :)
Obrigado a todos os envolvidos. Foi muita coisa e não cabe em 20 frames, mas no coração coube. Vocês sabem quem são ♥︎
Feliz 2026 pra nós e até breve ✨🙌🏼

2025 foi um ano de muita coisa.
Na real acho que todo ano é de muita coisa, depende só da forma como a gente vê mesmo.
Esse carrossel não é um de fotos conceituais e bonitas, é apenas um dump de cenas cotidianas (nem todas) e que resumidamente (bem resumidamente mesmo) pontuaram esse meu ano. Não espere muita coisa visualmente falando.
Dessa vez eu me permiti postar nessa rede e nesse feed umas coisas mais “informais”, mais sobre pessoas e menos sobre o que se vê.
Esse ano foi especial por muitos motivos. Infelizmente não vou conseguir narrar caso a caso, fato a fato, mas teve de tudo: aniversário, trabalhos lindos, amigos, viagens, pessoas muito especiais, momentos importantes tanto pra mim quanto pras pessoas envolvidas, multidões, shows mil, um lar e o meu parceiro não humano inseparável que reclama junto comigo diariamente.
Acredito que não desfiz nenhuma amizade esse ano, se desfiz, eu já esqueci. Fiz sim algumas novas e revivi muitas outras.
Você que está aí desse lado e não nos conhecemos… se vc participou de alguma maneira nesse ano por aqui dando um like, comentando algo ou simplesmente se inspirando de alguma maneira… obrigado também! Essa força “invisível” é MUITO poderosa e vc nem sabe o quanto. Espero que continue nesse próximo ano também :)
Obrigado a todos os envolvidos. Foi muita coisa e não cabe em 20 frames, mas no coração coube. Vocês sabem quem são ♥︎
Feliz 2026 pra nós e até breve ✨🙌🏼

2025 foi um ano de muita coisa.
Na real acho que todo ano é de muita coisa, depende só da forma como a gente vê mesmo.
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Dessa vez eu me permiti postar nessa rede e nesse feed umas coisas mais “informais”, mais sobre pessoas e menos sobre o que se vê.
Esse ano foi especial por muitos motivos. Infelizmente não vou conseguir narrar caso a caso, fato a fato, mas teve de tudo: aniversário, trabalhos lindos, amigos, viagens, pessoas muito especiais, momentos importantes tanto pra mim quanto pras pessoas envolvidas, multidões, shows mil, um lar e o meu parceiro não humano inseparável que reclama junto comigo diariamente.
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Esse ano foi especial por muitos motivos. Infelizmente não vou conseguir narrar caso a caso, fato a fato, mas teve de tudo: aniversário, trabalhos lindos, amigos, viagens, pessoas muito especiais, momentos importantes tanto pra mim quanto pras pessoas envolvidas, multidões, shows mil, um lar e o meu parceiro não humano inseparável que reclama junto comigo diariamente.
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Esse ano foi especial por muitos motivos. Infelizmente não vou conseguir narrar caso a caso, fato a fato, mas teve de tudo: aniversário, trabalhos lindos, amigos, viagens, pessoas muito especiais, momentos importantes tanto pra mim quanto pras pessoas envolvidas, multidões, shows mil, um lar e o meu parceiro não humano inseparável que reclama junto comigo diariamente.
Acredito que não desfiz nenhuma amizade esse ano, se desfiz, eu já esqueci. Fiz sim algumas novas e revivi muitas outras.
Você que está aí desse lado e não nos conhecemos… se vc participou de alguma maneira nesse ano por aqui dando um like, comentando algo ou simplesmente se inspirando de alguma maneira… obrigado também! Essa força “invisível” é MUITO poderosa e vc nem sabe o quanto. Espero que continue nesse próximo ano também :)
Obrigado a todos os envolvidos. Foi muita coisa e não cabe em 20 frames, mas no coração coube. Vocês sabem quem são ♥︎
Feliz 2026 pra nós e até breve ✨🙌🏼

2025 foi um ano de muita coisa.
Na real acho que todo ano é de muita coisa, depende só da forma como a gente vê mesmo.
Esse carrossel não é um de fotos conceituais e bonitas, é apenas um dump de cenas cotidianas (nem todas) e que resumidamente (bem resumidamente mesmo) pontuaram esse meu ano. Não espere muita coisa visualmente falando.
Dessa vez eu me permiti postar nessa rede e nesse feed umas coisas mais “informais”, mais sobre pessoas e menos sobre o que se vê.
Esse ano foi especial por muitos motivos. Infelizmente não vou conseguir narrar caso a caso, fato a fato, mas teve de tudo: aniversário, trabalhos lindos, amigos, viagens, pessoas muito especiais, momentos importantes tanto pra mim quanto pras pessoas envolvidas, multidões, shows mil, um lar e o meu parceiro não humano inseparável que reclama junto comigo diariamente.
Acredito que não desfiz nenhuma amizade esse ano, se desfiz, eu já esqueci. Fiz sim algumas novas e revivi muitas outras.
Você que está aí desse lado e não nos conhecemos… se vc participou de alguma maneira nesse ano por aqui dando um like, comentando algo ou simplesmente se inspirando de alguma maneira… obrigado também! Essa força “invisível” é MUITO poderosa e vc nem sabe o quanto. Espero que continue nesse próximo ano também :)
Obrigado a todos os envolvidos. Foi muita coisa e não cabe em 20 frames, mas no coração coube. Vocês sabem quem são ♥︎
Feliz 2026 pra nós e até breve ✨🙌🏼
2025 foi um ano de muita coisa.
Na real acho que todo ano é de muita coisa, depende só da forma como a gente vê mesmo.
Esse carrossel não é um de fotos conceituais e bonitas, é apenas um dump de cenas cotidianas (nem todas) e que resumidamente (bem resumidamente mesmo) pontuaram esse meu ano. Não espere muita coisa visualmente falando.
Dessa vez eu me permiti postar nessa rede e nesse feed umas coisas mais “informais”, mais sobre pessoas e menos sobre o que se vê.
Esse ano foi especial por muitos motivos. Infelizmente não vou conseguir narrar caso a caso, fato a fato, mas teve de tudo: aniversário, trabalhos lindos, amigos, viagens, pessoas muito especiais, momentos importantes tanto pra mim quanto pras pessoas envolvidas, multidões, shows mil, um lar e o meu parceiro não humano inseparável que reclama junto comigo diariamente.
Acredito que não desfiz nenhuma amizade esse ano, se desfiz, eu já esqueci. Fiz sim algumas novas e revivi muitas outras.
Você que está aí desse lado e não nos conhecemos… se vc participou de alguma maneira nesse ano por aqui dando um like, comentando algo ou simplesmente se inspirando de alguma maneira… obrigado também! Essa força “invisível” é MUITO poderosa e vc nem sabe o quanto. Espero que continue nesse próximo ano também :)
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2025 foi um ano de muita coisa.
Na real acho que todo ano é de muita coisa, depende só da forma como a gente vê mesmo.
Esse carrossel não é um de fotos conceituais e bonitas, é apenas um dump de cenas cotidianas (nem todas) e que resumidamente (bem resumidamente mesmo) pontuaram esse meu ano. Não espere muita coisa visualmente falando.
Dessa vez eu me permiti postar nessa rede e nesse feed umas coisas mais “informais”, mais sobre pessoas e menos sobre o que se vê.
Esse ano foi especial por muitos motivos. Infelizmente não vou conseguir narrar caso a caso, fato a fato, mas teve de tudo: aniversário, trabalhos lindos, amigos, viagens, pessoas muito especiais, momentos importantes tanto pra mim quanto pras pessoas envolvidas, multidões, shows mil, um lar e o meu parceiro não humano inseparável que reclama junto comigo diariamente.
Acredito que não desfiz nenhuma amizade esse ano, se desfiz, eu já esqueci. Fiz sim algumas novas e revivi muitas outras.
Você que está aí desse lado e não nos conhecemos… se vc participou de alguma maneira nesse ano por aqui dando um like, comentando algo ou simplesmente se inspirando de alguma maneira… obrigado também! Essa força “invisível” é MUITO poderosa e vc nem sabe o quanto. Espero que continue nesse próximo ano também :)
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2025 foi um ano de muita coisa.
Na real acho que todo ano é de muita coisa, depende só da forma como a gente vê mesmo.
Esse carrossel não é um de fotos conceituais e bonitas, é apenas um dump de cenas cotidianas (nem todas) e que resumidamente (bem resumidamente mesmo) pontuaram esse meu ano. Não espere muita coisa visualmente falando.
Dessa vez eu me permiti postar nessa rede e nesse feed umas coisas mais “informais”, mais sobre pessoas e menos sobre o que se vê.
Esse ano foi especial por muitos motivos. Infelizmente não vou conseguir narrar caso a caso, fato a fato, mas teve de tudo: aniversário, trabalhos lindos, amigos, viagens, pessoas muito especiais, momentos importantes tanto pra mim quanto pras pessoas envolvidas, multidões, shows mil, um lar e o meu parceiro não humano inseparável que reclama junto comigo diariamente.
Acredito que não desfiz nenhuma amizade esse ano, se desfiz, eu já esqueci. Fiz sim algumas novas e revivi muitas outras.
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2025 foi um ano de muita coisa.
Na real acho que todo ano é de muita coisa, depende só da forma como a gente vê mesmo.
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Dessa vez eu me permiti postar nessa rede e nesse feed umas coisas mais “informais”, mais sobre pessoas e menos sobre o que se vê.
Esse ano foi especial por muitos motivos. Infelizmente não vou conseguir narrar caso a caso, fato a fato, mas teve de tudo: aniversário, trabalhos lindos, amigos, viagens, pessoas muito especiais, momentos importantes tanto pra mim quanto pras pessoas envolvidas, multidões, shows mil, um lar e o meu parceiro não humano inseparável que reclama junto comigo diariamente.
Acredito que não desfiz nenhuma amizade esse ano, se desfiz, eu já esqueci. Fiz sim algumas novas e revivi muitas outras.
Você que está aí desse lado e não nos conhecemos… se vc participou de alguma maneira nesse ano por aqui dando um like, comentando algo ou simplesmente se inspirando de alguma maneira… obrigado também! Essa força “invisível” é MUITO poderosa e vc nem sabe o quanto. Espero que continue nesse próximo ano também :)
Obrigado a todos os envolvidos. Foi muita coisa e não cabe em 20 frames, mas no coração coube. Vocês sabem quem são ♥︎
Feliz 2026 pra nós e até breve ✨🙌🏼

Madrid tem esse efeito estranho em mim.
Volto, piso nas mesmas ruas, reconheço esquinas… mas nunca é igual. Revisitar é quando o lugar começa a se revelar de verdade. Já me viro bem sem mapa, já sei onde parar, mas ainda não conheço todas as luzes.
A fotografia mostra isso: a luz muda tudo. Já fui umas cinco vezes, três no inverno, e ainda assim noto diferenças. O sol de lado, sombras marcadas, detalhes que antes não estavam ali, ou eu não soube ver das outras vezes.
Se pudesse, viveria só disso - de observar e registrar a cidade acontecendo. Mas nem sempre dá.
Então, essas imagens ficam como arquivos pessoais, memórias que o tempo acaba alterando. Voltarei nelas, lembrarei de umas coisas, inventarei outras… afinal, a memória também edita muita coisa, e a gente deixa.
No fim, fotografar um lugar repetido é isso: aprender a enxergar de novo… mesmo onde você acha que já conhece.

Madrid tem esse efeito estranho em mim.
Volto, piso nas mesmas ruas, reconheço esquinas… mas nunca é igual. Revisitar é quando o lugar começa a se revelar de verdade. Já me viro bem sem mapa, já sei onde parar, mas ainda não conheço todas as luzes.
A fotografia mostra isso: a luz muda tudo. Já fui umas cinco vezes, três no inverno, e ainda assim noto diferenças. O sol de lado, sombras marcadas, detalhes que antes não estavam ali, ou eu não soube ver das outras vezes.
Se pudesse, viveria só disso - de observar e registrar a cidade acontecendo. Mas nem sempre dá.
Então, essas imagens ficam como arquivos pessoais, memórias que o tempo acaba alterando. Voltarei nelas, lembrarei de umas coisas, inventarei outras… afinal, a memória também edita muita coisa, e a gente deixa.
No fim, fotografar um lugar repetido é isso: aprender a enxergar de novo… mesmo onde você acha que já conhece.

Madrid tem esse efeito estranho em mim.
Volto, piso nas mesmas ruas, reconheço esquinas… mas nunca é igual. Revisitar é quando o lugar começa a se revelar de verdade. Já me viro bem sem mapa, já sei onde parar, mas ainda não conheço todas as luzes.
A fotografia mostra isso: a luz muda tudo. Já fui umas cinco vezes, três no inverno, e ainda assim noto diferenças. O sol de lado, sombras marcadas, detalhes que antes não estavam ali, ou eu não soube ver das outras vezes.
Se pudesse, viveria só disso - de observar e registrar a cidade acontecendo. Mas nem sempre dá.
Então, essas imagens ficam como arquivos pessoais, memórias que o tempo acaba alterando. Voltarei nelas, lembrarei de umas coisas, inventarei outras… afinal, a memória também edita muita coisa, e a gente deixa.
No fim, fotografar um lugar repetido é isso: aprender a enxergar de novo… mesmo onde você acha que já conhece.

Madrid tem esse efeito estranho em mim.
Volto, piso nas mesmas ruas, reconheço esquinas… mas nunca é igual. Revisitar é quando o lugar começa a se revelar de verdade. Já me viro bem sem mapa, já sei onde parar, mas ainda não conheço todas as luzes.
A fotografia mostra isso: a luz muda tudo. Já fui umas cinco vezes, três no inverno, e ainda assim noto diferenças. O sol de lado, sombras marcadas, detalhes que antes não estavam ali, ou eu não soube ver das outras vezes.
Se pudesse, viveria só disso - de observar e registrar a cidade acontecendo. Mas nem sempre dá.
Então, essas imagens ficam como arquivos pessoais, memórias que o tempo acaba alterando. Voltarei nelas, lembrarei de umas coisas, inventarei outras… afinal, a memória também edita muita coisa, e a gente deixa.
No fim, fotografar um lugar repetido é isso: aprender a enxergar de novo… mesmo onde você acha que já conhece.

Madrid tem esse efeito estranho em mim.
Volto, piso nas mesmas ruas, reconheço esquinas… mas nunca é igual. Revisitar é quando o lugar começa a se revelar de verdade. Já me viro bem sem mapa, já sei onde parar, mas ainda não conheço todas as luzes.
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Se pudesse, viveria só disso - de observar e registrar a cidade acontecendo. Mas nem sempre dá.
Então, essas imagens ficam como arquivos pessoais, memórias que o tempo acaba alterando. Voltarei nelas, lembrarei de umas coisas, inventarei outras… afinal, a memória também edita muita coisa, e a gente deixa.
No fim, fotografar um lugar repetido é isso: aprender a enxergar de novo… mesmo onde você acha que já conhece.

Madrid tem esse efeito estranho em mim.
Volto, piso nas mesmas ruas, reconheço esquinas… mas nunca é igual. Revisitar é quando o lugar começa a se revelar de verdade. Já me viro bem sem mapa, já sei onde parar, mas ainda não conheço todas as luzes.
A fotografia mostra isso: a luz muda tudo. Já fui umas cinco vezes, três no inverno, e ainda assim noto diferenças. O sol de lado, sombras marcadas, detalhes que antes não estavam ali, ou eu não soube ver das outras vezes.
Se pudesse, viveria só disso - de observar e registrar a cidade acontecendo. Mas nem sempre dá.
Então, essas imagens ficam como arquivos pessoais, memórias que o tempo acaba alterando. Voltarei nelas, lembrarei de umas coisas, inventarei outras… afinal, a memória também edita muita coisa, e a gente deixa.
No fim, fotografar um lugar repetido é isso: aprender a enxergar de novo… mesmo onde você acha que já conhece.

Madrid tem esse efeito estranho em mim.
Volto, piso nas mesmas ruas, reconheço esquinas… mas nunca é igual. Revisitar é quando o lugar começa a se revelar de verdade. Já me viro bem sem mapa, já sei onde parar, mas ainda não conheço todas as luzes.
A fotografia mostra isso: a luz muda tudo. Já fui umas cinco vezes, três no inverno, e ainda assim noto diferenças. O sol de lado, sombras marcadas, detalhes que antes não estavam ali, ou eu não soube ver das outras vezes.
Se pudesse, viveria só disso - de observar e registrar a cidade acontecendo. Mas nem sempre dá.
Então, essas imagens ficam como arquivos pessoais, memórias que o tempo acaba alterando. Voltarei nelas, lembrarei de umas coisas, inventarei outras… afinal, a memória também edita muita coisa, e a gente deixa.
No fim, fotografar um lugar repetido é isso: aprender a enxergar de novo… mesmo onde você acha que já conhece.

Madrid tem esse efeito estranho em mim.
Volto, piso nas mesmas ruas, reconheço esquinas… mas nunca é igual. Revisitar é quando o lugar começa a se revelar de verdade. Já me viro bem sem mapa, já sei onde parar, mas ainda não conheço todas as luzes.
A fotografia mostra isso: a luz muda tudo. Já fui umas cinco vezes, três no inverno, e ainda assim noto diferenças. O sol de lado, sombras marcadas, detalhes que antes não estavam ali, ou eu não soube ver das outras vezes.
Se pudesse, viveria só disso - de observar e registrar a cidade acontecendo. Mas nem sempre dá.
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Volto, piso nas mesmas ruas, reconheço esquinas… mas nunca é igual. Revisitar é quando o lugar começa a se revelar de verdade. Já me viro bem sem mapa, já sei onde parar, mas ainda não conheço todas as luzes.
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Se pudesse, viveria só disso - de observar e registrar a cidade acontecendo. Mas nem sempre dá.
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Volto, piso nas mesmas ruas, reconheço esquinas… mas nunca é igual. Revisitar é quando o lugar começa a se revelar de verdade. Já me viro bem sem mapa, já sei onde parar, mas ainda não conheço todas as luzes.
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Volto, piso nas mesmas ruas, reconheço esquinas… mas nunca é igual. Revisitar é quando o lugar começa a se revelar de verdade. Já me viro bem sem mapa, já sei onde parar, mas ainda não conheço todas as luzes.
A fotografia mostra isso: a luz muda tudo. Já fui umas cinco vezes, três no inverno, e ainda assim noto diferenças. O sol de lado, sombras marcadas, detalhes que antes não estavam ali, ou eu não soube ver das outras vezes.
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Então, essas imagens ficam como arquivos pessoais, memórias que o tempo acaba alterando. Voltarei nelas, lembrarei de umas coisas, inventarei outras… afinal, a memória também edita muita coisa, e a gente deixa.
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Volto, piso nas mesmas ruas, reconheço esquinas… mas nunca é igual. Revisitar é quando o lugar começa a se revelar de verdade. Já me viro bem sem mapa, já sei onde parar, mas ainda não conheço todas as luzes.
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Então, essas imagens ficam como arquivos pessoais, memórias que o tempo acaba alterando. Voltarei nelas, lembrarei de umas coisas, inventarei outras… afinal, a memória também edita muita coisa, e a gente deixa.
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Volto, piso nas mesmas ruas, reconheço esquinas… mas nunca é igual. Revisitar é quando o lugar começa a se revelar de verdade. Já me viro bem sem mapa, já sei onde parar, mas ainda não conheço todas as luzes.
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Se pudesse, viveria só disso - de observar e registrar a cidade acontecendo. Mas nem sempre dá.
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Volto, piso nas mesmas ruas, reconheço esquinas… mas nunca é igual. Revisitar é quando o lugar começa a se revelar de verdade. Já me viro bem sem mapa, já sei onde parar, mas ainda não conheço todas as luzes.
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Volto, piso nas mesmas ruas, reconheço esquinas… mas nunca é igual. Revisitar é quando o lugar começa a se revelar de verdade. Já me viro bem sem mapa, já sei onde parar, mas ainda não conheço todas as luzes.
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Volto, piso nas mesmas ruas, reconheço esquinas… mas nunca é igual. Revisitar é quando o lugar começa a se revelar de verdade. Já me viro bem sem mapa, já sei onde parar, mas ainda não conheço todas as luzes.
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A fotografia mostra isso: a luz muda tudo. Já fui umas cinco vezes, três no inverno, e ainda assim noto diferenças. O sol de lado, sombras marcadas, detalhes que antes não estavam ali, ou eu não soube ver das outras vezes.
Se pudesse, viveria só disso - de observar e registrar a cidade acontecendo. Mas nem sempre dá.
Então, essas imagens ficam como arquivos pessoais, memórias que o tempo acaba alterando. Voltarei nelas, lembrarei de umas coisas, inventarei outras… afinal, a memória também edita muita coisa, e a gente deixa.
No fim, fotografar um lugar repetido é isso: aprender a enxergar de novo… mesmo onde você acha que já conhece.

Toda vez que eu abro um HD antigo pra rever fotos de viagens, parece que eu volto pra aquele lugar. Algumas cenas eu nem lembrava mais… outras são tão vivas que ainda sinto o vento, o cheiro, até a música que tava tocando.
Com o tempo entendi que o que me move não é rever as fotos, é ter ido. José Saramago já dizia que é preciso sair da ilha pra ver a ilha, e eu meio que levo isso comigo. Cada viagem me explica um pouco mais de onde venho, onde vivo e quem eu sou hoje.
Rever essas imagens é quase como reler uma página, só que com outra cabeça. O olhar muda, eu mudo. E aí percebo que cada pessoa que vê essas fotos enxerga outra coisa também, do seu próprio jeito.
Acho que é isso que faz a fotografia – e a vida – valerem a pena: nunca ser a mesma história pra todo mundo.
E você… o que vê?
.

Toda vez que eu abro um HD antigo pra rever fotos de viagens, parece que eu volto pra aquele lugar. Algumas cenas eu nem lembrava mais… outras são tão vivas que ainda sinto o vento, o cheiro, até a música que tava tocando.
Com o tempo entendi que o que me move não é rever as fotos, é ter ido. José Saramago já dizia que é preciso sair da ilha pra ver a ilha, e eu meio que levo isso comigo. Cada viagem me explica um pouco mais de onde venho, onde vivo e quem eu sou hoje.
Rever essas imagens é quase como reler uma página, só que com outra cabeça. O olhar muda, eu mudo. E aí percebo que cada pessoa que vê essas fotos enxerga outra coisa também, do seu próprio jeito.
Acho que é isso que faz a fotografia – e a vida – valerem a pena: nunca ser a mesma história pra todo mundo.
E você… o que vê?
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Com o tempo entendi que o que me move não é rever as fotos, é ter ido. José Saramago já dizia que é preciso sair da ilha pra ver a ilha, e eu meio que levo isso comigo. Cada viagem me explica um pouco mais de onde venho, onde vivo e quem eu sou hoje.
Rever essas imagens é quase como reler uma página, só que com outra cabeça. O olhar muda, eu mudo. E aí percebo que cada pessoa que vê essas fotos enxerga outra coisa também, do seu próprio jeito.
Acho que é isso que faz a fotografia – e a vida – valerem a pena: nunca ser a mesma história pra todo mundo.
E você… o que vê?
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Com o tempo entendi que o que me move não é rever as fotos, é ter ido. José Saramago já dizia que é preciso sair da ilha pra ver a ilha, e eu meio que levo isso comigo. Cada viagem me explica um pouco mais de onde venho, onde vivo e quem eu sou hoje.
Rever essas imagens é quase como reler uma página, só que com outra cabeça. O olhar muda, eu mudo. E aí percebo que cada pessoa que vê essas fotos enxerga outra coisa também, do seu próprio jeito.
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E você… o que vê?
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Com o tempo entendi que o que me move não é rever as fotos, é ter ido. José Saramago já dizia que é preciso sair da ilha pra ver a ilha, e eu meio que levo isso comigo. Cada viagem me explica um pouco mais de onde venho, onde vivo e quem eu sou hoje.
Rever essas imagens é quase como reler uma página, só que com outra cabeça. O olhar muda, eu mudo. E aí percebo que cada pessoa que vê essas fotos enxerga outra coisa também, do seu próprio jeito.
Acho que é isso que faz a fotografia – e a vida – valerem a pena: nunca ser a mesma história pra todo mundo.
E você… o que vê?
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Com o tempo entendi que o que me move não é rever as fotos, é ter ido. José Saramago já dizia que é preciso sair da ilha pra ver a ilha, e eu meio que levo isso comigo. Cada viagem me explica um pouco mais de onde venho, onde vivo e quem eu sou hoje.
Rever essas imagens é quase como reler uma página, só que com outra cabeça. O olhar muda, eu mudo. E aí percebo que cada pessoa que vê essas fotos enxerga outra coisa também, do seu próprio jeito.
Acho que é isso que faz a fotografia – e a vida – valerem a pena: nunca ser a mesma história pra todo mundo.
E você… o que vê?
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Com o tempo entendi que o que me move não é rever as fotos, é ter ido. José Saramago já dizia que é preciso sair da ilha pra ver a ilha, e eu meio que levo isso comigo. Cada viagem me explica um pouco mais de onde venho, onde vivo e quem eu sou hoje.
Rever essas imagens é quase como reler uma página, só que com outra cabeça. O olhar muda, eu mudo. E aí percebo que cada pessoa que vê essas fotos enxerga outra coisa também, do seu próprio jeito.
Acho que é isso que faz a fotografia – e a vida – valerem a pena: nunca ser a mesma história pra todo mundo.
E você… o que vê?
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Acho que é isso que faz a fotografia – e a vida – valerem a pena: nunca ser a mesma história pra todo mundo.
E você… o que vê?
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Sair andando pela cidade e ir registrando o que me chama atenção já é parte da minha rotina.
Olho sempre em volta, prestando atenção no que geralmente passa batido: reflexos, sombras, a luz atravessada do meio da tarde…
No fim, toda foto acaba sendo isso: um pedaço de tempo que resolveu ficar.
Seja na galeria do celular, numa rede social, impressa ou só na memória.
Todas essas fotos foram feitas com o OPPO Reno14 5G da @oppobrasil
#OCelularAIdoRolê #Fotografia #OPPOReno14
#OPPOAIPhone #publi

Sair andando pela cidade e ir registrando o que me chama atenção já é parte da minha rotina.
Olho sempre em volta, prestando atenção no que geralmente passa batido: reflexos, sombras, a luz atravessada do meio da tarde…
No fim, toda foto acaba sendo isso: um pedaço de tempo que resolveu ficar.
Seja na galeria do celular, numa rede social, impressa ou só na memória.
Todas essas fotos foram feitas com o OPPO Reno14 5G da @oppobrasil
#OCelularAIdoRolê #Fotografia #OPPOReno14
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Sair andando pela cidade e ir registrando o que me chama atenção já é parte da minha rotina.
Olho sempre em volta, prestando atenção no que geralmente passa batido: reflexos, sombras, a luz atravessada do meio da tarde…
No fim, toda foto acaba sendo isso: um pedaço de tempo que resolveu ficar.
Seja na galeria do celular, numa rede social, impressa ou só na memória.
Todas essas fotos foram feitas com o OPPO Reno14 5G da @oppobrasil
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Fotografar, pra mim, sempre foi sobre estar presente.
Sobre perceber o reflexo num vidro, a luz atravessando a rua, um gesto que quase passou despercebido.
Não é só técnica. É atenção. É saber que o instante acontece uma vez só.
Com o tempo, entendi que não se trata de ter o equipamento mais caro, mas de ter o olhar certo – e a ferramenta certa pra acompanhar esse olhar.
Nesse vídeo, todas as fotos foram feitas com o OPPO Reno14 5G da @oppobrasil
Às vezes, o que a gente precisa é só isso: enxergar com mais intenção e registrar o que quase ninguém vê.
#OCelularAIdoRolê #Fotografia #OPPOReno14
#OPPOAIPhone #publi
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