Carolina Bonsi
Cinematographer/Photographer
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Ensaio sobre a solidão pra Grazi nassif
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Camera op: @c.bonsi e @celinafilgueiras
Gaffer: @tatiane_ursulino
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Alguns snapshots de 2025 — a vida acontecendo em VHS-C.
Ano passado a vida aconteceu intensamente, de janeiro a dezembro. Começou com uma partida desoladora, que deixou um vazio no peito e terminou como uma despedida em grande estilo.Tudo tinha um gosto amargo e uma profundidade insuportável.
Faz muitos anos que eu não compartilho minha vida pessoal publicamente. Entre ter um perfil de trabalho, ser tudo sobre o trabalho — matizes de uma vida capitalista — também fui deixando de registrar o que era pessoal. Preferi estar mais presente no momento, em vez de transformar tudo em um grande ensaio, uma representação que não é real. Sempre gostei de ver a vida acontecer com os meus próprios olhos e guardar essas memórias na cabeça, não em um arquivo.
Mas tudo tem outras faces, outras dimensões. E foi vendo a vida acontecer que percebi que também sentia falta dela.
Minha vó materna tinha tantas histórias para contar, com registros incríveis desse passado e compartilhava tudo em cada lanche da tarde. Minha vó paterna tinha as histórias mais surreais para contar junto com suas irmãs — e com ela nasceu em mim um gosto pelo surrealismo latino-americano.
Por causa delas, eu tenho histórias para contar. Elas me deram um lugar para viver coisas memoráveis e ter uma família tão cheia que nunca me senti sozinha.
Então, no ano passado, comecei a filmar tudo sem o peso da qualidade — como aquelas filmagens intermináveis de aniversários infantis. Crianças do século passado vão entender. Apenas registrar pequenas porções da vida acontecendo, quando desse, quando eu quisesse.
Foi um ano cheio de melancolia e profundamente sensível, e eu quis honrar uma vida bem vivida — não só a minha, mas também a de quem está ao redor e de quem já não está, assim, deixo aqui esses snapshots aleatórios de momentos em que eu simplesmente estava vivendo.
Hoje já não me sinto alguém de vinte e poucos anos. Quando olho para meus 6TB de registros da vida, sinto alegria e angústia ao mesmo tempo. Porque sei que já vivi umas dez vidas. Mas também está a tristeza de saber que algumas coisas nunca mais serão como antes e a curiosidade de descobrir como elas vão ser daqui pra frente.
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Ano passado a vida aconteceu intensamente, de janeiro a dezembro. Começou com uma partida desoladora, que deixou um vazio no peito e terminou como uma despedida em grande estilo.Tudo tinha um gosto amargo e uma profundidade insuportável.
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Mas tudo tem outras faces, outras dimensões. E foi vendo a vida acontecer que percebi que também sentia falta dela.
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Mas tudo tem outras faces, outras dimensões. E foi vendo a vida acontecer que percebi que também sentia falta dela.
Minha vó materna tinha tantas histórias para contar, com registros incríveis desse passado e compartilhava tudo em cada lanche da tarde. Minha vó paterna tinha as histórias mais surreais para contar junto com suas irmãs — e com ela nasceu em mim um gosto pelo surrealismo latino-americano.
Por causa delas, eu tenho histórias para contar. Elas me deram um lugar para viver coisas memoráveis e ter uma família tão cheia que nunca me senti sozinha.
Então, no ano passado, comecei a filmar tudo sem o peso da qualidade — como aquelas filmagens intermináveis de aniversários infantis. Crianças do século passado vão entender. Apenas registrar pequenas porções da vida acontecendo, quando desse, quando eu quisesse.
Foi um ano cheio de melancolia e profundamente sensível, e eu quis honrar uma vida bem vivida — não só a minha, mas também a de quem está ao redor e de quem já não está, assim, deixo aqui esses snapshots aleatórios de momentos em que eu simplesmente estava vivendo.
Hoje já não me sinto alguém de vinte e poucos anos. Quando olho para meus 6TB de registros da vida, sinto alegria e angústia ao mesmo tempo. Porque sei que já vivi umas dez vidas. Mas também está a tristeza de saber que algumas coisas nunca mais serão como antes e a curiosidade de descobrir como elas vão ser daqui pra frente.
Alguns snapshots de 2025 — a vida acontecendo em VHS-C.
Ano passado a vida aconteceu intensamente, de janeiro a dezembro. Começou com uma partida desoladora, que deixou um vazio no peito e terminou como uma despedida em grande estilo.Tudo tinha um gosto amargo e uma profundidade insuportável.
Faz muitos anos que eu não compartilho minha vida pessoal publicamente. Entre ter um perfil de trabalho, ser tudo sobre o trabalho — matizes de uma vida capitalista — também fui deixando de registrar o que era pessoal. Preferi estar mais presente no momento, em vez de transformar tudo em um grande ensaio, uma representação que não é real. Sempre gostei de ver a vida acontecer com os meus próprios olhos e guardar essas memórias na cabeça, não em um arquivo.
Mas tudo tem outras faces, outras dimensões. E foi vendo a vida acontecer que percebi que também sentia falta dela.
Minha vó materna tinha tantas histórias para contar, com registros incríveis desse passado e compartilhava tudo em cada lanche da tarde. Minha vó paterna tinha as histórias mais surreais para contar junto com suas irmãs — e com ela nasceu em mim um gosto pelo surrealismo latino-americano.
Por causa delas, eu tenho histórias para contar. Elas me deram um lugar para viver coisas memoráveis e ter uma família tão cheia que nunca me senti sozinha.
Então, no ano passado, comecei a filmar tudo sem o peso da qualidade — como aquelas filmagens intermináveis de aniversários infantis. Crianças do século passado vão entender. Apenas registrar pequenas porções da vida acontecendo, quando desse, quando eu quisesse.
Foi um ano cheio de melancolia e profundamente sensível, e eu quis honrar uma vida bem vivida — não só a minha, mas também a de quem está ao redor e de quem já não está, assim, deixo aqui esses snapshots aleatórios de momentos em que eu simplesmente estava vivendo.
Hoje já não me sinto alguém de vinte e poucos anos. Quando olho para meus 6TB de registros da vida, sinto alegria e angústia ao mesmo tempo. Porque sei que já vivi umas dez vidas. Mas também está a tristeza de saber que algumas coisas nunca mais serão como antes e a curiosidade de descobrir como elas vão ser daqui pra frente.
Alguns snapshots de 2025 — a vida acontecendo em VHS-C.
Ano passado a vida aconteceu intensamente, de janeiro a dezembro. Começou com uma partida desoladora, que deixou um vazio no peito e terminou como uma despedida em grande estilo.Tudo tinha um gosto amargo e uma profundidade insuportável.
Faz muitos anos que eu não compartilho minha vida pessoal publicamente. Entre ter um perfil de trabalho, ser tudo sobre o trabalho — matizes de uma vida capitalista — também fui deixando de registrar o que era pessoal. Preferi estar mais presente no momento, em vez de transformar tudo em um grande ensaio, uma representação que não é real. Sempre gostei de ver a vida acontecer com os meus próprios olhos e guardar essas memórias na cabeça, não em um arquivo.
Mas tudo tem outras faces, outras dimensões. E foi vendo a vida acontecer que percebi que também sentia falta dela.
Minha vó materna tinha tantas histórias para contar, com registros incríveis desse passado e compartilhava tudo em cada lanche da tarde. Minha vó paterna tinha as histórias mais surreais para contar junto com suas irmãs — e com ela nasceu em mim um gosto pelo surrealismo latino-americano.
Por causa delas, eu tenho histórias para contar. Elas me deram um lugar para viver coisas memoráveis e ter uma família tão cheia que nunca me senti sozinha.
Então, no ano passado, comecei a filmar tudo sem o peso da qualidade — como aquelas filmagens intermináveis de aniversários infantis. Crianças do século passado vão entender. Apenas registrar pequenas porções da vida acontecendo, quando desse, quando eu quisesse.
Foi um ano cheio de melancolia e profundamente sensível, e eu quis honrar uma vida bem vivida — não só a minha, mas também a de quem está ao redor e de quem já não está, assim, deixo aqui esses snapshots aleatórios de momentos em que eu simplesmente estava vivendo.
Hoje já não me sinto alguém de vinte e poucos anos. Quando olho para meus 6TB de registros da vida, sinto alegria e angústia ao mesmo tempo. Porque sei que já vivi umas dez vidas. Mas também está a tristeza de saber que algumas coisas nunca mais serão como antes e a curiosidade de descobrir como elas vão ser daqui pra frente.
Alguns snapshots de 2025 — a vida acontecendo em VHS-C.
Ano passado a vida aconteceu intensamente, de janeiro a dezembro. Começou com uma partida desoladora, que deixou um vazio no peito e terminou como uma despedida em grande estilo.Tudo tinha um gosto amargo e uma profundidade insuportável.
Faz muitos anos que eu não compartilho minha vida pessoal publicamente. Entre ter um perfil de trabalho, ser tudo sobre o trabalho — matizes de uma vida capitalista — também fui deixando de registrar o que era pessoal. Preferi estar mais presente no momento, em vez de transformar tudo em um grande ensaio, uma representação que não é real. Sempre gostei de ver a vida acontecer com os meus próprios olhos e guardar essas memórias na cabeça, não em um arquivo.
Mas tudo tem outras faces, outras dimensões. E foi vendo a vida acontecer que percebi que também sentia falta dela.
Minha vó materna tinha tantas histórias para contar, com registros incríveis desse passado e compartilhava tudo em cada lanche da tarde. Minha vó paterna tinha as histórias mais surreais para contar junto com suas irmãs — e com ela nasceu em mim um gosto pelo surrealismo latino-americano.
Por causa delas, eu tenho histórias para contar. Elas me deram um lugar para viver coisas memoráveis e ter uma família tão cheia que nunca me senti sozinha.
Então, no ano passado, comecei a filmar tudo sem o peso da qualidade — como aquelas filmagens intermináveis de aniversários infantis. Crianças do século passado vão entender. Apenas registrar pequenas porções da vida acontecendo, quando desse, quando eu quisesse.
Foi um ano cheio de melancolia e profundamente sensível, e eu quis honrar uma vida bem vivida — não só a minha, mas também a de quem está ao redor e de quem já não está, assim, deixo aqui esses snapshots aleatórios de momentos em que eu simplesmente estava vivendo.
Hoje já não me sinto alguém de vinte e poucos anos. Quando olho para meus 6TB de registros da vida, sinto alegria e angústia ao mesmo tempo. Porque sei que já vivi umas dez vidas. Mas também está a tristeza de saber que algumas coisas nunca mais serão como antes e a curiosidade de descobrir como elas vão ser daqui pra frente.
Alguns snapshots de 2025 — a vida acontecendo em VHS-C.
Ano passado a vida aconteceu intensamente, de janeiro a dezembro. Começou com uma partida desoladora, que deixou um vazio no peito e terminou como uma despedida em grande estilo.Tudo tinha um gosto amargo e uma profundidade insuportável.
Faz muitos anos que eu não compartilho minha vida pessoal publicamente. Entre ter um perfil de trabalho, ser tudo sobre o trabalho — matizes de uma vida capitalista — também fui deixando de registrar o que era pessoal. Preferi estar mais presente no momento, em vez de transformar tudo em um grande ensaio, uma representação que não é real. Sempre gostei de ver a vida acontecer com os meus próprios olhos e guardar essas memórias na cabeça, não em um arquivo.
Mas tudo tem outras faces, outras dimensões. E foi vendo a vida acontecer que percebi que também sentia falta dela.
Minha vó materna tinha tantas histórias para contar, com registros incríveis desse passado e compartilhava tudo em cada lanche da tarde. Minha vó paterna tinha as histórias mais surreais para contar junto com suas irmãs — e com ela nasceu em mim um gosto pelo surrealismo latino-americano.
Por causa delas, eu tenho histórias para contar. Elas me deram um lugar para viver coisas memoráveis e ter uma família tão cheia que nunca me senti sozinha.
Então, no ano passado, comecei a filmar tudo sem o peso da qualidade — como aquelas filmagens intermináveis de aniversários infantis. Crianças do século passado vão entender. Apenas registrar pequenas porções da vida acontecendo, quando desse, quando eu quisesse.
Foi um ano cheio de melancolia e profundamente sensível, e eu quis honrar uma vida bem vivida — não só a minha, mas também a de quem está ao redor e de quem já não está, assim, deixo aqui esses snapshots aleatórios de momentos em que eu simplesmente estava vivendo.
Hoje já não me sinto alguém de vinte e poucos anos. Quando olho para meus 6TB de registros da vida, sinto alegria e angústia ao mesmo tempo. Porque sei que já vivi umas dez vidas. Mas também está a tristeza de saber que algumas coisas nunca mais serão como antes e a curiosidade de descobrir como elas vão ser daqui pra frente.
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Ano passado a vida aconteceu intensamente, de janeiro a dezembro. Começou com uma partida desoladora, que deixou um vazio no peito e terminou como uma despedida em grande estilo.Tudo tinha um gosto amargo e uma profundidade insuportável.
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Mas tudo tem outras faces, outras dimensões. E foi vendo a vida acontecer que percebi que também sentia falta dela.
Minha vó materna tinha tantas histórias para contar, com registros incríveis desse passado e compartilhava tudo em cada lanche da tarde. Minha vó paterna tinha as histórias mais surreais para contar junto com suas irmãs — e com ela nasceu em mim um gosto pelo surrealismo latino-americano.
Por causa delas, eu tenho histórias para contar. Elas me deram um lugar para viver coisas memoráveis e ter uma família tão cheia que nunca me senti sozinha.
Então, no ano passado, comecei a filmar tudo sem o peso da qualidade — como aquelas filmagens intermináveis de aniversários infantis. Crianças do século passado vão entender. Apenas registrar pequenas porções da vida acontecendo, quando desse, quando eu quisesse.
Foi um ano cheio de melancolia e profundamente sensível, e eu quis honrar uma vida bem vivida — não só a minha, mas também a de quem está ao redor e de quem já não está, assim, deixo aqui esses snapshots aleatórios de momentos em que eu simplesmente estava vivendo.
Hoje já não me sinto alguém de vinte e poucos anos. Quando olho para meus 6TB de registros da vida, sinto alegria e angústia ao mesmo tempo. Porque sei que já vivi umas dez vidas. Mas também está a tristeza de saber que algumas coisas nunca mais serão como antes e a curiosidade de descobrir como elas vão ser daqui pra frente.
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Ano passado a vida aconteceu intensamente, de janeiro a dezembro. Começou com uma partida desoladora, que deixou um vazio no peito e terminou como uma despedida em grande estilo.Tudo tinha um gosto amargo e uma profundidade insuportável.
Faz muitos anos que eu não compartilho minha vida pessoal publicamente. Entre ter um perfil de trabalho, ser tudo sobre o trabalho — matizes de uma vida capitalista — também fui deixando de registrar o que era pessoal. Preferi estar mais presente no momento, em vez de transformar tudo em um grande ensaio, uma representação que não é real. Sempre gostei de ver a vida acontecer com os meus próprios olhos e guardar essas memórias na cabeça, não em um arquivo.
Mas tudo tem outras faces, outras dimensões. E foi vendo a vida acontecer que percebi que também sentia falta dela.
Minha vó materna tinha tantas histórias para contar, com registros incríveis desse passado e compartilhava tudo em cada lanche da tarde. Minha vó paterna tinha as histórias mais surreais para contar junto com suas irmãs — e com ela nasceu em mim um gosto pelo surrealismo latino-americano.
Por causa delas, eu tenho histórias para contar. Elas me deram um lugar para viver coisas memoráveis e ter uma família tão cheia que nunca me senti sozinha.
Então, no ano passado, comecei a filmar tudo sem o peso da qualidade — como aquelas filmagens intermináveis de aniversários infantis. Crianças do século passado vão entender. Apenas registrar pequenas porções da vida acontecendo, quando desse, quando eu quisesse.
Foi um ano cheio de melancolia e profundamente sensível, e eu quis honrar uma vida bem vivida — não só a minha, mas também a de quem está ao redor e de quem já não está, assim, deixo aqui esses snapshots aleatórios de momentos em que eu simplesmente estava vivendo.
Hoje já não me sinto alguém de vinte e poucos anos. Quando olho para meus 6TB de registros da vida, sinto alegria e angústia ao mesmo tempo. Porque sei que já vivi umas dez vidas. Mas também está a tristeza de saber que algumas coisas nunca mais serão como antes e a curiosidade de descobrir como elas vão ser daqui pra frente.
Alguns snapshots de 2025 — a vida acontecendo em VHS-C.
Ano passado a vida aconteceu intensamente, de janeiro a dezembro. Começou com uma partida desoladora, que deixou um vazio no peito e terminou como uma despedida em grande estilo.Tudo tinha um gosto amargo e uma profundidade insuportável.
Faz muitos anos que eu não compartilho minha vida pessoal publicamente. Entre ter um perfil de trabalho, ser tudo sobre o trabalho — matizes de uma vida capitalista — também fui deixando de registrar o que era pessoal. Preferi estar mais presente no momento, em vez de transformar tudo em um grande ensaio, uma representação que não é real. Sempre gostei de ver a vida acontecer com os meus próprios olhos e guardar essas memórias na cabeça, não em um arquivo.
Mas tudo tem outras faces, outras dimensões. E foi vendo a vida acontecer que percebi que também sentia falta dela.
Minha vó materna tinha tantas histórias para contar, com registros incríveis desse passado e compartilhava tudo em cada lanche da tarde. Minha vó paterna tinha as histórias mais surreais para contar junto com suas irmãs — e com ela nasceu em mim um gosto pelo surrealismo latino-americano.
Por causa delas, eu tenho histórias para contar. Elas me deram um lugar para viver coisas memoráveis e ter uma família tão cheia que nunca me senti sozinha.
Então, no ano passado, comecei a filmar tudo sem o peso da qualidade — como aquelas filmagens intermináveis de aniversários infantis. Crianças do século passado vão entender. Apenas registrar pequenas porções da vida acontecendo, quando desse, quando eu quisesse.
Foi um ano cheio de melancolia e profundamente sensível, e eu quis honrar uma vida bem vivida — não só a minha, mas também a de quem está ao redor e de quem já não está, assim, deixo aqui esses snapshots aleatórios de momentos em que eu simplesmente estava vivendo.
Hoje já não me sinto alguém de vinte e poucos anos. Quando olho para meus 6TB de registros da vida, sinto alegria e angústia ao mesmo tempo. Porque sei que já vivi umas dez vidas. Mas também está a tristeza de saber que algumas coisas nunca mais serão como antes e a curiosidade de descobrir como elas vão ser daqui pra frente.
Alguns snapshots de 2025 — a vida acontecendo em VHS-C.
Ano passado a vida aconteceu intensamente, de janeiro a dezembro. Começou com uma partida desoladora, que deixou um vazio no peito e terminou como uma despedida em grande estilo.Tudo tinha um gosto amargo e uma profundidade insuportável.
Faz muitos anos que eu não compartilho minha vida pessoal publicamente. Entre ter um perfil de trabalho, ser tudo sobre o trabalho — matizes de uma vida capitalista — também fui deixando de registrar o que era pessoal. Preferi estar mais presente no momento, em vez de transformar tudo em um grande ensaio, uma representação que não é real. Sempre gostei de ver a vida acontecer com os meus próprios olhos e guardar essas memórias na cabeça, não em um arquivo.
Mas tudo tem outras faces, outras dimensões. E foi vendo a vida acontecer que percebi que também sentia falta dela.
Minha vó materna tinha tantas histórias para contar, com registros incríveis desse passado e compartilhava tudo em cada lanche da tarde. Minha vó paterna tinha as histórias mais surreais para contar junto com suas irmãs — e com ela nasceu em mim um gosto pelo surrealismo latino-americano.
Por causa delas, eu tenho histórias para contar. Elas me deram um lugar para viver coisas memoráveis e ter uma família tão cheia que nunca me senti sozinha.
Então, no ano passado, comecei a filmar tudo sem o peso da qualidade — como aquelas filmagens intermináveis de aniversários infantis. Crianças do século passado vão entender. Apenas registrar pequenas porções da vida acontecendo, quando desse, quando eu quisesse.
Foi um ano cheio de melancolia e profundamente sensível, e eu quis honrar uma vida bem vivida — não só a minha, mas também a de quem está ao redor e de quem já não está, assim, deixo aqui esses snapshots aleatórios de momentos em que eu simplesmente estava vivendo.
Hoje já não me sinto alguém de vinte e poucos anos. Quando olho para meus 6TB de registros da vida, sinto alegria e angústia ao mesmo tempo. Porque sei que já vivi umas dez vidas. Mas também está a tristeza de saber que algumas coisas nunca mais serão como antes e a curiosidade de descobrir como elas vão ser daqui pra frente.
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Ano passado a vida aconteceu intensamente, de janeiro a dezembro. Começou com uma partida desoladora, que deixou um vazio no peito e terminou como uma despedida em grande estilo.Tudo tinha um gosto amargo e uma profundidade insuportável.
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Mas tudo tem outras faces, outras dimensões. E foi vendo a vida acontecer que percebi que também sentia falta dela.
Minha vó materna tinha tantas histórias para contar, com registros incríveis desse passado e compartilhava tudo em cada lanche da tarde. Minha vó paterna tinha as histórias mais surreais para contar junto com suas irmãs — e com ela nasceu em mim um gosto pelo surrealismo latino-americano.
Por causa delas, eu tenho histórias para contar. Elas me deram um lugar para viver coisas memoráveis e ter uma família tão cheia que nunca me senti sozinha.
Então, no ano passado, comecei a filmar tudo sem o peso da qualidade — como aquelas filmagens intermináveis de aniversários infantis. Crianças do século passado vão entender. Apenas registrar pequenas porções da vida acontecendo, quando desse, quando eu quisesse.
Foi um ano cheio de melancolia e profundamente sensível, e eu quis honrar uma vida bem vivida — não só a minha, mas também a de quem está ao redor e de quem já não está, assim, deixo aqui esses snapshots aleatórios de momentos em que eu simplesmente estava vivendo.
Hoje já não me sinto alguém de vinte e poucos anos. Quando olho para meus 6TB de registros da vida, sinto alegria e angústia ao mesmo tempo. Porque sei que já vivi umas dez vidas. Mas também está a tristeza de saber que algumas coisas nunca mais serão como antes e a curiosidade de descobrir como elas vão ser daqui pra frente.
Alguns snapshots de 2025 — a vida acontecendo em VHS-C.
Ano passado a vida aconteceu intensamente, de janeiro a dezembro. Começou com uma partida desoladora, que deixou um vazio no peito e terminou como uma despedida em grande estilo.Tudo tinha um gosto amargo e uma profundidade insuportável.
Faz muitos anos que eu não compartilho minha vida pessoal publicamente. Entre ter um perfil de trabalho, ser tudo sobre o trabalho — matizes de uma vida capitalista — também fui deixando de registrar o que era pessoal. Preferi estar mais presente no momento, em vez de transformar tudo em um grande ensaio, uma representação que não é real. Sempre gostei de ver a vida acontecer com os meus próprios olhos e guardar essas memórias na cabeça, não em um arquivo.
Mas tudo tem outras faces, outras dimensões. E foi vendo a vida acontecer que percebi que também sentia falta dela.
Minha vó materna tinha tantas histórias para contar, com registros incríveis desse passado e compartilhava tudo em cada lanche da tarde. Minha vó paterna tinha as histórias mais surreais para contar junto com suas irmãs — e com ela nasceu em mim um gosto pelo surrealismo latino-americano.
Por causa delas, eu tenho histórias para contar. Elas me deram um lugar para viver coisas memoráveis e ter uma família tão cheia que nunca me senti sozinha.
Então, no ano passado, comecei a filmar tudo sem o peso da qualidade — como aquelas filmagens intermináveis de aniversários infantis. Crianças do século passado vão entender. Apenas registrar pequenas porções da vida acontecendo, quando desse, quando eu quisesse.
Foi um ano cheio de melancolia e profundamente sensível, e eu quis honrar uma vida bem vivida — não só a minha, mas também a de quem está ao redor e de quem já não está, assim, deixo aqui esses snapshots aleatórios de momentos em que eu simplesmente estava vivendo.
Hoje já não me sinto alguém de vinte e poucos anos. Quando olho para meus 6TB de registros da vida, sinto alegria e angústia ao mesmo tempo. Porque sei que já vivi umas dez vidas. Mas também está a tristeza de saber que algumas coisas nunca mais serão como antes e a curiosidade de descobrir como elas vão ser daqui pra frente.
Alguns snapshots de 2025 — a vida acontecendo em VHS-C.
Ano passado a vida aconteceu intensamente, de janeiro a dezembro. Começou com uma partida desoladora, que deixou um vazio no peito e terminou como uma despedida em grande estilo.Tudo tinha um gosto amargo e uma profundidade insuportável.
Faz muitos anos que eu não compartilho minha vida pessoal publicamente. Entre ter um perfil de trabalho, ser tudo sobre o trabalho — matizes de uma vida capitalista — também fui deixando de registrar o que era pessoal. Preferi estar mais presente no momento, em vez de transformar tudo em um grande ensaio, uma representação que não é real. Sempre gostei de ver a vida acontecer com os meus próprios olhos e guardar essas memórias na cabeça, não em um arquivo.
Mas tudo tem outras faces, outras dimensões. E foi vendo a vida acontecer que percebi que também sentia falta dela.
Minha vó materna tinha tantas histórias para contar, com registros incríveis desse passado e compartilhava tudo em cada lanche da tarde. Minha vó paterna tinha as histórias mais surreais para contar junto com suas irmãs — e com ela nasceu em mim um gosto pelo surrealismo latino-americano.
Por causa delas, eu tenho histórias para contar. Elas me deram um lugar para viver coisas memoráveis e ter uma família tão cheia que nunca me senti sozinha.
Então, no ano passado, comecei a filmar tudo sem o peso da qualidade — como aquelas filmagens intermináveis de aniversários infantis. Crianças do século passado vão entender. Apenas registrar pequenas porções da vida acontecendo, quando desse, quando eu quisesse.
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Hoje já não me sinto alguém de vinte e poucos anos. Quando olho para meus 6TB de registros da vida, sinto alegria e angústia ao mesmo tempo. Porque sei que já vivi umas dez vidas. Mas também está a tristeza de saber que algumas coisas nunca mais serão como antes e a curiosidade de descobrir como elas vão ser daqui pra frente.
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Hoje já não me sinto alguém de vinte e poucos anos. Quando olho para meus 6TB de registros da vida, sinto alegria e angústia ao mesmo tempo. Porque sei que já vivi umas dez vidas. Mas também está a tristeza de saber que algumas coisas nunca mais serão como antes e a curiosidade de descobrir como elas vão ser daqui pra frente.
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Ano passado a vida aconteceu intensamente, de janeiro a dezembro. Começou com uma partida desoladora, que deixou um vazio no peito e terminou como uma despedida em grande estilo.Tudo tinha um gosto amargo e uma profundidade insuportável.
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Por causa delas, eu tenho histórias para contar. Elas me deram um lugar para viver coisas memoráveis e ter uma família tão cheia que nunca me senti sozinha.
Então, no ano passado, comecei a filmar tudo sem o peso da qualidade — como aquelas filmagens intermináveis de aniversários infantis. Crianças do século passado vão entender. Apenas registrar pequenas porções da vida acontecendo, quando desse, quando eu quisesse.
Foi um ano cheio de melancolia e profundamente sensível, e eu quis honrar uma vida bem vivida — não só a minha, mas também a de quem está ao redor e de quem já não está, assim, deixo aqui esses snapshots aleatórios de momentos em que eu simplesmente estava vivendo.
Hoje já não me sinto alguém de vinte e poucos anos. Quando olho para meus 6TB de registros da vida, sinto alegria e angústia ao mesmo tempo. Porque sei que já vivi umas dez vidas. Mas também está a tristeza de saber que algumas coisas nunca mais serão como antes e a curiosidade de descobrir como elas vão ser daqui pra frente.
Alguns snapshots de 2025 — a vida acontecendo em VHS-C.
Ano passado a vida aconteceu intensamente, de janeiro a dezembro. Começou com uma partida desoladora, que deixou um vazio no peito e terminou como uma despedida em grande estilo.Tudo tinha um gosto amargo e uma profundidade insuportável.
Faz muitos anos que eu não compartilho minha vida pessoal publicamente. Entre ter um perfil de trabalho, ser tudo sobre o trabalho — matizes de uma vida capitalista — também fui deixando de registrar o que era pessoal. Preferi estar mais presente no momento, em vez de transformar tudo em um grande ensaio, uma representação que não é real. Sempre gostei de ver a vida acontecer com os meus próprios olhos e guardar essas memórias na cabeça, não em um arquivo.
Mas tudo tem outras faces, outras dimensões. E foi vendo a vida acontecer que percebi que também sentia falta dela.
Minha vó materna tinha tantas histórias para contar, com registros incríveis desse passado e compartilhava tudo em cada lanche da tarde. Minha vó paterna tinha as histórias mais surreais para contar junto com suas irmãs — e com ela nasceu em mim um gosto pelo surrealismo latino-americano.
Por causa delas, eu tenho histórias para contar. Elas me deram um lugar para viver coisas memoráveis e ter uma família tão cheia que nunca me senti sozinha.
Então, no ano passado, comecei a filmar tudo sem o peso da qualidade — como aquelas filmagens intermináveis de aniversários infantis. Crianças do século passado vão entender. Apenas registrar pequenas porções da vida acontecendo, quando desse, quando eu quisesse.
Foi um ano cheio de melancolia e profundamente sensível, e eu quis honrar uma vida bem vivida — não só a minha, mas também a de quem está ao redor e de quem já não está, assim, deixo aqui esses snapshots aleatórios de momentos em que eu simplesmente estava vivendo.
Hoje já não me sinto alguém de vinte e poucos anos. Quando olho para meus 6TB de registros da vida, sinto alegria e angústia ao mesmo tempo. Porque sei que já vivi umas dez vidas. Mas também está a tristeza de saber que algumas coisas nunca mais serão como antes e a curiosidade de descobrir como elas vão ser daqui pra frente.
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