Neste Dia das Mães, celebramos o afeto que se transforma em guia para as novas gerações. Sob as lentes da #BAZAAR, Alessandra Ambrosio e Anja protagonizam um encontro que mostra a cumplicidade de uma rotina pautada pelo apoio mútuo.
Entre trocas de carinho no set, Alessandra reflete sobre a maternidade como um exercício de fortalecimento da autoconfiança, incentivando os filhos a reconhecerem sua beleza própria e a fugirem das comparações. Fala sobre o orgulho de ver o caminho que cada um trilha, reafirmando que a maior herança é, sempre, o incentivo para sermos quem somos.
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Direção criativa: @klebermatheus e @viddoart - @klebbertoledo e @viniqvidal
Making of: @gabrielfiischer
Coordenação Making of: @___jotta___
Styling: @marcellmaia
Beleza: @henriquem85
Texto: @camirusso
Direção de arte: @fasosa
Produção executiva: @zucahub e @13thprod
Produção de moda e assistentes de styling: @guihiga_, @daniellezm e @mariantoniiaa
Retouch: @b_rezende90
Camareira: @flavianaoliveiras
Costureira: @_martinsnadia
Assistente de foto: Diego Dias (@narebaa), @fabriciomarconi e @franckwillianfoto
Assistente de beleza: @juliocardim_beauty e @julianarakoza
Assistente de produção: @caionogueira_95 e @junioor.costta

No editorial que estampa a capa da #BAZAARMaio, @carlianepaixao, a top paraense queridinha da última temporada de Paris, suaviza a rigidez da arquitetura industrial com texturas, babados e volumes que aquecem o cotidiano.
A edição chega em breve às bancas – siga as redes da BAZAAR para garantir a sua. Neste clique, Carliane usa full look Bottega Veneta. #CarlianePaixãonaBAZAAR
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Fotografia: @cella_marco
Styling: @alinedebeauclaire
Editora de moda at large: @filipableck
Beleza: @fannymaurer
Hair: @fabiopetri

Assim como a BAZAAR completa 15 anos em 2026, este também é um ano de marcos para @alessandraambrosio! Aos 45 anos, a gaúcha celebra três décadas de carreira e volta a ser nossa cover girl treze anos depois. E, desta vez, divide a capa com a primogênita, @anjaambrosiom, de 17 anos – ambas usando @vizzano.
Na primeira experiência das duas nesse formato, elas refletem sobre a carreira de modelo (que Anja já adianta não estar nos seus planos), a influência das redes sociais e a passagem do tempo. A #BAZAARMaio chega em breve às bancas – acompanhe as nossas redes sociais para garantir a sua.
Neste clique, Alessandra usa jaqueta Francesca, vestido Rick Owens na The Vault, saia Mondepars, sapato Vizzano e Anja usa cardigan Animale, corset e saia Mondepars, bolsa e sapato Vizzano. #AlessandraAmbrosionaBAZAAR #AnjaAmbrosioMazurnaBAZAAR
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Direção criativa: @klebermatheus e @viddoart - @klebbertoledo e @viniqvidal
Fotografia: @fernando_tomaz
Styling: @marcellmaia
Beleza: @henriquem85
Texto: @camirusso
Direção de arte: @fasosa
Produção executiva: @zucahub e @13thprod
Produção de moda e assistentes de styling: @guihiga_, @daniellezm e @mariantoniiaa
Retouch: @b_rezende90
Camareira: @flavianaoliveiras
Costureira: @_martinsnadia
Assistente de foto: Diego Dias (@narebaa), @fabriciomarconi e @franckwillianfoto
Assistente de beleza: @juliocardim_beauty e @julianarakoza
Assistente de produção: @caionogueira_95 e @junioor.costta
@mariabbraz leva a BAZAAR para acompanhar a sua preparação para o tapete vermelho de “Fatherland”, filme que estreou nesta quinta-feira (14.05), durante o festival de Festival de Cannes. Dos momentos de beleza ao look final, a comunicadora revela como seria um filme dirigido por ela - além de mostrar bastidores da relação com a mãe, @silviabraz.
Para o evento, Maria usa um look @balenciaga com ares tomboy, com styling de @pedrosales_1 arrematado com beleza de @arthur.lordelo e cabelo por @o.le.oni. Assista ao vídeo para mergulhar em um dos momentos mais glamorosos do cinema. (Vídeo por @lucasionaldo)
A @alehaoficial chegou em São Paulo! Fundada em 2018 por Alessandra Hohl e Luis Guedine, a marca paranaense construiu uma identidade reconhecida pela fluidez das silhuetas e por peças que transitam entre os múltiplos estilos do cotidiano. Com estampas exclusivas e acabamentos feitos à mão, a Aleha transita entre o casual e o sofisticado, colocando a alfaiataria e os tecidos naturais como protagonistas.
Depois da flagship em sua cidade natal, Maringá, a etiqueta abre as portas em um endereço paulistano. A Aleha acaba de inaugurar sua loja no Shopping Pátio Higienópolis, que apresenta as peças da coleção de #Inverno2026 “Vivaz”, construída em torno da transformação, da permanência e do movimento contínuo.
No vídeo, conheça o espaço da marca em São Paulo, assinado pela arquiteta Nórea de Vitto e inspirado pela arquitetura japonesa e por referências pessoais de Alessandra. #BAZAARPubli

Durante alguns dias, a moda brasileira pareceu girar em torno de uma pergunta só: quando uma referência vira cópia? A discussão ganhou força nas redes, entre criadores de conteúdo, jornalistas e comunicadores independentes. O assunto saiu da acusação pontual e abriu uma conversa maior sobre autoria, repertório e desejo.
Para encerrar a conversa, levamos a questão a Gilles Lipovetsky, autor de “O Império do Efêmero”, referência em moda, luxo e consumo. Em passagem pelo Brasil para o São Paulo Innovation Week, ele foi direto: a cópia não é uma conversa fiada criada na internet. Para Lipovetsky, ela faz parte da própria lógica da moda.
“A moda passa pela cópia”, disse ele, não absolvendo as supostas cópias, mas levando o debate para outra camada. Desde o século XIX, a cópia dos produtos de prestígio acompanha a moda. Antes, o alvo era a alta-costura parisiense. Hoje, o fenômeno se espalhou para roupas, bolsas, smartphones e símbolos de status.
No Brasil, a discussão ganha outra camada. A moda por aqui sempre funcionou em uma dinâmica diferente da moda do hemisfério norte. Quando a moda brasileira começava a se formar, Zuzu Angel, com uma criação autoral ligada a referências brasileiras, coexistia com Clodovil, costureiro que vendia bem e era frequentemente acusado de copiar grifes internacionais, como Saint Laurent. Os dois revelavam um mercado dividido entre autoria, desejo, acesso e repertório. Acima de tudo, que vendia.
Por isso, o debate sobre cópia e inspiração nunca é simples. A moda se organiza a partir de referências, arquivos, repetições e códigos reconhecíveis. O papo vira conversa de gente grande quando sai da comparação entre imagens e entra no processo: o que foi transformado, o que foi apenas repetido e o que existe de autoria nesse caminho?
Lipovetsky parece menos interessado em transformar o tema em tribunal moral e interessado em apontar um caminho: “A melhor defesa é a criação, é a invenção contínua de novos modelos que estejam em relação com o gosto dos consumidores.”
Depois de uma semana discutindo quem copiou quem, vale repensar a pergunta: o que esse debate revela sobre o que ainda esperamos da autoria no Brasil? (Por @fvsari)

Durante alguns dias, a moda brasileira pareceu girar em torno de uma pergunta só: quando uma referência vira cópia? A discussão ganhou força nas redes, entre criadores de conteúdo, jornalistas e comunicadores independentes. O assunto saiu da acusação pontual e abriu uma conversa maior sobre autoria, repertório e desejo.
Para encerrar a conversa, levamos a questão a Gilles Lipovetsky, autor de “O Império do Efêmero”, referência em moda, luxo e consumo. Em passagem pelo Brasil para o São Paulo Innovation Week, ele foi direto: a cópia não é uma conversa fiada criada na internet. Para Lipovetsky, ela faz parte da própria lógica da moda.
“A moda passa pela cópia”, disse ele, não absolvendo as supostas cópias, mas levando o debate para outra camada. Desde o século XIX, a cópia dos produtos de prestígio acompanha a moda. Antes, o alvo era a alta-costura parisiense. Hoje, o fenômeno se espalhou para roupas, bolsas, smartphones e símbolos de status.
No Brasil, a discussão ganha outra camada. A moda por aqui sempre funcionou em uma dinâmica diferente da moda do hemisfério norte. Quando a moda brasileira começava a se formar, Zuzu Angel, com uma criação autoral ligada a referências brasileiras, coexistia com Clodovil, costureiro que vendia bem e era frequentemente acusado de copiar grifes internacionais, como Saint Laurent. Os dois revelavam um mercado dividido entre autoria, desejo, acesso e repertório. Acima de tudo, que vendia.
Por isso, o debate sobre cópia e inspiração nunca é simples. A moda se organiza a partir de referências, arquivos, repetições e códigos reconhecíveis. O papo vira conversa de gente grande quando sai da comparação entre imagens e entra no processo: o que foi transformado, o que foi apenas repetido e o que existe de autoria nesse caminho?
Lipovetsky parece menos interessado em transformar o tema em tribunal moral e interessado em apontar um caminho: “A melhor defesa é a criação, é a invenção contínua de novos modelos que estejam em relação com o gosto dos consumidores.”
Depois de uma semana discutindo quem copiou quem, vale repensar a pergunta: o que esse debate revela sobre o que ainda esperamos da autoria no Brasil? (Por @fvsari)

Durante alguns dias, a moda brasileira pareceu girar em torno de uma pergunta só: quando uma referência vira cópia? A discussão ganhou força nas redes, entre criadores de conteúdo, jornalistas e comunicadores independentes. O assunto saiu da acusação pontual e abriu uma conversa maior sobre autoria, repertório e desejo.
Para encerrar a conversa, levamos a questão a Gilles Lipovetsky, autor de “O Império do Efêmero”, referência em moda, luxo e consumo. Em passagem pelo Brasil para o São Paulo Innovation Week, ele foi direto: a cópia não é uma conversa fiada criada na internet. Para Lipovetsky, ela faz parte da própria lógica da moda.
“A moda passa pela cópia”, disse ele, não absolvendo as supostas cópias, mas levando o debate para outra camada. Desde o século XIX, a cópia dos produtos de prestígio acompanha a moda. Antes, o alvo era a alta-costura parisiense. Hoje, o fenômeno se espalhou para roupas, bolsas, smartphones e símbolos de status.
No Brasil, a discussão ganha outra camada. A moda por aqui sempre funcionou em uma dinâmica diferente da moda do hemisfério norte. Quando a moda brasileira começava a se formar, Zuzu Angel, com uma criação autoral ligada a referências brasileiras, coexistia com Clodovil, costureiro que vendia bem e era frequentemente acusado de copiar grifes internacionais, como Saint Laurent. Os dois revelavam um mercado dividido entre autoria, desejo, acesso e repertório. Acima de tudo, que vendia.
Por isso, o debate sobre cópia e inspiração nunca é simples. A moda se organiza a partir de referências, arquivos, repetições e códigos reconhecíveis. O papo vira conversa de gente grande quando sai da comparação entre imagens e entra no processo: o que foi transformado, o que foi apenas repetido e o que existe de autoria nesse caminho?
Lipovetsky parece menos interessado em transformar o tema em tribunal moral e interessado em apontar um caminho: “A melhor defesa é a criação, é a invenção contínua de novos modelos que estejam em relação com o gosto dos consumidores.”
Depois de uma semana discutindo quem copiou quem, vale repensar a pergunta: o que esse debate revela sobre o que ainda esperamos da autoria no Brasil? (Por @fvsari)

Durante alguns dias, a moda brasileira pareceu girar em torno de uma pergunta só: quando uma referência vira cópia? A discussão ganhou força nas redes, entre criadores de conteúdo, jornalistas e comunicadores independentes. O assunto saiu da acusação pontual e abriu uma conversa maior sobre autoria, repertório e desejo.
Para encerrar a conversa, levamos a questão a Gilles Lipovetsky, autor de “O Império do Efêmero”, referência em moda, luxo e consumo. Em passagem pelo Brasil para o São Paulo Innovation Week, ele foi direto: a cópia não é uma conversa fiada criada na internet. Para Lipovetsky, ela faz parte da própria lógica da moda.
“A moda passa pela cópia”, disse ele, não absolvendo as supostas cópias, mas levando o debate para outra camada. Desde o século XIX, a cópia dos produtos de prestígio acompanha a moda. Antes, o alvo era a alta-costura parisiense. Hoje, o fenômeno se espalhou para roupas, bolsas, smartphones e símbolos de status.
No Brasil, a discussão ganha outra camada. A moda por aqui sempre funcionou em uma dinâmica diferente da moda do hemisfério norte. Quando a moda brasileira começava a se formar, Zuzu Angel, com uma criação autoral ligada a referências brasileiras, coexistia com Clodovil, costureiro que vendia bem e era frequentemente acusado de copiar grifes internacionais, como Saint Laurent. Os dois revelavam um mercado dividido entre autoria, desejo, acesso e repertório. Acima de tudo, que vendia.
Por isso, o debate sobre cópia e inspiração nunca é simples. A moda se organiza a partir de referências, arquivos, repetições e códigos reconhecíveis. O papo vira conversa de gente grande quando sai da comparação entre imagens e entra no processo: o que foi transformado, o que foi apenas repetido e o que existe de autoria nesse caminho?
Lipovetsky parece menos interessado em transformar o tema em tribunal moral e interessado em apontar um caminho: “A melhor defesa é a criação, é a invenção contínua de novos modelos que estejam em relação com o gosto dos consumidores.”
Depois de uma semana discutindo quem copiou quem, vale repensar a pergunta: o que esse debate revela sobre o que ainda esperamos da autoria no Brasil? (Por @fvsari)

Durante alguns dias, a moda brasileira pareceu girar em torno de uma pergunta só: quando uma referência vira cópia? A discussão ganhou força nas redes, entre criadores de conteúdo, jornalistas e comunicadores independentes. O assunto saiu da acusação pontual e abriu uma conversa maior sobre autoria, repertório e desejo.
Para encerrar a conversa, levamos a questão a Gilles Lipovetsky, autor de “O Império do Efêmero”, referência em moda, luxo e consumo. Em passagem pelo Brasil para o São Paulo Innovation Week, ele foi direto: a cópia não é uma conversa fiada criada na internet. Para Lipovetsky, ela faz parte da própria lógica da moda.
“A moda passa pela cópia”, disse ele, não absolvendo as supostas cópias, mas levando o debate para outra camada. Desde o século XIX, a cópia dos produtos de prestígio acompanha a moda. Antes, o alvo era a alta-costura parisiense. Hoje, o fenômeno se espalhou para roupas, bolsas, smartphones e símbolos de status.
No Brasil, a discussão ganha outra camada. A moda por aqui sempre funcionou em uma dinâmica diferente da moda do hemisfério norte. Quando a moda brasileira começava a se formar, Zuzu Angel, com uma criação autoral ligada a referências brasileiras, coexistia com Clodovil, costureiro que vendia bem e era frequentemente acusado de copiar grifes internacionais, como Saint Laurent. Os dois revelavam um mercado dividido entre autoria, desejo, acesso e repertório. Acima de tudo, que vendia.
Por isso, o debate sobre cópia e inspiração nunca é simples. A moda se organiza a partir de referências, arquivos, repetições e códigos reconhecíveis. O papo vira conversa de gente grande quando sai da comparação entre imagens e entra no processo: o que foi transformado, o que foi apenas repetido e o que existe de autoria nesse caminho?
Lipovetsky parece menos interessado em transformar o tema em tribunal moral e interessado em apontar um caminho: “A melhor defesa é a criação, é a invenção contínua de novos modelos que estejam em relação com o gosto dos consumidores.”
Depois de uma semana discutindo quem copiou quem, vale repensar a pergunta: o que esse debate revela sobre o que ainda esperamos da autoria no Brasil? (Por @fvsari)

Durante alguns dias, a moda brasileira pareceu girar em torno de uma pergunta só: quando uma referência vira cópia? A discussão ganhou força nas redes, entre criadores de conteúdo, jornalistas e comunicadores independentes. O assunto saiu da acusação pontual e abriu uma conversa maior sobre autoria, repertório e desejo.
Para encerrar a conversa, levamos a questão a Gilles Lipovetsky, autor de “O Império do Efêmero”, referência em moda, luxo e consumo. Em passagem pelo Brasil para o São Paulo Innovation Week, ele foi direto: a cópia não é uma conversa fiada criada na internet. Para Lipovetsky, ela faz parte da própria lógica da moda.
“A moda passa pela cópia”, disse ele, não absolvendo as supostas cópias, mas levando o debate para outra camada. Desde o século XIX, a cópia dos produtos de prestígio acompanha a moda. Antes, o alvo era a alta-costura parisiense. Hoje, o fenômeno se espalhou para roupas, bolsas, smartphones e símbolos de status.
No Brasil, a discussão ganha outra camada. A moda por aqui sempre funcionou em uma dinâmica diferente da moda do hemisfério norte. Quando a moda brasileira começava a se formar, Zuzu Angel, com uma criação autoral ligada a referências brasileiras, coexistia com Clodovil, costureiro que vendia bem e era frequentemente acusado de copiar grifes internacionais, como Saint Laurent. Os dois revelavam um mercado dividido entre autoria, desejo, acesso e repertório. Acima de tudo, que vendia.
Por isso, o debate sobre cópia e inspiração nunca é simples. A moda se organiza a partir de referências, arquivos, repetições e códigos reconhecíveis. O papo vira conversa de gente grande quando sai da comparação entre imagens e entra no processo: o que foi transformado, o que foi apenas repetido e o que existe de autoria nesse caminho?
Lipovetsky parece menos interessado em transformar o tema em tribunal moral e interessado em apontar um caminho: “A melhor defesa é a criação, é a invenção contínua de novos modelos que estejam em relação com o gosto dos consumidores.”
Depois de uma semana discutindo quem copiou quem, vale repensar a pergunta: o que esse debate revela sobre o que ainda esperamos da autoria no Brasil? (Por @fvsari)

Durante alguns dias, a moda brasileira pareceu girar em torno de uma pergunta só: quando uma referência vira cópia? A discussão ganhou força nas redes, entre criadores de conteúdo, jornalistas e comunicadores independentes. O assunto saiu da acusação pontual e abriu uma conversa maior sobre autoria, repertório e desejo.
Para encerrar a conversa, levamos a questão a Gilles Lipovetsky, autor de “O Império do Efêmero”, referência em moda, luxo e consumo. Em passagem pelo Brasil para o São Paulo Innovation Week, ele foi direto: a cópia não é uma conversa fiada criada na internet. Para Lipovetsky, ela faz parte da própria lógica da moda.
“A moda passa pela cópia”, disse ele, não absolvendo as supostas cópias, mas levando o debate para outra camada. Desde o século XIX, a cópia dos produtos de prestígio acompanha a moda. Antes, o alvo era a alta-costura parisiense. Hoje, o fenômeno se espalhou para roupas, bolsas, smartphones e símbolos de status.
No Brasil, a discussão ganha outra camada. A moda por aqui sempre funcionou em uma dinâmica diferente da moda do hemisfério norte. Quando a moda brasileira começava a se formar, Zuzu Angel, com uma criação autoral ligada a referências brasileiras, coexistia com Clodovil, costureiro que vendia bem e era frequentemente acusado de copiar grifes internacionais, como Saint Laurent. Os dois revelavam um mercado dividido entre autoria, desejo, acesso e repertório. Acima de tudo, que vendia.
Por isso, o debate sobre cópia e inspiração nunca é simples. A moda se organiza a partir de referências, arquivos, repetições e códigos reconhecíveis. O papo vira conversa de gente grande quando sai da comparação entre imagens e entra no processo: o que foi transformado, o que foi apenas repetido e o que existe de autoria nesse caminho?
Lipovetsky parece menos interessado em transformar o tema em tribunal moral e interessado em apontar um caminho: “A melhor defesa é a criação, é a invenção contínua de novos modelos que estejam em relação com o gosto dos consumidores.”
Depois de uma semana discutindo quem copiou quem, vale repensar a pergunta: o que esse debate revela sobre o que ainda esperamos da autoria no Brasil? (Por @fvsari)

Durante alguns dias, a moda brasileira pareceu girar em torno de uma pergunta só: quando uma referência vira cópia? A discussão ganhou força nas redes, entre criadores de conteúdo, jornalistas e comunicadores independentes. O assunto saiu da acusação pontual e abriu uma conversa maior sobre autoria, repertório e desejo.
Para encerrar a conversa, levamos a questão a Gilles Lipovetsky, autor de “O Império do Efêmero”, referência em moda, luxo e consumo. Em passagem pelo Brasil para o São Paulo Innovation Week, ele foi direto: a cópia não é uma conversa fiada criada na internet. Para Lipovetsky, ela faz parte da própria lógica da moda.
“A moda passa pela cópia”, disse ele, não absolvendo as supostas cópias, mas levando o debate para outra camada. Desde o século XIX, a cópia dos produtos de prestígio acompanha a moda. Antes, o alvo era a alta-costura parisiense. Hoje, o fenômeno se espalhou para roupas, bolsas, smartphones e símbolos de status.
No Brasil, a discussão ganha outra camada. A moda por aqui sempre funcionou em uma dinâmica diferente da moda do hemisfério norte. Quando a moda brasileira começava a se formar, Zuzu Angel, com uma criação autoral ligada a referências brasileiras, coexistia com Clodovil, costureiro que vendia bem e era frequentemente acusado de copiar grifes internacionais, como Saint Laurent. Os dois revelavam um mercado dividido entre autoria, desejo, acesso e repertório. Acima de tudo, que vendia.
Por isso, o debate sobre cópia e inspiração nunca é simples. A moda se organiza a partir de referências, arquivos, repetições e códigos reconhecíveis. O papo vira conversa de gente grande quando sai da comparação entre imagens e entra no processo: o que foi transformado, o que foi apenas repetido e o que existe de autoria nesse caminho?
Lipovetsky parece menos interessado em transformar o tema em tribunal moral e interessado em apontar um caminho: “A melhor defesa é a criação, é a invenção contínua de novos modelos que estejam em relação com o gosto dos consumidores.”
Depois de uma semana discutindo quem copiou quem, vale repensar a pergunta: o que esse debate revela sobre o que ainda esperamos da autoria no Brasil? (Por @fvsari)

Durante alguns dias, a moda brasileira pareceu girar em torno de uma pergunta só: quando uma referência vira cópia? A discussão ganhou força nas redes, entre criadores de conteúdo, jornalistas e comunicadores independentes. O assunto saiu da acusação pontual e abriu uma conversa maior sobre autoria, repertório e desejo.
Para encerrar a conversa, levamos a questão a Gilles Lipovetsky, autor de “O Império do Efêmero”, referência em moda, luxo e consumo. Em passagem pelo Brasil para o São Paulo Innovation Week, ele foi direto: a cópia não é uma conversa fiada criada na internet. Para Lipovetsky, ela faz parte da própria lógica da moda.
“A moda passa pela cópia”, disse ele, não absolvendo as supostas cópias, mas levando o debate para outra camada. Desde o século XIX, a cópia dos produtos de prestígio acompanha a moda. Antes, o alvo era a alta-costura parisiense. Hoje, o fenômeno se espalhou para roupas, bolsas, smartphones e símbolos de status.
No Brasil, a discussão ganha outra camada. A moda por aqui sempre funcionou em uma dinâmica diferente da moda do hemisfério norte. Quando a moda brasileira começava a se formar, Zuzu Angel, com uma criação autoral ligada a referências brasileiras, coexistia com Clodovil, costureiro que vendia bem e era frequentemente acusado de copiar grifes internacionais, como Saint Laurent. Os dois revelavam um mercado dividido entre autoria, desejo, acesso e repertório. Acima de tudo, que vendia.
Por isso, o debate sobre cópia e inspiração nunca é simples. A moda se organiza a partir de referências, arquivos, repetições e códigos reconhecíveis. O papo vira conversa de gente grande quando sai da comparação entre imagens e entra no processo: o que foi transformado, o que foi apenas repetido e o que existe de autoria nesse caminho?
Lipovetsky parece menos interessado em transformar o tema em tribunal moral e interessado em apontar um caminho: “A melhor defesa é a criação, é a invenção contínua de novos modelos que estejam em relação com o gosto dos consumidores.”
Depois de uma semana discutindo quem copiou quem, vale repensar a pergunta: o que esse debate revela sobre o que ainda esperamos da autoria no Brasil? (Por @fvsari)

De um estágio com Karl Lagerfeld aos 15 anos aos figurinos de filmes que se tornaram referências no imaginário fashionista, Sofia Coppola sempre caminhou lado a lado do universo da moda. As camisolas translúcidas de “As Virgens Suicidas” (1999), os tecidos opulentos de “Maria Antonieta” (2006), a reprodução de visuais icônicos em “Priscilla” (2023)… a cineasta construiu uma extensa lista em que a estética imediatamente reconhecível – e profundamente conectada à imagem.
Em comemoração ao aniversário de Sofia Coppola, @pjaycob analisa como a diretora transformou seus filmes em marcos visuais que seguem influenciando a moda. Leia a íntegra em harpersbazaar.uol.com.br. #Cinema

De um estágio com Karl Lagerfeld aos 15 anos aos figurinos de filmes que se tornaram referências no imaginário fashionista, Sofia Coppola sempre caminhou lado a lado do universo da moda. As camisolas translúcidas de “As Virgens Suicidas” (1999), os tecidos opulentos de “Maria Antonieta” (2006), a reprodução de visuais icônicos em “Priscilla” (2023)… a cineasta construiu uma extensa lista em que a estética imediatamente reconhecível – e profundamente conectada à imagem.
Em comemoração ao aniversário de Sofia Coppola, @pjaycob analisa como a diretora transformou seus filmes em marcos visuais que seguem influenciando a moda. Leia a íntegra em harpersbazaar.uol.com.br. #Cinema

De um estágio com Karl Lagerfeld aos 15 anos aos figurinos de filmes que se tornaram referências no imaginário fashionista, Sofia Coppola sempre caminhou lado a lado do universo da moda. As camisolas translúcidas de “As Virgens Suicidas” (1999), os tecidos opulentos de “Maria Antonieta” (2006), a reprodução de visuais icônicos em “Priscilla” (2023)… a cineasta construiu uma extensa lista em que a estética imediatamente reconhecível – e profundamente conectada à imagem.
Em comemoração ao aniversário de Sofia Coppola, @pjaycob analisa como a diretora transformou seus filmes em marcos visuais que seguem influenciando a moda. Leia a íntegra em harpersbazaar.uol.com.br. #Cinema

De um estágio com Karl Lagerfeld aos 15 anos aos figurinos de filmes que se tornaram referências no imaginário fashionista, Sofia Coppola sempre caminhou lado a lado do universo da moda. As camisolas translúcidas de “As Virgens Suicidas” (1999), os tecidos opulentos de “Maria Antonieta” (2006), a reprodução de visuais icônicos em “Priscilla” (2023)… a cineasta construiu uma extensa lista em que a estética imediatamente reconhecível – e profundamente conectada à imagem.
Em comemoração ao aniversário de Sofia Coppola, @pjaycob analisa como a diretora transformou seus filmes em marcos visuais que seguem influenciando a moda. Leia a íntegra em harpersbazaar.uol.com.br. #Cinema

De um estágio com Karl Lagerfeld aos 15 anos aos figurinos de filmes que se tornaram referências no imaginário fashionista, Sofia Coppola sempre caminhou lado a lado do universo da moda. As camisolas translúcidas de “As Virgens Suicidas” (1999), os tecidos opulentos de “Maria Antonieta” (2006), a reprodução de visuais icônicos em “Priscilla” (2023)… a cineasta construiu uma extensa lista em que a estética imediatamente reconhecível – e profundamente conectada à imagem.
Em comemoração ao aniversário de Sofia Coppola, @pjaycob analisa como a diretora transformou seus filmes em marcos visuais que seguem influenciando a moda. Leia a íntegra em harpersbazaar.uol.com.br. #Cinema

De um estágio com Karl Lagerfeld aos 15 anos aos figurinos de filmes que se tornaram referências no imaginário fashionista, Sofia Coppola sempre caminhou lado a lado do universo da moda. As camisolas translúcidas de “As Virgens Suicidas” (1999), os tecidos opulentos de “Maria Antonieta” (2006), a reprodução de visuais icônicos em “Priscilla” (2023)… a cineasta construiu uma extensa lista em que a estética imediatamente reconhecível – e profundamente conectada à imagem.
Em comemoração ao aniversário de Sofia Coppola, @pjaycob analisa como a diretora transformou seus filmes em marcos visuais que seguem influenciando a moda. Leia a íntegra em harpersbazaar.uol.com.br. #Cinema

De um estágio com Karl Lagerfeld aos 15 anos aos figurinos de filmes que se tornaram referências no imaginário fashionista, Sofia Coppola sempre caminhou lado a lado do universo da moda. As camisolas translúcidas de “As Virgens Suicidas” (1999), os tecidos opulentos de “Maria Antonieta” (2006), a reprodução de visuais icônicos em “Priscilla” (2023)… a cineasta construiu uma extensa lista em que a estética imediatamente reconhecível – e profundamente conectada à imagem.
Em comemoração ao aniversário de Sofia Coppola, @pjaycob analisa como a diretora transformou seus filmes em marcos visuais que seguem influenciando a moda. Leia a íntegra em harpersbazaar.uol.com.br. #Cinema

De um estágio com Karl Lagerfeld aos 15 anos aos figurinos de filmes que se tornaram referências no imaginário fashionista, Sofia Coppola sempre caminhou lado a lado do universo da moda. As camisolas translúcidas de “As Virgens Suicidas” (1999), os tecidos opulentos de “Maria Antonieta” (2006), a reprodução de visuais icônicos em “Priscilla” (2023)… a cineasta construiu uma extensa lista em que a estética imediatamente reconhecível – e profundamente conectada à imagem.
Em comemoração ao aniversário de Sofia Coppola, @pjaycob analisa como a diretora transformou seus filmes em marcos visuais que seguem influenciando a moda. Leia a íntegra em harpersbazaar.uol.com.br. #Cinema

Nesta quinta-feira (14.05), @leticiacolin celebra o lançamento do seu novo projeto: “Quem Ama Cuida”. Com lançamento marcado para a próxima segunda-feira, dia 18 de maio, a atriz interpreta a protagonista da nova novela escrita por Walcyr Carrasco e Claudia Souto.
“Feliz de poder fazer parte dessa equipe impecável, sob o comando de Amora Mautner. Torço para que abram seus corações para nós. Temos respeito, carinho e coragem para entregar uma história poderosa”, conta a atriz momentos antes da festa de lançamento que acontece no Jockey Club, em São Paulo.
Para o evento, a atriz usa look @maisonalaia para @nkstore. “Escolhemos esse look que traz um contorno sensual e bem minimalista. Letícia está feliz de estar se sentindo poderosa nessa noite emocionante”, conta a stylist @macedo_gi. Na galeria, veja fotos do look completo, que também conta com joias @bvlgari e sapatos @ysl. (Fotos: @rodrigobez_, com styling de Gi Macedo e beleza por @danielhernandezdh)

Nesta quinta-feira (14.05), @leticiacolin celebra o lançamento do seu novo projeto: “Quem Ama Cuida”. Com lançamento marcado para a próxima segunda-feira, dia 18 de maio, a atriz interpreta a protagonista da nova novela escrita por Walcyr Carrasco e Claudia Souto.
“Feliz de poder fazer parte dessa equipe impecável, sob o comando de Amora Mautner. Torço para que abram seus corações para nós. Temos respeito, carinho e coragem para entregar uma história poderosa”, conta a atriz momentos antes da festa de lançamento que acontece no Jockey Club, em São Paulo.
Para o evento, a atriz usa look @maisonalaia para @nkstore. “Escolhemos esse look que traz um contorno sensual e bem minimalista. Letícia está feliz de estar se sentindo poderosa nessa noite emocionante”, conta a stylist @macedo_gi. Na galeria, veja fotos do look completo, que também conta com joias @bvlgari e sapatos @ysl. (Fotos: @rodrigobez_, com styling de Gi Macedo e beleza por @danielhernandezdh)

Nesta quinta-feira (14.05), @leticiacolin celebra o lançamento do seu novo projeto: “Quem Ama Cuida”. Com lançamento marcado para a próxima segunda-feira, dia 18 de maio, a atriz interpreta a protagonista da nova novela escrita por Walcyr Carrasco e Claudia Souto.
“Feliz de poder fazer parte dessa equipe impecável, sob o comando de Amora Mautner. Torço para que abram seus corações para nós. Temos respeito, carinho e coragem para entregar uma história poderosa”, conta a atriz momentos antes da festa de lançamento que acontece no Jockey Club, em São Paulo.
Para o evento, a atriz usa look @maisonalaia para @nkstore. “Escolhemos esse look que traz um contorno sensual e bem minimalista. Letícia está feliz de estar se sentindo poderosa nessa noite emocionante”, conta a stylist @macedo_gi. Na galeria, veja fotos do look completo, que também conta com joias @bvlgari e sapatos @ysl. (Fotos: @rodrigobez_, com styling de Gi Macedo e beleza por @danielhernandezdh)

Nesta quinta-feira (14.05), @leticiacolin celebra o lançamento do seu novo projeto: “Quem Ama Cuida”. Com lançamento marcado para a próxima segunda-feira, dia 18 de maio, a atriz interpreta a protagonista da nova novela escrita por Walcyr Carrasco e Claudia Souto.
“Feliz de poder fazer parte dessa equipe impecável, sob o comando de Amora Mautner. Torço para que abram seus corações para nós. Temos respeito, carinho e coragem para entregar uma história poderosa”, conta a atriz momentos antes da festa de lançamento que acontece no Jockey Club, em São Paulo.
Para o evento, a atriz usa look @maisonalaia para @nkstore. “Escolhemos esse look que traz um contorno sensual e bem minimalista. Letícia está feliz de estar se sentindo poderosa nessa noite emocionante”, conta a stylist @macedo_gi. Na galeria, veja fotos do look completo, que também conta com joias @bvlgari e sapatos @ysl. (Fotos: @rodrigobez_, com styling de Gi Macedo e beleza por @danielhernandezdh)

Em um circuito de arte cada vez mais acelerado, a Mazzucchelli Cardoso nasce propondo outro ritmo. Fundada por Kiki Mazzucchelli e Luciana Cardoso, a nova galeria paulistana une curadoria, pesquisa e construção de linguagem em torno de artistas com trajetórias consistentes e trabalhos capazes de permanecer no tempo.
Com projeto arquitetônico assinado pelo Estúdio Palma, o espaço foi pensado para estimular convivência, troca e diferentes experiências expositivas, refletindo a proposta das fundadoras de criar uma galeria acolhedora, viva e aberta ao diálogo. Em nosso site, leia a entrevista completa com Kiki e Luciana.

Em um circuito de arte cada vez mais acelerado, a Mazzucchelli Cardoso nasce propondo outro ritmo. Fundada por Kiki Mazzucchelli e Luciana Cardoso, a nova galeria paulistana une curadoria, pesquisa e construção de linguagem em torno de artistas com trajetórias consistentes e trabalhos capazes de permanecer no tempo.
Com projeto arquitetônico assinado pelo Estúdio Palma, o espaço foi pensado para estimular convivência, troca e diferentes experiências expositivas, refletindo a proposta das fundadoras de criar uma galeria acolhedora, viva e aberta ao diálogo. Em nosso site, leia a entrevista completa com Kiki e Luciana.

Em um circuito de arte cada vez mais acelerado, a Mazzucchelli Cardoso nasce propondo outro ritmo. Fundada por Kiki Mazzucchelli e Luciana Cardoso, a nova galeria paulistana une curadoria, pesquisa e construção de linguagem em torno de artistas com trajetórias consistentes e trabalhos capazes de permanecer no tempo.
Com projeto arquitetônico assinado pelo Estúdio Palma, o espaço foi pensado para estimular convivência, troca e diferentes experiências expositivas, refletindo a proposta das fundadoras de criar uma galeria acolhedora, viva e aberta ao diálogo. Em nosso site, leia a entrevista completa com Kiki e Luciana.

Em um circuito de arte cada vez mais acelerado, a Mazzucchelli Cardoso nasce propondo outro ritmo. Fundada por Kiki Mazzucchelli e Luciana Cardoso, a nova galeria paulistana une curadoria, pesquisa e construção de linguagem em torno de artistas com trajetórias consistentes e trabalhos capazes de permanecer no tempo.
Com projeto arquitetônico assinado pelo Estúdio Palma, o espaço foi pensado para estimular convivência, troca e diferentes experiências expositivas, refletindo a proposta das fundadoras de criar uma galeria acolhedora, viva e aberta ao diálogo. Em nosso site, leia a entrevista completa com Kiki e Luciana.

Em um circuito de arte cada vez mais acelerado, a Mazzucchelli Cardoso nasce propondo outro ritmo. Fundada por Kiki Mazzucchelli e Luciana Cardoso, a nova galeria paulistana une curadoria, pesquisa e construção de linguagem em torno de artistas com trajetórias consistentes e trabalhos capazes de permanecer no tempo.
Com projeto arquitetônico assinado pelo Estúdio Palma, o espaço foi pensado para estimular convivência, troca e diferentes experiências expositivas, refletindo a proposta das fundadoras de criar uma galeria acolhedora, viva e aberta ao diálogo. Em nosso site, leia a entrevista completa com Kiki e Luciana.

Em um circuito de arte cada vez mais acelerado, a Mazzucchelli Cardoso nasce propondo outro ritmo. Fundada por Kiki Mazzucchelli e Luciana Cardoso, a nova galeria paulistana une curadoria, pesquisa e construção de linguagem em torno de artistas com trajetórias consistentes e trabalhos capazes de permanecer no tempo.
Com projeto arquitetônico assinado pelo Estúdio Palma, o espaço foi pensado para estimular convivência, troca e diferentes experiências expositivas, refletindo a proposta das fundadoras de criar uma galeria acolhedora, viva e aberta ao diálogo. Em nosso site, leia a entrevista completa com Kiki e Luciana.

Em um circuito de arte cada vez mais acelerado, a Mazzucchelli Cardoso nasce propondo outro ritmo. Fundada por Kiki Mazzucchelli e Luciana Cardoso, a nova galeria paulistana une curadoria, pesquisa e construção de linguagem em torno de artistas com trajetórias consistentes e trabalhos capazes de permanecer no tempo.
Com projeto arquitetônico assinado pelo Estúdio Palma, o espaço foi pensado para estimular convivência, troca e diferentes experiências expositivas, refletindo a proposta das fundadoras de criar uma galeria acolhedora, viva e aberta ao diálogo. Em nosso site, leia a entrevista completa com Kiki e Luciana.

Em um circuito de arte cada vez mais acelerado, a Mazzucchelli Cardoso nasce propondo outro ritmo. Fundada por Kiki Mazzucchelli e Luciana Cardoso, a nova galeria paulistana une curadoria, pesquisa e construção de linguagem em torno de artistas com trajetórias consistentes e trabalhos capazes de permanecer no tempo.
Com projeto arquitetônico assinado pelo Estúdio Palma, o espaço foi pensado para estimular convivência, troca e diferentes experiências expositivas, refletindo a proposta das fundadoras de criar uma galeria acolhedora, viva e aberta ao diálogo. Em nosso site, leia a entrevista completa com Kiki e Luciana.

Pegando a todos de surpresa, a LVMH confirmou nesta quinta-feira (14.05) a venda da Marc Jacobs para a WHP Global, empresa norte-americana responsável por marcas como Vera Wang, rag & bone, G-Star e Lotto.
A movimentação encerra uma relação de quase três décadas entre o grupo francês e a marca fundada por Marc Jacobs, adquirida pela LVMH em 1997, no momento em que o estilista consolidava seu nome como uma das figuras centrais da moda norte-americana. Apesar de detalhes sobre o valor da negociação não terem sido revelados, a empresa confirmou que o fundador continua como diretor criativo da label.
A cada coleção, a Marc Jacobs ocupa ainda mais um lugar curioso dentro da moda contemporânea. Pense nas bolsas virais, nas campanhas em formato de novelas verticais, nas coleções que circulam bem no TikTok e numa estética que conversa diretamente com novas gerações. Hoje, a marca parece menos interessada em operar como símbolo clássico de luxo e mais como uma potência cultural. Além disso, o retorno de sua etiqueta de beleza, confirmada com embalagens e visuais na edição deste ano do Met Gala, é um dos assuntos mais comentados no setor. Animados?
A coleção atual da IM Men, linha masculina de Issey Miyake, buscou inspiração nas peças de Shoji Kamoda (1933-1983), ceramista japonês avesso às convenções.
Para quem estiver em Kyoto, é possível ver lado a lado as peças da coleção "Dancing Texture", da IM Men, e as cerâmicas de Kamoda, na exposição "Clay and Cloth: Shoji Kamoda and IM MEN". (Por @peachnojapao)

Michael Jackson o chamava de “o maior percussionista do mundo”. E bastam alguns segundos de “Thriller” para perceber a dimensão do seu trabalho. Foi Paulinho da Costa quem ajudou a inserir instrumentos brasileiros, como agogô, pandeiro e cuíca, em algumas das gravações mais marcantes da música pop, criando batidas e texturas que atravessaram décadas.
Carioca de Irajá, Paulinho construiu uma trajetória gigantesca nos Estados Unidos a partir dos anos 1970. Estima-se que tenha participado de mais de mil músicas e álbuns ao longo da carreira. Seu nome aparece por trás de clássicos como “We Are The World”, produzida por Quincy Jones, “September”, do Earth, Wind & Fire, “All Night Long”, de Lionel Richie, “Hotel California”, dos Eagles, “I Will Survive”, de Gloria Gaynor e “La Isla Bonita”, de Madonna.
Ao longo dessa trajetória, trabalhou com artistas como Prince, Stevie Wonder, Miles Davis, Ray Charles, Aretha Franklin, Elton John, Eric Clapton e Bob Dylan. No Brasil, também gravou com nomes como João Gilberto, Roberto Carlos, Maria Bethânia, Jorge Ben Jor, Djavan, Rita Lee e Ney Matogrosso.
Agora, aos 77 anos, Paulinho entra para a história como o primeiro brasileiro nato a ganhar uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood. Ícone mundial!

Michael Jackson o chamava de “o maior percussionista do mundo”. E bastam alguns segundos de “Thriller” para perceber a dimensão do seu trabalho. Foi Paulinho da Costa quem ajudou a inserir instrumentos brasileiros, como agogô, pandeiro e cuíca, em algumas das gravações mais marcantes da música pop, criando batidas e texturas que atravessaram décadas.
Carioca de Irajá, Paulinho construiu uma trajetória gigantesca nos Estados Unidos a partir dos anos 1970. Estima-se que tenha participado de mais de mil músicas e álbuns ao longo da carreira. Seu nome aparece por trás de clássicos como “We Are The World”, produzida por Quincy Jones, “September”, do Earth, Wind & Fire, “All Night Long”, de Lionel Richie, “Hotel California”, dos Eagles, “I Will Survive”, de Gloria Gaynor e “La Isla Bonita”, de Madonna.
Ao longo dessa trajetória, trabalhou com artistas como Prince, Stevie Wonder, Miles Davis, Ray Charles, Aretha Franklin, Elton John, Eric Clapton e Bob Dylan. No Brasil, também gravou com nomes como João Gilberto, Roberto Carlos, Maria Bethânia, Jorge Ben Jor, Djavan, Rita Lee e Ney Matogrosso.
Agora, aos 77 anos, Paulinho entra para a história como o primeiro brasileiro nato a ganhar uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood. Ícone mundial!

Michael Jackson o chamava de “o maior percussionista do mundo”. E bastam alguns segundos de “Thriller” para perceber a dimensão do seu trabalho. Foi Paulinho da Costa quem ajudou a inserir instrumentos brasileiros, como agogô, pandeiro e cuíca, em algumas das gravações mais marcantes da música pop, criando batidas e texturas que atravessaram décadas.
Carioca de Irajá, Paulinho construiu uma trajetória gigantesca nos Estados Unidos a partir dos anos 1970. Estima-se que tenha participado de mais de mil músicas e álbuns ao longo da carreira. Seu nome aparece por trás de clássicos como “We Are The World”, produzida por Quincy Jones, “September”, do Earth, Wind & Fire, “All Night Long”, de Lionel Richie, “Hotel California”, dos Eagles, “I Will Survive”, de Gloria Gaynor e “La Isla Bonita”, de Madonna.
Ao longo dessa trajetória, trabalhou com artistas como Prince, Stevie Wonder, Miles Davis, Ray Charles, Aretha Franklin, Elton John, Eric Clapton e Bob Dylan. No Brasil, também gravou com nomes como João Gilberto, Roberto Carlos, Maria Bethânia, Jorge Ben Jor, Djavan, Rita Lee e Ney Matogrosso.
Agora, aos 77 anos, Paulinho entra para a história como o primeiro brasileiro nato a ganhar uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood. Ícone mundial!
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