Luiz Baltar
Artista Visual, fotógrafo popular e mestre em linguagens visuais pelo PPGAV-UFRJ
@fluxoramaprod

Minha releitura da histórica fotografia de Augusto Malta de 1914 que mostra operários saltando na Baía de Guanabara, no cais que existia em frente a Igreja de Santa, feita para a série Instantes Cruzados está na exposição Rio: desejo de uma cidade | 1904-2024 na Casa Roberto Marinho. Valeu Marcia Mello @fotografiatempo melhor curadora das galáxias.

Minha releitura da histórica fotografia de Augusto Malta de 1914 que mostra operários saltando na Baía de Guanabara, no cais que existia em frente a Igreja de Santa, feita para a série Instantes Cruzados está na exposição Rio: desejo de uma cidade | 1904-2024 na Casa Roberto Marinho. Valeu Marcia Mello @fotografiatempo melhor curadora das galáxias.

Um certo domingo de manhã ela passa de batom vermelho, como um meteoro pela minha vida, não poderia imaginar que essa poderosa força magnética me levaria para a gelada Curitiba “basta um instante e você tem amor bastante” diria o poeta. Amor que atravessou uma pandemia fazendo planos delirantes e felizes, cresceu multiplicado por essa distância de tantas despedidas e reencontros. Em maio esse amor se chamará Olívia. Obrigado @paulazarth por fazer trazer cor, calor e sentido para a minha vida.

Um certo domingo de manhã ela passa de batom vermelho, como um meteoro pela minha vida, não poderia imaginar que essa poderosa força magnética me levaria para a gelada Curitiba “basta um instante e você tem amor bastante” diria o poeta. Amor que atravessou uma pandemia fazendo planos delirantes e felizes, cresceu multiplicado por essa distância de tantas despedidas e reencontros. Em maio esse amor se chamará Olívia. Obrigado @paulazarth por fazer trazer cor, calor e sentido para a minha vida.

Um certo domingo de manhã ela passa de batom vermelho, como um meteoro pela minha vida, não poderia imaginar que essa poderosa força magnética me levaria para a gelada Curitiba “basta um instante e você tem amor bastante” diria o poeta. Amor que atravessou uma pandemia fazendo planos delirantes e felizes, cresceu multiplicado por essa distância de tantas despedidas e reencontros. Em maio esse amor se chamará Olívia. Obrigado @paulazarth por fazer trazer cor, calor e sentido para a minha vida.

Um certo domingo de manhã ela passa de batom vermelho, como um meteoro pela minha vida, não poderia imaginar que essa poderosa força magnética me levaria para a gelada Curitiba “basta um instante e você tem amor bastante” diria o poeta. Amor que atravessou uma pandemia fazendo planos delirantes e felizes, cresceu multiplicado por essa distância de tantas despedidas e reencontros. Em maio esse amor se chamará Olívia. Obrigado @paulazarth por fazer trazer cor, calor e sentido para a minha vida.

Um certo domingo de manhã ela passa de batom vermelho, como um meteoro pela minha vida, não poderia imaginar que essa poderosa força magnética me levaria para a gelada Curitiba “basta um instante e você tem amor bastante” diria o poeta. Amor que atravessou uma pandemia fazendo planos delirantes e felizes, cresceu multiplicado por essa distância de tantas despedidas e reencontros. Em maio esse amor se chamará Olívia. Obrigado @paulazarth por fazer trazer cor, calor e sentido para a minha vida.

Um certo domingo de manhã ela passa de batom vermelho, como um meteoro pela minha vida, não poderia imaginar que essa poderosa força magnética me levaria para a gelada Curitiba “basta um instante e você tem amor bastante” diria o poeta. Amor que atravessou uma pandemia fazendo planos delirantes e felizes, cresceu multiplicado por essa distância de tantas despedidas e reencontros. Em maio esse amor se chamará Olívia. Obrigado @paulazarth por fazer trazer cor, calor e sentido para a minha vida.

Um certo domingo de manhã ela passa de batom vermelho, como um meteoro pela minha vida, não poderia imaginar que essa poderosa força magnética me levaria para a gelada Curitiba “basta um instante e você tem amor bastante” diria o poeta. Amor que atravessou uma pandemia fazendo planos delirantes e felizes, cresceu multiplicado por essa distância de tantas despedidas e reencontros. Em maio esse amor se chamará Olívia. Obrigado @paulazarth por fazer trazer cor, calor e sentido para a minha vida.

Paraty em Foco > 01 > Exposição Anomia na Praça da Matriz com @allan_almeiidars @rocinhasoblentes_oficial > 02, 03, 04, 05… > as Fotos da Projeção CRUZOS na fachada do @sescparaty são de @dgastaldoni @sescparaty #sescparaty

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O trajeto de um lugar para o outro
é quando não estamos em lugar nenhum
e ao mesmo tempo todos os lugares
nele estamos isolados e em comunicação
no trajeto, cada lugar se comunica instantaneamente com todos os outros
não experimentamos um pouco de isolamento a não ser no trajeto

O trajeto de um lugar para o outro
é quando não estamos em lugar nenhum
e ao mesmo tempo todos os lugares
nele estamos isolados e em comunicação
no trajeto, cada lugar se comunica instantaneamente com todos os outros
não experimentamos um pouco de isolamento a não ser no trajeto

O trajeto de um lugar para o outro
é quando não estamos em lugar nenhum
e ao mesmo tempo todos os lugares
nele estamos isolados e em comunicação
no trajeto, cada lugar se comunica instantaneamente com todos os outros
não experimentamos um pouco de isolamento a não ser no trajeto

Caminhando pelas ruas por onde andou Leminski, que também é atraído pelo desvario e pela desordem, procuro pelas falhas que apenas são vistas na proximidade. Um desejo que me move na fotografia é o de me apossar de coisas ordinárias, juntando arquivos das coisas às quais ninguém presta atenção. Me interessam as coisas abandonadas, corroídas, sujas, puídas, esgarçadas. Sou atraído por essa poesia que as sobras e os restos carregam quando remetem ao tempo e aos processos de esquecimento, concordo com o urbanista espanhol, Javier Maderueli quando diz que: “A paisagem não é um mero lugar físico, e sim o conjunto de uma série de ideias, sensações e sentimentos que elaboramos a partir do lugar e seus elementos constituintes”, as paisagens nos afetam e se extraímos delas sensações, também projetamos nelas sentimentos. Grafite @davi.baltar

Caminhando pelas ruas por onde andou Leminski, que também é atraído pelo desvario e pela desordem, procuro pelas falhas que apenas são vistas na proximidade. Um desejo que me move na fotografia é o de me apossar de coisas ordinárias, juntando arquivos das coisas às quais ninguém presta atenção. Me interessam as coisas abandonadas, corroídas, sujas, puídas, esgarçadas. Sou atraído por essa poesia que as sobras e os restos carregam quando remetem ao tempo e aos processos de esquecimento, concordo com o urbanista espanhol, Javier Maderueli quando diz que: “A paisagem não é um mero lugar físico, e sim o conjunto de uma série de ideias, sensações e sentimentos que elaboramos a partir do lugar e seus elementos constituintes”, as paisagens nos afetam e se extraímos delas sensações, também projetamos nelas sentimentos. Grafite @davi.baltar

A maldição de pensar fez suas vítimas.
Andar e pensar um pouco
não pode se livrar da memória
Aonde vão dar estespassos?
Onde era o túmulo de Maria Bueno?
o senhor vai assim toda vida
e termina a vida por aí
o relógio da Praça Osório
marca a hora parada
tempo assinalado
pena eu estar
só de passagem

A maldição de pensar fez suas vítimas.
Andar e pensar um pouco
não pode se livrar da memória
Aonde vão dar estespassos?
Onde era o túmulo de Maria Bueno?
o senhor vai assim toda vida
e termina a vida por aí
o relógio da Praça Osório
marca a hora parada
tempo assinalado
pena eu estar
só de passagem

A maldição de pensar fez suas vítimas.
Andar e pensar um pouco
não pode se livrar da memória
Aonde vão dar estespassos?
Onde era o túmulo de Maria Bueno?
o senhor vai assim toda vida
e termina a vida por aí
o relógio da Praça Osório
marca a hora parada
tempo assinalado
pena eu estar
só de passagem

Curitiba tem feito minha vida mais colorida e isso vem se refletindo nos meus trabalhos. Como também refletem as leituras de Trevisan, Leminski e Valêncio Xavier >>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>
De dentro de meu centro
caminho sozinho nesta cidade sem gente
a bruma, a névoa, a gripe
acompanhado pela cidade inteira
>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>
ACONSELHAMOS AOS HABITANTES DE CORITIBA QUE NÃO SE VISITEM
>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>

Curitiba tem feito minha vida mais colorida e isso vem se refletindo nos meus trabalhos. Como também refletem as leituras de Trevisan, Leminski e Valêncio Xavier >>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>
De dentro de meu centro
caminho sozinho nesta cidade sem gente
a bruma, a névoa, a gripe
acompanhado pela cidade inteira
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ACONSELHAMOS AOS HABITANTES DE CORITIBA QUE NÃO SE VISITEM
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A maldição de pensar fez suas vítimas.
Andar e pensar um pouco
não pode se livrar da memória
Aonde vão dar estespassos?
Onde era o túmulo de Maria Bueno?
o senhor vai assim toda vida
e termina a vida por aí
o relógio da Praça Osório
marca a hora parada
tempo assinalado
pena eu estar
só de passagem. .
.
Destrinchando Trevisan, Leminski e Valêncio Xavier
Projeto sem muita pretenção de brincar com as palavras como brinco com as imagens. Tomo desses mestres os fragmentos poéticos que recolho, separo, misturo e costuro, tecendo novas narrativas de versos pilhados. Poesia que faço de apreciação e apropriação.

A maldição de pensar fez suas vítimas.
Andar e pensar um pouco
não pode se livrar da memória
Aonde vão dar estespassos?
Onde era o túmulo de Maria Bueno?
o senhor vai assim toda vida
e termina a vida por aí
o relógio da Praça Osório
marca a hora parada
tempo assinalado
pena eu estar
só de passagem. .
.
Destrinchando Trevisan, Leminski e Valêncio Xavier
Projeto sem muita pretenção de brincar com as palavras como brinco com as imagens. Tomo desses mestres os fragmentos poéticos que recolho, separo, misturo e costuro, tecendo novas narrativas de versos pilhados. Poesia que faço de apreciação e apropriação.

A maldição de pensar fez suas vítimas.
Andar e pensar um pouco
não pode se livrar da memória
Aonde vão dar estespassos?
Onde era o túmulo de Maria Bueno?
o senhor vai assim toda vida
e termina a vida por aí
o relógio da Praça Osório
marca a hora parada
tempo assinalado
pena eu estar
só de passagem. .
.
Destrinchando Trevisan, Leminski e Valêncio Xavier
Projeto sem muita pretenção de brincar com as palavras como brinco com as imagens. Tomo desses mestres os fragmentos poéticos que recolho, separo, misturo e costuro, tecendo novas narrativas de versos pilhados. Poesia que faço de apreciação e apropriação.

A maldição de pensar fez suas vítimas.
Andar e pensar um pouco
não pode se livrar da memória
Aonde vão dar estespassos?
Onde era o túmulo de Maria Bueno?
o senhor vai assim toda vida
e termina a vida por aí
o relógio da Praça Osório
marca a hora parada
tempo assinalado
pena eu estar
só de passagem. .
.
Destrinchando Trevisan, Leminski e Valêncio Xavier
Projeto sem muita pretenção de brincar com as palavras como brinco com as imagens. Tomo desses mestres os fragmentos poéticos que recolho, separo, misturo e costuro, tecendo novas narrativas de versos pilhados. Poesia que faço de apreciação e apropriação.

A maldição de pensar fez suas vítimas.
Andar e pensar um pouco
não pode se livrar da memória
Aonde vão dar estespassos?
Onde era o túmulo de Maria Bueno?
o senhor vai assim toda vida
e termina a vida por aí
o relógio da Praça Osório
marca a hora parada
tempo assinalado
pena eu estar
só de passagem. .
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Destrinchando Trevisan, Leminski e Valêncio Xavier
Projeto sem muita pretenção de brincar com as palavras como brinco com as imagens. Tomo desses mestres os fragmentos poéticos que recolho, separo, misturo e costuro, tecendo novas narrativas de versos pilhados. Poesia que faço de apreciação e apropriação.

A maldição de pensar fez suas vítimas.
Andar e pensar um pouco
não pode se livrar da memória
Aonde vão dar estespassos?
Onde era o túmulo de Maria Bueno?
o senhor vai assim toda vida
e termina a vida por aí
o relógio da Praça Osório
marca a hora parada
tempo assinalado
pena eu estar
só de passagem. .
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Destrinchando Trevisan, Leminski e Valêncio Xavier
Projeto sem muita pretenção de brincar com as palavras como brinco com as imagens. Tomo desses mestres os fragmentos poéticos que recolho, separo, misturo e costuro, tecendo novas narrativas de versos pilhados. Poesia que faço de apreciação e apropriação.

Espelhos e janelas “Esse Esse observador que se desloca faz o mundo variar com o ponto de vista. É o celular nas mãos que observa, fotografa, escreve e publica enquanto passa pela rua que pisa e pelas ruas que cria para si.” Maria Bogado @tv_m__a__r__i__a_

Sonho e Delírio | Com sessão marcada para sábado, às 15h30, no Espaço Cultural Arte Sesc, no Flamengo, esse exercício cinematográfico de observação e fabulação é dirigido por Marcio Nolasco. Sua narrativa constrói um diálogo entre tempos, linguagens e sensibilidades ao fundir fotografias do artista visual Luiz Baltar à narração do texto “Cordões” (1908), escrito por João do Rio (1881-1921), cronista da polis carioca do início do século 20.

Sonho e Delírio | Com sessão marcada para sábado, às 15h30, no Espaço Cultural Arte Sesc, no Flamengo, esse exercício cinematográfico de observação e fabulação é dirigido por Marcio Nolasco. Sua narrativa constrói um diálogo entre tempos, linguagens e sensibilidades ao fundir fotografias do artista visual Luiz Baltar à narração do texto “Cordões” (1908), escrito por João do Rio (1881-1921), cronista da polis carioca do início do século 20.

Sonho e Delírio | Com sessão marcada para sábado, às 15h30, no Espaço Cultural Arte Sesc, no Flamengo, esse exercício cinematográfico de observação e fabulação é dirigido por Marcio Nolasco. Sua narrativa constrói um diálogo entre tempos, linguagens e sensibilidades ao fundir fotografias do artista visual Luiz Baltar à narração do texto “Cordões” (1908), escrito por João do Rio (1881-1921), cronista da polis carioca do início do século 20.

Sonho e Delírio | Com sessão marcada para sábado, às 15h30, no Espaço Cultural Arte Sesc, no Flamengo, esse exercício cinematográfico de observação e fabulação é dirigido por Marcio Nolasco. Sua narrativa constrói um diálogo entre tempos, linguagens e sensibilidades ao fundir fotografias do artista visual Luiz Baltar à narração do texto “Cordões” (1908), escrito por João do Rio (1881-1921), cronista da polis carioca do início do século 20.

Sonho e Delírio | Com sessão marcada para sábado, às 15h30, no Espaço Cultural Arte Sesc, no Flamengo, esse exercício cinematográfico de observação e fabulação é dirigido por Marcio Nolasco. Sua narrativa constrói um diálogo entre tempos, linguagens e sensibilidades ao fundir fotografias do artista visual Luiz Baltar à narração do texto “Cordões” (1908), escrito por João do Rio (1881-1921), cronista da polis carioca do início do século 20.

Sonho e Delírio | Com sessão marcada para sábado, às 15h30, no Espaço Cultural Arte Sesc, no Flamengo, esse exercício cinematográfico de observação e fabulação é dirigido por Marcio Nolasco. Sua narrativa constrói um diálogo entre tempos, linguagens e sensibilidades ao fundir fotografias do artista visual Luiz Baltar à narração do texto “Cordões” (1908), escrito por João do Rio (1881-1921), cronista da polis carioca do início do século 20.

Tira as flechas do peito do meu Padroeiro
Que São Sebastião do Rio de Janeiro
Ainda pode se salvar.

Minha avó Donaria, de tanto ouvir suas histórias nunca achamos que iria ter um fim, mas teve. Quando minha avó se foi levou com ela todo um mundo que era nosso também e que está se apagando juntos com suas fotos que se perderam em tantas mudanças.
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