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A arte que toca 💜

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Jordi Savall é o mais recente Prémio Ernst von Siemens, distinção entregue hoje, 23 de Maio, em Munique 💜

Este galardão, por vezes designado Nobel da Música, é atribuído desde 1974 pela Academia da Baviera das Belas Artes que distingue personalidades que se destacaram na vida musical. Entre os premiados estão Benjamin Britten, Leonard Bernstein, Herbert von Karajan, Simon Rattle e outros músicos excepcionais.

Jordi Savall nasceu em 1941 em Igualada, uma pequena cidade perto de Barcelona, onde iniciou os estudos musicais aos seis anos, concluindo a formação em violoncelo no ano de 1965. Interessado pela música antiga, estudou na Schola Cantorum Basiliensis na Suiça, a escola de Basileia onde foi professor a partir de 1973.

Jordi Savall é premiado por uma vida dedicada à música redescoberta pelos agrupamentos que fundou, entre os quais, se destacam, o Hesperion XX em 1974 para reportório de musica medieval renascentista e barroca, La Capella Real da Catalunha (1987) para a música vocal anterior ao seculo XIX e o Concert des Nations (1989) dedicado ao reportório orquestral e sinfónico do barroco ao romantismo.


23
5 hours ago


Descrita pelo The New York Times como “uma das produções mais luxuosas e elaboradas do repertório da companhia”, a icónica encenação de Franco Zeffirelli para a derradeira obra-prima de Giacomo Puccini volta ao palco com um elenco de excelência, numa celebração de uma das partituras mais intensas e grandiosas da ópera 💜

As sopranos Angela Meade, Anna Pirozzi e Liudmyla Monastyrska dão voz à enigmática princesa Turandot, enquanto os tenores Michael Fabiano, Brian Jagde e Roberto Alagna assumem o papel do destemido príncipe Calàf.

📍Em direto a partir das 18h00.


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7 hours ago

Inspirada pela perspetiva linear, desenvolvida no Renascimento, Vieira da Silva pintou o seu atelier de Lisboa entre os anos de 1934 e 35, de memória (em Paris) e in loco (em Lisboa). A tridimensionalidade evocada alberga figuras geométricas, linhas retas e curvas, planos e grelhas, numa estrutura utópica e imaginária que a dupla de artistas Sara & André recriou tridimensionalmente, em diálogo com a pintura.

Integradas no 2º ciclo expositivo organizado pela Fundação Arpad Szenes Vieira da Silva, que inaugura a 21 de Maio e vai até 13 de Setembro de 2026, as obras convocam o espectador: Se a pintura de Vieira da Silva sugere um espaço teatral, na qual os atores são as figuras geométricas, na estrutura tridimensional de Sara & André o visitante pode entrar e integrar-se no espaço do Atelier, Lisbonne.

A pesquisa em torno da profundidade marcou muito a obra da pintora portuguesa, que explorou os elementos de Atelier, Lisbonne noutras obras, às quais deu o nome de recherches e compositions. A exposição conta também com a grande pintura Composition, de 1936, em que um pormenor de Atelier, Lisbonne é isolado e retrabalhado.

📍 A Voz das Cores — Sábados às 07h00. Disponível em antena2.rtp.pt


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8 hours ago

Inspirada pela perspetiva linear, desenvolvida no Renascimento, Vieira da Silva pintou o seu atelier de Lisboa entre os anos de 1934 e 35, de memória (em Paris) e in loco (em Lisboa). A tridimensionalidade evocada alberga figuras geométricas, linhas retas e curvas, planos e grelhas, numa estrutura utópica e imaginária que a dupla de artistas Sara & André recriou tridimensionalmente, em diálogo com a pintura.

Integradas no 2º ciclo expositivo organizado pela Fundação Arpad Szenes Vieira da Silva, que inaugura a 21 de Maio e vai até 13 de Setembro de 2026, as obras convocam o espectador: Se a pintura de Vieira da Silva sugere um espaço teatral, na qual os atores são as figuras geométricas, na estrutura tridimensional de Sara & André o visitante pode entrar e integrar-se no espaço do Atelier, Lisbonne.

A pesquisa em torno da profundidade marcou muito a obra da pintora portuguesa, que explorou os elementos de Atelier, Lisbonne noutras obras, às quais deu o nome de recherches e compositions. A exposição conta também com a grande pintura Composition, de 1936, em que um pormenor de Atelier, Lisbonne é isolado e retrabalhado.

📍 A Voz das Cores — Sábados às 07h00. Disponível em antena2.rtp.pt


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Inspirada pela perspetiva linear, desenvolvida no Renascimento, Vieira da Silva pintou o seu atelier de Lisboa entre os anos de 1934 e 35, de memória (em Paris) e in loco (em Lisboa). A tridimensionalidade evocada alberga figuras geométricas, linhas retas e curvas, planos e grelhas, numa estrutura utópica e imaginária que a dupla de artistas Sara & André recriou tridimensionalmente, em diálogo com a pintura.

Integradas no 2º ciclo expositivo organizado pela Fundação Arpad Szenes Vieira da Silva, que inaugura a 21 de Maio e vai até 13 de Setembro de 2026, as obras convocam o espectador: Se a pintura de Vieira da Silva sugere um espaço teatral, na qual os atores são as figuras geométricas, na estrutura tridimensional de Sara & André o visitante pode entrar e integrar-se no espaço do Atelier, Lisbonne.

A pesquisa em torno da profundidade marcou muito a obra da pintora portuguesa, que explorou os elementos de Atelier, Lisbonne noutras obras, às quais deu o nome de recherches e compositions. A exposição conta também com a grande pintura Composition, de 1936, em que um pormenor de Atelier, Lisbonne é isolado e retrabalhado.

📍 A Voz das Cores — Sábados às 07h00. Disponível em antena2.rtp.pt


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Inspirada pela perspetiva linear, desenvolvida no Renascimento, Vieira da Silva pintou o seu atelier de Lisboa entre os anos de 1934 e 35, de memória (em Paris) e in loco (em Lisboa). A tridimensionalidade evocada alberga figuras geométricas, linhas retas e curvas, planos e grelhas, numa estrutura utópica e imaginária que a dupla de artistas Sara & André recriou tridimensionalmente, em diálogo com a pintura.

Integradas no 2º ciclo expositivo organizado pela Fundação Arpad Szenes Vieira da Silva, que inaugura a 21 de Maio e vai até 13 de Setembro de 2026, as obras convocam o espectador: Se a pintura de Vieira da Silva sugere um espaço teatral, na qual os atores são as figuras geométricas, na estrutura tridimensional de Sara & André o visitante pode entrar e integrar-se no espaço do Atelier, Lisbonne.

A pesquisa em torno da profundidade marcou muito a obra da pintora portuguesa, que explorou os elementos de Atelier, Lisbonne noutras obras, às quais deu o nome de recherches e compositions. A exposição conta também com a grande pintura Composition, de 1936, em que um pormenor de Atelier, Lisbonne é isolado e retrabalhado.

📍 A Voz das Cores — Sábados às 07h00. Disponível em antena2.rtp.pt


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8 hours ago

Os acontecimentos de Maio de 1926 foram sendo recordados, ao longo dos tempos, mas nem sempre com a mesma avaliação. Durante o Estado Novo, o movimento que acabou com o sistema parlamentar, multipartidário foi enaltecido como uma “Revolução Nacional” que levou à “alteração da essência e da estrutura do Estado”, como lembrava Salazar em 1966, em Braga, nas cerimónias evocativas com direito a estátua de Gomes da Costa.

Já depois do 25 de Abril, por entre a turbulenta consolidação da democracia, houve quem prevenisse para o lado mais sombrio da História. Em Maio de 1978, o primeiro presidente da Assembleia da República, Vasco da Gama Fernandes, desabafava ao microfone da rádio pública: “Os 28 de Maio são sempre possíveis, há sempre um 28 de Maio que espera por nós!”.

Que utilidade e atualidade pode ter, em 2026, uma reflexão sobre os acontecimentos ocorridos em Portugal há um século?

Os historiadores que nos acompanharam nesta série documental não escondem preocupação com o crescimento dos movimentos e partidos populistas, num ambiente global de incerteza, conflitos e rearmamento.

📍”O golpe que derrubou a Primeira República” - Uma série documental com realização de João Paulo Baltazar. Disponível em antena2.rtp.pt


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1 days ago

Os acontecimentos de Maio de 1926 foram sendo recordados, ao longo dos tempos, mas nem sempre com a mesma avaliação. Durante o Estado Novo, o movimento que acabou com o sistema parlamentar, multipartidário foi enaltecido como uma “Revolução Nacional” que levou à “alteração da essência e da estrutura do Estado”, como lembrava Salazar em 1966, em Braga, nas cerimónias evocativas com direito a estátua de Gomes da Costa.

Já depois do 25 de Abril, por entre a turbulenta consolidação da democracia, houve quem prevenisse para o lado mais sombrio da História. Em Maio de 1978, o primeiro presidente da Assembleia da República, Vasco da Gama Fernandes, desabafava ao microfone da rádio pública: “Os 28 de Maio são sempre possíveis, há sempre um 28 de Maio que espera por nós!”.

Que utilidade e atualidade pode ter, em 2026, uma reflexão sobre os acontecimentos ocorridos em Portugal há um século?

Os historiadores que nos acompanharam nesta série documental não escondem preocupação com o crescimento dos movimentos e partidos populistas, num ambiente global de incerteza, conflitos e rearmamento.

📍”O golpe que derrubou a Primeira República” - Uma série documental com realização de João Paulo Baltazar. Disponível em antena2.rtp.pt


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Os acontecimentos de Maio de 1926 foram sendo recordados, ao longo dos tempos, mas nem sempre com a mesma avaliação. Durante o Estado Novo, o movimento que acabou com o sistema parlamentar, multipartidário foi enaltecido como uma “Revolução Nacional” que levou à “alteração da essência e da estrutura do Estado”, como lembrava Salazar em 1966, em Braga, nas cerimónias evocativas com direito a estátua de Gomes da Costa.

Já depois do 25 de Abril, por entre a turbulenta consolidação da democracia, houve quem prevenisse para o lado mais sombrio da História. Em Maio de 1978, o primeiro presidente da Assembleia da República, Vasco da Gama Fernandes, desabafava ao microfone da rádio pública: “Os 28 de Maio são sempre possíveis, há sempre um 28 de Maio que espera por nós!”.

Que utilidade e atualidade pode ter, em 2026, uma reflexão sobre os acontecimentos ocorridos em Portugal há um século?

Os historiadores que nos acompanharam nesta série documental não escondem preocupação com o crescimento dos movimentos e partidos populistas, num ambiente global de incerteza, conflitos e rearmamento.

📍”O golpe que derrubou a Primeira República” - Uma série documental com realização de João Paulo Baltazar. Disponível em antena2.rtp.pt


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Os acontecimentos de Maio de 1926 foram sendo recordados, ao longo dos tempos, mas nem sempre com a mesma avaliação. Durante o Estado Novo, o movimento que acabou com o sistema parlamentar, multipartidário foi enaltecido como uma “Revolução Nacional” que levou à “alteração da essência e da estrutura do Estado”, como lembrava Salazar em 1966, em Braga, nas cerimónias evocativas com direito a estátua de Gomes da Costa.

Já depois do 25 de Abril, por entre a turbulenta consolidação da democracia, houve quem prevenisse para o lado mais sombrio da História. Em Maio de 1978, o primeiro presidente da Assembleia da República, Vasco da Gama Fernandes, desabafava ao microfone da rádio pública: “Os 28 de Maio são sempre possíveis, há sempre um 28 de Maio que espera por nós!”.

Que utilidade e atualidade pode ter, em 2026, uma reflexão sobre os acontecimentos ocorridos em Portugal há um século?

Os historiadores que nos acompanharam nesta série documental não escondem preocupação com o crescimento dos movimentos e partidos populistas, num ambiente global de incerteza, conflitos e rearmamento.

📍”O golpe que derrubou a Primeira República” - Uma série documental com realização de João Paulo Baltazar. Disponível em antena2.rtp.pt


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Os acontecimentos de Maio de 1926 foram sendo recordados, ao longo dos tempos, mas nem sempre com a mesma avaliação. Durante o Estado Novo, o movimento que acabou com o sistema parlamentar, multipartidário foi enaltecido como uma “Revolução Nacional” que levou à “alteração da essência e da estrutura do Estado”, como lembrava Salazar em 1966, em Braga, nas cerimónias evocativas com direito a estátua de Gomes da Costa.

Já depois do 25 de Abril, por entre a turbulenta consolidação da democracia, houve quem prevenisse para o lado mais sombrio da História. Em Maio de 1978, o primeiro presidente da Assembleia da República, Vasco da Gama Fernandes, desabafava ao microfone da rádio pública: “Os 28 de Maio são sempre possíveis, há sempre um 28 de Maio que espera por nós!”.

Que utilidade e atualidade pode ter, em 2026, uma reflexão sobre os acontecimentos ocorridos em Portugal há um século?

Os historiadores que nos acompanharam nesta série documental não escondem preocupação com o crescimento dos movimentos e partidos populistas, num ambiente global de incerteza, conflitos e rearmamento.

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Os acontecimentos de Maio de 1926 foram sendo recordados, ao longo dos tempos, mas nem sempre com a mesma avaliação. Durante o Estado Novo, o movimento que acabou com o sistema parlamentar, multipartidário foi enaltecido como uma “Revolução Nacional” que levou à “alteração da essência e da estrutura do Estado”, como lembrava Salazar em 1966, em Braga, nas cerimónias evocativas com direito a estátua de Gomes da Costa.

Já depois do 25 de Abril, por entre a turbulenta consolidação da democracia, houve quem prevenisse para o lado mais sombrio da História. Em Maio de 1978, o primeiro presidente da Assembleia da República, Vasco da Gama Fernandes, desabafava ao microfone da rádio pública: “Os 28 de Maio são sempre possíveis, há sempre um 28 de Maio que espera por nós!”.

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Já depois do 25 de Abril, por entre a turbulenta consolidação da democracia, houve quem prevenisse para o lado mais sombrio da História. Em Maio de 1978, o primeiro presidente da Assembleia da República, Vasco da Gama Fernandes, desabafava ao microfone da rádio pública: “Os 28 de Maio são sempre possíveis, há sempre um 28 de Maio que espera por nós!”.

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📍”O golpe que derrubou a Primeira República” - Uma série documental com realização de João Paulo Baltazar. Disponível em antena2.rtp.pt


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1 days ago

É do Irão que vem a estreia em destaque esta semana na Grande Ilusão. "Uma Mãe e o seu Filho", de Saeed Roustaee, um dos mais promissores cineastas da nova geração do cinema iraniano, ausculta uma sociedade ainda dominada pela opressão patriarcal. Para Inês Lourenço, estamos perante mais uma obra notável de "um realizador fascinante, com uma precisão e pulso, apesar de tudo, pouco comuns na grande cinematografia iraniana."

Também neste programa se fala de "Fogo do Vento", a estreia de Marta Mateus na longa-metragem, uma diversão galática, "Star Wars: The Mandalorian and Grogu", de Jon Favreau, um documentário de Lawrence Kasdan, "Martin Short: Uma Vida de Comédia", entre outras sugestões semanais.

📍"A Grande Ilusão" - Quinta às 15h00. Disponível em antena2.rtp.pt


18
1 days ago

Diversidade é o conceito que atravessa a programação 26/27 da Gulbenkian Música, a primeira assinada pelo novo diretor do serviço de música, Fredrik Andersson 💜

No Coro e na Orquestra Gulbenkian, tal como nos restantes ciclos, a diversidade manifesta-se no repertório; na escolha de compositores/as; de maestros/as que alternam com Hannu Lintu, maestro titular; de intérpretes; de épocas; de geografias.

Mais de 120 espetáculos a descobrir numa programação agora revelada.


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2 days ago


A lúcida percepção de que cada local transmite veladas sonoridades, evoca memórias e estimula emoções, recupera envolventes atmosferas sepultadas nas nossas recordações ou na nossa imaginação. No mais recente episódio do Argonauta esta ideia surge acompanhada pela música de Brian Eno, Bruce Brubaker e Harold Budd.

Sonoridades que definem espaços e captam atmosferas… Uma hora de pura música eletrónica e ambiental. A eletrónica é acima de tudo música para a mente. Subtil, evanescente, intensamente cerebral.

📍"Argonauta" - Sábados e domingos, pelas 23h00. Disponível em antena2.rtp.pt


18
1
2 days ago

Calha a todos. Um dia mau. Um crítico malvado. Um mau estar irritante. Tudo isso e muito mais a arreliar os compositores. Não calha só ao comum dos mortais. O mau humor também faz parte da vida quotidiana e privada dos compositores mais célebres e tão diferentes como Monteverdi, Clara Schumann, Pauline Viardot ou Karlheinz Stockhausen.

Haja paciência.

📍"Recortes: Cartas de Compositores" - Quintas às 16h00. Disponível em antena2.rtp.pt


48
2 days ago

Neste Grande Auditório viajamos até Berlim para um concerto protagonizado pela Orquestra Filarmónica de Berlim, dirigida por Kirill Petrenko. Uma gravação de 15 de maio de 2025 💜

📍 “Grande Auditório” - Disponível em antena2.rtp.pt


28
3 days ago

A passagem de Maurice Ravel pela frente de combate na Grande Guerra, como motorista do exército, marcou-o profundamente.

Antes da guerra, Ravel estava a trabalhar em vários projetos, que depois abandonou. Manteve apenas dois: Wien, que ficaria conhecida como La Valse e a Suite Francesa, que recebeu o nome de Le Tombeau de Couperin.

Musicalmente, ambas se enquadram na "ilha" musical de Ravel, mas refletem igualmente a sua experiência da guerra: Le Tombeau de Couperin, originalmente composto para piano, é uma suite de 6 danças - cada uma dedicada a um amigo morto em combate. Aquando da estreia, o maestro Rhené-Batôn encomendou de imediato a sua orquestração, que conta com 4 danças.

Quanto a La Valse, inspirada nas valsas vienenses do século XIX, tem duas partes distintas: ao otimismo inicial segue-se um ambiente caótico e estilhaçado.
Para além da sugestão musical de França e da Áustria, Ravel evocou igualmente a Hungria em Tzigane, outra das obras compostas no período pós-guerra.

📍"Compositor do Mês" - Quartas às 16h00. Disponível em antena2.rtp.pt


34
3 days ago

A 20 de maio de 1498, a armada comandada por Vasco da Gama chegava a Calecute, na costa do Malabar, concluindo a primeira ligação marítima direta entre a Europa e a Ásia.

Foram 316 dias de viagem desde a partida de Lisboa, a bordo das naus São Gabriel, São Rafael, Bérrio e de uma nau de mantimentos, numa travessia que mudou o curso da história portuguesa e mundial.

Entre o deslumbramento, os equívocos culturais e o choque entre diferentes mundos, os relatos da chegada a Calecute revelam também o espanto mútuo entre povos. Vasco da Gama foi recebido por dois muçulmanos do Magreb que falavam espanhol e a quem ele proferiu a célebre expressão “vimos buscar cristãos e especiaria”.

Mais do que uma epopeia marítima, esta viagem inaugurou uma nova rota comercial, política e cultural entre continentes e abriu caminho para tudo o que viria depois.


79
3 days ago

Esta semana, "Supernova" descobre novos caminhos no clarinete, trios com piano enquanto obras de juventude de vários compositores, os concertos para violino do franco-caribenho Joseph Bologne, novos álbuns de Haydn e de Florence Beatrice Price, entre outras novidades discográficas 💜

📍"Supernova" - Segunda às 16h00. Disponível em antena2.rtp.pt


25
4 days ago


Story Save - Best free tool for saving Stories, Reels, Photos, Videos, Highlights, IGTV to your phone.

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