Embrapa
Viabilizamos soluções de pesquisa, desenvolvimento e inovação para a sustentabilidade da agricultura.
(CC BY-ND 4.0)

No Dia Mundial do Leite, a Embrapa celebra o conhecimento que ajuda a fortalecer a atividade leiteira na agricultura familiar.
O curso Produção de leite de qualidade na agricultura familiar, da Embrapa Gado de Leite, é gratuito e on-line, com conteúdos sobre gestão da propriedade, escolha de raças, manejo de pastagens, alimentação do rebanho, sanidade animal, reprodução, cria de bezerras e boas práticas ambientais.
A capacitação tem carga horária de 30 horas e é voltada a agentes e técnicos de Assistência Técnica e Extensão Rural que atuam junto a produtores familiares de leite. A proposta é apoiar o uso de tecnologias adaptadas às realidades locais, contribuindo para produtividade, proteção ambiental, melhores condições de trabalho e renda na propriedade.
Inscrições e mais informações:
ava.sede.embrapa.br/course/view.php?id=527
#Embrapa #EmbrapaGadodeLeite #DiaMundialDoLeite #LeiteDeQualidade #AgriculturaFamiliar

No Dia Mundial do Leite, a Embrapa celebra o conhecimento que ajuda a fortalecer a atividade leiteira na agricultura familiar.
O curso Produção de leite de qualidade na agricultura familiar, da Embrapa Gado de Leite, é gratuito e on-line, com conteúdos sobre gestão da propriedade, escolha de raças, manejo de pastagens, alimentação do rebanho, sanidade animal, reprodução, cria de bezerras e boas práticas ambientais.
A capacitação tem carga horária de 30 horas e é voltada a agentes e técnicos de Assistência Técnica e Extensão Rural que atuam junto a produtores familiares de leite. A proposta é apoiar o uso de tecnologias adaptadas às realidades locais, contribuindo para produtividade, proteção ambiental, melhores condições de trabalho e renda na propriedade.
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O avanço é resultado de anos de pesquisa da Embrapa Instrumentação, com apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). O estudo, publicado na European Journal of Soil Science, apresenta um novo caminho para medir a densidade, essencial para o monitoramento em larga escala do carbono do solo.
Para superar as limitações de métodos tradicionais, como o anel volumétrico que requer amostras não perturbadas e impõe etapas longas de coleta e preparo, o pesquisador Paulino Ribeiro Villas-Boas, em coautoria com Ladislau Martin Neto e Débora Milori, desenvolveu um modelo baseado em LIBS, a espectroscopia de emissão óptica com plasma induzido por laser.
A técnica usa um feixe de laser que interage com o solo e gera um microplasma, cuja luz é analisada por um sistema de inteligência artificial treinado com centenas de amostras de solos brasileiros. Essa integração entre óptica e aprendizado de máquina permite estimar, em uma única análise, a densidade aparente e o estoque de carbono, com rapidez e precisão, utilizando até amostras deformadas, de coleta simplificada.
O resultado é uma inovação que simplifica o trabalho em campo, amplia a confiabilidade das medições e abre caminho para inventários ambientais mais detalhados, agricultura sustentável e projetos de crédito de carbono mais transparentes. A tecnologia foi licenciada para uma empresa parceira, a Agrorobótica, e já está disponível para os produtores rurais.
🔗 Saiba mais: https://bit.ly/492BwQW
#Embrapa #EmbrapaInstrumentação #CNPq #Fapesp #LIBS

O avanço é resultado de anos de pesquisa da Embrapa Instrumentação, com apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). O estudo, publicado na European Journal of Soil Science, apresenta um novo caminho para medir a densidade, essencial para o monitoramento em larga escala do carbono do solo.
Para superar as limitações de métodos tradicionais, como o anel volumétrico que requer amostras não perturbadas e impõe etapas longas de coleta e preparo, o pesquisador Paulino Ribeiro Villas-Boas, em coautoria com Ladislau Martin Neto e Débora Milori, desenvolveu um modelo baseado em LIBS, a espectroscopia de emissão óptica com plasma induzido por laser.
A técnica usa um feixe de laser que interage com o solo e gera um microplasma, cuja luz é analisada por um sistema de inteligência artificial treinado com centenas de amostras de solos brasileiros. Essa integração entre óptica e aprendizado de máquina permite estimar, em uma única análise, a densidade aparente e o estoque de carbono, com rapidez e precisão, utilizando até amostras deformadas, de coleta simplificada.
O resultado é uma inovação que simplifica o trabalho em campo, amplia a confiabilidade das medições e abre caminho para inventários ambientais mais detalhados, agricultura sustentável e projetos de crédito de carbono mais transparentes. A tecnologia foi licenciada para uma empresa parceira, a Agrorobótica, e já está disponível para os produtores rurais.
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O avanço é resultado de anos de pesquisa da Embrapa Instrumentação, com apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). O estudo, publicado na European Journal of Soil Science, apresenta um novo caminho para medir a densidade, essencial para o monitoramento em larga escala do carbono do solo.
Para superar as limitações de métodos tradicionais, como o anel volumétrico que requer amostras não perturbadas e impõe etapas longas de coleta e preparo, o pesquisador Paulino Ribeiro Villas-Boas, em coautoria com Ladislau Martin Neto e Débora Milori, desenvolveu um modelo baseado em LIBS, a espectroscopia de emissão óptica com plasma induzido por laser.
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O resultado é uma inovação que simplifica o trabalho em campo, amplia a confiabilidade das medições e abre caminho para inventários ambientais mais detalhados, agricultura sustentável e projetos de crédito de carbono mais transparentes. A tecnologia foi licenciada para uma empresa parceira, a Agrorobótica, e já está disponível para os produtores rurais.
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Para superar as limitações de métodos tradicionais, como o anel volumétrico que requer amostras não perturbadas e impõe etapas longas de coleta e preparo, o pesquisador Paulino Ribeiro Villas-Boas, em coautoria com Ladislau Martin Neto e Débora Milori, desenvolveu um modelo baseado em LIBS, a espectroscopia de emissão óptica com plasma induzido por laser.
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A técnica usa um feixe de laser que interage com o solo e gera um microplasma, cuja luz é analisada por um sistema de inteligência artificial treinado com centenas de amostras de solos brasileiros. Essa integração entre óptica e aprendizado de máquina permite estimar, em uma única análise, a densidade aparente e o estoque de carbono, com rapidez e precisão, utilizando até amostras deformadas, de coleta simplificada.
O resultado é uma inovação que simplifica o trabalho em campo, amplia a confiabilidade das medições e abre caminho para inventários ambientais mais detalhados, agricultura sustentável e projetos de crédito de carbono mais transparentes. A tecnologia foi licenciada para uma empresa parceira, a Agrorobótica, e já está disponível para os produtores rurais.
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O HLB (Huanglongbing) ou greening impôs um novo patamar de complexidade à citricultura brasileira. Consultores técnicos que atuam em cerca de 250 mil hectares e avaliam aproximadamente 115 milhões de plantas relatam que a doença não só permanece como avança de forma silenciosa, graças à chamada infecção críptica: plantas que ainda parecem sadias, mas já funcionam como fonte de inóculo. Essa característica dificulta o diagnóstico precoce. Em São Paulo, estimativas apontavam cerca de 17% das árvores afetadas em 2016, o que reforça a gravidade do cenário. Em 2025, a incidência no cinturão aumentou para quase 50%, mas variava de aparente ausência a mais de 70% conforme a região.
O manejo se torna ainda mais desafiador porque não há cura nem variedades comprovadamente resistentes. O controle do psilídeo, inseto vetor, exige uso intensivo de insumos e energia, o que se reflete no índice multicritério de impacto ambiental obtido com o módulo Ambitec-HLB. Os consultores perceberam piora especialmente nos componentes ligados ao consumo energético e ao uso de produtos químicos. Mesmo assim, reconheceram a utilidade do instrumento para orientar práticas mais responsáveis.
As tecnologias de manejo avaliadas apresentam adoção intermediária no campo, mostrando que ainda há espaço para avançar. O estudo também destaca que práticas hortícolas mais intensivas podem reduzir novas infecções em plantas sadias e manter a produtividade em áreas endêmicas. E reforça um ponto essencial: o controle do HLB só é efetivo quando acontece de forma regional, já que a doença ultrapassa limites de propriedade.
Para acessar o estudo completo e conhecer todos os indicadores avaliados pelo método Ambitec-Agro, a publicação está disponível gratuitamente no portal da Embrapa Meio Ambiente: https://bit.ly/4e9hsOJ
#Embrapa #HLB #Citros #Citricultura #InovaçãoAgrícola #SustentabilidadeRural #PesquisaAgro #HLBnosCitros #Greening #ManejoIntegrado #AmbitecHLB #SanidadeVegetal

O HLB (Huanglongbing) ou greening impôs um novo patamar de complexidade à citricultura brasileira. Consultores técnicos que atuam em cerca de 250 mil hectares e avaliam aproximadamente 115 milhões de plantas relatam que a doença não só permanece como avança de forma silenciosa, graças à chamada infecção críptica: plantas que ainda parecem sadias, mas já funcionam como fonte de inóculo. Essa característica dificulta o diagnóstico precoce. Em São Paulo, estimativas apontavam cerca de 17% das árvores afetadas em 2016, o que reforça a gravidade do cenário. Em 2025, a incidência no cinturão aumentou para quase 50%, mas variava de aparente ausência a mais de 70% conforme a região.
O manejo se torna ainda mais desafiador porque não há cura nem variedades comprovadamente resistentes. O controle do psilídeo, inseto vetor, exige uso intensivo de insumos e energia, o que se reflete no índice multicritério de impacto ambiental obtido com o módulo Ambitec-HLB. Os consultores perceberam piora especialmente nos componentes ligados ao consumo energético e ao uso de produtos químicos. Mesmo assim, reconheceram a utilidade do instrumento para orientar práticas mais responsáveis.
As tecnologias de manejo avaliadas apresentam adoção intermediária no campo, mostrando que ainda há espaço para avançar. O estudo também destaca que práticas hortícolas mais intensivas podem reduzir novas infecções em plantas sadias e manter a produtividade em áreas endêmicas. E reforça um ponto essencial: o controle do HLB só é efetivo quando acontece de forma regional, já que a doença ultrapassa limites de propriedade.
Para acessar o estudo completo e conhecer todos os indicadores avaliados pelo método Ambitec-Agro, a publicação está disponível gratuitamente no portal da Embrapa Meio Ambiente: https://bit.ly/4e9hsOJ
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O HLB (Huanglongbing) ou greening impôs um novo patamar de complexidade à citricultura brasileira. Consultores técnicos que atuam em cerca de 250 mil hectares e avaliam aproximadamente 115 milhões de plantas relatam que a doença não só permanece como avança de forma silenciosa, graças à chamada infecção críptica: plantas que ainda parecem sadias, mas já funcionam como fonte de inóculo. Essa característica dificulta o diagnóstico precoce. Em São Paulo, estimativas apontavam cerca de 17% das árvores afetadas em 2016, o que reforça a gravidade do cenário. Em 2025, a incidência no cinturão aumentou para quase 50%, mas variava de aparente ausência a mais de 70% conforme a região.
O manejo se torna ainda mais desafiador porque não há cura nem variedades comprovadamente resistentes. O controle do psilídeo, inseto vetor, exige uso intensivo de insumos e energia, o que se reflete no índice multicritério de impacto ambiental obtido com o módulo Ambitec-HLB. Os consultores perceberam piora especialmente nos componentes ligados ao consumo energético e ao uso de produtos químicos. Mesmo assim, reconheceram a utilidade do instrumento para orientar práticas mais responsáveis.
As tecnologias de manejo avaliadas apresentam adoção intermediária no campo, mostrando que ainda há espaço para avançar. O estudo também destaca que práticas hortícolas mais intensivas podem reduzir novas infecções em plantas sadias e manter a produtividade em áreas endêmicas. E reforça um ponto essencial: o controle do HLB só é efetivo quando acontece de forma regional, já que a doença ultrapassa limites de propriedade.
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O manejo se torna ainda mais desafiador porque não há cura nem variedades comprovadamente resistentes. O controle do psilídeo, inseto vetor, exige uso intensivo de insumos e energia, o que se reflete no índice multicritério de impacto ambiental obtido com o módulo Ambitec-HLB. Os consultores perceberam piora especialmente nos componentes ligados ao consumo energético e ao uso de produtos químicos. Mesmo assim, reconheceram a utilidade do instrumento para orientar práticas mais responsáveis.
As tecnologias de manejo avaliadas apresentam adoção intermediária no campo, mostrando que ainda há espaço para avançar. O estudo também destaca que práticas hortícolas mais intensivas podem reduzir novas infecções em plantas sadias e manter a produtividade em áreas endêmicas. E reforça um ponto essencial: o controle do HLB só é efetivo quando acontece de forma regional, já que a doença ultrapassa limites de propriedade.
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O manejo se torna ainda mais desafiador porque não há cura nem variedades comprovadamente resistentes. O controle do psilídeo, inseto vetor, exige uso intensivo de insumos e energia, o que se reflete no índice multicritério de impacto ambiental obtido com o módulo Ambitec-HLB. Os consultores perceberam piora especialmente nos componentes ligados ao consumo energético e ao uso de produtos químicos. Mesmo assim, reconheceram a utilidade do instrumento para orientar práticas mais responsáveis.
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O manejo se torna ainda mais desafiador porque não há cura nem variedades comprovadamente resistentes. O controle do psilídeo, inseto vetor, exige uso intensivo de insumos e energia, o que se reflete no índice multicritério de impacto ambiental obtido com o módulo Ambitec-HLB. Os consultores perceberam piora especialmente nos componentes ligados ao consumo energético e ao uso de produtos químicos. Mesmo assim, reconheceram a utilidade do instrumento para orientar práticas mais responsáveis.
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O manejo se torna ainda mais desafiador porque não há cura nem variedades comprovadamente resistentes. O controle do psilídeo, inseto vetor, exige uso intensivo de insumos e energia, o que se reflete no índice multicritério de impacto ambiental obtido com o módulo Ambitec-HLB. Os consultores perceberam piora especialmente nos componentes ligados ao consumo energético e ao uso de produtos químicos. Mesmo assim, reconheceram a utilidade do instrumento para orientar práticas mais responsáveis.
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Para acessar o estudo completo e conhecer todos os indicadores avaliados pelo método Ambitec-Agro, a publicação está disponível gratuitamente no portal da Embrapa Meio Ambiente: https://bit.ly/4e9hsOJ
#Embrapa #HLB #Citros #Citricultura #InovaçãoAgrícola #SustentabilidadeRural #PesquisaAgro #HLBnosCitros #Greening #ManejoIntegrado #AmbitecHLB #SanidadeVegetal

O HLB (Huanglongbing) ou greening impôs um novo patamar de complexidade à citricultura brasileira. Consultores técnicos que atuam em cerca de 250 mil hectares e avaliam aproximadamente 115 milhões de plantas relatam que a doença não só permanece como avança de forma silenciosa, graças à chamada infecção críptica: plantas que ainda parecem sadias, mas já funcionam como fonte de inóculo. Essa característica dificulta o diagnóstico precoce. Em São Paulo, estimativas apontavam cerca de 17% das árvores afetadas em 2016, o que reforça a gravidade do cenário. Em 2025, a incidência no cinturão aumentou para quase 50%, mas variava de aparente ausência a mais de 70% conforme a região.
O manejo se torna ainda mais desafiador porque não há cura nem variedades comprovadamente resistentes. O controle do psilídeo, inseto vetor, exige uso intensivo de insumos e energia, o que se reflete no índice multicritério de impacto ambiental obtido com o módulo Ambitec-HLB. Os consultores perceberam piora especialmente nos componentes ligados ao consumo energético e ao uso de produtos químicos. Mesmo assim, reconheceram a utilidade do instrumento para orientar práticas mais responsáveis.
As tecnologias de manejo avaliadas apresentam adoção intermediária no campo, mostrando que ainda há espaço para avançar. O estudo também destaca que práticas hortícolas mais intensivas podem reduzir novas infecções em plantas sadias e manter a produtividade em áreas endêmicas. E reforça um ponto essencial: o controle do HLB só é efetivo quando acontece de forma regional, já que a doença ultrapassa limites de propriedade.
Para acessar o estudo completo e conhecer todos os indicadores avaliados pelo método Ambitec-Agro, a publicação está disponível gratuitamente no portal da Embrapa Meio Ambiente: https://bit.ly/4e9hsOJ
#Embrapa #HLB #Citros #Citricultura #InovaçãoAgrícola #SustentabilidadeRural #PesquisaAgro #HLBnosCitros #Greening #ManejoIntegrado #AmbitecHLB #SanidadeVegetal

O HLB (Huanglongbing) ou greening impôs um novo patamar de complexidade à citricultura brasileira. Consultores técnicos que atuam em cerca de 250 mil hectares e avaliam aproximadamente 115 milhões de plantas relatam que a doença não só permanece como avança de forma silenciosa, graças à chamada infecção críptica: plantas que ainda parecem sadias, mas já funcionam como fonte de inóculo. Essa característica dificulta o diagnóstico precoce. Em São Paulo, estimativas apontavam cerca de 17% das árvores afetadas em 2016, o que reforça a gravidade do cenário. Em 2025, a incidência no cinturão aumentou para quase 50%, mas variava de aparente ausência a mais de 70% conforme a região.
O manejo se torna ainda mais desafiador porque não há cura nem variedades comprovadamente resistentes. O controle do psilídeo, inseto vetor, exige uso intensivo de insumos e energia, o que se reflete no índice multicritério de impacto ambiental obtido com o módulo Ambitec-HLB. Os consultores perceberam piora especialmente nos componentes ligados ao consumo energético e ao uso de produtos químicos. Mesmo assim, reconheceram a utilidade do instrumento para orientar práticas mais responsáveis.
As tecnologias de manejo avaliadas apresentam adoção intermediária no campo, mostrando que ainda há espaço para avançar. O estudo também destaca que práticas hortícolas mais intensivas podem reduzir novas infecções em plantas sadias e manter a produtividade em áreas endêmicas. E reforça um ponto essencial: o controle do HLB só é efetivo quando acontece de forma regional, já que a doença ultrapassa limites de propriedade.
Para acessar o estudo completo e conhecer todos os indicadores avaliados pelo método Ambitec-Agro, a publicação está disponível gratuitamente no portal da Embrapa Meio Ambiente: https://bit.ly/4e9hsOJ
#Embrapa #HLB #Citros #Citricultura #InovaçãoAgrícola #SustentabilidadeRural #PesquisaAgro #HLBnosCitros #Greening #ManejoIntegrado #AmbitecHLB #SanidadeVegetal

Tem problema que chega correndo. Outros entram devagar. Na criação de caprinos, muitas vezes os sinais aparecem quando o desafio já começou a caminhar pelo rebanho.
Uma cabra que se isola.
Outra que muda o comportamento.
Menos apetite.
Mais tempo parada.
Menos conforto no curral.
Foi olhando para situações como essas que nasceu o novo Guia da Embrapa, gratuito, para prevenção e controle de doenças em caprinos.
O material reúne orientações práticas sobre biosseguridade para apoiar produtores na rotina do manejo, com recomendações relacionadas à entrada de animais, quarentena, vacinação, alimentação, higienização das instalações e cuidados que contribuem para o bem-estar do rebanho.
Porque, no campo, saúde animal também se constrói antes do primeiro sintoma.
A matéria com mais informações e link está disponível no Portal Embrapa: https://bit.ly/49vdz45
#Embrapa #EmbrapaCaprinoseOvinos #Caprinocultura #SanidadeAnimal #BemEstarAnimal

Tem problema que chega correndo. Outros entram devagar. Na criação de caprinos, muitas vezes os sinais aparecem quando o desafio já começou a caminhar pelo rebanho.
Uma cabra que se isola.
Outra que muda o comportamento.
Menos apetite.
Mais tempo parada.
Menos conforto no curral.
Foi olhando para situações como essas que nasceu o novo Guia da Embrapa, gratuito, para prevenção e controle de doenças em caprinos.
O material reúne orientações práticas sobre biosseguridade para apoiar produtores na rotina do manejo, com recomendações relacionadas à entrada de animais, quarentena, vacinação, alimentação, higienização das instalações e cuidados que contribuem para o bem-estar do rebanho.
Porque, no campo, saúde animal também se constrói antes do primeiro sintoma.
A matéria com mais informações e link está disponível no Portal Embrapa: https://bit.ly/49vdz45
#Embrapa #EmbrapaCaprinoseOvinos #Caprinocultura #SanidadeAnimal #BemEstarAnimal
Você sabia que existe maracujá doce?
O maracujá Pérola do Cerrado, resultado de anos de estudo da Embrapa, é uma joia da nossa biodiversidade brasileira.
Diferente do tradicional azedinho, ele tem sabor suave, levemente ácido e pode ser consumido até in natura — direto da fruta!
Além disso, tem alto rendimento de polpa, é resistente e produtivo, possui flores lindas, com potencial ornamental, e ainda apresenta propriedades funcionais importantes para a saúde.
Uma inovação que une sabor, ciência e sustentabilidade.
E você, já conhecia essa fruta? Experimentaria?
Saiba mais em https://bit.ly/4tWVuDe
#Maracujá #EmbrapaCerrado #Biodiversidade #AlimentoFuncional #FrutasBrasileiras

O Cerrado, a savana mais biodiversa do planeta, ocupa cerca de 24% do território brasileiro e tem papel estratégico para os recursos hídricos, a biodiversidade e a produção agrícola do País.
Há 50 anos, a Embrapa Cerrados vem atuando no desenvolvimento de pesquisas voltadas tanto aos recursos naturais quanto à agropecuária sustentável. O trabalho desse centro de pesquisa ecorregional e de seus parceiros, como a Universidade de Brasília, ajuda a transformar o bioma em uma potência produtiva aliada à conservação ambiental.
O X Simpósio Nacional Cerrado e o III Simpósio Internacional Savanas Tropicais reforçam essa missão ao promover debates sobre mudanças climáticas, inovação, sustentabilidade, políticas públicas e tecnologias emergentes.
Com o tema “Ciência e Tecnologia promovendo a sustentabilidade do Cerrado brasileiro e das Savanas Tropicais”, o evento acontecerá de 23 a 25 de junho, em Brasília (DF), e irá conectar pesquisadores, instituições e profissionais comprometidos com o desenvolvimento econômico, social e ambiental do Brasil.
Participe você também desse encontro!
▶ A data de envio de trabalhos foi prorrogada para 02 de junho
▶ As inscrições vão até 11 de junho.
Saiba mais em www.embrapa.br/simposiocerrado2026.
#Embrapa #EmbrapaCerrados #Cerrado #Savana #Sustentabilidade

O Cerrado, a savana mais biodiversa do planeta, ocupa cerca de 24% do território brasileiro e tem papel estratégico para os recursos hídricos, a biodiversidade e a produção agrícola do País.
Há 50 anos, a Embrapa Cerrados vem atuando no desenvolvimento de pesquisas voltadas tanto aos recursos naturais quanto à agropecuária sustentável. O trabalho desse centro de pesquisa ecorregional e de seus parceiros, como a Universidade de Brasília, ajuda a transformar o bioma em uma potência produtiva aliada à conservação ambiental.
O X Simpósio Nacional Cerrado e o III Simpósio Internacional Savanas Tropicais reforçam essa missão ao promover debates sobre mudanças climáticas, inovação, sustentabilidade, políticas públicas e tecnologias emergentes.
Com o tema “Ciência e Tecnologia promovendo a sustentabilidade do Cerrado brasileiro e das Savanas Tropicais”, o evento acontecerá de 23 a 25 de junho, em Brasília (DF), e irá conectar pesquisadores, instituições e profissionais comprometidos com o desenvolvimento econômico, social e ambiental do Brasil.
Participe você também desse encontro!
▶ A data de envio de trabalhos foi prorrogada para 02 de junho
▶ As inscrições vão até 11 de junho.
Saiba mais em www.embrapa.br/simposiocerrado2026.
#Embrapa #EmbrapaCerrados #Cerrado #Savana #Sustentabilidade
Vocês comentaram, a gente leu.
Cristiano Menezes, pesquisador da Embrapa Meio Ambiente e coautor do estudo sobre abelhas mandaguari no café, responde às principais dúvidas técnicas que apareceram no post do dia 24 de maio.
Pega seu cafezinho também e vem nesse Comentário em Campo!
O estudo completo está aberto, em acesso livre: https://bit.ly/4uplkRs
A pesquisa foi conduzida pela Embrapa em parceria com a USP, UFRGS, Eurofins e Syngenta.
Financiamento: Embrapa, CNPq e Syngenta (SEG 10.20.00.143.00.00).
#Embrapa #EmbrapaMeioAmbiente #CienciaAberta #Cafeicultura #AbelhasSemFerrão #IPPM

Achar uma agulha no palheiro e transformá-la em solução.
No solo da Caatinga vivem milhões de microrganismos. Encontrar, entre eles, uma bactéria capaz de combater a buva, uma das plantas daninhas mais resistentes do Brasil, é um feito raro e estratégico.
Pesquisadores da Embrapa Meio Ambiente, em parceria com a USP, identificaram uma bactéria que produz moléculas naturais com ação herbicida, incluindo a albociclina, descrita pela primeira vez com esse efeito.
Um achado que reforça o potencial dos biomas brasileiros como fontes de inovação, sustentabilidade e soberania para a agricultura.
Saiba mais em https://bit.ly/4v8i7FQ
#Embrapa #EmbrapaMeioAmbiente #USP #CiênciaBrasileira #Caatinga #Bioherbicida #Bioinsumos #InovaçãoNoCampo #AgriculturaSustentável

Achar uma agulha no palheiro e transformá-la em solução.
No solo da Caatinga vivem milhões de microrganismos. Encontrar, entre eles, uma bactéria capaz de combater a buva, uma das plantas daninhas mais resistentes do Brasil, é um feito raro e estratégico.
Pesquisadores da Embrapa Meio Ambiente, em parceria com a USP, identificaram uma bactéria que produz moléculas naturais com ação herbicida, incluindo a albociclina, descrita pela primeira vez com esse efeito.
Um achado que reforça o potencial dos biomas brasileiros como fontes de inovação, sustentabilidade e soberania para a agricultura.
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Pesquisadores da Embrapa Meio Ambiente, em parceria com a USP, identificaram uma bactéria que produz moléculas naturais com ação herbicida, incluindo a albociclina, descrita pela primeira vez com esse efeito.
Um achado que reforça o potencial dos biomas brasileiros como fontes de inovação, sustentabilidade e soberania para a agricultura.
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No solo da Caatinga vivem milhões de microrganismos. Encontrar, entre eles, uma bactéria capaz de combater a buva, uma das plantas daninhas mais resistentes do Brasil, é um feito raro e estratégico.
Pesquisadores da Embrapa Meio Ambiente, em parceria com a USP, identificaram uma bactéria que produz moléculas naturais com ação herbicida, incluindo a albociclina, descrita pela primeira vez com esse efeito.
Um achado que reforça o potencial dos biomas brasileiros como fontes de inovação, sustentabilidade e soberania para a agricultura.
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Achar uma agulha no palheiro e transformá-la em solução.
No solo da Caatinga vivem milhões de microrganismos. Encontrar, entre eles, uma bactéria capaz de combater a buva, uma das plantas daninhas mais resistentes do Brasil, é um feito raro e estratégico.
Pesquisadores da Embrapa Meio Ambiente, em parceria com a USP, identificaram uma bactéria que produz moléculas naturais com ação herbicida, incluindo a albociclina, descrita pela primeira vez com esse efeito.
Um achado que reforça o potencial dos biomas brasileiros como fontes de inovação, sustentabilidade e soberania para a agricultura.
Saiba mais em https://bit.ly/4v8i7FQ
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Mel sem flores? Na Floresta com Araucária, no Sul do Brasil, uma relação curiosa entre árvores, cochonilhas e abelhas dá origem ao chamado mel de melato da bracatinga.
Tudo começa com pequenas gotas açucaradas produzidas por cochonilhas que vivem na bracatinga. As abelhas coletam esse líquido diretamente no tronco das árvores e o transformam em um mel escuro, mineral e bastante diferente dos méis florais tradicionais.
Esse fenômeno ajuda a sustentar uma verdadeira rede de vida nas florestas, envolvendo aves, insetos e diversos outros organismos.
Pesquisas também ajudam a compreender como biodiversidade, ciência e produção sustentável podem caminhar juntas.
Quer entender mais sobre essa história?
Acesse a publicação completa do Departamento de Diagnóstico e Pesquisa Agropecuária da Secretaria de Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação do Rio Grande do Sul (@agricultura.rs), que contou com a participação de pesquisadores da Embrapa: https://bit.ly/4eSr8y9
#Embrapa #EmbrapaFlorestas #MelDeMelato #Melato #Bracatinga #AgriculturaRS

Mel sem flores? Na Floresta com Araucária, no Sul do Brasil, uma relação curiosa entre árvores, cochonilhas e abelhas dá origem ao chamado mel de melato da bracatinga.
Tudo começa com pequenas gotas açucaradas produzidas por cochonilhas que vivem na bracatinga. As abelhas coletam esse líquido diretamente no tronco das árvores e o transformam em um mel escuro, mineral e bastante diferente dos méis florais tradicionais.
Esse fenômeno ajuda a sustentar uma verdadeira rede de vida nas florestas, envolvendo aves, insetos e diversos outros organismos.
Pesquisas também ajudam a compreender como biodiversidade, ciência e produção sustentável podem caminhar juntas.
Quer entender mais sobre essa história?
Acesse a publicação completa do Departamento de Diagnóstico e Pesquisa Agropecuária da Secretaria de Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação do Rio Grande do Sul (@agricultura.rs), que contou com a participação de pesquisadores da Embrapa: https://bit.ly/4eSr8y9
#Embrapa #EmbrapaFlorestas #MelDeMelato #Melato #Bracatinga #AgriculturaRS

Mel sem flores? Na Floresta com Araucária, no Sul do Brasil, uma relação curiosa entre árvores, cochonilhas e abelhas dá origem ao chamado mel de melato da bracatinga.
Tudo começa com pequenas gotas açucaradas produzidas por cochonilhas que vivem na bracatinga. As abelhas coletam esse líquido diretamente no tronco das árvores e o transformam em um mel escuro, mineral e bastante diferente dos méis florais tradicionais.
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Quer entender mais sobre essa história?
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Você já parou para pensar que uma pequena abelha sem ferrão pode mudar o futuro do café?
Um estudo conduzido pela Embrapa Meio Ambiente e instituições parceiras mostrou que a presença da abelha mandaguari (Scaptotrigona depilis) pode aumentar em até 67% a produção de frutos do café arábica em ramos próximos às colônias.
A pesquisa revelou que essas abelhas nativas brasileiras atuam como polinizadoras extremamente eficientes, inclusive em cultivares capazes de se autopolinizar.
Além do aumento de produtividade, o estudo também trouxe outro resultado importante: seguindo as recomendações técnicas, o manejo fitossanitário não gerou danos mensuráveis às colônias avaliadas.
Em um cenário de mudanças climáticas e crescimento do consumo mundial de café, fortalecer soluções baseadas na natureza pode ser um dos caminhos mais promissores para uma cafeicultura mais resiliente, produtiva e sustentável.
Porque, no fim, aquele cafezinho que todo mundo ama pode começar com o trabalho silencioso de uma abelha sem ferrão.
Saiba mais sobre o estudo em https://bit.ly/4uplkRs
#Embrapa #EmbrapaMeioAmbiente #Cafe #Cafeicultura #AbelhasSemFerrão #AgriculturaSustentavel

Você já parou para pensar que uma pequena abelha sem ferrão pode mudar o futuro do café?
Um estudo conduzido pela Embrapa Meio Ambiente e instituições parceiras mostrou que a presença da abelha mandaguari (Scaptotrigona depilis) pode aumentar em até 67% a produção de frutos do café arábica em ramos próximos às colônias.
A pesquisa revelou que essas abelhas nativas brasileiras atuam como polinizadoras extremamente eficientes, inclusive em cultivares capazes de se autopolinizar.
Além do aumento de produtividade, o estudo também trouxe outro resultado importante: seguindo as recomendações técnicas, o manejo fitossanitário não gerou danos mensuráveis às colônias avaliadas.
Em um cenário de mudanças climáticas e crescimento do consumo mundial de café, fortalecer soluções baseadas na natureza pode ser um dos caminhos mais promissores para uma cafeicultura mais resiliente, produtiva e sustentável.
Porque, no fim, aquele cafezinho que todo mundo ama pode começar com o trabalho silencioso de uma abelha sem ferrão.
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Você já parou para pensar que uma pequena abelha sem ferrão pode mudar o futuro do café?
Um estudo conduzido pela Embrapa Meio Ambiente e instituições parceiras mostrou que a presença da abelha mandaguari (Scaptotrigona depilis) pode aumentar em até 67% a produção de frutos do café arábica em ramos próximos às colônias.
A pesquisa revelou que essas abelhas nativas brasileiras atuam como polinizadoras extremamente eficientes, inclusive em cultivares capazes de se autopolinizar.
Além do aumento de produtividade, o estudo também trouxe outro resultado importante: seguindo as recomendações técnicas, o manejo fitossanitário não gerou danos mensuráveis às colônias avaliadas.
Em um cenário de mudanças climáticas e crescimento do consumo mundial de café, fortalecer soluções baseadas na natureza pode ser um dos caminhos mais promissores para uma cafeicultura mais resiliente, produtiva e sustentável.
Porque, no fim, aquele cafezinho que todo mundo ama pode começar com o trabalho silencioso de uma abelha sem ferrão.
Saiba mais sobre o estudo em https://bit.ly/4uplkRs
#Embrapa #EmbrapaMeioAmbiente #Cafe #Cafeicultura #AbelhasSemFerrão #AgriculturaSustentavel

Você já parou para pensar que uma pequena abelha sem ferrão pode mudar o futuro do café?
Um estudo conduzido pela Embrapa Meio Ambiente e instituições parceiras mostrou que a presença da abelha mandaguari (Scaptotrigona depilis) pode aumentar em até 67% a produção de frutos do café arábica em ramos próximos às colônias.
A pesquisa revelou que essas abelhas nativas brasileiras atuam como polinizadoras extremamente eficientes, inclusive em cultivares capazes de se autopolinizar.
Além do aumento de produtividade, o estudo também trouxe outro resultado importante: seguindo as recomendações técnicas, o manejo fitossanitário não gerou danos mensuráveis às colônias avaliadas.
Em um cenário de mudanças climáticas e crescimento do consumo mundial de café, fortalecer soluções baseadas na natureza pode ser um dos caminhos mais promissores para uma cafeicultura mais resiliente, produtiva e sustentável.
Porque, no fim, aquele cafezinho que todo mundo ama pode começar com o trabalho silencioso de uma abelha sem ferrão.
Saiba mais sobre o estudo em https://bit.ly/4uplkRs
#Embrapa #EmbrapaMeioAmbiente #Cafe #Cafeicultura #AbelhasSemFerrão #AgriculturaSustentavel

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Além do aumento de produtividade, o estudo também trouxe outro resultado importante: seguindo as recomendações técnicas, o manejo fitossanitário não gerou danos mensuráveis às colônias avaliadas.
Em um cenário de mudanças climáticas e crescimento do consumo mundial de café, fortalecer soluções baseadas na natureza pode ser um dos caminhos mais promissores para uma cafeicultura mais resiliente, produtiva e sustentável.
Porque, no fim, aquele cafezinho que todo mundo ama pode começar com o trabalho silencioso de uma abelha sem ferrão.
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A pesquisa revelou que essas abelhas nativas brasileiras atuam como polinizadoras extremamente eficientes, inclusive em cultivares capazes de se autopolinizar.
Além do aumento de produtividade, o estudo também trouxe outro resultado importante: seguindo as recomendações técnicas, o manejo fitossanitário não gerou danos mensuráveis às colônias avaliadas.
Em um cenário de mudanças climáticas e crescimento do consumo mundial de café, fortalecer soluções baseadas na natureza pode ser um dos caminhos mais promissores para uma cafeicultura mais resiliente, produtiva e sustentável.
Porque, no fim, aquele cafezinho que todo mundo ama pode começar com o trabalho silencioso de uma abelha sem ferrão.
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Uma floresta viva de 8,5 hectares, em regeneração há mais de 50 anos, localizada na área urbana de Belém, no Pará.
Essa é a Capoeira do Black, um fragmento florestal na sede da Embrapa Amazônia Oriental que abriga mais de 1.000 árvores e uma curiosidade: aqui temos mais espécies de plantas do que em todo o Reino Unido!
Neste sábado (23/5), a Capoeira do Black mais uma vez deixou de ser apenas um local de pesquisa e se transformou em um laboratório vivo para a comunidade.
Em celebração ao Dia Internacional da Biodiversidade – 22 de maio -, o Centro Capoeira, coordenado pela Embrapa, realizou uma imersão na floresta focada na observação da biodiversidade e no registro colaborativo.
Com o celular na mão e o aplicativo gratuito iNaturalist, cada participante praticou a ciência cidadã, fotografando fauna, flora e fungos presentes no ambiente. Esses registros vão alimentar uma base de dados global para auxiliar investigações de cientistas do mundo todo.
A ação faz parte da Semana Nacional da Biodiversidade, que ocorre de 18 a 24 de maio. Instituições e grupos organizados de todo o país de um circuito nacional proposto pela Aliança pelo Monitoramento Participativo da Biodiversidade Brasileira (AmpBio). E a Embrapa, por meio do Centro Capoeira, não poderia ficar de fora!
O Centro Avançado em Pesquisas Socioecológicas para a Recuperação Ambiental – Capoeira - reúne mais de 180 pesquisadores de 33 instituições e é dedicado à recuperação de ecossistemas desmatados e degradados. O centro é financiado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e recebe apoio do Global Centre on Biodiversity for Climate (GCBC), do Reino Unido.
O nosso muito obrigado a todos os participantes e pesquisadores que transformaram o nosso sábado em um dia de descoberta e conservação!
#Embrapa #EmbrapaAmazôniaOriental #CapoeiraDoBlack #DiaDaBiodiversidade #CiênciaCidadã

Uma floresta viva de 8,5 hectares, em regeneração há mais de 50 anos, localizada na área urbana de Belém, no Pará.
Essa é a Capoeira do Black, um fragmento florestal na sede da Embrapa Amazônia Oriental que abriga mais de 1.000 árvores e uma curiosidade: aqui temos mais espécies de plantas do que em todo o Reino Unido!
Neste sábado (23/5), a Capoeira do Black mais uma vez deixou de ser apenas um local de pesquisa e se transformou em um laboratório vivo para a comunidade.
Em celebração ao Dia Internacional da Biodiversidade – 22 de maio -, o Centro Capoeira, coordenado pela Embrapa, realizou uma imersão na floresta focada na observação da biodiversidade e no registro colaborativo.
Com o celular na mão e o aplicativo gratuito iNaturalist, cada participante praticou a ciência cidadã, fotografando fauna, flora e fungos presentes no ambiente. Esses registros vão alimentar uma base de dados global para auxiliar investigações de cientistas do mundo todo.
A ação faz parte da Semana Nacional da Biodiversidade, que ocorre de 18 a 24 de maio. Instituições e grupos organizados de todo o país de um circuito nacional proposto pela Aliança pelo Monitoramento Participativo da Biodiversidade Brasileira (AmpBio). E a Embrapa, por meio do Centro Capoeira, não poderia ficar de fora!
O Centro Avançado em Pesquisas Socioecológicas para a Recuperação Ambiental – Capoeira - reúne mais de 180 pesquisadores de 33 instituições e é dedicado à recuperação de ecossistemas desmatados e degradados. O centro é financiado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e recebe apoio do Global Centre on Biodiversity for Climate (GCBC), do Reino Unido.
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Confira os destaques da semana na Agenda da Embrapa!
#Embrapa #AgendaDaEmbrapa #Gestao
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