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Coding Rights

Somos uma organização que traz um olhar feminista interseccional para defender os direitos humanos no desenvolvimento, regulação e uso das tecnologias

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Querides, neste mês de março feminista, a Coding Rights completa 8 anos de existência!!! 🎉💜

Para celebrar esse momento tão especial, a gente preparou um presentinho, o lançamento de uma super novidade, fruto do intenso trabalho de todas as manas e outras pessoas maravilhosas que contribuíram de alguma forma com toda essa trajetória de dia após dia acordar pra hackear o patriarcado. ✨

Vocês estão prontas? 👀

Tá no ar nosso super repositório, o novo site da Coding Rights!!!, organizado para gradualmente ter tudinho que já produzimos indexado por hashtags temáticas. Uma verdadeira, ainda que singela, biblioteca de tecnologia e direitos humanos, sob uma cosmopercepção feminista. Esperamos que seja um espacinho virtual especial de referência pra quem pesquisa ou se interessa por esse debate e que preserve a memória do trabalho de todo mundo que fez e faz parte dessa história. Aos poucos vamos subindo coisas mais antigas também. 🎉🎉

Corre lá! codingrights.org. O link tá na bio. Esperamos que com essa nova janela se abrindo aí no seu navegador, muita inspiração e infinitas possibilidades se abram para você também. 🐙

#PraTodosVerem: Video possui elementos gráficos retirados do site lançado hoje e elementos gráficos produzidos para o material com dublagem sincronizadas com os movimentos destes elementos gráficos.

#novosite #lançamento #conexão #linknabio


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3 years ago


SAINDO DO FORNO: Mapa dos Territórios da Internet - cartografias tecnológicas para debater práticas de colonialismo digital🗺

Você já parou pra pensar que a Internet também é um território cuja configuração afeta os rumos da nossa democracia e também da justiça climática e socioambiental?

Mudanças climáticas estão na pauta da semana, afinal, o Brasil voltou a mostrar liderança durante a #COP27. Foi lá que, ontem, o presidente eleito @lulaoficial ressaltou que ninguém estará a salvo das mudanças climáticas, seja em países ricos ou pobres, se não houver um esforço coletivo para proteger territórios do desmatamento e ouvir povos originários visando um modelo de desenvolvimento local e sustentável.

Os territórios da Internet também perpassam essa pauta. Afinal a Internet, de nuvem, não tem nada. Cabos, satélites, antenas, servidores, computadores, celulares, minas de lítio, garimpo de ouro, códigos de programação dos apps e redes sociais, lixo eletrônico... tem muita materialidade, mão de obra e relações de poder envolvidas. A Internet é mais um lugar em disputa, atravessado por relações de poder. E para conhecer melhor um território, um mapa sempre ajuda 😉

Por isso lançamos hoje o Mapa dos Territórios da Internet, uma plataforma que visa materializar a nuvem e, assim, tornar visíveis as relações de poder que perpassam todo o funcionamento da rede, desde a camada da infraestrutura física até a esfera das decisões algorítmicas.

Quem detém o monopólio de cada trecho desta estrutura? De onde saem os recursos minerais? Para onde vai o lixo eletrônico? Quais são as comunidades mais afetadas por esse desenvolvimento dessas tecnologias? Quais os impactos da produção de hardwares nos territórios? Quais são as frentes de resistência? É possível escapar de práticas de colonialismo digital? Nossa #CartografiasDaInternet é uma ferramenta para instigar esses debates.

O Mapa dos Territórios da Internet é um projeto desenvolvido pela Coding Rights, com apoio da Fundação Henrich Boll Brasil (@bollbrasil ) e pitacos e ajudas da Rede Transfeminista de Cuidados Digitais.

Acesse o Mapa dos Territórios da Internet pelo link na bio.
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1.5K
51
3 years ago

SAINDO DO FORNO: Mapa dos Territórios da Internet - cartografias tecnológicas para debater práticas de colonialismo digital🗺

Você já parou pra pensar que a Internet também é um território cuja configuração afeta os rumos da nossa democracia e também da justiça climática e socioambiental?

Mudanças climáticas estão na pauta da semana, afinal, o Brasil voltou a mostrar liderança durante a #COP27. Foi lá que, ontem, o presidente eleito @lulaoficial ressaltou que ninguém estará a salvo das mudanças climáticas, seja em países ricos ou pobres, se não houver um esforço coletivo para proteger territórios do desmatamento e ouvir povos originários visando um modelo de desenvolvimento local e sustentável.

Os territórios da Internet também perpassam essa pauta. Afinal a Internet, de nuvem, não tem nada. Cabos, satélites, antenas, servidores, computadores, celulares, minas de lítio, garimpo de ouro, códigos de programação dos apps e redes sociais, lixo eletrônico... tem muita materialidade, mão de obra e relações de poder envolvidas. A Internet é mais um lugar em disputa, atravessado por relações de poder. E para conhecer melhor um território, um mapa sempre ajuda 😉

Por isso lançamos hoje o Mapa dos Territórios da Internet, uma plataforma que visa materializar a nuvem e, assim, tornar visíveis as relações de poder que perpassam todo o funcionamento da rede, desde a camada da infraestrutura física até a esfera das decisões algorítmicas.

Quem detém o monopólio de cada trecho desta estrutura? De onde saem os recursos minerais? Para onde vai o lixo eletrônico? Quais são as comunidades mais afetadas por esse desenvolvimento dessas tecnologias? Quais os impactos da produção de hardwares nos territórios? Quais são as frentes de resistência? É possível escapar de práticas de colonialismo digital? Nossa #CartografiasDaInternet é uma ferramenta para instigar esses debates.

O Mapa dos Territórios da Internet é um projeto desenvolvido pela Coding Rights, com apoio da Fundação Henrich Boll Brasil (@bollbrasil ) e pitacos e ajudas da Rede Transfeminista de Cuidados Digitais.

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SAINDO DO FORNO: Mapa dos Territórios da Internet - cartografias tecnológicas para debater práticas de colonialismo digital🗺

Você já parou pra pensar que a Internet também é um território cuja configuração afeta os rumos da nossa democracia e também da justiça climática e socioambiental?

Mudanças climáticas estão na pauta da semana, afinal, o Brasil voltou a mostrar liderança durante a #COP27. Foi lá que, ontem, o presidente eleito @lulaoficial ressaltou que ninguém estará a salvo das mudanças climáticas, seja em países ricos ou pobres, se não houver um esforço coletivo para proteger territórios do desmatamento e ouvir povos originários visando um modelo de desenvolvimento local e sustentável.

Os territórios da Internet também perpassam essa pauta. Afinal a Internet, de nuvem, não tem nada. Cabos, satélites, antenas, servidores, computadores, celulares, minas de lítio, garimpo de ouro, códigos de programação dos apps e redes sociais, lixo eletrônico... tem muita materialidade, mão de obra e relações de poder envolvidas. A Internet é mais um lugar em disputa, atravessado por relações de poder. E para conhecer melhor um território, um mapa sempre ajuda 😉

Por isso lançamos hoje o Mapa dos Territórios da Internet, uma plataforma que visa materializar a nuvem e, assim, tornar visíveis as relações de poder que perpassam todo o funcionamento da rede, desde a camada da infraestrutura física até a esfera das decisões algorítmicas.

Quem detém o monopólio de cada trecho desta estrutura? De onde saem os recursos minerais? Para onde vai o lixo eletrônico? Quais são as comunidades mais afetadas por esse desenvolvimento dessas tecnologias? Quais os impactos da produção de hardwares nos territórios? Quais são as frentes de resistência? É possível escapar de práticas de colonialismo digital? Nossa #CartografiasDaInternet é uma ferramenta para instigar esses debates.

O Mapa dos Territórios da Internet é um projeto desenvolvido pela Coding Rights, com apoio da Fundação Henrich Boll Brasil (@bollbrasil ) e pitacos e ajudas da Rede Transfeminista de Cuidados Digitais.

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SAINDO DO FORNO: Mapa dos Territórios da Internet - cartografias tecnológicas para debater práticas de colonialismo digital🗺

Você já parou pra pensar que a Internet também é um território cuja configuração afeta os rumos da nossa democracia e também da justiça climática e socioambiental?

Mudanças climáticas estão na pauta da semana, afinal, o Brasil voltou a mostrar liderança durante a #COP27. Foi lá que, ontem, o presidente eleito @lulaoficial ressaltou que ninguém estará a salvo das mudanças climáticas, seja em países ricos ou pobres, se não houver um esforço coletivo para proteger territórios do desmatamento e ouvir povos originários visando um modelo de desenvolvimento local e sustentável.

Os territórios da Internet também perpassam essa pauta. Afinal a Internet, de nuvem, não tem nada. Cabos, satélites, antenas, servidores, computadores, celulares, minas de lítio, garimpo de ouro, códigos de programação dos apps e redes sociais, lixo eletrônico... tem muita materialidade, mão de obra e relações de poder envolvidas. A Internet é mais um lugar em disputa, atravessado por relações de poder. E para conhecer melhor um território, um mapa sempre ajuda 😉

Por isso lançamos hoje o Mapa dos Territórios da Internet, uma plataforma que visa materializar a nuvem e, assim, tornar visíveis as relações de poder que perpassam todo o funcionamento da rede, desde a camada da infraestrutura física até a esfera das decisões algorítmicas.

Quem detém o monopólio de cada trecho desta estrutura? De onde saem os recursos minerais? Para onde vai o lixo eletrônico? Quais são as comunidades mais afetadas por esse desenvolvimento dessas tecnologias? Quais os impactos da produção de hardwares nos territórios? Quais são as frentes de resistência? É possível escapar de práticas de colonialismo digital? Nossa #CartografiasDaInternet é uma ferramenta para instigar esses debates.

O Mapa dos Territórios da Internet é um projeto desenvolvido pela Coding Rights, com apoio da Fundação Henrich Boll Brasil (@bollbrasil ) e pitacos e ajudas da Rede Transfeminista de Cuidados Digitais.

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51
3 years ago

Por que a Inteligência Artificial é uma questão feminista?👉Lançamento da Coding em parceria com nossa querida @PazPena!

Está no ar a plataforma Not My A.I., projeto que visa desenvolver um kit de ferramentas #feministas para questionar sistemas algorítmicos de tomada de decisão implementados pelo setor público.

#InteligênciaArtificial tá na moda e, a partir de teorias feministas, propomos ir além das discussões centradas apenas na “ética”, "transparência" ou “fairness” para a I.A. Queremos verificar assimetrias de poder e questionar se esses sistemas não estão simplesmente automatizando diferentes camadas de opressão!

Na plataforma, tb mapeamos sistemas de IA implementados pelo setor público na América Latina que acirram desigualdades. E se tem #treta, óbvio que #bigtechs tão envolvidas: analisamos um projeto voltado para “prever” gravidez na adolescência, “exportado” de Salta para regiões da Argentina e Brasil com apoio da #Microsoft...

O projeto, impulsionado por @joana_varon e @pazpena💜, teve apoio da @APC_network #FIRN e segue em desenvolvimento. Esperamos ter traduções em breve🤞🤞para ampliar o debate entre movimentos feministas para lutar contra automatização de injustiças estruturais. Juntas e solidárias!
___
[New!] Why is #Artificial Intelligence a feminist issue? Check out: Not My A.I., an ongoing project that seeks to contribute to the development of a feminist toolkit to question algorithmic decisions making systems that are being deployed by the so-called Digital Welfare States.

Feminists' lenses go beyond the discussion of “ethics”, “human-centered” or “transparent” A.I. and enable us to check power imbalances and question if those systems are not simply automating different layers of oppressions.

Our oppressions are also different from those in the Global North, so we depart from case-based analysis of A.I. projects that are being deployed by governments in Latin America to manage public services and have harmful implications on gender equality and its intersectionalities. The mapping is collaborative and open for new inputs.

Not My A.I. is an ongoing project, lead by Joana Varon and Paz Peña, with support from APC.


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5 years ago

Por que a Inteligência Artificial é uma questão feminista?👉Lançamento da Coding em parceria com nossa querida @PazPena!

Está no ar a plataforma Not My A.I., projeto que visa desenvolver um kit de ferramentas #feministas para questionar sistemas algorítmicos de tomada de decisão implementados pelo setor público.

#InteligênciaArtificial tá na moda e, a partir de teorias feministas, propomos ir além das discussões centradas apenas na “ética”, "transparência" ou “fairness” para a I.A. Queremos verificar assimetrias de poder e questionar se esses sistemas não estão simplesmente automatizando diferentes camadas de opressão!

Na plataforma, tb mapeamos sistemas de IA implementados pelo setor público na América Latina que acirram desigualdades. E se tem #treta, óbvio que #bigtechs tão envolvidas: analisamos um projeto voltado para “prever” gravidez na adolescência, “exportado” de Salta para regiões da Argentina e Brasil com apoio da #Microsoft...

O projeto, impulsionado por @joana_varon e @pazpena💜, teve apoio da @APC_network #FIRN e segue em desenvolvimento. Esperamos ter traduções em breve🤞🤞para ampliar o debate entre movimentos feministas para lutar contra automatização de injustiças estruturais. Juntas e solidárias!
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[New!] Why is #Artificial Intelligence a feminist issue? Check out: Not My A.I., an ongoing project that seeks to contribute to the development of a feminist toolkit to question algorithmic decisions making systems that are being deployed by the so-called Digital Welfare States.

Feminists' lenses go beyond the discussion of “ethics”, “human-centered” or “transparent” A.I. and enable us to check power imbalances and question if those systems are not simply automating different layers of oppressions.

Our oppressions are also different from those in the Global North, so we depart from case-based analysis of A.I. projects that are being deployed by governments in Latin America to manage public services and have harmful implications on gender equality and its intersectionalities. The mapping is collaborative and open for new inputs.

Not My A.I. is an ongoing project, lead by Joana Varon and Paz Peña, with support from APC.


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Por que a Inteligência Artificial é uma questão feminista?👉Lançamento da Coding em parceria com nossa querida @PazPena!

Está no ar a plataforma Not My A.I., projeto que visa desenvolver um kit de ferramentas #feministas para questionar sistemas algorítmicos de tomada de decisão implementados pelo setor público.

#InteligênciaArtificial tá na moda e, a partir de teorias feministas, propomos ir além das discussões centradas apenas na “ética”, "transparência" ou “fairness” para a I.A. Queremos verificar assimetrias de poder e questionar se esses sistemas não estão simplesmente automatizando diferentes camadas de opressão!

Na plataforma, tb mapeamos sistemas de IA implementados pelo setor público na América Latina que acirram desigualdades. E se tem #treta, óbvio que #bigtechs tão envolvidas: analisamos um projeto voltado para “prever” gravidez na adolescência, “exportado” de Salta para regiões da Argentina e Brasil com apoio da #Microsoft...

O projeto, impulsionado por @joana_varon e @pazpena💜, teve apoio da @APC_network #FIRN e segue em desenvolvimento. Esperamos ter traduções em breve🤞🤞para ampliar o debate entre movimentos feministas para lutar contra automatização de injustiças estruturais. Juntas e solidárias!
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[New!] Why is #Artificial Intelligence a feminist issue? Check out: Not My A.I., an ongoing project that seeks to contribute to the development of a feminist toolkit to question algorithmic decisions making systems that are being deployed by the so-called Digital Welfare States.

Feminists' lenses go beyond the discussion of “ethics”, “human-centered” or “transparent” A.I. and enable us to check power imbalances and question if those systems are not simply automating different layers of oppressions.

Our oppressions are also different from those in the Global North, so we depart from case-based analysis of A.I. projects that are being deployed by governments in Latin America to manage public services and have harmful implications on gender equality and its intersectionalities. The mapping is collaborative and open for new inputs.

Not My A.I. is an ongoing project, lead by Joana Varon and Paz Peña, with support from APC.


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9
5 years ago


O futuro da IA na região já começou! 📢

Da América Latina e do Caribe, estamos repensando a tecnologia a partir de uma perspectiva crítica e coletiva. Convidamos você para o evento de lançamento da nova etapa da Rede Feminista de Inteligência Artificial.

🗓️ O que vamos ter  no encontro?

⇒ Palestra Magistral: Contaremos com a presença de Milagros Miceli, socióloga e doutora em Engenharia da Computação, especialista em dinâmicas de poder e condições de trabalho por trás dos dados para machine learning.

⇒ Apresentação do livro: “Não são utopias: presentes e futuros da IA feminista na América Latina e no Caribe”, a cargo de suas editoras Mariel Zasso e Ivanna Polo.

⇒ + Anúncios: Você conhecerá os projetos selecionados na Chamada 2025 e as novidades que esta nova fase da Rede traz.

🌐 O evento contará com tradução simultânea (espanhol - português) para que o idioma não seja uma barreira.

📅 Sexta-feira, 15 de maio
🕑 Horários: 14h30 🇦🇷 Argentina - 12h30 🇨🇴 Colômbia - 11h30 🇲🇽 México

📍 Plataforma: Zoom (com inscrição prévia).
🔗 Link de inscrição: Encontre-o em nossa biografia!

Você se junta a nós para construir uma tecnologia mais justa? Esperamos por você! 💜✨

#InteligênciaArtificial #FeminismoDeDados #IAFeminista #Latam #TecnologiaCrítica


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1 weeks ago

O futuro da IA na região já começou! 📢

Da América Latina e do Caribe, estamos repensando a tecnologia a partir de uma perspectiva crítica e coletiva. Convidamos você para o evento de lançamento da nova etapa da Rede Feminista de Inteligência Artificial.

🗓️ O que vamos ter  no encontro?

⇒ Palestra Magistral: Contaremos com a presença de Milagros Miceli, socióloga e doutora em Engenharia da Computação, especialista em dinâmicas de poder e condições de trabalho por trás dos dados para machine learning.

⇒ Apresentação do livro: “Não são utopias: presentes e futuros da IA feminista na América Latina e no Caribe”, a cargo de suas editoras Mariel Zasso e Ivanna Polo.

⇒ + Anúncios: Você conhecerá os projetos selecionados na Chamada 2025 e as novidades que esta nova fase da Rede traz.

🌐 O evento contará com tradução simultânea (espanhol - português) para que o idioma não seja uma barreira.

📅 Sexta-feira, 15 de maio
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📍 Plataforma: Zoom (com inscrição prévia).
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#InteligênciaArtificial #FeminismoDeDados #IAFeminista #Latam #TecnologiaCrítica


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🗓️ O que vamos ter  no encontro?

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⇒ Apresentação do livro: “Não são utopias: presentes e futuros da IA feminista na América Latina e no Caribe”, a cargo de suas editoras Mariel Zasso e Ivanna Polo.

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📍 Plataforma: Zoom (com inscrição prévia).
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#InteligênciaArtificial #FeminismoDeDados #IAFeminista #Latam #TecnologiaCrítica


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Da América Latina e do Caribe, estamos repensando a tecnologia a partir de uma perspectiva crítica e coletiva. Convidamos você para o evento de lançamento da nova etapa da Rede Feminista de Inteligência Artificial.

🗓️ O que vamos ter  no encontro?

⇒ Palestra Magistral: Contaremos com a presença de Milagros Miceli, socióloga e doutora em Engenharia da Computação, especialista em dinâmicas de poder e condições de trabalho por trás dos dados para machine learning.

⇒ Apresentação do livro: “Não são utopias: presentes e futuros da IA feminista na América Latina e no Caribe”, a cargo de suas editoras Mariel Zasso e Ivanna Polo.

⇒ + Anúncios: Você conhecerá os projetos selecionados na Chamada 2025 e as novidades que esta nova fase da Rede traz.

🌐 O evento contará com tradução simultânea (espanhol - português) para que o idioma não seja uma barreira.

📅 Sexta-feira, 15 de maio
🕑 Horários: 14h30 🇦🇷 Argentina - 12h30 🇨🇴 Colômbia - 11h30 🇲🇽 México

📍 Plataforma: Zoom (com inscrição prévia).
🔗 Link de inscrição: Encontre-o em nossa biografia!

Você se junta a nós para construir uma tecnologia mais justa? Esperamos por você! 💜✨

#InteligênciaArtificial #FeminismoDeDados #IAFeminista #Latam #TecnologiaCrítica


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1 weeks ago

📄 Um artigo para compostar a IA e hackear o imaginário colonial

Compartilhamos “As engenheiras do composto e seus saberes lentos”, uma proposta que desafia os imaginários coloniais e patriarcais para imaginar sistemas tecnológicos regenerativos.

Por meio da biologia, da ecologia e da imaginação radical, @joana_varon, do @codingrights, e @luciaegana exploram quais conceitos feministas perdemos ao falar de “IA” e propõem um protótipo de tecnologia feminista baseado na simbiose e no cuidado.

Este material é um convite para pensar a evolução não como competição, mas como uma rede de ajuda mútua e reparação de nossos ecossistemas.

Disponível em inglês para consulta e download:
🔗 https://codingrights.org/docs/compost_engineers.pdf

(Encontre o link em nossa biografia)

___

📄 Un paper para compostar la IA y hackear el imaginario colonial

Compartimos "Las ingenieras del compost y sus saberes lentos", una propuesta que desafía los imaginarios coloniales y patriarcales para imaginar sistemas tecnológicos regenerativos.

A través de la biología, la ecología y la imaginación radical, Joana Varon de @codingrights y Lucia Egaña Rojas exploran qué conceptos feministas perdemos al hablar de "IA" y proponen un prototipo de tecnología feminista basado en la simbiosis y el cuidado.

Este material es una invitación a pensar la evolución no como competencia, sino como una red de ayuda mutua y reparación de nuestros ecosistemas.

Disponible en inglés para consulta y descarga:
🔗 https://codingrights.org/docs/compost_engineers.pdf

(Buscá el link en nuestra bio)

#IAFeminista #TecnologíaFeminista #SistemasRegenerativos #IngenierasDelCompost


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3 weeks ago

📄 Um artigo para compostar a IA e hackear o imaginário colonial

Compartilhamos “As engenheiras do composto e seus saberes lentos”, uma proposta que desafia os imaginários coloniais e patriarcais para imaginar sistemas tecnológicos regenerativos.

Por meio da biologia, da ecologia e da imaginação radical, @joana_varon, do @codingrights, e @luciaegana exploram quais conceitos feministas perdemos ao falar de “IA” e propõem um protótipo de tecnologia feminista baseado na simbiose e no cuidado.

Este material é um convite para pensar a evolução não como competição, mas como uma rede de ajuda mútua e reparação de nossos ecossistemas.

Disponível em inglês para consulta e download:
🔗 https://codingrights.org/docs/compost_engineers.pdf

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___

📄 Un paper para compostar la IA y hackear el imaginario colonial

Compartimos "Las ingenieras del compost y sus saberes lentos", una propuesta que desafía los imaginarios coloniales y patriarcales para imaginar sistemas tecnológicos regenerativos.

A través de la biología, la ecología y la imaginación radical, Joana Varon de @codingrights y Lucia Egaña Rojas exploran qué conceptos feministas perdemos al hablar de "IA" y proponen un prototipo de tecnología feminista basado en la simbiosis y el cuidado.

Este material es una invitación a pensar la evolución no como competencia, sino como una red de ayuda mutua y reparación de nuestros ecosistemas.

Disponible en inglés para consulta y descarga:
🔗 https://codingrights.org/docs/compost_engineers.pdf

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#IAFeminista #TecnologíaFeminista #SistemasRegenerativos #IngenierasDelCompost


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3 weeks ago

📄 Um artigo para compostar a IA e hackear o imaginário colonial

Compartilhamos “As engenheiras do composto e seus saberes lentos”, uma proposta que desafia os imaginários coloniais e patriarcais para imaginar sistemas tecnológicos regenerativos.

Por meio da biologia, da ecologia e da imaginação radical, @joana_varon, do @codingrights, e @luciaegana exploram quais conceitos feministas perdemos ao falar de “IA” e propõem um protótipo de tecnologia feminista baseado na simbiose e no cuidado.

Este material é um convite para pensar a evolução não como competição, mas como uma rede de ajuda mútua e reparação de nossos ecossistemas.

Disponível em inglês para consulta e download:
🔗 https://codingrights.org/docs/compost_engineers.pdf

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📄 Un paper para compostar la IA y hackear el imaginario colonial

Compartimos "Las ingenieras del compost y sus saberes lentos", una propuesta que desafía los imaginarios coloniales y patriarcales para imaginar sistemas tecnológicos regenerativos.

A través de la biología, la ecología y la imaginación radical, Joana Varon de @codingrights y Lucia Egaña Rojas exploran qué conceptos feministas perdemos al hablar de "IA" y proponen un prototipo de tecnología feminista basado en la simbiosis y el cuidado.

Este material es una invitación a pensar la evolución no como competencia, sino como una red de ayuda mutua y reparación de nuestros ecosistemas.

Disponible en inglés para consulta y descarga:
🔗 https://codingrights.org/docs/compost_engineers.pdf

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#IAFeminista #TecnologíaFeminista #SistemasRegenerativos #IngenierasDelCompost


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3 weeks ago


El próximo miércoles 18 de marzo a las 17h en México y 20h en Brasil, se celebra el segundo encuentro del círculo de lectura especulativa del @ccdmx. La sesión girará en torno del libro Una bolsa de semillas, una antología de ciencia ficción feminista escrita en Abya Yala.

Joana Varon @joana_varon, directora ejecutiva de Coding Rights y coeditora del libro junto a Lucía Egaña Rojas @luciaegana , conducirá la sesión junto a Malicia Sabina @malicia.sabina y Diana Jiménez @tlacuache_astronauta , autoras de la colección.

El libro parte de preguntas fundamentales: qué surge cuando escribimos ciencia ficción sin la arrogancia de la ciencia occidental, qué aprendemos cuando abandonamos la racionalidad objetiva como única forma de producir conocimiento, qué vemos cuando descartamos la universalización de una visión patriarcal, blanca, cisheteronormativa y capacitista.

¿Lo pensamos juntes? Inscríbete en el sitio https://centroculturadigital.mx/actividad/circulo-de-ciencia-ficcion-2026

El encuentro será en línea. @ccdmx enviará el enlace al confirmar su participación.

#unabolsadesemillas #ccdmx #cienciaficcionfeminista


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2 months ago

Vida Sem Big Tech é um convite a imaginar e construir outras formas de habitar a internet.

No Laboratório de Experimentações Tecnopolíticas da Coalizão Direitos na Rede, seguimos pensando e praticando caminhos de autonomia tecnológica, explorando alternativas concretas ao domínio das big techs e às lógicas do capitalismo de vigilância.

Depois de uma primeira edição que colocou a mão na massa da auto-hospedagem e deu vida ao servidor Sub_Galeano, voltamos a nos reunir, no dia 21 de março, para continuar essa experiência coletiva.

Pela manhã, Silvio Rhatto conduz uma conversa sobre como “vazar” das big techs e avançar na construção de infraestruturas computacionais autogestionadas. À tarde, Renato Racin orienta uma atividade prática de montagem e configuração de um datacenter comunitário, dando continuidade ao trabalho coletivo iniciado na primeira edição.

Entre reflexão e experimentação, seguimos testando caminhos para infraestruturar nossa autonomia – criando, cuidando e mantendo tecnologias que possam sustentar formas mais livres de comunicação, organização e produção de conhecimento.

A atividade é presencial, aberta ao público e não exige conhecimento técnico prévio – apenas curiosidade, disposição para aprender e vontade de construir coletivamente. Junte-se a nós!

📍 Sede do Intervozes – São Paulo
📅 21 de março, a partir das 9h

#VidaSemBigTech #DireitosNaRede


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2 months ago

Hoje, dia 29 de janeiro é o Dia da Visibilidade Trans, um dia para celebrar, conscientizar e refletir sobre a defesa do bem-viver de pessoas trans e travestis no Brasil.

Em 2021, lançamos a pesquisa Reconhecimento Facial no Setor Público e Identidades Trans: tecnopolíticas de controle e ameaça à diversidade de gênero em suas interseccionalidades de raça, classe e território.

O estudo analisa sistemas de #ReconhecimentoFacial utilizados pelo governo federal como forma de verificar identidades para acesso a serviços públicos.

Apesar de ser um estudo de 2021, continuamos vendo os impactos dessas tecnologias no dia a dia de pessoas trans. Estudos demonstram que diversos algoritmos de reconhecimento facial funcionam de maneira distinta em diferentes bases demográficas.E que os erros são mais frequentes quando se tratam de rostos de mulheres negras, rostos trans também confunde esses sistemas desenvolvidos em sua maioria por homens cis brancos.

Fruto de um trabalho potente da pesquisadora Mariah Rafaela (@mrafinharj), que entrevistou @brunabenevidex, secretária de articulação política @antra.oficial; @VivianeVergueiro; @tbarbaraaires e @schock.cc . Também participaram da pesquisa @Joana_Varon e @marimaritamari, que enviaram uma série de pedidos de acesso à informação a órgãos públicos para, junto com Mariah, fazer uma análise feminista decolonial dessas tecnologias.

A pesquisa aponta que falta de transparência na implementação desses sistemas pode interferir na longa luta pela autodeterminação de #gênero de pessoas #trans e não binárias, acentuar exclusão social de gênero em suas interseccionalidades de raça, classe e território e ameaçar a privacidade de todes.

Leia a pesquisa completa em codingrights.org
#visibilidadetrans #codingrights


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3 months ago

Hoje, dia 29 de janeiro é o Dia da Visibilidade Trans, um dia para celebrar, conscientizar e refletir sobre a defesa do bem-viver de pessoas trans e travestis no Brasil.

Em 2021, lançamos a pesquisa Reconhecimento Facial no Setor Público e Identidades Trans: tecnopolíticas de controle e ameaça à diversidade de gênero em suas interseccionalidades de raça, classe e território.

O estudo analisa sistemas de #ReconhecimentoFacial utilizados pelo governo federal como forma de verificar identidades para acesso a serviços públicos.

Apesar de ser um estudo de 2021, continuamos vendo os impactos dessas tecnologias no dia a dia de pessoas trans. Estudos demonstram que diversos algoritmos de reconhecimento facial funcionam de maneira distinta em diferentes bases demográficas.E que os erros são mais frequentes quando se tratam de rostos de mulheres negras, rostos trans também confunde esses sistemas desenvolvidos em sua maioria por homens cis brancos.

Fruto de um trabalho potente da pesquisadora Mariah Rafaela (@mrafinharj), que entrevistou @brunabenevidex, secretária de articulação política @antra.oficial; @VivianeVergueiro; @tbarbaraaires e @schock.cc . Também participaram da pesquisa @Joana_Varon e @marimaritamari, que enviaram uma série de pedidos de acesso à informação a órgãos públicos para, junto com Mariah, fazer uma análise feminista decolonial dessas tecnologias.

A pesquisa aponta que falta de transparência na implementação desses sistemas pode interferir na longa luta pela autodeterminação de #gênero de pessoas #trans e não binárias, acentuar exclusão social de gênero em suas interseccionalidades de raça, classe e território e ameaçar a privacidade de todes.

Leia a pesquisa completa em codingrights.org
#visibilidadetrans #codingrights


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2
3 months ago

Hoje, dia 29 de janeiro é o Dia da Visibilidade Trans, um dia para celebrar, conscientizar e refletir sobre a defesa do bem-viver de pessoas trans e travestis no Brasil.

Em 2021, lançamos a pesquisa Reconhecimento Facial no Setor Público e Identidades Trans: tecnopolíticas de controle e ameaça à diversidade de gênero em suas interseccionalidades de raça, classe e território.

O estudo analisa sistemas de #ReconhecimentoFacial utilizados pelo governo federal como forma de verificar identidades para acesso a serviços públicos.

Apesar de ser um estudo de 2021, continuamos vendo os impactos dessas tecnologias no dia a dia de pessoas trans. Estudos demonstram que diversos algoritmos de reconhecimento facial funcionam de maneira distinta em diferentes bases demográficas.E que os erros são mais frequentes quando se tratam de rostos de mulheres negras, rostos trans também confunde esses sistemas desenvolvidos em sua maioria por homens cis brancos.

Fruto de um trabalho potente da pesquisadora Mariah Rafaela (@mrafinharj), que entrevistou @brunabenevidex, secretária de articulação política @antra.oficial; @VivianeVergueiro; @tbarbaraaires e @schock.cc . Também participaram da pesquisa @Joana_Varon e @marimaritamari, que enviaram uma série de pedidos de acesso à informação a órgãos públicos para, junto com Mariah, fazer uma análise feminista decolonial dessas tecnologias.

A pesquisa aponta que falta de transparência na implementação desses sistemas pode interferir na longa luta pela autodeterminação de #gênero de pessoas #trans e não binárias, acentuar exclusão social de gênero em suas interseccionalidades de raça, classe e território e ameaçar a privacidade de todes.

Leia a pesquisa completa em codingrights.org
#visibilidadetrans #codingrights


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Hoje, dia 29 de janeiro é o Dia da Visibilidade Trans, um dia para celebrar, conscientizar e refletir sobre a defesa do bem-viver de pessoas trans e travestis no Brasil.

Em 2021, lançamos a pesquisa Reconhecimento Facial no Setor Público e Identidades Trans: tecnopolíticas de controle e ameaça à diversidade de gênero em suas interseccionalidades de raça, classe e território.

O estudo analisa sistemas de #ReconhecimentoFacial utilizados pelo governo federal como forma de verificar identidades para acesso a serviços públicos.

Apesar de ser um estudo de 2021, continuamos vendo os impactos dessas tecnologias no dia a dia de pessoas trans. Estudos demonstram que diversos algoritmos de reconhecimento facial funcionam de maneira distinta em diferentes bases demográficas.E que os erros são mais frequentes quando se tratam de rostos de mulheres negras, rostos trans também confunde esses sistemas desenvolvidos em sua maioria por homens cis brancos.

Fruto de um trabalho potente da pesquisadora Mariah Rafaela (@mrafinharj), que entrevistou @brunabenevidex, secretária de articulação política @antra.oficial; @VivianeVergueiro; @tbarbaraaires e @schock.cc . Também participaram da pesquisa @Joana_Varon e @marimaritamari, que enviaram uma série de pedidos de acesso à informação a órgãos públicos para, junto com Mariah, fazer uma análise feminista decolonial dessas tecnologias.

A pesquisa aponta que falta de transparência na implementação desses sistemas pode interferir na longa luta pela autodeterminação de #gênero de pessoas #trans e não binárias, acentuar exclusão social de gênero em suas interseccionalidades de raça, classe e território e ameaçar a privacidade de todes.

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Hoje, dia 29 de janeiro é o Dia da Visibilidade Trans, um dia para celebrar, conscientizar e refletir sobre a defesa do bem-viver de pessoas trans e travestis no Brasil.

Em 2021, lançamos a pesquisa Reconhecimento Facial no Setor Público e Identidades Trans: tecnopolíticas de controle e ameaça à diversidade de gênero em suas interseccionalidades de raça, classe e território.

O estudo analisa sistemas de #ReconhecimentoFacial utilizados pelo governo federal como forma de verificar identidades para acesso a serviços públicos.

Apesar de ser um estudo de 2021, continuamos vendo os impactos dessas tecnologias no dia a dia de pessoas trans. Estudos demonstram que diversos algoritmos de reconhecimento facial funcionam de maneira distinta em diferentes bases demográficas.E que os erros são mais frequentes quando se tratam de rostos de mulheres negras, rostos trans também confunde esses sistemas desenvolvidos em sua maioria por homens cis brancos.

Fruto de um trabalho potente da pesquisadora Mariah Rafaela (@mrafinharj), que entrevistou @brunabenevidex, secretária de articulação política @antra.oficial; @VivianeVergueiro; @tbarbaraaires e @schock.cc . Também participaram da pesquisa @Joana_Varon e @marimaritamari, que enviaram uma série de pedidos de acesso à informação a órgãos públicos para, junto com Mariah, fazer uma análise feminista decolonial dessas tecnologias.

A pesquisa aponta que falta de transparência na implementação desses sistemas pode interferir na longa luta pela autodeterminação de #gênero de pessoas #trans e não binárias, acentuar exclusão social de gênero em suas interseccionalidades de raça, classe e território e ameaçar a privacidade de todes.

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3 months ago

Hoje, dia 29 de janeiro é o Dia da Visibilidade Trans, um dia para celebrar, conscientizar e refletir sobre a defesa do bem-viver de pessoas trans e travestis no Brasil.

Em 2021, lançamos a pesquisa Reconhecimento Facial no Setor Público e Identidades Trans: tecnopolíticas de controle e ameaça à diversidade de gênero em suas interseccionalidades de raça, classe e território.

O estudo analisa sistemas de #ReconhecimentoFacial utilizados pelo governo federal como forma de verificar identidades para acesso a serviços públicos.

Apesar de ser um estudo de 2021, continuamos vendo os impactos dessas tecnologias no dia a dia de pessoas trans. Estudos demonstram que diversos algoritmos de reconhecimento facial funcionam de maneira distinta em diferentes bases demográficas.E que os erros são mais frequentes quando se tratam de rostos de mulheres negras, rostos trans também confunde esses sistemas desenvolvidos em sua maioria por homens cis brancos.

Fruto de um trabalho potente da pesquisadora Mariah Rafaela (@mrafinharj), que entrevistou @brunabenevidex, secretária de articulação política @antra.oficial; @VivianeVergueiro; @tbarbaraaires e @schock.cc . Também participaram da pesquisa @Joana_Varon e @marimaritamari, que enviaram uma série de pedidos de acesso à informação a órgãos públicos para, junto com Mariah, fazer uma análise feminista decolonial dessas tecnologias.

A pesquisa aponta que falta de transparência na implementação desses sistemas pode interferir na longa luta pela autodeterminação de #gênero de pessoas #trans e não binárias, acentuar exclusão social de gênero em suas interseccionalidades de raça, classe e território e ameaçar a privacidade de todes.

Leia a pesquisa completa em codingrights.org
#visibilidadetrans #codingrights


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3 months ago

Hoje é o Dia Internacional da Privacidade de Dados, um dia de conscientização sobre a importância de proteger informações pessoais e promover boas práticas de segurança digital!

E nada melhor do que relembrar as dicas das #safermanas sobre como proteger suas senhas, a porta de entrada de todas as suas contas na internet!

Você bem sabe que todo mês tem uma história diferente de vazamento de dados, senhas, e-mails. E por mais que a gente tome o cuidado em fazer uma boa senha, podemos nos surpreender com nossa senha disponível por aí.

Então, além de seguir as dicas das #safermanas, lembre-se: troque as senhas com frequência. Assim você vai garantir que estará mais em dia com a sua segurança digital.

Suas senhas são sua primeira linha de defesa. Vamos fortalecê-las juntes?
Comenta aqui: qual dessas dicas você já conhecia? 👇

#dataprivacyday #cuidadosdigitais #codingrights #segurancadigital


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3 months ago

Voltando ao trabalho e reconectando com a alegria da nossa última atividade de 2024, em Katmandu, Nepal, na RECONFERENCE 2025, onde fizemos parte de uma expo feminista global!

“TRAMAS: tecnologias, tramas, territórios” foi transformada em uma instalação de arte, onde visitantes podiam folhear lindos cartões ilustrados em estilo xilogravura pela incrível @giovannajoo e ler sobre casos que vão desde centros de dados sedentos que roubam água de comunidades em Querétaro, México; a prejudicial corrida por terras raras em Penco, Chile; Big Tech e Big Agro unindo forças na região do Matopiba no Brasil para ameaçar nossa soberania alimentar; e os resíduos tóxicos deixados pelas indústrias de Big Tech em Jalisco, México.

Também ficamos emocionadas quando vimos o TRAMAS em destaque no jornal do evento, ao lado de “Coded Bias” e outros projetos inspiradores.

TRAMAS foi desenvolvido pela Coalición Feminista Decolonial por la Justicia Digital y Ambiental. Ficamos felizes de poder levar um pedacinho da América Latina para o Nepal! Confira em tramas.digital

Além da exposição do TRAMAS, @joana_varon também realizou a oficina “Tech Cartographies” usando nosso famoso Mapa dos Territórios da Internet para materializar a narrativa da nuvem.

Foi maravilhoso trocar ideias com feministas de tantos lugares ao redor do mundo e apresentar nosso trabalho.

Obrigada, @think.crea! 💜 #recon2025


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4 months ago

Voltando ao trabalho e reconectando com a alegria da nossa última atividade de 2024, em Katmandu, Nepal, na RECONFERENCE 2025, onde fizemos parte de uma expo feminista global!

“TRAMAS: tecnologias, tramas, territórios” foi transformada em uma instalação de arte, onde visitantes podiam folhear lindos cartões ilustrados em estilo xilogravura pela incrível @giovannajoo e ler sobre casos que vão desde centros de dados sedentos que roubam água de comunidades em Querétaro, México; a prejudicial corrida por terras raras em Penco, Chile; Big Tech e Big Agro unindo forças na região do Matopiba no Brasil para ameaçar nossa soberania alimentar; e os resíduos tóxicos deixados pelas indústrias de Big Tech em Jalisco, México.

Também ficamos emocionadas quando vimos o TRAMAS em destaque no jornal do evento, ao lado de “Coded Bias” e outros projetos inspiradores.

TRAMAS foi desenvolvido pela Coalición Feminista Decolonial por la Justicia Digital y Ambiental. Ficamos felizes de poder levar um pedacinho da América Latina para o Nepal! Confira em tramas.digital

Além da exposição do TRAMAS, @joana_varon também realizou a oficina “Tech Cartographies” usando nosso famoso Mapa dos Territórios da Internet para materializar a narrativa da nuvem.

Foi maravilhoso trocar ideias com feministas de tantos lugares ao redor do mundo e apresentar nosso trabalho.

Obrigada, @think.crea! 💜 #recon2025


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4 months ago

Voltando ao trabalho e reconectando com a alegria da nossa última atividade de 2024, em Katmandu, Nepal, na RECONFERENCE 2025, onde fizemos parte de uma expo feminista global!

“TRAMAS: tecnologias, tramas, territórios” foi transformada em uma instalação de arte, onde visitantes podiam folhear lindos cartões ilustrados em estilo xilogravura pela incrível @giovannajoo e ler sobre casos que vão desde centros de dados sedentos que roubam água de comunidades em Querétaro, México; a prejudicial corrida por terras raras em Penco, Chile; Big Tech e Big Agro unindo forças na região do Matopiba no Brasil para ameaçar nossa soberania alimentar; e os resíduos tóxicos deixados pelas indústrias de Big Tech em Jalisco, México.

Também ficamos emocionadas quando vimos o TRAMAS em destaque no jornal do evento, ao lado de “Coded Bias” e outros projetos inspiradores.

TRAMAS foi desenvolvido pela Coalición Feminista Decolonial por la Justicia Digital y Ambiental. Ficamos felizes de poder levar um pedacinho da América Latina para o Nepal! Confira em tramas.digital

Além da exposição do TRAMAS, @joana_varon também realizou a oficina “Tech Cartographies” usando nosso famoso Mapa dos Territórios da Internet para materializar a narrativa da nuvem.

Foi maravilhoso trocar ideias com feministas de tantos lugares ao redor do mundo e apresentar nosso trabalho.

Obrigada, @think.crea! 💜 #recon2025


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Voltando ao trabalho e reconectando com a alegria da nossa última atividade de 2024, em Katmandu, Nepal, na RECONFERENCE 2025, onde fizemos parte de uma expo feminista global!

“TRAMAS: tecnologias, tramas, territórios” foi transformada em uma instalação de arte, onde visitantes podiam folhear lindos cartões ilustrados em estilo xilogravura pela incrível @giovannajoo e ler sobre casos que vão desde centros de dados sedentos que roubam água de comunidades em Querétaro, México; a prejudicial corrida por terras raras em Penco, Chile; Big Tech e Big Agro unindo forças na região do Matopiba no Brasil para ameaçar nossa soberania alimentar; e os resíduos tóxicos deixados pelas indústrias de Big Tech em Jalisco, México.

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TRAMAS foi desenvolvido pela Coalición Feminista Decolonial por la Justicia Digital y Ambiental. Ficamos felizes de poder levar um pedacinho da América Latina para o Nepal! Confira em tramas.digital

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Voltando ao trabalho e reconectando com a alegria da nossa última atividade de 2024, em Katmandu, Nepal, na RECONFERENCE 2025, onde fizemos parte de uma expo feminista global!

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Também ficamos emocionadas quando vimos o TRAMAS em destaque no jornal do evento, ao lado de “Coded Bias” e outros projetos inspiradores.

TRAMAS foi desenvolvido pela Coalición Feminista Decolonial por la Justicia Digital y Ambiental. Ficamos felizes de poder levar um pedacinho da América Latina para o Nepal! Confira em tramas.digital

Além da exposição do TRAMAS, @joana_varon também realizou a oficina “Tech Cartographies” usando nosso famoso Mapa dos Territórios da Internet para materializar a narrativa da nuvem.

Foi maravilhoso trocar ideias com feministas de tantos lugares ao redor do mundo e apresentar nosso trabalho.

Obrigada, @think.crea! 💜 #recon2025


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4 months ago

TRAMAS - tecnologias, tramas, territórios is now available in English!

Have you thought about the socio-environmental impacts of digital technologies in your country?

Tramas is an action-research project that contributes to unveil the socio-environmental conflicts surrounding the digital cloud and AI development in Latin America.

We listened to land defenders in Querétaro, Jalisco (Mexico), Penco (Chile), and Matopiba (Brazil) about data centers, rare earth minerals, toxic waste, and the digitalization of agribusiness monoculture.

All these struggles are intertwined!

The same colonial logic that exploits minerals in Chile, poisons rivers in Mexico, and appropriates lands in Brazil feeds millionaire corps.

We document challenges and also resistance!

🕸 Learn more at https://tramas.digital

Developed by the Coalición Feminista Decolonial por la Justicia Digital y Ambiental.

Our Coalition is composed of various organizations and activists from Chile, Brazil, and Mexico.

Current members of the Coalition are: Coding Rights (Joana Varon and Mariana Tamari), Instituto Latinoamericano de Terraformación (Paz Peña), Sursiendo (Jes Ciacci), Paola Ricaurte (Red Tierra Común and Red Feminista de Investigación en Inteligencia Artificial) and Loreto Bravo.

Researchers Antônia Laudeci Oliveira Moraes, Cecilia Ananías @laceciescribe, Sofía Enciso, and Teresa Roldán Soria also collaborated on the studies.

The platform is available in Portuguese, Spanish, and English.

The platform is illustrated by @giovannajoo, with web design by @cooperativadedisenio, web development by @dianakcury, coordination and visual conception by @joana_varon.

This project was funded by the Green Screen Catalyst Fund of the Green Screen Coalition. The Brazilian case also received support from @bollbrasil Heinrich Böll Foundation Rio de Janeiro.

#tramas #queretaro #matopiba #penco #jalisco


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4 months ago

🤩 Este workshop imperdível já é amanhã (13/01)! Você se inscreveu para participar? É gratuito e online!

💻 O workshop “Técnicas de OSINT e proteção digital em contextos de direitos humanos” será ministrado por Paulo Motoryn (The Intercept Brasil) e Joana Varon (Coding Rights) e terá três horas de duração.

🔎 Ele faz parte do projeto "Dados por direitos: tecnologias abertas no combate ao tráfico de pessoas", que conta com apoio da Embaixada do Reino Unido no Brasil e visa a produção de reportagens, análises e textos que tenham a ver com migração e tráfico humano ou sexual.

💰 Além deste workshop, o projeto conta com outro treinamento online e gratuito no dia 15/01 e a oferta de 5 microbolsas de £500, com mentoria da jornalista Aline Boueri, para o desenvolvimento de investigações, textos ou análises com dados abertos sobre a temática.

📝 É possível se inscrever apenas para participar dos workshops ou também para concorrer às microbolsas. Diversidade regional e vozes sub-representadas na mídia tradicional serão fatores considerados diferenciais na seleção de bolsistas.

🔗 Saiba mais e inscreva-se: go.ok.org.br/dados-por-direitos


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4 months ago

🤩 Este workshop imperdível já é amanhã (13/01)! Você se inscreveu para participar? É gratuito e online!

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🔎 Ele faz parte do projeto "Dados por direitos: tecnologias abertas no combate ao tráfico de pessoas", que conta com apoio da Embaixada do Reino Unido no Brasil e visa a produção de reportagens, análises e textos que tenham a ver com migração e tráfico humano ou sexual.

💰 Além deste workshop, o projeto conta com outro treinamento online e gratuito no dia 15/01 e a oferta de 5 microbolsas de £500, com mentoria da jornalista Aline Boueri, para o desenvolvimento de investigações, textos ou análises com dados abertos sobre a temática.

📝 É possível se inscrever apenas para participar dos workshops ou também para concorrer às microbolsas. Diversidade regional e vozes sub-representadas na mídia tradicional serão fatores considerados diferenciais na seleção de bolsistas.

🔗 Saiba mais e inscreva-se: go.ok.org.br/dados-por-direitos


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🔎 Ele faz parte do projeto "Dados por direitos: tecnologias abertas no combate ao tráfico de pessoas", que conta com apoio da Embaixada do Reino Unido no Brasil e visa a produção de reportagens, análises e textos que tenham a ver com migração e tráfico humano ou sexual.

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📝 É possível se inscrever apenas para participar dos workshops ou também para concorrer às microbolsas. Diversidade regional e vozes sub-representadas na mídia tradicional serão fatores considerados diferenciais na seleção de bolsistas.

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4 months ago


스토리 세이브 - 스토리, 릴스, 사진, 비디오, 하이라이트, IGTV를 핸드폰에 저장할 수 있는 최고의 무료 도구.

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인스타그램 스토리 다운로드 서비스에는 사용 횟수 제한이 없습니다. 무제한으로 무료로 사용 가능합니다.
네, 다른 사용자의 인스타그램 스토리를 다운로드하고 저장하는 것은 상업적 용도가 아닌 한 합법입니다. 상업적 용도로 사용하려면 원래 콘텐츠 소유자로부터 허락을 받고, 매번 스토리를 사용할 때마다 출처를 밝혀야 합니다.
다운로드한 스토리는 일반적으로 컴퓨터의 다운로드 폴더에 저장됩니다. 윈도우, 맥, iOS 모두 동일합니다. 모바일 장치에서는 스토리가 핸드폰 저장소에 저장되며, 다운로드 후 바로 갤러리 앱에 나타납니다.