Chay

Apresentando a capa da #GQMarço: @chay Suede ✨
O ator capixaba de 32 anos abre as portas do refúgio paulista onde relaxa com a esposa, Laura Neiva. Pai de três, após a chegada de Ana, de 4 meses, ele conta sobre a produtora audiovisual que está prestes a abrir com os irmãos e fala sobre o futuro da carreira depois do sucesso de seu vilão cômico, Mavi, em 𝑀𝑎𝑛𝑖𝑎 𝑑𝑒 𝑉𝑜𝑐𝑒̂.
Leia a entrevista completa com Chay na GQ Brasil deste mês, disponível para assinantes no aplicativo @globomais e nas bancas a partir desta sexta-feira (7). Clique na etiqueta deste post e receba sua edição em casa.
Diretor de conteúdo: @freddigiacomo
Fotógrafa: @_rochajuliana
Edição de moda: @thiagobiagi
Texto: @anabiamg
Gerente de fotografia e produção: @enzoamendola
Direção de arte: @victoramirabile, @neivalaura e @pauloazevedodesign
Arte: @liuu_
Beleza: @herodrigues
Produção de moda: @guilhermo_lima
Assistentes de fotografia: @_renatogon e @mukastabile
Assistente de beleza: @adriellucass
Tratamento de imagem: @taugeretouch
Vídeo: @noir__tropical

Fernanda me disse que o ator é a terceira margem de um rio.
Levei horas, dias pensando sobre isso. Li o conto de Guimarães Rosa, pensei mais e mais, e essa frase não me saiu da cabeça. Desde então, ela me acompanha todos os dias, antes de cada sessão da peça, antes de entrar em cena na novela que começamos a gravar, às vezes durante uma entrevista ou enquanto assisto ao trabalho de um ator de que gosto.
A terceira margem de um rio.
Aquela intangível, invisível, tridimensional, que só se pode construir enquanto ideia a partir das outras duas? Essas, sim, visíveis e físicas, ordinárias e alcançáveis, presentes nesse plano bidimensional que é o nosso enquanto estamos (como diria meu amado Galindo) acordados, vestidos de nossos eus artificiais nesse mundo de mentira e de mentiras.
A terceira margem de um rio.
A impossibilidade em si, que depende de um esforço imaginativo antilógico para se materializar em imagem?
A maior mentira entre todas?
Se o ator é a terceira margem de um rio, ou o portal por onde é possível alcançá-la por meio de seu personagem, quais seriam as outras duas?
E o rio?
A frase em si era tudo o que eu precisava ouvir no momento mais decisivo.
O ator é a terceira margem de um rio, e eu amo a minha profissão. Eu amo ser um ator.
fotos do @gabriel_garol

Fernanda me disse que o ator é a terceira margem de um rio.
Levei horas, dias pensando sobre isso. Li o conto de Guimarães Rosa, pensei mais e mais, e essa frase não me saiu da cabeça. Desde então, ela me acompanha todos os dias, antes de cada sessão da peça, antes de entrar em cena na novela que começamos a gravar, às vezes durante uma entrevista ou enquanto assisto ao trabalho de um ator de que gosto.
A terceira margem de um rio.
Aquela intangível, invisível, tridimensional, que só se pode construir enquanto ideia a partir das outras duas? Essas, sim, visíveis e físicas, ordinárias e alcançáveis, presentes nesse plano bidimensional que é o nosso enquanto estamos (como diria meu amado Galindo) acordados, vestidos de nossos eus artificiais nesse mundo de mentira e de mentiras.
A terceira margem de um rio.
A impossibilidade em si, que depende de um esforço imaginativo antilógico para se materializar em imagem?
A maior mentira entre todas?
Se o ator é a terceira margem de um rio, ou o portal por onde é possível alcançá-la por meio de seu personagem, quais seriam as outras duas?
E o rio?
A frase em si era tudo o que eu precisava ouvir no momento mais decisivo.
O ator é a terceira margem de um rio, e eu amo a minha profissão. Eu amo ser um ator.
fotos do @gabriel_garol

Fernanda me disse que o ator é a terceira margem de um rio.
Levei horas, dias pensando sobre isso. Li o conto de Guimarães Rosa, pensei mais e mais, e essa frase não me saiu da cabeça. Desde então, ela me acompanha todos os dias, antes de cada sessão da peça, antes de entrar em cena na novela que começamos a gravar, às vezes durante uma entrevista ou enquanto assisto ao trabalho de um ator de que gosto.
A terceira margem de um rio.
Aquela intangível, invisível, tridimensional, que só se pode construir enquanto ideia a partir das outras duas? Essas, sim, visíveis e físicas, ordinárias e alcançáveis, presentes nesse plano bidimensional que é o nosso enquanto estamos (como diria meu amado Galindo) acordados, vestidos de nossos eus artificiais nesse mundo de mentira e de mentiras.
A terceira margem de um rio.
A impossibilidade em si, que depende de um esforço imaginativo antilógico para se materializar em imagem?
A maior mentira entre todas?
Se o ator é a terceira margem de um rio, ou o portal por onde é possível alcançá-la por meio de seu personagem, quais seriam as outras duas?
E o rio?
A frase em si era tudo o que eu precisava ouvir no momento mais decisivo.
O ator é a terceira margem de um rio, e eu amo a minha profissão. Eu amo ser um ator.
fotos do @gabriel_garol

Fernanda me disse que o ator é a terceira margem de um rio.
Levei horas, dias pensando sobre isso. Li o conto de Guimarães Rosa, pensei mais e mais, e essa frase não me saiu da cabeça. Desde então, ela me acompanha todos os dias, antes de cada sessão da peça, antes de entrar em cena na novela que começamos a gravar, às vezes durante uma entrevista ou enquanto assisto ao trabalho de um ator de que gosto.
A terceira margem de um rio.
Aquela intangível, invisível, tridimensional, que só se pode construir enquanto ideia a partir das outras duas? Essas, sim, visíveis e físicas, ordinárias e alcançáveis, presentes nesse plano bidimensional que é o nosso enquanto estamos (como diria meu amado Galindo) acordados, vestidos de nossos eus artificiais nesse mundo de mentira e de mentiras.
A terceira margem de um rio.
A impossibilidade em si, que depende de um esforço imaginativo antilógico para se materializar em imagem?
A maior mentira entre todas?
Se o ator é a terceira margem de um rio, ou o portal por onde é possível alcançá-la por meio de seu personagem, quais seriam as outras duas?
E o rio?
A frase em si era tudo o que eu precisava ouvir no momento mais decisivo.
O ator é a terceira margem de um rio, e eu amo a minha profissão. Eu amo ser um ator.
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Fernanda me disse que o ator é a terceira margem de um rio.
Levei horas, dias pensando sobre isso. Li o conto de Guimarães Rosa, pensei mais e mais, e essa frase não me saiu da cabeça. Desde então, ela me acompanha todos os dias, antes de cada sessão da peça, antes de entrar em cena na novela que começamos a gravar, às vezes durante uma entrevista ou enquanto assisto ao trabalho de um ator de que gosto.
A terceira margem de um rio.
Aquela intangível, invisível, tridimensional, que só se pode construir enquanto ideia a partir das outras duas? Essas, sim, visíveis e físicas, ordinárias e alcançáveis, presentes nesse plano bidimensional que é o nosso enquanto estamos (como diria meu amado Galindo) acordados, vestidos de nossos eus artificiais nesse mundo de mentira e de mentiras.
A terceira margem de um rio.
A impossibilidade em si, que depende de um esforço imaginativo antilógico para se materializar em imagem?
A maior mentira entre todas?
Se o ator é a terceira margem de um rio, ou o portal por onde é possível alcançá-la por meio de seu personagem, quais seriam as outras duas?
E o rio?
A frase em si era tudo o que eu precisava ouvir no momento mais decisivo.
O ator é a terceira margem de um rio, e eu amo a minha profissão. Eu amo ser um ator.
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Levei horas, dias pensando sobre isso. Li o conto de Guimarães Rosa, pensei mais e mais, e essa frase não me saiu da cabeça. Desde então, ela me acompanha todos os dias, antes de cada sessão da peça, antes de entrar em cena na novela que começamos a gravar, às vezes durante uma entrevista ou enquanto assisto ao trabalho de um ator de que gosto.
A terceira margem de um rio.
Aquela intangível, invisível, tridimensional, que só se pode construir enquanto ideia a partir das outras duas? Essas, sim, visíveis e físicas, ordinárias e alcançáveis, presentes nesse plano bidimensional que é o nosso enquanto estamos (como diria meu amado Galindo) acordados, vestidos de nossos eus artificiais nesse mundo de mentira e de mentiras.
A terceira margem de um rio.
A impossibilidade em si, que depende de um esforço imaginativo antilógico para se materializar em imagem?
A maior mentira entre todas?
Se o ator é a terceira margem de um rio, ou o portal por onde é possível alcançá-la por meio de seu personagem, quais seriam as outras duas?
E o rio?
A frase em si era tudo o que eu precisava ouvir no momento mais decisivo.
O ator é a terceira margem de um rio, e eu amo a minha profissão. Eu amo ser um ator.
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Fernanda me disse que o ator é a terceira margem de um rio.
Levei horas, dias pensando sobre isso. Li o conto de Guimarães Rosa, pensei mais e mais, e essa frase não me saiu da cabeça. Desde então, ela me acompanha todos os dias, antes de cada sessão da peça, antes de entrar em cena na novela que começamos a gravar, às vezes durante uma entrevista ou enquanto assisto ao trabalho de um ator de que gosto.
A terceira margem de um rio.
Aquela intangível, invisível, tridimensional, que só se pode construir enquanto ideia a partir das outras duas? Essas, sim, visíveis e físicas, ordinárias e alcançáveis, presentes nesse plano bidimensional que é o nosso enquanto estamos (como diria meu amado Galindo) acordados, vestidos de nossos eus artificiais nesse mundo de mentira e de mentiras.
A terceira margem de um rio.
A impossibilidade em si, que depende de um esforço imaginativo antilógico para se materializar em imagem?
A maior mentira entre todas?
Se o ator é a terceira margem de um rio, ou o portal por onde é possível alcançá-la por meio de seu personagem, quais seriam as outras duas?
E o rio?
A frase em si era tudo o que eu precisava ouvir no momento mais decisivo.
O ator é a terceira margem de um rio, e eu amo a minha profissão. Eu amo ser um ator.
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Fernanda me disse que o ator é a terceira margem de um rio.
Levei horas, dias pensando sobre isso. Li o conto de Guimarães Rosa, pensei mais e mais, e essa frase não me saiu da cabeça. Desde então, ela me acompanha todos os dias, antes de cada sessão da peça, antes de entrar em cena na novela que começamos a gravar, às vezes durante uma entrevista ou enquanto assisto ao trabalho de um ator de que gosto.
A terceira margem de um rio.
Aquela intangível, invisível, tridimensional, que só se pode construir enquanto ideia a partir das outras duas? Essas, sim, visíveis e físicas, ordinárias e alcançáveis, presentes nesse plano bidimensional que é o nosso enquanto estamos (como diria meu amado Galindo) acordados, vestidos de nossos eus artificiais nesse mundo de mentira e de mentiras.
A terceira margem de um rio.
A impossibilidade em si, que depende de um esforço imaginativo antilógico para se materializar em imagem?
A maior mentira entre todas?
Se o ator é a terceira margem de um rio, ou o portal por onde é possível alcançá-la por meio de seu personagem, quais seriam as outras duas?
E o rio?
A frase em si era tudo o que eu precisava ouvir no momento mais decisivo.
O ator é a terceira margem de um rio, e eu amo a minha profissão. Eu amo ser um ator.
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Fernanda me disse que o ator é a terceira margem de um rio.
Levei horas, dias pensando sobre isso. Li o conto de Guimarães Rosa, pensei mais e mais, e essa frase não me saiu da cabeça. Desde então, ela me acompanha todos os dias, antes de cada sessão da peça, antes de entrar em cena na novela que começamos a gravar, às vezes durante uma entrevista ou enquanto assisto ao trabalho de um ator de que gosto.
A terceira margem de um rio.
Aquela intangível, invisível, tridimensional, que só se pode construir enquanto ideia a partir das outras duas? Essas, sim, visíveis e físicas, ordinárias e alcançáveis, presentes nesse plano bidimensional que é o nosso enquanto estamos (como diria meu amado Galindo) acordados, vestidos de nossos eus artificiais nesse mundo de mentira e de mentiras.
A terceira margem de um rio.
A impossibilidade em si, que depende de um esforço imaginativo antilógico para se materializar em imagem?
A maior mentira entre todas?
Se o ator é a terceira margem de um rio, ou o portal por onde é possível alcançá-la por meio de seu personagem, quais seriam as outras duas?
E o rio?
A frase em si era tudo o que eu precisava ouvir no momento mais decisivo.
O ator é a terceira margem de um rio, e eu amo a minha profissão. Eu amo ser um ator.
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Fernanda me disse que o ator é a terceira margem de um rio.
Levei horas, dias pensando sobre isso. Li o conto de Guimarães Rosa, pensei mais e mais, e essa frase não me saiu da cabeça. Desde então, ela me acompanha todos os dias, antes de cada sessão da peça, antes de entrar em cena na novela que começamos a gravar, às vezes durante uma entrevista ou enquanto assisto ao trabalho de um ator de que gosto.
A terceira margem de um rio.
Aquela intangível, invisível, tridimensional, que só se pode construir enquanto ideia a partir das outras duas? Essas, sim, visíveis e físicas, ordinárias e alcançáveis, presentes nesse plano bidimensional que é o nosso enquanto estamos (como diria meu amado Galindo) acordados, vestidos de nossos eus artificiais nesse mundo de mentira e de mentiras.
A terceira margem de um rio.
A impossibilidade em si, que depende de um esforço imaginativo antilógico para se materializar em imagem?
A maior mentira entre todas?
Se o ator é a terceira margem de um rio, ou o portal por onde é possível alcançá-la por meio de seu personagem, quais seriam as outras duas?
E o rio?
A frase em si era tudo o que eu precisava ouvir no momento mais decisivo.
O ator é a terceira margem de um rio, e eu amo a minha profissão. Eu amo ser um ator.
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Levei horas, dias pensando sobre isso. Li o conto de Guimarães Rosa, pensei mais e mais, e essa frase não me saiu da cabeça. Desde então, ela me acompanha todos os dias, antes de cada sessão da peça, antes de entrar em cena na novela que começamos a gravar, às vezes durante uma entrevista ou enquanto assisto ao trabalho de um ator de que gosto.
A terceira margem de um rio.
Aquela intangível, invisível, tridimensional, que só se pode construir enquanto ideia a partir das outras duas? Essas, sim, visíveis e físicas, ordinárias e alcançáveis, presentes nesse plano bidimensional que é o nosso enquanto estamos (como diria meu amado Galindo) acordados, vestidos de nossos eus artificiais nesse mundo de mentira e de mentiras.
A terceira margem de um rio.
A impossibilidade em si, que depende de um esforço imaginativo antilógico para se materializar em imagem?
A maior mentira entre todas?
Se o ator é a terceira margem de um rio, ou o portal por onde é possível alcançá-la por meio de seu personagem, quais seriam as outras duas?
E o rio?
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E o rio?
A frase em si era tudo o que eu precisava ouvir no momento mais decisivo.
O ator é a terceira margem de um rio, e eu amo a minha profissão. Eu amo ser um ator.
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Ó SE EU QUISESSE! 🧛🍅
Hoje saiu uma entrevista exclusiva com o Senhor da Noite, Lorde das Sombras, Foice do Submundo... o vampiro Cadu.
Tadinho, o nome não assusta. Mas ele ganha no carisma, né? Afinal de contas ele tem O molho e não abre mão. E é isso que ele mostra nesse papo, frente a frente com nosso repórter investigativo no Olá, Pomar!
Assista ao vídeo e já comenta se o Cadu tem o molho.
#SóQuemTemPomarolaTemOMolho 🥫 #TrazOMolho
#publi
#PraTodosVerem: este post tem texto alternativo

Isso foi no domingo, e eu estava (como diria minha avó) todo alinhado, pra última sessão da peça na temporada do Rio.
Foi lindo.
Beijos, turma!
fotos do @gabriel_garol

Isso foi no domingo, e eu estava (como diria minha avó) todo alinhado, pra última sessão da peça na temporada do Rio.
Foi lindo.
Beijos, turma!
fotos do @gabriel_garol

Isso foi no domingo, e eu estava (como diria minha avó) todo alinhado, pra última sessão da peça na temporada do Rio.
Foi lindo.
Beijos, turma!
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Isso foi no domingo, e eu estava (como diria minha avó) todo alinhado, pra última sessão da peça na temporada do Rio.
Foi lindo.
Beijos, turma!
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Isso foi no domingo, e eu estava (como diria minha avó) todo alinhado, pra última sessão da peça na temporada do Rio.
Foi lindo.
Beijos, turma!
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Isso foi no domingo, depois de uma semana inesquecível.
Quero agradecer mais uma vez a todos que foram ao teatro assistir à nossa @pecainfantil nessas recentes sessões, tem sido um privilégio e um prazer enorme. Obrigado!
Esta semana não haverá sessões por conta do Carnaval, mas voltaremos na semana que vem com saudade. Estamos a caminho das duas últimas semanas no Rio, e eu espero com alegria por vocês nessas últimas seis apresentações.
Estamos em cartaz no @teatrocasagrande de sexta a domingo (exceto esta semana) até o dia 01/03.
Beijo, turma!

Isso foi no domingo, depois de uma semana inesquecível.
Quero agradecer mais uma vez a todos que foram ao teatro assistir à nossa @pecainfantil nessas recentes sessões, tem sido um privilégio e um prazer enorme. Obrigado!
Esta semana não haverá sessões por conta do Carnaval, mas voltaremos na semana que vem com saudade. Estamos a caminho das duas últimas semanas no Rio, e eu espero com alegria por vocês nessas últimas seis apresentações.
Estamos em cartaz no @teatrocasagrande de sexta a domingo (exceto esta semana) até o dia 01/03.
Beijo, turma!

Amanhã estreio a minha primeira peça de teatro @pecainfantil (um espetáculo adulto, como vocês bem sabem).
PEÇA INFANTIL - A VIDA E AS OPINIÕES DO CAVALHEIRO ROOBERTCHAY
Uma idéia que surgiu, como sóem surgir os planos do Senhor, ali onde menos se poderia esperar: dentro do coração dos céticos mais crentes do mundo.
Não sei nem por onde começar a dizer o que tenho a dizer sobre o quanto esta obra (de natureza diversa) me transformou e segue transformando. Na verdade, acho que prefiro nem tentar. O que posso afirmar é que, de fato escrevemos com a pena da galhofa e a tinta da melancolia, e em momento algum fizemos qualquer resistência à tentação recorrente de roubar idéias e umas (muitas) frases de tantos, tantos outros autores e artistas. E, pra ser sincero, não posso afirmar sem tergiversos, que mesmo as idéias (e histórias) que, em teoria deveriam ser minhas, sejam de fato minhas. Já não sei se tenho maturidade para enxergar com clareza onde começa uma coisa e termina outra.
NO FUNDO É TUDO MENTIRA, MENOS O QUE PARECE MENTIRA, TUDO VERDADE, MENOS A VERDADE.
Por muitas vezes pensei não ser meu o mundo do teatro (talvez seja eu um crente muito cético?), a não ser quando eu era quem estava sentado nas cadeiras da plateia, assistindo às enormes peças do meu diretor favorito @felipehirsch .
E foi este homem quem me convenceu do contrário; convidou outro meu ídolo, @caetanowgalindo para a dramaturgia, que por sua vez, escreveu, escreveu, jamais tinha escrito assim. E eu, é claro, decorei e decorei, e apanhei. E no fundo foi pouco.
Mas, como um bardo já disse, tudo tem uma fresta, é assim que a luz consegue entrar.
Os meses de ensaio passaram rápido até demais, mas foram longos o bastante para abrir e cicatrizar feridas. Só depois de muito cataplasma e curativo renascemos (mais puros e lanhados do que nunca) e aqui estamos, a um dia da estreia, dessa vez no palco, olhando para as cadeiras da plateia, nas quais espero, de todo o meu coração, que vocês estejam sentados logo menos.
Um beijo. Vejo vocês lá.

Amanhã estreio a minha primeira peça de teatro @pecainfantil (um espetáculo adulto, como vocês bem sabem).
PEÇA INFANTIL - A VIDA E AS OPINIÕES DO CAVALHEIRO ROOBERTCHAY
Uma idéia que surgiu, como sóem surgir os planos do Senhor, ali onde menos se poderia esperar: dentro do coração dos céticos mais crentes do mundo.
Não sei nem por onde começar a dizer o que tenho a dizer sobre o quanto esta obra (de natureza diversa) me transformou e segue transformando. Na verdade, acho que prefiro nem tentar. O que posso afirmar é que, de fato escrevemos com a pena da galhofa e a tinta da melancolia, e em momento algum fizemos qualquer resistência à tentação recorrente de roubar idéias e umas (muitas) frases de tantos, tantos outros autores e artistas. E, pra ser sincero, não posso afirmar sem tergiversos, que mesmo as idéias (e histórias) que, em teoria deveriam ser minhas, sejam de fato minhas. Já não sei se tenho maturidade para enxergar com clareza onde começa uma coisa e termina outra.
NO FUNDO É TUDO MENTIRA, MENOS O QUE PARECE MENTIRA, TUDO VERDADE, MENOS A VERDADE.
Por muitas vezes pensei não ser meu o mundo do teatro (talvez seja eu um crente muito cético?), a não ser quando eu era quem estava sentado nas cadeiras da plateia, assistindo às enormes peças do meu diretor favorito @felipehirsch .
E foi este homem quem me convenceu do contrário; convidou outro meu ídolo, @caetanowgalindo para a dramaturgia, que por sua vez, escreveu, escreveu, jamais tinha escrito assim. E eu, é claro, decorei e decorei, e apanhei. E no fundo foi pouco.
Mas, como um bardo já disse, tudo tem uma fresta, é assim que a luz consegue entrar.
Os meses de ensaio passaram rápido até demais, mas foram longos o bastante para abrir e cicatrizar feridas. Só depois de muito cataplasma e curativo renascemos (mais puros e lanhados do que nunca) e aqui estamos, a um dia da estreia, dessa vez no palco, olhando para as cadeiras da plateia, nas quais espero, de todo o meu coração, que vocês estejam sentados logo menos.
Um beijo. Vejo vocês lá.

Amanhã estreio a minha primeira peça de teatro @pecainfantil (um espetáculo adulto, como vocês bem sabem).
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Uma idéia que surgiu, como sóem surgir os planos do Senhor, ali onde menos se poderia esperar: dentro do coração dos céticos mais crentes do mundo.
Não sei nem por onde começar a dizer o que tenho a dizer sobre o quanto esta obra (de natureza diversa) me transformou e segue transformando. Na verdade, acho que prefiro nem tentar. O que posso afirmar é que, de fato escrevemos com a pena da galhofa e a tinta da melancolia, e em momento algum fizemos qualquer resistência à tentação recorrente de roubar idéias e umas (muitas) frases de tantos, tantos outros autores e artistas. E, pra ser sincero, não posso afirmar sem tergiversos, que mesmo as idéias (e histórias) que, em teoria deveriam ser minhas, sejam de fato minhas. Já não sei se tenho maturidade para enxergar com clareza onde começa uma coisa e termina outra.
NO FUNDO É TUDO MENTIRA, MENOS O QUE PARECE MENTIRA, TUDO VERDADE, MENOS A VERDADE.
Por muitas vezes pensei não ser meu o mundo do teatro (talvez seja eu um crente muito cético?), a não ser quando eu era quem estava sentado nas cadeiras da plateia, assistindo às enormes peças do meu diretor favorito @felipehirsch .
E foi este homem quem me convenceu do contrário; convidou outro meu ídolo, @caetanowgalindo para a dramaturgia, que por sua vez, escreveu, escreveu, jamais tinha escrito assim. E eu, é claro, decorei e decorei, e apanhei. E no fundo foi pouco.
Mas, como um bardo já disse, tudo tem uma fresta, é assim que a luz consegue entrar.
Os meses de ensaio passaram rápido até demais, mas foram longos o bastante para abrir e cicatrizar feridas. Só depois de muito cataplasma e curativo renascemos (mais puros e lanhados do que nunca) e aqui estamos, a um dia da estreia, dessa vez no palco, olhando para as cadeiras da plateia, nas quais espero, de todo o meu coração, que vocês estejam sentados logo menos.
Um beijo. Vejo vocês lá.

Amanhã estreio a minha primeira peça de teatro @pecainfantil (um espetáculo adulto, como vocês bem sabem).
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Uma idéia que surgiu, como sóem surgir os planos do Senhor, ali onde menos se poderia esperar: dentro do coração dos céticos mais crentes do mundo.
Não sei nem por onde começar a dizer o que tenho a dizer sobre o quanto esta obra (de natureza diversa) me transformou e segue transformando. Na verdade, acho que prefiro nem tentar. O que posso afirmar é que, de fato escrevemos com a pena da galhofa e a tinta da melancolia, e em momento algum fizemos qualquer resistência à tentação recorrente de roubar idéias e umas (muitas) frases de tantos, tantos outros autores e artistas. E, pra ser sincero, não posso afirmar sem tergiversos, que mesmo as idéias (e histórias) que, em teoria deveriam ser minhas, sejam de fato minhas. Já não sei se tenho maturidade para enxergar com clareza onde começa uma coisa e termina outra.
NO FUNDO É TUDO MENTIRA, MENOS O QUE PARECE MENTIRA, TUDO VERDADE, MENOS A VERDADE.
Por muitas vezes pensei não ser meu o mundo do teatro (talvez seja eu um crente muito cético?), a não ser quando eu era quem estava sentado nas cadeiras da plateia, assistindo às enormes peças do meu diretor favorito @felipehirsch .
E foi este homem quem me convenceu do contrário; convidou outro meu ídolo, @caetanowgalindo para a dramaturgia, que por sua vez, escreveu, escreveu, jamais tinha escrito assim. E eu, é claro, decorei e decorei, e apanhei. E no fundo foi pouco.
Mas, como um bardo já disse, tudo tem uma fresta, é assim que a luz consegue entrar.
Os meses de ensaio passaram rápido até demais, mas foram longos o bastante para abrir e cicatrizar feridas. Só depois de muito cataplasma e curativo renascemos (mais puros e lanhados do que nunca) e aqui estamos, a um dia da estreia, dessa vez no palco, olhando para as cadeiras da plateia, nas quais espero, de todo o meu coração, que vocês estejam sentados logo menos.
Um beijo. Vejo vocês lá.

Amanhã estreio a minha primeira peça de teatro @pecainfantil (um espetáculo adulto, como vocês bem sabem).
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Uma idéia que surgiu, como sóem surgir os planos do Senhor, ali onde menos se poderia esperar: dentro do coração dos céticos mais crentes do mundo.
Não sei nem por onde começar a dizer o que tenho a dizer sobre o quanto esta obra (de natureza diversa) me transformou e segue transformando. Na verdade, acho que prefiro nem tentar. O que posso afirmar é que, de fato escrevemos com a pena da galhofa e a tinta da melancolia, e em momento algum fizemos qualquer resistência à tentação recorrente de roubar idéias e umas (muitas) frases de tantos, tantos outros autores e artistas. E, pra ser sincero, não posso afirmar sem tergiversos, que mesmo as idéias (e histórias) que, em teoria deveriam ser minhas, sejam de fato minhas. Já não sei se tenho maturidade para enxergar com clareza onde começa uma coisa e termina outra.
NO FUNDO É TUDO MENTIRA, MENOS O QUE PARECE MENTIRA, TUDO VERDADE, MENOS A VERDADE.
Por muitas vezes pensei não ser meu o mundo do teatro (talvez seja eu um crente muito cético?), a não ser quando eu era quem estava sentado nas cadeiras da plateia, assistindo às enormes peças do meu diretor favorito @felipehirsch .
E foi este homem quem me convenceu do contrário; convidou outro meu ídolo, @caetanowgalindo para a dramaturgia, que por sua vez, escreveu, escreveu, jamais tinha escrito assim. E eu, é claro, decorei e decorei, e apanhei. E no fundo foi pouco.
Mas, como um bardo já disse, tudo tem uma fresta, é assim que a luz consegue entrar.
Os meses de ensaio passaram rápido até demais, mas foram longos o bastante para abrir e cicatrizar feridas. Só depois de muito cataplasma e curativo renascemos (mais puros e lanhados do que nunca) e aqui estamos, a um dia da estreia, dessa vez no palco, olhando para as cadeiras da plateia, nas quais espero, de todo o meu coração, que vocês estejam sentados logo menos.
Um beijo. Vejo vocês lá.

Amanhã estreio a minha primeira peça de teatro @pecainfantil (um espetáculo adulto, como vocês bem sabem).
PEÇA INFANTIL - A VIDA E AS OPINIÕES DO CAVALHEIRO ROOBERTCHAY
Uma idéia que surgiu, como sóem surgir os planos do Senhor, ali onde menos se poderia esperar: dentro do coração dos céticos mais crentes do mundo.
Não sei nem por onde começar a dizer o que tenho a dizer sobre o quanto esta obra (de natureza diversa) me transformou e segue transformando. Na verdade, acho que prefiro nem tentar. O que posso afirmar é que, de fato escrevemos com a pena da galhofa e a tinta da melancolia, e em momento algum fizemos qualquer resistência à tentação recorrente de roubar idéias e umas (muitas) frases de tantos, tantos outros autores e artistas. E, pra ser sincero, não posso afirmar sem tergiversos, que mesmo as idéias (e histórias) que, em teoria deveriam ser minhas, sejam de fato minhas. Já não sei se tenho maturidade para enxergar com clareza onde começa uma coisa e termina outra.
NO FUNDO É TUDO MENTIRA, MENOS O QUE PARECE MENTIRA, TUDO VERDADE, MENOS A VERDADE.
Por muitas vezes pensei não ser meu o mundo do teatro (talvez seja eu um crente muito cético?), a não ser quando eu era quem estava sentado nas cadeiras da plateia, assistindo às enormes peças do meu diretor favorito @felipehirsch .
E foi este homem quem me convenceu do contrário; convidou outro meu ídolo, @caetanowgalindo para a dramaturgia, que por sua vez, escreveu, escreveu, jamais tinha escrito assim. E eu, é claro, decorei e decorei, e apanhei. E no fundo foi pouco.
Mas, como um bardo já disse, tudo tem uma fresta, é assim que a luz consegue entrar.
Os meses de ensaio passaram rápido até demais, mas foram longos o bastante para abrir e cicatrizar feridas. Só depois de muito cataplasma e curativo renascemos (mais puros e lanhados do que nunca) e aqui estamos, a um dia da estreia, dessa vez no palco, olhando para as cadeiras da plateia, nas quais espero, de todo o meu coração, que vocês estejam sentados logo menos.
Um beijo. Vejo vocês lá.

Amanhã estreio a minha primeira peça de teatro @pecainfantil (um espetáculo adulto, como vocês bem sabem).
PEÇA INFANTIL - A VIDA E AS OPINIÕES DO CAVALHEIRO ROOBERTCHAY
Uma idéia que surgiu, como sóem surgir os planos do Senhor, ali onde menos se poderia esperar: dentro do coração dos céticos mais crentes do mundo.
Não sei nem por onde começar a dizer o que tenho a dizer sobre o quanto esta obra (de natureza diversa) me transformou e segue transformando. Na verdade, acho que prefiro nem tentar. O que posso afirmar é que, de fato escrevemos com a pena da galhofa e a tinta da melancolia, e em momento algum fizemos qualquer resistência à tentação recorrente de roubar idéias e umas (muitas) frases de tantos, tantos outros autores e artistas. E, pra ser sincero, não posso afirmar sem tergiversos, que mesmo as idéias (e histórias) que, em teoria deveriam ser minhas, sejam de fato minhas. Já não sei se tenho maturidade para enxergar com clareza onde começa uma coisa e termina outra.
NO FUNDO É TUDO MENTIRA, MENOS O QUE PARECE MENTIRA, TUDO VERDADE, MENOS A VERDADE.
Por muitas vezes pensei não ser meu o mundo do teatro (talvez seja eu um crente muito cético?), a não ser quando eu era quem estava sentado nas cadeiras da plateia, assistindo às enormes peças do meu diretor favorito @felipehirsch .
E foi este homem quem me convenceu do contrário; convidou outro meu ídolo, @caetanowgalindo para a dramaturgia, que por sua vez, escreveu, escreveu, jamais tinha escrito assim. E eu, é claro, decorei e decorei, e apanhei. E no fundo foi pouco.
Mas, como um bardo já disse, tudo tem uma fresta, é assim que a luz consegue entrar.
Os meses de ensaio passaram rápido até demais, mas foram longos o bastante para abrir e cicatrizar feridas. Só depois de muito cataplasma e curativo renascemos (mais puros e lanhados do que nunca) e aqui estamos, a um dia da estreia, dessa vez no palco, olhando para as cadeiras da plateia, nas quais espero, de todo o meu coração, que vocês estejam sentados logo menos.
Um beijo. Vejo vocês lá.

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Por muitas vezes pensei não ser meu o mundo do teatro (talvez seja eu um crente muito cético?), a não ser quando eu era quem estava sentado nas cadeiras da plateia, assistindo às enormes peças do meu diretor favorito @felipehirsch .
E foi este homem quem me convenceu do contrário; convidou outro meu ídolo, @caetanowgalindo para a dramaturgia, que por sua vez, escreveu, escreveu, jamais tinha escrito assim. E eu, é claro, decorei e decorei, e apanhei. E no fundo foi pouco.
Mas, como um bardo já disse, tudo tem uma fresta, é assim que a luz consegue entrar.
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저화질 콘텐츠는 이제 그만, 고해상도 스토리만 보존하세요.
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전혀 비용 없이 스토리를 다운로드할 수 있습니다.